Desenvolvimento embrionário
O começo de um novo ser humano começa aqui…
Condições para ocorrer fecundação...
Condições de fecundação
Presença de espermatozóides nas vias
genitais femininas
O movimento de
um
espermatozoide
QUAL A ALTURA CERTA ?
Durante o período de ovulação, o colo do útero fica bem aberto
com um muco alcalino abundante onde é mais fácil a deslocação
dos espermatozóides
Condições de fecundação
Condições de fecundação
Fecundação
O encontro dos gâmetas
A fixação do
espermatozóide na zona
pelúcida...
A reacção
acrossómica
Que fenómenos
ocorrem na
vida
intrauterina?
Crescimento
Morfogénese
Diferenciação celular
Desenvolvimento embrionário
e fetal
Período embrionário – dura cerca de 8 semanas, ao fim do qual todos os
órgãos estão já esboçados.
Período fetal – dura as restantes semanas e corresponde aos
desenvolvimento dos órgãos e crescimento do feto.
Feto
Fases da
Embriogénese
Segmentação
Gastrulação
Organogénese
Segmentação
Mórula
Blastocisto
Divisões mitóticas
Segmentação
Nidação
Nidação
Trofoblasto
Parede uterina
Cavidade uterina
Para que ocorra é
necessário que:
-A mucosa uterina tenha sido
preparada pelas hormonas
ováricas;
-O blastocisto tenha atingido
o estado de desenvolvimento
necessário para se poder
implantar.
NIDAÇÃO
6 a 7 dias após
a fecundação
inicia-se a
implantação do
embrião
(blastocisto) no
endométrio.
Nidação
NIDAÇÃO
As células do
trofoblasto produzem
enzimas que digerem
localmente o
endométrio.
Começa a formar-se
um anexo embrionário
o córion que possui
vilosidades.
Essas vilosidades
mergulham em
lacunas do endométrio
preenchidas por
sangue materno
devido à rutura dos
capilares.
Nidação
NIDAÇÃO
Simultaneamente o botão
embrionário continua a
crescer, e ocorrem
movimentos de células
(início da morfogénese ).
Cerca de 11 ou 12 dias
após a fecundação o
embrião encontra-se
totalmente coberto pela
mucosa uterina
Por volta do 15º dia
começa a ocorrer a
gastrulação e o início
da organogénese.
Nidação
Dia 21
Nidação
A ligação entre o
embrião e o endométrio
está já bem
estabelecida.
Gastrulação
Qual o destino dos folhetos embrionários?
Organogénese
Anexos embrionários
Anexos embrionários
Anexos embrionários
Anexos embrionários
Anexos embrionários
Córion
Âmnio
Saco
Vitelino
Alantoide
Placenta
Cordão
Umbilical
Estrutura Função
Membrana com muitas Forma uma extensa superfície de trocas
vilosidades Contribui para formação da placenta. Produz hCG
Saco que envolve o embrião Protege o embrião de desidratação de
cheia de líquido amniótico choques mecânicos e de variações térmicas
Delimita a cavidade amniótica.
Saco membranoso sem Forma parte do tubo digestivo
substâncias de reserva
Divertículo da vesícula vitelina Estrutura rudimentar que contribui para a
formação dos vasos sanguíneos do cordão umbilical
Pela fusão das vilosidades
do córion e do alantóide com
as vilosidades do endométrio
Permeabilidade selectiva. Trocas gasosas. Produz
hormonas. Regula temperatura, pH, pressão
osmótica e de oxigénio. Produz enzimas capazes
de reduzir tóxicos maternos. Elimina excreções.
Pela fusão do alantóide com
o saco vitelino
Condução do sangue arterial através da veia fetal e
sangue venoso através de duas artérias fetais
Principais etapas do desenvolvimento embrionário e fetal
1º Trimestre
2º Trimestre
3º Trimestre
33 - 40
FASES DO PARTO
Dilatação do colo do útero
Expulsão da placenta
Expulsão do bebé
Parto
Concluindo
Após a implantação do blastocisto, este passa
a sintetizar uma hormona semelhante à LH a
gonadotropina coriónica humana (hCG)
A hormona hCG mantém o corpo lúteo a
produzir hormonas, impedindo uma fase
menstrual, mantendo assim o embrião ligado
ao endométrio.
A nidação e as primeiras fases de gestação encontram-se sob estreito controlo hormonal.
Que modificações ocorrem no organismo feminino após a nidação?
Regulação hormonal durante a gravidez
A partir do 2.º mês, e após o desenvolvimento da placenta:
• diminui a síntese de hCG;
• aumenta a produção de estrogénio e progesterona por parte da placenta.
