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após se completar a descida
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diferentes tecidos inter-
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Anexos Embrionários O desenvolvimento
embrionário é
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embrionários, originados
pela extensão das três
camadas germinativas e
do trofoblasto.
Córion
Âmnio
Cavidade
Amniótica
Cordão
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Alantoide
Embrião
Vilosidades
Coriónicas
Vesícula
Vitelina
Âmnio
Vesícula Vitelina
Alantoide
Córion
Rodeia a cavidade amniótica (preenchida pelo líquido amniótico). Protege
o embrião de choques mecânicos e mantém a temperatura constante no
seu interior.
De dimensões reduzidas mas muito vascularizada. Contem uma parte
incorporada no cordão umbilical, representando o primeiro local de
produção de células sanguíneas e germinativas.
Membrana extraembrionária mais exterior que, juntamente com o âmnio,
rodeia o embrião e intervém na formação da placenta.
Contribui para a formação do cordão umbilical.
A Placenta
A Placenta
A placenta permite trocas seletivas
entre a mãe e o filho, fundamentais
ao desenvolvimento deste.
Além das trocas de nutrientes e de
oxigénio, permite ainda a passagem
de anticorpos do sangue da mãe
que protegem o recém-nascido nos
instantes iniciais da sua existência.
Apesar de essencial à maturação e
proteção do feto, a placenta
apresenta permeabilidade a
substâncias e materiais tóxicos,
como álcool ou drogas, permitindo
assim uma fácil difusão destas
substâncias a partir do sangue da
mãe. Podem ainda passar para o
sangue do feto certos
microorganismos que podem estar
na origem de malformações
congénitas.
Controlo do desenvolvimento embrionário
Apesar de a adaptação morfológica ser a mais visível durante a gestação, o corpo
da mulher sofre também diversas alterações a nível hormonal.
Desde o início da nidação do embrião, é produzida a HCG (hormona gonadotrofina
coriónica humana) pelo trofoblasto.
A HGC impede, numa fase inicial, que
ocorra a degeneração do corpo lúteo.
Assim, este continua a produzir
estrogénios e progesterona, essenciais à
manutenção do endométrio, permitindo
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Controlo do desenvolvimento embrionário
Após as 8-10 semanas verifica-se a degeneração do corpo lúteo devido ao declínio da
concentração de HCG no sangue, ficando a produção de estrogénios e progesterona
inteiramente assegurada pela placenta.
Os estrogénios são
responsáveis pela
expansão do útero.
A progesterona é
responsável pela
inexistência de
contrações uterinas
durante os nove meses
de gestação.
Ambas as hormonas
intervêm no
desenvolvimento e
maturação das
glândulas mamárias.
No final da gestação, o facto de o teor de
estrogénios ser dominante em relação ao de
progesterona induz a contração dos músculos
uterinos. Os estrogénios induzem ainda a
formação de numerosos receptores de oxitocina
(produzida no hipotálamo e libertada pela neuro-
hipófise) no útero.
Alterações nas glândulas mamárias
Durante a gestação ocorrem também
mudanças reguladas pela intervenção do
complexo hipotálamo-hipófise.
Neste período de gestação, os estrogénios e a
progesterona induzem a ramificação intensiva
dos diversos canais do tecido adiposo, o
desenvolvimento dos alvéolos que contêm as
células secretoras de leite e, paralelamente, o
desenvolvimento de uma vasta rede de vasos
sanguíneos e linfáticos.
Elevados teores de
estrogénios e
progesterona
Hipotálamo Hipófise anterior
Prolactina
Inibem Inibe
Não se
produz
Com a expulsão da placenta após o
nascimento de bebé, a concentração de
estrogénios e progesterona no sangue sofre
uma queda acentuada, sendo esta queda
responsável pelo início de produção de
prolactina. Numa fase inicial, de 1 a 4 dias, as
glândulas mamárias segregam um líquido
chamado colostro, dando-se depois início à
produção de leite.
Lactação
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o bebé nas primeiras
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Bibliografia
• Sílvia, Amparo; Santos, Maria; Mesquita, Almira; Baldaia, Ludovina; Félix José;
“Terra, Universo de Vida”; 2014, Porto Editora
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Alterações do corpo da mulher durante a gestação

  • 2. Biologia 12º Ano Fábio Miguel Pinto Soares , nº 12 12ºB As mudanças no corpo da Mulher Grávida Escola Secundária de Santa Maria da Feira
  • 3. Fecundação Dá-se a reação acrossómica Fusão entre as membranas dos dois gâmetas seguida da  Maior resistência da Zona Pelúcida à penetração de outros espermatozóides;  Incorporação progressiva do espermatozóide no oócito II;  Finalização da meiose II do oócito II com a formação do pronúcleo feminino e do segundo glóbulo polar;  Formação do pronúcleo masculino a partir da descondensação do núcleo do espermatozóide;  Migração dos dois pronúcleos para o centro do oócito II, terminando com a fusão dos dois pronúcleos num só diploide com cromossomas paternos e maternos. que provoca a:
  • 4. Os primeiros 7 dias Blastocisto Três dias após o momento da fecundação o ovo tem ainda apenas 8 células. Com o aumento do número células resultante das constantes divisões mitóticas forma-se a mórula (semelhante a uma amora), e entre o quinto e o 6 dia o blastocisto. No sétimo dia, após se completar a descida do ovo das trompas até ao útero, e caso este esteja preparado para receber o ovo ocorre a nidação. A nidação corresponde à implantação do embrião no endométrio (que fornecerá os nutrientes necessários ao seu desenvolvimento numa fase inicial). Segundo muitos autores a nidação marca o início da gestação.
