PERCEPÇÃO
DE
RISCOS
Objetivo
• Ampliar a nossa capacidade de percepção de
riscos,
• Transformar a forma de percepção de riscos já
conhecidos,
• Entender como nossos atos interferem na nossa
exposição aos riscos,
• Ser um agente multiplicador.
“Nós somos avaliados não pelo que
somos, mas, através da percepção
do que parecemos ser,
não pelo que dizemos,
mas pelo que nos escutam,
e não pelo que fazemos,
mas pelo que parecemos fazer”.
Reflexão
O QUE É
PERCEPÇÃO?
Como percebemos o que estamos em nossa volta.
É o ato de ter contato com um
perigo por meio dos sentidos
(ouvir, tocar, ver, cheirar e
gosto), interpretar essa
informação e então decidir o
que fazer.
Percepção
QUAIS FATORES INFLUENCIAM NA
PERCEPÇÃO?
Como percebemos o que estamos em nossa volta.
A percepção depende das condições
fisiológicas,
idade,
cultura,
profissão,
Necessidades, desejos do receptor e acima de
tudo ATITUDE de cada um.
Percepção
Aspecto cultura:Montagem do CN na China
Percepção
Andaime são feitos de
bambu
COMO ANDA A SUA PERCEPÇÃO?
Ver e enxergar,
Sair da caixa,
Ser pessimista em relação aos riscos...
Desenvolvendo a Percepção
Desenvolvendo a Percepção
Desenvolvendo a Percepção
PORQUE NÃO EVITAMOS OS
ACIDENTES?
Comportamento
Trabalhar com segurança é:
• Saber perceber os riscos,
• Querer gerenciar os riscos,
• Ser exemplo.
Temos na empresa pessoas que
diferenciam:
• Trabalhar,
• Trabalhar com Segurança
...porém ignoram o termo
segurança.
“Quando falamos, convencemos pessoas, mas,
quando damos exemplo, arrastamos pessoas”.
(autor desconhecido)
Ser exemplo
QUAIS SÃO OS FATORES QUE
INFLUENCIAM NA BAIXA
PERCEPÇÃO DE RISCOS?
Nossos princípios...
Principais fatores
 PRINCÍPIO DE SÃO TOMÉ
As pessoas não “enxergam” os riscos se não presenciarem os
danos associados. – Só a presença concreta do dano “valida” o
risco
 PRINCÍPIO DO QUASE NUNCA
Eventos de alta gravidade, mas de baixa freqüência percebida,
serão desprezados. “ – Isso é muito difícil de acontecer”
 PRINCÍPIO DA AUTO EXCLUSÃO
Não admitimos que o evento possa ocorrer conosco;
Negamos a possibilidade de termos sofrimentos (lesão ou morte),
e isso leva à negação inconsciente do risco.
 PRINCÍPIO DA FATALIDADE – conversa de velório
Fenômeno cultural (conversa de velório) – As pessoas acreditam
que certos acidentes são simplesmente “inevitáveis” ou “
imprevisíveis”.
 PEQUENOS DELITOS
A ausência de conseqüências, mesmo após várias “tentativas”
leva a um processo mental de desprezo do risco. - Ao se
acostumar a fazer pequenos delitos de prevenção, a pessoa
passará a fazer delitos cada vez mais graves (quanto às
conseqüências potenciais)
Principais fatores
PORQUE NOS
EXPOMOS AOS
RISCOS?
Gerenciamento e percepção de riscos
Descumprimos os procedimentos e padrões.
Exemplos:
• Operação de lixadeira sem Protetor Facial,
• Não respeitando a velocidade máxima permitida para o
trecho,
• Passando em área delimitada sem a devida permissão,
• Elaborar serviço a quente sem manter extintor de incêndio
no local.
Ignoramos Procedimentos / Padrões:
Assumindo riscos sem propor medida de controle para
eliminar,neutralizar, minimizar ou sinalizar.
Exemplos:
• Transportando pessoas sem o uso do cinto de
segurança
• Empilhar peças de forma desordenada
Toleramos os Riscos:
O risco é do conhecimento de todos, mas não há
iniciativa para corrigi-lo ou buscar a solução.
