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Jornal Cidade - Ano II - Nº 37 - 08 de Novembro de 2014

Principais notícias das cidades do centro-oeste mineiro. Notícias de Lagoa da Prata, Santo Antônio do Monte, Moema, Pedra do Indaiá e Japaraíba.

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Jornal Cidade - Lagoa da Prata, Santo Antônio do Monte e região - Ano II Nº 37

  1. 1. Página 7 Entrevista com os empresários Geraldo e Alan POLÍTICA Página 05 Agência do INSS-Vereadores de S. A. do Monte reclamam de matéria do Jornal Cidade POLICIAL Página 18 Onda de assaltos volta a preocupar população de Santo Antônio do Monte MEIO AMBIENTE Página 06 Cadê a Chuva? Lagoa da Prata sofre com a pior estiagem em 29 anos POLICIAL Página 17 LP - Criança raptada para se casar com cigano é encontrada em Itaúna SANTO ANTÔNIO DO MONTE COMPLETA 139 ANOS LAGOA DA PRATA Página 16 Página 04 Sequestro relâmpago em LP Bandidos armados rendem o motorista e o levam para a zona rural
  2. 2. 2 OPINIÃO www.jornalcidademg.com.br CARTA AO LEITOR Juliano Rossi | Jornalista e Diretor do Jornal Cidade juliano@jornalcidademg.com.br ANO ii • Edição 37 08/11/2014 a 22/11/2014 S. A. DO MONTE Samonte comemorará aniversário com apresentações De acordo com Ministério da de peças teatrais e homenagens Saúde, LP está em estado de alerta contra a dengue ll No mês de novembro Santo Antônio do Monte completará 139 anos, e para comemorar a data o município fez uma parceria com a Câmara Municipal e com algumas empresas pa-ra oferecer uma programação diversificada para a população. Dia 09 de novembro 1ª Ágora Cultural de Samonte Dia 10 de novembro Teatros gratuitos no Centro Cultural Dia 11 de novembro Homenagens da educação Dia 12 de novembro Teatro de renome a preço popular Dia 13 de novembro Homenagens da cultura Dia 14 de novembro Reunião magna da câmara municipal Dia 15 de novembro Palco Ágora na Feira do Produtor Dia 16 de novembro Missa em ação de graças com participação do coral voz e vida. Confira no site a programação completa: http://www.jornalcidademg.com.br/ LAGOA DA PRATA ll Foi divulgado na última terça-feira os números do Levantamento Rápido do Índice de Infestação pelo Ae-des aegypti (LIRAa), realiza-do em outubro deste ano, em 1.463 cidades. O estudo apon-ta uma queda de 61% nos nú-meros de casos de dengue no país. Em 2013, foram re-gistrados 413.863 casos con-tra 58.051 em 2014. O Ministério da Saúde aponta que 533 cidades es-tão em estado de alerta (25 em Minas Gerais). Na região, Lagoa da Prata, Arcos, Bom Despacho e Formiga ligaram o sinal de alerta contra a do-ença. É preciso continuar aten-do às medidas de prevenção contra o mosquito Aedes ae-gypti. Se o município regis-trar uma população elevada do inseto, pode haver a trans-missão de uma outra doença, a febre chikingunya. “O perigo aumentou. E a responsabilidade de todos também”. Esse será o slogan da campanha que o Minis-tério da Saúde irá realizar a partir do dia 15 de novembro para combater as duas do-enças. No dia 6 de dezem-bro, será realizado o Dia D de mobilização, quando gesto-res municipais serão convo-cados a realizar uma intensa mobilização da população, além de mutirões de limpe-za urbana e atividades para alertar profissionais da área ao diagnóstico correto das doenças. Dengue x Chinkungunya Tanto a dengue quan-to a febre chikungunya são transmitidas pelo mosqui-to Aedes aegypti. Esta últi-ma, no entanto, também tem outra forma de transmissão, por meio de outro mosquito, chamado Aedes albopictus, presente majoritariamen-te em áreas rurais e peri-ur-banas. Assim, as formas de prevenção das duas doen-ças são as mesmas: comba-ter os criadouros dos mos-quitos, evitando o acúmulo de água parada. Já em relação aos sin-tomas das doenças, é preci-so ficar atento a uma queixa específica da Chikungunya: dores fortes nas articula-ções, principalmente nos pés e nas mãos. “Pacientes com febre chikungunya quei-xam- se sobretudo de proble-mas nas articulações. Em al-guns casos, a dor é tanta que pessoas têm dificuldade pa-ra ficar em pé ou desempe-nhar as tarefas diárias”, ex-plica o diretor de Vigilância Epidemiológica do Ministé-rio da Saúde, Cláudio Maie-rovitch. Febre acima de 39 graus centígrados, de início repen-tino, dor de cabeça, nos mús-culos e manchas vermelhas na pele são outros sintomas. No caso da dengue, os sinto-mas mais comuns são dores no corpo e dores de cabeça. (*) Com informações do jor-nal Estado de Minas. ll Representantes das lo-jas Maçônicas “Irmão Silvé-rio Rocha Oliveira” e “Luzes da Prata” foram recepciona-dos pelo prefeito de Lagoa da Prata, Paulo César Teodo-ro, com o objetivo de solici-tar apoio para a construção de uma nova sede na cidade. As entidades realizam trabalhos sociais em cre-ches, hospitais e instituições filantrópicas. FOTO: Ascom/Prefeitura LP
  3. 3. 4 ESPECIAL www.jornalcidademg.com.br ANO ii • Edição 37 08/11/2014 a 22/11/2014 139 anos festejados à luz do cidadão santo-antoniense Carlos Lúcio Gontijo | Poeta, escritor e jornalista | www.carlosluciogontijo.jor.br Tenho um grande sentimento por Santo Antônio do Monte. Nasci, fui criado, e crio a minha família aqui. Todos nós moramos em Santo Antônio do Monte. OSMAR SANTOS Empresário - Gramol Gosto de Samonte porque aqui está minha família, aqui estudo e tenho muitos amigos. Gosto de passear pelas praças, tomar sorvete e açaí. JULIA ELISA CASTRO Filha de Afonsina e João Marcos (Moradores de S. A. do Monte) Santo Antônio do Monte, cidade hospitaleira comemorando 139 anos. Momento que reúne renovação de esperanças e disposição para enfrentar novos desafios. Uma história escrita por cada um de seus moradores, que aqui depositaram e depositam seus sonhos. Cidade querida, por nós escolhida. MARIA VILMA MALAQUIAS Professora Santo Antônio do Monte é uma cidade onde temos a liberdade de mostrarmos nosso profissionalismo, nossas ideias e até mesmo nossos erros sem sermos julgados. Povo muito acolhedor. PAULO KAIZER Empresário - Sushi do Monte Eu amo Samonte de qualquer maneira, pois sempre vivi uma vida de doida e Samonte abraçou esse meu jeito doido de ser. Aqui eu vivo minhas melhores histórias e vivo-as intensamente. MARIA ORTÉLIA DE CASTRO (TELINHA) ll O município de Santo An-tônio do Monte começou a ser povoado no distante ano de 1700, mas foi somente no dia 16 de novembro de 1875 que a antiga vila chegou à ca-tegoria de cidade, através de lei que levou o número 2.158, há exatos 139 anos. Contudo, a melhor forma de entender ou saber sobre uma cidade é buscando a glória de seu pas-sado no horizonte de luz de seu presente. Se existe uma coisa de que a gente santo-anto-niense pode orgulhar-se é da condição socioeconômi-ca de seus cidadãos, pois ao contrário de tantos outros lugares, o município conse-gue absorver a mão de obra oferecida pelos trabalhado-res que nele residem, graças principalmente à sua indús-tria de fogos, que tem como característica o baixo uso de equipamentos fabris em sua linha de produção. Poucos sabem, mas Santo Antônio do Monte é uma das maio-res bacias leiteiras da região Centro-Oeste, fator que tam-bém é determinante para a manutenção de significativo volume de emprego, gerando renda e bem-estar à popula-ção. Santo Antônio do Mon-te é bastante conhecida Bra-sil afora por ser pólo da maior produção de fogos de artifí-cio do Brasil, situando co-mo segunda cidade do ra-mo, perdendo apenas para a China. Todavia nossa queri-da SAMonte vai muito além da pirotecnia, pois aqui nas-ceu o poeta Bueno de Rive-ra, que é referência para todo o amante da poesia, tendo o seu trabalho poético respei-tado e editado em outros pa-íses. Por aqui nem é preciso ser filho da terra para nela se enraizar e ser aceito pe-lo solo prazenteiro e sempre disposto a aceitar sementes de gente, logo transformadas em filhos legítimos, como se deu com Padre Paulo Mi-chla, que era alemão; Dr. Wil-mar de Oliveira, que era ca-pixaba; Monsenhor Otavia-no, que veio de Itapecerica; o professor Miguel Eugênio de Campos, que deixou Pitangui e se transformou no primei-ro historiador de Santo An-tônio do Monte, além de le-cionar e dar aula música, fundando a banda de músi-ca, que deu origem à cente-nária Lira Monsenhor Ota-viano. Ao lado de pessoas de outras plagas que adotaram o solo santo-antoniense co-mo berço, podemos apontar muita gente importante que aqui nasceu, como é o caso dos políticos José de Maga-lhães Pinto e José Guiomar, a educadora Maria Angéli-ca de Castro e tantas outras pessoas de renome e prestí-gio nacional, a exemplo do consagrado artista plástico Miguel Gontijo. Entretanto, indubitavel-mente, o que alicerça todo o patrimônio cultural res-ponsável pela construção de uma identidade própria e singular é o cidadão santo- -antoniense comum: aque-le que não tem o seu nome estampado em placas ou em diplomas oficiais. É ele que nos ensina que uma cidade não desperta com o amanhe-cer do sol, mas com os pas-sos de sua gente pelas ruas. São as pessoas, habitantes de Santo Antônio do Monte, o seu verdadeiro horizonte. É comum as pessoas que visitam SAMonte se deixar tocar pelo acolhimento que a população lhe destina com espontaneidade; encantar- -se com o bucolismo de suas três praças centrais; embe-vecer- se com a religiosidade, orações e cânticos emana-dos de suas igrejas; surpre-ender- se com a sua grande rede de ensino público, sua preocupação com a saúde e a coleta de lixo, que garante es-cola para crianças e jovens; admirar-se diante de uma das maiores festas de reina-do do Brasil, que enche de ba-tuque e dança as ruas da ci-dade... No próximo ano (2015), a Estação Ferroviária come-morará os 100 anos de sua inauguração, quando a Mu-nicipalidade terá a oportu-nidade de agradecer aos ex- -ferroviários e seus familia-res pela contribuição dada ao patrimônio cultural de Santo Antônio do Monte, que tan-to recebeu pessoas e merca-dorias através das linhas de trem, quanto percebeu no-vos caminhos, aprendendo que, se é verdadeira a sen-tença de que atrás de morro tem morro, há muita gente e muita coisa a ser aprendida pelo mundo afora. Perguntar-nos-ão al-guns pelos problemas, con-tudo apesar de eles existi-rem temos que vislumbrar (e enaltecer) a perspectiva de que estamos semeando, nós santo-antonienses, um futuro repleto de boas possi-bilidades, pois sempre hou-ve e haverá, entre nós, cida-dãos de qualidade, homens públicos compromissados com a grandeza de nossa ter-ra e dispostos a evitar que er-vas- daninhas prosperem em nosso meio, como em lavou-ra malcuidada. Somos uma gente altiva e altaneira, que não teme os perigos de pos-síveis escuridões; afinal es-tamos festejando 139 anos de elevação à cidade e, atra-vés da indústria pirotécni-ca, nos especializamos em “fazer a noite virar dia”, co-mo nos preconiza o poema “Sangue Montense”: SANGUE MONTENSE Carlos Lúcio Gontijo De Santo Antônio do Monte eu venho É a terra que retenho no olhar É o par de olhos do meu passo errante É diamante incrustado no chão de meus pés É a terceira visão do meu caminhar distante Seu solo mirante parece remar pro céu A quase mil metros acima do nível do mar Razão de sua gente engenhar fogos de artifício Um ofício milenar de sagrada tradição Forma colorida de canção ao Criador Explosão de amor nos momentos de alegria E quem duvidar dessa vocação sadia Basta cortar a veia de um cidadão montense Para detectar o sangue iluminado Que, coagulado, pólvora irradia Como se fosse escravo enclausurado Condenado pela magia de fazer noite virar dia.
