SECRETARIA DE SAÚDE DE PERNAMBUCO DENGUE EM PERNAMBUCO SITUAÇÃO ATUAL E  PLANO DE AÇÃO EM CASO DE EPIDEMIA FEVEREIRO, 2011
Secretário de Saúde Antônio Carlos dos Santos Figueira  Secretária Executiva de Coordenação-Geral Ana Paula Sóter Secretário Executivo de Vigilância à Saúde Eronildo Felisberto Secretária Executiva de Atenção à Saúde Tereza Campos  Secretária Executiva de Regulação em Saúde Reneide Muniz Secretário Executivo de Gestão do Trabalho e Educação em Saúde Fernando Menezes Secretario Executivo de Administração e Finanças Jorge Araújo Superintendente de Comunicação Thiago Nunes
SITUAÇÃO DA DENGUE EM PERNAMBUCO 2010 57.362  casos notificados 185  municípios +585,73%  em relação ao mesmo período de 2009 (8.365 casos) 2011 513  casos notificados 49  municípios +12,25%   em relação ao mesmo período de 2010 (457 casos) Fonte:  Sinan
SITUAÇÃO DA DENGUE EM PERNAMBUCO DENGUE GRAVE (DCC, FHD) 2010 DCC  (Dengue Clássica com Complicação)  -  17  casos confirmados FHD  (Febre Hemorrágica da Dengue) -   150  confirmados ÓBITOS  -  20  confirmados 2011 FHD -  02   casos notificados em fase de investigação Fonte:   Sinan
SITUAÇÃO DA DENGUE EM PERNAMBUCO 2010   GERES I  (Sede Recife) -  30.459 ( 53,10% )  IV  (Sede Caruaru) -  10.033 ( 17,49% )  II  (Sede Limoeiro) -  3.110 (  5,42% ) VII (Sede Salgueiro) -  2.741 (  4,78% )  2011   GERES X  (Sede Afogados da Ingazeira) - 156 ( 30,41% )  VII (Sede Salgueiro) -  83 ( 16,18% )  IV  (Sede Caruaru) -  79 ( 15,40% ) II  (Sede Limoeiro) -  67 ( 13,06% ) Fonte:  Sinan
SITUAÇÃO DA DENGUE EM PERNAMBUCO Os 513 casos foram notificados por  49 municípios 10 Municípios  que mais notificaram casos em 2011   (70,56% dos casos notificados) Afogados da Ingazeira – 102 Caruaru – 60 Serrita – 60 Ipojuca – 24 Tabira – 22 Salgueiro – 21 Aliança – 19 Recife – 19 Limoeiro – 18 Petrolina – 17 Fonte:  Sinan
DENGUE   – Diagrama de controle dos casos notificados de dengue por semana epidemiológica. Pernambuco, 2010 Fonte:  Sinan
DENGUE  – Diagrama de controle dos casos notificados de dengue por semana epidemiológica. Pernambuco, 2011 Fonte:  Sinan
Estratégia utilizada: Intervenção em municípios prioritários  Critérios para identificação dos municípios prioritários: (LIRAa, contingente populacional, número de agentes de saúde ambiental, cobertura da ESF e Letalidade) Estratificação dos municípios  por  classificação de risco - dois estratos: 1. alto risco; 2. estado de alerta Definição de ações estratégicas para inicio imediato
1º estrato: 19 municípios (alto risco de epidemia e grande contingente populacional) Nº MUNICÍPIO GERES IIP (1) Déficit de Agentes (2) Cobertura PSF (3) Letalidade (4) 1 AFOGADOS DA INGAZEIRA X 11,70 0 67,97   2 BEZERROS IV 10,20 0 70,95   3 SERRA TALHADA XI 8,20 3 55,86   4 QUIXABA X 7,50 2 96,96   5 OURICURI IX 7,20 0 87,57   6 FLORESTA XI 5,70 0 49,11   7 SANTA CRUZ DO CAPIBARIBE IV 5,40 10 42,95   8 SANTA CRUZ DA BAIXA VERDE XI 4,95 0 100,00   9 TIMBAUBA II 4,90 0 100,00   10 ARARIPINA IX 4,60 0 51,83   11 PESQUEIRA IV 4,40 0 53,53   12 CAMARAGIBE I 4,10 9 98,77 1,72 13 SANTA CRUZ IX 3,97 3 100,00   14 SANTA TEREZINHA X 3,91 4 100,00   15 JABOATAO DOS GUARARAPES I 3,30 66 39,62 2,90 16 CARUARU IV 2,80 70 30,01 33,33 17 RECIFE I 1,93 0 