SlideShare uma empresa Scribd logo
ELEFANTE
CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA:
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Proboscidea
Família: Elephantidae
INFORMAÇÕES IMPORTANTES:
Os elefantes vivem em manadas, sendo que cada uma é dividida em
famílias
Na África, o habitat dos elefantes são os territórios do Quênia, Tânzania
e Uganda. Vivem em regiões de florestas e nas savanas
Os elefantes indianos são menores do que os africanos
É o maior animal terrestre do mundo
Possuem presas de marfim na boca
São animais herbívoros, ou seja, alimentam-se de folhas de árvores,
ervas, raízes, frutos e de gramas
Um animal adulto ingere, em média, 100 kilos de alimento por dia
Um filhote de elefante pode nascer com até 80 kilos
Por volta de 60 anos de idade, o elefante perde seus dentes molares
(presas) impossibilitando sua alimentação e levando-o a morte
A caça indiscriminada do elefante africano tem levado a diminuição
desta espécie, que atualmente está correndo risco de extinção
CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS:
Espectativa de vida: em média vivem até 60 anos
Altura: varia de 3 a 4 metros
Cor: cinza escuro
Peso: em média 6 toneladas (podem atingir até 12 toneladas - espécie
africana)
Gestação: de 20 a 22 meses
SAPO
Classe Anfíbia
Sapo: espécie de anfíbio mais conhecido
Esta classe de animais vertebrados, composta por sapos, rãs, salamandras aquáticas e as cecílias, foi a
primeira a aparecer no planeta terra por volta de 300 milhões de anos. Hoje, habitando algumas ilhas da
Indonésia, ainda existem espécimes raros e antigos que viveram na Idade do Carvão, período em que
estes animais foram o grupo dominante.
Os anfíbios têm a capacidade de viver tanto dentro quanto fora da água, porém, sua pele precisa estar
constantemente úmida, pois funciona como um meio de respiração para este animal. Apesar de quase
todos desta classe possuírem pulmões, eles são de estrutura extremamente simples. Tanto a rãs e
quanto os sapos possuem ouvidos e um coração de complexidade superior se comparado aos seus
ancestrais.
A forma de vida anfíbia, considerada bastante adaptável, vem evoluindo durante milhares de anos por sua
capacidade de habitar a maior parte dos continentes do mundo, exceto a Antártida, que possui condições
climáticas extremamente rigorosas para quase todo o tipo de vida.
Sapo Cururu
No Brasil podemos encontrar estes seres em várias regiões, inclusive na região da Mata Atlântica, que
com uma biodiversidade ainda maior do que a da Floresta Amazônica, possui sua fauna formada
principalmente por anfíbios (grande variedade de anuros), além, é claro, de outras vidas como os
mamíferos canídeos e aves das mais diversas. É uma das áreas mais sujeitas à precipitação no Brasil,
com chuvas orográficas que caem em função das elevações do planalto e das serras, o que torna este
um habitat perfeito para a categoria estudada.
No mundo todo há cerca de 4800 espécies de sapos. A maioria deles vive dentro ou próximo a uma fonte
de água, muito embora existam aqueles que vivam em ambientes úmidos, mas que não são considerados
ambientes aquáticos. A necessidade por água é mais premente para os ovos e os girinos do adulto, que
vivem somente em ambiente líquido respirando através de guelras, assim como os peixes. Contudo,
algumas espécies utilizam poças temporárias com água coletada nos ramos de plantas. Durante seu
desenvolvimento ocorrem alterações genéticas que fazem com que as guelras dêem lugar ao pulmão.
Cerca de 4000 espécies fazem parte do grupo moderno destes vertebrados, sendo suas três principais
categorias: os Caudata, chamados também de anfíbios com caudas, aqui estão as salamandras e
sirenídios; Anura, são aqueles que não possuem calda, como as rãs e os sapos; e ainda os Gmnofiona ou
Apoda, são aqueles que possuem o formato de verme.
Curiosidades
A palavra anfíbio, como adjetivo, significa qualquer coisa ou ser capaz de viver ou movimentar-se tanto
em terra firme como na água. Exemplo: um veículo anfíbio.
Observada como substantivo, esta mesma palavra refere-se a qualquer espécie de animal vertebrado da
Classe Anfíbia.
O termo anfíbio vem do grego e tem como significado "duas vidas". Um exemplo é o sapo, que nasce
como girino, sobrevivendo somente dentro da água, mas que, depois de adulto, perde a cauda e se
transforma em um Anuro, ordem dos sapos, rãs e pererecas. Este termo é bastante antigo e faz
referência principal aos sapos, rãs e pererecas (por isso o nome).
Características
O macho mede cerca de 140 mm e a fêmea cerca de 170 mm. Existem diferenças de cor e tamanho entre
macho e fêmea (veja foto acima, monstrando um casal em cópula). Quando apanhado com a mão pode
encolher-se e ficar imóvel, em tanatose (finge-se de morto). Tanto as volumosas glândulas de veneno,
como a tanatose podem ser consideradas como adaptações defensivas.
Hábitat
É comum em regiões serranas, tanto no litoral como no interior.
Distribuição
Ocorre no sudeste do Brasil, atingindo o leste do Paraguai.
Hábitos
Hábitos noturnos, abriga-se durante o dia em tocas entre raízes de árvores, no solo ou entre pedras.
Alimentação
Insetos.
Reprodução
Apresenta dimorfismo sexual acentuado. A desova é composta por cordões gelatinos em fileiras dupla de
