O projeto "memória-nona ilha" de Alberto Vieira explora a prática de romarias e arraiais nas ilhas, destacando suas diferenças e a relação entre religiosidade popular e turismo religioso. As tradições de peregrinação, particularmente nos Açores, Madeira e Canárias, revelam como a devoção molda a identidade cultural e a mobilidade das populações insulares. A pesquisa enfatiza a importância dessas festividades como parte da memória coletiva e da economia local, refletindo uma intersecção entre o sagrado e o profano.