Níveis elevados de progesterona
(mudanças no aparelho reprodutor feminino)
- Aumento das mamas
- Aumento da secreção do muco
cervical que forma uma tampa
protectora
- Crescimento da parte materna
da placenta
- Aumento do volume uterino
- Ausência de ovulação e
menstruação (feedback
negativo sobre o complexo
hipotálamo-hipófise)
Regulação hormonal do parto
Sinais químicos inibem a produção de
progesterona, pois esta hormona
impede as contracções.
Durante o parto
• Contrações provoca:
- Stresse:
- físico
- emocional
- Libertação (estimulação) de mais
- oxitocina
- prostaglandina
(mecanismo de feedback positivo)
REGULAÇÃO HORMONAL DO ALEITAMENTO
QUE MODIFICAÇÕES OCORREM NO ORGANISMO FEMININO DURANTE O
ALEITAMENTO?
As elevadas concentrações de estrogénios
e progesterona estimulam o
desenvolvimento dos ductos e alvéolos,
mas inibem a produção de leite.
Diversas hormonas estão associadas à
produção de leite.
A oxitocina e prolactina são as hormonas
associadas à produção e ejeção de leite,
com picos de produção associados a
episódios de amamentação.
A expulsão da placenta no parto provoca
uma diminuição abrupta daquelas
hormonas.
• Diminuição da concentração de progesterona
• A hipófise deixa de estar em feedback negativo
• Secreção de prolactina: estimula a produção de
colostro e seguidamente do leite (2/3 dias
depois do parto)
• Libertação de leite pelas glândulas mamárias:
controlo pela oxitocina (estimula também o útero
a retomar o seu volume original
REGULAÇÃO HORMONAL DO ALEITAMENTO
REGULAÇÃO HORMONAL DO ALEITAMENTO
VARIAÇÃO HORMONAL EM CADA EPISÓDIO DE ALEITAMENTO
Informação:
“A prolactina, libertada pela estimulação da sucção, inibe a
produção de GnRH (gonadotrofinas) pelo hipotálamo.”
1. Quais as consequências da inibição da produção de GnRH na
concentração de FSH e LH?
2. Comenta as afirmações:
2.1. “O aleitamento tende a diminuir a fertilidade feminina.”
2.2. “ Uma mulher que amamente não deverá apresentar
período menstrual nos primeiros meses após o parto.”
R1. A inibição da produção de GnRH tem como consequência a diminuição da produção de FSH e LH.
R2.2. A diminuição da concentração das hormonas ováricas tem como consequência a paragem do
ciclo uterino, Então, a mulher pode não apresentar período menstrual nos primeiros meses após o parto.
R2.1. A prolactina inibe a produção de GnRH e, como tal, a diminuição da concentração de FSH e LH,
logo, não haverá maturação folicular e, consequentemente, ovulação, pelo que a fertilidade diminui.

Desenvolvimento embrionário - perspectivas

  • 1.
  • 2.
    O começo deum novo ser humano começa aqui…
  • 3.
    Condições para ocorrerfecundação...
  • 4.
    Condições de fecundação Presençade espermatozóides nas vias genitais femininas O movimento de um espermatozoide
  • 5.
    QUAL A ALTURACERTA ? Durante o período de ovulação, o colo do útero fica bem aberto com um muco alcalino abundante onde é mais fácil a deslocação dos espermatozóides Condições de fecundação
  • 6.
  • 7.
  • 8.
    O encontro dosgâmetas A fixação do espermatozóide na zona pelúcida... A reacção acrossómica
  • 9.
  • 10.
    Desenvolvimento embrionário e fetal Períodoembrionário – dura cerca de 8 semanas, ao fim do qual todos os órgãos estão já esboçados. Período fetal – dura as restantes semanas e corresponde aos desenvolvimento dos órgãos e crescimento do feto. Feto
  • 11.
  • 12.
  • 13.
  • 16.
  • 17.
    Nidação Trofoblasto Parede uterina Cavidade uterina Paraque ocorra é necessário que: -A mucosa uterina tenha sido preparada pelas hormonas ováricas; -O blastocisto tenha atingido o estado de desenvolvimento necessário para se poder implantar.
  • 18.
    NIDAÇÃO 6 a 7dias após a fecundação inicia-se a implantação do embrião (blastocisto) no endométrio. Nidação
  • 19.
    NIDAÇÃO As células do trofoblastoproduzem enzimas que digerem localmente o endométrio. Começa a formar-se um anexo embrionário o córion que possui vilosidades. Essas vilosidades mergulham em lacunas do endométrio preenchidas por sangue materno devido à rutura dos capilares. Nidação
  • 20.
    NIDAÇÃO Simultaneamente o botão embrionáriocontinua a crescer, e ocorrem movimentos de células (início da morfogénese ). Cerca de 11 ou 12 dias após a fecundação o embrião encontra-se totalmente coberto pela mucosa uterina
  • 21.
    Por volta do15º dia começa a ocorrer a gastrulação e o início da organogénese. Nidação
  • 22.
    Dia 21 Nidação A ligaçãoentre o embrião e o endométrio está já bem estabelecida.
