Escola Secundária de Maria Lamas
         Disciplina de Área de Projecto            Ano Lectivo 2010-2011       Turma 12º CTA




Relatório da visita aos laboratórios da “Crioestaminal”
Dia 14 de Fevereiro de 2011



      No passado dia 14 de Fevereiro, segunda-feira, realizamos a nossa visita de estudo

aos laboratórios da Crioestaminal, em Cantanhede.

      Partimos de manhã cedo, por volta das 8:00, de Fátima com destino a Coimbra. Após

                                          a nossa chegada tivemos de apanhar outro autocarro para

                                          Cantanhede; e de seguida um táxi até ao Biocant Park.

                                                  Chegados ao nosso destino, procedeu-se á entrega

                                          dos certificados individuais.

      Antes de iniciarmos a nossa visita, acompanhados de 2 grupos de alunos Fátima e

Lisboa, a nossa guia procedeu a uma introdução sobre e empresa Crioestaminal, e houve o

esclarecimento de dúvidas por parte de alguns alunos.

      Iniciou-se a sessão de esclarecimento de dúvidas com uma questão colocada pela

nossa guia, as células estaminais são células indiferenciadas que se podem auto-renovar e

expandir, podendo diferenciar-se em diferentes tipos de células. Durante o desenvolvimento

embrionário, estas células especializam-se, originando os vários tipos de células do corpo,

desde as células sanguíneas passando pelas tecidulares até às células nervosas. Em adulto,

as células estaminais reparam tecidos danificados e substituem as células que vão morrendo.

Podem ser utilizadas em transplantes para curar doenças em que os tecidos foram

perigosamente danificados. Estas células desempenham um papel fundamental para a saúde

e bem-estar de cada um de nós.




                                                      Grupo D
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       A nossa guia, Rita, esclareceu-nos que os laboratórios da Crioestaminal consistiam

em, essencialmente, três salas. Informou-nos também que a recorrência à empresa privada

traz vantagens em relação à pública. Esta última, enquanto

que, não garantia a exclusividade das células apenas ao

dador, na privada, pelo contrário, garante não só a

exclusividade como também a segurança do produto. Existe

um mecanismo de alta segurança contra terceiros, incêndios

e desastres naturais: as portas são blindadas, a passagem de pessoal é condicionada por

cartões magnéticos. Ainda que, a Biocant possua gerador de energia que abrange todos os

núcleos, a Crioestaminal possui a sua própria fonte de energia, que lhe permite uma

autonomia de duas semanas.

       A empresa exerce as suas funções durante os fins-de-semana e feriados, com

excepção do dia 25 de Dezembro e 1 de Janeiro, funciona 24 horas, 7 dias por semana.

       A entrada de novas amostras de células estaminais, para o laboratório, é efectuada

através de um sistema de vácuo, que consiste num sistema de segurança em que a amostra

entra num compartimento fechado, onde lhe é aspirado o ar envolvente, sendo depois retirado

para o exterior (laboratório), o mesmo acontece para a saída de resíduos (fig.1).

       Rita explicou-nos que a adesão ao serviço e a
                                                                                  Figura 1
solicitação do kit de recolha do sangue do cordão umbilical (preferencialmente até um mês

antes da data prevista para o parto) pode ser feita: por telefone; pessoalmente nas instalações

da Crioestaminal; recortando o pedido de envio do kit presente numa das brochuras

promocionais; preenchendo o formulário on-line ou por fax (indicando todos os dados pedidos

no formulário on-line). E, após o pagamento da taxa de processamento no valor de 115 euros



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(por transferência bancária ou por o envio de um cheque) a empresa envia o kit de recolha do

sangue, com todo o material e toda a documentação necessária (anexos), para casa dos pais,

onde o guardarão até o dia do parto.

       Seria também necessário, que enviassem os resultados das análises ao sangue da

mãe (nomeadamente CMV, Sífilis, Hepatite B, Hepatite C e HIV I/II) e a cópia do contrato

devidamente assinada, até no máximo 15 dias antes da data prevista para o nascimento da

criança.

