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Circula na Vertente Ocidentaldo Caparaó e Zona da Mata Mineira - R$ 1,50Ano X- Nº 35 - 15 DE JANEIRO A 15 FEVEREIRO 2012 Diretor: César Chaves de Oliveira
Dr.Fábio Morando
(32)3741-4086
Tel.: (32) 3741-1065 -
Carangola-MG
Abasteça e ganhe uma ducha
Posto Oliveira
100% adequado a lei ambiental
Posto Oliveira
A Secretaria Municipal
de Saúde de Carangola, en-
tregou na manhã de 19/01,
aos insulinos-dependentes
79 kits glicosímetros, equi-
pamento para a análise de
glicose no sangue.
No dia 19/01, a Prefei-
tura de Carangola, através
da Secretaria Municipal de
Saúde, efetuou a redistri-
buição de medicamentos
aos pacientes diabéticos
kits glicosímetros, apare-
lho eletrônico, responsável
em auxiliar o paciente no
monitoramento do índice
da diabete. Página 03.
A SMS DISTRIBUI APARELHOS “GLICOSÍMETROS”
CARANGOLA130
ANOSDE
EMANCIPAÇÃO
A cidadedecarangolaquecom-
pletou no dia sete de janeiro, 07/
01, 130 anos de emancipação po-
lítica, teve suas comemorações
proteladaspara os dias20, 21 e22
de janeiro. Página 02. Entrega do kit glicêmico aos portadores de diabetes...
Nolasco,familiares e amigosemfrenteao HospitaldeManhumirim.
FAMÍLIA NOLASCO FAZ A TRADICIONAL
DISTRIBUIÇÃO DE DONATIVOS
Desde1940 a Sra. MariaOlindaPinheiro Lima(donaQuiquita),avó do Dr. JoséMaurício Nolasco, jáfazia
adoação de kitsdealimentos aos necessitados nodiade Natal, tornou-seumatradição. Apósseu falecimento,
não houve mais doação por aproximadamente5 anos. Porém, o neto, JoséMaurício Nolasco, veio abraçar a
nobrecausaaté entãomantidapelasua avó, ato queperdura atéaos dias de hoje. Página 08.
Meeiros de Café.
Mineração e
Escravatura (VII)
OBRASDE
REVITALIZAÇÃO
Continuando com “Meeiros de
Café”, deVivaldo Barbosa, no his-
tórico do cafédoentorno da“Serra
do Caparaó”, temos do Capitulo
Dois página41 emdiante:
“Nosanos Oitocentos, ocafévai
mudar todoessepanorama. OBra-
sil passa aser o café. O café era o
Vale;o Valeo escravo.
O Rio vai encarar o café com
mais importância. Organizam-se
viveirosde sementes e mudas, e
são realizadas exp eriências na
grande baixada do litor al,
Mendanha, São Gonçalo, Magé,
Itaboraí, Maricá. Tropaetropeiros
sobemas serras elevammudaspara
outrolado, BarraMansa, Piraí, Pati
deAlferes, Vassouras e Resende.
Páginas 04 e 05
A praça Cel. Maximiniano,
localizada no centro da cida-
de e a mais freqüentada duran-
te décadas,desde a sua cons-
trução estratégica, passou por
mais uma reforma de restaura-
ção com atenção especial ao
centenário chafariz, conside-
rado patrimônio público que
permaneceu por longos 18
anos de inércia (sem funcio-
nar). Página06.
15 DE JANEIRO A 15FEVEREIRO 2012 -Página 2
Acidadede carangolaque
completou no dia setedeja-
neiro, 07/01, 130 anos de
emancipação política, teve
suas comemorações protela-
das paraos dias 20, 21 e 22
de janeiro. O adiamento se
deu emrazão do mau tempo
e em solidariedade às cida-
des circunvizinhas e suapo-
pulação admoestadas pelas
chuvas.
No diasete, após a cele-
braçãodamissa realizadana
IgrejaMatrizde SantaLuzia,
acâmara legislativapatroci-
nou um café da manhã aos
presentes, em comemoração
a data festiva. Vereadores,
novos eantigos naoportuni-
dade manifestaram desejos
ummelhor 2012. O presiden-
tedo legislativo, Carlos Be-
nedito,fezquestão decomu-
nicar adevolução demais de
R$ 124 mil reais aos cofres
da prefeitura, já o prefeito,
PatrickDrumond, oportunae
acertadamente, agradeceu e
concitou aos vereadores a
fazeremas indicações paraa
aplicações dos valoresdevol-
vidos emproldacomunida-
decarangolense.
Asfestividadedo aniver-
Diagramaçãoe formatação:GersonCoxinha
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Caparaó, Carangol a,
Caparaó, Caiana, Divino,
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Manhuaçu, Si monési a,
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CARANGOLACOMPLETOU
130ANOSDEEMANCIPAÇÃO
Motoristas continuam sofrendo, além dos im-
postos veiculares, que agora é hora de começar a
pagar, senão levammultas e toda sorte de punição.
Os motorista e a população em
geral continuam engolindo e
tendo prejuízos com a histó-
ricas mazelas das estradas e
de seus fiéis companheiros
“buracos”. Os buracos
“Lázaro”, que ressuscitam a
todo momento após recentes
reformas. Que reforma é essa
gente?! Que engenharia é
essa?!Onde está o dinheiro ar-
recadado dos impostos obri-
gatórios para se ter e manter
um veículo? E olha que o
IPVA emMinas é umdos mais
caros, comparado com o do
vizinho Espírito Santo. Êita
buraquinhofundoesses das es-
tradas, pois, não há dinheiro
que chega e nem buraco que se acabe, ou melhor,
cabe até um trocadilho: “não há obra do Denit que
dure nem buraco que se acabe”. É MENTIRA
Terta?!
Os trechos de acesso à cidade de Divino estão
uma pouca vergonha, êpa, pouca não é muita mes-
mo! Ou melhor, estão com falta dela, bem o retra-
to da qualidade da obra bem como a de seus exe-
cutores; o trecho,
Carangola à Fervedouro,
novamente teve ressuscita-
dos os buracos que foram
enterrados em covas rasas
por recentes obras de
recapeamente e operação
“tapa-buraco”... Credo, é
TAPA mesmo, mas o nome
correto seria TAPA-NA-
CARA da população tão
usurpadas através de im-
postos cada vez mais ca-
ros, semnada ou ninguém
mover sequer um palha em
próldasociedade. Esta sim,
é uma operação “TAPA-
NA-CARA quiçá TAPA-VERGONHA”.
É sabido que funcionários do Denit teve em
Carangola,passeou,rodou, conversou,passeou de
novo comalguns representantes políticos, conver-
sou de novo, foramconhecer os trechos das estra-
das, aí, voltou de novo e encheram o “pandú” e
pronto, comeram e beberama vontade. E os bura-
cos continuam lá e o cordão dos buracos, igual-
mente aos outros cordões que todos já conhecem,
a cada dia aumentam mais. Aumentam as estórias
da carochinha, aumentam as datas para o início
das obras, aumentam o número de puxa-saco, au-
mentam os sanguessugas, aumentam o tamanho
da cueca, aumentam a maleta, aumentam o tama-
nho das meias (há quem diga que tem políticos
usando meia-calça). Ah, aumentam também, as
festas, os forrós, os churrascos, os galo-com-ma-
carrão, feijoadas, mocotós, pato com arroz e por
Winston Sales
sário da cidade contou com
umadas maiores festas reali-
zadapelaprefeituraemtodos
os tempos.A seqüênciados
shows musicais contou com
aapresentaçãodevárias ban-
das, com destaque a banda
“NXzero”. Segundoinforma-
ções da assessora de im-
prensa, Sabrina, mais de 10
milpessoa estiverampresen-
te no sábado, 21/01. O pú-
blico, emsuamaioriajovens,
interagiu com empolgação
por mais de1 horaemeiade
show da banda. Nos 130
anos de história de
Carangola, entra também
parao rol aapresentaçãodas
bandaseo número depúbli-
copresentes.
O programa dasapresen-
tações do shows teve ase-
guinte seqüência: dia 20,
Simples Samba, Beto Kauê
e Caldeirão; dia 21, com
Murilo Rodrigues, NXZero
e Suíte Bordô e no dia 22,
foi a vez da Banda Beijo
Ap imentado, fechando o
evento.
Por:Winston Sales
Fonte: Assessoria Im-
prensa(Sabrina).
Editorial
aí vai... cuidado, pois você eleitor inadvertido está
sendo sevado, estão engordando-o para depois fa-
zerem aquela refeição, e próximo pato a ser comi-
do será você.
Agora,ano de eleição,vai
ser sempre assim, muita fes-
ta, muito blá, blá, muito ta-
pinhasnas costas, muitas vi-
sitas a funerais, muitas visi-
tas nas casas,muitos fogue-
tes e depois... é só
PORRETE! E olha que vai
ser porretada durante qua-
tro anos, haja lombo!
Os urubus já estão circu-
lando de asas e bicos aber-
tos, famintos, só esperando
você cochilar! Isso mesmo,
não esperam você morrer
nem feder mais não, vão bi-
car em você ainda vivo. Oh,
e este ano vão ser muitos e
novatos,oriundos de outras
tocas e como já é sabido o urubu-rei, isso mesmo,
é aquele do bico afiado que chega e bica primeiro
antes dos outros, e você eleitor, sabe muito bem
onde é a primeira bicada. É privilégio do rei, e de-
pois que ele bica os colegas vão entrar com tudo
sem pedir licença, bom será se sobrar ao menos
sua carcaça.Muitos dos eleitores ainda tras as mar-
cas das bicadas passadas, afi-
nal, as feridas não se sicatrizam
rápido. Fiquem atentos.
MERECEMOS MELHOR
SORTE, NÃO É?! Não preci-
sa ser profeta para deduzir que
irão ver novamente uma piro-
tecnia em torno das obras de
recuperação das estradas da re-
gião, não precisa ser advinho
para anteciparque obras nas es-
tradas vai levar muiiiiiito tem-
po. Digo, de qualidade. Pois,
porcarias já foram feitas e de
efetivo foi só o alto valor da
operação.
Segundo o Sr. José Ronaldo,
aqui de Valadares, que tem familiares morando em
Carangola, “os trechos estão muito perigosos e exi-
ge muitíssimo cuidados, e que, o abandono é total.
Parece que foi bombardeada.”
Mas só para amenizar a ansiedade, vamos espe-
rar que o pessoal do Denit não venham só passear
e conhecer o que já é muitíssimo conhecido e sim,
trazer com urgência a trafegabilidade nas estradas
da região. Contar tambémcom as ações dos pode-
res públicos, já sabendo que, a burocracia é
ponderante e pouco resolve ou tem resolvido, a
exemplo de ações anteriores e até agora nada...
porém, as esperanças não devemesmorecer jamais.
UNIÃO FAZ A FORÇA, SOCIEDADE ORGANI-
ZADA NÃO SE DEIXA GOVERNAR, GOVER-
NA!
Por: Winston Sales - Governador Valadares-MG
ESTRADAS ESTÃO UM CAOS E NENHUMA
SOLUÇÃOATÉOMOMENTO
ATÉ QUANDO MAIS A POPULAÇÃO
TERÁ QUE ESPERAR???
ÉANO DEELEIÇÃO POVÃOEOS HOMITÃO AÍCOM SUACURRIOLA...
E os buracos continuam
lá e o cordão dos buracos,
igualmente aos outros cor-
dões que todos já conhe-
cem, a cada dia aumentam
mais. Aumentam as estó-
rias da carochinha, au-
mentam as datas para o
início das obras, aumen-
tam o número de puxa-
saco, aumentam os san-
guessugas.
Contar também com
as ações dos poderes pú-
blicos, já sabendoque, a
burocraciaé ponderante
e pouco resolve ou tem
resolvido, a exemplo de
ações anteriores e até
agora nada..
15 DE JANEIRO A 15FEVEREIRO 2012 -Página 3ARTIGO
A SecretariaMunicipal deSaú-
de de Carangola, entregou na ma-
nhãde19/01, aos insulinos-depen-
dentes79 kits glicosímetros,equi-
pamento para aanálise de glicose
no sangue.
No dia 19/01, a Prefeitura de
Carangola, através da Secretaria
Municipal de Saúde, efetuou a
redistribuiçãode medicamentos aos
p acientes diabéticos kits
glicosímetros, aparelho eletrônico,
responsávelemauxiliar o paciente
no monitoramento do índice da
diabete.
Os insumos parao controlede
diabetes, dos hipoglicemiantesorais
eda insulinaregular, teve suadistri-
buiçãode acordocoma portarianº
2.583, de 10/10/2007, a qual
implementaaLeiFederalnº11.347,
de26/10/2006 edispõesobreadis-
tribuição gratuita demedicamentos
emateriais.
Também, esclarece que o pro-
grama de cuidado integral ao dia-
betesmellitusdeve ter como priori-
dadesestratégica:a prevençãopri-
mária da doença com ações sobre
os fatores derisco, adetecçãopre-
coce, o tratamento adequado que
permita modificar a evolução da
doença, previnaas complicações e
melhore a qualidade de vida dos
portadores.
Todos os portadores de diabe-
tes e dep endentes dos
mediamentos, cadastrados no Sis-
temaÚnico de Saúde(SUS) pode-
rão receber a InsulinaRegular nas
unidades básicas de saúde. O mi-
nistério da Saúde irá centralizar a
compra edistribuição da Insulina
Regular,queatualmente éadquiri-
dapelosEstados eMunicípios com
recursos federaise disponívelape-
nas em centros ehospitais derefe-
rência, que exigem a marcação de
consultaparaentregar amedicação.
Comanova portaria, os porta-
dores dediabetes poderão dispor
daInsulina Regular,umvez queas
unidades báscias de saúde, alémde
não exigir novaconsulta médica a
cada entrega dos medicamentos,
atendemamaior partedos usuários
do SUS. Sabe-se que a Insulina
Regular temumaação mais rápida
eprolongada queainsulina do tipo
NPH, quecontinuará asercompra-
A SMS DE CARANGOLA DISTRIBUI APARELHOS
“GLICOSÍMETROS” PARA INSULINOS-DEPENDENTES
daedistribuido pelo Ministério da
Saúde.
Outranovidadedesta Portariaé
que aqueles que já recebem regu-
larmenteinsulinae outros medica-
mentos já podem também contar
comumkit paraautomonitoramento
queincluiseringas, tirasreagentes,
glicosímetros e lancetas.
Aschamadas insulinas especiais
ou análogas,não foramcontempla-
dasnesta portaria, mas isto não sig-
nificaqueaqueles quedelas neces-
sitam não devam tentar buscá-las
administrativamente,buscando seus
direitos etentem obtê-los deforma
espontânea.
VITÓRIA: Todos os portado-
resdediabetes, temcomo maisuma
vitória, tanto aLeiFederalnº11.347/
06 quanto a portaria, que apesar
dosconstantes vetos, todos devem
continuarnabatalha enão esmore-
cer caso não obetenham êxito em
conseguir oquenecessitam. Devem
percorrer todo o caminho adminis-
trativo que jáfoiobjeto deinúmeras
orientações anteriores. Todavia,
caso não consigam receber o que
necessitamparao seu tratamentode
diabetes, devem sempre lembrar
queexistea nossaConstituiçãoFe-
derale queaviajudicial deveráser
o último caminho aser buscado.