  4. 4. ANO ii • Edição 37 08/11/2014 a 22/11/2014 facebook.com/jornalcidademg POLÍTICA 5 Vereadores reclamam de matéria do Jornal Cidade FOTOs: arquivo jornal cidade Vice-presidente “Rasteira” sugere Moção de Repúdio por matéria que cobra das autoridades a resolução do problema da agência do INSS l lVereadores de Santo Antônio do Monte se sen-tiram incomodados com a matéria veiculada na úl-tima edição do Jornal Ci-dade, que mostrou a nova agência do INSS, constru-ída há mais de dois anos, e que até hoje não abriu as portas para o atendimen-to à população. Na maté-ria publicada, três mora-dores da cidade relataram os transtornos que sofrem para irem à Lagoa da Prata ou Divinópolis quando pre-cisam de atendimento na Previdência Social. Um de-les chegou a afirmar que a agência ainda está fecha-da por questões políticas, já que está pronta desde a administração municipal anterior. Por outro lado, o Jornal Cidade ouviu o che-fe de gabinete da prefeitu-ra, que ressaltou os esfor-ços que foram feitos pelo Executivo para resolver a questão, informação con-firmada pelo gerente re-gional do INSS. A matéria também trouxe o depoi-mento do vereador Carlos Campinho, que disse: “Está faltando vontade política”. Uma fonte ligada à agência do INSS em Lagoa da Prata confirmou que o prédio não tem condições adequadas de atendimento e ressaltou que falta empenho dos go-vernos federal e municipal. Na sessão da Câmara do dia 27 de outubro, du-rante a palavra livre, o ve-reador Américo Libério foi um dos que se posiciona-ram contra a matéria vei-culada pelo jornal. “Desde o ano passado eu sou uma das pessoas que vem bri-gando com a agência do INSS em Lagoa da Prata. Foi encaminhado um voto de repúdio à agência de lá por tratar mal a população de Santo Antônio do Mon-te. Fui mal recebido e mal atendido. A primeira coisa que eles perguntam é se a pessoa é de Santo Antônio do Monte. Se é, o tratamen-to é diferente”, disse Libé-rio. O parlamentar afirmou que não concorda com as opiniões de que os polí-ticos da cidade estariam sendo omissos. “Tem mais de dois anos que a agên-cia ficou pronta. E não tem dois anos que esta-mos aqui. Por que não foi inaugurada? Por que não pôs para funcionar? Quer dizer que não estamos fa-s. a. do monte Polêmica da Agência do INSS zendo nada? Encaminha-mos o voto de repúdio para o Ministro da Previdência, para a presidente da Repú-blica, para o diretor regio-nal do INSS em Divinópo-lis. Eles não abrem porque não querem”, argumenta. O vice-presidente da Câmara, vereador Francis-co Libério de Sousa (Ras-teira), também reclamou da veiculação da matéria e da declaração do vereador Carlos Campinho, publica-da pelo jornal. “Ele jogou a culpa em cima do prefeito. É a segunda vez que ele vai ao jornal e fala... Moção de repúdio para esse jornal”, finaliza Rasteira. O OUTRO LADO O jornalista Juliano Rossi, editor do Jornal Ci-dade, defende o direito de manifestação dos verea-dores e comenta sobre a linha editorial do veículo. “Para nós, a notícia, o fato, é que existe uma obra – até então, um elefante branco, que poderia estar a muito tempo atendendo a popu-lação e até hoje está fecha-da. Se as autoridades que podem resolver a questão se reuniram com fulano ou beltrano, ou enviaram ofí-cios para deputados e mi-nistros, etc, não estão fa-zendo nada mais do que a obrigação. Não é um fa-to relevante para ser notí-cia em jornal que se pres-ta a servir a população sem nenhum vínculo partidá-rio e político. No dia em que conseguirem resolver o problema, sim, terão os devidos créditos. Os polí-ticos precisam entender que são muito bem pagos para resolverem os proble-mas e apresentarem as so-luções para os cidadãos”. Sobre a matéria veicu-lada, Rossi explica que o jornal cumpriu apenas o dever de informar os leito-res e dar voz à população que se sente prejudicada pela falta do atendimen-to do INSS em Santo An-tônio do Monte. “Se o ci-dadão tem a impressão de que falta empenho dos po-líticos, infelizmente essa é a imagem que eles estão passando para a popula-ção. O fato é que existe um problema e alguém preci-sa resolver”. Vereador Américo Libério Vereador “Rasteira” AGÊNCIA DO INSS DE S. A. DO MONTE CONCLUÍDA HÁ MAIS DE DOIS ANOS AINDA NÃO FOI INAUGURADA
  5. 5. ANO ii • Edição 37 08/11/2014 a 22/11/2014 www.jornalcidademg.com.br 6 MEIO AMBIENTE lagoa da prata Cidade sofre a pior estiagem em 29 anos Volume de chuva acumulado de janeiro até o final de outubro representa apenas um terço da média histórica do período llLagoa da Prata poderá registrar em 2014 o período mais seco dos últimos anos. Para que isso não aconteça, será necessário chover nos meses de novembro e de-zembro o total de 615 milí-metros, igualando o índi-ce de chuva anual em 1990, com 953 milímetros. Nos úl-timos 29 anos, isso só acon-teceu oito vezes – o último em 2010, quando caíram 665 milímetros de chuva em no-vembro e dezembro. De ja-neiro a outubro de 2014 cho-veu apenas 338 milímetros, o equivalente a um terço da média histórica do período, 996 milímetros. Quem acompanha o ín-dice pluviométrico em La-goa da Prata é o arquite-to Carlos Brasil Guadalupe (Lalinho), que faz a medi-ção desde outubro de 1985 em um aparelho montado em sua própria residência. “O planeta está em desequi-líbrio. Podemos entender is-so como chuva demais ou estiagem demais. As gelei-ras estão derretendo. O pla-neta fica o tempo todo bus-cando o equilíbrio, tentan-do se realinhar”, explica La-linho, que faz um alerta: “Se está acontecendo uma seca intensa desse jeito, vai che-gar uma hora que vai chover sem parar”. O arquiteto explica os motivos que o levaram a fa-zer a medição do nível das chuvas. “Eu sempre gostei de água, que é a vida do pla-neta. Portanto, sempre gos-tei de chuva. Então, em 1985 resolvi a acompanhar e ten-tar prever o que iria aconte-cer”. CÁLCULO DO VOLUME DE CHUVAS O cálculo do volume de chuvas envolve conceitos de geometria espacial e pla-na. A medição é feita por um aparelho chamado plu-viômetro, que mede, em mi-límetros, a altura da lâmina de água gerada pela chuva que caiu numa área de um metro quadrado. Dizer que em uma re-gião choveu 100 milímetros significa dizer que em uma área de um metro quadrado, a lâmina de água formada pela chuva que caiu apre-senta uma altura de 100 mi-límetros (10 centímetros). Lagoa da prata Autoridades dão o primeiro passo para revitalizar a lagoa do “Brejão” ll A revitalização da lagoa do “Brejão” entrou na agen-da política em Lagoa da Pra-ta. Pela primeira vez os po- deres Executivo e Legislati-vo, secretarias municipais, ambientalistas