       No dia do parto, o kit deve ser levado para o hospital onde é feita a colheita do cordão

do sangue umbilical pela equipa do parto, que é enviado após a recolha para os laboratórios

da Crioestaminal onde é analisado e processado.

       Antes de explicar o processamento das amostras, a guia que nos acompanhava, fez

uma    alusão      aos     tipos     de     células     estaminais      existentes:   as    células    estaminais

hematopoiéticas que são células com capacidade de se diferenciar em células de linhagem

sanguínea (glóbulos brancos, glóbulos vermelhos e plaquetas); as células estaminais

mesenquimais que são uma população de células variada, pioneira de células de osso,

cartilagem, gordura e tecido fibroso conjuntivo.

       Depois disto, prosseguiu para a explicação do processamento em si.

       Referiu que logo após a chegada do sangue do cordão umbilical do laboratório, a

amostra é registada, de seguida procede-se ao isolamento e criopreservação das células

estaminais.

       Primeiramente faz-se um rigoroso controlo de quantidade, determina-se o volume de

sangue recolhido, calcula-se o número de células mononucleadas e de células estaminais




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hematopoiéticas (células capazes de se diferenciarem em células sanguíneas) e testa-se a

viabilidade celular, ou seja, o número de células vivas presentes na amostra.

       Após o processamento do sangue do cordão umbilical e do isolamento das células

mononucleadas, estas são novamente contadas, assim como as células estaminais

hematopoiéticas.

       De seguida, são feitos testes para saber se a amostra sofreu algum tipo de

contaminação bacteriológica durante e após a recolha. São igualmente feitas análises por

PCR ao plasma, assegurando definitivamente o estado do sangue, no que diz respeito a

eventuais contaminações com CMV, Sífilis, Hepatite B, Hepatite C e HIV I/II.

       As células estaminais ficam armazenadas num saco de 25 ml com dois

compartimentos distintos, podendo cada compartimento ser descongelado separadamente.

Em primeiro lugar, procede-se ao congelamento gradual e só depois à criopreservação das

células estaminais em azoto líquido (-196º). A esta temperatura as células param o normal

processo de envelhecimento e anos mais tarde, depois de descongeladas, permanecem

intactas, o que as tornam ideais para serem usadas em tratamentos com células estaminais

no futuro, em caso de necessidade.

       Caso se verifique que as células se encontram em bom estado e criopreservadas com

sucesso é enviada a factura sobre o restante valor a pagar (1085 euros). Posteriormente a

Crioestaminal envia um certificado de criopreservação das células estaminais emitido pelos

responsáveis do laboratório.

       Assim, pode ser feito o pedido de resgate das células pelos pais conjuntamente com o

médico terapeuta a qualquer altura durante o período de 20.




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       No entanto, testes que a própria equipa da empresa realizou provaram que é possível

conservá-las durante 25 anos, uma vez que se constatou que as células ainda mantinham as

mesmas características que inicialmente.

       A nossa monitora referiu algumas desvantagens na utilização destas células, tais

como: a dose celular limitada; o tempo de recuperação mielóide (tempo que demora até que

sejam produzidas novas células diferenciais e funcionais) mais longo e o elevado custo.

       Referiu ainda as vantagens da criopreservação destas células: a disponibilidade

imediata; a maior probabilidade de encontrar um dador compatível; um menor risco de

infecção viral. Estas células são ainda utilizadas para o tratamento de diversas doenças do

foro hemato-oncológico, tais como leucemias, linfomas ou anemias. O transplante de células

hematopoiéticas é uma das terapias disponíveis para este tipo de doenças. Existem dois tipos

de transplantes: a abordagem autóloga e a alogénica. Na autóloga, o paciente recebe células

estaminais provenientes do seu próprio sangue enquanto que na alogénica, o paciente é

tratado com células estaminais doadas por outra pessoa. Neste caso é extremamente

importante que exista compatibilidade entre o dador e o receptor para que não ocorra rejeição

do transplante.

       Encontram-se também em fase de ensaios clínicos ou em fase experimental doenças

que podem ser tratadas com células estaminais, tais como, a paralisia cerebral, a síndrome de

hunter, o cancro da mama, entre outros.