NO “SUS” TEMQUE
ESTÁDISPONIBILIZADOS
OS SEGUINTES MEDICA-
MENTOS E INSUMOS, DES-
TINADOS AO
MONITORAMENTO DA
GLICEMIA CAPILAR DOS
PORTADORES DE DIABE-
TES MELLITUS, NOS TER-
MOS DA LEI FEDERAL Nº
11.347/06:
I. MEDICAMENTOS:
a)glibenclamida5 mgcomprimi-
do;
b) cloridrato de metformina500
mge850 mgcomprimido;
c) glicazida80 mgcomprimido;
d) insulina humanaNPH - sus-
pensão injetável100 UI/mL;e
e) insulinahumana regular -sus-
pensão injetável 100 UI/mL.
II. INSUMOS:
a).seringascom agulhaacoplada
paraaplicação deinsulina;
b) tiras reagentes demedidade
glicemiacapilar; e
c)Lancetas para punçãodigital.
A aquisição, a distribuição, a
dispensação eo finaciamento dos
medicamentos e insumos de que
trata estaPortaria são de respon-
sabilidadedaUnião, dos Estados,
do Distrito Federal edos Municí-
pios,conformepactuaçãoTripartite
easnormas do ComponenteBási-
co daAssistênciaFarmacêutica.
A Secretaria de Saúde de
Carangola,comunicaainda, aos que
nãopuderamestar presenteparao
recebimentos do kit, que poderá
fazê-lo dirigindo-se ao PSF (hoje
denominado deESF/ Estratégiada
SaúdedaFamília), munidosdosse-
guintes documentos: Receita,Iden-
tidade, CPF e Cartão Nacionaldo
SUS. Conforme a Secretaria de
Saúde, mais de 200 pacientes dia-
béticos estão cadastrados.
Atenção:os pacientes cadastra-
dos detém automaticamentedirei-
tos na obtenção do kit, os não ca-
dastrados, ou seja, os novos paci-
entes, deverão procurar o PSF de
seu bairo e p roceder o
cadastramento.
Antes de receberem os kit, os
pacientesde insulinaparticiparam
deumapalestra ministradas pelas
enfermeirado PSF. Diabetes, for-
mas de controle da doença e ali-
mentaçãosaudávelforam algunsdos
temas abordados. O preço de um
glicosímetro,por exemplo, podeva-
riar entre R$ 80,00 até R$ 180,00.
Paraalgunsespecialistas, o mai-
or desafio enfrentado éemrelação
aoscuidados comos diabéticos éo
deconscientizá-los sobre aimpor-
tânciade semanter adietaadequa-
da, sobre anecessidadede sefazer
atividadesfísicase deoutras práti-
casque auxiliamnocontrole dado-
ença. Apesar da diabetes não ter
cura, épossível controlar econvi-
ver coma doença, evitando impli-
cações. Nesse sentido, a orienta-
çãodamaioriados profissionaisde
saúdeéfundamental, talvez mais até
queouso do medicamento.
Muitas pessoas queprocuram
atendimentonaredepúblicadesaú-
denão sabequetem diabetes,por-
queos sintomas não são tãoclaros.
Daí, “Éimportante queapopula-
ção procure ummédico efaçaexa-
me de dosagemde açucar regular-
mente”,éo conselhodosprofissio-
nais dasaúde.
Para muito dos p acientes, a
iniciativa da Secretaria de Saú-
de é muito imp ortante. Pois,
além da doação do aparelho, a
reunião deu a op ortunidade de
conhecer e aprender a manuse-a-
lo. O prefeito Patrick, enfatizou,
acima de tudo, a necessidade de
todos serembem tratados eassisti-
dos, caso contrário, fazerem suas
reclamações p ara as devidadas
medidas. Os presentes puderam
contarcom umafartamesacomuma
variedades deopções, emespecial
frutas.
Por:Winston Sales -Goval-MG
Fotos:Jornalo Vertente- CesarPacientes recebem instruções enquanto aguardam pela entrega dos analisadores de glicose.
Entrega do kit glicêmico aos portadores de diabetes...
15 DE JANEIRO A 15FEVEREIRO 2012 -Página 4Cidade
EngºAgr° Ruy Gripp
Continuando com “Meeiros de
Café”, deVivaldo Barbosa, no his-
tórico do cafédoentorno da“Serra
do Caparaó”, temos do Capitulo
Dois página41 emdiante:
“Nosanos Oitocentos, ocafévai
mudar todoessepanorama. OBra-
sil passa aser o café. O café era o
Vale;o Valeo escravo.
O Rio vai encarar o café com
mais importância. Organizam-se
viveirosdesementese mudas, esão
realizadas experiências na grande
baixadado litoral, Mendanha, São
Gonçalo, Magé, Itaboraí, Maricá.
Tropaetropeiros sobemas serras
e levam mudas p ara outro lado,
BarraMansa,Piraí, PatideAlferes,
Vassouras e Resende. Aí, o café
encontra melhor hábitat até então
experimentado, o valedo Paraíba–
regiãodetríplicefronteira, detríplice
domínio entreRio deJaneiro, Mi-
nas e São Paulo. Os engenhos de
açúcare as pastagens de criação de
gado vão darlugar àlavoura decafé.
Osmineiros jánão achamouro,
abandonam a mineração, descem
nadireção do Paraíbae, àmargem
esquerda, plantam café. Trazem
consigo o capitalauferido nas mi-
nas, necessário para implantar e
sustentar alavoura de café. Em
1810, Resende, que se tornara
Vila em 1801, já constitui gran-
de centro irradiador decafép ara
todo o vale e em direção a São
Paulo. O café já firmap resença
sensívelna economiafluminense.
Para tanto, os índios coroados,
que defendiam valentemente
seus antigos domínios eviviam
perturbando a chegadado bran-
co naregião, foramenfrentados e
afinal confinados em uma aldeia.
Seusrivais purís erammais dóceis
eassimiláveis.Forammaisfacilmen-
temiscigenados.
No lado de São Paulo, o Vale
foi também recebendo café. Em
Guaratinguetá, o caféfoiplantado
em1802, registrando suaprimeira
colheitaem 1806.Anteriormente,
nas últimas décadas do século an-
terior,essaregião estavafortemen-
te voltada para os engenhos de
cana-de-açúcar, gradativamente
substituídospelaslavouras decafé.
Jáem 1825,o caféconstituiaprin-
cipalproduçãoda região.Estimula
oplantio asuaproximidadedopor-
to de Parati. Era só varar edescer
a serra. No lombo de burros. Em
1830,o panoramaapresentava-se
inteiramentediferente:o caféalcan-
çaposição dominadora naagricul-
tura,naeconomia.Aessa altura,em
toda a baixada de Angra a Cabo
Frio, especialmenteem seus mor-
ros,cultiva-secafé, como comple-
mentar ao engenho de açúcar e à
aguardente. Somentea baixadacam-
p ista resiste em sua vocação
açucareira.São Gonçalo é o grande
centro irradiador parao lado norte
dabaixada litorânea.P. 42
Jánaquelaépoca, o caféalcança
os grandes ebelosvales afluentes à
margemesquerdado Paraíba,os vale
do Pomba, do M uriaé, do
Carangola. Mercadantesituanadé-
cada de 1830 o estabelecimento
das primeiras fazendas nessas
áreas, e sua chegadaa Carangola,
na década de 1850. Cantagalo,
agora com suíços e alemães, tor-
na-se o grande pólo irradiador do
café paraa região fluminense mais
ao norte, paraMinas eparaaSerra
do Caparaó.
O panoramafísico, econômico e
social da região montanhosa e do
Vale do Paraíba apresenta-se bem
outro.As matas dão lugar às lavou-
ras;e as grandes árvores, aos arbus-
tos de café.O Rio deJaneirorompe
definitivamente seu destino de
guardiãoda costaevolta-se paraas
entranhasdesuas montanhas epara
os vales de seusrios.
Pelos meados do século, o hábi-
to de tomar caféno país eraampla-
mentedifundido;americanos eeuro-
peus já o consumiamem largaesca-
la. O Valedo Paraíba representava
o berço desuagrandeprodução.Daí
cunhou-seaexpressão: “O Brasilé
oVale”. Oumelhor dizendo, “OBra-
silé o café. O café eo Vale”. Mas o
Vale é o escravo, insiste Ricardo
Sales.Adécada de1850 representa
aidade deouro daprodução decafé
no Vale. Nasegunda metadedo sé-
culo,o cafévaivicejar aindamelhor
no Centro e Oeste de São Paulo e,
nasúltimasdécadas, encontraoutro
imp ortante hábitat: a Serra do
Caparaó.”
O Vale do Paraíba desempe-
nhou especialpapelhistórico para
o Brasil. Diante dadecadênciada
mineração, propiciouao país novo
direcionamentoem suaeconomia.
O Brasil sai da crise do setor de
mineração eretoma aprosperida-
de como caféno vale.Absorve a
mão de obra que não encontrava
mais trabalho nas minas. Não há
dúvidasdequeoValefiguroucomo
umdos suportes da economiada
nova nação que surgia com a re-
centeindependência.
Paralelamente,desenha-senova
classesocial,com estratos superi-
ores e médios – o fazendeiro do
cafée, onívelmaisalto, o baronato
do café. Surgem os barões nas
grandes fazendasdo Vale,magna-
tas do café, senhores das terras e
de escravos que formavam o es-
pectrodaclassedominanteno país.
Consolidou-seuma classesenho-
rialescravista, queparticipou da
construção do Estado nacional,
estendeu-sepor todo o território
do país eparaquasetodos os es-
tratossociais ediferentesramosde
atividade.Abaseresidianasgran-
despropriedades rurais,especial-
menteno Rio de Janeiro, a partir
da Baixada Litorânea e
Fluminense, atéa regiãoserranae
o vale.Tratava-sedeumprocesso
sustentado comercialefinanceira-
mentepela praçado Rio, através
dosgrandes comerciantes, capita-
listas quetinhamseus grandescli-
entes nos senhores de escravos,
proprietáriosdas grandesfazendas.
Enraizavam-senos organismosdo
Estado,ocupavam espaços públi-
cos, representavama basedo Par-
tido Conservador, os Saquaremas.
Tudo gentequevinhadas minas,de
Portugal, das ilhasedeoutros pon-
tos do país. Umaclasse socialque
dominou a cena política da nova
nação, um dos sustentáculos do
novo país. Observou-seque a fa-
zenda de café do vale do Paraíba
constituíaumaunidade deprodução
eumestilo devida.
O país alcançou grandes índices
deprodução e pôdeexportargran-
des quantidades,gerando divisas e
colocando-senocenário do comér-
ciointernacional.
NaGuerrado Paraguai(1865),
muitos escravos forammobilizados
paraas necessidades daguerra. Os
escravos da nação e da Coroa fo-
ramlibertospara participar daluta,
e prêmios oferecidos a quem ofe-
recesse escravos libertos para a
Guerra, quecontou comapresen-
ça massiva denegros. Tal partici-
pação impressionou muitos obser-
vadores estrangeiros.
A instabilidadeera grande,ain-
segurançamaior ainda; fugas, rebe-
liões de escravos em todo canto.
Desde a década de 30 e 40, ocor-
riammuitasmanifestações derebel-
dia, o que levava ao temor de in-
surreição geral. Nadécada de60 e
emanos anteriores, ocorreram, atos
deviolência,assassinatos eforma-
ção dequilombos. Em1865,regis-
traram-se manifestações
abolicionistas, primeiramente por
partede estudantes.”
Nota- Pretendemos continuar
com“Meeiros deCafé”deVivaldo
Barbosacom o relato daposse da
terra.
Ruy Gripp- 10-06-2011
Meeiros de Café. Mineração e Escravatura (VII)
Social
Estilo Noúltimo, 20/01, osfarmacêuticos locais, juntamente
comseus familiares, sereuniram numaconfraternização
onderealizou-se umjantar comemorativo. Ensejando o
evento,declarou-se o reconhecimentoaos préstimos pro-
fissionais da Sra. Gladys Magalhães Carvalho Caldeira,
como 'Patronada Farmácia deMinas' pelos 66 anos de
atividades nanobreprofissão.
Por:Winston Sales -GOVAL-MG
Cleto - Raul - João Paulo -Guilherme
Dep. Federal Bernardo Santana e o Prefeito Patrick
Ismael e Mansur
Ismael, Jones, JoséAntônio, Patrick e companheiros
JoséAntônio, Ismael, Jones e Chaiben
Kelly e
Thelma
NizaDrumond, Izabela Drumond, Ana Maria, Sabrina e Ismael
Nolasco, com as irmãs Nadir e Conceição, do Hospital de
Manhumirim
Nolasco, com o filho e amigos na distribuição de cesta básica
21 DE JANEIRO, DIA DO FARMACÊUTICO
ENCONTRO DEFARMACÊUTICOS DE
CARANGOLAHOMENAGEIA PATRONADA
FARMÁCIA DEMINAS COM JANTAR
15 DE JANEIRO A 15FEVEREIRO 2012 -Página 5

Cidade
Em Carangola, no córrego do
bairrotriângulo,próximo aumape-
quenabarragem, o corpode umho-
mem,afrodecendente, foientrado já
semvida. Segundo relatos dos pre-
sentes, o homem fazia a capina alí
próximo quado, provavelmentepas-
sou male veioafalecerno local. Su-
põe-seter sofrido uminfarto fulmi-
nante. Ohomem estavausando bo-
tas, o queapontapara apossibilida-
dede o mesmo estar fazendo o ser-
viço decapina. Aindanãoobtivemos
os dados completos da vítima. O
caso está acargo da polícialocal.
Corpo jásem vidasobrevegeta-
ção do córrego situado no bairro
triangulo.
Por:Winston Sales-Goval-MG
CORPO É ENCONTRADO E CAUSA
DA MORTE AINDA É UM MISTÉRIO
Corpo de um homem é
encontrado nacachoeira, pre-
so àspedras, nas proximida-
des da Usina PCH de
Carangola. O homem, iden-
tificadoapenas peloprimeiro
nome, Flávio, de
aproximadade28 anos,esta-
va desaparecido a mais ou
menos 6 dias. APolíciaMili-
tardeCarangola estevenolo-
calparaos procedimentosde
praxee aguardando a chega-
dadaperícia eposteriormen-
teo recolhimento do corpo.
Ascausasda morte,aprincí-
pio suponhe-seser por afo-
gamento, já as conseqüênci-
as que levaram o homem a
cair ou por algumaoutra ra-
zão estará acargo dapolícia
judiciáriaeda perícia. Pois, a
identificaçãovisualficoucom-
prometidadevido ao estado
de deterioração em que se
encontrava.O reconhecimen-
res deautoridades queestão
a cargo deste episódio e o
andamento do inquérito.
Por: Winston Sales -
Goval-MG
Foto: César Chaves Oli-
veira
HOMEMÉ ENCONTRADO MORTO
NO CÓRREGO DO TRIÂNGULO
Corpo já semvida sobre
vegetação do córrego
situado no bairro triangulo.
Flávio,de
aproximadade28anos,
estavadesaparecido a
maisou menos6 dias.