ovos (raramente única). Os girinos, pretos, vivem em cardumes.
Manifestações sonoras
Vocalizam parcialmente submersos em água calma, apoiados no fundo.S
apo
O sapo é um vertebrado da classe dos Anfíbios e da ordem dos batráquios. Muitas vezes os sapos são
confundidos com lagartos e pererecas, mas os sapos verdadeiros pertencem ao gênero Bufo.Nesse
gênero existem mais de 150 espécies. São encontrados em todo o mundo, menos no sudoe ste da
Oceania e em Madagascar. Podem variar muito de tamanho, de 2 a 25 cm de altura. Eles se alimentam
de insetos e pequenos animais. Procriam na água, podendo migrar até 1,5 km atrás de um bom lugar,
pondo de 600 a 30.000 ovos, dependendo da espécie.
O girino vira adulto num período de um a três meses.O sapo brasileiro mais comum é o sapo-cururu, Bufo
marinus. O número de espécies de sapos vem diminuindo muito, pois ele é muito sensível a poluição da
água e do ar. Exatamente por isto, sapos são considerados excelentes indicadores ecológicos. Em 1980,
duas espécies de sapos australianos desapareceram. A maior parte dos sapos produz veneno para se
defender, numa glândula especial que fica atrás de seus olhos. Quando está com uma presa na boca, o
sapo fecha os olhos, forçando-os para dentro, para ajudarem a empurrar a comida boca abaixo. Todo
anfíbio é animal cordado craniota gnastomado tetrápode, da classe Amphibia. Pele nua, glandular,
sempre umedecida, sem escamas; coração com três cavidades; respiração através de brânquias nos
estágios iniciais (podendo persistir a vida inteira), e depois através de pulmões, pele e mucosa bucal,
separada ou concomitantemente; fecundação externa. Abrangem as cecílias, salamandras e anuros. As
cecílias constituem uma família da ordem Gymnophiona (ápodes). De aspecto vermiforme, vivem nos
solos humosos, pele lisa, com sulcos transversais formando anéis e provida de secreção defensiva. Tem
os olhos recobertos pela pele, fato que lhes valeu o nome vulgar de cobras-de-duas-cabeças, ou cobras-
cegas. As salamandras são da ordem dos urodelos (Caudata), provido de cauda na fase adulta, com um
ou dois pares de patas, e que, segundo o ambiente onde vive, pode apresentar brânquias ou não. A única
espécie existente no Brasil é a Bolitoglossa amazonica.
TARTARUGA
As tartarugas são répteis e compreendem à ordem dos Quelônios. Como principais
exemplos temos: tartarugas (mar), jabutis (terra) e cágados (água doce).
As "tartarugas" de terra são denominadas de Jabuti. Seu tronco é escudado por um estojo
ósseo que se divide numa parte dorsal (a carapaça) e outra ventral (o plastrão). Essa
disposição permite a algumas espécies, como defesa passiva, recolher completamente a
cabeça triangular e os membros.
Em lugar de dentes, ela dispõe de maxilas com bordas cortantes, afiadas ou serrilhadas.
O jabuti atinge no máximo 70 cm de comprimento. Habita as matas desde o Espírito Santo
até a Amazônia, ao norte, e Paraguai, ao sul. Na seca, esconde-se entre a folhagem e o
húmus; na época de chuva alimenta-se de frutas caídas. A fêmea, chamada jabota, é maior
que o macho, e avermelhada.
As tartarugas das Galápagos (Testudo elephantopus) podem superar os 185 anos de vida,
porém, isso é uma questão de sorte, pois a maioria não ultrapassa os 50 anos.
As tartarugas apareceram milhões de anos antes dos primeiros seres humanos pisarem a
Terra. São quase uns "dinossauros".
Quelônios terrestres estão presentes em quase todo o mundo, exceto em regiões polares,
ou alpinas, sendo muito comuns em florestas tropicais. Já as aquáticas, estão em todos os
oceanos, exceto nos polares.
Respiração
Na respiração, difere-se dos demais répteis, porque o desenvolvimento da carapaça
redundou na fixação das costelas. Respira através do movimento de distensão e
compressão da cabeça e membros, para dentro e fora da carapaça.
As espécies marinhas contam com um aparelho respiratório auxiliar: têm na boca, uma
enorme quantidade de vasos sangüíneos, que absorvem o oxigênio dissolvido na água.
Isso e bons pulmões dão-lhe capacidade de imersão por várias horas.
Habitat das tartarugas
As espécies terrestres (maior número), vivem em climas tropicais, no inverno cavam o
terreno e entram em letargo. As marinhas estão distribuídas por todos os mares quentes,
podem percorrer longas distâncias, pois seus membros desempenham a função de
nadadeiras, e possuem bom sentido de orientação.
Ovos de tartarugas
As tartarugas põem ovos moles, que tem casca maleável e, por isso, ficam enterrados
durante a incubação.
o que é que as tartarugas comem?
A grande maioria é herbívora, ou seja, come plantas. Porém, existem algumas que comem
pequenos animais como rãs e peixes.
LEBRE
Nome científico: Lepus europaeus
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Lagomorpha
Família: Leporidae
Género: Lepus
Espécie: L. europaeus
Outros nomes:
Lebre-comum
Lebre-europeia
European hare
Brown hare
Eastern Jackrabbit
Eastern prairie hare
Lièvre d'EuropeL
Liebre común
Liebre europea
Origem
As lebres podem ser encontradas em quase toda a Europa, na Ásia Ocidental e no Norte de
África.
Em Portugal, a lebre encontra-se disseminada por todo o território, embora apareça com mais
frequência na planície alentejana.
Diferentes do coelhos
Para muitos, a lebre é apenas um coelho grande, mas de facto trata-se de outra espécie com
