O documento discute a violência no Brasil e em Portugal, com taxas de homicídio, acidentes e suicídio mais altas no Brasil. No Rio de Janeiro, as taxas de homicídio são maiores nas favelas, onde as UPPs tentam retomar o controle de territórios dominados por traficantes, melhorando a segurança mas enfrentando questões como diálogo policial e sustentabilidade das políticas.