EngºAgrº Ruy Gripp
Continuando com“Meeiros deCafé”,de
Vivaldo Barbosa, nohistóricodo café doen-
torno da “Serrado Caparaó”, temos do Ca-
pituloDoispágina 45 emdiante:
“A posse da terra no Brasil não se deu
pelas leis do mercado. Operou-se p ela
conces são do Est ado, atrav és das
sesmarias, já previstas nas Ordenações,
queconstituíam o Código deLeisbásicas
dePortugale do Brasil.
Assim,o território do país foi sendo ocu-
pado pelo regimedeconcessão desesmarias.
Com o recebimento da carta de sesmaria,
quemainda não era amigo da Coroapassa-
va a lhe votar sua gratidão e sua lealdade.
Erao meio deir Formando o país, politica-
mente, com unidadeedemaneira solidáriaà
Coroa. Éo país dasesmaria.
A Leide Terrade 1850 representou um
marconahistóriadoImpério brasileiro.Duas
questõesdominaramavidaeconômica epo-
líticado país notempo doImpério: aescra-
vidão ea possedaterra.A agriculturacons-
tituíao centro daatividade econômica,pois
não haviapraticamente indústriano Brasil.
Durantea Colônia, aqui não se podiaesta-
belecerindústria paraquenão secriasseuma
economiaforte,capaz deameaçar Portugal.
ComaAberturados Portos, em1808, eos
tratados assinadoscom Portugal,aInglater-
rapassou aabastecer o país comprodutos
desua indústria, nãodeixando espaço para
florescer um parqueindustrialoBrasil”;P.49
“A economiacafeeira havia progredido
bemno Valedo Paraíbaejá haviachegado a
SãoPaulo eMinas Gerais, nas primeirasdé-
cadas do século XIX. Pelametade do sécu-
lo, ao mesmo tempo emquese atingiamal-
tosníveise recordes deproduçãocom auti-
lização demão de obra escrava, os setores
mais dinâmicos da lavoura de café- a Pro-
vínciado Rio deJaneiro, juntamente comos
setores daadministração centraldo gover-
no,magistrados eburocratas - jáviam o qua-
dro com preocupação e temor pelo futuro
dalavoura. Esses setores alinhavam-secom
o Partido Conservador, os chamados
saquaremas, que compunham a espinha
dorsaldo Estadobrasileiro,em oposiçãoaos
Liberais, chamadosde luzias. Preocupavam-
seemresolver duas questões fundamentais.
Emprimeiro lugar, fazer prevalecer aordem
jurídicano sistemadepropriedade daterra
paraterminar comdisputas, tanto as judiciais
quanto aquelas resolvidas àbala, bemcomo
demarcar,fixardivisas, definir proprietários
etc. Em segundo lugar, atrair mão de obra
livreatravés deprocessosdecolonização por
partedecolonos europeusdisponíveis,como
jáhavia sucedido , demaneira exitosa. Para
tanto, erapreciso interromperadistribuição
deterras por sesmarias elimitar o tamanho
de propriedade, pois as benesses outorga-
dashaviampossibilitado propriedadesdes-
comunais, latifúndios, oquedificultavaoaces-
so por partedecolonos.As terras deveriam
servendidas parater valorização;ao mesmo
tempo, deveriamser criadasdificuldadespara
sua revenda, à semelhança do que fizera a
Austrália–igualmente proprietáriademuitas
terras e necessitadade mão de obra.
Os setores mais dinâmicos e lúcidos já
haviampercebido queocafécultivado àbase
dotrabalho escravonão tinhagrandefuturo.
Deumlado, por pressão daInglaterra, o trá-
fico deescravos africanos não erapossível.
O próprio país tevedebaixar lei proibindo o
tráfico de escravos. Eseguida,viriam asleis
deVentre Livreedo Sexagenário. Emalgum
momento, mais cedo ou mais tarde, o pró-
priotrabalho escravoviriaaser proibido.A
disponibilidadedemão-de-obrairiafatalmente
diminuir. Os dados informam que, dos 2,5
milhões de escravosexistentesem 1850, res-
tariam em torno de 500 mil por ocasião da
Abolição. Acrescente escassez de mão-de-
obra escrava levava os fazendeiros de café
no vale aapertar o cerco ea exigir maios do
escravo. De umamédia deum escravo para
cuidarde461 pés decaféentre 1821-35, pas-
sou-se amédia de 1.321 pés no período de
1865-80.
Deoutro lado, acrescentamos, o trabalho
escravo não possibilitavatratamento racional
e adequado da lavoura de café. A organiza-
ção do trabalho mais adequado para o me-
lhor aproveitamento do caféé aquelarealiza-
daatravés daparceria, dameação, comoveio
a ser adotada comgrande proveito na Serra
do Caparaó apartir da décadade 70 daque-
le século. Embora tal apreciação não tenha
sidoexpressanaquelaocasião,erao quecer-
tamenteresidiano fundo das preocupações
daquelaparcelade dirigentes, agricultores e
homens de Estado.
ZonasUrbanas: Manhumirim. P.59
O que compõe, na essência, essa região
da Serra do Caparaó é a fazenda de café. É
em torno das fazendas de café que se dá a
vidadas pessoas,diretaou indiretamente.Os
aglomeradosurbanos que resultaramnas ci-
dadesdeManhumirimedeAlto Jequitibá,bem
como no povoado de Pequiá, são conseqü-
ênciadas fazendas, e paraestas sefizeram.
O quese diziano século XIX, como járefe-
rido, era que o Brasil, o Império do Brasil,
era o café. O caféera o vale do Paraíba. E o
vale e o Império eram o escravo. Mas, na
verdade, o café era a fazenda. E o café e a
fazendaeram o meeiro.
No final do rio Pirapetinga, pouco antes
deseu desaguamentonorio Manhumirim,al-
gumas casas plantadas ás suas margens de-
raminício ao povoado, conhecido como Se-
nhor bomJesusdo Pirapitinga. Oreconheci-
mento oficial vemcomsuaelevação aDistri-
to de Paz, pelaLeide1877, quecriou o mu-
nicípiodeManhuaçu. O primeirojuiz depaz
nomeado foi Leon Sanglard, morador de
Jacutinga.Aliás esteúltimo, como irmãoEu-
gênio,foramresponsáveis pelaintroduçãodo
café na região. Algumas novas casas foram
construídas porJoaquim Mariano,um“puri
velho”, como a ele se referiu o dr. Joaquim
Cabral.
Anteriormente,ospovoamentos naregião
se deram em São Simão (1855), em Sacra-
mento e em São Lourenço (1857), hoje
Manhuaçu.Atribui-sea origemdesses povo-
amentos ao comércio da ipecacuanha - a
p oaia, raiz de princíp ios medicinais,
comercializada a partir da chegada de Do-
mingos FernandesLana, naturaldearapongas.
A origem tambémé atribuídaà presençade
foragidos da revoltaliberalde1842 – chefia-
da por Teófilo Otoni e derrotada em Santa
Luzia - , os quais, entre eles o Dutrão, se
embrenharamnessas matas densas edesco-
nhecidas.A ipecacuanha, aindahoje, éusada
comoprincípio ativo medicinal, o princípioda
beladona, e como combate à amebíase. Em
anos recentes, a Rússia, quando em guerra
noAfeganistão,viu seussoldadoscontraírem
um vírus que só pôde ser combatido com
ipecacuanha extraída do Pantanal de Mato
Grosso.Cientistasrussos foramenviadospara
o processamento daplanta.
Nota– Pretendemos continuar como as-
suntohistórico do cafémo Brasile naregião
na Serrado Caparaó e o sistema prático de
meeiros naprodução, comvantagens sociais
eeconômicas paratodos.
Ruy Gripp
Meeiros de Café. A
Posse da Terra - (VIII) COMO CONSEGUIR
DESCONTO AO QUI-
TARDÍVIDAOUFINAN-
CIAMENTOS ANTES
DO PRAZO
Embora seja um direito
seumuitas empresas nãoque-
rem conceder descontos na
quitação antecipada dedívi-
das. Veja aqui como
conseguí-lo
Atrasar pagamento de
parcela de empréstimo ou
financiamento significamul-
tas e taxas de juros. Mas
quando acontece o contrá-
rio, e você quer antecipar o
pagamento?Pelo Código de
Defesado Consumidorvocê
teria direito a um desconto
mas nem sempreisso acon-
tece.
Líder emqueixas junto ao
Banco Central(BC), asope-
rações deliquidação anteci-
padadecrédito nemsempre
sãovantajosasparao consu-
midor. Dejaneiro aagostode
ALEI ESTÁAO TEU LADO, EXIJA
O QUELHE ÉPOR DIREITO!!!
SEU DIREITO EM CONSEGUIR
DESCONTOS AO QUITAR DÍVIDAS
OU FINANCIAMENTOS DE
FORMA ANTECIPADA.
2009, foram registradas pelo
BC 9.062 reclamações de
pessoas quese sentiram le-
sadas no momento desaldar
antes do prazo dívidas de
Crédito Direto ao Consu-
midor (CDC) e financia-
mento de bens e automó-
veis.Asinstituições commais
queixas nesteperíodo são as
financeiras.
A antecipação do paga-
mento não é vistacombons
olhos por bancos efinancei-
ras, que lucram com a co-
brançadejuros etarifas.
O Código de Defesa do
Consumidorprevêque ocli-
enteque antecipar o p aga-
mento de um empréstimo
ou financiamento tem di-
reito a um recálculo do
montantefinal, comdescon-
tosreferentes àsposteriores
taxas dejuros queseriamco-
bradas. O desconto é calcu-
lado a partir do valor do cus-
toefetivo total dadívida,va-
lor percentualanualquedeve
ser apresentado ao consumi-
dorno ato dacontrataçãodo
crédito.
Para fazer seus direitos
valerem, além deformalizar
uma queixajunto ao Banco
Central, você podeingressar
comuma ação de consigna-
ção de pagamento, com re-
visãodecláusulascontratuais,
no Juizado Especial de Pe-
quenas Causasou naJustiça
comum.
Você deve calcular o va-
lor do débito aser quitado e
depositarovalor emjuízoaté
asentençatransitar emjulga-
do.Osjuízes têmtido muito
cuidado paraver seo mon-
tantedepositado écondizente
com a realidade de merca-
do. Normalmente, conside-
ram-se juros entre 2,5 e
4,75%.
Por: Winston Sales -
Goval.MG.
to do corpo foifeito por pa-
rentes quereconheceram as
roupase outras peculiarida-
des.
Mais detalhes sobre o
caso serátrazido à público,
estaremoscolhendo maisin-
formações e relatos de pos-
síveis testemunhas eparece-
15 DE JANEIRO A 15FEVEREIRO 2012 -Página 6
Saiba como conseguir desconto
ao quitar dívidaou financiamentos
antesdo prazo. Emborasejaumdi-
reito seumuitas empresasnão que-
remconceder descontos naquitação
antecipada de dívidas. Veja aqui
comoconseguí-lo.
Atualmenteejávémdelongadata
o “golpe do R$ 0,99 e0,98 o golpe
da fração”, tudo é R$ 1,99; 2,99;
3,99 e atéR$ x,98. Então, amaioria
dos comércios faturam noexceden-
tesem declarar, umavez que, nasua
nota fiscal, quando emitem, estará
constando que pagou R$ 1,99 e
abaixo o troco de R$ 0,01, com
se tivesse sido devolvido. Os
caixas estão orientados a falar
o p r eço s emp re ar red on do
p ara mais, nunca p ara menos,
o que seria o correto e legal.
Já notaram isso?! Na minha
op in ião is so é go lp e baixo,
golp e barato que sai caro e en-
gorda o caixa ‘x’ do comerciante.
Tudo isso acontece da forma mais
naturalpossível,semnenhumainter-
venção de quaisquer autoridades
competentes.Éopovomais umavez
jogadoà própriasorte!
Atrasarpagamentode parcelade
empréstimo ou financiamentosignifi-
ca multas e taxas de juros. Mas
quando aconteceo contrário, evocê
quer antecipar o pagamento? Pelo
Código de Defesa do Consumidor
vocêteriadireito aum descontomas
nemsempreisso acontece. Talvez,
quasenunca.
Líder emqueixas junto ao Banco
Central(BC), as operações deliqui-
dação antecipada de crédito nem
sempre são vantajosas parao con-
sumidor. De janeiro a agosto de
2009, foram registradas pelo BC
9.062 reclamações de pessoas que
sesentiramlesadas no momento de
saldar antes doprazodívidas deCré-
dito Diretoao Consumidor(CDC) e
financiamento debens eautomóveis.
Asinstituiçõescom mais queixasnes-
teperíodosão as financeiras.
Aantecipaçãodo pagamento não
évista combons olhos por bancos e
A praça Cel. Maximiniano, lo-
calizadano centro dacidadee amais
freqüentadadurante décadas, des-
de a sua construção estratégica,
passou por mais uma reforma de
restauração com atenção especial
aocentenário chafariz,considerado
patrimônio público quepermaneceu
por longos 18anos deinércia(sem
funcionar).Hoje,a praçaseencon-
tracomuma novaroupagem, mas,
semperder suas características ini-
ciais, estáem pleno funcionamento
remetendo aos freqüentadores lo-
calevisitantesaáureos instantesde
confraternização, interação elaser.
Durantetoda asemanaa praçare-
cebemuitos visitantes, sejadurante
o diaou anoite,mas, é nos finaisde
semana que o número de pessoas
detodas idades émaior, pois, inú-
meros eventos culturais são apre-
sentados com aval do poder exe-
cutivo, p rop orcionando
diversificadasopções deentreteni-
mento. O ápice do movimento é
antes, durante eapósas missas re-
alizadas naIgreja Matriz deSanta
Luzia.
O chafariz estácomtodailumi-
nação renovadae peixes ornamen-
tais.Ailuminação multicoloridaem
conjunto com o efeito dos jatos
d’águaapresentaumafávelefeitovi-
INAUGURAÇÃODASOBRAS DEREVITALIZAÇÃO
cos de algumas administrações, a
praçachegou aservir de umimen-
so marmitexparaanimaisepiscina
paracrianças que perambulampe-
lasruas semocupaçãoou apresen-
ça de algum responsável (o que é
cadadia mais comumem muitasci-
dades) e tambémpara adultos in-
conseqüentes, dentre outras. Tais
fatosserviramdeinspirações para
matérias anteriores, denunciando
aosresponsáveis pelo bomzelodo
suale queas crianças, jovens, ido-
soscontemplam.Como novovisual
apraça voltaa ter eser motivos de
cenáriodefundo paraposes fotográ-
ficas e umcartão postal dacidade.
No entorno dapraça encontra-
se, alémdealguns restaurantes elan-
chonetes, estãoum dos principais
órgãosdos poderes público,aPre-
feituraMunicipaleoFórum.
Devido ao tão conhecido desca-
soe desrespeitocomos benspúbli-
bempúblico o fato econcitando-
os auma providênciaefetiva, que
poucas ou nenhuma das vezes
ocorreram.
Hoje, aequiperesponsáveldo
poder executivoseapresenta, pelo
menoscomos trabalhos atéentão
apresentados desdeo início dages-
tão, uma visão diferenciada ao
comumenteacompanhado atéen-
tão, assim, a população consegue
ter mais umamotivação parafre-
qüentar a praça, vivendo e
revivendoinstantes deromantismos
numárea limpae muitíssimo bem
cuidada. Lembrando que as ações
de vândalos estão coibidas com a
presençade seguranças, contrata-
dospelaprefeituraparamanter aor-
demea permanênciatranqüilados
freqüentadores.
