SlideShare uma empresa Scribd logo
Desejo:
o Dele e o Dela
      Cap. 14
O cérebro dos homens e das mulheres ama
  (ou mostra desejo) de forma diferente:
o cérebro dos
                                  o cérebro das
homens activa
                                  mulheres (embora
centros de
                                  também active esses
processamento
                                  centros) activa
visual e de
                                  centros cognitivos
excitação sexual
                                  de memória e
à medida que
                                  atenção
vêm fotografias
da pessoa amada
Este facto sugere que as
mulheres activam a via superior
do cérebro no que diz respeito
às ligações amorosas, enquanto
os homens usam as vias
inferiores.
Isto pode sugerir que os homens
usam as ligações amorosas como
forma de satisfazer os seus
instintos primários respeitantes à
libido, e as mulheres usam essas
mesmas relações de forma a
satisfazer os seus desejos sociais.
Apesar destes indicadores, o
atractivo mais procurado pelos dois
sexos é a “bondade”.
Ao longo dos anos tem havido uma evolução na
forma como a sociedade encara a relação entre
os dois sexos,
desde a ligação de interesse
familiar da época medieval,
evoluindo para a ideia
renascentista do laço amoroso
entre marido e mulher
até chegar à ideia da ligação baseada
no amor da época romântica.
Ainda há zonas do mundo onde
  o amor não é considerado
 como componente essencial
   para a ligação entre dois
             seres.
Há pequenos truques da natureza, através da via
inferior do cérebro, para atingir a harmonia entre
o desejo carnal do homem e o desejo de ligação
vinculativa da mulher, que leva ao sucesso de
uma ligação entre um casal.
A impressão olfactiva, nas mulheres




O odor do homem pode fazer elevar o nível
de hormonas, levando a melhores estados
de espírito, relaxamento e produção de
hormonas      reprodutivas   luteinizantes
desencadeadoras da ovulação. Num
ambiente apropriado, podem levar a
situações conducentes à reprodução.
A impressão visual, nos homens


A visão do corpo de uma mulher
desencadeia no cérebro do homem
esses mesmos estímulos, relacionados
com o físico das mesmas, na visão da
proporção das medidas idealizadas de
peito (largo) - cintura (estreita) – ancas
(largas) das mulheres.
Através de estudos tem-se
descoberto que é a mistura de
hormonas e de substâncias
químicas que provoca a lascívia.

 Estes circuitos (da lascívia)
cobrem grande parte do cérebro
límbico, no entanto com algumas
diferenças entre géneros.
substância    química     que
                                                         hormona relacionada com
desperta sensações de prazer -
                                                         a    oxitocina,  também
também acompanha estes
                                                         desempenha o seu papel –
desejos, tanto no homem
                                                         curiosamente abundante
como na mulher, tanto
                                                         nas células fusiformes.
durante a excitação, como
                                                         Desta forma relaciona
com a frequência das relações
                                                         estas células ao sistema
e a intensidade do impulso
                                                         cerebral responsável pelo
sexual
                                                         amor

                                 Uma     das    fontes
                                 químicas de prestar
                                 auxílio, também é
                                 encontrada, embora
                                 mais presente no
                                 sexo das mulheres do
                                 que nos homens, pelo
                                 que     tem     mais
                                 impacto nestas
Nos    homens,     a   sexualidade  e    a
agressividade     são     excitadas   pela
testosterona, que dispara, acompanhando a
excitação sexual.
Esta substância ainda provoca no
homem reforço de imagens visuais, e
de memória, para que se lembre
posteriormente da sua companheira.
Os níveis de oxitocina no cérebro do homem
sobem à medida que se aproxima o acto sexual,
assim como a fome hormonal causada pela
Arginina e a Vasopressina (AVP).




Os homens têm maior concentração de
receptores de AVP, que aumenta com desejo
sexual e diminui após o orgasmo.
Tanto no homem como na mulher,
esta hormona:

amplifica os sentimentos de prazer
 e amor.

tem níveis elevados durante o
 clímax, e nos momentos que o
 precedem ( especialmente no
 homem)    criando  assim  uma
 aproximação.
As principais expressões de amor -
vinculação, desejo e dedicação - têm
uma biologia própria, e devem
alinhar-se para que uma relação
possa funcionar.