51,92 1,38 18 OLINDA I 1,10 43 46,90 1,72 19 PETROLINA VIII 0,90 14 56,93   Municípios com grande contingente populacional (1) Índice de Infestação Predial satisfatório (IIP abaixo de 1%); (2) Sem déficit de agentes (0); (3) cobertura do PSF satisfatória; (4) sem óbito (1) Índice de Infestação Predial indicando alerta (IIP > 1% e < 3,9%); (2) Pouco déficit de agentes ( 4) ; (3) cobertura do PSF insatisfatória; (4) baixa letalidade ( 5) (1) Índice de Infestação Predial com risco de epidemia (IIP acima de 3,9%); (2) Grande déficit de agentes ( 4) ; (3) Baixa cobertura do PSF; (4) alta letalidade (> 5)
2º estrato: 42 municípios (alta letalidade, grande déficit de agentes, estado de alerta para epidemia) Nº MUNICÍPIO GERES IIP Déficit de Agentes Cobertura PSF Letalidade 20 IPOJUCA I 1,30 2 59,39 33,33 21 VITÓRIA DE SANTO ANTÃO I 2,60 0 70,97 25,00 22 PALMARES III 1,80 21 100,00   23 ITAMARACA I 1,04 16 100,00   24 IGARASSU I 1,10 15 86,09   25 GOIANA I 2,90 12 78,81   26 CUSTODIA VI 1,81 12 100,00   27 IPUBI IX 2,11 9 100,00   28 GRAVATA IV 1,00 9 91,72   29 AGRESTINA IV 2,00 8 100,00   30 SÃO LOURENÇO DA MATA I 2,70 7 75,94   31 PEDRA VI 2,10 6 100,00   32 ABREU E LIMA I 2,00 6 89,60   33 CHA GRANDE I 1,90 6 100,00   34 CARNAIBA X 0,96 6 100,00   35 JATAUBA IV 1,70 5 100,00   36 VENTUROSA VI 1,24 5 100,00   37 ESCADA III 1,20 5 44,09   38 LIMOEIRO II 2,60 4 100,00   39 CHA DE ALEGRIA II 1,15 4 100,00   40 SÃO JOSÉ DA COROA GRANDE III 1,00 4 100,00   41 BREJINHO X 2,28 3 100,00   42 ARCOVERDE VI 3,40 1 86,25   43 AFRANIO VIII 2,60 1 59,33   44 INGAZEIRA X 2,39 1 100,00   45 GARANHUNS V 2,30 1 81,45   (1) Índice de Infestação Predial satisfatório (IIP abaixo de 1%); (2) Sem déficit de agentes (0); (3) cobertura do PSF satisfatória; (4) sem óbito (1) Índice de Infestação Predial indicando alerta (IIP > 1% e < 3,9%); (2) Pouco déficit de agentes ( 4) ; (3) cobertura do PSF insatisfatória; (4) baixa letalidade ( 5) (1) Índice de Infestação Predial com risco de epidemia (IIP acima de 3,9%); (2) Grande déficit de agentes ( 4) ; (3) Baixa cobertura do PSF; (4) alta letalidade (> 5)
2º estrato: 42 municípios (alta letalidade, grande déficit de agentes, estado de alerta para epidemia) (1) Índice de Infestação Predial satisfatório (IIP abaixo de 1%); (2) Sem déficit de agentes (0); (3) cobertura do PSF satisfatória; (4) sem óbito (1) Índice de Infestação Predial indicando alerta (IIP > 1% e < 3,9%); (2) Pouco déficit de agentes ( 4) ; (3) cobertura do PSF insatisfatória; (4) baixa letalidade ( 5) (1) Índice de Infestação Predial com risco de epidemia (IIP acima de 3,9%); (2) Grande déficit de agentes ( 4) ; (3) Baixa cobertura do PSF; (4) alta letalidade (> 5) Nº MUNICÍPIO GERES IIP Déficit de Agentes Cobertura PSF Letalidade 46 PAUDALHO II 2,10 0 100,00   47 ARACOIABA I 1,80 0 100,00   48 FERNANDO DE NORONHA I 1,69 0 100,00   49 BELO JARDIM IV 1,30 0 51,26   50 SAO JOSE DO BELMONTE XI 1,10 0 50,56   51 SALGUEIRO VII 1,00 0 80,91   52 PAULISTA I 0,80 28 43,21 1,56 53 CABO DE SANTO AGOSTINHO I 0,60 22 68,36   54 BARREIROS III 0,03 13 62,85   55 ALTINHO IV 0,60 9 100,00   56 AGUA PRETA III 0,15 7 100,00   57 SANHARO IV 0,02 7 92,13   58 LAGOA DO CARRO II 0,90 6 100,00   59 TRIUNFO XI 0,59 5 65,63   60 BARRA DE GUABIRABA IV 0,00 5 100,00   61 TORITAMA IV 0,20 2 51,95  
