CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL
2º TEN QOBM BLANCO
ST QPBM CLODOALDO
CB QPBM GUSTAVO
SD QPBM HUMBERTO
SD QPBM G. MENDES
AFOGAMENTO
SALVAMENTO AQUÁTICO
ACIDENTES EM MEIO LÍQUIDO
Síndrome da Imersão:
Também chamada de Hidrocussão, ou choque
térmico, é a abrupta exposição ao ambiente líquido que
apresenta grande diferença de temperatura com relação a
temperatura corpórea;
Podendo causar arritmia cardíaca ou parada
cardiorrespiratória.
SALVAMENTO AQUÁTICO
ACIDENTES EM MEIO LÍQUIDO
Hipotermia:
É a exposição ao meio líquido que resultará em uma
redução da temperatura corpórea para valores menores
que 37ºC/ 36,5ºC (temperatura corpórea);
Hipotermia leve: onde 32ºC < TC ≤ 36,5ºC
- Lapsos de memória, tremores, cianose;
Hipotermia profunda: onde TC ≤ 32ºC
- Não responde a estímulos dolorosos, cianose, ausência
de tremores.
SALVAMENTO AQUÁTICO
ACIDENTES EM MEIO LÍQUIDO
Afogamento:
É a aspiração de líquido não corporal causando
asfixia por imersão, o que pode se dar pela aspiração de
água, causando um encharcamento dos alvéolos
pulmonares, ou pelo espasmo da glote, que pode vir a
fechar-se violentamente obstruindo a passagem do ar
pelas vias aéreas, sendo que tais espasmos tão violentos
são extremamente raros.
Causando diminuição ou paralisação nas trocas
gasosas; E elevando a produção de ácido lático;
SALVAMENTO AQUÁTICO
FASES DO AFOGAMENTO
Angústia:
• Situação de stress em que uma pessoa é submetida a
grande esforço ou dificuldades;
• Antes do perigo real de afogamento;
• Iniciam com um medo ou pânico de afogar e uma luta
para manter-se na superfície;
• Tempo variável;
• Guarda vida alerta.
SALVAMENTO AQUÁTICO
FASES DO AFOGAMENTO
Pânico:
• Desenvolvimento da angústia;
• Incapacidade de flutuação;
• Concentração para respiração, não há grito por socorro;
• 10 a 60 segundos – esforço ineficiente;
• Rápida reação do Guarda vida.
SALVAMENTO AQUÁTICO
FASES DO AFOGAMENTO
Submersão:
• Desenvolvimento do Pânico;
• Submersão da vítima;
• Devido a falta de Oxigênio a vítima sofre desmaio e vai
até o fundo. Em 90% dos casos não ocorre espasmo
glótico, havendo entrada de água em vias aéreas,
inundando o pulmão.
SALVAMENTO AQUÁTICO
GRAUS DE AFOGAMENTO
GRAU RESGATE:
Característica principal:
- Não apresenta: tosse, espuma em boca/nariz,
dificuldade respiratória ou PCR;
Procedimentos:
1. Avalie e libere do próprio local.
SALVAMENTO AQUÁTICO
GRAUS DE AFOGAMENTO
GRAU 1:
Característica principal: Tosse;
Procedimentos:
1. Avaliar e monitorar sinais vitais da vítima;
2. Repousar e tranquilizar a vítima;
3. Aquecer;
4. Conduzir ao hospital caso necessário.
SALVAMENTO AQUÁTICO
GRAUS DE AFOGAMENTO
GRAU 2:
Característica principal: Pequena quantidade de
espuma em boca e nariz;
Procedimentos:
1. Avaliar e monitorar sinais vitais da vítima;
2. Vítima em decúbito lateral direito;
3. Ministrar oxigênio a 5L/min;
4. Aquecer;
5. Limpeza de secreções;
6. Conduzir ao hospital.
SALVAMENTO AQUÁTICO
GRAUS DE AFOGAMENTO
GRAU 3:
Característica principal: Grande quantidade de
espuma em boca e nariz; Pulso radial palpável.
Procedimentos:
1. Avaliar e monitorar sinais vitais da vítima;
2. Vítima em decúbito lateral direito;
3. Ministrar oxigênio a 15L/min;
4. Aquecer;
5. Limpeza de secreções;
6. Acionamento da unidade avançada e
Conduzir ao hospital.
