PROSPECTO PRELIMINAR DA OFERTA PÚBLICA DE DISTRIBUIÇÃO
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                        PRIMÁRIA DE UNITS DA
As informações contidas neste Prospecto Preliminar estão sob análise da Comissão de Valores Mobiliários, a qual ainda não se manifestou a seu respeito. O presente Prospecto Preliminar está sujeito à complementação e correção. O




                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                             ALUPAR INVESTIMENTO S.A.
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                          Companhia Aberta de Capital Autorizado
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                             CNPJ/MF nº 08.364.948/0001-38
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                    Código CVM 2149-0
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                  Avenida Doutor Cardoso de Melo, 1.855, Bloco I, 9º andar
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                04548-005, São Paulo – SP
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                    40.000.000 Units
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                       Valor Total da Oferta: R$800.000.000,00
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                         Código ISIN das Units nº BRALUPCDAM15
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                     Código de negociação na BM&FBOVESPA: ALUP11

                                                                                                                                                                                                                                            No contexto da Oferta, estima-se que o Preço por Unit estará situado entre R$18,50 e R$21,50, ressalvado, no entanto, que o Preço por Unit poderá ser fixado acima ou
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                 abaixo desta faixa indicativa.
                                                                                                                                                                                                                                      A ALUPAR INVESTIMENTO S.A. (“Companhia”) está realizando uma oferta pública de distribuição primária de, inicialmente, 40.000.000 certificados de depósito de ações (“Units”), representativas cada uma de (a) uma ação
                                                                                                                                                                                                                                      ordinária (“Ação Ordinária”) e (b) duas ações preferenciais (“Ações Preferenciais” e, em conjunto com as Ações Ordinárias, “Ações”), todas nominativas, escriturais e sem valor nominal de emissão da Companhia, livres e
                                                                                                                                                                                                                                      desembaraçadas de quaisquer ônus ou gravames, a ser realizada no Brasil, em mercado de balcão não organizado, sob a coordenação do Banco Itaú BBA S.A. (“Coordenador Líder” ou “Itaú BBA”), do Banco BTG Pactual S.A.
                                                                                                                                                                                                                                      (“BTG Pactual”), do Banco de Investimentos Credit Suisse (Brasil) S.A. (“Credit Suisse”), do Goldman Sachs do Brasil Banco Múltiplo S.A. (“Goldman Sachs”) e do Banco Santander (Brasil) S.A. (“Santander” e, em conjunto com
                                                                                                                                                                                                                                      o Coordenador Líder, o BTG Pactual, o Credit Suisse e o Goldman Sachs, “Coordenadores da Oferta”), com a participação da Caixa Econômica Federal (“Caixa Econômica Federal”), o Banco J. Safra S.A. (“Safra” e, em conjunto
                                                                                                                                                                                                                                      com a Caixa Econômica Federal, “Coordenadores Contratados”) e determinadas instituições intermediárias autorizadas a operar no mercado de capitais brasileiro, credenciadas junto à BM&FBOVESPA S.A. – Bolsa de Valores,
                                                                                                                                                                                                                                      Mercadorias e Futuros (“BM&FBOVESPA”), convidadas a participar da Oferta exclusivamente para efetuar esforços de colocação das Units junto aos Investidores Não Institucionais (conforme definido neste Prospecto) (“Instituições
                                                                                                                                                                                                                                      Consorciadas”), observado o disposto na Instrução da Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”) nº 400, de 29 de dezembro de 2003, conforme alterada (“Instrução CVM 400”) e o esforço de dispersão acionária previsto no
                                                                                                                                                                                                                                      Regulamento do Nível 2. Simultaneamente, serão também realizados esforços de colocação de Units no exterior pelo Itau BBA USA Securities, Inc., BTG Pactual US Capital LLC, Credit Suisse Securities (USA) LLC, Goldman, Sachs & Co.
                                                                                                                                                                                                                                      e Santander Investment Securities Inc. (em conjunto, “Agentes de Colocação Internacional”) e por determinadas instituições financeiras a serem contratadas, exclusivamente junto a Investidores Estrangeiros (conforme definido
                                                                                                                                                                                                                                      neste Prospecto), que invistam no Brasil em conformidade com os mecanismos de investimento regulamentados pela Resolução do Conselho Monetário Nacional nº 2.689, de 26 de janeiro de 2000, conforme alterada, e pela Instrução
                                                                                                                                                                                                                                      da CVM nº 325, de 27 de janeiro de 2000, conforme alterada, e/ou pela Lei nº 4.131, de 3 de setembro de 1962, conforme alterada, nos termos do Contrato de Colocação Internacional (conforme definido neste Prospecto) (“Oferta”).

                                                                                                                                                                                                                                      Nos termos do artigo 24 da Instrução CVM 400, a quantidade total das Units inicialmente ofertadas (sem considerar as Units Adicionais, conforme abaixo definidas) poderá ser acrescida em até 15%, ou seja, em até 6.000.000 Units,
                                                                                                                                                                                                                                      nas mesmas condições e preço das Units inicialmente ofertadas (“Units Suplementares”), conforme opção a ser outorgada pela Companhia ao BTG Pactual (“Agente Estabilizador”) no Contrato de Colocação (conforme definido
                                                                                                                                                                                                                                      neste Prospecto), as quais serão destinadas exclusivamente a atender a um eventual excesso de demanda que venha a ser constatado no decorrer da Oferta (“Opção de Units Suplementares”). O Agente Estabilizador terá o direito
                                                                                                                                                                                                                                      exclusivo, a partir da data de assinatura do Contrato de Colocação (conforme definido neste Prospecto) e por um período de até 30 dias contados, inclusive, da data de início de negociação das Units na BM&FBOVESPA, de exercer a
                                                                                                                                                                                                                                      Opção de Units Suplementares, no todo ou em parte, em uma ou mais vezes, após notificação aos demais Coordenadores da Oferta, desde que a decisão de sobrealocação das Units tenha sido tomada em comum acordo entre os
                                                                                                                                                                                                                                      Coordenadores da Oferta no momento da precificação da Oferta.

                                                                                                                                                                                                                                      Adicionalmente, sem prejuízo da Opção de Units Suplementares, nos termos do artigo 14, parágrafo 2º, da Instrução CVM 400, a quantidade total de Units inicialmente ofertadas (sem considerar as Units Suplementares) poderá, a
                                                                                                                                                                                                                                      critério da Companhia, em comum acordo com os Coordenadores da Oferta, ser acrescida em até 20%, ou seja, em até 8.000.000 Units, nas mesmas condições e no mesmo preço das Units inicialmente ofertadas (“Units
                                                                                                                                                                                                                                      Adicionais”).

                                                                                                                                                                                                                                      O Preço por Unit será fixado após a conclusão do procedimento de coleta de intenções de investimento realizado com Investidores Institucionais (conforme definido neste Prospecto) pelos Coordenadores da Oferta, no Brasil, e pelos
                                                                                                                                                                                                                                      Agentes de Colocação Internacional, no exterior, conforme previsto no artigo 23, parágrafo 1º, e no artigo 44 da Instrução CVM 400 (“Procedimento de Bookbuilding”). A escolha do critério para determinação do Preço por Unit é
                                                                                                                                                                                                                                      justificada pelo fato de que o mesmo evitará a diluição injustificada dos acionistas da Companhia, nos termos do artigo 170, parágrafo 1º da Lei das Sociedades por Ações, e de que as Units serão distribuídas por meio de oferta
                                                                                                                                                                                                                                      pública em que o valor de mercado das Units será aferido com a realização do Procedimento de Bookbuilding, que reflete o valor pelo qual os Investidores Institucionais (conforme definido neste Prospecto) apresentarão suas intenções
                                                                                                                                                                                                                                      de investimento no contexto da Oferta. Os Investidores Não Institucionais (conforme definido neste Prospecto) não participarão do Procedimento de Bookbuilding e, portanto, não participarão do processo de
                                                                                                                                                                                                                                      determinação do Preço por Unit.
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                              (1)                                                  (1)(2)                                                     (1)(2)(3)
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                 Preço (R$)                                       Comissões (R$)                                     Recursos Líquidos (R$)

                                                                                                                                                                                                                                      Preço por Unit ...............................................................                    20,00                                                  0,61                                                   19,39

                                                                                                                                                                                                                                      Total Oferta .............................................................              800.000.000,00                                        24.400.000,00                                          775.600.000,00

                                                                                                                                                                                                                                      (1)
                                                                                                                                                                                                                                            Considerando o Preço por Unit de R$20,00, que é o ponto médio da faixa de preços indicada acima.
                                                                                                                                                                                                                                      (2)
                                                                                                                                                                                                                                            Sem considerar as Units Adicionais e as Units Suplementares.
                                                                                                                                                                                                                                      (3)
                                                                                                                                                                                                                                            Sem dedução das despesas da Oferta.

                                                                                                                                                                                                                                      A emissão pela Companhia das Ações Ordinárias e das Ações Preferenciais subjacentes às Units será feita com exclusão do direito de preferência dos seus atuais acionistas, nos termos do artigo 172, inciso I, da Lei das Sociedades por
                                                                                                                                                                                                                                      Ações, e tal emissão será realizada dentro do limite de capital autorizado previsto no estatuto social da Companhia. A realização da Oferta, bem como seus termos e condições, foram aprovados em Assembleia Geral Extraordinária da
                                                                                                                                                                                                                                      Companhia, realizada em 9 de novembro de 2012, cuja ata foi registrada na Junta Comercial do Estado de São Paulo em 5 de dezembro de 2012 sob o nº 2.265.453/12-2 e publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo e no
                                                                                                                                                                                                                                      jornal Valor Econômico em 23 de janeiro de 2013. O Preço por Unit e o efetivo aumento de capital da Companhia serão aprovados em Reunião do Conselho de Administração da Companhia a ser realizada antes da concessão do
                                                                                                                                                                                                                                      registro da Oferta pela CVM, cuja ata será registrada na Junta Comercial do Estado de São Paulo e publicada no jornal Valor Econômico na data de publicação do Anúncio de Início e no Diário Oficial do Estado de São Paulo em 24 de
                                                                                                                                                                                                                                      abril de 2013.

                                                                                                                                                                                                                                      A Oferta foi registrada pela CVM em [●] de [●] de 2013, sob o n° CVM/SRE/REM/2013/[●].

                                                                                                                                                                                                                                      O registro da Oferta não implica, por parte da CVM, garantia de veracidade das informações prestadas ou em julgamento sobre a qualidade da Companhia, bem como sobre as Units a serem distribuídas.
Prospecto Definitivo será entregue aos investidores durante o período de distribuição.




                                                                                                                                                                                                                                      Será admitido o recebimento de reservas, no âmbito da Oferta de Varejo, para Investidores Não Institucionais, a partir da data indicada no Aviso ao Mercado e neste Prospecto Preliminar, para subscrição de Units, as quais somente
                                                                                                                                                                                                                                      serão confirmadas pelo subscritor após o início do período de distribuição das Units.

                                                                                                                                                                                                                                      Este Prospecto não deve, em nenhuma circunstância, ser considerado uma recomendação de investimento nas Units. Ao decidir subscrever e integralizar as Units, potenciais investidores deverão realizar sua própria análise e avaliação
                                                                                                                                                                                                                                      da situação financeira da Companhia, de suas atividades e dos riscos decorrentes do investimento nas Units.

                                                                                                                                                                                                                                      LEIA ESTE PROSPECTO E O FORMULÁRIO DE REFERÊNCIA DA COMPANHIA ANTES DE ACEITAR A OFERTA, EM ESPECIAL AS SEÇÕES RELATIVAS AOS FATORES DE RISCO, NAS PÁGINAS 21 E 70 DESTE
                                                                                                                                                                                                                                      PROSPECTO, RESPECTIVAMENTE, E NOS QUADROS 4 E 5 DO FORMULÁRIO DE REFERÊNCIA.