Componentes, subcomponentes e resultados esperados do Plano de Contingência da Dengue de Pernambuco, 2011  Vigilância Epidemiológica Vigilância Entomológica Assistência ao paciente Comunicação / Mobilização Social Gestão Integrada do Plano Vigilância dos casos e do vetor Aporte laboratorial Fortalecimento da AB municipal Referência e Contra-Referência Comunicação interinstitucional Mobilização Social Implantação de Comitês  Redução da taxa de letalidade por dengue a menos de 1% Redução  do número de casos de dengue, a níveis aceitáveis, em 100% dos municípios em situação de alerta e/ou em alto risco de epidemia Qualidade do Manejo Clínico Monitoramento e avaliação das ações do Plano
VIGILÂNCIA DOS CASOS E DO VETOR Divulgação semanal de Boletins Epidemiológicos  Monitoramento semanal da distribuição dos casos suspeitos de dengue por município Reforço à equipe dos Núcleos de Epidemiologia da rede hospitalar; do plantão do CIEVS e da coordenação de controle da dengue na SES e GERES (35 profissionais) Locação de 34 veículos para reforçar a vigilância epidemiológica e entomológica das GERES e Municípios prioritários Capacitação de 80 profissionais de vigilância epidemiológica (SES e Municípios)
VIGILÂNCIA DOS CASOS E DO VETOR Reforço na aquisição de equipamentos para controle químico do vetor (60 bombas costais manuais e motorizadas)  Aquisição de capas para a vedação de depósitos vulneráveis Contratação de 497 agentes de endemias para reforçar o trabalho nos 61 municípios prioritários Aquisição de materiais de campo (500 kits – lanterna, pesca-larva, bacia, tubito) Instalação de mais 1.000 ovitrampas em prédios públicos, pontos estratégicos em áreas de grande circulação de pessoas e com altos coeficientes de incidência
Monitoramento das amostras coletadas pelos municípios para confirmação dos casos e definição do tipo de vírus Descentralização do diagnóstico sorológico (confirmação de casos) para: Caruaru, Palmares, Limoeiro, Salgueiro, Afogados da Ingazeira e Petrolina)  Contratação de 11 profissionais para o LACEN e Laboratórios descentralizados Ampliação da aquisição de insumos para os exames entomológicos, sorológicos, virológicos e de biologia molecular Realização de 100% dos exames de casos suspeitos de FHD, de gestantes e crianças e dos óbitos APORTE LABORATORIAL
ASSISTÊNCIA AO PACIENTE Capacitação de 1.212 ACS nos municípios prioritários Ampliação de 100 leitos nas unidades públicas de saúde (estadual e municipal)  Contratação de 100 leitos das unidades de saúde privadas/conveniadas Reforço na aquisição de insumos para distribuição n os 6 grandes hospitais, HUOC e 11 Geres  (medicamentos e material médico-hospitalar)  Capacitação de 870 profissionais da assistência especializada para o diagnóstico e tratamento oportuno – médicos(as) clínicos e pediatras; enfermeiras(os)  Capacitação de 1.148 profissionais das ESF nos municípios prioritários para manejo de casos de dengue clássica, diagnóstico e encaminhamento de casos de formas graves da dengue Distribuição dos planos de tratamento e sinais de agravamento para todos os consultórios médicos e de enfermagem dos estabelecimentos de saúde  públicos e privados