Exemplo:
• Permitir o inicio de manutenção sem a devida
neutralização da linha.
• Liberar operação de máquina sem freio de mão
Obs.: O desempenho de uma área é o reflexo do seu
Gerente, Chefe de Departamento e Supervisão.
Ignoramos o Risco:
O risco persiste porque o convívio freqüente com ele, ao
longo do tempo, o incorporou à normalidade das tarefas.
O trabalhador se acostuma com a situação inadequada.
Exemplo:
 Usar talabarte do cinto de segurança abaixo da linha da
cintura,
 Pular de cima da carroceria do caminhão,
 Utilizar talhadeira deformada,
 Deixar peças espalhadas no local das tarefas,
 Passar em baixo de carga suspensa.
Hábitos e Rotina:
MAS O QUE É RISCO?
Conhecendo o conceito de riscos
Combinação da probabilidade de
ocorrência e da conseqüência de
um evento.
Risco
Análise Preliminar da Tarefa – APT
– Faça o reconhecimento da área e avalie os fatores de
risco e os riscos, especificando as medidas preventivas.
Como avaliar o risco?
Percebeu todos os riscos
existentes?
A identificação individual traz
menos resultados que em
conjunto.
Como perceber o risco?
Considere também...
Todos os ângulos e
todos os detalhes,
Conheça o local onde irá
trabalhar e pergunte:
O que pode acontecer
de errado?
Identifique todos os riscos.
Atenção é fundamental.
Como perceber o risco?
O risco pode estar...
Onde você menos
espera!
Pergunte: O que devo fazer para eliminar, neutralizar,
minimizar ou tratar cada um dos riscos identificados?
 Comprometimento;
 Atitude;
 Cultura.
“A ação de correção depende de você. Após
uma boa identificação dos riscos, corrigir
mostra o diferencial de cada colaborador,
pois corrigir é QUERER FAZER, para isto
depende de:
Gerencie o risco
Avalie as medidas corretivas para cada risco levantado.
Surgindo dúvidas sobre as medidas
adotadas sobressaindo palavras como:
 Eu acho que é assim;
 Eu penso que é assim;
 Será que é assim?
Não execute a tarefa. Peça ajuda
acione sua chefia imediata ou SESMT
para auxiliar nas medidas corretivas.
Gerencie o risco
• Siga os procedimentos corretos e faça o trabalho com
segurança,
• Se você não pode fazer tudo que estava ao seu alcance
para eliminar ou reduzir os riscos da tarefa, NÃO
EXECUTE!
• Se algo deu errado na tarefa que você programou
ocorreu um desvio – PARE IMEDIATAMENTE E REFAÇA A
APT.
Gerencie o risco
AÇÕES QUE FAZEM A
DIFERENÇA?
Conhecendo o conceito de riscos
Foco no comportamento e atitudes durante a
realização das tarefas, cumprindo o padrão pré-
estabelecido;
Qual a diferença entre
Comportamento e Atitude ?
Comportamento e Atitude
Comportamento
• Ato observável
• Aquilo que alguém faz (ou não faz)
Atitude
• Guia interno para o comportamento
• Refere-se ao indivíduo (valores pessoais, crenças)
Competência
Conhecimento
Inclui, mas não está limitado a,
descrições, hipóteses, conceitos,
teorias, princípios e procedimentos.
Habilidade
Grau de competência que uma pessoa frente a um
determinado objetivo
Atitude
Tendência a responder, de forma positiva ou negativa, a
pessoas, objetos ou situações
E PORQUÊ SE PREOCUPAR
EM PERCEBER OS RISCOS?
Conhecendo o conceito de riscos
Desvios
Quase Acidente
Danos Materiais
Ac. SAF (FAC, MTC, RWC)
Ac. CAF (LWC, FATAL)
Pirâmide da Prevenção
AÇÕES
PREVENTIVAS
AÇÕES
REATIVAS
ROS Inspeções
Interdições Notificações
 Fatalidades
 Ferimentos
 Doenças Ocupacionais
 Danos ao meio
ambiente
 Danos materiais
 Perda de produtos
Desvios
(Comportamento e Condições Inseguras)
Quase
acidentes
PERDAS
ATUAÇÃO
REATIVA
ATUAÇÃO
PRÓ-ATIVA
Conceito do Iceberg
O caminho do acidente é lógico ...