Se ambos os parceiros não estão em
alinhamento, tal leva ao desequilíbrio
de todo o relacionamento, atingindo
a relação e corroendo a mesma.
As Fantasias
  Sexuais
Actualmente, entende-se uma fantasia
como normal e fruto de uma imaginação
vívida.
Mesmo as fantasias com um grau altíssimo
de improbabilidade de se tornarem
realidade têm bastante utilidade, mesmo
durante o acto sexual.
Ao contrário do que
Freud declarava…
As fantasias
sexuais são
próprias de
pessoas
insatisfeitas
sexualmente.
Podem ser fonte de estimulação que
aumenta a excitação e o prazer. Com o
mútuo consentimento, isto é verdade,
até aquelas que parecem mais bizarras.
Ao contrário desta
 realidade está a
 realidade de um
    narcisista.

A tendência deste é:
• Realizar as suas fantasias e passar a
  considerar o outro como um objecto;



• Não entender o outro como detentor de
  uma vontade própria e, ao ser
  contrariado na sua vontade, parte para
  a violência física ou psicológica;
• Não conseguir entrar nesta
  aritmética de dar e receber
  carinho;


• Considerar uma violação como
  uma consequência natural de um
  desejo (segundo a sua mente)
  criado por ambos e depois
  negado pela mulher.
O facto de esta recusa poder levar a uma violação
por parte do homem, é para ele não mais que uma
consequência natural da recusa feminina, e logo,
perfeitamente justificável.




Os estudos indicam também que níveis altos de
testosterona nos homens podem também estar
relacionados com agressividade, a criação de
relações amorosas turbulentas, ligações extra-
conjugais e separações.
Os homens condenados por violação não
conseguem desenvolver com a sua vítima mais do
que uma relação Eu-Isso, não registando qualquer
empatia pelas pessoas que violam, mesmo quando
estas suplicam que não o façam.
Contudo, acredita-se que os homens que têm
altos níveis desta hormona podem aprender a
controlar os impulsos e assim manter uma vida
conjugal satisfatória para ambos.
Quando a via inferior do cérebro suplanta a
barreira que a via superior impõe, este tipo de
homens passa a ver a suas fantasias como um
incentivo à acção e leva ao desejo de cometer
actos sexuais violentos e criminosos.
Este tipo de pensamento limite “Eu-isso”, liberta
da relação sexual qualquer tipo de empatia,
reduzindo-a à satisfação da libido. Tal contrasta
com uma relação saudável “Eu-Tu”, na qual o
carinho e a e a empatia aproximam as duas
pessoas sentindo cada uma o eco dos
sentimentos da outra.
Quando existe esta empatia, existe a aproximação
dos dois pela via neural, o casal sente-se junto
não apenas durante a relação sexual, mas
também nos momentos de intimidade e carinho.




    O orgasmo não é garantia de uma relação
                   saudável :
        A dedicação entre o casal, sê-lo-á.
Sugerimos a leitura do artigo
 O AMOR PODE SER VIRTUAL? O RELACIONAMENTO
          AMOROSO PELA INTERNET



           eo
   visionamento do filme
        Science of Sex Appeal
TRABALHO REALIZADO POR
    W:I-P

•    Ana Borges
•    Ana Luísa Ferreira
•    Joana Vaz
•    João Grilo

Mais conteúdo relacionado

Semelhante a Desejo: o dele e o dela

233 693-1-pb
233 693-1-pb233 693-1-pb
233 693-1-pb
Ketley Bicalho
 
41277915 1028144-continuidade-da-vida
41277915 1028144-continuidade-da-vida41277915 1028144-continuidade-da-vida
41277915 1028144-continuidade-da-vida
Pelo Siro
 
Continuidade da vida
Continuidade da vidaContinuidade da vida
Continuidade da vida
Janaina Procopio Duarte Castro
 
O impulso sexual
O impulso sexualO impulso sexual
Homossexualidade na Visão Espírita
Homossexualidade na Visão EspíritaHomossexualidade na Visão Espírita
Homossexualidade na Visão Espírita
CEJG
 
Aula M2 - Sexualidade
Aula M2 - SexualidadeAula M2 - Sexualidade
A base material do amor, da paixão e do desejo sexual
A base material do amor, da paixão e do desejo sexualA base material do amor, da paixão e do desejo sexual
A base material do amor, da paixão e do desejo sexual
Argos Arruda Pinto
 