GESTÃO INTEGRADA DO PLANO Visita do Secretário Estadual aos 19 municípios prioritários Implantação de um Comitê Executivo na Secretaria Estadual de Saúde para acompanhamento das ações da SES (Publicação Portaria em 15/01 e 1ª reunião realizada em 21/01) Implementação do Comitê Estadual de Mobilização Social para o Controle da Dengue (Publicação Portaria em 03/02 e 1ª reunião 08/02) Monitoramento mensal do Plano de Contingência Estadual por intermédio do Comitê Executivo Estímulo e apoio ao municípios para a instalação de Comitês de Mobilização Social Assessoria aos municípios na elaboração/adequação dos Planos de Contingência municipais  Reuniões com os municípios prioritários dias 11 e 18 de fevereiro  Monitoramento e avaliação da efetividade do Plano de Contingência 2011
COMUNICAÇÃO E MOBILIZAÇÃO SOCIAL Intensificação da divulgação do ‘canal de comunicação rápida’ (0800 286-2828 ou dengue@saude.pe.gov.br) aos usuários e profissionais de saúde Elaboração e reprodução de peças publicitárias contendo explicações sobre os sintomas da doença, ações da SES, locais de atendimento e internações Articulação e Integração das ações governamentais e destas com Instituições e Organizações da sociedade civil  Articulação e maior integração dos trabalhos com as Secretarias Municipais de Saúde  Carta do Secretário a todos os médicos(as) e enfermeiros(as) alertando para a situação epidemiológica e contendo protocolo de manejo dos casos (apoio CREMEPE e COREN)
CAMPANHA PUBLICITÁRIA Confecção de 100 mil filipetas  50 mil folders 22 mil camisas 22 mil bonés 20 mil cartazes 2 mil braçadeiras  200 CDs com jingle/spot da dengue (para rádios da RMR e Interior)
 

Apresentaçao dengue coletiva 0302

  • 1.
    SECRETARIA DE SAÚDEDE PERNAMBUCO DENGUE EM PERNAMBUCO SITUAÇÃO ATUAL E PLANO DE AÇÃO EM CASO DE EPIDEMIA FEVEREIRO, 2011
  • 2.
    Secretário de SaúdeAntônio Carlos dos Santos Figueira Secretária Executiva de Coordenação-Geral Ana Paula Sóter Secretário Executivo de Vigilância à Saúde Eronildo Felisberto Secretária Executiva de Atenção à Saúde Tereza Campos Secretária Executiva de Regulação em Saúde Reneide Muniz Secretário Executivo de Gestão do Trabalho e Educação em Saúde Fernando Menezes Secretario Executivo de Administração e Finanças Jorge Araújo Superintendente de Comunicação Thiago Nunes
  • 3.
    SITUAÇÃO DA DENGUEEM PERNAMBUCO 2010 57.362 casos notificados 185 municípios +585,73% em relação ao mesmo período de 2009 (8.365 casos) 2011 513 casos notificados 49 municípios +12,25% em relação ao mesmo período de 2010 (457 casos) Fonte: Sinan
  • 4.
    SITUAÇÃO DA DENGUEEM PERNAMBUCO DENGUE GRAVE (DCC, FHD) 2010 DCC (Dengue Clássica com Complicação) - 17 casos confirmados FHD (Febre Hemorrágica da Dengue) - 150 confirmados ÓBITOS - 20 confirmados 2011 FHD - 02 casos notificados em fase de investigação Fonte: Sinan
  • 5.
    SITUAÇÃO DA DENGUEEM PERNAMBUCO 2010 GERES I (Sede Recife) - 30.459 ( 53,10% ) IV (Sede Caruaru) - 10.033 ( 17,49% ) II (Sede Limoeiro) - 3.110 ( 5,42% ) VII (Sede Salgueiro) - 2.741 ( 4,78% ) 2011 GERES X (Sede Afogados da Ingazeira) - 156 ( 30,41% ) VII (Sede Salgueiro) - 83 ( 16,18% ) IV (Sede Caruaru) - 79 ( 15,40% ) II (Sede Limoeiro) - 67 ( 13,06% ) Fonte: Sinan
  • 6.