Não adianta reclamar sobre os fatos
consumados!
E quando não trabalhamos?
É a capacidade de controlar ou
minimizar os riscos existentes numa
atividade.
Comportamento Seguro
Ação ou comportamento que visa
eliminar a fonte de perigo ou reduzir ou
bloquear a probabilidade de exposição.
Prevenção
VOCÊ SABE
RECONHECER OS
RISCOS?
Percebendo os riscos
Muitas vezes, o
grande inimigo
da nossa
segurança somos
nós mesmos.
VOCÊ SABE
RECONHECER OS
RISCOS DA SUA ÁREA?
Percebendo os riscos
Tarefa de solda e lixadeira
sendo executada sem
isolamento da área, fagulhas
e borras sendo projetadas na
área de circulação de
pessoas e materiais.
Projeção
de
fagulhas
Q
ueim
aduras
• Improviso de linha
vertical,
• Improviso da base
de sustentação.
• Improviso da
bancada de serra
circular,
• Cerquite rompido,
caído isolando as
ferragens.
• Uso de adornos,
• Falta de EPI´s.
• Distração
• Falha na
operação do
equipamento
• Ferramentas
desorganizadas.
Caminhão com carga
suspensa, operando
sem isolamento .
Q
ueda
de
m
aterial,
A
tingido
por,
A
tropelam
ento.
Cabos elétricos
expostos no piso sem a
devida proteção.
Em contato com água.
Expostos no CNTR.
RISCOS:
• Queda ao mesmo
nível,
• Choque elétrico.
• Escada tipo
marinheiro com
guarda corpo acima
de 1,80 cm não
possui linha de vida
vertical.
RISCOS:
• Batida contra,
• Queda com diferença
de níveis,
• Queda do andaime
• Andaime
calçado de forma
irregular
Uso de adornos
(Relógios, alianças,
cordões e etc.)
Uso máquinas
manuais,
lixadeira,
retíficas,
furadeiras e etc.
RISCOS:
• Cortes,
amputações,
• Projeção de
fagulhas,
• Choques
elétricos,vibraçõe
s,
• Ruídos.
• Risco
Ergonômico,
A
tingido
por
Projeção
de
fagulhas.
Marretas
• Projeção de fragmentos
da marreta,
UTILIZAR
FERRAMENTA
INCORRETA PARA
APLICAÇÃO DE
GRAMPOS.
RISCOS:
• Explosões,
• Aprisionamento das
mãos,
• Riscos Ergonômicos.
•
Am
arrações
de
cilindros,
•
Posicionam
ento
dos
cilindros, próxim
os
á
líquidos
com
bustíveis.
Reforçar as conexões,
Detectar os vazamentos,
Maçariqueiros treinados,
(*) O empregado
ao pegar carona
caiu e foi
atropelado pela
própria máquina.
Nunca ande, brinque, sente
ou descanse nos trilhos.
Se estiver próximo à via
férrea, fique atento ao
movimento da linha do
trem.
Sua segurança pode estar
em risco.
Nunca se arrisque perto do trem.
Atravessar entre vagões e
descansar sobre a linha é
extremamente perigoso. A
qualquer momento o trem pode
entrar em movimento.
Formar seis grupos para a
identificação de riscos e perigos.
Cada grupo terá cinco minutos e
analisará quatro fotografias, em
seguida um representante de cada
grupo vai apresentar o resultado.
Dinâmica
INTUIÇÃO
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE
RISCOS
TREINAMENTO EFICAZ DO FATOR
HUMANO COM AVALIAÇÃO
ASSIMILAÇÃO
ACIDENTE ZERO ATITUDE
A
C
I
D
E
N
T
E
Como chegaremos lá...