SALVAMENTO AQUÁTICO
GRAUS DE AFOGAMENTO
GRAU 4:
Característica principal: Grande quantidade de
espuma em boca e nariz; Sem pulso radial palpável.
Procedimentos:
1. Avaliar e monitorar sinais vitais da vítima;
2. Vítima em decúbito lateral direito;
3. Ministrar oxigênio a 15L/min;
4. Aquecer;
5. Limpeza de secreções;
5. Atenção do socorrista, vítima podendo evoluir ao
GRAU 5;
6. Acionamento da unidade avançada e Conduzir ao
hospital.
SALVAMENTO AQUÁTICO
GRAUS DE AFOGAMENTO
GRAU 5:
Característica principal: Parada respiratória com presença de
pulso carotídeo.
Procedimentos:
1. Avaliar e monitorar sinais vitais da vítima;
2. Vítima em decúbito dorsal;
3. Abertura das vias aéreas realizando 5
insuflações/ventilações de emergência;
4. Monitorar sinais vitais;
5. Acionamento da unidade avançada;
6. Aquecer a vítima;
7. Ministrar oxigênio a 15L/min realizando de 12 a 20
MRPM;
8. Caso retorne, tratar como GRAU 4.
SALVAMENTO AQUÁTICO
GRAUS DE AFOGAMENTO
GRAU 6:
Característica principal: Parada cardiorrespiratória.
Procedimentos:
1. Avaliar e monitorar sinais vitais da vítima;
2. Vítima em decúbito dorsal;
3. Abertura das vias aéreas realizando 5
insuflações/ventilações de emergência;
4. Acionamento da unidade avançada;
5. Aquecer a vítima;
6. Ministrar oxigênio a 15L/min realizando
procedimento de RCP (02 ventilações + 30 compressões) durante 5
ciclos.
7. Caso retorne, tratar como GRAU 4.
SALVAMENTO AQUÁTICO
GRAUS DE AFOGAMENTO
CADÁVER:
Característica principal: PCR com tempo de
submersão maior que 1 hora; ou rigidez cadavérica; ou
decomposição corporal e/ou livores.
Procedimentos:
1. Não inicie RCP;
2. Acione a Perícia.
SALVAMENTO AQUÁTICO

Afogamento 2.pptx

  • 1.
    CORPO DE BOMBEIROSMILITAR DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL 2º TEN QOBM BLANCO ST QPBM CLODOALDO CB QPBM GUSTAVO SD QPBM HUMBERTO SD QPBM G. MENDES AFOGAMENTO
  • 2.
    SALVAMENTO AQUÁTICO ACIDENTES EMMEIO LÍQUIDO Síndrome da Imersão: Também chamada de Hidrocussão, ou choque térmico, é a abrupta exposição ao ambiente líquido que apresenta grande diferença de temperatura com relação a temperatura corpórea; Podendo causar arritmia cardíaca ou parada cardiorrespiratória.
  • 3.
    SALVAMENTO AQUÁTICO ACIDENTES EMMEIO LÍQUIDO Hipotermia: É a exposição ao meio líquido que resultará em uma redução da temperatura corpórea para valores menores que 37ºC/ 36,5ºC (temperatura corpórea); Hipotermia leve: onde 32ºC < TC ≤ 36,5ºC - Lapsos de memória, tremores, cianose; Hipotermia profunda: onde TC ≤ 32ºC - Não responde a estímulos dolorosos, cianose, ausência de tremores.
  • 4.
    SALVAMENTO AQUÁTICO ACIDENTES EMMEIO LÍQUIDO Afogamento: É a aspiração de líquido não corporal causando asfixia por imersão, o que pode se dar pela aspiração de água, causando um encharcamento dos alvéolos pulmonares, ou pelo espasmo da glote, que pode vir a fechar-se violentamente obstruindo a passagem do ar pelas vias aéreas, sendo que tais espasmos tão violentos são extremamente raros. Causando diminuição ou paralisação nas trocas gasosas; E elevando a produção de ácido lático;
  • 5.
    SALVAMENTO AQUÁTICO FASES DOAFOGAMENTO Angústia: • Situação de stress em que uma pessoa é submetida a grande esforço ou dificuldades; • Antes do perigo real de afogamento; • Iniciam com um medo ou pânico de afogar e uma luta para manter-se na superfície; • Tempo variável; • Guarda vida alerta.
  • 6.