e sociedade civil (representada por um abaixo-assinado com 1700 assinaturas organizado pe-la AAPA – Associação Am-bientalista dos Pescadores do Alto São Francisco) reu-niram- se para discutir as etapas que serão realizadas para dar vida à lagoa. O en-contro foi realizado no dia 29 de outubro no gabinete do prefeito Paulo César Te-odoro e contou com a parti-cipação dos representantes da AAPA Saulo Castro e Se-bastião Miranda (Miquita), o arquiteto Carlos Brasil Gua-dalupe, os vereadores Adria-no Moraes, Adriano Moreia e Edmar Nunes, os secre-tários municipais Lessan-dro Gabriel (Meio Ambien-te), Zezinho Ribeiro (Admi-nistração) e Júnior Noguei-ra (Cultura), e imprensa. Após o encontro, o pre-feito Paulo Teodoro deter-minou à assessoria jurídi-ca da prefeitura que notifi-casse os proprietários das terras onde está a extinta lagoa para que tomem co-nhecimento do interesse do município em realizar um estudo técnico sobre a viabilidade da revitalização do “Brejão”. “Há um interes-se público evidenciado. Es-sa água dará o suporte à po-pulação e às indústrias no futuro. Existe a vontade po-lítica, o interesse ambien-tal e o apoio da população. Com um laudo técnico em mãos, tomarei a providên-cia imediata”, afirma o pre-feito. O governo municipal não descarta a possibilida-de de desapropriar o terre-no. O vice-presidente da AAPA, Saulo Castro, disse estar satisfeito o resulta-do desse primeiro encon-tro. “Essa iniciativa do go-verno foi muito positiva. Há bastante tempo estamos esperando por isso. Essa é a questão ambiental mais im-portante para Lagoa da Pra-ta”, afirma. FOTO: Juliano Rossi Lalinho faz a medição das chuvas desde outubro de 1985 Encontro definiu a primeira etapa para buscar a revitalização do Brejão
  6. 6. ANO ii • Edição 37 08/11/2014 a 22/11/2014 facebook.com/jornalcidademg PERFIL EMPRESARIAL 7 Padaria Pão Quente Centro completa dois anos sob nova direção FOTO: Henrique Lacerda Entrevista com os proprietários Geraldo Donizete e Alan Damasceno ll No dia 1 de novembro a padaria Pão Quente Centro completou dois anos sob a direção de Geraldo Donize-te da Silva (diretor adminis-trativo) e Alan Silva Damas-ceno (diretor de produção). Em entrevista exclusiva ao Jornal Cidade, os empresá-rios falaram sobre o empre-endimento. INÍCIO DA PARCERIA Geraldo: O Alan tinha dois sócios aqui na Pão Quente Centro. Nós somos concu-nhados e trabalhamos du-rante muitos anos na Pada-ria Prado. Então ele me fez o convite para entrar na so-ciedade. A princípio, não ti-ve muito interesse, pois ti-nha um depósito de pães no bairro Marília. Mas mesmo assim fizemos uma reunião e me apresentaram a em-presa e conheci o trabalho. Alan: Então convencemos o Geraldo a entrar na so-ciedade. Ele tem uma óti-ma administração. Com o tempo, adquirimos a parte do terceiro sócio e hoje so-mos apenas eu e o Geraldo à frente da padaria. CRESCIMENTO DA EMPRESA Geraldo: Eu sempre admi-nistrei pequenos empreen-dimentos. Eu não tinha no-ção do que era administrar uma empresa com um mo-vimento maior. Mas com humildade e muito traba-lho fomos adquirindo essa experiência. Alan: Hoje temos 30 colabo-radores. Crescemos muito e produzimos atualmente o dobro de pães de sal, além de oferecer outras novida-des aos clientes que antes não tínhamos, como o ma-carrão na chapa. Geraldo: Depois que inicia-mos essaa parceria, acres-centamos mais produtos e aperfeiçoamos outros. Nos-sa venda de tortas aumen-tou muito. Oferecemos pro-dutos com uma qualidade diferenciada e temos uma excelente procura. Alan: Para nós é uma honra, saber que as pessoas gos-tam e consomem os produ-tos que produzimos. CLIENTELA Geraldo: Posso dizer que re-cebemos clientes de todos os bairros de Lagoa da Prata, pois estamos na área cen-tral, perto das agências ban-cárias, perto da igreja e no meio dos comércios. For-necemos pães para inúme-ras empresas. E recebemos a visita de muitos trabalha-dores na hora do café. Alan: E sempre quando as pessoas saem das missas, passam por aqui para com-prar alguma quitanda. QUALIDADE Alan: Trabalho na área há 21 anos, com especialida-de na produção de produ-tos de panificação em ge-ral. Sempre buscamos o aperfeiçoamento para me-lhorar nossos produtos e nosso atendimento, pois os consumidores em Lagoa da Prata são muito exigentes. É por isso que temos mui-tos clientes de Arcos, San-to Antônio do Monte, Moe-ma e comunidades rurais. Geraldo: A Associação dos Panificadores de Minas Ge-rais promove todos os anos a principal feira do setor no estado. Em 2014 participa-mos do evento pela segun-da vez e tivemos a oportu-nidade de conhecer os no-vos maquinários do merca-do e as novas misturas de produtos. Estamos acompa-nhando as principais novi-dades do mercado para ofe-recer aos nossos clientes. MENSAGEM PARA OS CLIENTES Geraldo: Eu e o Alan tra- balhamos na Padaria Pra-do durante muitos anos. E muitas pessoas nos co-nheciam de lá e hoje são clientes aqui da Padaria Pão Quente Centro. O Alan, com toda a sua experiência na produção, garante a qua-lidade dos nossos produtos. Fica então o nosso agrade-cimento a todos os clientes, parceiros e nossos colabo-radores. Alan: É verdade. O mais im-portante é que nossos clien-tes são verdadeiros amigos. Nossos funcionários tam-bém são muito importan-tes, pois têm um papel fun-damental em sempre ofere-cer o melhor atendimento ao cliente. FOTO: arquivo pessoal Alan e Geraldo participaram, em outubro, da principal feira de panificação de Minas Gerais
  7. 7. 8 CIDADES www.jornalcidademg.com.br s. a. do monte Câmara Municipal de Samonte disponibiliza serviços de utilidade pública ao cidadão A Câmara Municipal de Santo Antônio do Monte está oferecendo diversos serviços à população através do CAC – Centro de Atendimento ao Cidadão. ANO ii • Edição 37 08/11/2014 a 22/11/2014 l l Dentre os serviços prestados, é possível fazer o agendamento da Previ-dência Social, com mar-cação de perícias e ca-dastros; emissões de cer-tidões negativas via inter-net; certidão de antece-dentes criminais; emis-são de segunda via de do-cumentos, inscrição em concursos e ENEM, elabo-ração de currículos, emis-são de segunda via de fa-turas de água, luz e telefo-ne; acesso à internet, im-pressão de até seis folhas por usuário, atendimen-to a vítimas de acidente de trânsito para requeri-mento do seguro DPVAT. O CAC também oferece uma central de documen-tos perdidos. A nova sede da Câ-mara Municipal está lo-calizada na rua Otavia-no Greco, 14, Bairro Mon-senhor Otaviano (ao lado do Poliesportivo). O aten-dimento funciona de se-gunda a sexta-feira, de 08h às 17h.