                                                                                                                                                                                                                                                                                “A(O) presente oferta pública (programa) foi elaborada(o) de acordo com as normas de Regulação e Melhores Práticas da ANBIMA para as Ofertas Públicas de Distribuição e Aquisição de
                                                                                                                                                                                                                                                                                Valores Mobiliários, atendendo, assim, a(o) presente oferta pública (programa), aos padrões mínimos de informação exigidos pela ANBIMA, não cabendo à ANBIMA qualquer responsabilidade
                                                                                                                                                                                                                                                                                pelas referidas informações, pela qualidade da emissora e/ou ofertantes, das Instituições Participantes e dos valores mobiliários objeto da(o) oferta pública (programa). Este selo não implica
                                                                                                                                                                                                                                                                                recomendação de investimento. O registro ou análise prévia da presente distribuição não implica, por parte da ANBIMA, garantia da veracidade das informações prestadas ou julgamento sobre
                                                                                                                                                                                                                                                                                a qualidade da companhia emissora, bem como sobre os valores mobiliários a serem distribuídos”.




                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                Coordenadores da Oferta




                                                                                                                                                                                                                                            Coordenador Líder                                             Agente Estabilizador

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                          Coordenadores Contratados




                                                                                                                                                                                                                                                                                                                              A data deste Prospecto Preliminar é 1º de abril de 2013.
(Esta página foi intencionalmente deixada em branco)
ÍNDICE
DEFINIÇÕES ...................................................................................................................... 1
INFORMAÇÕES CADASTRAIS DA COMPANHIA ................................................................. 8
DOCUMENTOS E INFORMAÇÕES INCORPORADOS POR REFERÊNCIA A ESTE
 PROSPECTO PRELIMINAR .............................................................................................. 9
CONSIDERAÇÕES SOBRE ESTIMATIVAS E PERSPECTIVAS SOBRE O FUTURO ............... 10
SUMÁRIO DA COMPANHIA.............................................................................................. 12
  PRINCIPAIS FATORES DE RISCO RELATIVOS A NÓS ......................................................................... 21
SUMÁRIO DA OFERTA ..................................................................................................... 25
INFORMAÇÕES SOBRE NÓS, OS COORDENADORES, OS CONSULTORES E OS
 AUDITORES ................................................................................................................... 32
INFORMAÇÕES RELATIVAS À OFERTA ............................................................................ 34
  COMPOSIÇÃO DO NOSSO CAPITAL SOCIAL ................................................................................... 34
  ALOCAÇÃO DOS RECURSOS DA OFERTA NAS CONTAS PATRIMONIAIS .................................................... 35
  A OFERTA .......................................................................................................................... 35
        Units Suplementares ..................................................................................................... 36
        Units Adicionais ............................................................................................................ 36
        Aprovações Societárias ................................................................................................. 36
        Preço por Unit .............................................................................................................. 36
        Quantidade, Valor e Recursos Líquidos ........................................................................... 37
        Custos de Distribuição .................................................................................................. 38
        Público Alvo da Oferta .................................................................................................. 38
        Procedimento da Oferta ................................................................................................ 39
        Oferta de Varejo .......................................................................................................... 39
        Oferta Institucional ....................................................................................................... 41
        Prazo de Distribuição .................................................................................................... 42
        Liquidação ................................................................................................................... 42
        Contrato de Estabilização .............................................................................................. 42
        Direitos, Vantagens e Restrições das Units...................................................................... 43
        Restrições à Negociação das Units (Lock-up) .................................................................. 44
        Cronograma Indicativo da Oferta ................................................................................... 45
        Contrato de Colocação e Contrato de Colocação Internacional .......................................... 46
        Informações sobre a Garantia Firme de Liquidação.......................................................... 46
        Instituição Financeira Escrituradora das Ações e Depositária das Units .............................. 47
        Negociação das Units na BM&FBOVESPA ........................................................................ 47
        Alteração das Circunstâncias, Revogação ou Modificação ................................................. 47
        Suspensão e Cancelamento ........................................................................................... 48
        Inadequação da Oferta ................................................................................................. 49
RELACIONAMENTO ENTRE NÓS, OS COORDENADORES DA OFERTA E OS
 COORDENADORES CONTRATADOS ............................................................................... 50
  RELACIONAMENTO ENTRE NÓS E O COORDENADOR LÍDER ................................................................ 50
  RELACIONAMENTO ENTRE NÓS E O BTG PACTUAL .......................................................................... 51
  RELACIONAMENTO ENTRE NÓS E O CREDIT SUISSE ......................................................................... 52
  RELACIONAMENTO ENTRE NÓS E O GOLDMAN SACHS ...................................................................... 52
  RELACIONAMENTO ENTRE NÓS E O SANTANDER ............................................................................. 53
  RELACIONAMENTO ENTRE NÓS E A CAIXA ECONÔMICA FEDERAL ......................................................... 54
  RELACIONAMENTO ENTRE NÓS E O SAFRA .................................................................................... 54
  INFORMAÇÕES ADICIONAIS ...................................................................................................... 55
OPERAÇÕES VINCULADAS À OFERTA ............................................................................. 58




                                                                   i
APRESENTAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES INTERMEDIÁRIAS ............................................... 59
  BANCO ITAÚ BBA S.A. .......................................................................................................... 59
  BTG PACTUAL ..................................................................................................................... 60
  CREDIT SUISSE .................................................................................................................... 62
  GOLDMAN SACHS.................................................................................................................. 63
  SANTANDER ........................................................................................................................ 64
  CAIXA ECONÔMICA FEDERAL .................................................................................................... 66
  SAFRA ............................................................................................................................... 68
FATORES DE RISCO RELACIONADOS À OFERTA E ÀS UNITS ......................................... 70
DESTINAÇÃO DOS RECURSOS ........................................................................................ 74
CAPITALIZAÇÃO .............................................................................................................. 76
DILUIÇÃO ........................................................................................................................ 77
ANEXOS ........................................................................................................................... 79
ESTATUTO SOCIAL CONSOLIDADO DA COMPANHIA ...................................................... 83
ATA DA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DA COMPANHIA, REALIZADA EM 9
 DE NOVEMBRO DE 2012, QUE APROVOU A REALIZAÇÃO DA OFERTA ....................... 117
MINUTA DA ATA DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA COMPANHIA
 QUE APROVARÁ O AUMENTO DE CAPITAL DA COMPANHIA E FIXARÁ O PREÇO POR
 UNIT............................................................................................................................ 123
DECLARAÇÕES DE VERACIDADE DA COMPANHIA E DO COORDENADOR LÍDER PARA
 FINS DO ARTIGO 56 DA INSTRUÇÃO CVM Nº 400, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2003,
 CONFORME ALTERADA ............................................................................................... 129




                                                                    ii
DEFINIÇÕES
Para os fins deste Prospecto, os termos “nós” e “nossos” e verbos na primeira pessoa do plural
referem-se à Companhia, salvo referência diversa neste Prospecto. Os termos indicados abaixo
terão o significado a eles atribuídos neste Prospecto e no Formulário de Referência, conforme
aplicável, salvo referência diversa. Os termos relacionados especificamente com a Oferta e
respectivos significados constam da Seção “Sumário da Oferta”, na página 25 deste Prospecto.

ACE                                 ACE Comercializadora Ltda.

Acionista Controlador ou            Guarupart Participações Ltda.
Guarupart

Administração                       Nosso Conselho de Administração e nossa Diretoria.

Administradores                     Membros do nosso Conselho de Administração e de nossa
                                    Diretoria.

AF Energia                          AF Energia S.A.

Alupar Inversiones                  Alupar Inversiones Perú S.A.C.

ANBIMA                              ANBIMA – Associação Brasileira das Entidades dos Mercados
                                    Financeiro e de Capitais.

ANEEL                               Agência Nacional de Energia Elétrica.

Assembleia Geral                    Assembleia geral de nossos acionistas.

Auditores Independentes ou          Ernst & Young Terco, nossos auditores independentes.
Ernst & Young

Banco Central ou BACEN              Banco Central do Brasil.

BM&FBOVESPA                         BM&FBOVESPA S.A. – Bolsa de Valores, Mercadoria e
                                    Futuros.

BNDES                               Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social –
                                    BNDES.

Boa Vista                           Boa Vista Participações S.A.

Brasil ou País                      República Federativa do Brasil.

CADE                                Conselho Administrativo de Defesa Econômica.

CDI                                 Certificados de Depósitos Interbancários.

CFC                                 Conselho Federal de Contabilidade.

CMN                                 Conselho Monetário Nacional.

CNPJ/MF                             Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica do Ministério da
                                    Fazenda.




                                              1
Código ANBIMA                Código ANBIMA de Regulação e Melhores Práticas para as
                             Ofertas Públicas de Distribuição e Aquisição de Valores
                             Mobiliários.

Companhia                    Alupar Investimento S.A.

Conselheiro Independente     É o membro do Conselho de Administração que atende aos
                             seguintes requisitos: (i) não ter qualquer vínculo conosco,
                             exceto participação de capital; (ii) não ser acionista
                             controlador, cônjuge ou parente até segundo grau daquele,
                             ou não ser ou não ter sido, nos últimos três anos, vinculado
                             a sociedade ou entidade relacionada ao nosso Acionista
                             Controlador; (iii) não ter sido, nos últimos três anos, nosso
                             empregado ou diretor, do nosso Acionista Controlador ou de
                             sociedade controlada por nós; (iv) não ser fornecedor ou
                             comprador, direto ou indireto, de nossos serviços e/ou
                             produtos em magnitude que implique perda de
                             independência; (v) não ser funcionário ou administrador de
                             sociedade ou entidade que esteja oferecendo ou
                             demandando à nos serviços e/ou produtos, em magnitude
                             que implique perda de independência; (vi) não ser cônjuge
                             ou parente até segundo grau de algum de nossos
                             administradores; e (vii) não receber outra remuneração de
                             nós além da de conselheiro (proventos em dinheiro oriundos
                             de participação de capital estão excluídos desta restrição).
                             Serão considerados ainda Conselheiros Independentes
                             aqueles eleitos mediante as faculdades previstas no artigo
                             141, parágrafos 4º e 5º, da Lei das Sociedades por Ações.

Conselho de Administração    Nosso Conselho de Administração.

Conselho Fiscal              Nosso Conselho Fiscal, se instalado.

CPI                          Consumer Price Index, índice baseado nos preços pagos
                             pelos consumidores norte americanos em determinados
                             produtos e serviços utilizados nos Estados Unidos da
                             América.

CSLL                         Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido.

CVM                          Comissão de Valores Mobiliários.

Deliberação CVM 476          Deliberação da CVM n.º 476, de 25 de janeiro de 2005.

Diretoria                    Nossa Diretoria.

Dólar, dólar, dólar norte-   Moeda corrente dos Estados Unidos da América.
americano ou US$

EATE                         Empresa Amazonense de Transmissão de Energia S.A.




                                       2
EBITDA                    É o lucro líquido do período antes do imposto de renda e
                          contribuição social, do resultado financeiro dos custos e das
                          despesas de depreciação e amortização.

                          O EBITDA é um indicador financeiro utilizado para avaliar o
                          resultado de empresas sem a influência de sua estrutura de
                          capital, de efeitos tributários e outros impactos contábeis
                          sem reflexo direto no fluxo de caixa da empresa.
                          Acreditamos que o EBITDA é uma informação adicional às
                          nossas demonstrações financeiras, mas não uma medição
                          contábil de acordo com as práticas contábeis adotadas no
                          Brasil e IFRS, e não deve ser utilizado como um substituto
                          para o lucro líquido e fluxo de caixa operacional, como um
                          indicador de desempenho operacional, nem tampouco como
                          um indicador de liquidez.

                          O EBITDA apresenta limitações que podem prejudicar a sua
                          utilização como medida de lucratividade, em razão de não
                          considerar determinados custos decorrentes dos nossos
                          negócios, que poderiam afetar de maneira significativa os
                          nossos lucros, tais como despesas financeiras, tributos,
                          depreciação, despesas de capital e outros encargos
                          relacionados.