    SALVAMENTO AQUÁTICO FASES DOAFOGAMENTO Pânico: • Desenvolvimento da angústia; • Incapacidade de flutuação; • Concentração para respiração, não há grito por socorro; • 10 a 60 segundos – esforço ineficiente; • Rápida reação do Guarda vida.
  • 7.
    SALVAMENTO AQUÁTICO FASES DOAFOGAMENTO Submersão: • Desenvolvimento do Pânico; • Submersão da vítima; • Devido a falta de Oxigênio a vítima sofre desmaio e vai até o fundo. Em 90% dos casos não ocorre espasmo glótico, havendo entrada de água em vias aéreas, inundando o pulmão.
  • 8.
    SALVAMENTO AQUÁTICO GRAUS DEAFOGAMENTO GRAU RESGATE: Característica principal: - Não apresenta: tosse, espuma em boca/nariz, dificuldade respiratória ou PCR; Procedimentos: 1. Avalie e libere do próprio local.
  • 9.
    SALVAMENTO AQUÁTICO GRAUS DEAFOGAMENTO GRAU 1: Característica principal: Tosse; Procedimentos: 1. Avaliar e monitorar sinais vitais da vítima; 2. Repousar e tranquilizar a vítima; 3. Aquecer; 4. Conduzir ao hospital caso necessário.
  • 10.
    SALVAMENTO AQUÁTICO GRAUS DEAFOGAMENTO GRAU 2: Característica principal: Pequena quantidade de espuma em boca e nariz; Procedimentos: 1. Avaliar e monitorar sinais vitais da vítima; 2. Vítima em decúbito lateral direito; 3. Ministrar oxigênio a 5L/min; 4. Aquecer; 5. Limpeza de secreções; 6. Conduzir ao hospital.
  • 11.
    SALVAMENTO AQUÁTICO GRAUS DEAFOGAMENTO GRAU 3: Característica principal: Grande quantidade de espuma em boca e nariz; Pulso radial palpável. Procedimentos: 1. Avaliar e monitorar sinais vitais da vítima; 2. Vítima em decúbito lateral direito; 3. Ministrar oxigênio a 15L/min; 4. Aquecer; 5. Limpeza de secreções; 6. Acionamento da unidade avançada e Conduzir ao hospital.
  • 12.
    SALVAMENTO AQUÁTICO GRAUS DEAFOGAMENTO GRAU 4: Característica principal: Grande quantidade de espuma em boca e nariz; Sem pulso radial palpável. Procedimentos: 1. Avaliar e monitorar sinais vitais da vítima; 2. Vítima em decúbito lateral direito; 3. Ministrar oxigênio a 15L/min; 4. Aquecer; 5. Limpeza de secreções; 5. Atenção do socorrista, vítima podendo evoluir ao GRAU 5; 6. Acionamento da unidade avançada e Conduzir ao hospital.
  • 13.
    SALVAMENTO AQUÁTICO GRAUS DEAFOGAMENTO GRAU 5: Característica principal: Parada respiratória com presença de pulso carotídeo. Procedimentos: 1. Avaliar e monitorar sinais vitais da vítima; 2. Vítima em decúbito dorsal; 3. Abertura das vias aéreas realizando 5 insuflações/ventilações de emergência; 4. Monitorar sinais vitais; 5. Acionamento da unidade avançada; 6. Aquecer a vítima; 7. Ministrar oxigênio a 15L/min realizando de 12 a 20 MRPM; 8. Caso retorne, tratar como GRAU 4.
  • 14.
    SALVAMENTO AQUÁTICO GRAUS DEAFOGAMENTO GRAU 6: Característica principal: Parada cardiorrespiratória. Procedimentos: 1. Avaliar e monitorar sinais vitais da vítima; 2. Vítima em decúbito dorsal; 3. Abertura das vias aéreas realizando 5 insuflações/ventilações de emergência; 4. Acionamento da unidade avançada; 5. Aquecer a vítima; 6. Ministrar oxigênio a 15L/min realizando procedimento de RCP (02 ventilações + 30 compressões) durante 5 ciclos. 7. Caso retorne, tratar como GRAU 4.
  • 15.
    SALVAMENTO AQUÁTICO GRAUS DEAFOGAMENTO CADÁVER: Característica principal: PCR com tempo de submersão maior que 1 hora; ou rigidez cadavérica; ou decomposição corporal e/ou livores. Procedimentos: 1. Não inicie RCP; 2. Acione a Perícia.
  • 16.