(*) Extraído do material treinamento sobre percepção de riscos -Internet
• Achar que a rotina é sempre igual;
• Achar que isso nunca vai acontecer comigo;
• Apostar nas possibilidades (roleta russa);
• Não ler APT,PT, PTE;
• Trabalhar com pressa;
• Descuidar dos pequenos detalhes;
• Quando encontrar DESVIOS dizer:
“Isso não é comigo”.
Percebendo os riscos
• Colocar em prática o que sabe;
• NA DÚVIDA, PARE ! NÃO SABE,
PERGUNTE !
• Olhar o antigo com novos olhos;
• Ir além do que está na cara;
• A minha segurança é a segurança de todos;
• Ser guardião da própria saúde física e mental.
(*) Extraído do material treinamento sobre percepção de riscos -Internet
COMO AGIR?
Percebendo os riscos
• Não espere que alguém cuide da sua segurança:
Ela está em suas mãos !
• Não espere que a sorte te dê proteção.
As suas escolhas são seus maiores EPI’s !
• Não espere o amanhã para cuidar da sua saúde.
• Uma pessoa consciente começa a se prevenir
aqui e agora !
• Não espere que as coisas corram como previsto.
• Nada é 100% seguro !
A diferença entre
um acidente e o
término de um
trabalho seguro,
pode estar ......
Qual a sua Escolha?
Percepção dos
Riscos e Perigos.
Fontes:
• Slides extraído de material repassado de “Treinamento de Percepção de Riscos” –
Ebate - TST Andreans Coimbra
• Inspeções de Segurança realizados em área
• Pesquisa Internet
• Consulta da NR 18 da Portaria 3214/78
• http://1.bp.blogspot.com
• Material extraído do slides de José Carlos Siqueira /Gerente de SHEA - DuPont América
do Sul
• Ansiedade e medo no trabalho : a percepção do risco nas decisões administrativas/
Paulo Roberto de Mendonça Motta
• http://www.overmundo.com.br/banco/vamos-brincar-de-percepcao
• Treinamento de percepção+riscos.

Apresentação Treinamento Percepção de Riscos-1.pptx

  • 1.
  • 2.
    Objetivo • Ampliar anossa capacidade de percepção de riscos, • Transformar a forma de percepção de riscos já conhecidos, • Entender como nossos atos interferem na nossa exposição aos riscos, • Ser um agente multiplicador.
  • 3.
    “Nós somos avaliadosnão pelo que somos, mas, através da percepção do que parecemos ser, não pelo que dizemos, mas pelo que nos escutam, e não pelo que fazemos, mas pelo que parecemos fazer”. Reflexão
  • 4.
    O QUE É PERCEPÇÃO? Comopercebemos o que estamos em nossa volta.
  • 5.
    É o atode ter contato com um perigo por meio dos sentidos (ouvir, tocar, ver, cheirar e gosto), interpretar essa informação e então decidir o que fazer. Percepção
  • 6.
    QUAIS FATORES INFLUENCIAMNA PERCEPÇÃO? Como percebemos o que estamos em nossa volta.
  • 7.
    A percepção dependedas condições fisiológicas, idade, cultura, profissão, Necessidades, desejos do receptor e acima de tudo ATITUDE de cada um. Percepção
  • 8.
    Aspecto cultura:Montagem doCN na China Percepção Andaime são feitos de bambu
  • 9.
    COMO ANDA ASUA PERCEPÇÃO? Ver e enxergar, Sair da caixa, Ser pessimista em relação aos riscos...
  • 10.
  • 11.
  • 12.
  • 13.
    PORQUE NÃO EVITAMOSOS ACIDENTES? Comportamento
  • 14.
    Trabalhar com segurançaé: • Saber perceber os riscos, • Querer gerenciar os riscos, • Ser exemplo. Temos na empresa pessoas que diferenciam: • Trabalhar, • Trabalhar com Segurança ...porém ignoram o termo segurança.
  • 15.
    “Quando falamos, convencemospessoas, mas, quando damos exemplo, arrastamos pessoas”. (autor desconhecido) Ser exemplo
  • 16.
    QUAIS SÃO OSFATORES QUE INFLUENCIAM NA BAIXA PERCEPÇÃO DE RISCOS? Nossos princípios...
