1) O documento lista várias fontes de influência na cristologia medieval, principalmente Agostinho, o Pseudo-Dionísio, o Adoptianismo e o gnosticismo.
2) Agostinho teve grande influência, enfatizando a humanidade completa de Cristo, mas sem definir claramente a união das naturezas divina e humana.
3) O movimento Adoptianista na Espanha levou a Igreja ocidental a rejeitar este extremo e reafirmar a cristologia do Concílio de Calcedônia.