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A ndando o andante, da vida os andares, B uscando a resposta da eterna busca, C rê criar do caminho a crença,
D evendo a dívida de cada dever, E spantando o espantalho, e o espanto, F azendo da face da vida uma fase,
G ostando do gosto, que gostas de gostar, H averás de reaver do ontem o havido. I mpondo aos ímpetos, a imposição imponente,
J ogando com jeito, o jogo que jorra do peito, L evando de leve a leva que o eleva, M arcarás com marcas a marca da mágoa.
N ecessitas da necessidade , o necessário, e  O pondo seu oposto ao exposto, P erderás o perdão da partida.
Q uerias então o querer?... R efaças então na face, as farsas refeitas, S ejais agora o que sejas.
T orpedeie o seu tempo torpe, U ltime o seu último ultimato, V asculhe de vez o velho vexame, e  Z arpe de sua zanga, zás, zás...... E nunca mais olhes para trás...
CRÉDITOS E-mail:  [email_address] Autor da Poesia: Carlos Melo de Andrade Imagens: Internet

(Carlos) à Procura

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    A ndando oandante, da vida os andares, B uscando a resposta da eterna busca, C rê criar do caminho a crença,
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    D evendo adívida de cada dever, E spantando o espantalho, e o espanto, F azendo da face da vida uma fase,
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    G ostando dogosto, que gostas de gostar, H averás de reaver do ontem o havido. I mpondo aos ímpetos, a imposição imponente,
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    J ogando comjeito, o jogo que jorra do peito, L evando de leve a leva que o eleva, M arcarás com marcas a marca da mágoa.
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    N ecessitas danecessidade , o necessário, e O pondo seu oposto ao exposto, P erderás o perdão da partida.
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    Q uerias entãoo querer?... R efaças então na face, as farsas refeitas, S ejais agora o que sejas.
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    T orpedeie oseu tempo torpe, U ltime o seu último ultimato, V asculhe de vez o velho vexame, e Z arpe de sua zanga, zás, zás...... E nunca mais olhes para trás...
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    CRÉDITOS E-mail: [email_address] Autor da Poesia: Carlos Melo de Andrade Imagens: Internet