características muito próprias, entre elas: o seu tamanho, o tamanho das suas orelhas e a
forma como corre sobre a erva alta, dado que tem umas patas posteriores bastante maiores
que os coelhos bravos comuns. A sua coloração, castanho esverdeado, faz parte da
camuflagem necessária a animais que vivem em espaços abertos e que têm muitos predadores
permanentes, entre eles o homem - a lebre é um dos animais mais procurados pelos caçadores
em toda a Europa - mas também (por enquanto...) o lince, a raposa e as aves de rapina.
Hábitos
As lebres vivem em grupos com 6 a 10 elementos, embora, quando se sentem ameaçados, os
vários elementos do grupo sigam em direcções diferentes, por forma a despistar os
perseguidores, se os houver.
A sua fuga ao «sprint» torna-a um alvo díficil para os caçadores e, para os cães, uma presa
difícil de perseguir. A lebre é uma espécie que se encontra em alerta permanente, pelo que a
sua aparição é rara, sendo encontrada pelos caçadores que conhecem os seus territórios
favoritos e, fugazmente, por outras pessoas que trabalham ou passeiam nos campos.
Reprodução
As lebres procriam, em média, duas vezes por ano, e a sua prole raramente ultrapassa as duas
crias por ninhada.
Alimentação
Este roedor alimenta-se, principalmente, de ervas que encontra no seu território e, se
encontrar cereais, também não os dispensa. As lebres alimentam-se com brotos de gramas,
folhas de amendoim, milho, feijão, alface e, principalmente, raízes de mandioca.
DIFERENÇAS DO COELHO E DA LEBRE
Coelhos e lebres são muito semelhantes e muitas vezes confundidos. Algumas vezes são
designados incorretamente. Em sua maioria, os coelhos são menores que as lebres e têm
orelhas mais curtas. Os animais podem ser reconhecidos por ocasião do nascimento.
Um coelho recém-nascido é cego, não tem pelos e quase não pode mover-se. Uma lebre
recém-nascida enxerga, tem uma pelagem bonita e pode saltar algumas horas depois de
nascida. Além disso, os ossos do crânio do coelho têm tamanho e forma diferentes dos
do crânio da lebre.
Coelhos e lebres pertencem à mesma ordem, Lagomorfa. O nome dessa ordem vem de
duas palavras gregas que significam "forma de lebre". Para estudar onde a ordem se
coloca no reino animal, veja Classificação científica.
Diferenças das lebres
Como se viu pela classificação zoológica, coelhos e lebres são animais bastante
semelhantes entre si. Essa semelhança não restinge apenas à escala classificatória, mas
se estende também ao aspecto fenotípico, ou de aparência e conformação anterior. A
semelhança entre o coelho e lebre é tão grande que mesmo os especialistas podem
confundi-los, tomando um pelo outro, fato que se verifica com a chamada lebre-belga,
que se trata de um coelho, ou com o chamado coelho-americano (jack-rabbit), na
realidade uma lebre. Todavia, apesar da grande semelhança entre essas espécies, é
possível distinguir uma da outra através das características próprias de cada uma,[7]
como se pode ver na tabela abaixo.
Coelhos Lebres
Vivem nos campos Vivem nos campos e bosques
Vivem em colônias Vivem aos casais
Fazem galerias subterrâneas Vivem em campo aberto
Em caso de perigo, entram nas galerias
Em caso de perigo, fogem em alta
velocidade
São mais velozes que as lebres, mas se cansam
logo
Mantêm a mesma velocidade durante a
corrida, parecendo não se cansarem
Em caso de perigo, dão um tapa no chão com a
pata traseira, para avisar seus companheiros
Não batem no solo
Dão crias em um ninho subterrâneo
Dão crias em ninho preparado sobre a
superfície do solo
Peso do macho adulto — 2 a 3 quilos e só em raças
aperfeiçoadas, vai a 6, 7 ou mais quilos
No campo, atinge 5 a 6 quilos
Comprimento do corpo — 40 a 45 cm 60 a 70 cm
Comprimento da cabeça — 8 cm 12 cm
Comprimento da cauda — 6 cm 9 a 10 cm
Comprimento das orelhas — 8 cm 12 a 14 cm
Orelha mais curta do que a cabeça Orelha mais comprida do que a cabeça
Corpo curto e maciço Corpo alongado
Coloração selvagem, com predominância de pelos
cinzas
Cor selvagem, com predominância de pelos
avermelhados
Subpelo azulado Subpelo branco
Ponta das orelhas orladas de preto
Ponta das orelhas com grandes estrias
pretas
Pelos acamados e suaves ao tato
Pelos um pouco levantados e um pouco
ásperos
Cerdas com 2 a 3 cm de comprimento e o velo
mais curto do que a lebre
Cerdas de 6 a 7 cm e o velo mais comprido
que o dos coelhos
Carne branca Carne vermelha
Osso zigomático comprido e largo Osso zigomático curto e estreito
Osso interparietal bem distinto dos parietais Osso interparietal bem unido aos parietais
Úmero mais comprido que o rádio Úmero mais curto que o rádio
Cúbito forte, mais grosso que o rádio Cúbito mais comprido e fraco que o rádio
Falanges dos dedos terminais soldados em
"canaletas"
falanges sem "canaletas"
Íris morena escura íris amarela escura
3 a 6 placas de Peyer no intestino delgado 8 a 10 placas de Peyer no intestino delgado
Gestação — 30 a 31 dias Gestação de 40 dias
Láparos nascem pelados e com os olhos fechados Filhotes nascem com pelos e olhos abertos
O número de láparos varia de 1 a 18
Em geral dá 1 a 4 e raramente maior
número de filhotes
Os láparos ficam no ninho Os filhotes nascem no ninho
Os láparos dependem da mãe no mínimo durante
1 mês
Os láparos dependem da mãe por menos
tempo

