Nosso tema é a escritora Clarice Lispector, nascida na Ucrânia em 1920, veio para o Brasil com
apenas dois meses de idade,chegou aMaceió com seus pais Pedro e Marieta e as duas irmãs
Elisa e Tania essa foi apenas a primeira das inúmeras viagens que fez durante os 57 anos de
vida, mudou-se para Recife e de lá para o Rio de Janeiro, onde se formou em direito.Casou-se
com o embaixador brasileiro MauriGurgel Valente e morou fora do Brasil por 16 anos.

Durante todo o período que morou fora do Brasil,Clarice não deixou o Brasil fora de sua vida,
na verdade ela já havia se naturalizado brasileira e estreitara vínculos afetivos e profissionais
com o Brasil,ao trabalhar como redatora para agencia nacional e para o jornal “À noite” além
de ter publicado “Perto do Coração Selvagem” a primeira das 21 obras que deixou. Bem o fato
é que o Brasil retribuiesse amo mantendo vivaa literatura instigante e criativa criada por ela,
exemplo e a canção de fundo que vocês estão a ouvir,“Que o deus venha”, música de Cazuza e
Frejat com trecho do livro “Água Viva”.

Alias composições sobre o universo da autora não falta, a cantora MariaBethânia em 1984
estreou o show “A hora da estrela” baseado na obra de mesmo nome de Clarice o espetáculo
deus origem ao disco “A beira e o mar”.

Fato é queClarice nunca deixou de povoar o imaginário de artistas no Brasil, o livro “A hora da
estrela” além de tema do disco deBethânia, tornou-se um premiado filme sob a direção de
SuzanaAmaral. Trailer

Vale dizer que o universo pop também se rendeu história da retirante nordestina, na canção
“A hora da estrela” com a banda Pato Fu. Música

O teatro ganha palco para exibição da linguagem simbólica da autora, um exemplo é a
montagem “simplesmente eu.Clarice Lispector”. Trás textos extraído de depoimento,
correspondências, entrevistas, e trechos das obras, “Perto do coração selvagem”,” Um
aprendizado ou livro dos prazeres”, e os contos “Amor” e “Perdoando deus”.

E o interesse pela vida eobrada autora não para por ai, em 2009 o instituto MoreiraSales no
Rio de Janeiro, organizoua exposição “Clarice pintora” com tela que ela mesma pintou na
década de 70.Dentre as publicações foi lançado nos Estados Unidos e Inglaterra a biografia
“Clarice” e também está disponível ao público a coletânea “Clarice na cabeceira”.

Clarice

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    Nosso tema éa escritora Clarice Lispector, nascida na Ucrânia em 1920, veio para o Brasil com apenas dois meses de idade,chegou aMaceió com seus pais Pedro e Marieta e as duas irmãs Elisa e Tania essa foi apenas a primeira das inúmeras viagens que fez durante os 57 anos de vida, mudou-se para Recife e de lá para o Rio de Janeiro, onde se formou em direito.Casou-se com o embaixador brasileiro MauriGurgel Valente e morou fora do Brasil por 16 anos. Durante todo o período que morou fora do Brasil,Clarice não deixou o Brasil fora de sua vida, na verdade ela já havia se naturalizado brasileira e estreitara vínculos afetivos e profissionais com o Brasil,ao trabalhar como redatora para agencia nacional e para o jornal “À noite” além de ter publicado “Perto do Coração Selvagem” a primeira das 21 obras que deixou. Bem o fato é que o Brasil retribuiesse amo mantendo vivaa literatura instigante e criativa criada por ela, exemplo e a canção de fundo que vocês estão a ouvir,“Que o deus venha”, música de Cazuza e Frejat com trecho do livro “Água Viva”. Alias composições sobre o universo da autora não falta, a cantora MariaBethânia em 1984 estreou o show “A hora da estrela” baseado na obra de mesmo nome de Clarice o espetáculo deus origem ao disco “A beira e o mar”. Fato é queClarice nunca deixou de povoar o imaginário de artistas no Brasil, o livro “A hora da estrela” além de tema do disco deBethânia, tornou-se um premiado filme sob a direção de SuzanaAmaral. Trailer Vale dizer que o universo pop também se rendeu história da retirante nordestina, na canção “A hora da estrela” com a banda Pato Fu. Música O teatro ganha palco para exibição da linguagem simbólica da autora, um exemplo é a montagem “simplesmente eu.Clarice Lispector”. Trás textos extraído de depoimento, correspondências, entrevistas, e trechos das obras, “Perto do coração selvagem”,” Um aprendizado ou livro dos prazeres”, e os contos “Amor” e “Perdoando deus”. E o interesse pela vida eobrada autora não para por ai, em 2009 o instituto MoreiraSales no Rio de Janeiro, organizoua exposição “Clarice pintora” com tela que ela mesma pintou na década de 70.Dentre as publicações foi lançado nos Estados Unidos e Inglaterra a biografia “Clarice” e também está disponível ao público a coletânea “Clarice na cabeceira”.