  • 17.
    Principais fatores  PRINCÍPIODE SÃO TOMÉ As pessoas não “enxergam” os riscos se não presenciarem os danos associados. – Só a presença concreta do dano “valida” o risco  PRINCÍPIO DO QUASE NUNCA Eventos de alta gravidade, mas de baixa freqüência percebida, serão desprezados. “ – Isso é muito difícil de acontecer”  PRINCÍPIO DA AUTO EXCLUSÃO Não admitimos que o evento possa ocorrer conosco; Negamos a possibilidade de termos sofrimentos (lesão ou morte), e isso leva à negação inconsciente do risco.
  • 18.
     PRINCÍPIO DAFATALIDADE – conversa de velório Fenômeno cultural (conversa de velório) – As pessoas acreditam que certos acidentes são simplesmente “inevitáveis” ou “ imprevisíveis”.  PEQUENOS DELITOS A ausência de conseqüências, mesmo após várias “tentativas” leva a um processo mental de desprezo do risco. - Ao se acostumar a fazer pequenos delitos de prevenção, a pessoa passará a fazer delitos cada vez mais graves (quanto às conseqüências potenciais) Principais fatores
  • 19.
  • 20.
    Descumprimos os procedimentose padrões. Exemplos: • Operação de lixadeira sem Protetor Facial, • Não respeitando a velocidade máxima permitida para o trecho, • Passando em área delimitada sem a devida permissão, • Elaborar serviço a quente sem manter extintor de incêndio no local. Ignoramos Procedimentos / Padrões:
  • 21.
    Assumindo riscos sempropor medida de controle para eliminar,neutralizar, minimizar ou sinalizar. Exemplos: • Transportando pessoas sem o uso do cinto de segurança • Empilhar peças de forma desordenada Toleramos os Riscos:
  • 22.
    O risco édo conhecimento de todos, mas não há iniciativa para corrigi-lo ou buscar a solução. Exemplo: • Permitir o inicio de manutenção sem a devida neutralização da linha. • Liberar operação de máquina sem freio de mão Obs.: O desempenho de uma área é o reflexo do seu Gerente, Chefe de Departamento e Supervisão. Ignoramos o Risco:
  • 23.
    O risco persisteporque o convívio freqüente com ele, ao longo do tempo, o incorporou à normalidade das tarefas. O trabalhador se acostuma com a situação inadequada. Exemplo:  Usar talabarte do cinto de segurança abaixo da linha da cintura,  Pular de cima da carroceria do caminhão,  Utilizar talhadeira deformada,  Deixar peças espalhadas no local das tarefas,  Passar em baixo de carga suspensa. Hábitos e Rotina:
  • 24.
    MAS O QUEÉ RISCO? Conhecendo o conceito de riscos
  • 25.
    Combinação da probabilidadede ocorrência e da conseqüência de um evento. Risco
  • 26.
    Análise Preliminar daTarefa – APT – Faça o reconhecimento da área e avalie os fatores de risco e os riscos, especificando as medidas preventivas. Como avaliar o risco?
  • 27.
    Percebeu todos osriscos existentes? A identificação individual traz menos resultados que em conjunto. Como perceber o risco? Considere também... Todos os ângulos e todos os detalhes,
  • 28.
    Conheça o localonde irá trabalhar e pergunte: O que pode acontecer de errado? Identifique todos os riscos. Atenção é fundamental. Como perceber o risco? O risco pode estar... Onde você menos espera!
  • 29.
    Pergunte: O quedevo fazer para eliminar, neutralizar, minimizar ou tratar cada um dos riscos identificados?  Comprometimento;  Atitude;  Cultura. “A ação de correção depende de você. Após uma boa identificação dos riscos, corrigir mostra o diferencial de cada colaborador, pois corrigir é QUERER FAZER, para isto depende de: Gerencie o risco
  • 30.
    Avalie as medidascorretivas para cada risco levantado. Surgindo dúvidas sobre as medidas adotadas sobressaindo palavras como:  Eu acho que é assim;  Eu penso que é assim;  Será que é assim? Não execute a tarefa. Peça ajuda acione sua chefia imediata ou SESMT para auxiliar nas medidas corretivas. Gerencie o risco
  • 31.