EBTE                      Empresa Brasileira de Transmissão de Energia S.A.

ECTE                      Empresa Catarinense de Transmissão de Energia S.A.

Energia dos Ventos I      Energia dos Ventos I S.A.

Energia dos Ventos II     Energia dos Ventos II S.A.

Energia dos Ventos III    Energia dos Ventos III S.A.

Energia dos Ventos IV     Energia dos Ventos IV S.A.

Energia dos Ventos IX     Energia dos Ventos IX S.A.

Energia dos Ventos V      Energia dos Ventos V S.A.

Energia dos Ventos VI     Energia dos Ventos VI S.A.

Energia dos Ventos VII    Energia dos Ventos VII S.A.

Energia dos Ventos VIII   Energia dos Ventos VIII S.A.

Energia dos Ventos X      Energia dos Ventos X S.A.

ENTE                      Empresa Norte de Transmissão de Energia S.A.

ERTE                      Empresa Regional de Transmissão de Energia S.A.

ESDE                      Empresa Santos Dumont de Energia S.A.

Estatuto Social           Nosso Estatuto Social.




                                    3
ETEM                               Empresa de Transmissão de Energia do Mato Grosso S.A.

ETEP                               Empresa Paraense de Transmissão de Energia S.A.

ETES                               Empresa de Transmissão do Espírito Santo S.A.

ETSE                               Empresa de Transmissão Serrana S.A.

ETVG                               Empresa de Transmissão de Várzea Grande S.A.

Fatores de Risco                   Os investidores devem ler as seções “Sumário da Companhia
                                   – Principais Fatores de Risco Relativos a Nós” e “Fatores de
                                   Risco Relacionados à Oferta e às Units”, nas páginas 21 e 70
                                   deste Prospecto, respectivamente, bem como os Fatores de
                                   Risco descritos nas seções “4. Fatores de Risco” e “5. Riscos
                                   de Mercado” do Formulário de Referência, para ciência dos
                                   fatores de risco que devem ser considerados em relação ao
                                   investimento nas Units.

Ferreira Gomes                     Ferreira Gomes Energia S.A.

FI-FGTS                            Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de
                                   Serviço – FI-FGTS.

Final Offering Memorandum          Documento final de divulgação da Oferta utilizado no
                                   esforço de colocação de Units junto a Investidores
                                   Estrangeiros.

Formulário de Referência           Nosso Formulário de Referência, incorporado por
                                   referência a este Prospecto e elaborado nos termos da
                                   Instrução CVM 480.

Foz do Rio Claro                   Foz do Rio Claro Energia S.A.

Genpower                           Genpower Termoelétricas e Participações S.A.

Governo Federal, União ou União Governo Federal da República Federativa do Brasil.
Federal

IBGE                               Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

IBRACON                            Instituto dos Auditores Independentes do Brasil.

IFRS                               Normas contábeis internacionais (International Financial
                                   Reporting Standards).

IGP-DI                             Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna, divulgado
                                   pela Fundação Getúlio Vargas – FGV.

IGP-M                              Índice Geral de Preços de Mercado, divulgado pela Fundação
                                   Getúlio Vargas – FGV.

Ijuí                               Ijuí Energia S.A.

Instrução CVM 325                  Instrução da CVM n.º 325, de 27 de janeiro de 2000, e
                                   alterações posteriores.




                                             4
Instrução CVM 358              Instrução da CVM n.º 358, de 3 de janeiro de 2002, e
                               alterações posteriores.

Instrução CVM 400              Instrução da CVM n.º 400, de 29 de dezembro de 2003, e
                               alterações posteriores.

Instrução CVM 480              Instrução da CVM n.º 480, de 7 de dezembro de 2009, e
                               alterações posteriores.

IPCA                           Índice de Preços ao Consumidor Amplo, apurado e divulgado
                               pelo IBGE.

IRPJ                           Imposto de Renda Pessoa Jurídica.

ITR                            Informações Trimestrais.

JUCESP                         Junta Comercial do Estado de São Paulo.

Kilovolt ou kV                 Unidade equivalente a mil Volts.

Lavrinhas                      Usina Paulista Lavrinhas de Energia S.A.

Lei das Sociedades por Ações   Lei n.º 6.404, de 15 de dezembro de 1976, e alterações
                               posteriores.

Lei de Concessões              Lei n.º 8.987, de 13 de fevereiro de 1995, e alterações
                               posteriores.

Lei do Mercado de Valores      Lei n.º 6.385, de 7 de dezembro de 1976, e alterações
Mobiliários                    posteriores.

Lei do Novo Modelo do Setor    Lei n.º 10.848, de 15 de março de 2004 e alterações
Elétrico                       posteriores.

Lei n.º 4.131                  Lei n.º 4.131, de 03 de setembro de 1962, e alterações
                               posteriores.

Lumitrans                      Lumitrans Companhia Transmissora de Energia Elétrica.

MME                            Ministério de Minas e Energia.

Nível 2                        Segmento especial de listagem da BM&FBOVESPA com
                               regras   diferenciadas   de   governança   corporativa,
                               regulamentado pelo Regulamento do Nível 2.

ONS                            Operador Nacional do Sistema Elétrico.

PIB                            Produto Interno Bruto.

Poder Concedente               União, representada por meio da ANEEL.




                                         5
Práticas Contábeis Adotadas no   Princípios e práticas contábeis adotadas no Brasil, em
Brasil ou BR GAAP                conformidade com a Lei das Sociedades por Ações, as
                                 normas e instruções da CVM assim como os
                                 pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos
                                 Contábeis – CPC já aprovados pela CVM e as resoluções do
                                 Conselho Federal de Contabilidade – CFC.

Preliminary Offering             Documento preliminar de divulgação da Oferta utilizado no
Memorandum                       esforço de colocação de Units junto a Investidores
                                 Estrangeiros.

Prospecto Definitivo             O Prospecto Definitivo da Oferta Pública de Distribuição
                                 Primária de Units da Alupar Investimento S.A., incluindo
                                 seus anexos e documentos a ele incorporados por
                                 referência.

Prospecto Preliminar ou          Este Prospecto Preliminar da Oferta Pública de Distribuição
Prospecto                        Primária de Units da Alupar Investimento S.A., incluindo
                                 seus anexos e documentos a ele incorporados por
                                 referência.

Prospectos                       O Prospecto Preliminar         e   o    Prospecto   Definitivo,
                                 considerados em conjunto.

Queluz                           Usina Paulista Queluz de Energia S.A.

Quilômetro ou km                 Unidade equivalente a mil metros.

RAP                              Receitas Anuais Permitidas, que corresponde ao valor fixo
                                 apresentado em leilão pelas concessionárias quando da
                                 outorga de suas concessões.

RBNI                             Receita anual permitida referente às novas instalações de
                                 transmissão de energia elétrica integrantes da Rede Básica.

Real, real ou R$                 Moeda corrente do Brasil.

Rede Básica                      Rede Básica é o conjunto das conexões e instalações de
                                 transmissão de energia elétrica integrantes do Sistema
                                 Interligado Nacional, relacionados no Anexo I da Resolução
                                 ANEEL n.º 166, de 31 de maio de 2000, e as que vierem a
                                 ser declaradas a qualquer tempo ou incluídas como tal pela
                                 ANEEL.

Regra 144A                       Rule 144A do Securities Act.

Regulamento do Nível 2           Regulamento de Listagem do Nível 2 de governança
                                 corporativa da BM&FBOVESPA.

Regulamento S                    Regulation S do Securities Act.

Resolução CMN 2.689              Resolução do CMN n.º 2.689, de 26 de janeiro de 2000,
                                 conforme alterada.

Risaralda                        Risaralda Energia S.A. S.E.S.P.




                                           6
SEC              Securities and Exchange Commission.

Seção            Cada Seção deste Prospecto.

Securities Act   Securities Act de 1933, dos Estados Unidos da América.

SUDAM            Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia.

SUDENE           Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste.

STC              Sistema de Transmissão Catarinense S.A.

STN              Sistema de Transmissão Nordeste S.A.

TME              Transmissora Matogrossense de Energia S.A.

TNE              Transnorte Energia S.A.

Transirapé       Companhia Transirapé de Transmissão.

Transleste       Companhia Transleste de Transmissão.

Transminas       Transminas Holding S.A.

Transudeste      Companhia Transudeste de Transmissão.




                           7
INFORMAÇÕES CADASTRAIS DA COMPANHIA
Identificação                   Alupar Investimento S.A., sociedade por ações, inscrita no
                                CNPJ/MF sob o n.º 08.364.948/0001-38 e com seus atos
                                constitutivos arquivados na JUCESP, sob o NIRE
                                35.300.335.325.

Registro na CVM                 Registro n.º 2149-0, concedido pela CVM em 18 de junho de
                                2008.

Sede                            Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Dr.
                                Cardoso de Melo, n.º 1855, Bloco I, 9º andar, sala A, Vila
                                Olímpia, CEP 04548-005.

Diretoria de Relações           Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Dr.
com Investidores                Cardoso de Melo, n.º 1855, Bloco I, 9º andar, sala A, Vila
                                Olímpia, CEP 04548-005. O Diretor de Relações com
                                Investidores é o Sr. Marcelo Patrício Fernandes Costa. O
                                telefone do Departamento de Relações com Investidores é
                                +55 (11) 2184-9687 e o e-mail é ri@alupar.com.br.

Auditores Independentes         Ernst & Young Terco.

Instituição Escrituradora       Itaú Corretora de Valores S.A.

Títulos e Valores Mobiliários   Nossas Units, as Ações Ordinárias e as Ações Preferenciais
Emitidos                        serão listadas na BM&FBOVESPA sob o código ALUP11, ALUP3
                                e ALUP4, respectivamente, e sob o ISIN BRALUPCDAM15,
                                BRALUPACNOR8 e BRALUPACNPR5, respectivamente, no
                                segmento denominado Nível 2, a partir do dia útil seguinte à
                                publicação do Anúncio de Início.

Jornais nos quais divulgamos    As publicações realizadas por nós em decorrência da Lei das
informações                     Sociedades por Ações são divulgadas no Diário Oficial do
                                Estado de São Paulo e no jornal Valor Econômico.

Sites na Internet               www.alupar.com.br.

                                As informações constantes do nosso website não são parte
                                integrante deste Prospecto, nem se encontram incorporadas
                                por referência a este Prospecto.




                                          8
DOCUMENTOS E INFORMAÇÕES INCORPORADOS POR REFERÊNCIA A
                   ESTE PROSPECTO PRELIMINAR
O Formulário de Referência, em sua versão 2.0 datada de 1º de abril de 2013, elaborado nos
termos da Instrução CVM 480, encontra-se incorporado por referência a este Prospecto.

O Formulário de Referência está disponível na nossa página na internet e na página na internet da
CVM:

•   www.alupar.com.br – neste website acessar “Informações Financeiras”, depois clicar na versão
    mais recente disponibilizada do “Formulário de Referência – 2013”; e

•   www.cvm.gov.br – neste website acessar “Participantes do Mercado” – “Companhias Abertas” –
    “ITR, DFP, IAN, IPE e outras Informações”, depois digitar “Alupar”, posteriormente acessar
    “Alupar Investimento S.A.” e, em seguida, na versão mais recente disponibilizada do
    “Formulário de Referência”, acessar “Consulta”.

As nossas demonstrações financeiras relativas aos exercícios sociais encerrados em 31 de
dezembro de 2012, 2011 e 2010, acompanhadas dos respectivos relatórios da administração e
pareceres dos Auditores Independentes estão disponíveis na nossa página na internet e na página
na internet da CVM:

•   www.alupar.com.br – neste website acessar “Informações Financeiras”, depois clicar em
    “arquivo” para escolher o ano, e, finalmente, selecionar a demonstração financeira desejada; e

•   www.cvm.gov.br – neste website acessar “Participantes do Mercado” – “Companhias Abertas” –
    “ITR, DFP, IAN, IPE e outras Informações”, depois digitar “Alupar”, posteriormente acessar
    “Alupar Investimento S.A.” e, em seguida, clicar em “Dados Econômico-Financeiros”, e,
    finalmente, clicar na demonstração financeira desejada.