  8. 8. ANO ii • Edição 37 08/11/2014 a 22/11/2014 facebook.com/jornalcidademg CIDADES 9 LAGOA DA PRATA INFORME PUBLICITÁRIO Laboratório Minasprev recebe Certificado de Normas e Padrão de Qualidade ll O Laboratório Minasprev iniciou suas atividades em 23 de julho de 2012 de maneira modesta, porém, competen-te. Desde o princípio procurou apresentar excelência, preci-são eagilidadeem seutrabalho na realização de exames em análises clínicas. Obteve logo seu reconhecimento, o que au-mentou a confiança e a certe-za que não há limite quando se trabalha com seriedade e con-trole de qualidade, oferecendo assim, benefícios que tragam mais valor à vida das pessoas. O que diferencia o La-boratório Minasprev é que, além de contar com automa-tização nos principais setores que envolvem análises clíni-cas, proporcionando ao labo- ratório rotinizar o trabalho, ob-ter uma padronização de me-todologia e reduzir a probabi-lidade de erros pela ação hu-mana, o Laboratório Minas-prev busca constantemente a excelência em atendimen-to e execução das análises clí-nicas. E isso se deve à equipe de trabalho, que são profissio-nais gabaritados e competen-tes, que buscam a cada dia se aprimorar visando sempre à qualidade dos serviços pres-tados. A empresa por sua vez, está permanentemente aten-ta às mudanças e tendências de mercado, procurando ouvir e atender as necessidades de seus clientes diretos e indire-tos. Com este padrão adotado trabalha para que em 2015 to-dos os setores que compõem o laboratório sejam totalmen-te automatizados. Tendo em vista a garan-tia de qualidade ofertada pa-ra a população, o laboratório recebeu uma certificação em excelência laboratorial da So-ciedade Brasileira de Análises Clínicas- SBAC, através do Pro-gramaNacionaldeControlede Qualidade- PNCQ, que permite avaliar o desempenho nas de-terminações das amostras- -controle do ensaio de profi-ciência de laboratórios. Ou se-ja, trata-se de normas para es-truturar um sistema de gestão da qualidade específico para laboratórios de análises clíni-cas (área técnica e de gestão, pois exige tanto o controle de qualidade, PNCQ ou programa similar), como também a ges-tão da qualidade (indicadores de desempenho, satisfação de cliente e demais processos en-volvidos). A implantação dos requisitosdestanormapromo-ve a obtenção da acreditação. Segundo o biomédico Le-onardo Muriel, para que os la-boratórios estejam dentro da legalidade, são exigidos pe-los órgãos competentes que possuam em seu estabeleci-mento pelo menos um con-trole externo, seja ele: (PNCQ, CONTROLAB ou programa si-milar), o que respectivamen-te, ao final de cada ano, o labo-ratório é certificado de acordo com seu desempenho. “Que-roressaltarqueodesempenho do Laboratório Minasprev, é de 98,5% ficando superior à média nacional dos melhores labora-tórios, que obtém um desem-penho entre 88% a 92%. Mas, manter a qualidade é e sem-pre será o nosso foco, uma vez que para manter o certifica-do, que tem a validade de um ano, existem avaliações men-sais e estão sempre em cons-tante mudança, exigindo as-sim um alto nível de conheci-mento dos profissionais”, des-tacou. De acordo com o diretor- Diego Alarcon, o Grupo Mi-nasprev tem o compromisso de sempre oferecer serviços dequalidade. “Pautamos todas as nossas ações para oferecer conforto, benefícios e bem es-tar aos nossos pacientes, sem nos esquecer do comprometi-mento dos profissionais quan-to à liberação dos laudos, bus-cando nos aperfeiçoar em diagnósticos cada vez mais precisos e fidedignos. Manter foco na qualidade total desde o atendimento na recepção, orientação, coleta das amos-tras, execução das análises e entrega nos resultados. Mes-mo que extensas, as ativida-des são realizadas sempre com zelo e imparidade, onde cada paciente e amostra são únicos e portanto devem ser tratados de maneira indivi-dual. Valorizamos o calor hu-mano, o olhar, o sorriso. Acre-ditamos que todas as pessoas guardam dentro de si um ma-nancial de potencialidades”, destacou. O LABORATÓRIO ESTÁ LOCALIZADO À RUA OLEGÁRIO MACIEL, 569 NO CENTRO DE LAGOA DA PRATA - FONE: 37 3261-9444
  9. 9. ll Ambiente familiar, decora-ção retro, objetos antigos e pôs-teres de bandas de rock clássi-cas conferem um charme es-pecial à Hamburgueria Fine Burguer, que traz para a região um novo conceito em ham-búrguers. Com inspiração nas tradicionais casas dos Estados Unidos, a Hamburgueria, em Lagoa da Prata, atende clien-tes de várias cidades da região atraídos pelos diferenciados hambúrgueres, com bifes de carne feitos no próprio estabe-lecimento, que chegam a pesar 300 gramas, acompanhados de batatas-fritas. O cardápio oferece ain-da bife de frango empanado acompanhado com molho barbecue. Para acompanhar os pratos, uma variada combi-nação de bebidas, que inclui re-frigerantes, sucos e cervejas. A casa, inaugurada em maio de 2014, é uma aposta do jovem empreendedor Pedro Paulo de Castro Martins (28). “Nossa inspiração são as tra-dicionais hamburguerias nor-te- americanas, com um estilo mais vintage e retrô”, afirma o diretor. A proposta da empresa é oferecer uma ótima opção de lazer para a agitada vida notur-na de Lagoa da Prata. “A ideia é fazer com que as pessoas asso-ciem o hábito de comer ham-búrguer com um ambiente que oferece todas as condições pa-ra reunir amigos, famílias, e curtir uma companhia agra-dável, saboreando um sandu-íche especial com uma bebida super gelada. Nossos clientes nos visitam para curtir o nos-so ambiente também”, explica Pedro. SAMONTE A Hamburgueria Fine Burguer recebe clientes de todas as ci-dades da região, principalmen-te de Santo Antônio do Mon-te. A direção da casa já plane-ja novidades para o próximo ano. “Vamos oferecer sandu-íches italianos e sanduíches de peixe. CLIENTES APROVAM No último domingo, o gerente de geração e transmissão da Cemig, João Eugênio, levou sua família para conhecer a Ham-burgueria. “A casa é muito bem recomendada. É um ótimo am-biente para degustar um ham-búrguer”. O gerente da Eletro-zema, Ricardo, também apro-vou os serviços oferecidos pe-lo estabelecimento. “Meu fi-lho Vinícius já veio aqui e fa-lou muito bem. Nada melhor do que fechar o final de sema-na nesse ambiente agradável e com a família”. Hamburgueria Fine Burguer Rua Rio de Janeiro, 667 (a 40m do semáforo da Embaré), no Centro de Lagoa da Prata. FONES: 37 9860-9727 / 37 9945-6154 / 37 9195-6349 HAMBURGUERIA oferece hambúrguers ao “estilo americano” Pedro Martins, diretor da Hamburgueria Camilo, Bárbara e Bernardo são clientes assíduos da casa Júlia, Vinícius, Renata, Ricardo, João Eugênio, Cybele e Gabriela
  10. 10. ll É batata. Numa conversa entre amigos durante a pré-ba-lada, no momento de escolher onde a noite vai terminar - ou começar, o nome do Copaca-bana Bar quase sempre é lem-brado por alguém. Não raro vi-ra unanimidade. A casa oferece uma programação musical de bom gosto com artistas regio-nais, instalações confortáveis e ambiente temático que são al-guns dos responsáveis por essa justafama. Istoéclaro, semcon-tar, os deliciosos pratos que re-metem à culinária do Rio de Ja-neiro e as combinações minei-ras com um sabor diferenciado. A clientela, formada por gente bonita e refinada, é um ótimo motivo para os solteiros saírem de casa, famílias curtirem uma boa prosa e, ao final do dia, cur-tirem uma das melhores happy hours da região. Nas noites de quinta-feira a sábado, os pequenos show atra-em uma freguesia animada. Os artistas que se apresentam no Copacabana transitam entre o pop e rock, hits dos anos 80, samba e música popular brasi-leira. Esse clima agradável che-gaatéacozinhaerendeboaspe-didas, como o Filé Urca (um dos melhorespratosda casa), Filéao MolhoGorgonzola, CarneCario-ca (carne de panela feita com cerveja preta), Filé Ipanema (fi-lémignonao molho depimenta biquinho) e diversos outros pra-tos tradicionais com combina-ções diferentes que proporcio-nam um sabor exclusivo do Co-pacabana Bar. Obom gosto estacionou por aqui. Em vários cantos percebe- -seum detalhemeticulosamen-teplanejado. O empreendimen-to tem a direção do casal Bruno e Raquel Furtado. “Nossa pro-posta é oferecer um ambien-te aconchegante, sofisticado e vintage. Nosso público é hete-rogêneo: jovensefamíliasdeto-das as classes sociais. São pes-soas selecionadas que buscam um local onde possam conver-sar com os amigos e saborear uma deliciosacomida. E aspes-soas entenderam nossa pro-posta. Recebemos clientes de Santo Antônio do Monte, Arcos, Bom Despacho, Formiga e vá-riascidadesdaregião. Fazemos questãodedeixarclaroquepes-soas selecionadas para nós, são pessoas de bem, de bom gosto e que adoram confraternizar em grupo, o que nunca necessaria-mente tem a ver com dinheiro. Inclusive, nossos preços cabem emqualquerbolsoerecebemos clientes de todos os estilos, e te-mos muito orgulho disso”, afir-ma Raquel. A música ao vivo é outro di-ferencial do Copacana Bar. “Ou-tra proposta do Copa é oferecer aos artistas regionais a possibi-lidade de se apresentarem para um público queapreciacanções de qualidade. “É um posiciona-mento nosso. Sem menospre-zar os outros estilos, aqui só to-camos músicas boas, como MPB, rock, pop, Renato Teixei-ra, Almir Sater, Sá e Guarabyra etc”. ALMOÇO SELF-SERVICE O Copacabana Bar oferece na hora do almoço um variado self-service, com destaque pa-ra a lasanha e churrasco em pa-drão americano Steak Grill. Ou-tra observação positiva fica por conta de uma omelete comple-taeumadeliciosafarofadeabo-brinha. Muitos pratos são feitos em fogão à lenha ea maioria dos legumes e verduras são orgâni-cos, colhidos na fazenda da fa-mília dos proprietários. “Nossa proposta é oferecer um almoço executivo, do dia-a- -dia mesmo. Temos televiso-res e música ao fundo, tudo pa-ra tornar a hora do almoço mais agradável para as pessoas. Tra-balhamos com um preço justo. O almoço é servido ao preço de R$ 26,90 o quilo, o mesmo pre-ço que se pratica na região. Po-rém, oferecemosumaestrutura queproporcionaconfortoepra-zer aos nossos clientes”, com-pleta Furtado. O Copacabana Bar fica na rua Cirilo Maciel 70, no centro de Lagoa da Prata - 37 3261-5241 COPACABANA BAR, uma das melhores