    • Siga osprocedimentos corretos e faça o trabalho com segurança, • Se você não pode fazer tudo que estava ao seu alcance para eliminar ou reduzir os riscos da tarefa, NÃO EXECUTE! • Se algo deu errado na tarefa que você programou ocorreu um desvio – PARE IMEDIATAMENTE E REFAÇA A APT. Gerencie o risco
  • 32.
    AÇÕES QUE FAZEMA DIFERENÇA? Conhecendo o conceito de riscos
  • 33.
    Foco no comportamentoe atitudes durante a realização das tarefas, cumprindo o padrão pré- estabelecido; Qual a diferença entre Comportamento e Atitude ? Comportamento e Atitude
  • 34.
    Comportamento • Ato observável •Aquilo que alguém faz (ou não faz) Atitude • Guia interno para o comportamento • Refere-se ao indivíduo (valores pessoais, crenças)
  • 35.
    Competência Conhecimento Inclui, mas nãoestá limitado a, descrições, hipóteses, conceitos, teorias, princípios e procedimentos. Habilidade Grau de competência que uma pessoa frente a um determinado objetivo Atitude Tendência a responder, de forma positiva ou negativa, a pessoas, objetos ou situações
  • 36.
    E PORQUÊ SEPREOCUPAR EM PERCEBER OS RISCOS? Conhecendo o conceito de riscos
  • 37.
    Desvios Quase Acidente Danos Materiais Ac.SAF (FAC, MTC, RWC) Ac. CAF (LWC, FATAL) Pirâmide da Prevenção AÇÕES PREVENTIVAS AÇÕES REATIVAS ROS Inspeções Interdições Notificações
  • 38.
     Fatalidades  Ferimentos Doenças Ocupacionais  Danos ao meio ambiente  Danos materiais  Perda de produtos Desvios (Comportamento e Condições Inseguras) Quase acidentes PERDAS ATUAÇÃO REATIVA ATUAÇÃO PRÓ-ATIVA Conceito do Iceberg
  • 39.
    O caminho doacidente é lógico ... Não adianta reclamar sobre os fatos consumados! E quando não trabalhamos?
  • 40.
    É a capacidadede controlar ou minimizar os riscos existentes numa atividade. Comportamento Seguro
  • 41.
    Ação ou comportamentoque visa eliminar a fonte de perigo ou reduzir ou bloquear a probabilidade de exposição. Prevenção
  • 42.
  • 43.
    Muitas vezes, o grandeinimigo da nossa segurança somos nós mesmos.
  • 46.
    VOCÊ SABE RECONHECER OS RISCOSDA SUA ÁREA? Percebendo os riscos
  • 47.
    Tarefa de soldae lixadeira sendo executada sem isolamento da área, fagulhas e borras sendo projetadas na área de circulação de pessoas e materiais. Projeção de fagulhas Q ueim aduras
  • 48.
    • Improviso delinha vertical, • Improviso da base de sustentação.
  • 49.
    • Improviso da bancadade serra circular, • Cerquite rompido, caído isolando as ferragens.
  • 50.
    • Uso deadornos, • Falta de EPI´s.
  • 51.
    • Distração • Falhana operação do equipamento
  • 52.
  • 53.
    Caminhão com carga suspensa,operando sem isolamento . Q ueda de m aterial, A tingido por, A tropelam ento.
  • 54.
    Cabos elétricos expostos nopiso sem a devida proteção. Em contato com água. Expostos no CNTR. RISCOS: • Queda ao mesmo nível, • Choque elétrico.
  • 55.
    • Escada tipo marinheirocom guarda corpo acima de 1,80 cm não possui linha de vida vertical. RISCOS: • Batida contra, • Queda com diferença de níveis, • Queda do andaime • Andaime calçado de forma irregular
  • 56.
    Uso de adornos (Relógios,alianças, cordões e etc.)
  • 57.
