TREINER
Treinamento e Qualificação
Palestrantes
SOCORRISTAS DO CORPO DE
BOMBEIROS
É um acidente de asfixia, por imersão ou
submersão prolongada em um meio líquido.
AFOGAMENTO
RESGATE
Salvamento de pessoa, animal ou
bem sob qualquer tipo de ameaça.
CLASSIFICAÇÃO
QUANTO AO MECANISMO
PRIMÁRIO
OCORRE PRIMEIRAMENTE A ASFIXIA,
SEGUIDA DE PARADA RESPIRATÓRIA E,
POSTERIORMENTE, A PERDA DA CONSCIÊNCIA.
(a vítima e incapaz de manter-se na superfície debate-se
lutando para sobrenadar antes de desaparecer)
SECUNDÁRIO
NESSA FORMA SOBREVÉM, INICIALMENTE A
PARADA CARDÍACA, E POSTERIORMENTE A
PARADA RESPIRATÓRIA.
(o nadador desaparece da superficie silenciosamenmte)
CLASSIFICAÇÃO
QUANTO A NATUREZA
ÁGUA SALGADA
Riscos das Praias
Bancos de Areia
Valas
Repuxo
Correntes de retorno
Correntes laterais
Ondas
Correntes
CLASSIFICAÇÃO
QUANTO A NATUREZA
ÁGUA DOCE
Riscos dos rios
Pedras
Troncos de árvores
Objetos diversos
Bancos de areia
Correntezas
Animais
 Afogamento em água doce:
 O ar passa pela traqueia, pelos brônquios e bronquíolos depois vai para
os alvéolos pulmonares. Os alvéolos perdem água para os vasos, por
osmose, e ficam vazios. A água dos vasos atinge os
leucócitos(responsável pela imunidade), as hemácias são destruídas e as
plaquetas (que fazem a coagulação) se rompem. O indivíduo que sofre
esse tipo de afogamento terá: deficiência imunológica, hemorragia e
anemia. O excesso de volume de água nos vasos atinge o coração,
aumentando de tamanho. Deve-se levar o paciente à um hospital.
 Afogamento em água salgada
 Na água salgada acontece o inverso da água doce, a água passa dos vasos
para os alvéolos por osmose, as hemácias, leucócitos e plaquetas
murcham e o coração diminuem. A pessoa que se afoga perde água o
tempo todo pelo nariz, boca e ouvido.
FISIOPATOLOGIA
*ACIDENTE POR SUBMERSÃO
*ASPIRAÇÃO – Ato de sugar a água.
*LARINGOESPASMOContração muscular descontrolada
do fechamento glótico.
*RELAXAMENTO LARINGEO-
*EDEMA PULMONAR - O edema pulmonar é um
acúmulo anormal de líquido nos pulmões que leva à falta de ar.
*ANÓXIA – Ausência de Oxigenio.
CLASSIFICAÇÃO DE AFOGADOS
GRAU I - BENIGNO
1. AFOBADO
2. NÃO CHEGA A
ASPIRAR ÁGUA
3. NERVOSISMO
4. TAQUICARDIA
5. PÁLIDO E
TREMULO
6. AUMENTO DA
FREQÜENCIA
RESPIRATÓRIA
(TAQUIPNÉIA)
7. VÔMITOS
8. CEFALÉIA
9. CONSCIÊNCIA
MANTIDA
TOSSE, SEM ESPUMA na BOCA ou NARIZ
MORTALIDADE - 0%
Repouso, aquecimento, e
tranqüilização.
Usualmente não há necessidade de
oxigênio ou atendimento médico.
GRAU II - MODERADO
1. LIGEIRA CIANOSE
2. SECREÇÃO
NASAL E BUCAL
3. TAQUICARDIA
4. TREMORES
5. NÁUSEAS E VÔMITOS
6. SINAIS DE AGRESSÃO
RESPIRATÓRIA
7. CONSCIÊNCIA
MANTIDA
POUCA ESPUMA na BOCA/NARIZ
Mortalidade - 0.6%
Suporte Básico de Vida (BLS) – Afogamento - Szpilman 2004
Repouso, aquecimento, e tranqüilização.