  • 5. Gestação Processos Biológicos Diferenciação CelularMorfogéneseCrescimento Dá-se o crescimento devido às numerosas divisões mitóticas e aumento do volume das células. Conjunto de movimentos de territórios celulares que tomam posições uns em relação aos outros, de acordo com as estruturas que vão formar. Formam-se três camadas celulares embrionárias. Especialização das camadas embrionárias no sentido de desempenharem funções específicas. Os diferentes tecidos inter- relacionam-se, formando órgãos e sistemas de órgãos. Ectoderme Mesoderme Endoderme Sistema nervoso Órgãos dos sentidos Epiderme Sistema respiratório Revestimento do tubo digestivo Fígado Pâncreas Esqueleto Músculos Sistemas circulatório, excretor e reprodutor
  • 6. Anexos Embrionários O desenvolvimento embrionário é acompanhado pela formação dos anexos embrionários, originados pela extensão das três camadas germinativas e do trofoblasto. Córion Âmnio Cavidade Amniótica Cordão Umbilical Alantoide Embrião Vilosidades Coriónicas Vesícula Vitelina Âmnio Vesícula Vitelina Alantoide Córion Rodeia a cavidade amniótica (preenchida pelo líquido amniótico). Protege o embrião de choques mecânicos e mantém a temperatura constante no seu interior. De dimensões reduzidas mas muito vascularizada. Contem uma parte incorporada no cordão umbilical, representando o primeiro local de produção de células sanguíneas e germinativas. Membrana extraembrionária mais exterior que, juntamente com o âmnio, rodeia o embrião e intervém na formação da placenta. Contribui para a formação do cordão umbilical.
  • 8. A Placenta A placenta permite trocas seletivas entre a mãe e o filho, fundamentais ao desenvolvimento deste. Além das trocas de nutrientes e de oxigénio, permite ainda a passagem de anticorpos do sangue da mãe que protegem o recém-nascido nos instantes iniciais da sua existência. Apesar de essencial à maturação e proteção do feto, a placenta apresenta permeabilidade a substâncias e materiais tóxicos, como álcool ou drogas, permitindo assim uma fácil difusão destas substâncias a partir do sangue da mãe. Podem ainda passar para o sangue do feto certos microorganismos que podem estar na origem de malformações congénitas.
  • 9. Controlo do desenvolvimento embrionário Apesar de a adaptação morfológica ser a mais visível durante a gestação, o corpo da mulher sofre também diversas alterações a nível hormonal. Desde o início da nidação do embrião, é produzida a HCG (hormona gonadotrofina coriónica humana) pelo trofoblasto. A HGC impede, numa fase inicial, que ocorra a degeneração do corpo lúteo. Assim, este continua a produzir estrogénios e progesterona, essenciais à manutenção do endométrio, permitindo que a nidação do embrião se mantenha.
  • 10. Controlo do desenvolvimento embrionário Após as 8-10 semanas verifica-se a degeneração do corpo lúteo devido ao declínio da concentração de HCG no sangue, ficando a produção de estrogénios e progesterona inteiramente assegurada pela placenta. Os estrogénios são responsáveis pela expansão do útero. A progesterona é responsável pela inexistência de contrações uterinas durante os nove meses de gestação. Ambas as hormonas intervêm no desenvolvimento e maturação das glândulas mamárias. No final da gestação, o facto de o teor de estrogénios ser dominante em relação ao de progesterona induz a contração dos músculos uterinos. Os estrogénios induzem ainda a formação de numerosos receptores de oxitocina (produzida no hipotálamo e libertada pela neuro- hipófise) no útero.
  • 11. Alterações nas glândulas mamárias Durante a gestação ocorrem também mudanças reguladas pela intervenção do complexo hipotálamo-hipófise. Neste período de gestação, os estrogénios e a progesterona induzem a ramificação intensiva dos diversos canais do tecido adiposo, o desenvolvimento dos alvéolos que contêm as células secretoras de leite e, paralelamente, o desenvolvimento de uma vasta rede de vasos sanguíneos e linfáticos. Elevados teores de estrogénios e progesterona Hipotálamo Hipófise anterior Prolactina Inibem Inibe Não se produz
  • 12. Com a expulsão da placenta após o nascimento de bebé, a concentração de estrogénios e progesterona no sangue sofre uma queda acentuada, sendo esta queda responsável pelo início de produção de prolactina. Numa fase inicial, de 1 a 4 dias, as glândulas mamárias segregam um líquido chamado colostro, dando-se depois início à produção de leite. Lactação O colostro é menos rico em glícidos e lípidos mas mais rico em proteínas, água e anticorpos que protegerão o bebé nas primeiras semanas de vida. O leite maduro é mais rico em gorduras e em lactose e muito menos rico em água e anticorpos que o colostro.
  • 13. Bibliografia • Sílvia, Amparo; Santos, Maria; Mesquita, Almira; Baldaia, Ludovina; Félix José; “Terra, Universo de Vida”; 2014, Porto Editora