Durante o seminário em Feira de Santana, os povos do campo e tradições da Bahia manifestaram indignação contra o modelo de desenvolvimento capitalista que prejudica a reforma agrária e a soberania alimentar, destacando a expansão do agronegócio e a degradação dos recursos naturais. O documento chama à resistência unificada, propõe a reforma agrária e o reconhecimento de terras tradicionais como soluções para as ameaças enfrentadas, e reafirma o papel histórico das mulheres nas lutas sociais. Apesar dos desafios, o movimento se compromete a continuar lutando pela liberdade e pelos direitos dos povos e comunidades.