       Após a nossa visita aos laboratórios, regressámos ao centro de Cantanhede de táxi,

onde apanhámos um autocarro de volta a Coimbra.

       Em Coimbra, depois do almoço fomos para a biblioteca geral, era nosso plano

pesquisar sobre o nosso tema de trabalho, mas devido á falta de informação, já que a



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biblioteca era antiga, decidimos dar por terminada a nossa visita de estudo e voltamos para

casa de comboio.

       Apesar de esta visita não ser bem o que esperávamos, de ser um muito mais teórica

que prática, acabamos por esclarecer algumas dúvidas que nos restavam em relação às

células estaminais, às suas aplicações, à criopreservação de células, ao funcionamento da

“Crioestaminal”, entre outros aspectos.




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Anexos:

                                             Conteúdo do kit

   1- Um saco de colheita de sangue contendo anticoagulante CPD (estéril)

   2- Toalhetes desinfectantes de álcool a 70%

   3- Toalhetes desinfectantes de iodopovidona 10%

   4- Compressa de gaze (estéril)

   5- Tubo para colheita de sangue materno (estéril)

   6- Sistema de extracção pré-montado (estéril)

   7- Campo cirúrgico (estéril)

   8- Saco de plástico hermético com fecho rápido. No interior está o Registador de temperatura e
      o pano absorvente (obrigatório para o transporte)

   9- Sacos de gel para acondicionamento e protecção térmica das amostras de sangue

   10- Bolsa plástica com documento de identificação da amostra/relatório de colheita, etiqueta com
      código de barras identificativa da colheita, autocolante laranja para selar kit, e documento de
      Biovigilância.




                                                               10                       9

                                                                           4
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                          7
                                                    Grupo D
                                                          8