    SITUAÇÃO DA DENGUEEM PERNAMBUCO Os 513 casos foram notificados por 49 municípios 10 Municípios que mais notificaram casos em 2011 (70,56% dos casos notificados) Afogados da Ingazeira – 102 Caruaru – 60 Serrita – 60 Ipojuca – 24 Tabira – 22 Salgueiro – 21 Aliança – 19 Recife – 19 Limoeiro – 18 Petrolina – 17 Fonte: Sinan
  • 7.
    DENGUE – Diagrama de controle dos casos notificados de dengue por semana epidemiológica. Pernambuco, 2010 Fonte: Sinan
  • 8.
    DENGUE –Diagrama de controle dos casos notificados de dengue por semana epidemiológica. Pernambuco, 2011 Fonte: Sinan
  • 9.
    Estratégia utilizada: Intervençãoem municípios prioritários Critérios para identificação dos municípios prioritários: (LIRAa, contingente populacional, número de agentes de saúde ambiental, cobertura da ESF e Letalidade) Estratificação dos municípios por classificação de risco - dois estratos: 1. alto risco; 2. estado de alerta Definição de ações estratégicas para inicio imediato
  • 10.
    1º estrato: 19municípios (alto risco de epidemia e grande contingente populacional) Nº MUNICÍPIO GERES IIP (1) Déficit de Agentes (2) Cobertura PSF (3) Letalidade (4) 1 AFOGADOS DA INGAZEIRA X 11,70 0 67,97   2 BEZERROS IV 10,20 0 70,95   3 SERRA TALHADA XI 8,20 3 55,86   4 QUIXABA X 7,50 2 96,96   5 OURICURI IX 7,20 0 87,57   6 FLORESTA XI 5,70 0 49,11   7 SANTA CRUZ DO CAPIBARIBE IV 5,40 10 42,95   8 SANTA CRUZ DA BAIXA VERDE XI 4,95 0 100,00   9 TIMBAUBA II 4,90 0 100,00   10 ARARIPINA IX 4,60 0 51,83   11 PESQUEIRA IV 4,40 0 53,53   12 CAMARAGIBE I 4,10 9 98,77 1,72 13 SANTA CRUZ IX 3,97 3 100,00   14 SANTA TEREZINHA X 3,91 4 100,00   15 JABOATAO DOS GUARARAPES I 3,30 66 39,62 2,90 16 CARUARU IV 2,80 70 30,01 33,33 17 RECIFE I 1,93 0 51,92 1,38 18 OLINDA I 1,10 43 46,90 1,72 19 PETROLINA VIII 0,90 14 56,93   Municípios com grande contingente populacional (1) Índice de Infestação Predial satisfatório (IIP abaixo de 1%); (2) Sem déficit de agentes (0); (3) cobertura do PSF satisfatória; (4) sem óbito (1) Índice de Infestação Predial indicando alerta (IIP > 1% e < 3,9%); (2) Pouco déficit de agentes ( 4) ; (3) cobertura do PSF insatisfatória; (4) baixa letalidade ( 5) (1) Índice de Infestação Predial com risco de epidemia (IIP acima de 3,9%); (2) Grande déficit de agentes ( 4) ; (3) Baixa cobertura do PSF; (4) alta letalidade (> 5)
  • 11.