  • 23.
    Gastrulação Qual o destinodos folhetos embrionários?
  • 25.
  • 26.
  • 27.
  • 28.
  • 29.
  • 33.
    Anexos embrionários Córion Âmnio Saco Vitelino Alantoide Placenta Cordão Umbilical Estrutura Função Membranacom muitas Forma uma extensa superfície de trocas vilosidades Contribui para formação da placenta. Produz hCG Saco que envolve o embrião Protege o embrião de desidratação de cheia de líquido amniótico choques mecânicos e de variações térmicas Delimita a cavidade amniótica. Saco membranoso sem Forma parte do tubo digestivo substâncias de reserva Divertículo da vesícula vitelina Estrutura rudimentar que contribui para a formação dos vasos sanguíneos do cordão umbilical Pela fusão das vilosidades do córion e do alantóide com as vilosidades do endométrio Permeabilidade selectiva. Trocas gasosas. Produz hormonas. Regula temperatura, pH, pressão osmótica e de oxigénio. Produz enzimas capazes de reduzir tóxicos maternos. Elimina excreções. Pela fusão do alantóide com o saco vitelino Condução do sangue arterial através da veia fetal e sangue venoso através de duas artérias fetais
  • 34.
    Principais etapas dodesenvolvimento embrionário e fetal
  • 35.
  • 36.
  • 37.
  • 38.
    FASES DO PARTO Dilataçãodo colo do útero
  • 39.
  • 40.
  • 42.
  • 43.
    Após a implantaçãodo blastocisto, este passa a sintetizar uma hormona semelhante à LH a gonadotropina coriónica humana (hCG) A hormona hCG mantém o corpo lúteo a produzir hormonas, impedindo uma fase menstrual, mantendo assim o embrião ligado ao endométrio. A nidação e as primeiras fases de gestação encontram-se sob estreito controlo hormonal. Que modificações ocorrem no organismo feminino após a nidação?
  • 45.
    Regulação hormonal durantea gravidez A partir do 2.º mês, e após o desenvolvimento da placenta: • diminui a síntese de hCG; • aumenta a produção de estrogénio e progesterona por parte da placenta.
  • 47.
    Níveis elevados deprogesterona (mudanças no aparelho reprodutor feminino) - Aumento das mamas - Aumento da secreção do muco cervical que forma uma tampa protectora - Crescimento da parte materna da placenta - Aumento do volume uterino - Ausência de ovulação e menstruação (feedback negativo sobre o complexo hipotálamo-hipófise)
  • 48.
    Regulação hormonal doparto Sinais químicos inibem a produção de progesterona, pois esta hormona impede as contracções.
  • 49.
    Durante o parto •Contrações provoca: - Stresse: - físico - emocional - Libertação (estimulação) de mais - oxitocina - prostaglandina (mecanismo de feedback positivo)
  • 50.
  • 51.
    QUE MODIFICAÇÕES OCORREMNO ORGANISMO FEMININO DURANTE O ALEITAMENTO? As elevadas concentrações de estrogénios e progesterona estimulam o desenvolvimento dos ductos e alvéolos, mas inibem a produção de leite. Diversas hormonas estão associadas à produção de leite. A oxitocina e prolactina são as hormonas associadas à produção e ejeção de leite, com picos de produção associados a episódios de amamentação. A expulsão da placenta no parto provoca uma diminuição abrupta daquelas hormonas.
  • 52.
    • Diminuição daconcentração de progesterona • A hipófise deixa de estar em feedback negativo • Secreção de prolactina: estimula a produção de colostro e seguidamente do leite (2/3 dias depois do parto) • Libertação de leite pelas glândulas mamárias: controlo pela oxitocina (estimula também o útero a retomar o seu volume original REGULAÇÃO HORMONAL DO ALEITAMENTO
  • 53.
  • 54.
    VARIAÇÃO HORMONAL EMCADA EPISÓDIO DE ALEITAMENTO
  • 55.
    Informação: “A prolactina, libertadapela estimulação da sucção, inibe a produção de GnRH (gonadotrofinas) pelo hipotálamo.” 1. Quais as consequências da inibição da produção de GnRH na concentração de FSH e LH? 2. Comenta as afirmações: 2.1. “O aleitamento tende a diminuir a fertilidade feminina.” 2.2. “ Uma mulher que amamente não deverá apresentar período menstrual nos primeiros meses após o parto.” R1. A inibição da produção de GnRH tem como consequência a diminuição da produção de FSH e LH. R2.2. A diminuição da concentração das hormonas ováricas tem como consequência a paragem do ciclo uterino, Então, a mulher pode não apresentar período menstrual nos primeiros meses após o parto. R2.1. A prolactina inibe a produção de GnRH e, como tal, a diminuição da concentração de FSH e LH, logo, não haverá maturação folicular e, consequentemente, ovulação, pelo que a fertilidade diminui.