Os investidores devem ler as seções “4. Fatores de Risco” e “5. Riscos de Mercado” do
Formulário de Referência, bem como as seções deste Prospecto “Sumário da
Companhia – Principais Fatores de Risco Relativos a Nós” e “Fatores de Risco
Relacionados à Oferta e às Units”, nas páginas 21 e 70 deste Prospecto,
respectivamente para ciência dos riscos que devem ser considerados antes de decidir
investir nas Units.




                                                9
CONSIDERAÇÕES SOBRE ESTIMATIVAS E PERSPECTIVAS SOBRE O
                           FUTURO
Este Prospecto contém estimativas e perspectivas acerca do futuro, principalmente nas Seções
“Sumário da Companhia”, “Principais Fatores de Risco Relativos a Nós” e “Fatores de Risco
Relacionados à Oferta e às Units”, nas páginas 12, 21 e 70 deste Prospecto, respectivamente, e no
item 4.1 do Formulário de Referência.

Nossas estimativas e declarações futuras têm embasamento, em grande parte, nas expectativas
atuais, estimativas das projeções futuras e tendências que afetam ou podem potencialmente vir a
afetar o nosso setor de atuação, a nossa participação de mercado, nossa reputação, os nossos
negócios, nossa situação financeira, o resultado das nossas operações, nossas margens e/ou nosso
fluxo de caixa. Estas estimativas e declarações estão sujeitas a diversos riscos, incertezas e
premissas e são feitas com base nas informações de que atualmente dispomos. Outros fatores além
daqueles discutidos neste Prospecto podem impactar adversamente nossos resultados.

Nossas estimativas e declarações acerca do futuro podem ser influenciadas por diversos fatores,
incluindo, exemplificativamente:

•   intervenções governamentais, resultando em alteração na economia, tributos, tarifas, ambiente
    regulatório ou regulamentação ambiental no Brasil;

•   alterações nas condições gerais da economia, incluindo, exemplificativamente, inflação, taxas
    de juros, câmbio, nível de emprego, crescimento populacional e confiança do consumidor;

•   nossa capacidade de identificar novos projetos;

•   alterações nos preços de energia elétrica;

•   nossa capacidade de aproveitar todos os benefícios esperados das aquisições que venhamos a
    realizar;

•   nossa capacidade de adquirir equipamentos de geração de energia eólica, hidrelétrica ou
    termelétrica nos prazos e preços que viabilizem os projetos;

•   licitações para linhas de transmissão;

•   inexistência de leilões onde se possa comercializar energia de fontes alternativas;

•   nossa capacidade de obter novos contratos de compra e venda de energia, tanto no Ambiente
    de Contratação Regulada – ACR quanto no Ambiente de Contratação Livre – ACL;

•   impossibilidade ou dificuldade de viabilização de nossos projetos em desenvolvimento;

•   atrasos, excesso ou aumento de custos não previstos na implantação de nossos projetos e
    outros problemas relacionados à construção e desenvolvimento;

•   indisponibilidade de financiamento adequado às nossas necessidades, ou incapacidade de
    realizar o volume de investimento previsto no plano de negócios dentro do cronograma
    inicialmente previsto;

•   aumento de custos, incluindo, mas não se limitando aos custos: (i) de operação e manutenção;
    (ii) encargos regulatórios e ambientais; (iii) contribuições, taxas e impostos; e (iv) tarifas de
    transporte de energia elétrica, de tal modo que venham a afetar nossas margens de lucro;

•   dificuldades de acesso aos sistemas de transmissão de energia elétrica;




                                                 10
•   nossa capacidade de obter, manter e renovar as autorizações e licenças governamentais
    aplicáveis, inclusive ambientais que viabilizem os projetos;

•   nossa capacidade de obter ventos médios em linha com as medições e expectativas utilizadas
    para a decisão de investimento em projetos eólicos; aspectos ambientais não previstos que
    onerem em excesso os projetos e causem atrasos;

•   alterações climáticas que causem secas prolongadas, interferência no regime de velocidade e
    frequência de ventos, entre outros;

•   fatores ou tendências que podem afetar nossos negócios, participação no mercado, condição
    financeira, liquidez ou resultados de nossas operações;

•   nosso nível de capitalização e endividamento e nossa capacidade de contratar novos
    financiamentos e executar o nosso plano de expansão; e

•   outros fatores de risco discutidos nas Seções “Sumário da Companhia”, “Principais Fatores de
    Risco relativos a Nós” e “Fatores de Risco Relacionados à Oferta e às Units”, nas páginas 12, 21
    e 70 deste Prospecto, respectivamente, bem como nas seções “4. Fatores de Risco” e “5.
    Riscos de Mercado” do Formulário de Referência.

O investidor deve estar ciente de que os fatores mencionados acima, além de outros discutidos
neste Prospecto e no Formulário de Referência, poderão afetar nossos resultados futuros e poderão
levar a resultados diferentes daqueles expressos nas declarações prospectivas que fazemos neste
Prospecto e no Formulário de Referência.

As palavras “acreditamos”, “podemos”, “poderemos”, “estimamos”, “continuamos”, “antecipamos”,
“pretendemos”, “esperamos” e palavras similares têm por objetivo identificar estimativas e
perspectivas para o futuro. Tais estimativas referem-se apenas à data em que foram expressas,
sendo que não podemos assegurar que atualizaremos ou revisaremos quaisquer dessas estimativas
em razão da disponibilização de novas informações, de eventos futuros ou de quaisquer outros
fatores. Estas estimativas envolvem riscos e incertezas e não consistem em qualquer garantia de
um desempenho futuro, sendo que os reais resultados ou desenvolvimentos podem ser
substancialmente diferentes das expectativas descritas nas estimativas e declarações acerca do
futuro, constantes neste Prospecto e no Formulário de Referência.

Declarações prospectivas envolvem riscos, incertezas e premissas, pois se referem a eventos
futuros e, portanto, dependem de circunstâncias que podem ou não ocorrer. A condição futura da
nossa situação financeira e de nossos resultados operacionais, nossa participação de mercado e
posição competitiva no mercado poderão apresentar diferenças significativas se comparadas àquela
expressa ou sugerida nas referidas declarações prospectivas. Muitos dos fatores que determinarão
esses resultados e valores estão além da nossa capacidade de controle ou previsão. Em vista dos
riscos e incertezas envolvidos, nenhuma decisão de investimento deve ser tomada somente
baseada nas estimativas e declarações acerca do futuro constantes neste Prospecto e no
Formulário de Referência.




                                                11
SUMÁRIO DA COMPANHIA
Este sumário é apenas um resumo de nossas informações. As informações completas sobre nós
estão neste Prospecto e no Formulário de Referência; leia-os antes de aceitar a Oferta. Declaramos
que as informações constantes neste Sumário são consistentes com as informações de nosso
Formulário de Referência, anexo a este Prospecto, nos termos do inciso II, § 3º, do artigo 40 da
Instrução CVM 400.

Este Sumário contém um resumo das nossas atividades e das nossas informações financeiras e
operacionais, não pretendendo ser completo nem substituir o restante deste Prospecto e do
Formulário de Referência. Este Sumário não contém todas as informações que o investidor deve
considerar antes de investir nas Units. Antes de tomar sua decisão em investir em nossas Units, o
investidor deve ler cuidadosa e atenciosamente todo este Prospecto e o Formulário de Referência,
incluindo as informações contidas nas seções “Considerações Sobre Estimativas e Perspectivas
Sobre o Futuro”, e “Principais Fatores de Risco Relativos à Companhia”, nas páginas 10 e 21 deste
Prospecto, bem como nas seções “Informações Financeiras Selecionadas”, “Fatores de Risco” e
“Comentários dos Diretores”, contidas nos itens “3”, “4”, “5” e “10”, respectivamente, do
Formulário de Referência, bem como as nossas demonstrações financeiras e suas respectivas notas
explicativas incluídas por referência neste Prospecto.

A menos que o contexto exija outra interpretação, os termos “nós”, “nossos” e “nossa Companhia”
referem-se à Alupar Investimento S.A. e suas controladas.

Visão Geral

Somos uma das principais empresas do segmento de transmissão de energia do Brasil em termos
de RAP, de acordo com dados do ONS, coletados entre janeiro de 2003 e dezembro de 2012, com
atuação também no segmento de geração de energia elétrica, o que nos garante uma previsível
geração de caixa operacional, com receita ajustada pela inflação. Na data deste Prospecto,
possuímos participação em concessionárias de aproximadamente 5.665 km de linhas de
transmissão na América Latina, estando aproximadamente 4.950 km em operação e 715 km em
fase de implantação. Em 31 de dezembro de 2012, operávamos, segundo o ONS, aproximadamente
22,59% do total da RAP de linhas licitadas no Brasil por meio de contratos de concessão de longo
prazo com términos entre os anos de 2030 e 2042. Por sua vez, nossas atividades de geração de
energia elétrica concentram-se 100% em fontes renováveis, com investimentos em sociedades
titulares de outorgas em três usinas hidrelétricas (“UHEs”), três Pequenas Centrais Hidrelétricas
(“PCHs”) e um Projeto Eólico (composto por 10 parques eólicos), que somam 179 MW de
capacidade instalada em operação e 484 MW em construção, garantidos por meio de contratos de
concessão e autorizações com términos entre os anos de 2034 e 2047 e com 84% do volume total
de energia que atualmente somos capazes de comercializar contratado por longo prazo.

No segmento de transmissão de energia, responsável por aproximadamente 87% da nossa receita
bruta total no exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012, auferimos nossas receitas
com base na disponibilidade de nossas linhas, e não no volume de energia transmitido, motivo pelo
qual não estamos expostos a riscos de demanda. Além disso, todas as nossas receitas, tanto em
transmissão como em geração, são geradas através de contratos de longo prazo reajustados pela
inflação com baixo risco de crédito o que nos permite uma previsibilidade na geração de caixa
operacional.




                                               12
Abaixo apresentamos alguns de nossos principais dados financeiros e operacionais:

                                                                                 Exercícios sociais encerrados em 31 de
                                                                                                dezembro
  Destaques Financeiros                                                           2012             2011          2010
                                                                                            (Em milhares de R$)
  Receita Operacional Líquida........................................            1.258.640           1.213.645               935.731
  Receita Operacional Líquida Ajustada(1) .......................                1.123.920             975.719               813.475
  EBITDA(2) ..................................................................     916.915             762.033               657.333
  Margem EBITDA Ajustada ..........................................                 81,6%               78,1%                 80,8%
  Lucro Líquido.............................................................       220.408             190.527               192.481
  Ativo Total ................................................................   7.456.055           6.410.723            5.399.526
  Dívida Bruta ..............................................................    3.448.038           2.834.924            2.373.423
  Caixa e Equivalentes de Caixa ....................................                52.791              26.543               63.889
  Investimento de curto prazo .......................................              497.025             152.545              190.537
  Títulos e valores mobiliários de curto prazo .................                     8.292             177.967              279.330
  Títulos e valores mobiliários de longo prazo.................                     77.955              87.762               45.703
  Divida Líquida ............................................................    2.811.975           2.390.107            1.793.964
  Dívida Líquida/EBITDA ...............................................                 3,1                3,1                   2,7
(1)
      Não considera a receita de infraestrutura. Receita é igual ao investimento (CAPEX) realizado nas transmissoras. Os saldos da receita de
      infraestrutura em 31 de dezembro de 2012, 2011 e 2010 foram de R$134.720 milhões, R$237.926 milhões e R$122.258 milhões.
(2)
      EBITDA: É o lucro líquido do período antes do imposto de renda e contribuição social, do resultado financeiro dos custos e das despesas
      de depreciação e amortização.