PLS sob o lado direito.
Observação hospitalar por 6 a 48 h.
GRAU III - GRAVE
1. CIANOSE
AUMENTO DA
SECREÇÃO NASAL E
BUCAL
2. DISPNÉIA
3. SINAIS DE
ALTERAÇÃO
CARDÍACA
5. EAP
6. DEPRESSÃO DO SNC
7. DESORIENTAÇÃO
TÊMPORO
ESPACIAL
GRANDE QUANTIDADE de ESPUMA na
BOCA/NARIZ
COM PULSO RADIAL PALPÁVEL
Mortalidade - 5.2%
PLS sob o lado direito, cabeça elevada acima do
tronco.
Acione a ambulância para levar ao hospital (CTI).
PLS, SOB O LADO DIREITO?
GRAU IV - GRAVÍSSIMO
1. INCONSCIÊNCIA
2. SEM RESPIRAÇÃO
3. SEM PULSAÇÃO
4. MIDRÍASE
PARALÍTICA
(SEM FOTO REAÇÃO)
Observe a respiração com atenção, pois
Observe a respiração com atenção, pois
pode ocorrer parada.
pode ocorrer parada.
PLS sob o lado direito. ??????
PLS sob o lado direito. ??????
Ambulância urgente para melhor ventilação
Ambulância urgente para melhor ventilação
e infusão venosa de líquidos.
e infusão venosa de líquidos.
Internação em hospital - CTI com urgência.
Internação em hospital - CTI com urgência.
GRANDE QUANTIDADE de ESPUMA na
GRANDE QUANTIDADE de ESPUMA na
BOCA/NARIZ
BOCA/NARIZ
SEM
SEM PULSO RADIAL PALPÁVEL
PULSO RADIAL PALPÁVEL
Mortalidade - 19.4%
Mortalidade - 19.4%
Suporte Básico de Vida (BLS) – Afogamento - Szpilman 2004
Inicie imediatamente a ventilação artificial de
emergência
Mantenha a ventilação artificial até retorno
espontâneo da respiração e cheque o pulso
regularmente.
Após retorno da ventilação trate como Grau 4
PARADA RESPIRATÓRIA
ISOLADA
Mortalidade - 44%
Suporte Básico de Vida (BLS) – Afogamento - Szpilman 2004
Ressuscitação Cárdio-Pulmonar - 2 ventilações + 30 compressões, até
retornar a função cárdio-pulmonar, ou a chegada da ambulância ou a
exaustão do socorrista.
Use o desfibrilador automático se houver.
Não dar soco no precórdio - retarda o início das manobras.
Não comprimir o abdome - 86% tem vômitos.
Mantenha a RCP para elevar a temperatura Corporal > 340
C.
Inicie a RCP sempre quando: submersão menor que 1 hora ou
desconhecido e em PCR sem rigidez cadavérica; decomposição
corporal ou livores.
Após o sucesso da RCP, a vítima deve ser acompanhada com cuidado
pois pode haver outra parada dentro dos primeiros 30 minutos, trate
como Grau 4.
PARADA CÁRDIO-RESPIRATÓRIA
MORTALIDADE - 93%
ATENDIMENTO DE EMERGÊNCIA
RESGATE DA VÍTIMA DO MEIO LÍQUIDO;
NÃO SE DETENHA EM RETIRAR ÁGUA DOS
PULMÕES;
REALIZE AVALIAÇÃO INICIAL;
APLIQUE VENTILAÇÃO ARTIFICIAL
(SE NECESSÁRIO);
APLIQUE REANIMAÇÃO CARDIO-
PULMONAR (SE NECESSÁRIO).
ATENDIMENTO DE
EMERGÊNCIA
LATERALIZE A CABEÇA DA VÍTIMA;
FIQUE ATENTO A TRAUMAS DE CABEÇA E
COLUNA;
RECOMENDA-SE REPOUSO E
AQUECIMENTO;
ENCAMINHE A VÍTIMA AO MÉDICO PARA
OBSERVAÇÃO.