Curso Três Ensaios sobre a Teoria Sexual - Ensaio 3 - As Transformacoes da P...
Curso Três Ensaios sobre a Teoria Sexual -  Ensaio 3 - As Transformacoes da P...Curso Três Ensaios sobre a Teoria Sexual -  Ensaio 3 - As Transformacoes da P...
Curso Três Ensaios sobre a Teoria Sexual - Ensaio 3 - As Transformacoes da P...
Felipe de Souza
 
Homossexualismo
HomossexualismoHomossexualismo
Homossexualismo
Fórum Espírita
 
Aula 11 - Sexo e Espiritismo - Mocidade Espírita Chico Xavier
Aula 11 - Sexo e Espiritismo - Mocidade Espírita Chico XavierAula 11 - Sexo e Espiritismo - Mocidade Espírita Chico Xavier
Aula 11 - Sexo e Espiritismo - Mocidade Espírita Chico Xavier
Sergio Lima Dias Junior
 
Curso de Entrevistadores - Sexualidade
Curso de Entrevistadores - SexualidadeCurso de Entrevistadores - Sexualidade
Curso de Entrevistadores - Sexualidade
Ceile Maria Bernardo
 
Curso de Entrevistadores - Sexualidade
Curso de Entrevistadores - SexualidadeCurso de Entrevistadores - Sexualidade
Curso de Entrevistadores - Sexualidade
Ceile Bernardo
 
Visão espirita da sexualidade 2
Visão espirita da sexualidade 2Visão espirita da sexualidade 2
Visão espirita da sexualidade 2
Prof. Paulo Ratki
 
Reencarnação e Patologia do Sexo - Homossexualismo
Reencarnação e Patologia do Sexo - HomossexualismoReencarnação e Patologia do Sexo - Homossexualismo
Reencarnação e Patologia do Sexo - Homossexualismo
Eduardo Henrique Marçal
 
a-teoria-da-libido-e-o-narcisismo--wilson-amendoeira.pdf
a-teoria-da-libido-e-o-narcisismo--wilson-amendoeira.pdfa-teoria-da-libido-e-o-narcisismo--wilson-amendoeira.pdf
a-teoria-da-libido-e-o-narcisismo--wilson-amendoeira.pdf
SamanthaAlmeidaAlmei
 
Qu mica do-corpo1-2
Qu mica do-corpo1-2Qu mica do-corpo1-2
Qu mica do-corpo1-2
Quimica2016
 
Estudo de pais 31
Estudo de pais 31Estudo de pais 31
Estudo de pais 31
Fatoze
 
Vida e sexo
Vida e sexoVida e sexo
Vida e sexo
PontoDeLuz
 
Leis gênero
Leis gêneroLeis gênero
Leis gênero
Flávia Cunha Lima
 
Leis gênero
Leis gêneroLeis gênero
Leis gênero
Flávia Cunha Lima
 

Semelhante a Desejo: o dele e o dela (20)

233 693-1-pb
233 693-1-pb233 693-1-pb
233 693-1-pb
 
41277915 1028144-continuidade-da-vida
41277915 1028144-continuidade-da-vida41277915 1028144-continuidade-da-vida
41277915 1028144-continuidade-da-vida
 
Continuidade da vida
Continuidade da vidaContinuidade da vida
Continuidade da vida
 
O impulso sexual
O impulso sexualO impulso sexual
O impulso sexual
 
Homossexualidade na Visão Espírita
Homossexualidade na Visão EspíritaHomossexualidade na Visão Espírita
Homossexualidade na Visão Espírita
 
Aula M2 - Sexualidade
Aula M2 - SexualidadeAula M2 - Sexualidade
Aula M2 - Sexualidade
 
A base material do amor, da paixão e do desejo sexual
A base material do amor, da paixão e do desejo sexualA base material do amor, da paixão e do desejo sexual
A base material do amor, da paixão e do desejo sexual
 
Curso Três Ensaios sobre a Teoria Sexual - Ensaio 3 - As Transformacoes da P...
Curso Três Ensaios sobre a Teoria Sexual -  Ensaio 3 - As Transformacoes da P...Curso Três Ensaios sobre a Teoria Sexual -  Ensaio 3 - As Transformacoes da P...
Curso Três Ensaios sobre a Teoria Sexual - Ensaio 3 - As Transformacoes da P...
 