                                                                                  Exercícios sociais encerrados em 31 de
                                                                                                 dezembro
Destaques Operacionais                                                            2012              2011           2010
Km de Linhas de Transmissão em Operação..................                         4.950                4.950                  3.592
Km de Linhas de Transmissão em Implantação .............                            715                  715                  1.358
Capacidade Instalada de Geração em Operação ............                          179,4                179,4                   68,4
Capacidade Instalada de Geração em Implantação ........                           484,0                484,0                  363,0


A Companhia foi fundada em 2006 através da reorganização dos ativos de transmissão e geração
de energia do Grupo Alusa, o qual permanece como nosso acionista controlador por meio da
Guarupart Participações Ltda., com 82,16% do nosso capital social total. O Grupo Alusa é um
conglomerado que atua há mais de 50 anos em projetos de infraestrutura, que acreditamos tenha
sido uma das empresas de engenharia precursoras no desenvolvimento, construção e operação de
projetos de energia no Brasil. A capacidade técnica e operacional do Grupo Alusa contribui para a
nossa expertise em transmissão e geração de energia elétrica. Em 2009, recebemos investimento
de R$400 milhões de nosso acionista FI-FGTS, o qual possui vasta experiência relevante em
infraestrutura no Brasil, com investimentos de mais de R$20 bilhões em ativos de infraestrutura no
país, sendo mais de R$10 bilhões no setor elétrico. Atualmente, o FI-FGTS possui participação
acionária relevante na Companhia, com 17,84% do nosso capital social total.

Transmissão de Energia Elétrica

No segmento de transmissão de energia elétrica, possuímos participação em ativos no Brasil e no
Chile. No Brasil, possuímos 19 concessões de transmissão de energia elétrica, sendo 16
operacionais e 3 em fase de construção. Dessa forma, consolidamos 5.465 km de linhas de
transmissão no Brasil que geraram uma RAP acumulada de R$2,5 bilhões entre janeiro de 2010 e
dezembro de 2012. Além disso, possuímos uma linha de transmissão no Chile de aproximadamente
200 km em fase de operação. Dentre as nossas empresas ligadas ao setor de transmissão de
energia elétrica, ESDE, TNE e ETSE estão em fase pré-operacional e possuem cronograma de
entrada em operação comercial entre 2013 e 2015.




                                                                           13
Nossos contratos de concessão estabelecem os valores de receita que receberemos ao longo do
     período de concessão. A RAP é contratada junto ao poder concedente na outorga das concessões e
     está sujeita à disponibilidade das linhas de transmissão, e não ao volume de energia transmitida.
     Segundo nossos contratos de transmissão, as RAPs de todas as nossas linhas de transmissão são
     ajustadas anualmente pela inflação, e 21% da RAP das nossas linhas de transmissão estão sujeitas
     a uma revisão tarifária no ano 5, 10 e 15 da concessão, o que implica em um reposicionamento
     adicional, conforme regido nos editais de licitação das linhas de transmissão.

     Nos últimos cinco anos, nossas linhas de transmissão registraram baixos índices de interrupção de
     energia em relação à média da indústria. De acordo com dados da ONS, entre 1º de janeiro de
     2003 e 31 de dezembro de 2012, a média de interrupção de nossos equipamentos de transmissão
     de energia foi de 0,40%, inferior à média da indústria de 0,65% no mesmo período, o que
     demonstra nossa capacidade técnica e operacional no desenvolvimento e operação de linhas de
     transmissão.

     Atualmente possuímos participação nas concessões de transmissão relacionadas abaixo:
                                                                                                     RAP / RBNI
                                                                               % Total   Índice de   (ciclo 2012-    Inicio da    Final da
Ativos de Transmissão                                          Extensão        Alupar    Reajuste       13)(**)     Concessão    Concessão      Status
1    Tucuruí – Vila Conde (ETEP) .........................           323 km    50,02%     IGP – M       R$72,8       jun-01       jun-31       Operação
2    Tucuruí – Açailândia (ENTE) .........................           464 km    50,01%     IGP – M      R$167,3       dez-02       dez-32       Operação
3    Vila Conde – Santa Maria (ERTE) ..................              179 km    50,01%     IGP – M       R$37,6       dez-02       dez-32       Operação
4    Tucuruí – Presidente Dutra (EATE) ................              924 km    50,02%     IGP – M      R$319,7       jun-01       jun-31       Operação
5    Campos Novos – Blumenau (ECTE) ...............                  253 km    45,02%     IGP – M       R$70,6       nov-00       nov-30       Operação
6    Teresina – Fortaleza (STN) ...........................          541 km    51,00%     IGP – M      R$133,9       fev-04       fev-34       Operação
7    Irapé – Montes Claros (Transleste) ...............              150 km    28,71%     IGP – M       R$30,3       fev-04       fev-34       Operação
8    Itutinga – Juíz de Fora (Transudeste) ............              140 km    28,71%     IGP – M       R$18,8       mar-05       mar-35       Operação
9    Irapé – Araçuí (Transirapé) ..........................           65 km    28,71%     IGP – M       R$16,8       mar-05       mar-35       Operação
10   Barra Grande – Lages – Rio Sul (STC) ...........                195 km    60,02%      IPCA         R$30,1       abr-06       abr-36       Operação
11   Machadinho – Campos Novos (Lumitrans) .....                      51 km    55,02%     IGP – M       R$19,8       fev-04       fev-34       Operação
12   Verona – Mascarenhas (ETES) ......................              107 km    99,99%      IPCA         R$11,1       abr-07       abr-37       Operação
13   Transchile ...................................................  200 km    51,00%    CPI – USA      R$15,2       mai-05       Vitalícia    Operação
14   Juba – Juína (EBTE).....................................        775 km    25,51%      IPCA         R$34,0       out-08       out-38       Operação
15   Jauru – Cuiabá (TME) ..................................         348 km    46,00%      IPCA         R$33,4       nov-09       nov-39       Operação
16   Subestação Santos Dummond (ESDE) ...........                       –      50,02%      IPCA         R$10,1       nov-09       nov-39      Implantação
17   Nova Mutum – Nobres – Cuiabá (ETEM) ........                    235 km    62,06%      IPCA         R$10,0        jul-10       jul-40      Operação
18   Subestação Várzea Grande (ETVG) ...............                    –      99,99%      IPCA          R$3,4       dez-10       dez-40       Operação
19   Boa Vista – Equador – Lechuga (TNE) ...........                 715 km    51,00%      IPCA        R$126,3       jan-12       jan-42      Implantação
20   Subestações Abdon Batista/Gaspar (ETSE) ....                       -      45,02%      IPCA         R$14,8       mai-12       mai-42      Implantação
     Total......................................................... 5.665 km                         R$1.176
     (**)
            Em milhões de R$.




                                                                                 14
Segue, abaixo, mapa indicando área de atuação de cada uma de nossas transmissoras:




Geração de Energia Elétrica

Também atuamos na geração de energia renovável através de UHEs, PCHs e parques eólicos no
Brasil, como também na Colômbia. Em 31 de dezembro de 2012, nosso portfólio de ativos em
operação somava uma capacidade instalada de 179,4 MW em operação e 484,0 MW em
construção. Na data deste Prospecto, 84,4% da nossa energia estava vendida através de contratos
de longo prazo, com prazo médio de 24,7 anos e a um preço médio em dezembro de 2012 de
R$123,2/MWh.

Diversificamos nossa matriz energética investindo em atividades de geração de médio e pequeno
porte, tais como UHEs, PCHs e Parques Eólicos. Em 2005, o Grupo Alusa venceu leilões públicos
para a construção e operação de duas UHEs no Brasil: a UHE São José (Ijuí) (51,0MW), localizada
no Rio Grande do Sul, e a UHE Foz do Rio Claro (68,4MW), localizada em Goiás. Adicionalmente,
adquirimos o controle e realizamos a implantação de duas PCHs: a PCH Queluz (30,0MW) e a PCH
Lavrinhas (30,0MW), ambas já em fase de operação localizadas no estado de São Paulo. Em 2010,
ganhamos a concessão da Usina Ferreira Gomes (252,0MW), localizada no Amapá. Em 2011,
adquirimos Risaralda S.A., a qual detém autorização para exploração das PCHs Guática I, Guática II
e Morro Azul, localizadas no estado de Risaralda, na Colômbia, totalizando 28,0MW. Ainda em
2011, para diversificar nossa matriz energética, vendemos no leilão 07/2011 realizado pela ANEEL,
204 MW de energia eólica para entregar a partir de 2016, energia esta que será gerada através do
complexo Energia dos Ventos, formado por 10 parques eólicos no município de Aracati, no Ceará.

Nossas usinas hidrelétricas e PCHs no Brasil, que atualmente representam 65% da nossa
capacidade instalada em construção e operação, fazem parte do Mecanismo de Realocação de
Energia (“MRE”). Este mecanismo permite a comercialização da energia assegurada que nos foi
atribuída, independentemente da produção real de energia, desde que as usinas integrantes do
MRE, como um todo, tenham gerado energia suficiente para tal. Com isso, mitigamos o risco
hidrológico e asseguramos previsibilidade na geração de caixa de nossos ativos já contratados sob
esta estrutura.




                                               15
Atualmente possuímos participação nas concessões de geração relacionadas abaixo:
                                                         Data
                                               %        Entrada                 Capacidade       Energia          Preço
                               % total       Capital      em       Final da      Instalada     Assegurada        Energia       Energia                 Data     Vigência
Ativos de Geração              Alupar        Votante   Operação   Concessão        (MW)        (MW médio)      (R$/MWh)       contratada Reajuste      Base     Contrato
Queluz ......................... 35,01%      50,01%     ago-11       2034            30,0           21,0           199,3         100%        IGP-M     mai-07    2025
Lavrinhas ..................... 35,01%       50,01%     set-11       2034            30,0           21,0           199,3         100%        IGP-M     mai-07    2025
Foz do Rio Claro ........... 50,01%            100%     ago-10       2041            68,4           41,0           148,6         100%         IPCA     dez-05    2039
Ijuí .............................. 50,01%     100%     mar-11       2041            51,0           30,4           159,4         100%         IPCA     dez-05    2039
Ferreira Gomes(*) .......... 100,00%           100%     jun-15       2045           252,0          150,2            80,8          70%         IPCA     nov-10    2045
Energia dos Ventos ....... 51,00%            51,00%     jan-16       2047           204,0          100,5           113,9         100%         IPCA     dez-11    2036
Risaralda ...................... 99,86%      99,86%     jan-15      Vitalícia        28,0           16,8               –            –           –        –        –
             (*)
                   70% da energia foi comercializada a R$69,8/MWh no leilão 03/2010 realizado pela ANEEL. Os outros 30% estão em fase de negociação.


             Segue, abaixo, mapa indicando a localização de nossas geradoras:




                                                                                     16
Pontos Fortes

Acreditamos que nossos principais pontos fortes são:

Forte geração de caixa e previsibilidade de receita proveniente de ativos de
transmissão e geração de qualidade superior. Nossos contratos de concessão de transmissão
de energia elétrica no Brasil têm prazo de 30 anos, com vencimentos previstos para o período de
2030 a 2042. A regulamentação estabelece para estes contratos mecanismos de proteção contra
inadimplência e proteção contra alterações tributárias. Adicionalmente, nossas receitas de
transmissão: (i) dependem apenas da disponibilidade dos ativos e não do volume de energia
elétrica transmitido pelos mesmos e (ii) são reajustadas anualmente, com base na inflação, medida
pelo IGP-M ou IPCA. No caso da Transchile, nossa concessão é vitalícia e as receitas de transmissão
também dependem apenas da disponibilidade, são referenciadas com dólar norte americano e
reajustadas anualmente pelo CPI dos Estados Unidos.

