Acidente vascular
cerebral - AVC
Convulsão
Docente: Lindemberg Conceição
Discentes: Carliene Félix
Jaciara Silva
Mª Vitoria
Mª Veronice
Mª Carliane
Índice
INTRODUÇÃO
CAUSAS
SINTOMAS
TRATAMENTOS
CUIDADOS DE ENFERMAGEM
INTRODUÇÃO
CAUSAS
SINTOMAS
CUIDADOS DE ENFERMAGEM
TRATAMENTOS
AVC Convulsão
AVC, ou acidente vascular cerebral, é uma condição que ocorre quando o
fornecimento de sangue para uma parte do cérebro é interrompido.
Isso pode acontecer de duas maneiras principais: através de um bloqueio ou
estreitamento de uma artéria que leva ao cérebro ou através do rompimento de
um vaso sanguíneo no cérebro, resultando em sangramento para o tecido
cerebral.
Introdução
Tipos de AVC
Hemorrágico Isquêmico
Ocorre quando um vaso
sanguíneo no cérebro se
rompe, causando
sangramento no tecido
cerebral.
Causado por um bloqueio ou
estreitamento de uma artéria
cerebral, levando à falta de
oxigênio em uma área do
cérebro.
Causas
Hipertensão
arterial
Pressão arterial elevada
danifica as paredes das
artérias, aumentando o
risco de formação de
coágulos ou ruptura dos
vasos sanguíneos no
cérebro.
Diabetes
A diabetes pode causar
danos aos vasos
sanguíneos ao longo do
tempo, aumentando o
risco de estreitamento
das artérias e formação
de coágulos.
Obesidade
A obesidade está
associada a fatores de
risco como hipertensão,
diabetes e colesterol alto,
todos os quais podem
aumentar o risco de AVC.
Tabagismo
O tabagismo aumenta a
formação de placas nas
artérias e a coagulação
do sangue, aumentando o
risco de obstrução dos
vasos sanguíneos
cerebrais.
Causas
Colesterol alto
Níveis elevados de
colesterol podem levar à
formação de placas nas
artérias, reduzindo o fluxo
sanguíneo para o cérebro e
aumentando o risco de AVC
isquêmico.
Histórico familiar
Pessoas com histórico familiar
de AVC podem ter
predisposição genética a certas
condições médicas que
aumentam o risco de AVC, como
hipertensão e diabetes.
Condições
cardíacas
Doenças cardíacas, como
fibrilação atrial, podem
aumentar o risco de formação
de coágulos sanguíneos que
podem se deslocar para o
cérebro e causar um AVC.
Idade
avançada
O risco de AVC aumenta
com a idade devido ao
envelhecimento natural
dos vasos sanguíneos.
Sintomas
Fraqueza ou dormência súbita em um lado do corpo: Pode afetar o rosto,
braço ou perna, geralmente em um lado do corpo.
Dificuldade para falar ou compreender: Confusão repentina na fala,
dificuldade para articular palavras ou entender o que está sendo dito.
Dor de cabeça súbita e intensa: Dor de cabeça severa e inexplicável, muitas
vezes descrita como a pior dor de cabeça que a pessoa já teve.
Dificuldade súbita ao andar: Pode incluir perda de equilíbrio, falta de
coordenação, fraqueza nas pernas ou incapacidade de mover as pernas.
Confusão mental repentina: Desorientação, falta de compreensão do
ambiente, dificuldade em raciocinar ou entender as informações.
Tratamento
Os tratamentos para o AVC variam dependendo do tipo de AVC e da gravidade
do caso. As opções comuns incluem:
Terapia de reperfusão para restaurar o fluxo sanguíneo
Medicamentos para controlar a pressão arterial e prevenir coágulos
Reabilitação para ajudar na recuperação funcional e modificações no estilo de
vida para reduzir o risco de recorrência.
E nos casos de espasticidade pós-AVC?
Tratamento
Tratamento farmacológico
- Medicamentos antiespásticos são prescritos para tratar
limitações físicas após um AVC, geralmente combinados
com fisioterapia e outras técnicas não farmacológicas.
- A aplicação de toxina botulínica A (TBA) é essencial para
tratar a espasticidade focal em adultos, melhorando a
mobilidade e prevenindo contraturas e deformidades.
