A maior cooperativa de café do Brasil prevê uma queda de 6 milhões de sacas na produção de Minas Gerais em 2017 devido aos efeitos climáticos como geadas e estiagem nas lavouras. As cotações do café na bolsa de Nova Iorque subiram com a perspectiva de menor oferta, mas as cotações futuras não refletem completamente a realidade do mercado físico com qualidade e preços mais altos.