Homossexualismo
HomossexualismoHomossexualismo
Homossexualismo
 
Aula 11 - Sexo e Espiritismo - Mocidade Espírita Chico Xavier
Aula 11 - Sexo e Espiritismo - Mocidade Espírita Chico XavierAula 11 - Sexo e Espiritismo - Mocidade Espírita Chico Xavier
Aula 11 - Sexo e Espiritismo - Mocidade Espírita Chico Xavier
 
Curso de Entrevistadores - Sexualidade
Curso de Entrevistadores - SexualidadeCurso de Entrevistadores - Sexualidade
Curso de Entrevistadores - Sexualidade
 
Curso de Entrevistadores - Sexualidade
Curso de Entrevistadores - SexualidadeCurso de Entrevistadores - Sexualidade
Curso de Entrevistadores - Sexualidade
 
Visão espirita da sexualidade 2
Visão espirita da sexualidade 2Visão espirita da sexualidade 2
Visão espirita da sexualidade 2
 
Reencarnação e Patologia do Sexo - Homossexualismo
Reencarnação e Patologia do Sexo - HomossexualismoReencarnação e Patologia do Sexo - Homossexualismo
Reencarnação e Patologia do Sexo - Homossexualismo
 
a-teoria-da-libido-e-o-narcisismo--wilson-amendoeira.pdf
a-teoria-da-libido-e-o-narcisismo--wilson-amendoeira.pdfa-teoria-da-libido-e-o-narcisismo--wilson-amendoeira.pdf
a-teoria-da-libido-e-o-narcisismo--wilson-amendoeira.pdf
 
Qu mica do-corpo1-2
Qu mica do-corpo1-2Qu mica do-corpo1-2
Qu mica do-corpo1-2
 
Estudo de pais 31
Estudo de pais 31Estudo de pais 31
Estudo de pais 31
 
Vida e sexo
Vida e sexoVida e sexo
Vida e sexo
 
Leis gênero
Leis gêneroLeis gênero
Leis gênero
 
Leis gênero
Leis gêneroLeis gênero
Leis gênero
 

Mais de Ana Ferreira

Apresentacao jornalismo
Apresentacao jornalismoApresentacao jornalismo
Apresentacao jornalismo
Ana Ferreira
 
Neuroanatomia de um beijo
Neuroanatomia de um beijoNeuroanatomia de um beijo
Neuroanatomia de um beijo
Ana Ferreira
 
RespiratóRio II
RespiratóRio IIRespiratóRio II
RespiratóRio II
Ana Ferreira
 
linfático
linfáticolinfático
linfático
Ana Ferreira
 
CirculatóRio Parte I I
CirculatóRio Parte I ICirculatóRio Parte I I
CirculatóRio Parte I I
Ana Ferreira
 
Neuro Hormonal
Neuro HormonalNeuro Hormonal
Neuro Hormonal
Ana Ferreira
 
CirculatóRio Parte I
CirculatóRio Parte ICirculatóRio Parte I
CirculatóRio Parte I
Ana Ferreira
 

Mais de Ana Ferreira (7)

Apresentacao jornalismo
Apresentacao jornalismoApresentacao jornalismo
Apresentacao jornalismo
 
Neuroanatomia de um beijo
Neuroanatomia de um beijoNeuroanatomia de um beijo
Neuroanatomia de um beijo
 
RespiratóRio II
RespiratóRio IIRespiratóRio II
RespiratóRio II
 
linfático
linfáticolinfático
linfático
 
CirculatóRio Parte I I
CirculatóRio Parte I ICirculatóRio Parte I I
CirculatóRio Parte I I
 
Neuro Hormonal
Neuro HormonalNeuro Hormonal
Neuro Hormonal
 
CirculatóRio Parte I
CirculatóRio Parte ICirculatóRio Parte I
CirculatóRio Parte I
 

Último

UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
Manuais Formação
 
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionaisResumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
beatrizsilva525654
 
7 ano - Rede e hierarquia urbana - Geografia - Alpha.pptx
7 ano - Rede e hierarquia urbana - Geografia - Alpha.pptx7 ano - Rede e hierarquia urbana - Geografia - Alpha.pptx
7 ano - Rede e hierarquia urbana - Geografia - Alpha.pptx
alphabarros2
 
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptxPsicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
TiagoLouro8
 
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGTUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
ProfessoraTatianaT
 
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
Manuais Formação
 
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdfApostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
bmgrama
 
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdfUFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
Manuais Formação
 