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Anfíbios completo
Anfíbios completo Anfíbios completo
Anfíbios completo
Thalia Cardoso
 
Animais 110913184501-phpapp02
Animais 110913184501-phpapp02Animais 110913184501-phpapp02
Animais 110913184501-phpapp02
Ferrari Ferrari
 
Especialidade de Animais Noturnos
Especialidade de Animais NoturnosEspecialidade de Animais Noturnos
Especialidade de Animais Noturnos
Pedro Henrique Araújo
 
Biologia e controle de abelhas e vespas
Biologia e controle de abelhas e vespasBiologia e controle de abelhas e vespas
Biologia e controle de abelhas e vespas
Astral Saúde Ambiental - Líder no controle de pragas
 
Répteis - Biologia
Répteis - Biologia Répteis - Biologia
Mamíferos e aves 1o b
Mamíferos e aves 1o bMamíferos e aves 1o b
Mamíferos e aves 1o b
SESI 422 - Americana
 
Anfíbios
AnfíbiosAnfíbios
Anfíbios
sophiapaulo
 
Anfíbios
AnfíbiosAnfíbios
Anfíbios
sophiapaulo
 
O morcego
O morcego O morcego
O morcego
Gabriel Gomes
 
Répteis
 Répteis Répteis
Répteis
Edézio Miranda
 
Morcegos
MorcegosMorcegos
RéPteis Slide
RéPteis SlideRéPteis Slide
RéPteis Slide
Daniela
 
Répteis
RépteisRépteis
Répteis
Daniela
 
Morcegos
MorcegosMorcegos
Aranha
Aranha Aranha
Ornitologia
OrnitologiaOrnitologia
Ornitologia
Silvia Pontes
 
Ordem apodiforme
Ordem apodiformeOrdem apodiforme
Ordem apodiforme
Alexandre Queiroz
 
Ddasa 11-97015-1919-curiosidades mundo animal-2017
Ddasa 11-97015-1919-curiosidades mundo animal-2017Ddasa 11-97015-1919-curiosidades mundo animal-2017
Ddasa 11-97015-1919-curiosidades mundo animal-2017
Bill Andersen
 
Morcegos carolina jaime pedro5_e
Morcegos carolina jaime pedro5_eMorcegos carolina jaime pedro5_e
Morcegos carolina jaime pedro5_e
davidjpereira
 
Anfíbios - ensino fundamental
Anfíbios - ensino fundamentalAnfíbios - ensino fundamental
Anfíbios - ensino fundamental
Sheila Cassenotte
 

Mais procurados (20)

Anfíbios completo
Anfíbios completo Anfíbios completo
Anfíbios completo
 
Animais 110913184501-phpapp02
Animais 110913184501-phpapp02Animais 110913184501-phpapp02
Animais 110913184501-phpapp02
 
Especialidade de Animais Noturnos
Especialidade de Animais NoturnosEspecialidade de Animais Noturnos
Especialidade de Animais Noturnos
 
Biologia e controle de abelhas e vespas
Biologia e controle de abelhas e vespasBiologia e controle de abelhas e vespas
Biologia e controle de abelhas e vespas
 
Répteis - Biologia
Répteis - Biologia Répteis - Biologia
Répteis - Biologia
 
Mamíferos e aves 1o b
Mamíferos e aves 1o bMamíferos e aves 1o b
Mamíferos e aves 1o b
 
Anfíbios
AnfíbiosAnfíbios
Anfíbios
 
Anfíbios
AnfíbiosAnfíbios
Anfíbios
 
O morcego
O morcego O morcego
O morcego
 
Répteis
 Répteis Répteis
Répteis
 
Morcegos
MorcegosMorcegos
Morcegos
 
RéPteis Slide
RéPteis SlideRéPteis Slide
RéPteis Slide
 
Répteis
RépteisRépteis
Répteis
 
Morcegos
MorcegosMorcegos
Morcegos
 
Aranha
Aranha Aranha
Aranha
 
Ornitologia
OrnitologiaOrnitologia
Ornitologia
 
Ordem apodiforme
Ordem apodiformeOrdem apodiforme
Ordem apodiforme
 
Ddasa 11-97015-1919-curiosidades mundo animal-2017
Ddasa 11-97015-1919-curiosidades mundo animal-2017Ddasa 11-97015-1919-curiosidades mundo animal-2017
Ddasa 11-97015-1919-curiosidades mundo animal-2017
 
Morcegos carolina jaime pedro5_e
Morcegos carolina jaime pedro5_eMorcegos carolina jaime pedro5_e
Morcegos carolina jaime pedro5_e
 
Anfíbios - ensino fundamental
Anfíbios - ensino fundamentalAnfíbios - ensino fundamental
Anfíbios - ensino fundamental
 

Destaque

Elefante - Maria João
Elefante - Maria JoãoElefante - Maria João
Elefante - Maria João
bjcp
 
Elefante Africano
Elefante Africano Elefante Africano
Elefante Africano
ElefanteTrompita
 
Tres elefantes texto
Tres elefantes textoTres elefantes texto
Tres elefantes texto
Pilar Martinez
 
O elefante
O elefanteO elefante
O elefante
taniarijo
 
Elefante
ElefanteElefante
Elefante
guest9a348e
 
O elefante sem tromba
O elefante sem trombaO elefante sem tromba
O elefante sem tromba
Emef Madalena
 
Elmer o elefante
Elmer o elefanteElmer o elefante
Elmer o elefante
eb1penha4
 
Elmer o elefante
Elmer o elefanteElmer o elefante
Elmer o elefante
Sofia Correia Luz
 

Destaque (8)