No segmento de geração de energia elétrica no Brasil, também detemos contratos de concessão
e autorizações com prazos que variam entre 30 e 35 anos. Todos os nossos ativos de geração no
Brasil contam com contratos de venda de energia de longo prazo, que representam 84% do
volume total de energia que atualmente somos capazes de gerar e comercializar. Assim como no
segmento de transmissão, nossos contratos de geração são anualmente reajustados por inflação.
Nossas hidrelétricas se beneficiam das proteções do MRE para mitigação de riscos hidrológicos e
venda da energia secundária. Além disso, contamos com um portfólio de ativos com idade
relativamente baixa, com no máximo dez anos no caso dos ativos de transmissão e de três anos
para os ativos de geração, o que indica relativa baixa necessidade de investimentos futuros.
Adicionalmente, vários de nossos ativos no Brasil estão localizados em regiões abrangidas por
benefícios fiscais do imposto de renda no âmbito da SUDAM ou da SUDENE. No exercício fiscal
corrente, temos cinco subsidiárias habilitadas para utilização desse incentivo e duas aguardando
homologação do processo pela Receita Federal. A subsidiária ERTE não está usufruindo da
redução de imposto de renda por ter optado pelo lucro presumido. Na Colômbia, os nossos
projetos são regidos por uma autorização vitalícia.

Portanto, tal portfólio de ativos nos proporciona um fluxo de geração de caixa estável, uma fonte
previsível de recursos para sustentarmos nossos investimentos futuros, o que possibilitará a
geração de dividendos para nossos acionistas.




                                                17
Elevada eficiência técnica e operacional. De acordo com dados do ONS, entre 1º de janeiro de
2003 e 31 de dezembro de 2012, a média de indisponibilidade de nossas linhas de transmissão de
energia foi de 0,40%, significativamente inferior à média da indústria de 0,65% no período, o que
demonstra nossa capacidade técnica e operacional no desenvolvimento e operação de linhas de
transmissão. Com base em nosso histórico, acreditamos que nossas instalações continuarão a
apresentar um dos melhores níveis de disponibilidade do setor por diversos anos, exigindo baixos
investimentos para a preservação dos atuais níveis de receita. Assim, além de minimizar o risco de
redução da receita, poderemos realizar investimentos em novos projetos que contribuirão para o
nosso crescimento. Nosso portfólio de ativos de geração conta com soluções tecnológicas
avançadas, o que tende a exigir baixa necessidade de pessoal e alta disponibilidade, haja vista que
nossos ativos têm idade relativamente baixa. A sinergia existente em nossas operações de geração
e transmissão de ativos, bem como nossa expectativa de uma estrutura enxuta de custos, são
fatores que nos proporcionam eficiência operacional, com reflexos em nossas altas margens
operacionais alcançadas ao longo dos últimos anos. No segmento de geração de energia,
implementamos em 2012 um Centro de Operações na cidade de Cruzeiro, Estado de São Paulo, o
qual a partir do primeiro semestre de 2013 será responsável pela operação de nossas quatro UHEs
que já estão em funcionamento. Pretendemos, no futuro, realizar a operação de todos os nossos
ativos de geração de energia por meio desse Centro de Operações. No segmento de transmissão de
energia, 50% de nossas subsidiárias já realizam a operação e manutenção das linhas de
transmissão com equipes técnicas próprias, modelo este que nos permite realizar a análise
constante dos problemas e que pretendemos replicar para nossas demais subsidiárias.

Experiência e êxito no desenvolvimento e execução de projetos de energia. Nossa
presença no Grupo Alusa, que possui comprovada experiência no desenvolvimento e construção de
projetos de energia, combinada a uma equipe técnica qualificada, nos proporciona diferenciais
diante de outras companhias quanto: (i) à estimativa do custo de novos investimentos; (ii) à
negociação com empresas de engenharia; e (iii) ao planejamento e execução de projetos.
Adicionalmente, temos experiência em formar parcerias estratégicas que complementam nossas
capacidades e competências para o desenvolvimento de nossas atividades. A combinação desses
fatores explica nosso histórico de sucesso na identificação, negociação e execução de nossos
projetos de energia tanto no segmento de transmissão quanto de geração de energia elétrica. De
nossos 21 ativos em operação, apenas 2 sofreram penalidades do regulador referente a atraso na
entrada em operação comercial, sendo que aproximadamente 50% destes ativos foram
implantados com investimentos inferiores aos orçados pela ANEEL.

Potencial de crescimento com disciplina financeira e foco em resultados. Desde 2000,
fomos um dos principais vencedores de leilões de linhas de transmissão no Brasil, tendo adquirido
22,59% de todas as linhas licitadas em termos de RAP. Adicionalmente, fomos vencedores de
leilões de geração e implantamos projetos de PCHs no mesmo período, o que nos garante 559,8
MW de energia contratada no longo prazo. Nossa estratégia para participação nos leilões é
fundamentada na disciplina para alocação de capital, buscando sempre maximizar o retorno para os
acionistas. No segmento de transmissão, com base nos dados fornecidos pela ONS e pela ANEEL,
entendemos que nossa razão de RAP por Km de linhas, de R$211 mil, comparada à média do setor,
que é de R$83 mil, é um indicador da qualidade de nossos investimentos.




                                                18
Estrutura de capital eficiente. Buscamos otimizar nossa estrutura de capital visando a
maximização do retorno aos nossos acionistas e a manutenção de rating de crédito de qualidade
“investment grade” (contamos atualmente com rating Aa2br pela Moody’s e AA+ pela Fitch). Devido
à natureza dos nossos investimentos em infraestrutura, contamos com apoio do BNDES a custos e
prazos atrativos durante o desenvolvimento e construção de nossos projetos. Adicionalmente,
contamos com acesso ao mercado de dívida a custos atrativos, valendo-nos de nossa previsível
geração de caixa, e priorizamos estruturas de financiamento de projeto visando captações a custos
atrativos e prazos mais longos durante toda a vida de nossos projetos. Atualmente, 78% do nosso
endividamento é relacionado a projetos, principalmente com o BNDES, os quais possuem um prazo
médio de 14 anos para transmissão, 16 anos para geração, e a um custo médio de TJLP + 3%.

Grupo de acionistas com competências complementares e administração experiente no
setor de energia elétrica. Nosso grupo de acionistas tem competências complementares que
contribuem decisivamente para: (i) o desenvolvimento de nossa estratégia; (ii) a identificação,
conquista e execução de nossos projetos; e (iii) nossa gestão operacional e financeira. O Grupo
Alusa, por meio da Guarupart, nosso acionista controlador, possui experiência e conhecimento
técnico, principalmente voltado para a construção de linhas de transmissão e projetos de geração
de energia elétrica. Além disso, nosso acionista FI-FGTS já investiu cerca de R$21 bilhões em ativos
de infraestrutura por meio de participações e emissões de dívida em 39 empresas, sendo R$10
bilhões investidos em empresas do setor elétrico, contribuindo assim para a elaboração e execução
de nossa estratégia com sua experiência no setor de infraestrutura brasileiro, além de nos apoiar
por meio da concessão de financiamentos.

Nosso time de gestores tem, em média, mais de 15 anos de experiência no setor de infraestrutura
brasileiro, particularmente no desenvolvimento de projetos de energia. Nosso plano de
remuneração contempla incentivos variáveis vinculados ao alcance de metas de desempenho,
estimulando eficiência e criação de valor. Diante disto, acreditamos que nossa administração
contribui para o sucesso no desenvolvimento de nossos projetos e nos coloca em uma posição
privilegiada para identificar e executar novos projetos.

Estratégia

Nosso objetivo é consolidarmo-nos como uma das líderes dos segmentos de transmissão e geração
de energia elétrica no Brasil. Buscamos atingir esse objetivo por meio de projetos com alto
potencial de retorno que proporcionem estabilidade de receita e eficiência operacional, de forma
que possamos garantir uma constante distribuição de dividendos, observando o limite mínimo de
50% do lucro líquido ajustado, conforme previsto em nosso Estatuto Social.

Para tanto, executaremos as seguintes estratégias:

Focar nossos investimentos no segmento de geração em projetos de pequeno e médio
porte. Buscaremos direcionar nossos futuros investimentos em projetos de geração de energia
elétrica para projetos greenfield de pequeno e médio porte. Acreditamos que esses projetos
apresentam vantagens construtivas, operacionais e técnicas em relação aos projetos de grande
porte tais como: (i) menor complexidade de construção; (ii) possibilidade de negociar 100% da
energia gerada no mercado livre, ambiente em que as tarifas são negociadas bilateralmente; (iii)
descontos para o consumidor em tarifas como Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão (TUST) e
Tarifa de Uso dos Sistemas Elétricos de Distribuição (TUSD), decorrentes da utilização de fontes de
energia incentivada, sendo que esses descontos tarifários possibilitam maior volume de energia
elétrica transmitida aos nossos clientes e, consequentemente, aumento de nossa receita
operacional de transmissão; e (iv) menor risco ambiental.




                                                19
Realizar investimentos no segmento de transmissão por meio da participação em
futuros leilões. De acordo com o Plano Decenal de Energia do Governo Federal, cerca de R$56,0
bilhões serão alocados em novos projetos de transmissão de energia entre 2012 e 2021.
Pretendemos nos beneficiar dessa oportunidade através da participação nos futuros leilões de
linhas de transmissão, por meio de parcerias, com estratégias definidas e pautadas na disciplina na
alocação de capital e buscando a maximização de retorno aos nossos acionistas. Nesse processo,
avaliaremos cada oportunidade que esteja em linha com nossas estratégias e buscaremos sempre
estabelecer fontes de receita seguras que sejam lastreadas em contratos de longo prazo.

Buscar parcerias estratégicas para o desenvolvimento de projetos. Temos um histórico
de sucesso na identificação, conquista e operação com parceiros estratégicos e continuaremos a
buscar novas parcerias com outras empresas no setor sempre que entendermos que tais
parcerias nos permitam: (i) aperfeiçoar o nosso conhecimento operacional por meio da troca de
experiências com os parceiros; (ii) reduzir custos operacionais e financeiros por meio de ganhos
de sinergia com operações existentes e da utilização de infraestrutura via terceirização; e
(iii) mitigar os riscos de grandes empreendimentos por meio da divisão dos investimentos e
melhor acesso a fontes de financiamento.

Continuar a expansão de nossas atividades na América Latina. Buscaremos explorar
oportunidades de investimentos em determinados países na América Latina, que combinem baixo
risco de crédito, moderado risco político, retornos atrativos para nossos acionistas e ambiente de
negócios e regulação estáveis. Nesse sentido, identificamos como potenciais oportunidades
investimentos no setor de energia do Chile, Colômbia e Peru. No Chile detemos uma linha de
transmissão, em fase de operação, de 200 km de extensão e, na Colômbia, estamos atualmente
iniciando a execução de um projeto de três PCHs, com capacidade instalada combinada de 28,0
MW e, no Peru, estamos prospectando novos negócios para futuros projetos. Continuaremos a
selecionar, de forma criteriosa, novas oportunidades de investimento nestes e em outros países da
América Latina.

Nossa Estrutura Societária




                                                20
Informações Adicionais

Nossa sede está localizada na Avenida Dr. Cardoso de Melo, nº 1855, Bloco I, 9º andar, sala A, Vila
Olímpia, CEP 04548-005, na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, Brasil, e nosso telefone é
+55-11-2184-9600. O nosso Departamento de Relações com Investidores está localizado na sede
da Companhia, o telefone é +55-11-2184-9687, o fax é +55-11-2184-9699, o e-mail é o
ri@alupar.com.br e o site é o www.alupar.com.br. As informações contidas em nossa página na
rede mundial de computadores não são partes integrantes deste Prospecto.

Principais Fatores de Risco Relativos a Nós

Podemos não conseguir implementar integralmente a nossa estratégia de negócios, o
que poderá causar um efeito adverso relevante na nossa capacidade financeira.