happy hours da região RAQUEL FURTADO, PROPRIETÁRIA ll O Chalé da Pizza foi inau-gurado em julho de 2012 pe-los proprietários e irmãos Ja-cques e Walyson (Tico) Ber-nardes, e veio com uma pro-posta de um novo conceito em pizzas e massas em La-goa da Prata e região. Preocupado com a quali-dade dos seus produtos, busca no mercado, periodicamente, renomados Chefes de Cozi-nha, para aprimorar seus pra-tos, reciclar os funcionários e oferecer novidades aos seus clientes. Os inúmeros elogios rece-bidos e o sucesso da pizzaria são em função da qualidade da receita da massa de pizza e da combinação perfeita de seus ingredientes. Outro fato importante e muito elogiado é a fartura do recheio das pi-zzas. Localizado em um ponto nobre da cidade, com um am-biente aconchegante e uma decoração diferenciada e su-per agradável, aliado a um ex-celente atendimento e opções variadas do seu cardápio, são características que tornam o CHALÉ DA PIZZA uma ca-sa de referência em massas e pizzas. “Recebemos pesso-as de toda a região, como San-to Antonio do Monte, Moema, Bom Despacho, Arcos, Formi-ga, Divinópolis e muita gente de Belo Horizonte. Todos são unânimes em dizer que ofere-cemos a melhor pizza de La-goa da Prata e região”, afirma Jacques. Devido ao seu ambiente agradável e aconchegante, o Chalé da Pizza é considerado um ótimo lugar para come-morações de aniversários, reuniões de negócios, enfim, para a família e amigos sabo-rearem as delícias da casa. “Nosso cardápio ofere-ce ótimas opções para todos os gostos e ocasiões. Alem das saborosas pizzas e cal-zones, temos uma variedade de massas, como espaguete ao alho e óleo com camarão, a bolonhesa, ao sugo, espague-te a carbonara, ao Chalé da Pi-zza, temos também talharim a parisiense, nhoque a bolo-nhesa, canelones, fetuccini e almôndegas do chalé”, acres-centa Tico. Os pratos mais pedidos no Chalé da Pizza são o filé à par-megiana (de filé mignon e de tilapia), massa de parmesão, filé de tilápia frita à milanesa, dadinho de tapioca com par-mesão, filé com fritas e os sa-borosos bolinhos de bacalhau, strogonoffes de frango e de fi-lé mignon e as deliciosas sala-das. Em 2014 o Chalé da Pi-zza foi eleito e premiado co-mo destaque empresarial pro-movido pelo jornal Folha de Lagoa, como melhor atendi-mento no segmento de pizza-ria, e também recebeu o prê-mio de Mérito Empresarial promovido pela ACE/CDL, fi-cando entre as 100 melhores empresas de Lagoa da Prata, no primeiro lugar na categoria de pizzaria, com 41% de acei-tação pelo público. “Um exce-lente índice para quem tem apenas dois anos de existên-cia. Estes prêmios mostram o reconhecimento e o traba-lho sério, e que estamos no caminho certo. O Chalé da Pizza, neste pouco tempo de existência, é considerado, pe-lo público como a melhor pi-zza de Lagoa da Prata e região. O Chalé da Pizza é hoje, sem dúvida, um lugar para sabore-ar amizades e degustar bons momentos”, finaliza Jacques. O comerciante Jean Car-los é cliente do Chalé da Pizza e aprova os serviços ofereci-dos pela casa. “O ambiente é muito bacana, a comida é óti-ma e o atendimento também é muito bom. É um ambiente familiar. Venho sempre aqui, mas também pelo delivery. A entrega chega realmente na hora marcada”. O Chalé da Pizza fica na rua Cirilo Maciel 178, no Centro de Lagoa da Prata. CHALÉ DA PIZZA, um novo conceito em pizzas e massas da região jean carlos e a namorada ana luiza, clientes do Chalé da Pizza
  11. 11. 12 CULTURA www.jornalcidademg.com.br ANO ii • Edição 37 08/11/2014 a 22/11/2014 Michael Douglas disputará competição de dança em São Paulo ao lado do meu ídolo e de-senvolvendo trabalhos com meu grupo é uma sensação de muita alegria, pois nos apresentamos para um pú-blico de cinco mil pessoas. Posso dizer que é uma emo-ção que não se sente todos os dias”, destaca. O dançarino ainda agra-deceu ao apoio da mãe Már-cia Helena e da amiga Alayn Maurilio. “Sem o apoio de pessoas especiais jamais conseguiríamos chegar on-de estamos. Queremos ir mais longe, sempre tendo como base a família”, finali-za. ll No dia 12 de dezembro o lagopratense Michael Dou-glas de Oliveira participará, juntamente com o seu gru-po Talento & Estilo, do evento Master Crews, em São Pau-lo. “Este é o maior evento de breaking do Brasil e com to-da a certeza estaremos lá pa-ra participar da disputa”, des-tacou. O dançarino reclama da falta de apoio. “Nenhuma arte ou cultura é valorizada no Brasil como gostaríamos que fosse. Ainda enfrenta-mos uma série de preconcei-tos devido ao ritmo que apre-sentamos”, afirma. De acordo com o dançari-no, os trabalhos com a dança começaram em 2009 e desde então tem levado suas apre-sentações a vários lugares do Brasil. “Participei de um reality show do SBT, em 2011, e fui semifinalista. Também participei na batalha de rua NBS, eventos no Náutico Formiguense e na Redbull”. Michael também se apresentou com persona-lidades como Marcelo D2 e Fernandinho Beat Box em um evento ocorrido em For-miga. “É uma emoção úni-ca e inexplicável. São sen-timentos e muita adrena-lina na pele. Estar no palco lagoa da prata FOTO: Arquivo Pessoal FOTOS: Juliano Rossi Dançarino é integrante do grupo Talento & Estilo LAGOA DA PRATA Secretaria de Cultura e Turismo promove Semana do Livro Durante o evento foram distribuídos cerca de três mil livros e revistas ll No dia 25 de outubro aconteceu na Praça da Matriz um evento para ce-lebrar a Semana Nacio-nal do Livro e da Bibliote-ca. A ação mobilizou alu-nos e professores das es-colas estaduais Nossa Se-nhora de Guadalupe e Jo-sé Teotônio de Castro, bi-bliotecárias e membros da Academia Lagopratense de Letras (Acadelp). O evento foi organizado pela Secre-taria Municipal de Educa-ção e Cultura de Lagoa da Prata (Sectur). Durante a ação mais de três mil livros foram distri-buídos. Também estiveram presentes os escritores Ru-bens de Barros e Marina Al-ves, que distribuíram autó- grafos e falaram um pouco sobre seus trabalhos. De acordo com Fabrí-cio Gontijo, secretário inte-rino de Cultura e Turismo, a ação teve por objetivo enfa-tizar a importância da lei-tura. “Iniciamos esse even-to no ano passado, e nossa proposta maior é o incen-tivo à leitura, com a divul-gação de nossos escritores. Essa parceria com o projeto Trilhas da Leitura permitiu distribuir mais de três mil livros gratuitamente. Ti-vemos um bate papo com a escritora lagopratense Marina Alves, o lançamen-to do livro de Rubens Alves. Conhecemos as feiras lite-rárias das escolas Guadalu-pe e José Teotônio de Cas-tro e convidamos os profes-sores e alunos a participa-rem conosco”, destacou. Segundo a professo-ra Fernanda Helena Sera-pião, da Escola Estadual Nossa Senhora de Guada-lupe, a ideia de proporcio-nar aos alunos o mundo da leitura, incentivando-os a lerem e interagir com os li-vros. É uma ótima iniciati-va que precisa de continui-dade. “É encantador. Amo muito o que faço. Fico ad-mirada com o entusiasmo deles”, afirmou.
  12. 12. ANO ii • Edição 37 08/11/2014 a 22/11/2014 facebook.com/jornalcidademg EDUCAÇÃO E CULTURA 13 Carlos Nunes apresenta peça teatral “COMO SOBREVIVER EM FESTAS E RECEPÇÕES COM BUFFET ESCASSO” S. A. DO MONTE APAE Lagoa da Prata - Nossa história Por Isamim Gonçalves C. Coelho, presidente ll A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais – APAE de Lagoa da Prata nas- ceu do sonho de alguns pais, gerado pela necessidade de atender aos filhos Excep-cionais e por não haver no Município, uma escola que atendesse a essas crianças. Um sonho que se tor-nou realidade, pelo esforço conjunto de pessoas que co-mungavam a mesma ideia. Pessoas que buscavam, ape-sar das dificuldades, trilha-rem o caminho daqueles que fazem acontecer. Assim, em 1983, o mo-vimento pela fundação da APAE de Lagoa da Prata, teve início com as senhoras Isa-mim Couto Gonçalves Coe-lho, Maria Lourdes Dôco e a promotora de justiça douto-ra Sandra de Fátima Furlan e doze famílias de pessoas com deficiência. A partir daí a Institui-ção começa a buscar espa-ço para as políticas de aten-dimento às necessidades das pessoas com deficiên-cia como: saúde, assistência social, educação, esporte, la-zer, transporte, colocação no mercado de trabalho, apoio às famílias, assessoria jurí-dica, transporte escolar... Nas próximas edições vocês conhecerão todos es-tes serviços, como funcio-na, financiamento e muito mais. Aguardem. llO ator Carlos Nunes re-alizará uma apresentação de sua peça teatral no mu-nicípio de Santo Antônio do Monte. O artista trará para o público o espetáculo “Como sobreviver em festas e recep-ções com buffet escasso”. O evento acontecerá no dia 12 de novembro, às 20 ho-ras, e os ingressos estão sen-do vendidos na Loja Abraca-dabra, Skala Sports, Bronx ll As crianças das Esco-las Municipais Rurais de Santo Antônio do Monte tiveram um dia de lazer na Praça de Esportes Flá-vio de Oliveira. As brin-cadeiras aconteceram no dia 9 de outubro. De acordo com a pro-fessora Maria Vilma Ma-laquias, o dia foi de ale-gria e descontração. “Não existe coisa me-lhor do que ver nos olhos das crianças o quanto elas estão felizes, essa é a nossa maior retribui-ção”, afirmou. As crianças pude-ram brincar no pula-pu- S. A. DO MONTE Boutique, APAE e com a Teli-nha Castro, no Centro de Me-mória, podendo ser adquiri-dos antecipadamente com um preço promocional no valor de R$ 10. O espetáculo acontece-rá com o apoio da Prefeitura Municipal de Santo Antônio do Monte, Secretaria Muni-cipal de Cultura e Turismo, Credimonte e Coopersam. De acordo com Telinha Cas-la, cama elástica, tobogã, dentre outras brincadei-ras que foram desenvol-tro, organizadora do evento, os ingressos já estão se esgo-tando e não serão vendidos na hora. SINOPSE “Imagine-se em uma ce-rimônia religiosa de casa-mento. Você escolhe, inten-cionalmente, assentar nas pontas laterais dos bancos da igreja. Assim, ficará mais fácil a saída direto para a fes-ta. Afinal você nem fez um lanchinho ou refeição antes de sair de casa, preseArvan-do o estômago para os comes e bebes que estariam por vir”. Essas e outras situações são vivenciadas pelo prota-gonista de um buffet escas-so. O ator Carlos Nunes nar-ra fatos típicos em ambien-tes de festas e ensina alguns truques para que a plateia não passe por situações de-sagradáveis ou constrange-doras nessas ocasiões. O cli-ma é propício para que o hu-morista, acompanhado pe-los atores Douglas Gonza-les e Marcos Kass, interpre-te vários personagens capa-zes de levar o público a gar-galhadas. vidas pelas professoras, auxiliares da Secretaria Municipal de Educação e alguns voluntários. Tam-bém foram oferecidas di-versas guloseimas, bolos, cachorro quente, picolé, algodão doce etc. Vilma ainda destacou a importância da inicia-tiva. “As crianças saíram do campo para aprovei-tar o que muitas vezes é desconhecido. Elas vie-ram em busca de entre-tenimento e acho que ti-veram. Pelo menos fize-mos de tudo para que o dia fosse proveitoso pa-ra elas”, afirmou. FOTO: Divulgação Escolas Municipais Rurais promovem dia de lazer para as crianças FOTOS: Maria Vilma Malaquias Brincadeiras aconteceram na Praça de Esportes Flávio de Oliveira