Elefante - Maria João
Elefante - Maria JoãoElefante - Maria João
Elefante - Maria João
 
Elefante Africano
Elefante Africano Elefante Africano
Elefante Africano
 
Tres elefantes texto
Tres elefantes textoTres elefantes texto
Tres elefantes texto
 
O elefante
O elefanteO elefante
O elefante
 
Elefante
ElefanteElefante
Elefante
 
O elefante sem tromba
O elefante sem trombaO elefante sem tromba
O elefante sem tromba
 
Elmer o elefante
Elmer o elefanteElmer o elefante
Elmer o elefante
 
Elmer o elefante
Elmer o elefanteElmer o elefante
Elmer o elefante
 

Semelhante a Animais

DIVERSIDADE E CLASSIFICAÇÃO DE MAMÍFEROS
DIVERSIDADE E CLASSIFICAÇÃO DE MAMÍFEROSDIVERSIDADE E CLASSIFICAÇÃO DE MAMÍFEROS
DIVERSIDADE E CLASSIFICAÇÃO DE MAMÍFEROS
Linique Logan
 
Anfibius
AnfibiusAnfibius
Aula anfíbios
Aula anfíbiosAula anfíbios
Aula anfíbios
Dacoli
 
Especilaidade anfibios.pptx
Especilaidade anfibios.pptxEspecilaidade anfibios.pptx
Especilaidade anfibios.pptx
IsmaelMarinho4
 
Trabalho
TrabalhoTrabalho
Trabalho
Clélia Kaneda
 
Os vertebrados
Os vertebradosOs vertebrados
Os vertebrados
empaul_harris
 
Classificação e Evolução dos Vertebrados Juuubs
Classificação e Evolução dos Vertebrados JuuubsClassificação e Evolução dos Vertebrados Juuubs
Classificação e Evolução dos Vertebrados Juuubs
Gabriella Brasil
 
Matéria de Especialidade - Anfíbios.pdf
Matéria de Especialidade - Anfíbios.pdfMatéria de Especialidade - Anfíbios.pdf
Matéria de Especialidade - Anfíbios.pdf
Filhos da Rocha
 
Apresentação Sala de recurso
Apresentação Sala de recursoApresentação Sala de recurso
Apresentação Sala de recurso
Mara Almeida
 
Curiosidades sobre os sapos
Curiosidades sobre os saposCuriosidades sobre os sapos
Curiosidades sobre os sapos
Ressurrei
 
Repteis
RepteisRepteis
Anfíbios 3 A2015
Anfíbios 3 A2015Anfíbios 3 A2015
Anfíbios 3 A2015
Maria Teresa Iannaco Grego
 
Classe Dos AnfíBios
Classe Dos AnfíBiosClasse Dos AnfíBios
Classe Dos AnfíBios
Simone Morais
 
Animais
AnimaisAnimais
Animais
wagneripo
 
Animais selvagens
Animais selvagensAnimais selvagens
Animais selvagens
marecos5h
 
Animais.
Animais.Animais.
Animais.
Cheila Daneluz
 
Animais marinhos
Animais marinhosAnimais marinhos
Animais marinhos
Piaget1623
 
Principais filos do reino animália $raisa
Principais filos do reino animália $raisaPrincipais filos do reino animália $raisa
Principais filos do reino animália $raisa
Daniel Cbf
 
Principais filos do reino animália $raisa
Principais filos do reino animália $raisaPrincipais filos do reino animália $raisa
Principais filos do reino animália $raisa
Daniel Cbf
 
Baleias 3º A
Baleias 3º ABaleias 3º A

Semelhante a Animais (20)

DIVERSIDADE E CLASSIFICAÇÃO DE MAMÍFEROS
DIVERSIDADE E CLASSIFICAÇÃO DE MAMÍFEROSDIVERSIDADE E CLASSIFICAÇÃO DE MAMÍFEROS
DIVERSIDADE E CLASSIFICAÇÃO DE MAMÍFEROS
 
Anfibius
AnfibiusAnfibius
Anfibius
 
Aula anfíbios
Aula anfíbiosAula anfíbios
Aula anfíbios
 
Especilaidade anfibios.pptx
Especilaidade anfibios.pptxEspecilaidade anfibios.pptx
Especilaidade anfibios.pptx
 
Trabalho
TrabalhoTrabalho
Trabalho
 
Os vertebrados
Os vertebradosOs vertebrados
Os vertebrados
 
Classificação e Evolução dos Vertebrados Juuubs
Classificação e Evolução dos Vertebrados JuuubsClassificação e Evolução dos Vertebrados Juuubs
Classificação e Evolução dos Vertebrados Juuubs
 
Matéria de Especialidade - Anfíbios.pdf
Matéria de Especialidade - Anfíbios.pdfMatéria de Especialidade - Anfíbios.pdf
Matéria de Especialidade - Anfíbios.pdf
 
Apresentação Sala de recurso
Apresentação Sala de recursoApresentação Sala de recurso
Apresentação Sala de recurso
 
Curiosidades sobre os sapos
Curiosidades sobre os saposCuriosidades sobre os sapos
Curiosidades sobre os sapos
 
Repteis
RepteisRepteis
Repteis
 
Anfíbios 3 A2015
Anfíbios 3 A2015Anfíbios 3 A2015
Anfíbios 3 A2015
 
Classe Dos AnfíBios
Classe Dos AnfíBiosClasse Dos AnfíBios
Classe Dos AnfíBios
 
Animais
AnimaisAnimais
Animais
 
Animais selvagens
Animais selvagensAnimais selvagens
Animais selvagens
 
Animais.
Animais.Animais.
Animais.
 