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
AntonioLobosco3
 
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdfAula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Marília Pacheco
 
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃOAUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
FernandaOliveira758273
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Zenir Carmen Bez Trombeta
 
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica BasicaExercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
ElinarioCosta
 
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.pptFUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
MarceloMonteiro213738
 
Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º
Gênero Textual sobre Crônicas,  8º e  9ºGênero Textual sobre Crônicas,  8º e  9º
Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º
sjcelsorocha
 
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
ANDRÉA FERREIRA
 
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptxTudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
IACEMCASA
 
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptxTREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
erssstcontato
 
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdfComo montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
AlineOliveira625820
 
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junhoATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
Crisnaiara
 

Último (20)

UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
 
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionaisResumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
 
7 ano - Rede e hierarquia urbana - Geografia - Alpha.pptx
7 ano - Rede e hierarquia urbana - Geografia - Alpha.pptx7 ano - Rede e hierarquia urbana - Geografia - Alpha.pptx
7 ano - Rede e hierarquia urbana - Geografia - Alpha.pptx
 
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptxPsicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
 
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGTUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
 
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
 
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdfApostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
 
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdfUFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
 
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
 
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdfAula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
 
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃOAUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
 
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica BasicaExercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
 
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.pptFUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
 
Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º
Gênero Textual sobre Crônicas,  8º e  9ºGênero Textual sobre Crônicas,  8º e  9º
Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º
 
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
 
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptxTudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
 
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptxTREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
 
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdfComo montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
 
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junhoATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
 