Biocant Park

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    Escola Secundária deMaria Lamas Disciplina de Área de Projecto Ano Lectivo 2010-2011 Turma 12º CTA Relatório da visita aos laboratórios da “Crioestaminal” Dia 14 de Fevereiro de 2011 No passado dia 14 de Fevereiro, segunda-feira, realizamos a nossa visita de estudo aos laboratórios da Crioestaminal, em Cantanhede. Partimos de manhã cedo, por volta das 8:00, de Fátima com destino a Coimbra. Após a nossa chegada tivemos de apanhar outro autocarro para Cantanhede; e de seguida um táxi até ao Biocant Park. Chegados ao nosso destino, procedeu-se á entrega dos certificados individuais. Antes de iniciarmos a nossa visita, acompanhados de 2 grupos de alunos Fátima e Lisboa, a nossa guia procedeu a uma introdução sobre e empresa Crioestaminal, e houve o esclarecimento de dúvidas por parte de alguns alunos. Iniciou-se a sessão de esclarecimento de dúvidas com uma questão colocada pela nossa guia, as células estaminais são células indiferenciadas que se podem auto-renovar e expandir, podendo diferenciar-se em diferentes tipos de células. Durante o desenvolvimento embrionário, estas células especializam-se, originando os vários tipos de células do corpo, desde as células sanguíneas passando pelas tecidulares até às células nervosas. Em adulto, as células estaminais reparam tecidos danificados e substituem as células que vão morrendo. Podem ser utilizadas em transplantes para curar doenças em que os tecidos foram perigosamente danificados. Estas células desempenham um papel fundamental para a saúde e bem-estar de cada um de nós. Grupo D
  • 2.
    Escola Secundária deMaria Lamas Disciplina de Área de Projecto Ano Lectivo 2010-2011 Turma 12º CTA A nossa guia, Rita, esclareceu-nos que os laboratórios da Crioestaminal consistiam em, essencialmente, três salas. Informou-nos também que a recorrência à empresa privada traz vantagens em relação à pública. Esta última, enquanto que, não garantia a exclusividade das células apenas ao dador, na privada, pelo contrário, garante não só a exclusividade como também a segurança do produto. Existe um mecanismo de alta segurança contra terceiros, incêndios e desastres naturais: as portas são blindadas, a passagem de pessoal é condicionada por cartões magnéticos. Ainda que, a Biocant possua gerador de energia que abrange todos os núcleos, a Crioestaminal possui a sua própria fonte de energia, que lhe permite uma autonomia de duas semanas. A empresa exerce as suas funções durante os fins-de-semana e feriados, com excepção do dia 25 de Dezembro e 1 de Janeiro, funciona 24 horas, 7 dias por semana. A entrada de novas amostras de células estaminais, para o laboratório, é efectuada através de um sistema de vácuo, que consiste num sistema de segurança em que a amostra entra num compartimento fechado, onde lhe é aspirado o ar envolvente, sendo depois retirado para o exterior (laboratório), o mesmo acontece para a saída de resíduos (fig.1). Rita explicou-nos que a adesão ao serviço e a Figura 1 solicitação do kit de recolha do sangue do cordão umbilical (preferencialmente até um mês antes da data prevista para o parto) pode ser feita: por telefone; pessoalmente nas instalações da Crioestaminal; recortando o pedido de envio do kit presente numa das brochuras promocionais; preenchendo o formulário on-line ou por fax (indicando todos os dados pedidos no formulário on-line). E, após o pagamento da taxa de processamento no valor de 115 euros Grupo D
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    Escola Secundária deMaria Lamas Disciplina de Área de Projecto Ano Lectivo 2010-2011 Turma 12º CTA (por transferência bancária ou por o envio de um cheque) a empresa envia o kit de recolha do sangue, com todo o material e toda a documentação necessária (anexos), para casa dos pais, onde o guardarão até o dia do parto. Seria também necessário, que enviassem os resultados das análises ao sangue da mãe (nomeadamente CMV, Sífilis, Hepatite B, Hepatite C e HIV I/II) e a cópia do contrato devidamente assinada, até no máximo 15 dias antes da data prevista para o nascimento da criança. No dia do parto, o kit deve ser levado para o hospital onde é feita a colheita do cordão do sangue umbilical pela equipa do parto, que é enviado após a recolha para os laboratórios da Crioestaminal onde é analisado e processado. Antes de explicar o processamento das amostras, a guia que nos acompanhava, fez uma alusão aos tipos de células estaminais existentes: as células estaminais hematopoiéticas que são células com capacidade de se diferenciar em células de linhagem sanguínea (glóbulos brancos, glóbulos vermelhos e plaquetas); as células estaminais mesenquimais que são uma população de células variada, pioneira de células de osso, cartilagem, gordura e tecido fibroso conjuntivo. Depois disto, prosseguiu para a explicação do processamento em si. Referiu que logo após a chegada do sangue do cordão umbilical do laboratório, a amostra é registada, de seguida procede-se ao isolamento e criopreservação das células estaminais. Primeiramente faz-se um rigoroso controlo de quantidade, determina-se o volume de sangue recolhido, calcula-se o número de células mononucleadas e de células estaminais Grupo D
