Este documento descreve a situação da cultura em uma cidade fictícia interiorana, criticando a falta de profissionalismo na gestão do departamento de cultura. Aponta que o cargo costuma ser ocupado por pessoas sem experiência na área, como dentistas ou comerciantes, em vez de profissionais da cultura. Também critica a agenda cultural pobre planejada, baseada mais em datas comemorativas do que em eventos de qualidade.