Desejo: o dele e o dela

  • 1. Desejo: o Dele e o Dela Cap. 14
  • 2. O cérebro dos homens e das mulheres ama (ou mostra desejo) de forma diferente: o cérebro dos o cérebro das homens activa mulheres (embora centros de também active esses processamento centros) activa visual e de centros cognitivos excitação sexual de memória e à medida que atenção vêm fotografias da pessoa amada
  • 3. Este facto sugere que as mulheres activam a via superior do cérebro no que diz respeito às ligações amorosas, enquanto os homens usam as vias inferiores.
  • 4.
  • 5. Isto pode sugerir que os homens usam as ligações amorosas como forma de satisfazer os seus instintos primários respeitantes à libido, e as mulheres usam essas mesmas relações de forma a satisfazer os seus desejos sociais.
  • 6. Apesar destes indicadores, o atractivo mais procurado pelos dois sexos é a “bondade”.
  • 7. Ao longo dos anos tem havido uma evolução na forma como a sociedade encara a relação entre os dois sexos,
  • 8. desde a ligação de interesse familiar da época medieval,
  • 9. evoluindo para a ideia renascentista do laço amoroso entre marido e mulher
  • 10. até chegar à ideia da ligação baseada no amor da época romântica.
  • 11. Ainda há zonas do mundo onde o amor não é considerado como componente essencial para a ligação entre dois seres.
  • 12. Há pequenos truques da natureza, através da via inferior do cérebro, para atingir a harmonia entre o desejo carnal do homem e o desejo de ligação vinculativa da mulher, que leva ao sucesso de uma ligação entre um casal.
  • 13. A impressão olfactiva, nas mulheres O odor do homem pode fazer elevar o nível de hormonas, levando a melhores estados de espírito, relaxamento e produção de hormonas reprodutivas luteinizantes desencadeadoras da ovulação. Num ambiente apropriado, podem levar a situações conducentes à reprodução.
  • 14. A impressão visual, nos homens A visão do corpo de uma mulher desencadeia no cérebro do homem esses mesmos estímulos, relacionados com o físico das mesmas, na visão da proporção das medidas idealizadas de peito (largo) - cintura (estreita) – ancas (largas) das mulheres.
  • 15.
  • 16. Através de estudos tem-se descoberto que é a mistura de hormonas e de substâncias químicas que provoca a lascívia. Estes circuitos (da lascívia) cobrem grande parte do cérebro límbico, no entanto com algumas diferenças entre géneros.
  • 17.
  • 18. substância química que hormona relacionada com desperta sensações de prazer - a oxitocina, também também acompanha estes desempenha o seu papel – desejos, tanto no homem curiosamente abundante como na mulher, tanto nas células fusiformes. durante a excitação, como Desta forma relaciona com a frequência das relações estas células ao sistema e a intensidade do impulso cerebral responsável pelo sexual amor Uma das fontes químicas de prestar auxílio, também é encontrada, embora mais presente no sexo das mulheres do que nos homens, pelo que tem mais impacto nestas
  • 19. Nos homens, a sexualidade e a agressividade são excitadas pela testosterona, que dispara, acompanhando a excitação sexual.
  • 20. Esta substância ainda provoca no homem reforço de imagens visuais, e de memória, para que se lembre posteriormente da sua companheira.
  • 21. Os níveis de oxitocina no cérebro do homem sobem à medida que se aproxima o acto sexual, assim como a fome hormonal causada pela Arginina e a Vasopressina (AVP). Os homens têm maior concentração de receptores de AVP, que aumenta com desejo sexual e diminui após o orgasmo.
  • 22. Tanto no homem como na mulher, esta hormona: amplifica os sentimentos de prazer e amor. tem níveis elevados durante o clímax, e nos momentos que o precedem ( especialmente no homem) criando assim uma aproximação.
  • 23.
  • 24. As principais expressões de amor - vinculação, desejo e dedicação - têm uma biologia própria, e devem alinhar-se para que uma relação possa funcionar. Se ambos os parceiros não estão em alinhamento, tal leva ao desequilíbrio de todo o relacionamento, atingindo a relação e corroendo a mesma.
  • 25.
  • 26. As Fantasias Sexuais
  • 27. Actualmente, entende-se uma fantasia como normal e fruto de uma imaginação vívida. Mesmo as fantasias com um grau altíssimo de improbabilidade de se tornarem realidade têm bastante utilidade, mesmo durante o acto sexual.
  • 28. Ao contrário do que Freud declarava…
  • 29. As fantasias sexuais são próprias de pessoas insatisfeitas sexualmente.
  • 30. Podem ser fonte de estimulação que aumenta a excitação e o prazer. Com o mútuo consentimento, isto é verdade, até aquelas que parecem mais bizarras.
  • 31. Ao contrário desta realidade está a realidade de um narcisista. A tendência deste é:
  • 32. • Realizar as suas fantasias e passar a considerar o outro como um objecto; • Não entender o outro como detentor de uma vontade própria e, ao ser contrariado na sua vontade, parte para a violência física ou psicológica;
  • 33. • Não conseguir entrar nesta aritmética de dar e receber carinho; • Considerar uma violação como uma consequência natural de um desejo (segundo a sua mente) criado por ambos e depois negado pela mulher.
  • 34. O facto de esta recusa poder levar a uma violação por parte do homem, é para ele não mais que uma consequência natural da recusa feminina, e logo, perfeitamente justificável. Os estudos indicam também que níveis altos de testosterona nos homens podem também estar relacionados com agressividade, a criação de relações amorosas turbulentas, ligações extra- conjugais e separações.
  • 35. Os homens condenados por violação não conseguem desenvolver com a sua vítima mais do que uma relação Eu-Isso, não registando qualquer empatia pelas pessoas que violam, mesmo quando estas suplicam que não o façam.
  • 36. Contudo, acredita-se que os homens que têm altos níveis desta hormona podem aprender a controlar os impulsos e assim manter uma vida conjugal satisfatória para ambos.
  • 37. Quando a via inferior do cérebro suplanta a barreira que a via superior impõe, este tipo de homens passa a ver a suas fantasias como um incentivo à acção e leva ao desejo de cometer actos sexuais violentos e criminosos.
  • 38. Este tipo de pensamento limite “Eu-isso”, liberta da relação sexual qualquer tipo de empatia, reduzindo-a à satisfação da libido. Tal contrasta com uma relação saudável “Eu-Tu”, na qual o carinho e a e a empatia aproximam as duas pessoas sentindo cada uma o eco dos sentimentos da outra.
  • 39. Quando existe esta empatia, existe a aproximação dos dois pela via neural, o casal sente-se junto não apenas durante a relação sexual, mas também nos momentos de intimidade e carinho. O orgasmo não é garantia de uma relação saudável : A dedicação entre o casal, sê-lo-á.
  • 40. Sugerimos a leitura do artigo O AMOR PODE SER VIRTUAL? O RELACIONAMENTO AMOROSO PELA INTERNET eo visionamento do filme Science of Sex Appeal
  • 41. TRABALHO REALIZADO POR W:I-P • Ana Borges • Ana Luísa Ferreira • Joana Vaz • João Grilo