Animais marinhos
Animais marinhosAnimais marinhos
Animais marinhos
 
Principais filos do reino animália $raisa
Principais filos do reino animália $raisaPrincipais filos do reino animália $raisa
Principais filos do reino animália $raisa
 
Principais filos do reino animália $raisa
Principais filos do reino animália $raisaPrincipais filos do reino animália $raisa
Principais filos do reino animália $raisa
 
Baleias 3º A
Baleias 3º ABaleias 3º A
Baleias 3º A
 

Animais

  • 1. ELEFANTE CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA: Reino: Animalia Filo: Chordata Classe: Mammalia Ordem: Proboscidea Família: Elephantidae INFORMAÇÕES IMPORTANTES: Os elefantes vivem em manadas, sendo que cada uma é dividida em famílias Na África, o habitat dos elefantes são os territórios do Quênia, Tânzania e Uganda. Vivem em regiões de florestas e nas savanas Os elefantes indianos são menores do que os africanos É o maior animal terrestre do mundo Possuem presas de marfim na boca São animais herbívoros, ou seja, alimentam-se de folhas de árvores, ervas, raízes, frutos e de gramas Um animal adulto ingere, em média, 100 kilos de alimento por dia Um filhote de elefante pode nascer com até 80 kilos Por volta de 60 anos de idade, o elefante perde seus dentes molares (presas) impossibilitando sua alimentação e levando-o a morte A caça indiscriminada do elefante africano tem levado a diminuição desta espécie, que atualmente está correndo risco de extinção CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS: Espectativa de vida: em média vivem até 60 anos Altura: varia de 3 a 4 metros Cor: cinza escuro Peso: em média 6 toneladas (podem atingir até 12 toneladas - espécie africana) Gestação: de 20 a 22 meses
  • 2. SAPO Classe Anfíbia Sapo: espécie de anfíbio mais conhecido Esta classe de animais vertebrados, composta por sapos, rãs, salamandras aquáticas e as cecílias, foi a primeira a aparecer no planeta terra por volta de 300 milhões de anos. Hoje, habitando algumas ilhas da Indonésia, ainda existem espécimes raros e antigos que viveram na Idade do Carvão, período em que estes animais foram o grupo dominante. Os anfíbios têm a capacidade de viver tanto dentro quanto fora da água, porém, sua pele precisa estar constantemente úmida, pois funciona como um meio de respiração para este animal. Apesar de quase todos desta classe possuírem pulmões, eles são de estrutura extremamente simples. Tanto a rãs e quanto os sapos possuem ouvidos e um coração de complexidade superior se comparado aos seus ancestrais. A forma de vida anfíbia, considerada bastante adaptável, vem evoluindo durante milhares de anos por sua capacidade de habitar a maior parte dos continentes do mundo, exceto a Antártida, que possui condições climáticas extremamente rigorosas para quase todo o tipo de vida. Sapo Cururu No Brasil podemos encontrar estes seres em várias regiões, inclusive na região da Mata Atlântica, que com uma biodiversidade ainda maior do que a da Floresta Amazônica, possui sua fauna formada principalmente por anfíbios (grande variedade de anuros), além, é claro, de outras vidas como os mamíferos canídeos e aves das mais diversas. É uma das áreas mais sujeitas à precipitação no Brasil, com chuvas orográficas que caem em função das elevações do planalto e das serras, o que torna este um habitat perfeito para a categoria estudada. No mundo todo há cerca de 4800 espécies de sapos. A maioria deles vive dentro ou próximo a uma fonte de água, muito embora existam aqueles que vivam em ambientes úmidos, mas que não são considerados ambientes aquáticos. A necessidade por água é mais premente para os ovos e os girinos do adulto, que vivem somente em ambiente líquido respirando através de guelras, assim como os peixes. Contudo, algumas espécies utilizam poças temporárias com água coletada nos ramos de plantas. Durante seu desenvolvimento ocorrem alterações genéticas que fazem com que as guelras dêem lugar ao pulmão.
  • 3. Cerca de 4000 espécies fazem parte do grupo moderno destes vertebrados, sendo suas três principais categorias: os Caudata, chamados também de anfíbios com caudas, aqui estão as salamandras e sirenídios; Anura, são aqueles que não possuem calda, como as rãs e os sapos; e ainda os Gmnofiona ou Apoda, são aqueles que possuem o formato de verme. Curiosidades A palavra anfíbio, como adjetivo, significa qualquer coisa ou ser capaz de viver ou movimentar-se tanto em terra firme como na água. Exemplo: um veículo anfíbio. Observada como substantivo, esta mesma palavra refere-se a qualquer espécie de animal vertebrado da Classe Anfíbia. O termo anfíbio vem do grego e tem como significado "duas vidas". Um exemplo é o sapo, que nasce como girino, sobrevivendo somente dentro da água, mas que, depois de adulto, perde a cauda e se transforma em um Anuro, ordem dos sapos, rãs e pererecas. Este termo é bastante antigo e faz referência principal aos sapos, rãs e pererecas (por isso o nome). Características O macho mede cerca de 140 mm e a fêmea cerca de 170 mm. Existem diferenças de cor e tamanho entre macho e fêmea (veja foto acima, monstrando um casal em cópula). Quando apanhado com a mão pode encolher-se e ficar imóvel, em tanatose (finge-se de morto). Tanto as volumosas glândulas de veneno, como a tanatose podem ser consideradas como adaptações defensivas. Hábitat É comum em regiões serranas, tanto no litoral como no interior. Distribuição Ocorre no sudeste do