O Teorema de Pitágoras afirma que, em qualquer triângulo retângulo, o quadrado da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos catetos. Em termos matemáticos:
a^2=b^2+c^2
onde a é a hipotenusa (o maior lado, oposto ao ângulo reto) e b e c são os catetos.
O Teorema de Pitágoras é uma das descobertas mais célebres da matemática, e sua beleza está justamente na simplicidade. Imagine um triângulo retângulo, firme e silencioso, com seus dois lados menores formando o ângulo reto. Esses lados chamamos de catetos. O maior deles, que se estende em frente ao ângulo de 90 graus, é a hipotenusa.
Pitágoras nos ensinou que existe uma relação eterna entre esses três lados: se erguermos quadrados sobre cada um deles, o quadrado maior — o da hipotenusa — terá exatamente a mesma área que a soma dos dois quadrados menores, os dos catetos. É como se a hipotenusa carregasse em si a força e a medida dos outros dois lados juntos.
Essa ideia, tão simples e poderosa, atravessou séculos e culturas. Com ela, navegadores puderam calcular rotas mais curtas, arquitetos puderam erguer construções seguras, e cientistas puderam medir distâncias invisíveis. O teorema não é apenas uma fórmula fria; é uma ponte entre o mundo abstrato da matemática e a realidade concreta que nos cerca.
Em essência, o Teorema de Pitágoras nos mostra que a ordem e a harmonia podem ser encontradas até mesmo nos traços mais básicos da geometria. Ele nos lembra que, por trás de cada forma, há uma lógica que sustenta o equilíbrio do universo.