O documento discute as festas do Divino Espírito Santo nas ilhas da Madeira e Açores e sua ligação com o Brasil. O autor argumenta que essas festas são frequentemente usadas para definir uma identidade cultural entre esses lugares, porém de forma anacrônica. Ele defende que é preciso analisar as semelhanças e diferenças dessas festas em cada local, considerando as múltiplas influências culturais ao longo do tempo, em vez de projetar a identidade atual para o passado.