    2º estrato: 42municípios (alta letalidade, grande déficit de agentes, estado de alerta para epidemia) Nº MUNICÍPIO GERES IIP Déficit de Agentes Cobertura PSF Letalidade 20 IPOJUCA I 1,30 2 59,39 33,33 21 VITÓRIA DE SANTO ANTÃO I 2,60 0 70,97 25,00 22 PALMARES III 1,80 21 100,00   23 ITAMARACA I 1,04 16 100,00   24 IGARASSU I 1,10 15 86,09   25 GOIANA I 2,90 12 78,81   26 CUSTODIA VI 1,81 12 100,00   27 IPUBI IX 2,11 9 100,00   28 GRAVATA IV 1,00 9 91,72   29 AGRESTINA IV 2,00 8 100,00   30 SÃO LOURENÇO DA MATA I 2,70 7 75,94   31 PEDRA VI 2,10 6 100,00   32 ABREU E LIMA I 2,00 6 89,60   33 CHA GRANDE I 1,90 6 100,00   34 CARNAIBA X 0,96 6 100,00   35 JATAUBA IV 1,70 5 100,00   36 VENTUROSA VI 1,24 5 100,00   37 ESCADA III 1,20 5 44,09   38 LIMOEIRO II 2,60 4 100,00   39 CHA DE ALEGRIA II 1,15 4 100,00   40 SÃO JOSÉ DA COROA GRANDE III 1,00 4 100,00   41 BREJINHO X 2,28 3 100,00   42 ARCOVERDE VI 3,40 1 86,25   43 AFRANIO VIII 2,60 1 59,33   44 INGAZEIRA X 2,39 1 100,00   45 GARANHUNS V 2,30 1 81,45   (1) Índice de Infestação Predial satisfatório (IIP abaixo de 1%); (2) Sem déficit de agentes (0); (3) cobertura do PSF satisfatória; (4) sem óbito (1) Índice de Infestação Predial indicando alerta (IIP > 1% e < 3,9%); (2) Pouco déficit de agentes ( 4) ; (3) cobertura do PSF insatisfatória; (4) baixa letalidade ( 5) (1) Índice de Infestação Predial com risco de epidemia (IIP acima de 3,9%); (2) Grande déficit de agentes ( 4) ; (3) Baixa cobertura do PSF; (4) alta letalidade (> 5)
  • 12.
    2º estrato: 42municípios (alta letalidade, grande déficit de agentes, estado de alerta para epidemia) (1) Índice de Infestação Predial satisfatório (IIP abaixo de 1%); (2) Sem déficit de agentes (0); (3) cobertura do PSF satisfatória; (4) sem óbito (1) Índice de Infestação Predial indicando alerta (IIP > 1% e < 3,9%); (2) Pouco déficit de agentes ( 4) ; (3) cobertura do PSF insatisfatória; (4) baixa letalidade ( 5) (1) Índice de Infestação Predial com risco de epidemia (IIP acima de 3,9%); (2) Grande déficit de agentes ( 4) ; (3) Baixa cobertura do PSF; (4) alta letalidade (> 5) Nº MUNICÍPIO GERES IIP Déficit de Agentes Cobertura PSF Letalidade 46 PAUDALHO II 2,10 0 100,00   47 ARACOIABA I 1,80 0 100,00   48 FERNANDO DE NORONHA I 1,69 0 100,00   49 BELO JARDIM IV 1,30 0 51,26   50 SAO JOSE DO BELMONTE XI 1,10 0 50,56   51 SALGUEIRO VII 1,00 0 80,91   52 PAULISTA I 0,80 28 43,21 1,56 53 CABO DE SANTO AGOSTINHO I 0,60 22 68,36   54 BARREIROS III 0,03 13 62,85   55 ALTINHO IV 0,60 9 100,00   56 AGUA PRETA III 0,15 7 100,00   57 SANHARO IV 0,02 7 92,13   58 LAGOA DO CARRO II 0,90 6 100,00   59 TRIUNFO XI 0,59 5 65,63   60 BARRA DE GUABIRABA IV 0,00 5 100,00   61 TORITAMA IV 0,20 2 51,95  
  • 13.
    Componentes, subcomponentes eresultados esperados do Plano de Contingência da Dengue de Pernambuco, 2011 Vigilância Epidemiológica Vigilância Entomológica Assistência ao paciente Comunicação / Mobilização Social Gestão Integrada do Plano Vigilância dos casos e do vetor Aporte laboratorial Fortalecimento da AB municipal Referência e Contra-Referência Comunicação interinstitucional Mobilização Social Implantação de Comitês Redução da taxa de letalidade por dengue a menos de 1% Redução do número de casos de dengue, a níveis aceitáveis, em 100% dos municípios em situação de alerta e/ou em alto risco de epidemia Qualidade do Manejo Clínico Monitoramento e avaliação das ações do Plano
  • 14.
    VIGILÂNCIA DOS CASOSE DO VETOR Divulgação semanal de Boletins Epidemiológicos Monitoramento semanal da distribuição dos casos suspeitos de dengue por município Reforço à equipe dos Núcleos de Epidemiologia da rede hospitalar; do plantão do CIEVS e da coordenação de controle da dengue na SES e GERES (35 profissionais) Locação de 34 veículos para reforçar a vigilância epidemiológica e entomológica das GERES e Municípios prioritários Capacitação de 80 profissionais de vigilância epidemiológica (SES e Municípios)
  • 15.