  13. 13. 14 COLUNISTAS www.jornalcidademg.com.br ANO ii • Edição 37 08/11/2014 a 22/11/2014 Causos e Prosas José Antônio (Rádio Samonte FM) bandeirantes@isimples.com.br A granja de urubu ll Quando eu era menino meu pai Zé Nestor trabalhou cerca de vinte anos na fazenda do sau-doso Tõe Cabral, da rede Cabral de Supermercados. A fazenda ficava entre Santo Antônio do Monte e Lagoa da Prata, e de-pois da escola eu ia pra essa fa-zenda ajudar a limpar o curral e auxilia a dona Fina, saudo-sa mãe do Tõe Cabral. Eu var-ria terreiro, ajudava a dona Fi-na a fornear aqueles “biscoitão” , e naquela época o Zé Ronaldo (Supermercado São Lucas), co-nhecido na época por Zé Cape-ta, mas hoje chamamos ele de Zé de Deus, Chiquinho do mer-cado Cabral (Centro) e o Toni-nho (irmão do Chiquinho) que hoje mexe com açougue, ficá-vamos por ali. Na fazenda trabalhavam muitos peões e era a dona Fi-na que cozinhava para eles e eu ajudava ela, pois era mui-to obediente. Lá trabalhava no curral o Belchior (Tõe Ribeiro), Tõe do Odorico era o motorista, o Tomé do Churrasquinho tam-bém era motorista, e outros que não lembro o nome. Na fazenda também tinha uma granja de frangos, e eu também trabalhava lá nas ho-ras vagas colhendo ovos. Lá ha-via muitos pintinhos e quando eles são assim novinhos costu-mam bicar na traseira uns dos outros, deixando o local verme-lho de sangue, e todos os fran-gos que viam aquilo ali queriam bicar também. E Tõe Cabral pe-diu para que eu ficasse de olho em mais ou menos vinte e mil frangos, e ali eu fiquei atento. Quando um franguinho ficava machucado eu passava nego-von com diesel queimado, que era muito usado na época pa-ra cicatrizar; e assim eu fui fa-zendo... bicava um, bicava ou-tro, eu ia curando e curando. Mas era muito frango e pouco negovon com diesel para pas-sar, foi então que o Tõe Cabral resolveu ir pescar e me deixar por conta da granja, e quando o granjeiro chegava sempre dizia que eu tava bom de serviço por-que os franguinhos estavam bonitinhos. Só que os frangui-nhos já estavam ficando bran-co e preto de tanto que eles es-tavam bicando uns nos outros, e eu já não estava dando conta da bicação deles. Então eu che-guei um dia no primeiro box da granja e fui pegando um por um e pintava eles todinho de preto, porque eu já sabia eles seriam bicados mesmo . Daí o proble-ma acabou, nenhum frangui-nho bicava mais o outro por-que o óleo queimado e o nego-von cheiravam forte. Quando o Tõe Cabral che-gou na granja e viu a quantida-de de franguinho preto, ele me chamou para dizer que eu havia transformado a granja de fran-go em uma granja de urubu. E o Tõe ficou preocupado por-que logo ele tinha que mandar os frangos para o Ceasa, só que eu dei uma danada de uma sor-te porque os franguinhos eram novinhos e acabaram trocan-do as penas e ficando branqui-nhos novamente, mas os dana-dinhos ainda foram acinzenta-dos. E a moral é que eu ainda fui mandado embora do serviço, porque transformei a granja de frango em granja de urubu. Mas uma coisa ficou certa, os fran-guinhos nunca mais bicaram uns nos outros. Alimentos e Culinária Solange Barbosa (Buffet Divina Gula) solangecfb@gmail.com Salada Verde com molho de iogurte (rende 06 porções) Para a Salada: • 10 folhas de alface cortada em tiras • 2 xícaras de agrião • 01 maçã verde com casca cortada em cubos • 02 tangerinas em gomos cortados ao meio Para o Molho: • 01 xícara de iogurte natural • 1/3 de xícara de ketchup • ¼ de xícara de azeite de oliva extra virgem • Sal a gosto MODO DE PREPARO: Após higienizar todas as folhas e frutas, em uma solução de água com hipoclori-to de sódio (água sanitária), enxágüe novamente em água corrente, deixe escorrer e pique conforme a receita. Arrume todos os ingredientes da salada em uma travessa e regue as folhas com um pouco do azeite. Reserve. Em uma tigela média, junte o iogurte, o ketchup, o azeite e o sal. Despeje o molho sobre a salada, misture devagar e sirva em seguida. Dica: Para dar um toque especial às saladas, experimente usar vinagre balsâmico, em geral italiano, feito de suco não fermentado de uvas brancas amassadas e envelheci-do em tonéis de madeira. Encontramos nas prateleiras de supermercados e delicatessem os molho prontos de vinagre balsâmico com sabores adocicados.
  14. 14. ANO ii • Edição 37 08/11/2014 a 22/11/2014 facebook.com/jornalcidademg Nilson Antonio Bessas é Diretor do Sicoob Lagoacred Gerais e autor do livro “Tornando sua empresa um sucesso” com mais de 2.000 exemplares vendidos. Para perguntas, críticas e sugestões mande um e-mail para: nilsonbessas@nilsonbessas.com.br Empreendedorismo e Negócios COLUNISTAS 15 O poder da simplicidade À medida que uma empresa cresce, uma série de procedimentos e rotinas começam a ser criadas e implantadas para compor seus controles internos. Mas, até que ponto esta dose de burocracia é benéfica? Muitas empresas não conseguem medir a dosagem e se perdem dentro deste emaranhado de procedimentos. Na ponta, o cliente percebe a diferença, na elevação do preço do produto ou na inoperância do atendimento. É uma conta que acaba saindo cara. l l Enquanto microem-presa, o empreendedor re-solvia qualquer problema num estalo de dedos, bem antes que se tornasse um problema maior, que pu-desse trazer grandes con-sequências. Essa eficiên-cia era possível porque ele estava diretamente à fren-te do negócio, cuja hierar-quia era enxuta, flexível e versátil. Nenhum impre-visto ganhava proporções elevadas e o consumidor, raríssimas vezes, tinha o direito ignorado. Com essa eficácia e com os clientes bem aten-didos, a empresa, com o passar do tempo, migrava da posição de micro e pe-quena para a posição de média e grande. O empre-endedor trilhava o cami-nho dos sonhos e se sentia realizado pelo porte e pelas conquistas. Porém, o crescimento do empreendimento tra-zia consigo ameaças que precisavam ser trabalha-das e combatidas constan-temente. E quanto maior se tornasse a empresa, maiores se tornavam es-sas ameaças, pois, a esta-bilidade e a consolidação do negócio estavam sem-pre sendo afetadas pelos problemas mal trabalha-dos dentro da organiza-ção, causados pela inefici-ência das hierarquias. Um simples descontentamen-to de um cliente, originado pela qualidade de um pro-duto, vagava por diversos setores até ser resolvido ou até mesmo desprezado. É neste ponto que se encontra o grande proble-ma e o grande desafio das empresas: atender rápido e bem as demandas do mer-cado e dos clientes. O desa-fio começa com simplificar a gestão, tornando os pro-cedimentos e rotinas em ferramentas para descom-plicar e não complicar. Per-ceber que se estiver com-plicado e demorado é por-que está errado, precisando ser reinventado e melhora-do. Para tratar a alta dosa-gem de burocracia é ne-cessário encurtar os cami-nhos das decisões, reduzir o número de faixas hierár-quicas, ser rápido, prático e objetivo. É preciso melho-rar a comunicação entre os setores e delegar mais po-deres aos profissionais que trabalham na ponta, direto com o consumidor. Segundo Washington Olivetto, Chairman e CCO da WMcCann, as empresas precisam aprender a pen- sar simples, ser afetiva. Em sua palestra no DAY 1 des-te ano realizado pela En-deavor no Rio de Janeiro, ele sabiamente disse: “Tu-do aquilo que não dá para a gente resolver em pé é por-que não deve ser feito. Se tiver que fazer muita reu-nião para fazer algo, não faça, porque não vai dar certo”. Suas palavras con-firmam aquilo que estou descrevendo: As tomadas de decisões, as soluções de problemas, o implementar de novas ideias, o atendi-mento de uma demanda fora do padrão devem ser realizadas com agilidade e praticidade entre os seto-res responsáveis. As em-presas devem atentar pa-ra a simplicidade das re-gras, dos procedimentos e das rotinas. Devem ain-da treinar todos dentro da organização a pensarem e agirem assim, de forma que possam encurtar os ca-minhos e fortalecer a práti-ca do propósito da empre-sa, que é sempre desen-volver produtos e serviços que atendam as necessida-des dos clientes e realizem seus desejos e sonhos. Os líderes das empresas pre-cisam descobrir o poder da simplicidade. Pensar simples não sig-nifica ser simplista. Signi-fica ser objetivo e prático. Ter um comportamento eficiente para construir o fluxo operacional da em-presa que possa vir a di-minuir os custos, elevar a produtividade e aumen-tar a competitividade. No entanto, este é o grande desafio do gestor: Encon-trar os meios para conse-guir de uma grande empre-sa a mesma eficiência de uma microempresa. Trata- -se de uma tarefa delicada, que exige mudanças de há-bitos, humildade e vontade de fazer diferente e melhor. Claro que nunca haverá um formato perfeito e que er-ros ocorrerão. Mas, desde que os erros sejam corri-gidos com rapidez e aten-ção, eles tornarão as roti-nas mais eficazes, e per-mitirão a melhoria contí-nua e o fortalecimento da organização. Uma vez gerindo de maneira simples, os resul-tados serão perceptivos bem antes do imaginado, projetando a empresa ru-mo à elite das bem suce-didas. O crescimento se-rá alicerçado numa base operacional leve e favorá-vel para a consolidação do negócio.