Aula AFOGAMENTO modificado com noções de APH.ppt

  • 1.
  • 2.
    É um acidentede asfixia, por imersão ou submersão prolongada em um meio líquido. AFOGAMENTO
  • 3.
    RESGATE Salvamento de pessoa,animal ou bem sob qualquer tipo de ameaça.
  • 4.
    CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO MECANISMO PRIMÁRIO OCORREPRIMEIRAMENTE A ASFIXIA, SEGUIDA DE PARADA RESPIRATÓRIA E, POSTERIORMENTE, A PERDA DA CONSCIÊNCIA. (a vítima e incapaz de manter-se na superfície debate-se lutando para sobrenadar antes de desaparecer) SECUNDÁRIO NESSA FORMA SOBREVÉM, INICIALMENTE A PARADA CARDÍACA, E POSTERIORMENTE A PARADA RESPIRATÓRIA. (o nadador desaparece da superficie silenciosamenmte)
  • 5.
  • 6.
    Riscos das Praias Bancosde Areia Valas Repuxo Correntes de retorno Correntes laterais Ondas
  • 7.
  • 8.
  • 9.
    Riscos dos rios Pedras Troncosde árvores Objetos diversos Bancos de areia Correntezas Animais
  • 10.
     Afogamento emágua doce:  O ar passa pela traqueia, pelos brônquios e bronquíolos depois vai para os alvéolos pulmonares. Os alvéolos perdem água para os vasos, por osmose, e ficam vazios. A água dos vasos atinge os leucócitos(responsável pela imunidade), as hemácias são destruídas e as plaquetas (que fazem a coagulação) se rompem. O indivíduo que sofre esse tipo de afogamento terá: deficiência imunológica, hemorragia e anemia. O excesso de volume de água nos vasos atinge o coração, aumentando de tamanho. Deve-se levar o paciente à um hospital.  Afogamento em água salgada  Na água salgada acontece o inverso da água doce, a água passa dos vasos para os alvéolos por osmose, as hemácias, leucócitos e plaquetas murcham e o coração diminuem. A pessoa que se afoga perde água o tempo todo pelo nariz, boca e ouvido.
  • 11.
    FISIOPATOLOGIA *ACIDENTE POR SUBMERSÃO *ASPIRAÇÃO– Ato de sugar a água. *LARINGOESPASMOContração muscular descontrolada do fechamento glótico. *RELAXAMENTO LARINGEO- *EDEMA PULMONAR - O edema pulmonar é um acúmulo anormal de líquido nos pulmões que leva à falta de ar. *ANÓXIA – Ausência de Oxigenio.
  • 12.
  • 13.
    GRAU I -BENIGNO 1. AFOBADO 2. NÃO CHEGA A ASPIRAR ÁGUA 3. NERVOSISMO 4. TAQUICARDIA 5. PÁLIDO E TREMULO 6. AUMENTO DA FREQÜENCIA RESPIRATÓRIA (TAQUIPNÉIA) 7. VÔMITOS 8. CEFALÉIA 9. CONSCIÊNCIA MANTIDA
  • 14.
    TOSSE, SEM ESPUMAna BOCA ou NARIZ MORTALIDADE - 0% Repouso, aquecimento, e tranqüilização. Usualmente não há necessidade de oxigênio ou atendimento médico.
  • 15.
    GRAU II -MODERADO 1. LIGEIRA CIANOSE 2. SECREÇÃO NASAL E BUCAL 3. TAQUICARDIA 4. TREMORES 5. NÁUSEAS E VÔMITOS 6. SINAIS DE AGRESSÃO RESPIRATÓRIA 7. CONSCIÊNCIA MANTIDA
  • 16.
    POUCA ESPUMA naBOCA/NARIZ Mortalidade - 0.6% Suporte Básico de Vida (BLS) – Afogamento - Szpilman 2004 Repouso, aquecimento, e tranqüilização. PLS sob o lado direito. Observação hospitalar por 6 a 48 h.