Tratamento cirúrgico
- Cirurgias como rizotomia dorsal seletiva, neuroablação,
liberação de contratura e alongamento/transferência de
tendão podem ajudar no processo de recuperação pós-AVC.
- Os principais objetivos dessas cirurgias incluem a redução
da dor, melhora no acesso à higiene e garantia de suporte
para imobilizadores.
Cuidados de enfermagem
Monitorar os sinais vitais
Detectar alterações que possam indicar complicações.
Avaliação neurológica regular
Avaliar sintomas neurológicos e monitorar sua progressão.
Monitoramento da deglutição
Avaliar a capacidade de engolir e fornecer alimentação segura.
Posicionamento adequado
Prevenir úlceras por pressão e contraturas musculares.
Reabilitação
Encaminhar para programas de fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia e cognitiva.
Educação ao paciente e à família
Informar sobre a condição, plano de tratamento e sinais de complicações.
Convulsão
Uma convulsão é um distúrbio neurológico caracterizado por descargas elétricas
anormais e excessivas no cérebro, levando a episódios temporários de
movimentos involuntários, contrações musculares, alterações de consciência e
sensações estranhas.
Os tipos de convulsões correspondem com a localização em que a descarga
anormal ocorre, assim, as variações podem ser as seguinte:
Convulsões focais
Convulsões generalizadas
Focais
Afetam apenas uma parte
específica do cérebro.
Podem ou não envolver
perda de consciência.
Exemplos incluem
convulsões focais motoras
e convulsões focais
complexas.
Generalizadas
Afetam ambos os hemisférios cerebrais.
Podem causar perda de consciência.
Exemplos incluem convulsões tônico-clônicas e ausências.
Crise de ausência
Caracterizada por uma aparente falta de consciência e responsividade, com
olhar fixo e pupila dilatada. Menos conhecida, mas requer atenção se
ocorrer com frequência.
Convulsão tônico-clônica
A convulsão tônico-clônica é caracterizada por perda de consciência,
contrações musculares involuntárias e movimentos desordenados,
geralmente divididos em estágios tônico (desmaio) e clônico (movimentos).
Causas
Embora as convulsões não estejam completamente explicadas cientificamente,
podem ser desencadeadas de várias maneiras, inclusive por atividades comuns do
dia a dia, além de doenças.
Hemorragia
Abstinência
Traumas cranianos
Intoxicação química
Falta de oxigenação no cérebro
Efeitos colaterais de medicamentos
Doenças que geralmente causam convulsão:
HIV;
AVC;
Tétano;
Diabete;
Epilepsia;
Meningite;
Tumor cerebral;
Distúrbio do sono.
Sintomas
É frequente que os sintomas variem de acordo com o tipo de convulsão e o estágio
em que o paciente se encontra durante o episódio convulsivo.
Pré-convulsão
Frio na barriga;
Cheiros e gostos
incomuns;
Convulsão focal ou
vertigem;
Sensação de que teria um
desmaio ou convulsão.
Durante a convulsão
Inconsciência;
Lábios azulados;
Formigamento local;
Salivação exagerada;
Espasmos incontroláveis;
Olhos revirados (para
cima).
Tratamento
O tratamento varia de acordo com a causa. Em casos relacionados ao uso
excessivo de álcool, a interrupção do vício pode resultar em melhora. No
entanto, há outras possíveis causas mais graves.
Possibilidades de tratamento para convulsões:
Neuroestimulação – cirúrgico;
Medicamentos anticonvulsivantes;
Suspensão de medicamentos ou substâncias;
Cirurgias, como ressecção das fibras nervosas;
Estimulação do nervo vago – minimamente invasivo.
Cuidados de enfermagem
Proteção durante o episódio:
Garantir que o paciente esteja seguro durante a convulsão, evitando quedas e lesões.
Posicionamento adequado
Colocar o paciente em posição lateral para evitar aspiração de saliva ou vômito.
Monitoramento vital
Acompanhar sinais vitais, como frequência cardíaca e respiratória.
Avaliação pós - convulsão
Verificar lesões, fadiga e estado de consciência após o episódio.
Educação
Fornecer orientações sobre o manejo da condição, incluindo adesão
ao tratamento e identificação de possíveis gatilhos.