Por.: Winston Sales – Gov.
Valadares-MG
A Casa do Emp reendedor de
Carangola, inaugurada às véspe-
ras do aniversário de 130 anos
da cidade, trará facilidades aos
micro emp reendedores
carangolenses.
O novo ponto daJuntaComer-
cialdeMinas Gerais,localizado nas
dependências daprópriaPrefeitu-
raMunicipal, realizará osserviços
de abertura e fechamento de em-
Prefeitura Inaugura a
Segunda Junta
Comercial de MG
p resas tirando muitos da
informalidadecomo certificadodo
MEI- Micro Empreendedor Indi-
vidual.
Alémdefuncionários, aequipe
degoverno e diversos munícipes,
estiveram presentes o Exmo. Sr.
Dep utado Federal Bernardo
Santana apresentado pelo nosso
Prefeito Municipal Patrick Neil
DrumondAlbuquerque.
PAGOU ATRASADO PAGAJUROS E MULTAS. E SE PAGAR ANTECIPADO
VOCÊ TEM O MESMO DIREITO?! SAIBA E CONHEÇAUM POUCO MAIS
DE SEU DIREITO E LUTE POR ELE, PARANÃO SER LESADO.
financeiras, que lucramcom aco-
brançadejuros etarifas.
O Código de Defesa do Con-
sumidorprevêqueo clientequean-
tecipar o pagamento de um em-
préstimo oufinanciamento temdi-
reito a umrecálculo do montante
final,comdescontos referentes às
posteriores taxasde juros queseri-
amcobradas. O desconto écalcu-
ladoa partir do valor do custoefe-
tivototalda dívida, valorpercentual
anualquedeve ser apresentado ao
consumidor no ato dacontratação
do crédito.
Parafazer seus direitosvalerem,
alémdeformalizar umaqueixajun-
toao BancoCentral, vocêpodein-
gressar comuma ação deconsig-
nação de pagamento, com revi-
são de cláusulas contratuais, no
JuizadoEspecialde PequenasCau-
sasou naJustiçacomum.
Você deve calcular o valor do
débito a ser quitado e depositar o
valorem juízo atéa sentençatran-
sitaremjulgado. Osjuízes têmtido
muito cuidado paraver se o mon-
tantedepositado écondizentecom
a realidade de mercado. Normal-
mente, consideram-se juros entre
2,5 e 4,75%.
Valorize seu dinheiro e exija
seu troco na íntegra, tal qual é
impressonanotafiscal:Notafiscal,
namaioriado comércios, o consu-
midor ainda tem que pedir, o que
eraparaser emitidoautomaticamen-
te.Ainda temumas lojas que per-
guntamsevamos ou não querernota
fiscal, é mole?! Seráquefiscaisdas
receitas não fazem compras?! O
comercioemgeralusado Marketing
do R$ 0,99 e lucram gordo com
isso.Não sedeixeser enganado ou
lesado,pois,a mercadoriaquevocê
adquirijáestá muitobemoneradas
de lucros e ainda p or cima ap li-
cam essa do R$ 0,99. Exija o
que é seu, só você sab e o
quanto de suor sai de seu cor-
p o p ara ganhar cada centavo.
Se R$ 0, 01 centavo é t ão
p ou co e s u p os t ament e
insgnificante, p orque os co-
merciantes crescem tanto os
olhos e lhe tomam ele?! O co-
merciante é obrigado a lhe de-
volver o troco tal qual está im-
presso na nota e referente a va-
lor do produto. O comerciante é
obrigado a ter o troco e não o já
tão lesado consumidor. Saiamdes-
tegolpe,pois, havendo umaexigên-
ciaemmassa, eles, os “cata-níqueis”
irãomudarsuas posturas. Épouco
umcentavo?e dois centavos, tam-
bémépouco? Então imagine:1000
produtos sendo vendido àR$0,01
p or dia = R$ 10,00
(desconsiderando que você não
faz compras sóemumlocal ede
umsó produto no mesmolocal),
em 30 dias = R$ 300,00 em um
anoseriaR$ 3.600,00.Umapou-
pançaconsiderável não acham?!
Éo queeleslucramnas suascos-
tas e asuas custas, sem declará-
los, além dos encargos jáaplica-
dos em cadaproduto. Estes co-
merciantes estão subestimando
suainteligência, acordee exijaseu
1, 2, 3, 4, 5 e o que for de centa-
vos! É seu, ese metemà mão sem
suaautorização eficamcaladinhos,
comosempre,a conotação éoutra,
éroubo!
Pensem nisso e vão a luta, ao
invés deengordaro bolso delesque
engordeo seu.
Por:Winston Sales - Goval.MG.
15 DE JANEIRO A 15FEVEREIRO 2012 -Página 7
*Maior precisão nos resultados
(SnartBeam);
*Melhorresolução deimagem;
*Tempode exame reduzido;
*Menordose de exposição ao paci-
entee ao operador.
Sistema de dupla energia comfor-
necimento de potência constante –
equipadocomsistema defiltro K/Edge
Cerium, que possibilita o uso de dois
níveis de energia para os exames,man-
tendo-se o tubo de Raios-X compo-
tênciaconstante. Istosetraduzemuma
melhor qualidade de exames e maior
vida útilpara o equipamento.
Braço fixo com detector móvel –
equipadocomsistema debraçocondu-
tor do detector, este efetua somente
movimento longitudinal , (paralelo à
parede da sala), enquanto que o
detector, efetua a varredura emmovi-
mentos transversais. Esta característi-
ca que permite que o espaço ocupado
pelo equipamentoseja reduzido,levan-
doa ummelhoraproveitamento da área
útilda sala.
Corpo Inteiro: examina com preci-
DPX-NT
01 H8620EN DPX-NT
Sistema de Densitometria Óssea por Raios-X com
tecnologia “PENCIL-BEAM”, modelo de mesa longa que
permite exames do corpo inteiro. Projetado para fazer me-
didas e oferecer a indicação do risco de fratura relativo a
osteoporose, diagnosticando e monitorando as alterações
ósseas. Sistemacompleto com seguintes características:
*StandardMesa de exames DPX-NT,
comcomprimento de 242cmxprofun-
didade 107xm xAltura 132xm.
*Standard Coluna Lombar AP
(antero-posterior)
*Standard Fêmur
* Standard Software para exames
DualFemur
* Standard Software para exames de
Corpo inteiro
* Standard Composição Corporal –
SoftwareAvançado paraanaliseda %de
gordura
*H8650PD Software Pediátrico
* H8650FASoftware para exames de
Antebraço
* H8650DC DICOM
* H8650CM Composer- Software
que possibilita a criação de relatórios
médicos totalmente automático evitan-
do a necessidade de software externos
paraemissão de laudos,proporcionan-
doo aumento de produtividade.
Sistema de Raios-X
são e localiza automaticamente 8 regi-
ões anatômicas:cabeça,braços,pernas,
tronco, costelas, pelve, tórax e colina
lombar.Fornece o resultado da compo-
sição corporal e valores de referência
normalde porcentagemde gordura.In-
clusiveda região do quadrile abdômen.
Oequipamentodispõe aindaderecur-
sos para exames de coluna lombar em
vista antero-posteriorematé 2minutos
e “software” para análise ematé 2 mi-
nutos e DualFêmurematé 4minutos.
Comparação de exames: Esteaspec-
to inovador simplifica o acompanha-
mentodetratamento dospacientesatra-
vés da comparação simultânea do exa-
me anterior comexame atual.
Referênciapara avaliação do padrão
de normalidade:o equipamento dispõe
de“Software”,que permitecompararos
resultados do exame comuma tabelade
padrõesnormaisadaptada àscaracterís-
ticas do paciente.
Sistema operacionalé Windows XP,
permitindo,portanto,sua utilização com
outrosprogramas de aplicação disponí-
velno mercado.
COMPOSIÇÃO DO
EQUIPAMENTO
01 (DELLNAC001); 01
(DELLNAC002);01 (DELLNAC003);
01 (DELLNAC004); 01
(DELLNAC005);01 (DELLNAC006);
01 (DELLNAC007)
(*)ComputadorDELL Optiplex,com-
postode:
*IntelCore 2Duo
*4GB RAM
*160GB Hard Disk SATAII
*160GB Hard Disk SATAII (para ar-
quivamento)
*19’’Monitor LCD
*CDRW/DVD
*Mousee Teclado.
*Windows 7professional 32bit(Por-
tuguês)
(000488) (*) Impressora, com cabo
USB.
(*) Estes itens são fornecidos local-
mente,e tem1(um)ano de garantiapara
a impressora e 3anos de garantia para o
computador.Garantia fornecida pelo for-
necedordo produto.
*H8699SDMesa para computador
*H8621BZ Kit de Destino – Brasil
*H8619PD Power Cord - Brasil
T
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Pça. Cel. João Marcelino, 26 – Centro Fone: (32) 3741-4702 - Carangola – MG
TECNO-MED -(Tecnologia em Medicina Ltda.), completou 18 anos dia
13/11/2011. Parabéns pelos serviços prestados emCarangola e região.
15 DE JANEIRO A 15FEVEREIRO 2012 -Página 8cidade
Esophagus
G allbladder
Pancr eas
Duodenum
St om ach
Ascending colon
Descending colon
Appendix
Jejunum
I leum
Sm all int est ine
Tr ansver se colon
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CONSULTÓRIO:
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Ed. Carangola Shopping - Tel.: (32) 3741-3411
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Cels.: 9115-8365 - 8456-0706
Chi nasReformas de Estofados
Pastelarika
Desde1940 a Sra.Maria
OlindaPinheiro Lima(dona
Quiquita), avó do Dr. José
Maurício Nolasco, já faziaa
doação dekits dealimentos
aos necessitados no dia de
Natal, tornou-se umatradi-
ção. Após seu falecimento,
não houve mais doação por
aproximadamente 5 anos.
Porém, o neto, JoséMaurí-
cio Nolasco, veio abraçar a
nobre causa até então
mantidapelasua avó,ato que
perduraatéaos dias dehoje.
EmCarangola, Nolasco,
tornou-sepopularo gestode
doação dos kit’s (cestas bá-
sicas) ecompletou o 13ºano
consecutivo,repartindo entre
ascentenasdefamílias caren-
tesumpouco desolidarieda-
de. Hoje, as doações ultra-
passamacasa demilpesso-
as, devido ao corpo que o
nobre ato tomou e com o
aumentodonúmero defamí-
liasocorreu também adiver-
sificação doskits aseremdis-
tribuídos,que, além dasces-
tas, agregou mais ítens, tais
como:Briquedos e kit esco-
lar.Ainovação no evento tem
ainda o sorteio de brindes
utilitários, como bicicletas
dentreoutros. Aaglomeração
inicia-selogo pela manhãna
ruaSanta Luzia.
TvCatuai-Manhuaçu en-
trevistaNolasco.
Asdoações anuais, feitas
nas festividades natalinas,
contempla,alémdacomuni-
dade carangolense, agora
também, a cidade de
Manhumirim-MG., que no
último natal completou 2
anos,talqualjáaconteceem
Carangola, em frentea resi-
dênciado Dr. JoséMaurício,
e queconta com o apoio de
dezenas de colaboradores,
tanto na organização quanto
nasegurança eassitência as
pessoas que buscam sua
FAMÍLIA NOLASCO FAZ A TRADICIONAL DISTRIBUIÇÃO
DE DONATIVOS EM CARANGOLA E MANHUMIRIM
Comunidade de Manhumirim sendo presenteadas com doações e sorteios de prêmios.
cota. O apoio vém também
por parte do estado, com a
presençadaPolíciaMilitar.
Manhumirim, não está
sendo contempladapor aca-
so, mas sim, pelos fortes la-
ços familiares que José
Nolasco tem no município,
pois,segundo relatos,parte
desuainfância foivividana
comunidade.Sua avóMaria
Olinda(Quiquita), viúvade
Trajano Lima, tambémnas-
cidaem Manhumirime seu
avô, Trajano Lima, teveuma
umamarcante passagemna
história política da cidade,
por estár àfrente do movi-
mento de emancipação do
municípioocorrido em16de
março de 1924. A mãe de
JoséMaurício, GlóriaLima
Nolasco,quepor coincidên-
cia do destino nascera na
mesmadata daemancipação
dacidade,no local, ondeatu-
almente funciona a Escola
Normal.As marcas dagera-
ção NolascoePinheiroLima,
évistapor vários pontos da
cidade, tendo seus nomes
homenageados nas Av.
Trajano Lima e Rua Maria
OlindaPinheiro Lima.
AindaemManhuamirim,
as irmãs decaridade, Nadir
eConceição, quetrabalham
nohospitallocal, seemocio-
naramcoma distribuição de
brinquedosàs criança alíem
recuperação, pela família
Nolasco.As distribuições foi
feitanapartedatarde, narua
Raul Soares e depois em
frenteao Hospital.
José Maurício com as
irmás de caridade, Nadir e
Conceição
EmManhumirim, vários
veículos decomunicaçãoes-
tiveramacompanhando ere-
gistrando a distribuição dos
donativos, que como sem-
pre, destaca-se, dentre ou-
tras p ela organização e
sincronismo entreas pesso-
as enganjada no ato. Jornal
o Vertente, Jornal doVale, a
equipe da TVCatuaí da ci-
dadedeManhuaçu eo Com-
batente (mídia eletrônica -
blogpost). JáemCarangola,
além dos já citados, estive-
ramtambém fazendo regis-
tros, o Jornal o Semanal
(José Vieira), Jornal da Ci-
dade - Jandira (acesse:
www.jccarangola.com.br),
FolhadaMata (Albino Ne-
ves)e outros.
A prática dafilosofia de
sedoarao próximo constitui
umprazerqueestánaíndole,
nagenéticade suafamília, na
qualseus integrantes praticam
asolidariedadehumanacomo
seu desntino natural.
“É lógico que a troca de
experiência no núcleo para
a formação dapersonalida-
de humana, mas, quando
essas experiências se aliam
a tendência genética da prá-
tica do bem comum, surgem
inevitavelmente pessoas
como as da família
“Nolasco”, onde o prazer
está em dividir com os ne-
cessitados um pouco de sua
fortuna material e espiritu-
al, em vê-los felizes, princi-
palmentena data em quese
festeja, simbolicamente o
nascimentodo Senhor Jesus
Cristo. Essa prática, a de
doar-se, não é somente no
dia, mas, noutras oportuni-
dade em vêem seus seme-
lhantes, menos afotunados,
necessitando de recursos e
da assistência da família
“Nolasco”.” Reporta o Sr.
Dr. Cirilo (Cirilinho), defen-
sorpúblicoaposentado efiel
escudeiro euma das notadas
testemunhas dos gestos de
Dr.Maurício Nolasco.
O Jornal o Vertente, se
confraternizacom essafamí-
lia,por este ato decontinua-
ção dosensinamentos deseus
antepassados, tão incomum
nos dias de hoje, numasoci-
edadevoltadaaos interesses
deconsumoe posse,adotan-
do-senaprática oato indivi-
dualistae ganado seter mais
a cadadia e todo custo, nos
dias de hoje.