  • 17.
    GRAU III -GRAVE 1. CIANOSE AUMENTO DA SECREÇÃO NASAL E BUCAL 2. DISPNÉIA 3. SINAIS DE ALTERAÇÃO CARDÍACA 5. EAP 6. DEPRESSÃO DO SNC 7. DESORIENTAÇÃO TÊMPORO ESPACIAL
  • 18.
    GRANDE QUANTIDADE deESPUMA na BOCA/NARIZ COM PULSO RADIAL PALPÁVEL Mortalidade - 5.2% PLS sob o lado direito, cabeça elevada acima do tronco. Acione a ambulância para levar ao hospital (CTI).
  • 19.
    PLS, SOB OLADO DIREITO?
  • 20.
    GRAU IV -GRAVÍSSIMO 1. INCONSCIÊNCIA 2. SEM RESPIRAÇÃO 3. SEM PULSAÇÃO 4. MIDRÍASE PARALÍTICA (SEM FOTO REAÇÃO)
  • 21.
    Observe a respiraçãocom atenção, pois Observe a respiração com atenção, pois pode ocorrer parada. pode ocorrer parada. PLS sob o lado direito. ?????? PLS sob o lado direito. ?????? Ambulância urgente para melhor ventilação Ambulância urgente para melhor ventilação e infusão venosa de líquidos. e infusão venosa de líquidos. Internação em hospital - CTI com urgência. Internação em hospital - CTI com urgência. GRANDE QUANTIDADE de ESPUMA na GRANDE QUANTIDADE de ESPUMA na BOCA/NARIZ BOCA/NARIZ SEM SEM PULSO RADIAL PALPÁVEL PULSO RADIAL PALPÁVEL Mortalidade - 19.4% Mortalidade - 19.4% Suporte Básico de Vida (BLS) – Afogamento - Szpilman 2004
  • 22.
    Inicie imediatamente aventilação artificial de emergência Mantenha a ventilação artificial até retorno espontâneo da respiração e cheque o pulso regularmente. Após retorno da ventilação trate como Grau 4 PARADA RESPIRATÓRIA ISOLADA Mortalidade - 44% Suporte Básico de Vida (BLS) – Afogamento - Szpilman 2004
  • 23.
    Ressuscitação Cárdio-Pulmonar -2 ventilações + 30 compressões, até retornar a função cárdio-pulmonar, ou a chegada da ambulância ou a exaustão do socorrista. Use o desfibrilador automático se houver. Não dar soco no precórdio - retarda o início das manobras. Não comprimir o abdome - 86% tem vômitos. Mantenha a RCP para elevar a temperatura Corporal > 340 C. Inicie a RCP sempre quando: submersão menor que 1 hora ou desconhecido e em PCR sem rigidez cadavérica; decomposição corporal ou livores. Após o sucesso da RCP, a vítima deve ser acompanhada com cuidado pois pode haver outra parada dentro dos primeiros 30 minutos, trate como Grau 4. PARADA CÁRDIO-RESPIRATÓRIA MORTALIDADE - 93%
  • 24.
    ATENDIMENTO DE EMERGÊNCIA RESGATEDA VÍTIMA DO MEIO LÍQUIDO; NÃO SE DETENHA EM RETIRAR ÁGUA DOS PULMÕES; REALIZE AVALIAÇÃO INICIAL; APLIQUE VENTILAÇÃO ARTIFICIAL (SE NECESSÁRIO); APLIQUE REANIMAÇÃO CARDIO- PULMONAR (SE NECESSÁRIO).
  • 25.
    ATENDIMENTO DE EMERGÊNCIA LATERALIZE ACABEÇA DA VÍTIMA; FIQUE ATENTO A TRAUMAS DE CABEÇA E COLUNA; RECOMENDA-SE REPOUSO E AQUECIMENTO; ENCAMINHE A VÍTIMA AO MÉDICO PARA OBSERVAÇÃO.