Referências
https://neurocirurgiasp.com.br/artigos/servico-de-neurocirurgia/o-que-indicam-as-convulsoes/
https://caminhosposavc.com.br/reabilitacao-e-tratamentos-no-pos-avc/
https://pt.scribd.com/document/265562371/Trabalho-Convulsao-Definitivo
https://pt.scribd.com/presentation/648309424/Convulsao
https://www.pfizer.com.br/noticias/ultimas-noticias/o-que-e-acidente-vascular-cerebral-AVC-tipos-
prevencao-tratamento
https://avc.org.br/pacientes/acidente-vascular-cerebral/
*Imagens do Google
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    Acidente vascular cerebral -AVC Convulsão Docente: Lindemberg Conceição Discentes: Carliene Félix Jaciara Silva Mª Vitoria Mª Veronice Mª Carliane
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    AVC, ou acidentevascular cerebral, é uma condição que ocorre quando o fornecimento de sangue para uma parte do cérebro é interrompido. Isso pode acontecer de duas maneiras principais: através de um bloqueio ou estreitamento de uma artéria que leva ao cérebro ou através do rompimento de um vaso sanguíneo no cérebro, resultando em sangramento para o tecido cerebral. Introdução
  • 4.
    Tipos de AVC HemorrágicoIsquêmico Ocorre quando um vaso sanguíneo no cérebro se rompe, causando sangramento no tecido cerebral. Causado por um bloqueio ou estreitamento de uma artéria cerebral, levando à falta de oxigênio em uma área do cérebro.
  • 5.
    Causas Hipertensão arterial Pressão arterial elevada danificaas paredes das artérias, aumentando o risco de formação de coágulos ou ruptura dos vasos sanguíneos no cérebro. Diabetes A diabetes pode causar danos aos vasos sanguíneos ao longo do tempo, aumentando o risco de estreitamento das artérias e formação de coágulos. Obesidade A obesidade está associada a fatores de risco como hipertensão, diabetes e colesterol alto, todos os quais podem aumentar o risco de AVC. Tabagismo O tabagismo aumenta a formação de placas nas artérias e a coagulação do sangue, aumentando o risco de obstrução dos vasos sanguíneos cerebrais.
  • 6.
    Causas Colesterol alto Níveis elevadosde colesterol podem levar à formação de placas nas artérias, reduzindo o fluxo sanguíneo para o cérebro e aumentando o risco de AVC isquêmico. Histórico familiar Pessoas com histórico familiar de AVC podem ter predisposição genética a certas condições médicas que aumentam o risco de AVC, como hipertensão e diabetes. Condições cardíacas Doenças cardíacas, como fibrilação atrial, podem aumentar o risco de formação de coágulos sanguíneos que podem se deslocar para o cérebro e causar um AVC. Idade avançada O risco de AVC aumenta com a idade devido ao envelhecimento natural dos vasos sanguíneos.
  • 7.
    Sintomas Fraqueza ou dormênciasúbita em um lado do corpo: Pode afetar o rosto, braço ou perna, geralmente em um lado do corpo. Dificuldade para falar ou compreender: Confusão repentina na fala, dificuldade para articular palavras ou entender o que está sendo dito. Dor de cabeça súbita e intensa: Dor de cabeça severa e inexplicável, muitas vezes descrita como a pior dor de cabeça que a pessoa já teve. Dificuldade súbita ao andar: Pode incluir perda de equilíbrio, falta de coordenação, fraqueza nas pernas ou incapacidade de mover as pernas. Confusão mental repentina: Desorientação, falta de compreensão do ambiente, dificuldade em raciocinar ou entender as informações.
  • 8.
    Tratamento Os tratamentos parao AVC variam dependendo do tipo de AVC e da gravidade do caso. As opções comuns incluem: Terapia de reperfusão para restaurar o fluxo sanguíneo Medicamentos para controlar a pressão arterial e prevenir coágulos Reabilitação para ajudar na recuperação funcional e modificações no estilo de vida para reduzir o risco de recorrência. E nos casos de espasticidade pós-AVC?
  • 9.
  • 10.