Quebomqueesta“famí-
lia”,novamentepodendo, se-
gueos passos deseus ances-
trais.Diz, Dr. Cirilo.
Por.: Winston Sales -
Goval-MG
Fotos: Cesar - Jornal o
Vertente
Contribuição informativa:
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População recebendo doação em Carangola, na Rua Sta. Luzia

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Até quando a população terá que conviver com isso?...

  • 1. Circula na Vertente Ocidentaldo Caparaó e Zona da Mata Mineira - R$ 1,50Ano X- Nº 35 - 15 DE JANEIRO A 15 FEVEREIRO 2012 Diretor: César Chaves de Oliveira Dr.Fábio Morando (32)3741-4086 Tel.: (32) 3741-1065 - Carangola-MG Abasteça e ganhe uma ducha Posto Oliveira 100% adequado a lei ambiental Posto Oliveira A Secretaria Municipal de Saúde de Carangola, en- tregou na manhã de 19/01, aos insulinos-dependentes 79 kits glicosímetros, equi- pamento para a análise de glicose no sangue. No dia 19/01, a Prefei- tura de Carangola, através da Secretaria Municipal de Saúde, efetuou a redistri- buição de medicamentos aos pacientes diabéticos kits glicosímetros, apare- lho eletrônico, responsável em auxiliar o paciente no monitoramento do índice da diabete. Página 03. A SMS DISTRIBUI APARELHOS “GLICOSÍMETROS” CARANGOLA130 ANOSDE EMANCIPAÇÃO A cidadedecarangolaquecom- pletou no dia sete de janeiro, 07/ 01, 130 anos de emancipação po- lítica, teve suas comemorações proteladaspara os dias20, 21 e22 de janeiro. Página 02. Entrega do kit glicêmico aos portadores de diabetes... Nolasco,familiares e amigosemfrenteao HospitaldeManhumirim. FAMÍLIA NOLASCO FAZ A TRADICIONAL DISTRIBUIÇÃO DE DONATIVOS Desde1940 a Sra. MariaOlindaPinheiro Lima(donaQuiquita),avó do Dr. JoséMaurício Nolasco, jáfazia adoação de kitsdealimentos aos necessitados nodiade Natal, tornou-seumatradição. Apósseu falecimento, não houve mais doação por aproximadamente5 anos. Porém, o neto, JoséMaurício Nolasco, veio abraçar a nobrecausaaté entãomantidapelasua avó, ato queperdura atéaos dias de hoje. Página 08. Meeiros de Café. Mineração e Escravatura (VII) OBRASDE REVITALIZAÇÃO Continuando com “Meeiros de Café”, deVivaldo Barbosa, no his- tórico do cafédoentorno da“Serra do Caparaó”, temos do Capitulo Dois página41 emdiante: “Nosanos Oitocentos, ocafévai mudar todoessepanorama. OBra- sil passa aser o café. O café era o Vale;o Valeo escravo. O Rio vai encarar o café com mais importância. Organizam-se viveirosde sementes e mudas, e são realizadas exp eriências na grande baixada do litor al, Mendanha, São Gonçalo, Magé, Itaboraí, Maricá. Tropaetropeiros sobemas serras elevammudaspara outrolado, BarraMansa, Piraí, Pati deAlferes, Vassouras e Resende. Páginas 04 e 05 A praça Cel. Maximiniano, localizada no centro da cida- de e a mais freqüentada duran- te décadas,desde a sua cons- trução estratégica, passou por mais uma reforma de restaura- ção com atenção especial ao centenário chafariz, conside- rado patrimônio público que permaneceu por longos 18 anos de inércia (sem funcio- nar). Página06.
  • 2. 15 DE JANEIRO A 15FEVEREIRO 2012 -Página 2 Acidadede carangolaque completou no dia setedeja- neiro, 07/01, 130 anos de emancipação política, teve suas comemorações protela- das paraos dias 20, 21 e 22 de janeiro. O adiamento se deu emrazão do mau tempo e em solidariedade às cida- des circunvizinhas e suapo- pulação admoestadas pelas chuvas. No diasete, após a cele- braçãodamissa realizadana IgrejaMatrizde SantaLuzia, acâmara legislativapatroci- nou um café da manhã aos presentes, em comemoração a data festiva. Vereadores, novos eantigos naoportuni- dade manifestaram desejos ummelhor 2012. O presiden- tedo legislativo, Carlos Be- nedito,fezquestão decomu- nicar adevolução demais de R$ 124 mil reais aos cofres da prefeitura, já o prefeito, PatrickDrumond, oportunae acertadamente, agradeceu e concitou aos vereadores a fazeremas indicações paraa aplicações dos valoresdevol- vidos emproldacomunida- decarangolense. Asfestividadedo aniver- Diagramaçãoe formatação:GersonCoxinha Tel.: (33) 9904-3911 - e-mail:g erson coxinh a@hotmail.com CARTAS PARAAREDAÇÃO As cartas p ara a redaç ão d e “O Ve rten te” devem ser ende reç adas para: Fone: (32) 9934-4633 jornal-vertente@bol.com.br As cartasdevem serencaminhadas com assinatura, identificação,endereço e telefone do remetente. “OVertente” reserva-se o direito de selecioná-lase resumi-las para publicação. Fundado em 25demaio de2001 CNPJ04.566.203/0001-09 D I R ET OR R E SPO N S Á VE L: César Chaves de Oliveira JO R N A LIS TA R E SP ON S Á V EL TarcisoAlves: DRT/MG JP-8 422 R ED A Ç ÃO E A D M IN IS TR A Ç Ã O Carangola- MG Fone: (32) 9934-4633 C O LA B OR A D O R E S: Eng°. Agr°. Ruy Grippe WinstonSales C IR C U LA Ç Ã O Vertente Ocidental doPico da Bandeira e Zona da Mata Mineira Cidades: Al to Jequiti bá, A bre Campo, A lto Caparaó, Carangol a, Caparaó, Caiana, Divino, Espera Feliz, FariaLemos, Fervedouro, Laj i nha, Manhuaçu, Manhumirim, Mati pó, São João do Manhuaçu, Si monési a, S anta Margari da, São Franciscodo Glória,Tom- bos e Orizânia TIRA GEM: 5.000 exemplares (edição mensal) Assinatura semestral: R$ 20,00 Assinatura anual: R$ 30,00 Envie sua opiniãoou sugestão: E-mail: jornal-vertente@bol.com.br jornalovertente.redacao@yahoo.com.br Impressão: EditoraeGráfica Leste Obs.: As matérias assinadas sãode inteira responsabilidade de seus autores. Caran-cola Av. Capitão Antônio Carlos de Souza, 153 - Carangola Tel.: (32) 3741-1332 Distribuidora de Bebidas AdvocaciaConsultoria Jurídica Márcio de Carvalho Neves OAB-MG 96.046 Tel.: (32) 3741-2109 - Res.: 3741-5445 Cel.: 8827-0042 R. Marechal Deodoro, 62-Sl 103-Centro-Carangola E-mail: drmcneves@yahoo.com.br CARANGOLACOMPLETOU 130ANOSDEEMANCIPAÇÃO Motoristas continuam sofrendo, além dos im- postos veiculares, que agora é hora de começar a pagar, senão levammultas e toda sorte de punição. Os motorista e a população em geral continuam engolindo e tendo prejuízos com a histó- ricas mazelas das estradas e de seus fiéis companheiros “buracos”. Os buracos “Lázaro”, que ressuscitam a todo momento após recentes reformas. Que reforma é essa gente?! Que engenharia é essa?!Onde está o dinheiro ar- recadado dos impostos obri- gatórios para se ter e manter um veículo? E olha que o IPVA emMinas é umdos mais caros, comparado com o do vizinho Espírito Santo. Êita buraquinhofundoesses das es- tradas, pois, não há dinheiro que chega e nem buraco que se acabe, ou melhor, cabe até um trocadilho: “não há obra do Denit que dure nem buraco que se acabe”. É MENTIRA Terta?! Os trechos de acesso à cidade de Divino estão uma pouca vergonha, êpa, pouca não é muita mes- mo! Ou melhor, estão com falta dela, bem o retra- to da qualidade da obra bem como a de seus exe- cutores; o trecho, Carangola à Fervedouro, novamente teve ressuscita- dos os buracos que foram enterrados em covas rasas por recentes obras de recapeamente e operação “tapa-buraco”... Credo, é TAPA mesmo, mas o nome correto seria TAPA-NA- CARA da população tão usurpadas através de im- postos cada vez mais ca- ros, semnada ou ninguém mover sequer um palha em próldasociedade. Esta sim, é uma operação “TAPA- NA-CARA quiçá TAPA-VERGONHA”. É sabido que funcionários do Denit teve em Carangola,passeou,rodou, conversou,passeou de novo comalguns representantes políticos, conver- sou de novo, foramconhecer os trechos das estra- das, aí, voltou de novo e encheram o “pandú” e pronto, comeram e beberama vontade. E os bura- cos continuam lá e o cordão dos buracos, igual- mente aos outros cordões que todos já conhecem, a cada dia aumentam mais. Aumentam as estórias da carochinha, aumentam as datas para o início das obras, aumentam o número de puxa-saco, au- mentam os sanguessugas, aumentam o tamanho da cueca, aumentam a maleta, aumentam o tama- nho das meias (há quem diga que tem políticos usando meia-calça). Ah, aumentam também, as festas, os forrós, os churrascos, os galo-com-ma- carrão, feijoadas, mocotós, pato com arroz e por Winston Sales sário da cidade contou com umadas maiores festas reali- zadapelaprefeituraemtodos os tempos.A seqüênciados shows musicais contou com aapresentaçãodevárias ban- das, com destaque a banda “NXzero”. Segundoinforma- ções da assessora de im- prensa, Sabrina, mais de 10 milpessoa estiverampresen- te no sábado, 21/01. O pú- blico, emsuamaioriajovens, interagiu com empolgação por mais de1 horaemeiade show da banda. Nos 130 anos de história de Carangola, entra também parao rol aapresentaçãodas bandaseo número depúbli- copresentes. O programa dasapresen- tações do shows teve ase- guinte seqüência: dia 20, Simples Samba, Beto Kauê e Caldeirão; dia 21, com Murilo Rodrigues, NXZero e Suíte Bordô e no dia 22, foi a vez da Banda Beijo Ap imentado, fechando o evento. Por:Winston Sales Fonte: Assessoria Im- prensa(Sabrina). Editorial aí vai... cuidado, pois você eleitor inadvertido está sendo sevado, estão engordando-o para depois fa- zerem aquela refeição, e próximo pato a ser comi- do será você. Agora,ano de eleição,vai ser sempre assim, muita fes- ta, muito blá, blá, muito ta- pinhasnas costas, muitas vi- sitas a funerais, muitas visi- tas nas casas,muitos fogue- tes e depois... é só PORRETE! E olha que vai ser porretada durante qua- tro anos, haja lombo! Os urubus já estão circu- lando de asas e bicos aber- tos, famintos, só esperando você cochilar! Isso mesmo, não esperam você morrer nem feder mais não, vão bi- car em você ainda vivo. Oh, e este ano vão ser muitos e novatos,oriundos de outras tocas e como já é sabido o urubu-rei, isso mesmo, é aquele do bico afiado que chega e bica primeiro antes dos outros, e você eleitor, sabe muito bem onde é a primeira bicada. É privilégio do rei, e de- pois que ele bica os colegas vão entrar com tudo sem pedir licença, bom será se sobrar ao menos sua carcaça.Muitos dos eleitores ainda tras as mar- cas das bicadas passadas, afi- nal, as feridas não se sicatrizam rápido. Fiquem atentos. MERECEMOS MELHOR SORTE, NÃO É?! Não preci- sa ser profeta para deduzir que irão ver novamente uma piro- tecnia em torno das obras de recuperação das estradas da re- gião, não precisa ser advinho para anteciparque obras nas es- tradas vai levar muiiiiiito tem- po. Digo, de qualidade. Pois, porcarias já foram feitas e de efetivo foi só o alto valor da operação. Segundo o Sr. José Ronaldo, aqui de Valadares, que tem familiares morando em Carangola, “os trechos estão muito perigosos e exi- ge muitíssimo cuidados, e que, o abandono é total. Parece que foi bombardeada.” Mas só para amenizar a ansiedade, vamos espe- rar que o pessoal do Denit não venham só passear e conhecer o que já é muitíssimo conhecido e sim, trazer com urgência a trafegabilidade nas estradas da região. Contar tambémcom as ações dos pode- res públicos, já sabendo que, a burocracia é ponderante e pouco resolve ou tem resolvido, a exemplo de ações anteriores e até agora nada... porém, as esperanças não devemesmorecer jamais. UNIÃO FAZ A FORÇA, SOCIEDADE ORGANI- ZADA NÃO SE DEIXA GOVERNAR, GOVER- NA! Por: Winston Sales - Governador Valadares-MG ESTRADAS ESTÃO UM CAOS E NENHUMA SOLUÇÃOATÉOMOMENTO ATÉ QUANDO MAIS A POPULAÇÃO TERÁ QUE ESPERAR??? ÉANO DEELEIÇÃO POVÃOEOS HOMITÃO AÍCOM SUACURRIOLA... E os buracos continuam lá e o cordão dos buracos, igualmente aos outros cor- dões que todos já conhe- cem, a cada dia aumentam mais. Aumentam as estó- rias da carochinha, au- mentam as datas para o início das obras, aumen- tam o número de puxa- saco, aumentam os san- guessugas. Contar também com as ações dos poderes pú- blicos, já sabendoque, a burocraciaé ponderante e pouco resolve ou tem resolvido, a exemplo de ações anteriores e até agora nada..