A implementação de nossa estratégia de atuação nos setores de geração e transmissão de energia
elétrica depende da nossa capacidade de (i) focar nossos investimentos em geração para projetos
de pequeno e médio porte; (ii) participar dos próximos leilões de concessão de geração e
transmissão no Brasil; (iii) obter o direito de construir novos projetos de transmissão e geração por
meio de licitações conduzidas de acordo com a Lei do Novo Modelo do Setor Elétrico; (iv) concluir a
construção de novos projetos de geração e transmissão, evitando custos extraordinários
decorrentes de atrasos na construção, que excedam o valor de orçamento, problemas de
engenharia, ambientais e questões relacionadas à propriedade subjacente, manifestações
trabalhistas e outros fatores; (v) aproveitar oportunidades atrativas de crescimento por meio de
aquisições, bem como adquirir ativos de geração em projeto ou em operação, assim como
aumentar a participação em ativos nos quais somos acionistas; (vi) adquirir concessionárias de
transmissão e geração existentes e participações relevantes nestas, inclusive, mediante a
participação em eventuais processos de privatização de empresas estatais que atuem no setor de
transmissão e geração de energia elétrica; (vii) gerir satisfatoriamente as dificuldades de integração
das gestões administrativas e operacionais entre os ativos existentes e aqueles que venham a ser
adquiridos; (viii) obter a aprovação pela Agência Nacional de Energia Elétrica (“ANEEL”), pelo
Conselho Administrativo de Defesa Econômica (“CADE”) e, conforme o caso, por terceiros (tais
como credores e sócios) para aquisição de concessionária de transmissão ou geração de energia
elétrica, ou de participação societária relevante em empresa atuante nestes setores;
(ix) desenvolver projetos em parceria com outras empresas do setor; (x) buscar projetos que
assegurem estabilidade de receita e retorno dos investimentos; (xi) aproveitar a estratégia do
Governo Federal de fomento à infraestrutura no Brasil; e (xii) financiar os projetos das nossas
subsidiárias, com dívidas adequadas de longo prazo.

Nossa incapacidade de implementar nossa estratégia de crescimento ou de consumar aquisições
pretendidas, bem como a absorção de contingências significativas oriundas de tais aquisições ou a
realização de aquisições que não nos tragam no futuro um resultado positivo são fatores que
poderão impactar adversamente nossos resultados operacionais e financeiros.

A construção, operação e ampliação de nossas instalações e equipamentos destinados à
transmissão e geração de energia elétrica envolvem riscos significativos, que poderão
resultar em perda de receita ou aumento de despesas.

O crescimento de nossa receita depende significativamente da nossa capacidade de alocar capital
eficientemente e de desenvolver e explorar nossas instalações, bem como de adquirir e renovar
nossas concessões, autorizações e permissões de forma a fornecer um retorno de capital eficaz
para nossos acionistas.

As atividades de construção, operação e ampliação de instalações e equipamentos destinados à
transmissão e geração de energia elétrica envolvem diversos riscos, incluindo:




                                                 21
•   nossa incapacidade ou dificuldade de obter as autorizações e licenças governamentais
    necessárias e aplicáveis aos nossos negócios;

•   restrições ambientais ou alterações na legislação ambiental ensejando a criação de novas
    obrigações e custos aos projetos;

•   indisponibilidade de equipamentos ou de mão-de-obra qualificada;

•   incapacidade de obter ou manter a posse, servidões e/ou a titularidade dos imóveis necessários
    para a implantação dos projetos dentro dos prazos e preços inicialmente previstos, seja por
    atrasos nos procedimentos de regularização fundiária, na aquisição ou arrendamento de terras,
    ou ainda, por dificuldade de obtenção de ordem judicial para imissão de posse nos imóveis,
    dentre outros fatores;

•   sinistros que venham a ocorrer conosco e/ou com nossas controladas, provenientes de
    problemas de equipamentos ou outros tipos de sinistros quaisquer;

•   problemas ambientais não previstos;

•   greves, paralisações, manifestações trabalhistas ou outras disputas ou interrupções de
    trabalho;

•   interferências climáticas e/ou hidrológicas, tais como secas, geadas;

•   interrupção no fornecimento de energia;

•   movimentos sociais organizados, tais como, reivindicações de reassentamento de terras ou
    outras manifestações de instabilidade social;

•   concessão de benefícios e compensações ou indenizações;

•   atrasos na construção e operação das instalações ou custos superiores aos previstos;

•   indisponibilidade de financiamento adequado às nossas necessidades;

•   dificuldade de aquisição ou instituição de servidão de passagem ou áreas de implementação
    dos empreendimentos em propriedades de terceiros;

•   dificuldade de regularização de documentação que comprove a propriedade da terra; e

•   intervenção e acompanhamento dos órgãos competentes do governo, tais como IPHAN e
    FUNAI.

Se qualquer um destes ou outros problemas ocorrerem, é possível que nós e/ou nossas subsidiárias
enfrentemos custos operacionais e/ou financeiros adicionais que resultem na perda de receita ou
no aumento de despesas, bem como na perda de nossas licenças e autorizações, o que pode afetar
adversamente nossos negócios, nossa condição financeira e nossos resultados operacionais.




                                                 22
Não podemos garantir se, e em que condições, nossas concessões e as concessões das
nossas controladas serão renovadas. Nosso crescimento e de nossas subsidiárias
poderá ser prejudicado caso não consigamos obter novas concessões ou ainda
percamos ou não renovemos algumas das concessões que detemos atualmente.

Nós e nossas controladas conduzimos nossas atividades de transmissão e geração de energia
elétrica de acordo com contratos de concessão e resoluções autorizativas recebidas da União, com
prazo de vigência de 30 a 35 anos cada um, contados a partir de sua assinatura. A legislação
brasileira exige que todas as concessões de serviços públicos sejam concedidas mediante licitação,
de acordo com os procedimentos previstos na Lei nº 8.987, de 13 de fevereiro de 1995 (“Lei de
Concessões”). Segundo a Lei nº 9.074, de 07.07.1995, sua modificação posterior pela Lei nº
10.848, de 15 de março de 2004 (“Lei do Novo Modelo do Setor Elétrico”) e nos termos dos nossos
contratos de concessão, nossas concessões de transmissão poderão ser renovadas pelo respectivo
poder concedente apenas uma vez, a exclusivo critério da ANEEL e do Ministério de Minas e
Energia (“MME”), por igual período, mediante requerimento efetuado pela concessionária que
obedeça a determinadas condições mínimas de desempenho, independentemente de sujeição ao
processo de licitação. Por outro lado, não há previsão legal nem contratual de renovação de nossas
concessões/autorizações de geração de energia elétrica. Adicionalmente, nossos planos de
expansão da capacidade de transmissão e geração de energia elétrica estão sujeitos ao regime
licitatório previsto na Lei de Concessões. Em virtude da discricionariedade do Poder Concedente
para a renovação das concessões de transmissão e geração, poderemos enfrentar concorrência
significativa de terceiros ao pleitear a renovação dessas concessões ou para obter quaisquer novas
concessões. Para mais informações sobre as alterações recentes na regulação do setor elétrico e
eventuais efeitos sobre nossos negócios, conforme aplicável, ver item 7.5 do Formulário de
Referência.

Adicionalmente, a ANEEL pode impor penalidades que incluem multas significativas e restrições em
operações, bem como a extinção antecipada de nossos contratos de concessão, no caso de
descumprirmos qualquer das obrigações estabelecidas nos contratos de concessão. Dessa forma,
podemos não recuperar o valor total investido caso quaisquer de nossas concessões sejam extintas.

A imposição de multas ou penalidades pela ANEEL, a extinção antecipada, a não renovação de
nossos contratos de concessão ou sua renovação em condições menos favoráveis do que aquelas
atualmente em vigor poderão afetar negativamente nossos projetos de investimento e nossos
resultados operacionais e financeiros. Para mais informações sobre nossas concessões e datas de
vencimento dos contratos de concessão, ver itens 7.2 e 7.8 do Formulário de Referência.




                                               23
Nosso nível de endividamento poderá afetar adversamente nossa situação financeira.

Possuímos um nível significativo de endividamento em razão da necessidade de grande volume de
recursos financeiros para a realização de investimentos. Em 31 de dezembro de 2012, nosso
endividamento total consolidado (empréstimos, financiamentos e debêntures, de curto e longo
prazo) era de R$3,4 bilhões, sendo que 20% desse valor correspondia a endividamento de curto
prazo. Desta forma, variações adversas significativas nas taxas de juros na economia brasileira nos
impactariam, causando um aumento de nossas despesas futuras com encargos de dívida ou uma
incapacidade de renegociar o prazo de pagamento, o que poderá reduzir nosso lucro líquido e,
consequentemente, nossa capacidade para honrar nossas obrigações contratuais e os valores
disponíveis para distribuição aos nossos acionistas na forma de dividendos e outros proventos.
Além disso, podemos incorrer em endividamento adicional no futuro para financiar aquisições,
investimentos ou para outros fins, bem como para a condução de nossas operações, sujeito às
restrições aplicáveis à dívida existente. Caso incorramos em endividamento adicional, os riscos
associados com nossa alavancagem financeira poderão aumentar, tais como a possibilidade de não
conseguirmos gerar caixa suficiente para pagar o principal, juros e outros encargos relativos a
dívida ou para fazer distribuições para nossos acionistas. Além disso, caso haja descumprimento de
determinadas obrigações de manutenção de índices financeiros e outras obrigações, poderá ocorrer
vencimento antecipado das dívidas anteriormente contraídas, o que pode impactar de forma
relevante nossa capacidade de honrar nossas obrigações. Na hipótese de vencimento antecipado
das dívidas, os ativos e fluxo de caixa poderão ser insuficientes para quitar o saldo devedor dos
contratos de financiamento. Caso não seja possível realizar a manutenção dos nossos níveis de
endividamento e de nossas subsidiárias e/ou incorrer em dívidas adicionais, poderemos ter nossos
negócios, resultados operacionais e financeiros, bem como nossos fluxos de caixa adversamente
afetados. Para informações adicionais sobre nosso endividamento, ver itens 3.7, 3.8 e 10.1 (f) do
Formulário de Referência.

Podemos ser adversamente afetados pela dificuldade em obter recursos necessários
por meio de nossas operações no mercado de capitais ou de financiamentos

Para obter recursos para nossas atividades e de nossas controladas, procuramos obter
financiamento junto a instituições financeiras e de fomento, nacionais e estrangeiras. A nossa
capacidade de continuar obtendo tais financiamentos ou obtê-los em condições favoráveis depende
de diversos fatores, entre eles nosso nível de endividamento e das condições de mercado. A
incapacidade de obter os recursos necessários ou obtê-los em condições razoáveis pode nos causar
efeitos adversos. Caso tenhamos dificuldade de implementar e concluir os investimentos de nossas
controladas planejados em seus ativos fixos, a operação e desenvolvimento de nossos negócios
poderão ser impactados adversamente, em função de dificuldades em obter financiamento. Nossa
habilidade de executar nossos investimentos em ativos fixos depende de alguns fatores, inclusive
da nossa habilidade de majorar tarifas pelos nossos serviços adequadamente, nosso acesso ao
mercado de capitais e uma variedade de contingências operacionais, regulatórias e de outras
naturezas. Não podemos garantir que teremos os recursos financeiros para executar em sua
plenitude nossos planos de investimentos, e a falta de acesso a tais recursos em condições e
montantes satisfatórios poderá restringir o crescimento e desenvolvimento futuros de nossas
atividades, o que pode nos afetar adversamente.




                                                24
SUMÁRIO DA OFERTA
Este sumário não contém todas as informações que o potencial investidor deve considerar antes de
investir nas Units. O potencial investidor deve ler cuidadosa e atentamente todo este Prospecto,
principalmente as informações contidas nas seções “Sumário da Companhia – Principais Fatores de
Riscos Relativos a Nós” e “Fatores de Risco Relacionados à Oferta e às Units” nas páginas 21 e 70
deste Prospecto, respectivamente, nas seções “4. Fatores de Risco” e “5. Riscos de Mercado” do
Formulário de Referência, e em nossas demonstrações financeiras e respectivas notas explicativas
anexas por referência a este Prospecto, para melhor compreensão de nossas atividades e da
Oferta, antes de tomar a decisão de investir nas Units.