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    Escola Secundária deMaria Lamas Disciplina de Área de Projecto Ano Lectivo 2010-2011 Turma 12º CTA hematopoiéticas (células capazes de se diferenciarem em células sanguíneas) e testa-se a viabilidade celular, ou seja, o número de células vivas presentes na amostra. Após o processamento do sangue do cordão umbilical e do isolamento das células mononucleadas, estas são novamente contadas, assim como as células estaminais hematopoiéticas. De seguida, são feitos testes para saber se a amostra sofreu algum tipo de contaminação bacteriológica durante e após a recolha. São igualmente feitas análises por PCR ao plasma, assegurando definitivamente o estado do sangue, no que diz respeito a eventuais contaminações com CMV, Sífilis, Hepatite B, Hepatite C e HIV I/II. As células estaminais ficam armazenadas num saco de 25 ml com dois compartimentos distintos, podendo cada compartimento ser descongelado separadamente. Em primeiro lugar, procede-se ao congelamento gradual e só depois à criopreservação das células estaminais em azoto líquido (-196º). A esta temperatura as células param o normal processo de envelhecimento e anos mais tarde, depois de descongeladas, permanecem intactas, o que as tornam ideais para serem usadas em tratamentos com células estaminais no futuro, em caso de necessidade. Caso se verifique que as células se encontram em bom estado e criopreservadas com sucesso é enviada a factura sobre o restante valor a pagar (1085 euros). Posteriormente a Crioestaminal envia um certificado de criopreservação das células estaminais emitido pelos responsáveis do laboratório. Assim, pode ser feito o pedido de resgate das células pelos pais conjuntamente com o médico terapeuta a qualquer altura durante o período de 20. Grupo D
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    Escola Secundária deMaria Lamas Disciplina de Área de Projecto Ano Lectivo 2010-2011 Turma 12º CTA No entanto, testes que a própria equipa da empresa realizou provaram que é possível conservá-las durante 25 anos, uma vez que se constatou que as células ainda mantinham as mesmas características que inicialmente. A nossa monitora referiu algumas desvantagens na utilização destas células, tais como: a dose celular limitada; o tempo de recuperação mielóide (tempo que demora até que sejam produzidas novas células diferenciais e funcionais) mais longo e o elevado custo. Referiu ainda as vantagens da criopreservação destas células: a disponibilidade imediata; a maior probabilidade de encontrar um dador compatível; um menor risco de infecção viral. Estas células são ainda utilizadas para o tratamento de diversas doenças do foro hemato-oncológico, tais como leucemias, linfomas ou anemias. O transplante de células hematopoiéticas é uma das terapias disponíveis para este tipo de doenças. Existem dois tipos de transplantes: a abordagem autóloga e a alogénica. Na autóloga, o paciente recebe células estaminais provenientes do seu próprio sangue enquanto que na alogénica, o paciente é tratado com células estaminais doadas por outra pessoa. Neste caso é extremamente importante que exista compatibilidade entre o dador e o receptor para que não ocorra rejeição do transplante. Encontram-se também em fase de ensaios clínicos ou em fase experimental doenças que podem ser tratadas com células estaminais, tais como, a paralisia cerebral, a síndrome de hunter, o cancro da mama, entre outros. Após a nossa visita aos laboratórios, regressámos ao centro de Cantanhede de táxi, onde apanhámos um autocarro de volta a Coimbra. Em Coimbra, depois do almoço fomos para a biblioteca geral, era nosso plano pesquisar sobre o nosso tema de trabalho, mas devido á falta de informação, já que a Grupo D
  • 6.
    Escola Secundária deMaria Lamas Disciplina de Área de Projecto Ano Lectivo 2010-2011 Turma 12º CTA biblioteca era antiga, decidimos dar por terminada a nossa visita de estudo e voltamos para casa de comboio. Apesar de esta visita não ser bem o que esperávamos, de ser um muito mais teórica que prática, acabamos por esclarecer algumas dúvidas que nos restavam em relação às células estaminais, às suas aplicações, à criopreservação de células, ao funcionamento da “Crioestaminal”, entre outros aspectos. Grupo D
  • 7.
    Escola Secundária deMaria Lamas Disciplina de Área de Projecto Ano Lectivo 2010-2011 Turma 12º CTA Anexos: Conteúdo do kit 1- Um saco de colheita de sangue contendo anticoagulante CPD (estéril) 2- Toalhetes desinfectantes de álcool a 70% 3- Toalhetes desinfectantes de iodopovidona 10% 4- Compressa de gaze (estéril) 5- Tubo para colheita de sangue materno (estéril) 6- Sistema de extracção pré-montado (estéril) 7- Campo cirúrgico (estéril) 8- Saco de plástico hermético com fecho rápido. No interior está o Registador de temperatura e o pano absorvente (obrigatório para o transporte) 9- Sacos de gel para acondicionamento e protecção térmica das amostras de sangue 10- Bolsa plástica com documento de identificação da amostra/relatório de colheita, etiqueta com código de barras identificativa da colheita, autocolante laranja para selar kit, e documento de Biovigilância. 10 9 4 2 3 5 6 1 7 Grupo D 8