  • 3. 15 DE JANEIRO A 15FEVEREIRO 2012 -Página 3ARTIGO A SecretariaMunicipal deSaú- de de Carangola, entregou na ma- nhãde19/01, aos insulinos-depen- dentes79 kits glicosímetros,equi- pamento para aanálise de glicose no sangue. No dia 19/01, a Prefeitura de Carangola, através da Secretaria Municipal de Saúde, efetuou a redistribuiçãode medicamentos aos p acientes diabéticos kits glicosímetros, aparelho eletrônico, responsávelemauxiliar o paciente no monitoramento do índice da diabete. Os insumos parao controlede diabetes, dos hipoglicemiantesorais eda insulinaregular, teve suadistri- buiçãode acordocoma portarianº 2.583, de 10/10/2007, a qual implementaaLeiFederalnº11.347, de26/10/2006 edispõesobreadis- tribuição gratuita demedicamentos emateriais. Também, esclarece que o pro- grama de cuidado integral ao dia- betesmellitusdeve ter como priori- dadesestratégica:a prevençãopri- mária da doença com ações sobre os fatores derisco, adetecçãopre- coce, o tratamento adequado que permita modificar a evolução da doença, previnaas complicações e melhore a qualidade de vida dos portadores. Todos os portadores de diabe- tes e dep endentes dos mediamentos, cadastrados no Sis- temaÚnico de Saúde(SUS) pode- rão receber a InsulinaRegular nas unidades básicas de saúde. O mi- nistério da Saúde irá centralizar a compra edistribuição da Insulina Regular,queatualmente éadquiri- dapelosEstados eMunicípios com recursos federaise disponívelape- nas em centros ehospitais derefe- rência, que exigem a marcação de consultaparaentregar amedicação. Comanova portaria, os porta- dores dediabetes poderão dispor daInsulina Regular,umvez queas unidades báscias de saúde, alémde não exigir novaconsulta médica a cada entrega dos medicamentos, atendemamaior partedos usuários do SUS. Sabe-se que a Insulina Regular temumaação mais rápida eprolongada queainsulina do tipo NPH, quecontinuará asercompra- A SMS DE CARANGOLA DISTRIBUI APARELHOS “GLICOSÍMETROS” PARA INSULINOS-DEPENDENTES daedistribuido pelo Ministério da Saúde. Outranovidadedesta Portariaé que aqueles que já recebem regu- larmenteinsulinae outros medica- mentos já podem também contar comumkit paraautomonitoramento queincluiseringas, tirasreagentes, glicosímetros e lancetas. Aschamadas insulinas especiais ou análogas,não foramcontempla- dasnesta portaria, mas isto não sig- nificaqueaqueles quedelas neces- sitam não devam tentar buscá-las administrativamente,buscando seus direitos etentem obtê-los deforma espontânea. VITÓRIA: Todos os portado- resdediabetes, temcomo maisuma vitória, tanto aLeiFederalnº11.347/ 06 quanto a portaria, que apesar dosconstantes vetos, todos devem continuarnabatalha enão esmore- cer caso não obetenham êxito em conseguir oquenecessitam. Devem percorrer todo o caminho adminis- trativo que jáfoiobjeto deinúmeras orientações anteriores. Todavia, caso não consigam receber o que necessitamparao seu tratamentode diabetes, devem sempre lembrar queexistea nossaConstituiçãoFe- derale queaviajudicial deveráser o último caminho aser buscado. NO “SUS” TEMQUE ESTÁDISPONIBILIZADOS OS SEGUINTES MEDICA- MENTOS E INSUMOS, DES- TINADOS AO MONITORAMENTO DA GLICEMIA CAPILAR DOS PORTADORES DE DIABE- TES MELLITUS, NOS TER- MOS DA LEI FEDERAL Nº 11.347/06: I. MEDICAMENTOS: a)glibenclamida5 mgcomprimi- do; b) cloridrato de metformina500 mge850 mgcomprimido; c) glicazida80 mgcomprimido; d) insulina humanaNPH - sus- pensão injetável100 UI/mL;e e) insulinahumana regular -sus- pensão injetável 100 UI/mL. II. INSUMOS: a).seringascom agulhaacoplada paraaplicação deinsulina; b) tiras reagentes demedidade glicemiacapilar; e c)Lancetas para punçãodigital. A aquisição, a distribuição, a dispensação eo finaciamento dos medicamentos e insumos de que trata estaPortaria são de respon- sabilidadedaUnião, dos Estados, do Distrito Federal edos Municí- pios,conformepactuaçãoTripartite easnormas do ComponenteBási- co daAssistênciaFarmacêutica. A Secretaria de Saúde de Carangola,comunicaainda, aos que nãopuderamestar presenteparao recebimentos do kit, que poderá fazê-lo dirigindo-se ao PSF (hoje denominado deESF/ Estratégiada SaúdedaFamília), munidosdosse- guintes documentos: Receita,Iden- tidade, CPF e Cartão Nacionaldo SUS. Conforme a Secretaria de Saúde, mais de 200 pacientes dia- béticos estão cadastrados. Atenção:os pacientes cadastra- dos detém automaticamentedirei- tos na obtenção do kit, os não ca- dastrados, ou seja, os novos paci- entes, deverão procurar o PSF de seu bairo e p roceder o cadastramento. Antes de receberem os kit, os pacientesde insulinaparticiparam deumapalestra ministradas pelas enfermeirado PSF. Diabetes, for- mas de controle da doença e ali- mentaçãosaudávelforam algunsdos temas abordados. O preço de um glicosímetro,por exemplo, podeva- riar entre R$ 80,00 até R$ 180,00. Paraalgunsespecialistas, o mai- or desafio enfrentado éemrelação aoscuidados comos diabéticos éo deconscientizá-los sobre aimpor- tânciade semanter adietaadequa- da, sobre anecessidadede sefazer atividadesfísicase deoutras práti- casque auxiliamnocontrole dado- ença. Apesar da diabetes não ter cura, épossível controlar econvi- ver coma doença, evitando impli- cações. Nesse sentido, a orienta- çãodamaioriados profissionaisde saúdeéfundamental, talvez mais até queouso do medicamento. Muitas pessoas queprocuram atendimentonaredepúblicadesaú- denão sabequetem diabetes,por- queos sintomas não são tãoclaros. Daí, “Éimportante queapopula- ção procure ummédico efaçaexa- me de dosagemde açucar regular- mente”,éo conselhodosprofissio- nais dasaúde. Para muito dos p acientes, a iniciativa da Secretaria de Saú- de é muito imp ortante. Pois, além da doação do aparelho, a reunião deu a op ortunidade de conhecer e aprender a manuse-a- lo. O prefeito Patrick, enfatizou, acima de tudo, a necessidade de todos serembem tratados eassisti- dos, caso contrário, fazerem suas reclamações p ara as devidadas medidas. Os presentes puderam contarcom umafartamesacomuma variedades deopções, emespecial frutas. Por:Winston Sales -Goval-MG Fotos:Jornalo Vertente- CesarPacientes recebem instruções enquanto aguardam pela entrega dos analisadores de glicose. Entrega do kit glicêmico aos portadores de diabetes...
  • 4. 15 DE JANEIRO A 15FEVEREIRO 2012 -Página 4Cidade EngºAgr° Ruy Gripp Continuando com “Meeiros de Café”, deVivaldo Barbosa, no his- tórico do cafédoentorno da“Serra do Caparaó”, temos do Capitulo Dois página41 emdiante: “Nosanos Oitocentos, ocafévai mudar todoessepanorama. OBra- sil passa aser o café. O café era o Vale;o Valeo escravo. O Rio vai encarar o café com mais importância. Organizam-se viveirosdesementese mudas, esão realizadas experiências na grande baixadado litoral, Mendanha, São Gonçalo, Magé, Itaboraí, Maricá. Tropaetropeiros sobemas serras e levam mudas p ara outro lado, BarraMansa,Piraí, PatideAlferes, Vassouras e Resende. Aí, o café encontra melhor hábitat até então experimentado, o valedo Paraíba– regiãodetríplicefronteira, detríplice domínio entreRio deJaneiro, Mi- nas e São Paulo. Os engenhos de açúcare as pastagens de criação de gado vão darlugar àlavoura decafé. Osmineiros jánão achamouro, abandonam a mineração, descem nadireção do Paraíbae, àmargem esquerda, plantam café. Trazem consigo o capitalauferido nas mi- nas, necessário para implantar e sustentar alavoura de café. Em 1810, Resende, que se tornara Vila em 1801, já constitui gran- de centro irradiador decafép ara todo o vale e em direção a São Paulo. O café já firmap resença sensívelna economiafluminense. Para tanto, os índios coroados, que defendiam valentemente seus antigos domínios eviviam perturbando a chegadado bran- co naregião, foramenfrentados e afinal confinados em uma aldeia. Seusrivais purís erammais dóceis eassimiláveis.Forammaisfacilmen- temiscigenados. No lado de São Paulo, o Vale foi também recebendo café. Em Guaratinguetá, o caféfoiplantado em1802, registrando suaprimeira colheitaem 1806.Anteriormente, nas últimas décadas do século an- terior,essaregião estavafortemen- te voltada para os engenhos de cana-de-açúcar, gradativamente substituídospelaslavouras decafé. Jáem 1825,o caféconstituiaprin- cipalproduçãoda região.Estimula oplantio asuaproximidadedopor- to de Parati. Era só varar edescer a serra. No lombo de burros. Em 1830,o panoramaapresentava-se inteiramentediferente:o caféalcan- çaposição dominadora naagricul- tura,naeconomia.Aessa altura,em toda a baixada de Angra a Cabo Frio, especialmenteem seus mor- ros,cultiva-secafé, como comple- mentar ao engenho de açúcar e à aguardente. Somentea baixadacam- p ista resiste em sua vocação açucareira.São Gonçalo é o grande centro irradiador parao lado norte dabaixada litorânea.P. 42 Jánaquelaépoca, o caféalcança os grandes ebelosvales afluentes à margemesquerdado Paraíba,os vale do Pomba, do M uriaé, do Carangola. Mercadantesituanadé- cada de 1830 o estabelecimento das primeiras fazendas nessas áreas, e sua chegadaa Carangola, na década de 1850. Cantagalo, agora com suíços e alemães, tor- na-se o grande pólo irradiador do café paraa região fluminense mais ao norte, paraMinas eparaaSerra do Caparaó. O panoramafísico, econômico e social da região montanhosa e do Vale do Paraíba apresenta-se bem outro.As matas dão lugar às lavou- ras;e as grandes árvores, aos arbus- tos de café.O Rio deJaneirorompe definitivamente seu destino de guardiãoda costaevolta-se paraas entranhasdesuas montanhas epara os vales de seusrios. Pelos meados do século, o hábi- to de tomar caféno país eraampla- mentedifundido;americanos eeuro- peus já o consumiamem largaesca- la. O Valedo Paraíba representava o berço desuagrandeprodução.Daí cunhou-seaexpressão: “O Brasilé oVale”. Oumelhor dizendo, “OBra- silé o café. O café eo Vale”. Mas o Vale é o escravo, insiste Ricardo Sales.Adécada de1850 representa aidade deouro daprodução decafé no Vale. Nasegunda metadedo sé- culo,o cafévaivicejar aindamelhor no Centro e Oeste de São Paulo e, nasúltimasdécadas, encontraoutro imp ortante hábitat: a Serra do Caparaó.” O Vale do Paraíba desempe- nhou especialpapelhistórico para o Brasil. Diante dadecadênciada mineração, propiciouao país novo direcionamentoem suaeconomia. O Brasil sai da crise do setor de mineração eretoma aprosperida- de como caféno vale.Absorve a mão de obra que não encontrava mais trabalho nas minas. Não há dúvidasdequeoValefiguroucomo umdos suportes da economiada nova nação que surgia com a re- centeindependência. Paralelamente,desenha-senova classesocial,com estratos superi- ores e médios – o fazendeiro do cafée, onívelmaisalto, o baronato do café. Surgem os barões nas grandes fazendasdo Vale,magna- tas do café, senhores das terras e de escravos que formavam o es- pectrodaclassedominanteno país. Consolidou-seuma classesenho- rialescravista, queparticipou da construção do Estado nacional, estendeu-sepor todo o território do país eparaquasetodos os es- tratossociais ediferentesramosde atividade.Abaseresidianasgran- despropriedades rurais,especial- menteno Rio de Janeiro, a partir da Baixada Litorânea e Fluminense, atéa regiãoserranae o vale.Tratava-sedeumprocesso sustentado comercialefinanceira- mentepela praçado Rio, através dosgrandes comerciantes, capita- listas quetinhamseus grandescli- entes nos senhores de escravos, proprietáriosdas grandesfazendas. Enraizavam-senos organismosdo Estado,ocupavam espaços públi- cos, representavama basedo Par- tido Conservador, os Saquaremas. Tudo gentequevinhadas minas,de Portugal, das ilhasedeoutros pon- tos do país. Umaclasse socialque dominou a cena política da nova nação, um dos sustentáculos do novo país. Observou-seque a fa- zenda de café do vale do Paraíba constituíaumaunidade deprodução eumestilo devida. O país alcançou grandes índices deprodução e pôdeexportargran- des quantidades,gerando divisas e colocando-senocenário do comér- ciointernacional. NaGuerrado Paraguai(1865), muitos escravos forammobilizados paraas necessidades daguerra. Os escravos da nação e da Coroa fo- ramlibertospara participar daluta, e prêmios oferecidos a quem ofe- recesse escravos libertos para a Guerra, quecontou comapresen- ça massiva denegros. Tal partici- pação impressionou muitos obser- vadores estrangeiros. A instabilidadeera grande,ain- segurançamaior ainda; fugas, rebe- liões de escravos em todo canto. Desde a década de 30 e 40, ocor- riammuitasmanifestações derebel- dia, o que levava ao temor de in- surreição geral. Nadécada de60 e emanos anteriores, ocorreram, atos deviolência,assassinatos eforma- ção dequilombos. Em1865,regis- traram-se manifestações abolicionistas, primeiramente por partede estudantes.” Nota- Pretendemos continuar com“Meeiros deCafé”deVivaldo Barbosacom o relato daposse da terra. Ruy Gripp- 10-06-2011 Meeiros de Café. Mineração e Escravatura (VII) Social Estilo Noúltimo, 20/01, osfarmacêuticos locais, juntamente comseus familiares, sereuniram numaconfraternização onderealizou-se umjantar comemorativo. Ensejando o evento,declarou-se o reconhecimentoaos préstimos pro- fissionais da Sra. Gladys Magalhães Carvalho Caldeira, como 'Patronada Farmácia deMinas' pelos 66 anos de atividades nanobreprofissão. Por:Winston Sales -GOVAL-MG Cleto - Raul - João Paulo -Guilherme Dep. Federal Bernardo Santana e o Prefeito Patrick Ismael e Mansur Ismael, Jones, JoséAntônio, Patrick e companheiros JoséAntônio, Ismael, Jones e Chaiben Kelly e Thelma NizaDrumond, Izabela Drumond, Ana Maria, Sabrina e Ismael Nolasco, com as irmãs Nadir e Conceição, do Hospital de Manhumirim Nolasco, com o filho e amigos na distribuição de cesta básica 21 DE JANEIRO, DIA DO FARMACÊUTICO ENCONTRO DEFARMACÊUTICOS DE CARANGOLAHOMENAGEIA PATRONADA FARMÁCIA DEMINAS COM JANTAR
  • 5. 15 DE JANEIRO A 15FEVEREIRO 2012 -Página 5  Cidade Em Carangola, no córrego do bairrotriângulo,próximo aumape- quenabarragem, o corpode umho- mem,afrodecendente, foientrado já semvida. Segundo relatos dos pre- sentes, o homem fazia a capina alí próximo quado, provavelmentepas- sou male veioafalecerno local. Su- põe-seter sofrido uminfarto fulmi- nante. Ohomem estavausando bo- tas, o queapontapara apossibilida- dede o mesmo estar fazendo o ser- viço decapina. Aindanãoobtivemos os dados completos da vítima. O caso está acargo da polícialocal. Corpo jásem vidasobrevegeta- ção do córrego situado no bairro triangulo. Por:Winston Sales-Goval-MG CORPO É ENCONTRADO E CAUSA DA MORTE AINDA É UM MISTÉRIO Corpo de um homem é encontrado nacachoeira, pre- so àspedras, nas proximida- des da Usina PCH de Carangola. O homem, iden- tificadoapenas peloprimeiro nome, Flávio, de aproximadade28 anos,esta- va desaparecido a mais ou menos 6 dias. APolíciaMili- tardeCarangola estevenolo- calparaos procedimentosde praxee aguardando a chega- dadaperícia eposteriormen- teo recolhimento do corpo. Ascausasda morte,aprincí- pio suponhe-seser por afo- gamento, já as conseqüênci- as que levaram o homem a cair ou por algumaoutra ra- zão estará acargo dapolícia judiciáriaeda perícia. Pois, a identificaçãovisualficoucom- prometidadevido ao estado de deterioração em que se encontrava.O reconhecimen- res deautoridades queestão a cargo deste episódio e o andamento do inquérito. Por: Winston Sales - Goval-MG Foto: César Chaves Oli- veira HOMEMÉ ENCONTRADO MORTO NO CÓRREGO DO TRIÂNGULO Corpo já semvida sobre vegetação do córrego situado no bairro triangulo. Flávio,de aproximadade28anos, estavadesaparecido a maisou menos6 dias. EngºAgrº Ruy Gripp Continuando com“Meeiros deCafé”,de Vivaldo Barbosa, nohistóricodo café doen- torno da “Serrado Caparaó”, temos do Ca- pituloDoispágina 45 emdiante: “A posse da terra no Brasil não se deu pelas leis do mercado. Operou-se p ela conces são do Est ado, atrav és das sesmarias, já previstas nas Ordenações, queconstituíam o Código deLeisbásicas dePortugale do Brasil. Assim,o território do país foi sendo ocu- pado pelo regimedeconcessão desesmarias. Com o recebimento da carta de sesmaria, quemainda não era amigo da Coroapassa- va a lhe votar sua gratidão e sua lealdade. Erao meio deir Formando o país, politica- mente, com unidadeedemaneira solidáriaà Coroa. Éo país dasesmaria. A