Brasil, atingindo o leste do Paraguai. Hábitos Hábitos noturnos, abriga-se durante o dia em tocas entre raízes de árvores, no solo ou entre pedras. Alimentação Insetos. Reprodução Apresenta dimorfismo sexual acentuado. A desova é composta por cordões gelatinos em fileiras dupla de ovos (raramente única). Os girinos, pretos, vivem em cardumes. Manifestações sonoras Vocalizam parcialmente submersos em água calma, apoiados no fundo.S apo O sapo é um vertebrado da classe dos Anfíbios e da ordem dos batráquios. Muitas vezes os sapos são confundidos com lagartos e pererecas, mas os sapos verdadeiros pertencem ao gênero Bufo.Nesse gênero existem mais de 150 espécies. São encontrados em todo o mundo, menos no sudoe ste da Oceania e em Madagascar. Podem variar muito de tamanho, de 2 a 25 cm de altura. Eles se alimentam de insetos e pequenos animais. Procriam na água, podendo migrar até 1,5 km atrás de um bom lugar, pondo de 600 a 30.000 ovos, dependendo da espécie. O girino vira adulto num período de um a três meses.O sapo brasileiro mais comum é o sapo-cururu, Bufo marinus. O número de espécies de sapos vem diminuindo muito, pois ele é muito sensível a poluição da água e do ar. Exatamente por isto, sapos são considerados excelentes indicadores ecológicos. Em 1980,
  • 4. duas espécies de sapos australianos desapareceram. A maior parte dos sapos produz veneno para se defender, numa glândula especial que fica atrás de seus olhos. Quando está com uma presa na boca, o sapo fecha os olhos, forçando-os para dentro, para ajudarem a empurrar a comida boca abaixo. Todo anfíbio é animal cordado craniota gnastomado tetrápode, da classe Amphibia. Pele nua, glandular, sempre umedecida, sem escamas; coração com três cavidades; respiração através de brânquias nos estágios iniciais (podendo persistir a vida inteira), e depois através de pulmões, pele e mucosa bucal, separada ou concomitantemente; fecundação externa. Abrangem as cecílias, salamandras e anuros. As cecílias constituem uma família da ordem Gymnophiona (ápodes). De aspecto vermiforme, vivem nos solos humosos, pele lisa, com sulcos transversais formando anéis e provida de secreção defensiva. Tem os olhos recobertos pela pele, fato que lhes valeu o nome vulgar de cobras-de-duas-cabeças, ou cobras- cegas. As salamandras são da ordem dos urodelos (Caudata), provido de cauda na fase adulta, com um ou dois pares de patas, e que, segundo o ambiente onde vive, pode apresentar brânquias ou não. A única espécie existente no Brasil é a Bolitoglossa amazonica. TARTARUGA As tartarugas são répteis e compreendem à ordem dos Quelônios. Como principais exemplos temos: tartarugas (mar), jabutis (terra) e cágados (água doce). As "tartarugas" de terra são denominadas de Jabuti. Seu tronco é escudado por um estojo ósseo que se divide numa parte dorsal (a carapaça) e outra ventral (o plastrão). Essa disposição permite a algumas espécies, como defesa passiva, recolher completamente a cabeça triangular e os membros. Em lugar de dentes, ela dispõe de maxilas com bordas cortantes, afiadas ou serrilhadas. O jabuti atinge no máximo 70 cm de comprimento. Habita as matas desde o Espírito Santo até a Amazônia, ao norte, e Paraguai, ao sul. Na seca, esconde-se entre a folhagem e o húmus; na época de chuva alimenta-se de frutas caídas. A fêmea, chamada jabota, é maior que o macho, e avermelhada. As tartarugas das Galápagos (Testudo elephantopus) podem superar os 185 anos de vida, porém, isso é uma questão de sorte, pois a maioria não ultrapassa os 50 anos. As tartarugas apareceram milhões de anos antes dos primeiros seres humanos pisarem a Terra. São quase uns "dinossauros". Quelônios terrestres estão presentes em quase todo o mundo, exceto em regiões polares, ou alpinas, sendo muito comuns em florestas tropicais. Já as aquáticas, estão em todos os oceanos, exceto nos polares. Respiração Na respiração, difere-se dos demais répteis, porque o desenvolvimento da carapaça redundou na fixação das costelas. Respira através do movimento de distensão e compressão da cabeça e membros, para dentro e fora da carapaça. As espécies marinhas contam com um aparelho respiratório auxiliar: têm na boca, uma enorme quantidade de vasos sangüíneos, que absorvem o oxigênio dissolvido na água. Isso e bons pulmões dão-lhe capacidade de imersão por várias horas. Habitat das tartarugas
  • 5. As espécies terrestres (maior número), vivem em climas tropicais, no inverno cavam o terreno e entram em letargo. As marinhas estão distribuídas por todos os mares quentes, podem percorrer longas distâncias, pois seus membros desempenham a função de nadadeiras, e possuem bom sentido de orientação. Ovos de tartarugas As tartarugas põem ovos moles, que tem casca maleável e, por isso, ficam enterrados durante a incubação. o que é que as tartarugas comem? A grande maioria é herbívora, ou seja, come plantas. Porém, existem algumas que comem pequenos animais como rãs e peixes. LEBRE Nome científico: Lepus europaeus Reino: Animalia Filo: Chordata Classe: Mammalia Ordem: Lagomorpha Família: Leporidae Género: Lepus Espécie: L. europaeus Outros nomes: Lebre-comum Lebre-europeia European hare Brown hare Eastern Jackrabbit Eastern prairie hare Lièvre d'EuropeL Liebre común Liebre europea Origem As lebres podem ser encontradas em quase toda a Europa, na Ásia Ocidental e no Norte de África. Em Portugal, a lebre encontra-se disseminada por todo o território, embora apareça com mais frequência na planície alentejana. Diferentes do coelhos Para muitos, a lebre é apenas um coelho grande, mas de facto trata-se de outra espécie com características muito próprias, entre elas: o seu tamanho, o tamanho das suas orelhas e a forma como corre sobre a erva alta, dado que tem umas patas posteriores bastante maiores que os coelhos bravos comuns. A sua coloração, castanho esverdeado, faz parte da
