O documento descreve a condição de "servidão moderna" na qual vivem as massas sob o sistema capitalista atual. Os escravos modernos aceitam voluntariamente sua exploração e alienação, sem perceber que estão presos a uma vida desumanizante dedicada ao trabalho, consumo e obediência. O documento critica diversos aspectos dessa realidade, como a degradação do meio ambiente, a mercantilização total da vida e a medicalização dos sintomas sem atacar as causas reais da opressão.