Leide Terrade 1850 representou um marconahistóriadoImpério brasileiro.Duas questõesdominaramavidaeconômica epo- líticado país notempo doImpério: aescra- vidão ea possedaterra.A agriculturacons- tituíao centro daatividade econômica,pois não haviapraticamente indústriano Brasil. Durantea Colônia, aqui não se podiaesta- belecerindústria paraquenão secriasseuma economiaforte,capaz deameaçar Portugal. ComaAberturados Portos, em1808, eos tratados assinadoscom Portugal,aInglater- rapassou aabastecer o país comprodutos desua indústria, nãodeixando espaço para florescer um parqueindustrialoBrasil”;P.49 “A economiacafeeira havia progredido bemno Valedo Paraíbaejá haviachegado a SãoPaulo eMinas Gerais, nas primeirasdé- cadas do século XIX. Pelametade do sécu- lo, ao mesmo tempo emquese atingiamal- tosníveise recordes deproduçãocom auti- lização demão de obra escrava, os setores mais dinâmicos da lavoura de café- a Pro- vínciado Rio deJaneiro, juntamente comos setores daadministração centraldo gover- no,magistrados eburocratas - jáviam o qua- dro com preocupação e temor pelo futuro dalavoura. Esses setores alinhavam-secom o Partido Conservador, os chamados saquaremas, que compunham a espinha dorsaldo Estadobrasileiro,em oposiçãoaos Liberais, chamadosde luzias. Preocupavam- seemresolver duas questões fundamentais. Emprimeiro lugar, fazer prevalecer aordem jurídicano sistemadepropriedade daterra paraterminar comdisputas, tanto as judiciais quanto aquelas resolvidas àbala, bemcomo demarcar,fixardivisas, definir proprietários etc. Em segundo lugar, atrair mão de obra livreatravés deprocessosdecolonização por partedecolonos europeusdisponíveis,como jáhavia sucedido , demaneira exitosa. Para tanto, erapreciso interromperadistribuição deterras por sesmarias elimitar o tamanho de propriedade, pois as benesses outorga- dashaviampossibilitado propriedadesdes- comunais, latifúndios, oquedificultavaoaces- so por partedecolonos.As terras deveriam servendidas parater valorização;ao mesmo tempo, deveriamser criadasdificuldadespara sua revenda, à semelhança do que fizera a Austrália–igualmente proprietáriademuitas terras e necessitadade mão de obra. Os setores mais dinâmicos e lúcidos já haviampercebido queocafécultivado àbase dotrabalho escravonão tinhagrandefuturo. Deumlado, por pressão daInglaterra, o trá- fico deescravos africanos não erapossível. O próprio país tevedebaixar lei proibindo o tráfico de escravos. Eseguida,viriam asleis deVentre Livreedo Sexagenário. Emalgum momento, mais cedo ou mais tarde, o pró- priotrabalho escravoviriaaser proibido.A disponibilidadedemão-de-obrairiafatalmente diminuir. Os dados informam que, dos 2,5 milhões de escravosexistentesem 1850, res- tariam em torno de 500 mil por ocasião da Abolição. Acrescente escassez de mão-de- obra escrava levava os fazendeiros de café no vale aapertar o cerco ea exigir maios do escravo. De umamédia deum escravo para cuidarde461 pés decaféentre 1821-35, pas- sou-se amédia de 1.321 pés no período de 1865-80. Deoutro lado, acrescentamos, o trabalho escravo não possibilitavatratamento racional e adequado da lavoura de café. A organiza- ção do trabalho mais adequado para o me- lhor aproveitamento do caféé aquelarealiza- daatravés daparceria, dameação, comoveio a ser adotada comgrande proveito na Serra do Caparaó apartir da décadade 70 daque- le século. Embora tal apreciação não tenha sidoexpressanaquelaocasião,erao quecer- tamenteresidiano fundo das preocupações daquelaparcelade dirigentes, agricultores e homens de Estado. ZonasUrbanas: Manhumirim. P.59 O que compõe, na essência, essa região da Serra do Caparaó é a fazenda de café. É em torno das fazendas de café que se dá a vidadas pessoas,diretaou indiretamente.Os aglomeradosurbanos que resultaramnas ci- dadesdeManhumirimedeAlto Jequitibá,bem como no povoado de Pequiá, são conseqü- ênciadas fazendas, e paraestas sefizeram. O quese diziano século XIX, como járefe- rido, era que o Brasil, o Império do Brasil, era o café. O caféera o vale do Paraíba. E o vale e o Império eram o escravo. Mas, na verdade, o café era a fazenda. E o café e a fazendaeram o meeiro. No final do rio Pirapetinga, pouco antes deseu desaguamentonorio Manhumirim,al- gumas casas plantadas ás suas margens de- raminício ao povoado, conhecido como Se- nhor bomJesusdo Pirapitinga. Oreconheci- mento oficial vemcomsuaelevação aDistri- to de Paz, pelaLeide1877, quecriou o mu- nicípiodeManhuaçu. O primeirojuiz depaz nomeado foi Leon Sanglard, morador de Jacutinga.Aliás esteúltimo, como irmãoEu- gênio,foramresponsáveis pelaintroduçãodo café na região. Algumas novas casas foram construídas porJoaquim Mariano,um“puri velho”, como a ele se referiu o dr. Joaquim Cabral. Anteriormente,ospovoamentos naregião se deram em São Simão (1855), em Sacra- mento e em São Lourenço (1857), hoje Manhuaçu.Atribui-sea origemdesses povo- amentos ao comércio da ipecacuanha - a p oaia, raiz de princíp ios medicinais, comercializada a partir da chegada de Do- mingos FernandesLana, naturaldearapongas. A origem tambémé atribuídaà presençade foragidos da revoltaliberalde1842 – chefia- da por Teófilo Otoni e derrotada em Santa Luzia - , os quais, entre eles o Dutrão, se embrenharamnessas matas densas edesco- nhecidas.A ipecacuanha, aindahoje, éusada comoprincípio ativo medicinal, o princípioda beladona, e como combate à amebíase. Em anos recentes, a Rússia, quando em guerra noAfeganistão,viu seussoldadoscontraírem um vírus que só pôde ser combatido com ipecacuanha extraída do Pantanal de Mato Grosso.Cientistasrussos foramenviadospara o processamento daplanta. Nota– Pretendemos continuar como as- suntohistórico do cafémo Brasile naregião na Serrado Caparaó e o sistema prático de meeiros naprodução, comvantagens sociais eeconômicas paratodos. Ruy Gripp Meeiros de Café. A Posse da Terra - (VIII) COMO CONSEGUIR DESCONTO AO QUI- TARDÍVIDAOUFINAN- CIAMENTOS ANTES DO PRAZO Embora seja um direito seumuitas empresas nãoque- rem conceder descontos na quitação antecipada dedívi- das. Veja aqui como conseguí-lo Atrasar pagamento de parcela de empréstimo ou financiamento significamul- tas e taxas de juros. Mas quando acontece o contrá- rio, e você quer antecipar o pagamento?Pelo Código de Defesado Consumidorvocê teria direito a um desconto mas nem sempreisso acon- tece. Líder emqueixas junto ao Banco Central(BC), asope- rações deliquidação anteci- padadecrédito nemsempre sãovantajosasparao consu- midor. Dejaneiro aagostode ALEI ESTÁAO TEU LADO, EXIJA O QUELHE ÉPOR DIREITO!!! SEU DIREITO EM CONSEGUIR DESCONTOS AO QUITAR DÍVIDAS OU FINANCIAMENTOS DE FORMA ANTECIPADA. 2009, foram registradas pelo BC 9.062 reclamações de pessoas quese sentiram le- sadas no momento desaldar antes do prazo dívidas de Crédito Direto ao Consu- midor (CDC) e financia- mento de bens e automó- veis.Asinstituições commais queixas nesteperíodo são as financeiras. A antecipação do paga- mento não é vistacombons olhos por bancos efinancei- ras, que lucram com a co- brançadejuros etarifas. O Código de Defesa do Consumidorprevêque ocli- enteque antecipar o p aga- mento de um empréstimo ou financiamento tem di- reito a um recálculo do montantefinal, comdescon- tosreferentes àsposteriores taxas dejuros queseriamco- bradas. O desconto é calcu- lado a partir do valor do cus- toefetivo total dadívida,va- lor percentualanualquedeve ser apresentado ao consumi- dorno ato dacontrataçãodo crédito. Para fazer seus direitos valerem, além deformalizar uma queixajunto ao Banco Central, você podeingressar comuma ação de consigna- ção de pagamento, com re- visãodecláusulascontratuais, no Juizado Especial de Pe- quenas Causasou naJustiça comum. Você deve calcular o va- lor do débito aser quitado e depositarovalor emjuízoaté asentençatransitar emjulga- do.Osjuízes têmtido muito cuidado paraver seo mon- tantedepositado écondizente com a realidade de merca- do. Normalmente, conside- ram-se juros entre 2,5 e 4,75%. Por: Winston Sales - Goval.MG. to do corpo foifeito por pa- rentes quereconheceram as roupase outras peculiarida- des. Mais detalhes sobre o caso serátrazido à público, estaremoscolhendo maisin- formações e relatos de pos- síveis testemunhas eparece-
  • 6. 15 DE JANEIRO A 15FEVEREIRO 2012 -Página 6 Saiba como conseguir desconto ao quitar dívidaou financiamentos antesdo prazo. Emborasejaumdi- reito seumuitas empresasnão que- remconceder descontos naquitação antecipada de dívidas. Veja aqui comoconseguí-lo. Atualmenteejávémdelongadata o “golpe do R$ 0,99 e0,98 o golpe da fração”, tudo é R$ 1,99; 2,99; 3,99 e atéR$ x,98. Então, amaioria dos comércios faturam noexceden- tesem declarar, umavez que, nasua nota fiscal, quando emitem, estará constando que pagou R$ 1,99 e abaixo o troco de R$ 0,01, com se tivesse sido devolvido. Os caixas estão orientados a falar o p r eço s emp re ar red on do p ara mais, nunca p ara menos, o que seria o correto e legal. Já notaram isso?! Na minha op in ião is so é go lp e baixo, golp e barato que sai caro e en- gorda o caixa ‘x’ do comerciante. Tudo isso acontece da forma mais naturalpossível,semnenhumainter- venção de quaisquer autoridades competentes.Éopovomais umavez jogadoà própriasorte! Atrasarpagamentode parcelade empréstimo ou financiamentosignifi- ca multas e taxas de juros. Mas quando aconteceo contrário, evocê quer antecipar o pagamento? Pelo Código de Defesa do Consumidor vocêteriadireito aum descontomas nemsempreisso acontece. Talvez, quasenunca. Líder emqueixas junto ao Banco Central(BC), as operações deliqui- dação antecipada de crédito nem sempre são vantajosas parao con- sumidor. De janeiro a agosto de 2009, foram registradas pelo BC 9.062 reclamações de pessoas que sesentiramlesadas no momento de saldar antes doprazodívidas deCré- dito Diretoao Consumidor(CDC) e financiamento debens eautomóveis. Asinstituiçõescom mais queixasnes- teperíodosão as financeiras. Aantecipaçãodo pagamento não évista combons olhos por bancos e A praça Cel. Maximiniano, lo- calizadano centro dacidadee amais freqüentadadurante décadas, des- de a sua construção estratégica, passou por mais uma reforma de restauração com atenção especial aocentenário chafariz,considerado patrimônio público quepermaneceu por longos 18anos deinércia(sem funcionar).Hoje,a praçaseencon- tracomuma novaroupagem, mas, semperder suas características ini- ciais, estáem pleno funcionamento remetendo aos freqüentadores lo- calevisitantesaáureos instantesde confraternização, interação elaser. Durantetoda asemanaa praçare- cebemuitos visitantes, sejadurante o diaou anoite,mas, é nos finaisde semana que o número de pessoas detodas idades émaior, pois, inú- meros eventos culturais são apre- sentados com aval do poder exe- cutivo, p rop orcionando diversificadasopções deentreteni- mento. O ápice do movimento é antes, durante eapósas missas re- alizadas naIgreja Matriz deSanta Luzia. O chafariz estácomtodailumi- nação renovadae peixes ornamen- tais.Ailuminação multicoloridaem conjunto com o efeito dos jatos d’águaapresentaumafávelefeitovi- INAUGURAÇÃODASOBRAS DEREVITALIZAÇÃO cos de algumas administrações, a praçachegou aservir de umimen- so marmitexparaanimaisepiscina paracrianças que perambulampe- lasruas semocupaçãoou apresen- ça de algum responsável (o que é cadadia mais comumem muitasci- dades) e tambémpara adultos in- conseqüentes, dentre outras. Tais fatosserviramdeinspirações para matérias anteriores, denunciando aosresponsáveis pelo bomzelodo suale queas crianças, jovens, ido- soscontemplam.Como novovisual apraça voltaa ter eser motivos de cenáriodefundo paraposes fotográ- ficas e umcartão postal dacidade. No entorno dapraça encontra- se, alémdealguns restaurantes elan- chonetes, estãoum dos principais órgãosdos poderes público,aPre- feituraMunicipaleoFórum. Devido ao tão conhecido desca- soe desrespeitocomos benspúbli- bempúblico o fato econcitando- os auma providênciaefetiva, que poucas ou nenhuma das vezes ocorreram. Hoje, aequiperesponsáveldo poder executivoseapresenta, pelo menoscomos trabalhos atéentão apresentados desdeo início dages- tão, uma visão diferenciada ao comumenteacompanhado atéen- tão, assim, a população consegue ter mais umamotivação parafre- qüentar a praça, vivendo e revivendoinstantes deromantismos numárea limpae muitíssimo bem cuidada. Lembrando que as ações de vândalos estão coibidas com a presençade seguranças, contrata- dospelaprefeituraparamanter aor- demea permanênciatranqüilados freqüentadores. Por.: Winston Sales – Gov. Valadares-MG A Casa do Emp reendedor de Carangola, inaugurada às véspe- ras do aniversário de 130 anos da cidade, trará facilidades aos micro emp reendedores carangolenses. O novo ponto daJuntaComer- cialdeMinas Gerais,localizado nas dependências daprópriaPrefeitu- raMunicipal, realizará osserviços de abertura e fechamento de em- Prefeitura Inaugura a Segunda Junta Comercial de MG p resas tirando muitos da informalidadecomo certificadodo MEI- Micro Empreendedor Indi- vidual. Alémdefuncionários, aequipe degoverno e diversos munícipes, estiveram presentes o Exmo. Sr. Dep utado Federal Bernardo Santana apresentado pelo nosso Prefeito Municipal Patrick Neil DrumondAlbuquerque. PAGOU ATRASADO PAGAJUROS E MULTAS. E SE PAGAR ANTECIPADO VOCÊ TEM O MESMO DIREITO?! SAIBA E CONHEÇAUM POUCO MAIS DE SEU DIREITO E LUTE POR ELE, PARANÃO SER LESADO. financeiras, que lucramcom aco- brançadejuros etarifas. O Código de Defesa do Con- sumidorprevêqueo clientequean- tecipar o pagamento de um em- préstimo oufinanciamento temdi- reito a umrecálculo do montante final,comdescontos referentes às posteriores taxasde juros queseri- amcobradas. O desconto écalcu- ladoa partir do valor do custoefe- tivototalda dívida, valorpercentual anualquedeve ser apresentado ao consumidor no ato dacontratação do crédito. Parafazer seus direitosvalerem, alémdeformalizar umaqueixajun- toao BancoCentral, vocêpodein- gressar comuma ação deconsig- nação de pagamento, com revi- são de cláusulas contratuais, no JuizadoEspecialde PequenasCau- sasou naJustiçacomum. Você deve calcular o valor do débito a ser quitado e depositar o valorem juízo atéa sentençatran- sitaremjulgado. Osjuízes têmtido muito cuidado paraver se o mon- tantedepositado écondizentecom a realidade de mercado. Normal- mente, consideram-se juros entre 2,5 e 4,75%. Valorize seu dinheiro e exija seu troco na íntegra, tal qual é impressonanotafiscal:Notafiscal, namaioriado comércios, o consu- midor ainda tem que pedir, o que eraparaser emitidoautomaticamen- te.Ainda temumas lojas que per- guntamsevamos ou não querernota fiscal, é mole?! Seráquefiscaisdas receitas não fazem compras?! O comercioemgeralusado Marketing do R$ 0,99 e lucram gordo com isso.Não sedeixeser enganado ou lesado,pois,a mercadoriaquevocê adquirijáestá muitobemoneradas de lucros e ainda p or cima ap li- cam essa do R$ 0,99. Exija o que é seu, só você sab e o quanto de suor sai de seu cor- p o p ara ganhar cada centavo. Se R$ 0, 01 centavo é t ão p ou co e s u p os t ament e insgnificante, p orque os co- merciantes crescem tanto os olhos e lhe tomam ele?! O co- merciante é obrigado a lhe de- volver o troco tal qual está im- presso na nota e referente a va- lor do produto. O comerciante é obrigado a ter o troco e não o já tão lesado consumidor. Saiamdes- tegolpe,pois, havendo umaexigên- ciaemmassa, eles, os “cata-níqueis” irãomudarsuas posturas. Épouco umcentavo?e dois centavos, tam- bémépouco? Então imagine:1000 produtos sendo vendido àR$0,01 p or dia = R$ 10,00 (desconsiderando que você não faz compras sóemumlocal ede umsó produto no mesmolocal), em 30 dias = R$ 300,00 em um anoseriaR$ 3.600,00.Umapou- pançaconsiderável não acham?! Éo queeleslucramnas suascos- tas e asuas custas, sem declará- los, além dos encargos jáaplica- dos em cadaproduto. Estes co- merciantes estão subestimando suainteligência, acordee exijaseu 1, 2, 3, 4, 5 e o que for de centa- vos! É seu, ese metemà mão sem suaautorização eficamcaladinhos, comosempre,a conotação éoutra, éroubo! Pensem nisso e vão a luta, ao invés deengordaro bolso delesque engordeo seu. Por:Winston Sales - Goval.MG.