    Uso máquinas manuais, lixadeira, retíficas, furadeiras eetc. RISCOS: • Cortes, amputações, • Projeção de fagulhas, • Choques elétricos,vibraçõe s, • Ruídos.
  • 58.
  • 59.
  • 60.
    • Projeção defragmentos da marreta,
  • 62.
  • 63.
    RISCOS: • Explosões, • Aprisionamentodas mãos, • Riscos Ergonômicos. • Am arrações de cilindros, • Posicionam ento dos cilindros, próxim os á líquidos com bustíveis.
  • 64.
    Reforçar as conexões, Detectaros vazamentos, Maçariqueiros treinados,
  • 66.
    (*) O empregado aopegar carona caiu e foi atropelado pela própria máquina.
  • 67.
    Nunca ande, brinque,sente ou descanse nos trilhos. Se estiver próximo à via férrea, fique atento ao movimento da linha do trem. Sua segurança pode estar em risco.
  • 68.
    Nunca se arrisqueperto do trem. Atravessar entre vagões e descansar sobre a linha é extremamente perigoso. A qualquer momento o trem pode entrar em movimento.
  • 69.
    Formar seis grupospara a identificação de riscos e perigos. Cada grupo terá cinco minutos e analisará quatro fotografias, em seguida um representante de cada grupo vai apresentar o resultado. Dinâmica
  • 72.
    INTUIÇÃO PROGRAMA DE GERENCIAMENTODE RISCOS TREINAMENTO EFICAZ DO FATOR HUMANO COM AVALIAÇÃO ASSIMILAÇÃO ACIDENTE ZERO ATITUDE A C I D E N T E Como chegaremos lá... (*) Extraído do material treinamento sobre percepção de riscos -Internet
  • 73.
    • Achar quea rotina é sempre igual; • Achar que isso nunca vai acontecer comigo; • Apostar nas possibilidades (roleta russa); • Não ler APT,PT, PTE; • Trabalhar com pressa; • Descuidar dos pequenos detalhes; • Quando encontrar DESVIOS dizer: “Isso não é comigo”. Percebendo os riscos
  • 74.
    • Colocar emprática o que sabe; • NA DÚVIDA, PARE ! NÃO SABE, PERGUNTE ! • Olhar o antigo com novos olhos; • Ir além do que está na cara; • A minha segurança é a segurança de todos; • Ser guardião da própria saúde física e mental. (*) Extraído do material treinamento sobre percepção de riscos -Internet COMO AGIR? Percebendo os riscos
  • 75.
    • Não espereque alguém cuide da sua segurança: Ela está em suas mãos ! • Não espere que a sorte te dê proteção. As suas escolhas são seus maiores EPI’s ! • Não espere o amanhã para cuidar da sua saúde. • Uma pessoa consciente começa a se prevenir aqui e agora ! • Não espere que as coisas corram como previsto. • Nada é 100% seguro !
  • 76.
    A diferença entre umacidente e o término de um trabalho seguro, pode estar ...... Qual a sua Escolha? Percepção dos Riscos e Perigos.
  • 77.
    Fontes: • Slides extraídode material repassado de “Treinamento de Percepção de Riscos” – Ebate - TST Andreans Coimbra • Inspeções de Segurança realizados em área • Pesquisa Internet • Consulta da NR 18 da Portaria 3214/78 • http://1.bp.blogspot.com • Material extraído do slides de José Carlos Siqueira /Gerente de SHEA - DuPont América do Sul • Ansiedade e medo no trabalho : a percepção do risco nas decisões administrativas/ Paulo Roberto de Mendonça Motta • http://www.overmundo.com.br/banco/vamos-brincar-de-percepcao • Treinamento de percepção+riscos.

Notas do Editor

  • #33 Padrão documentado, pessoal treinado – foco na liderança, definição de papéis, material de apoio, estabelecimento de metas, material de apoio para a auditoria, estabelecimento de metas, sistemática para guarda e tratamento dos dados e índice de acompanhamento.
  • #50 Comentar a nossa grande capacidade de improvisação, e na maioria das vezes sem o cuidado de aplicar as regras de segurança, como no exemplo do slide.