O documento discute como as concepções de Roma foram utilizadas na Inglaterra entre 1880-1930 para justificar o imperialismo britânico. Richard Hingley, professor de arqueologia, critica modelos desenvolvidos nos séculos XIX-XX que serviram de base para interpretações do mundo romano. Ele argumenta que as imagens de Roma foram redesenhadas para ajudar a definir a origem inglesa e legitimar o império britânico nesse período.