    VIGILÂNCIA DOS CASOSE DO VETOR Reforço na aquisição de equipamentos para controle químico do vetor (60 bombas costais manuais e motorizadas) Aquisição de capas para a vedação de depósitos vulneráveis Contratação de 497 agentes de endemias para reforçar o trabalho nos 61 municípios prioritários Aquisição de materiais de campo (500 kits – lanterna, pesca-larva, bacia, tubito) Instalação de mais 1.000 ovitrampas em prédios públicos, pontos estratégicos em áreas de grande circulação de pessoas e com altos coeficientes de incidência
  • 16.
    Monitoramento das amostrascoletadas pelos municípios para confirmação dos casos e definição do tipo de vírus Descentralização do diagnóstico sorológico (confirmação de casos) para: Caruaru, Palmares, Limoeiro, Salgueiro, Afogados da Ingazeira e Petrolina) Contratação de 11 profissionais para o LACEN e Laboratórios descentralizados Ampliação da aquisição de insumos para os exames entomológicos, sorológicos, virológicos e de biologia molecular Realização de 100% dos exames de casos suspeitos de FHD, de gestantes e crianças e dos óbitos APORTE LABORATORIAL
  • 17.
    ASSISTÊNCIA AO PACIENTECapacitação de 1.212 ACS nos municípios prioritários Ampliação de 100 leitos nas unidades públicas de saúde (estadual e municipal) Contratação de 100 leitos das unidades de saúde privadas/conveniadas Reforço na aquisição de insumos para distribuição n os 6 grandes hospitais, HUOC e 11 Geres (medicamentos e material médico-hospitalar) Capacitação de 870 profissionais da assistência especializada para o diagnóstico e tratamento oportuno – médicos(as) clínicos e pediatras; enfermeiras(os) Capacitação de 1.148 profissionais das ESF nos municípios prioritários para manejo de casos de dengue clássica, diagnóstico e encaminhamento de casos de formas graves da dengue Distribuição dos planos de tratamento e sinais de agravamento para todos os consultórios médicos e de enfermagem dos estabelecimentos de saúde públicos e privados
  • 18.
    GESTÃO INTEGRADA DOPLANO Visita do Secretário Estadual aos 19 municípios prioritários Implantação de um Comitê Executivo na Secretaria Estadual de Saúde para acompanhamento das ações da SES (Publicação Portaria em 15/01 e 1ª reunião realizada em 21/01) Implementação do Comitê Estadual de Mobilização Social para o Controle da Dengue (Publicação Portaria em 03/02 e 1ª reunião 08/02) Monitoramento mensal do Plano de Contingência Estadual por intermédio do Comitê Executivo Estímulo e apoio ao municípios para a instalação de Comitês de Mobilização Social Assessoria aos municípios na elaboração/adequação dos Planos de Contingência municipais Reuniões com os municípios prioritários dias 11 e 18 de fevereiro Monitoramento e avaliação da efetividade do Plano de Contingência 2011
  • 19.
    COMUNICAÇÃO E MOBILIZAÇÃOSOCIAL Intensificação da divulgação do ‘canal de comunicação rápida’ (0800 286-2828 ou dengue@saude.pe.gov.br) aos usuários e profissionais de saúde Elaboração e reprodução de peças publicitárias contendo explicações sobre os sintomas da doença, ações da SES, locais de atendimento e internações Articulação e Integração das ações governamentais e destas com Instituições e Organizações da sociedade civil Articulação e maior integração dos trabalhos com as Secretarias Municipais de Saúde Carta do Secretário a todos os médicos(as) e enfermeiros(as) alertando para a situação epidemiológica e contendo protocolo de manejo dos casos (apoio CREMEPE e COREN)
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    CAMPANHA PUBLICITÁRIA Confecçãode 100 mil filipetas 50 mil folders 22 mil camisas 22 mil bonés 20 mil cartazes 2 mil braçadeiras 200 CDs com jingle/spot da dengue (para rádios da RMR e Interior)
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