  • 7. 15 DE JANEIRO A 15FEVEREIRO 2012 -Página 7 *Maior precisão nos resultados (SnartBeam); *Melhorresolução deimagem; *Tempode exame reduzido; *Menordose de exposição ao paci- entee ao operador. Sistema de dupla energia comfor- necimento de potência constante – equipadocomsistema defiltro K/Edge Cerium, que possibilita o uso de dois níveis de energia para os exames,man- tendo-se o tubo de Raios-X compo- tênciaconstante. Istosetraduzemuma melhor qualidade de exames e maior vida útilpara o equipamento. Braço fixo com detector móvel – equipadocomsistema debraçocondu- tor do detector, este efetua somente movimento longitudinal , (paralelo à parede da sala), enquanto que o detector, efetua a varredura emmovi- mentos transversais. Esta característi- ca que permite que o espaço ocupado pelo equipamentoseja reduzido,levan- doa ummelhoraproveitamento da área útilda sala. Corpo Inteiro: examina com preci- DPX-NT 01 H8620EN DPX-NT Sistema de Densitometria Óssea por Raios-X com tecnologia “PENCIL-BEAM”, modelo de mesa longa que permite exames do corpo inteiro. Projetado para fazer me- didas e oferecer a indicação do risco de fratura relativo a osteoporose, diagnosticando e monitorando as alterações ósseas. Sistemacompleto com seguintes características: *StandardMesa de exames DPX-NT, comcomprimento de 242cmxprofun- didade 107xm xAltura 132xm. *Standard Coluna Lombar AP (antero-posterior) *Standard Fêmur * Standard Software para exames DualFemur * Standard Software para exames de Corpo inteiro * Standard Composição Corporal – SoftwareAvançado paraanaliseda %de gordura *H8650PD Software Pediátrico * H8650FASoftware para exames de Antebraço * H8650DC DICOM * H8650CM Composer- Software que possibilita a criação de relatórios médicos totalmente automático evitan- do a necessidade de software externos paraemissão de laudos,proporcionan- doo aumento de produtividade. Sistema de Raios-X são e localiza automaticamente 8 regi- ões anatômicas:cabeça,braços,pernas, tronco, costelas, pelve, tórax e colina lombar.Fornece o resultado da compo- sição corporal e valores de referência normalde porcentagemde gordura.In- clusiveda região do quadrile abdômen. Oequipamentodispõe aindaderecur- sos para exames de coluna lombar em vista antero-posteriorematé 2minutos e “software” para análise ematé 2 mi- nutos e DualFêmurematé 4minutos. Comparação de exames: Esteaspec- to inovador simplifica o acompanha- mentodetratamento dospacientesatra- vés da comparação simultânea do exa- me anterior comexame atual. Referênciapara avaliação do padrão de normalidade:o equipamento dispõe de“Software”,que permitecompararos resultados do exame comuma tabelade padrõesnormaisadaptada àscaracterís- ticas do paciente. Sistema operacionalé Windows XP, permitindo,portanto,sua utilização com outrosprogramas de aplicação disponí- velno mercado. COMPOSIÇÃO DO EQUIPAMENTO 01 (DELLNAC001); 01 (DELLNAC002);01 (DELLNAC003); 01 (DELLNAC004); 01 (DELLNAC005);01 (DELLNAC006); 01 (DELLNAC007) (*)ComputadorDELL Optiplex,com- postode: *IntelCore 2Duo *4GB RAM *160GB Hard Disk SATAII *160GB Hard Disk SATAII (para ar- quivamento) *19’’Monitor LCD *CDRW/DVD *Mousee Teclado. *Windows 7professional 32bit(Por- tuguês) (000488) (*) Impressora, com cabo USB. (*) Estes itens são fornecidos local- mente,e tem1(um)ano de garantiapara a impressora e 3anos de garantia para o computador.Garantia fornecida pelo for- necedordo produto. *H8699SDMesa para computador *H8621BZ Kit de Destino – Brasil *H8619PD Power Cord - Brasil T Tecno-Med Tecnologia em Medicina Ltda. TomografiaComputadorizada DensitometriaÓssea Pça. Cel. João Marcelino, 26 – Centro Fone: (32) 3741-4702 - Carangola – MG TECNO-MED -(Tecnologia em Medicina Ltda.), completou 18 anos dia 13/11/2011. Parabéns pelos serviços prestados emCarangola e região.
  • 8. 15 DE JANEIRO A 15FEVEREIRO 2012 -Página 8cidade Esophagus G allbladder Pancr eas Duodenum St om ach Ascending colon Descending colon Appendix Jejunum I leum Sm all int est ine Tr ansver se colon Liver Rect um CONSULTÓRIO: Rua Marechal Deodoro, 22 – Sala 405 Ed. Carangola Shopping - Tel.: (32) 3741-3411 RESIDÊNCIA: Tel.: (32) 3741-1491 - Carangola Dr.MarcelodeAlmeida CRMMG 19935-T Gastroenterologia – Cirurgia Geral - Cirurgia Vídeo-Laparoscópica Abdominal e Ginecológica Rua Quintino Bocaiúva, 335 – Centro Telefax: (32) 3741-4546 – Carangola – MG Dr.Fernando Bracks Campos CRM 10996  Fraturas  Doenças da coluna  Osteoporose  Deformidades congênitas OrtopediaeTraumatologia Safás, Cadeiras em Geral. Tradição & Qualidade R. Dr. Juarez Quintão Mosken, 360 - Carangola-MG Cels.: 9115-8365 - 8456-0706 Chi nasReformas de Estofados Pastelarika Desde1940 a Sra.Maria OlindaPinheiro Lima(dona Quiquita), avó do Dr. José Maurício Nolasco, já faziaa doação dekits dealimentos aos necessitados no dia de Natal, tornou-se umatradi- ção. Após seu falecimento, não houve mais doação por aproximadamente 5 anos. Porém, o neto, JoséMaurí- cio Nolasco, veio abraçar a nobre causa até então mantidapelasua avó,ato que perduraatéaos dias dehoje. EmCarangola, Nolasco, tornou-sepopularo gestode doação dos kit’s (cestas bá- sicas) ecompletou o 13ºano consecutivo,repartindo entre ascentenasdefamílias caren- tesumpouco desolidarieda- de. Hoje, as doações ultra- passamacasa demilpesso- as, devido ao corpo que o nobre ato tomou e com o aumentodonúmero defamí- liasocorreu também adiver- sificação doskits aseremdis- tribuídos,que, além dasces- tas, agregou mais ítens, tais como:Briquedos e kit esco- lar.Ainovação no evento tem ainda o sorteio de brindes utilitários, como bicicletas dentreoutros. Aaglomeração inicia-selogo pela manhãna ruaSanta Luzia. TvCatuai-Manhuaçu en- trevistaNolasco. Asdoações anuais, feitas nas festividades natalinas, contempla,alémdacomuni- dade carangolense, agora também, a cidade de Manhumirim-MG., que no último natal completou 2 anos,talqualjáaconteceem Carangola, em frentea resi- dênciado Dr. JoséMaurício, e queconta com o apoio de dezenas de colaboradores, tanto na organização quanto nasegurança eassitência as pessoas que buscam sua FAMÍLIA NOLASCO FAZ A TRADICIONAL DISTRIBUIÇÃO DE DONATIVOS EM CARANGOLA E MANHUMIRIM Comunidade de Manhumirim sendo presenteadas com doações e sorteios de prêmios. cota. O apoio vém também por parte do estado, com a presençadaPolíciaMilitar. Manhumirim, não está sendo contempladapor aca- so, mas sim, pelos fortes la- ços familiares que José Nolasco tem no município, pois,segundo relatos,parte desuainfância foivividana comunidade.Sua avóMaria Olinda(Quiquita), viúvade Trajano Lima, tambémnas- cidaem Manhumirime seu avô, Trajano Lima, teveuma umamarcante passagemna história política da cidade, por estár àfrente do movi- mento de emancipação do municípioocorrido em16de março de 1924. A mãe de JoséMaurício, GlóriaLima Nolasco,quepor coincidên- cia do destino nascera na mesmadata daemancipação dacidade,no local, ondeatu- almente funciona a Escola Normal.As marcas dagera- ção NolascoePinheiroLima, évistapor vários pontos da cidade, tendo seus nomes homenageados nas Av. Trajano Lima e Rua Maria OlindaPinheiro Lima. AindaemManhuamirim, as irmãs decaridade, Nadir eConceição, quetrabalham nohospitallocal, seemocio- naramcoma distribuição de brinquedosàs criança alíem recuperação, pela família Nolasco.As distribuições foi feitanapartedatarde, narua Raul Soares e depois em frenteao Hospital. José Maurício com as irmás de caridade, Nadir e Conceição EmManhumirim, vários veículos decomunicaçãoes- tiveramacompanhando ere- gistrando a distribuição dos donativos, que como sem- pre, destaca-se, dentre ou- tras p ela organização e sincronismo entreas pesso- as enganjada no ato. Jornal o Vertente, Jornal doVale, a equipe da TVCatuaí da ci- dadedeManhuaçu eo Com- batente (mídia eletrônica - blogpost). JáemCarangola, além dos já citados, estive- ramtambém fazendo regis- tros, o Jornal o Semanal (José Vieira), Jornal da Ci- dade - Jandira (acesse: www.jccarangola.com.br), FolhadaMata (Albino Ne- ves)e outros. A prática dafilosofia de sedoarao próximo constitui umprazerqueestánaíndole, nagenéticade suafamília, na qualseus integrantes praticam asolidariedadehumanacomo seu desntino natural. “É lógico que a troca de experiência no núcleo para a formação dapersonalida- de humana, mas, quando essas experiências se aliam a tendência genética da prá- tica do bem comum, surgem inevitavelmente pessoas como as da família “Nolasco”, onde o prazer está em dividir com os ne- cessitados um pouco de sua fortuna material e espiritu- al, em vê-los felizes, princi- palmentena data em quese festeja, simbolicamente o nascimentodo Senhor Jesus Cristo. Essa prática, a de doar-se, não é somente no dia, mas, noutras oportuni- dade em vêem seus seme- lhantes, menos afotunados, necessitando de recursos e da assistência da família “Nolasco”.” Reporta o Sr. Dr. Cirilo (Cirilinho), defen- sorpúblicoaposentado efiel escudeiro euma das notadas testemunhas dos gestos de Dr.Maurício Nolasco. O Jornal o Vertente, se confraternizacom essafamí- lia,por este ato decontinua- ção dosensinamentos deseus antepassados, tão incomum nos dias de hoje, numasoci- edadevoltadaaos interesses deconsumoe posse,adotan- do-senaprática oato indivi- dualistae ganado seter mais a cadadia e todo custo, nos dias de hoje. Quebomqueesta“famí- lia”,novamentepodendo, se- gueos passos deseus ances- trais.Diz, Dr. Cirilo. Por.: Winston Sales - Goval-MG Fotos: Cesar - Jornal o Vertente Contribuição informativa: Dr.Cirilo População recebendo doação em Carangola, na Rua Sta. Luzia