1) O artigo discute a proposta de que a economia brasileira no período escravista estava sujeita a uma forma específica de capital chamada capital escravista-mercantil.
2) Essa proposta permite superar a dicotomia entre o modelo do "Sentido da Colonização" e o modelo do "Arcaísmo como Projeto".
3) O autor argumenta que o conceito de capital escravista-mercantil consegue conciliar tanto a "essência" representada pelo Sentido da Colonização quanto os "fenômenos empíricos" revelados