    Tratamento farmacológico - Medicamentosantiespásticos são prescritos para tratar limitações físicas após um AVC, geralmente combinados com fisioterapia e outras técnicas não farmacológicas. - A aplicação de toxina botulínica A (TBA) é essencial para tratar a espasticidade focal em adultos, melhorando a mobilidade e prevenindo contraturas e deformidades. Tratamento cirúrgico - Cirurgias como rizotomia dorsal seletiva, neuroablação, liberação de contratura e alongamento/transferência de tendão podem ajudar no processo de recuperação pós-AVC. - Os principais objetivos dessas cirurgias incluem a redução da dor, melhora no acesso à higiene e garantia de suporte para imobilizadores.
  • 11.
    Cuidados de enfermagem Monitoraros sinais vitais Detectar alterações que possam indicar complicações. Avaliação neurológica regular Avaliar sintomas neurológicos e monitorar sua progressão. Monitoramento da deglutição Avaliar a capacidade de engolir e fornecer alimentação segura. Posicionamento adequado Prevenir úlceras por pressão e contraturas musculares. Reabilitação Encaminhar para programas de fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia e cognitiva. Educação ao paciente e à família Informar sobre a condição, plano de tratamento e sinais de complicações.
  • 13.
  • 14.
    Uma convulsão éum distúrbio neurológico caracterizado por descargas elétricas anormais e excessivas no cérebro, levando a episódios temporários de movimentos involuntários, contrações musculares, alterações de consciência e sensações estranhas. Os tipos de convulsões correspondem com a localização em que a descarga anormal ocorre, assim, as variações podem ser as seguinte: Convulsões focais Convulsões generalizadas
  • 15.
    Focais Afetam apenas umaparte específica do cérebro. Podem ou não envolver perda de consciência. Exemplos incluem convulsões focais motoras e convulsões focais complexas.
  • 16.
    Generalizadas Afetam ambos oshemisférios cerebrais. Podem causar perda de consciência. Exemplos incluem convulsões tônico-clônicas e ausências. Crise de ausência Caracterizada por uma aparente falta de consciência e responsividade, com olhar fixo e pupila dilatada. Menos conhecida, mas requer atenção se ocorrer com frequência. Convulsão tônico-clônica A convulsão tônico-clônica é caracterizada por perda de consciência, contrações musculares involuntárias e movimentos desordenados, geralmente divididos em estágios tônico (desmaio) e clônico (movimentos).
  • 17.
    Causas Embora as convulsõesnão estejam completamente explicadas cientificamente, podem ser desencadeadas de várias maneiras, inclusive por atividades comuns do dia a dia, além de doenças. Hemorragia Abstinência Traumas cranianos Intoxicação química Falta de oxigenação no cérebro Efeitos colaterais de medicamentos Doenças que geralmente causam convulsão: HIV; AVC; Tétano; Diabete; Epilepsia; Meningite; Tumor cerebral; Distúrbio do sono.
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    Sintomas É frequente queos sintomas variem de acordo com o tipo de convulsão e o estágio em que o paciente se encontra durante o episódio convulsivo. Pré-convulsão Frio na barriga; Cheiros e gostos incomuns; Convulsão focal ou vertigem; Sensação de que teria um desmaio ou convulsão. Durante a convulsão Inconsciência; Lábios azulados; Formigamento local; Salivação exagerada; Espasmos incontroláveis; Olhos revirados (para cima).
  • 19.
    Tratamento O tratamento variade acordo com a causa. Em casos relacionados ao uso excessivo de álcool, a interrupção do vício pode resultar em melhora. No entanto, há outras possíveis causas mais graves. Possibilidades de tratamento para convulsões: Neuroestimulação – cirúrgico; Medicamentos anticonvulsivantes; Suspensão de medicamentos ou substâncias; Cirurgias, como ressecção das fibras nervosas; Estimulação do nervo vago – minimamente invasivo.
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    Cuidados de enfermagem Proteçãodurante o episódio: Garantir que o paciente esteja seguro durante a convulsão, evitando quedas e lesões. Posicionamento adequado Colocar o paciente em posição lateral para evitar aspiração de saliva ou vômito. Monitoramento vital Acompanhar sinais vitais, como frequência cardíaca e respiratória. Avaliação pós - convulsão Verificar lesões, fadiga e estado de consciência após o episódio. Educação Fornecer orientações sobre o manejo da condição, incluindo adesão ao tratamento e identificação de possíveis gatilhos.
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