Carta da Árvore
                                                  Beiriz, 4 de Março 2011
     Querido amigo,
                            Ainda te lembras de mim? Sou aquela velha
                      árvore ao pé da qual tu gostavas de jogar à bola e
                      descansar depois da escola.
                            Continuo no mesmo sítio nesta floresta que já
                      foi tão bonita, cheia de árvores. Lembro-me de
                      todos os amigos que viviam perto de mim e de como
                      éramos felizes.
                            Sabes que muitas dessas árvores já foram
                      abatidas por causa da ganância do ser humano e
                      que já vi muita gente a chorar por causa disso. Deste
                      lugar onde tu me conheceste já ouvi muitas
                      conversas de crianças e adultos e muitos desabafos .

       Hoje, quem desabafa sou eu.
        Sinto-me muito revoltada porque os homens não sabem que
devem preservar a floresta que nos dá alegria, beleza, sombra, frescura,
frutos e, também oxigénio.
       Será que me podes ajudar? Se eu pudesse falar, gritaria bem alto
apelando a todos.
       Tu que és jovem e tens o futuro à tua frente não te esqueças
daquilo que tens aprendido. Eu sei que na tua escola e em casa te dão
conselhos.
       Nunca os esqueças! Não faças como os mais velhos que já
esqueceram ou porque ninguém os fez reflectir.
       Se todos protegerem a floresta. Viveremos com mais saúde e, por
isso, mais felizes.
       Despeço-me, enviando-te um grande abraço do tamanho do mundo
nunca me deixes de visitar e de fazer bem a floresta.

Gabriela Neves 6º B

Carta da árvore 6B -2011

  • 1.
    Carta da Árvore Beiriz, 4 de Março 2011 Querido amigo, Ainda te lembras de mim? Sou aquela velha árvore ao pé da qual tu gostavas de jogar à bola e descansar depois da escola. Continuo no mesmo sítio nesta floresta que já foi tão bonita, cheia de árvores. Lembro-me de todos os amigos que viviam perto de mim e de como éramos felizes. Sabes que muitas dessas árvores já foram abatidas por causa da ganância do ser humano e que já vi muita gente a chorar por causa disso. Deste lugar onde tu me conheceste já ouvi muitas conversas de crianças e adultos e muitos desabafos . Hoje, quem desabafa sou eu. Sinto-me muito revoltada porque os homens não sabem que devem preservar a floresta que nos dá alegria, beleza, sombra, frescura, frutos e, também oxigénio. Será que me podes ajudar? Se eu pudesse falar, gritaria bem alto apelando a todos. Tu que és jovem e tens o futuro à tua frente não te esqueças daquilo que tens aprendido. Eu sei que na tua escola e em casa te dão conselhos. Nunca os esqueças! Não faças como os mais velhos que já esqueceram ou porque ninguém os fez reflectir. Se todos protegerem a floresta. Viveremos com mais saúde e, por isso, mais felizes. Despeço-me, enviando-te um grande abraço do tamanho do mundo nunca me deixes de visitar e de fazer bem a floresta. Gabriela Neves 6º B