O documento é uma reflexão nostálgica sobre como o carnaval mudou ao longo do tempo, perdendo sua magia e ilusão originais. O autor conversa com uma flor que o leva a lembrar dos bailes de carnaval do passado, com confetes e serpentinas, em contraste com a realidade atual em que drogas e nudez substituíram a alegria e arte do carnaval antigo.