  15. 15. 16 POLICIAL www.jornalcidademg.com.br ANO ii • Edição 37 08/11/2014 a 22/11/2014 lagoa da prata Homem é vítima de sequestro relâmpago ll Por Adriano Santos - Jornalista/Rádio Divinal FM Quatro homens ain-da não identificados abandonaram um veícu-lo Volkswagen Voyage após perderem o contro-le da direção e subirem em um passeio no bair-ro Monsenhor Alfredo. O fato aconteceu na ma-nhã de sexta-feira (31/10) no cruzamento das ruas Francisco Sales e Fran-cisco Rezende. De acordo com in-formações de testemu-nhas, o carro seguia sen-tido bairro Nossa Senho-ra das Graças em alta ve-locidade, quando em um cruzamento o condutor perdeu o controle, fez um “cavalo-de-pau”, rodou na pista e subiu na calçada de uma residência que fi-ca na esquina. Por centí-metros a frente do carro não bateu em uma árvo-re. Após a colisão os ele-mentos abandonaram o veículo e fugiram a pé em direção ao bairro Nos-sa Senhora das Graças. A Polícia Militar es-teve no local e constatou que o carro era produto de assalto. Dentro do ve-ículo os militares locali-zaram jaquetas de mo-letom, bonés e diversos cartões de créditos. A PM está levantando informa-ções na tentativa de loca-lizar os suspeitos. A vítima pediu para não ser identificada. O carro foi tomado de as-salto na noite anterior, por volta das 21h, quan-do o homem foi aborda-do por dois elementos ar-mados que anunciaram o assalto. Eles exigiram as chaves do carro e a sua carteira. Em seguida obrigaram a vítima a en-trar no banco de trás do veículo. Um dos elemen-tos, que estava com o re-vólver, assumiu a direção e o outro se sentou junto à vítima e enrolou em volta do pescoço do rapaz algo parecido com um cinco. Eles foram para a zo-na rural, no sentido da Lagoa Verde. De acordo com a vítima, o motoris-ta No dia seguinte, Os bandidos abandonaram o veículo após perderem o controle da direçãocolocação da história de uma atleta brasileira na prova Método SUPERA é inaugurado ll Lagoa da Prata recebeu entre os dias 14 e 18 de ou-tubro uma franquia do SU-PERA - ginástica para o cé-rebro, um curso que con-tribuirá para o aumento da capacidade cognitiva, me-lhorando a concentração, raciocínio lógico, memó-ria, e consequentemente elevando a auto estima e retardando o aparecimen-to de doenças neurodege-nerativas. A psicóloga e uma das diretoras do SUPERA, Fer-nanda Oliveira, conta que trouxe o Supera para La-goa da Prata, uma vez que “Além de me identificar muito com os valores e com a metodologia do SU-PERA, esta é a possibilida-de de proporcionar aos ci-dadãos uma forma inova-dora de pensar e agir, bus-car superação e garantir realizações, conquistas e mais qualidade de vida”, afirma. O curso tem como in-tuito retirar o cérebro da zona de conforto, para tanto conta com várias ferramentas como o ába-co, apostilas de raciocí-nio lógico, jogos, dinâmi-cas, neuróbicas, entre ou-tros. Pessoas de qualquer idade podem e devem ma-lhar o cérebro. Crianças e adolescentes sentem dife-rença nos estudos, adultos melhoram o desempenho no trabalho e idosos previ-nem doenças degenerati-vas. Além das palestras mi-nistradas na unidade da franquia o gestor foi convi-dado a falar sobre o curso no Sicoob LagoaCred, onde a cooperativa firmou um convênio para seus fun-cionários no intuito de in-centivar os mesmos a ex-perimentarem uma no-va forma de pensar e agir através da ginástica cere-bral. LAGOA DA PRATA A UNIDADE ESTÁ LOCALIZADA À Rua Alagoas, 1056 BAIRRO Santa Eugênia – Fone: (37) 3261-9793 conversava ao telefo-ne avisando o seu inter-locutor que já estava com o carro. Ao chegarem na lagoa, eles pararam o carro e aguardaram algum tem-po, mas ninguém apare-ceu. Sufocado, a vítima re-agiu e conseguiu se sol-tar, abrindo a porta e cor-rendo para o pasto. Os elementos ligaram o car-ro e aceleraram. A vítima, ainda sobre forte choque psicológico, notou quan-do os elementos volta-ram com o carro em sua direção, mas ele conse-guiu fugir do alcance dos bandidos. O rapaz caminhou até entrar no perímetro urba-no, pelo bairro Gomes, e pediu ajuda, gritando por socorro pelas ruas. Um FOTO: Adriano Santos Bandidos armados rendem o motorista e o levam para a zona rural morador das proximi-dades escutou e o levou até o Pronto Atendimen-to Municipal. Até o momento os suspeitos não foram lo-calizados, mas a polícia já tem pistas dos bandi-dos.
  16. 16. ANO ii • Edição 37 08/11/2014 a 22/11/2014 facebook.com/jornalcidademg POLICIAL 17 Criança raptada para se casar com cigano é encontrada em Itaúna Delegado Leonardo Mota comenta sobre o rapto que, segundo a avó, teria acontecido em Lagoa da Prata acontecimento pode ser considerado como um crime de pedofilia, pelo fato da criança ter sido raptada para se ca-sar com um homem de vinte anos, o delegado explicou que isso de-penderá da delegada da cidade de Bambuí. “Tu-do dependerá se a dele-gada irá respeitar a cul-tura cigana ou não. Eu consideraria sim como pedofilia, neste sentido eu não respeitaria o cre-do. Poderíamos também entender como estupro de vulnerável (se tiver qualquer conotação se-xual) e cárcere privado. Não podemos falar em sequestro porque eles não pediram vantagem econômica. Se a meni-na relatar qualquer abu-so de cunho sexual, eu enquadraria como pe-dofilia com toda a cer-teza”, afirmou Mota. A menina passou por exame de corpo de de-lito e foi entregue aos pais. “Na nossa cultu-ra é comum casar cedo, mas não com 11 anos. Minha filha é nova para isso. Graças a Deus ela foi encontrada”, desaba-fa o pai André Soares. l lUma criança de 11 anos, raptada por um grupo de ciganos na noite do dia 25 de outu-bro em Lagoa da Prata, foi resgatada na última sexta-feira (31) em Itaú-na após investigações das polícias Civil e Mili-tar. A criança estava na rodoviária junto com um casal suspeito do crime. Eles foram presos em flagrante. Procurado pela reda-ção do Jornal Cidade, o delegado Leonardo Mo-ta esclareceu como real-mente aconteceram os fatos. “A polícia está in-vestigando para ver se esta versão que a avó conta procede. A me-nina não é de Lagoa da Prata. Ela apenas estava passando na cidade e foi abordada em um pos-to de gasolina. As ver-sões estão distorcidas, por isso faremos inves-tigações. Estamos apu-rando, mas a conclusão do inquérito será da de-legada do município de Bambuí”, destacou. A primeira versão que a avó conta é de que ela estava em um posto de gasolina na cidade de Bambuí quando foi abor-dada por um homem oferecendo estadia a ela e aos três netos. Na residência estava outro grupo de ciganos, com-posto por sete pessoas. A avó ainda disse que o homem havia raptado a menina para que ela se casasse com um ho-mem de vinte anos. Em entrevista ao portal TV Bambuí, a mulher apre-sentou outra versão dos fatos e disse que ela e a criança estavam em um posto de combustí-vel em Lagoa da Prata. A redação do Jornal Ci-dade tentou falar com a delegada de Bambuí, po-rém, ninguém atendeu a ligação. De acordo com o de-legado Leonardo Mota, a história é muito comple-xa e está sendo investi-gada. “Até onde sabe-mos estes ciganos são de Araxá e a família da criança é de Bambuí. Acreditamos também que essa história nem seja verdade, mas até que se prove o contrá-rio ela prevalece”, des-tacou. Perguntado se o lagoa da prata FOTO: Divulgação Até onde sabemos estes ciganos são de Araxá e a família da criança é de Bambuí. Acreditamos também que essa história nem seja verdade, mas até que se prove o contrário ela prevalece. Delegado Dr. Leonardo Mota