  • 6. camuflagem necessária a animais que vivem em espaços abertos e que têm muitos predadores permanentes, entre eles o homem - a lebre é um dos animais mais procurados pelos caçadores em toda a Europa - mas também (por enquanto...) o lince, a raposa e as aves de rapina. Hábitos As lebres vivem em grupos com 6 a 10 elementos, embora, quando se sentem ameaçados, os vários elementos do grupo sigam em direcções diferentes, por forma a despistar os perseguidores, se os houver. A sua fuga ao «sprint» torna-a um alvo díficil para os caçadores e, para os cães, uma presa difícil de perseguir. A lebre é uma espécie que se encontra em alerta permanente, pelo que a sua aparição é rara, sendo encontrada pelos caçadores que conhecem os seus territórios favoritos e, fugazmente, por outras pessoas que trabalham ou passeiam nos campos. Reprodução As lebres procriam, em média, duas vezes por ano, e a sua prole raramente ultrapassa as duas crias por ninhada. Alimentação Este roedor alimenta-se, principalmente, de ervas que encontra no seu território e, se encontrar cereais, também não os dispensa. As lebres alimentam-se com brotos de gramas, folhas de amendoim, milho, feijão, alface e, principalmente, raízes de mandioca. DIFERENÇAS DO COELHO E DA LEBRE Coelhos e lebres são muito semelhantes e muitas vezes confundidos. Algumas vezes são designados incorretamente. Em sua maioria, os coelhos são menores que as lebres e têm orelhas mais curtas. Os animais podem ser reconhecidos por ocasião do nascimento. Um coelho recém-nascido é cego, não tem pelos e quase não pode mover-se. Uma lebre recém-nascida enxerga, tem uma pelagem bonita e pode saltar algumas horas depois de nascida. Além disso, os ossos do crânio do coelho têm tamanho e forma diferentes dos do crânio da lebre. Coelhos e lebres pertencem à mesma ordem, Lagomorfa. O nome dessa ordem vem de duas palavras gregas que significam "forma de lebre". Para estudar onde a ordem se coloca no reino animal, veja Classificação científica. Diferenças das lebres
  • 7. Como se viu pela classificação zoológica, coelhos e lebres são animais bastante semelhantes entre si. Essa semelhança não restinge apenas à escala classificatória, mas se estende também ao aspecto fenotípico, ou de aparência e conformação anterior. A semelhança entre o coelho e lebre é tão grande que mesmo os especialistas podem confundi-los, tomando um pelo outro, fato que se verifica com a chamada lebre-belga, que se trata de um coelho, ou com o chamado coelho-americano (jack-rabbit), na realidade uma lebre. Todavia, apesar da grande semelhança entre essas espécies, é possível distinguir uma da outra através das características próprias de cada uma,[7] como se pode ver na tabela abaixo. Coelhos Lebres Vivem nos campos Vivem nos campos e bosques Vivem em colônias Vivem aos casais Fazem galerias subterrâneas Vivem em campo aberto Em caso de perigo, entram nas galerias Em caso de perigo, fogem em alta velocidade São mais velozes que as lebres, mas se cansam logo Mantêm a mesma velocidade durante a corrida, parecendo não se cansarem Em caso de perigo, dão um tapa no chão com a pata traseira, para avisar seus companheiros Não batem no solo Dão crias em um ninho subterrâneo Dão crias em ninho preparado sobre a superfície do solo Peso do macho adulto — 2 a 3 quilos e só em raças aperfeiçoadas, vai a 6, 7 ou mais quilos No campo, atinge 5 a 6 quilos Comprimento do corpo — 40 a 45 cm 60 a 70 cm Comprimento da cabeça — 8 cm 12 cm Comprimento da cauda — 6 cm 9 a 10 cm Comprimento das orelhas — 8 cm 12 a 14 cm Orelha mais curta do que a cabeça Orelha mais comprida do que a cabeça Corpo curto e maciço Corpo alongado Coloração selvagem, com predominância de pelos cinzas Cor selvagem, com predominância de pelos avermelhados Subpelo azulado Subpelo branco Ponta das orelhas orladas de preto Ponta das orelhas com grandes estrias pretas Pelos acamados e suaves ao tato Pelos um pouco levantados e um pouco ásperos Cerdas com 2 a 3 cm de comprimento e o velo mais curto do que a lebre Cerdas de 6 a 7 cm e o velo mais comprido que o dos coelhos Carne branca Carne vermelha Osso zigomático comprido e largo Osso zigomático curto e estreito Osso interparietal bem distinto dos parietais Osso interparietal bem unido aos parietais
  • 8. Úmero mais comprido que o rádio Úmero mais curto que o rádio Cúbito forte, mais grosso que o rádio Cúbito mais comprido e fraco que o rádio Falanges dos dedos terminais soldados em "canaletas" falanges sem "canaletas" Íris morena escura íris amarela escura 3 a 6 placas de Peyer no intestino delgado 8 a 10 placas de Peyer no intestino delgado Gestação — 30 a 31 dias Gestação de 40 dias Láparos nascem pelados e com os olhos fechados Filhotes nascem com pelos e olhos abertos O número de láparos varia de 1 a 18 Em geral dá 1 a 4 e raramente maior número de filhotes Os láparos ficam no ninho Os filhotes nascem no ninho Os láparos dependem da mãe no mínimo durante 1 mês Os láparos dependem da mãe por menos tempo