  17. 17. 18 POLICIAL www.jornalcidademg.com.br s. a. do monte ANO ii • Edição 37 08/11/2014 a 22/11/2014 Onda de assaltos volta a atingir a cidade De 2013 para 2014 a onda de criminalidade teve um aumento de 64% em S. A. do Monte, e 11% em Lagoa da Prata. llUm funcionário de um comércio localizado no bairro São Lucas, em Santo Antônio do Monte, procu-rou a redação do Jornal Ci-dade para falar sobre a on-da de assaltos que tem afe-tado o município. Segundo o informante, que não quis se identificar, os assaltos voltaram a acontecer des-de que o delegado auxiliar Rodrigo Noronha deixou a cidade. “Este delegado veio para Samonte para ajudar o Dr. Lucélio. E desde que ele foi embora os assaltos vol-taram a acontecer. O Dr. Ro-drigo ficou aqui dois meses e a cidade foi normalizada, mas e agora? No dia em que fomos assaltados a polícia chegou ao local meia hora depois que solicitamos; is-so quando vem. Estamos indignados porque só no bairro São Lucas, em uma semana, foram mais de se-te assaltos”, desabafa. O comerciante ainda destacou que os assaltan-tes não tem medo da polí-cia. “Na verdade, eles ain-da brincam com eles ligan-do na delegacia e dizendo que tem um assalto no bair-ro Dom Bosco, daí eles cor-rem para o bairro São Lucas e assaltam, pois como liga-ram antes dizendo que o as-salto seria em outro bairro, eles têm a certeza que a po-lícia demorará a chegar ao local”, afirmou. O informante diz que a sensação no município é de total insegurança. “Quere-mos mais atuação das au-toridades. O que eles es-tão esperando para agir? Vão esperar morrer um fi-lho do prefeito, de um mé-dico ou de alguém mais im-portante? É bom eles pen-sarem, porque o comércio não está dando o retorno financeiro que os assaltan-tes buscam e posso afirmar que logo eles começarão a buscar os ‘peixes grandes’, avisa. DELEGADO EXPLICA De acordo com o delega-do regional Ivan José Lopes, Noronha, que é delegado em Martinho Campos, foi transferido para Santo An-tônio do Monte para traba-lhar na apuração de alguns casos relevantes, sobretu-do de latrocínio, para que o delegado titular continuas-se dando atenção aos ca-sos rotineiros e atendendo a população. “Deu resulta-do. Naquele momento, em razão do sucesso de várias investigações conduzidas pelos dois delegados e tam-bém pelas ações de nature-za preventiva da Polícia Mi-litar, houve redução do nú-mero de roubos. Depois da-quilo, prisões importantes também aconteceram em Lagoa da Prata, com refle-xo positivo para seguran-ça das duas cidades, tenha visto que boa parte dos au-tores era de Santo Antônio do Monte. Neste momento, entretanto, não é possível designar outro delegado do âmbito da Delegacia Regio-nal da Polícia Civil de Bom Despacho, para auxiliar o titular de Santo Antônio do Monte porque existem ca-rências em outras unida-des policiais também. Va-mos continuar confiando na seriedade, capacidade e comprometimento do dele-gado Lucélio e da sua equi-pe”, explica. Atualmente, Rodrigo Noronha também está respondendo pelo ex-pediente da delegacia de Pompéu. O delegado ainda sa-lientou que os números da criminalidade são cons-tantemente monitorados pela Delegacia Regional, em relação aos 19 municí-pios atendidos, dentre eles, Santo Antônio do Monte. “De fato, o número de rou-bos ocorridos este ano na comarca de Santo Antônio do Monte (incluindo Pedra do Indaiá) já é maior que o do ano passado. Em 2013 foram registrados 53. Es-te ano, até o dia 29 de outu-bro, foram registrados 87. Um aumento, portanto, de 64%. Para se ter uma ideia, em Lagoa da Prata (cuja po-pulação é quase o dobro), no mesmo período foram re-gistrados 100 roubos, con-tra 90 do ano de 2013; um aumento de 11%”, afirmou. Lopes explica que pa-ra os assaltantes não exis-tem fronteiras quando es-tão determinados a execu-tar um crime. “Na verdade, lamentavelmente, o crime avança de forma geral no Brasil. É fácil constatar que para o criminoso não exis-tem divisas ou fronteiras, não existe ética ou valor moral, e não existe temor a Deus ou às leis dos homens. Existem, de outro lado, fato-res culturais, econômicos e legais que favorecem a cri-minalidade. De forma que o problema da segurança pú-blica não pode ser tratado de forma isolada, em âm-bito municipal ou estadu-al. Cada município tem su-as peculiaridades e pode fa-zer a sua parte, mas não po-de esperar solução mágica, fora do contexto nacional”. O delegado ainda afir-mou que novas operações deverão acontecer para que se tente minimizar a onda de assaltos. “É provável que novas operações sejam rea-lizadas dentro da legalida-de, conforme o andamento das investigações, quan-do isso se mostrar oportu-no e conveniente para ob-tenção de provas e para via-bilizar prisões. Essas ações podem até contar com par-ticipação da Polícia Militar, independente das opera-ções puramente preventi-vas que o comando da Po-lícia Militar julgar conve-niente a qualquer momen-to. Mas estamos confian-tes que nos próximos seis meses tenha um aumento do quadro de policiais. Es-tá em andamento um con-curso que visa a nomeação de mil investigadores para o Estado de Minas Gerais. Na verdade já foi realizada a prova de conhecimento e em breve serão realizadas as demais etapas do cer-tame. No que tange à Polí-cia Civil, na medida em que são exitosas as suas inves-tigações e que autores são identificados e presos, a criminalidade tende a cair. É o que aconteceu recente-mente e esperamos que se repita nos próximos dias, devido ao empenho con-junto da Polícia Civil e da Polícia Militar, com apoio do Ministério Público e do Judiciário”, frisou. FOTO: Washington Santos Marcas de tiro em lotérica no bairro são lucas FOTO: Juliano Rossi/arquivo JC Delegado Regional DR. Ivan José Lopes Adolescente dirige veículo da Polícia Militar que foi deixado em lava-jato llUm adolescente de 15 anos foi flagrado enquan-to dirigia e brincava de policial com um carro da Polícia Militar de Santo Antônio do Monte. O jo-vem é funcionário de um lava-jato onde a PM ha-via deixado o carro para lavar e dar manutenção. O garoto dirigiu o carro, colocou um cole-ga no maleiro para fingir que era um preso e ain-da acionou a sirene para chamar a atenção de po-pulares que estavam na rua. De acordo com infor-mações da Polícia Mili-tar, o dono do estabeleci-mento teria se descuida-do e o adolescente que o ajuda nas atividades di-árias pegou o carro para brincar de policial. Um boletim de ocor-rência foi registrado e o dono do estabelecimen-to responderá por ter en-tregue a direção do veí-culo à pessoa inabilitada. FONTE: TV Alterosa S. A. DO MONTE
  18. 18. ANO ii • Edição 37 08/11/2014 a 22/11/2014 facebook.com/jornalcidademg ESPORTE 19 LAGOA DA PRATA “Feijão” é campeão de Jiu-Jitsu em São Lourenço-MG llO lutador Marcos Fran-cisco de Melo, o Feijão, foi campeão da Copa FIL de Jiu-Jitsu, realizada nos dias 13 e 14 de setembro em São Lourenço, sul de Minas, que contou com a participação de diversos atletas do país. De acordo com o atleta, a ideia de se tornar um lu-tador de Jiu-Jitsu surgiu em 1994, quando ele teve a opor-tunidade de treinar com Iran Brasileiro, graduado faixa Coral, o 7º grau, considerada uma das maiores condeco-rações da modalidade. “Fi-quei muito feliz com a opor-tunidade de treinar com o Iran. Já treinei em Vitória/ ES, treinei também com o André Perdeneiras, Equipe Gracie Barra, e hoje estou como faixa preta na Ofbro-ther Team Jiu-Jitsu”, desta-ca. Feijão tem em sua baga-gem diversos títulos: cam-peão brasileiro de Kickbo-xing; campeão Norte e Nor-deste de Full-Contact; cam-peão brasileiro de jiu-jitsu na categoria pluma, entre outros. Somente neste ano, o atleta se consagrou cam-peão mundial em São Pau-lo, FOTO: Arquivo pessoal Atleta vai disputar Liga Sul Minas de Jiu-Jitsu no final do ano campeão da Copa Itajubá/ MG, hexacampeão capixaba de Jiu-Jitsu, em Vitoria/ES e a copa disputada em São Lourenço. Ainda em 2014 o atleta vai disputar a Liga Sul Mineira de Jiu-Jitsu. O atleta ressalta que pretende montar um proje-to social em Lagoa da Prata. “Quero mostrar a crianças e adolescentes os valores per-didos daqueles que estão no mundo das drogas e ensinar conceitos de amor, confian-ça, respeito, dedicação e ali-mentação. Não temos apoio ainda. Precisamos de uma lona de para montar o tata-me”, afirma. O atleta realiza os seus trabalhos na academia Sai-thama Dojo, na avenida Bra-sil, 115, no bairro Marília. S. A. DO MONTE E PEDRA DO INDAIÁ Flamengo de Pedra do Indaiá, é campeão da 7ª Copa de Futebol Máster de Samonte l lNo dia 25 de outubro aconteceu no Estádio Ar-naldo Farias de Tavares (Campo do Nacional) a fi-nal da 7ª Copa de Futebol Máster de Santo Antônio do Monte. A partida teve co-mo campeão o time do Fla-mengo, da cidade de Pedra do Indaiá, que conquistou o torneio pela primeira vez em sua história. “Foi uma sensação muito boa, pois já jogamos outras vezes neste campeonato e nunca con-seguimos ganhar, a melhor colocação foi um terceiro lugar”, afirma o dirigente Dirceu Teodoro de Oliveira. O cartola atribui a con-quista do título ao empenho de todos os jogadores. “Fi-quei com muito orgulhoso com o comprometimento do time e com a união de todos em busca do objetivo”. A final foi marcada por dois gols do Flamengo fei-tos pelo jogador André Luiz e um gol do jogador Rogeri-nho, do time Bem Amigos. O craque da copa foi o joga-dor Mário Lúcio (Flamen-go), a artilharia ficou por conta do jogador Itamar (São Paulo), que marcou on-ze gols. Quem ficou com o título de melhor goleiro foi o Gilmar (São Paulo). O me-lhor dirigente foi Antônio Paulo do Amaral (São Pau-lo) e o troféu especial foi para o jogador Itamar, que marcou cinco gols em uma partida. A arbitragem da decisão ficou por conta de Robson José dos Santos, Paulo Hen-rique do Amaral e Kéferson Júnior dos Santos. Dirceu Oliveira ainda agradeceu ao presidente e diretores da Liga Municipal de Desportos de Santo An-tonio do Monte pelo convi-te e a recepção que tiveram durante os jogos. O Time conquistou O TORNEIO pela primeira vez FOTO: Márcio Teixeira

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