Segue abaixo um resumo dos termos da Oferta:

Ações                             Ações Ordinárias e Ações Preferenciais, consideradas em conjunto.

Ações Ordinárias                  Ações ordinárias, nominativas, escriturais e sem valor nominal,
                                  de nossa emissão, todas livres e desembaraçadas de quaisquer
                                  ônus ou gravames.

Ações em Circulação               Após a Oferta, o total de ações de nossa emissão em circulação
(Free Float) após a Oferta        passará a representar 33,96% das ações que compõem o nosso
                                  capital social (sem considerar a colocação das Units Adicionais e
                                  das Units Suplementares).

Ações Preferenciais               Ações preferenciais, nominativas, escriturais e sem valor
                                  nominal, de nossa emissão, todas livres e desembaraçadas de
                                  quaisquer ônus ou gravames.

Agente Estabilizador ou BTG       Banco BTG Pactual S.A.
Pactual

Agentes de Colocação              Itau BBA USA Securities, Inc., BTG Pactual US Capital LLC, Credit
Internacional                     Suisse Securities (USA) LLC, Goldman, Sachs & Co. e Santander
                                  Investment Securities Inc., considerados em conjunto.

Anúncio de Encerramento           Anúncio de Encerramento da Oferta Pública de Distribuição
                                  Primária de Units da Alupar Investimento S.A., a ser publicado
                                  pelo Coordenador Líder e pela Companhia, na forma do artigo
                                  29 da Instrução CVM 400, informando acerca do resultado
                                  final da Oferta.

Anúncio de Início                 Anúncio de Início da Oferta Pública de Distribuição Primária de
                                  Units da Alupar Investimento S.A., a ser publicado pelo
                                  Coordenador Líder e pela Companhia, na forma do artigo 52 da
                                  Instrução CVM 400, informando acerca do início do Prazo de
                                  Distribuição das Units.

Aviso ao Mercado                  Aviso ao Mercado da Oferta Pública de Distribuição Primária de
                                  Units da Alupar Investimento S.A. publicado nesta data e a ser
                                  republicado em 8 de abril de 2013, informando acerca de
                                  determinados termos e condições da Oferta, incluindo os
                                  relacionados ao recebimento de Pedidos de Reserva, em
                                  conformidade com o artigo 53 da Instrução CVM 400.




                                               25
Aprovações Societárias      A emissão pela Companhia das Ações Ordinárias e das Ações
                            Preferenciais subjacentes às Units será feita com exclusão do
                            direito de preferência dos seus atuais acionistas, nos termos do
                            artigo 172, inciso I, da Lei das Sociedades por Ações, e tal
                            emissão será realizada dentro do limite de capital autorizado
                            previsto no estatuto social da Companhia.

                            A realização da Oferta, bem como seus termos e condições,
                            foram aprovados em Assembleia Geral Extraordinária da
                            Companhia, realizada em 9 de novembro de 2012, cuja ata foi
                            registrada na Junta Comercial do Estado de São Paulo em 5 de
                            dezembro de 2012 sob o nº 2.265.453/12-2 e publicada no
                            Diário Oficial do Estado de São Paulo e no jornal Valor
                            Econômico em 23 de janeiro de 2013.

                            O Preço por Unit e o efetivo aumento de capital da Companhia
                            serão aprovados em Reunião do Conselho de Administração da
                            Companhia a ser realizada antes da concessão do registro da
                            Oferta pela CVM, cuja ata será registrada na Junta Comercial do
                            Estado de São Paulo e publicada no jornal Valor Econômico na
                            data de publicação do Anúncio de Início e no Diário Oficial do
                            Estado de São Paulo em 24 de abril de 2013.

Caixa Econômica Federal     Caixa Econômica Federal.

Características das Units   Para informações sobre os direitos, vantagens e restrições
                            das Units, veja a seção “Informações Relativas à Oferta –
                            Direitos, Vantagens e Restrições das Units”, na página 43
                            deste Prospecto.

Companhia                   Alupar Investimento S.A.

Contrato de Colocação       Instrumento Particular de Contrato de Coordenação, Colocação
                            e Garantia Firme de Liquidação de Units da Alupar
                            Investimento S.A., a ser celebrado entre nós, os
                            Coordenadores da Oferta e a BM&FBOVESPA, esta última na
                            qualidade de interveniente anuente.

Contrato de Colocação       Placement Facilitation Agreement, contrato a ser celebrado
Internacional               entre nós e os Agentes de Colocação Internacional, que dispõe
                            sobre os termos e as condições aplicáveis aos esforços de
                            colocação das Units no exterior.

Contrato de Estabilização   Instrumento Particular de Contrato de Prestação de Serviços
                            de Estabilização de Preço de Units da Alupar Investimento
                            S.A., a ser celebrado entre a Companhia, os Coordenadores da
                            Oferta e a Corretora.

Coordenadores Contratados   Caixa Econômica Federal e Safra, considerados em conjunto.

Coordenadores da Oferta     Itaú BBA, BTG Pactual, Credit Suisse, Goldman Sachs e
                            Santander, considerados em conjunto.

Corretora                   BTG Pactual Corretora de Títulos e Valores Mobiliários S.A.




                                         26
Credit Suisse                   Banco de Investimentos Credit Suisse (Brasil) S.A.

Cronograma da Oferta            Para informações acerca dos principais eventos a partir da
                                publicação do Aviso ao Mercado, veja a seção “Informações
                                Relativas à Oferta – Cronograma Indicativo da Oferta” na
                                página 45 deste Prospecto.

Data de Liquidação              Data da liquidação física e financeira das Units que deverá ser
                                realizada no prazo de até três dias úteis contados da data de
                                publicação do Anúncio de Início, com a entrega das Units aos
                                respectivos investidores, exceto com relação à colocação das
                                Units Suplementares.

Data de Liquidação das Units    Data da liquidação física e financeira das Units Suplementares,
Suplementares                   que ocorrerá no prazo de até três dias úteis contados da data
                                de exercício da Opção de Units Suplementares.

Destinação dos Recursos         Os recursos obtidos com a realização da Oferta serão utilizados
                                pela Companhia da seguinte forma: (i) 80% para a obtenção de
                                novas concessões, autorizações e/ou permissões para
                                exploração de novo empreendimentos; e (ii) 20% para a
                                aquisições de empreendimentos de transmissão e/ou geração
                                de energia elétrica já existentes.

                                Para informações adicionais, veja a seção “Destinação dos
                                Recursos” na página 74 deste Prospecto.

Fatores de Risco                Os investidores devem ler as seções “Sumário da Companhia –
                                Principais Fatores de Risco Relativos a Nós” e “Fatores de Risco
                                Relacionados à Oferta e às Units”, nas páginas 21 e 70 deste
                                Prospecto, respectivamente, bem como os Fatores de Risco
                                descritos nas seções “4. Fatores de Risco” e “5. Riscos de
                                Mercado” do Formulário de Referência, para ciência dos fatores
                                de risco que devem ser considerados em relação ao
                                investimento nas Units.

Garantia Firme de Liquidação Obrigação individual e não solidária de liquidação das Units e
                             das Units Adicionais, caso sejam colocadas, que tenham sido
                             subscritas, porém não liquidadas pelos investidores na Data de
                             Liquidação, na proporção e até os limites individuais de cada
                             um dos Coordenadores da Oferta, conforme indicado no
                             Contrato de Colocação.




                                             27
Caso as Units (sem considerar as Units Suplementares, mas
                            considerando as Units Adicionais) efetivamente subscritas por
                            investidores não tenham sido totalmente liquidadas na Data de
                            Liquidação, cada um dos Coordenadores da Oferta realizará, de
                            forma individual e não solidária, a liquidação, na Data de
                            Liquidação, na proporção e até os limites individuais, da
                            totalidade do eventual saldo resultante da diferença entre (i) o
                            número de Units objeto da Garantia Firme de Liquidação
                            prestada pelos Coordenadores da Oferta e (ii) o número de
                            Units efetivamente liquidadas por investidores na Data de
                            Liquidação, pelo Preço por Unit (sem considerar as Units
                            Suplementares). A Garantia Firme de Liquidação é vinculante a
                            partir do momento em que for concluído o Procedimento de
                            Bookbuilding, assinado o Contrato de Colocação e deferido o
                            registro da Oferta pela CVM.

                            Em caso de exercício da Garantia Firme de Liquidação e
                            posterior revenda das Units junto ao público pelos
                            Coordenadores da Oferta durante o Prazo de Distribuição, o
                            preço de revenda será o preço de mercado das Units, limitado
                            ao Preço por Unit, sem prejuízo das atividades previstas no
                            Contrato de Estabilização.

                            Para mais informações, veja a seção “Informações Relativas à
                            Oferta – Informações sobre a Garantia Firme de Liquidação” na
                            página 46 deste Prospecto.

Goldman Sachs               Goldman Sachs do Brasil Banco Múltiplo S.A.

Informações Adicionais      A Companhia e os Coordenadores da Oferta não pretendem
                            realizar nenhum registro da Oferta ou das Units nos Estados
                            Unidos da América e nem em qualquer agência ou órgão
                            regulador do mercado de capitais de qualquer outro país.

                            Recomenda-se aos potenciais investidores que leiam o presente
                            Prospecto antes de tomar qualquer decisão de investir nas
                            Units. Os investidores que desejarem obter exemplar deste
                            Prospecto ou informações adicionais sobre a Oferta ou, ainda, a
                            realização de reserva de Units, deverão dirigir-se, a partir da
                            data de publicação do Aviso ao Mercado, aos endereços e
                            páginas da rede mundial de computadores das Instituições
                            Participantes da Oferta, da CVM ou da BM&FBOVESPA indicados
                            na seção “Informações Relativas à Oferta – Informações
                            Adicionais” na página 55 deste Prospecto. Adicionalmente, os
                            investidores poderão obter exemplar deste Prospecto nas
                            dependências das Instituições Consorciadas.

Instituição Escrituradora   Itaú Corretora de Valores S.A.

Instituições Consorciadas   Instituições intermediárias autorizadas a operar no mercado
                            de capitais brasileiro, credenciadas junto à BM&FBOVESPA,
                            convidadas     a   participar    da  Oferta   para   efetuar
                            exclusivamente esforços de colocação das Units junto aos
                            Investidores Não Institucionais.




                                         28
Instituições Participantes da   Os Coordenadores da Oferta, os Coordenadores Contratados e
Oferta                          as Instituições Consorciadas, considerados em conjunto.

Instrumentos de Lock-up         Para informações sobre os acordos de restrição à venda de
                                ações (Lock-up) a serem celebrados por nós, por nossos atuais
                                Administradores, nosso Acionista Controlador e pelo FI-FGTS,
                                veja a seção “Informações Relativas à Oferta – Restrições à
                                Negociação das Units (Lock-up)” na página 44 deste Prospecto.

Investidores Estrangeiros       Investidores institucionais qualificados (qualified institutional
                                buyers), residentes, domiciliados ou com sede nos Estados
                                Unidos da América, definidos em conformidade com a Regra
                                144A, e investidores nos demais países, fora dos Estados
                                Unidos da América (non U.S. Persons, definidos em
                                conformidade com o Regulamento S) e do Brasil, que invistam
                                no Brasil em conformidade com os mecanismos de investimento
                                regulamentados pela Resolução CMN 2.689 e pela Instrução
                                CVM 325 e/ou pela Lei nº 4.131.

Investidores Institucionais     Investidores   Estrangeiros     e investidores        residentes,
                                domiciliados ou com sede no Brasil que               não sejam
                                Investidores Não Institucionais.

Investidores Não                Investidores pessoas físicas e jurídicas residentes, domiciliados
Institucionais                  ou com sede no Brasil e clubes de investimento registrados na
                                BM&FBOVESPA, que não sejam considerados Investidores
                                Institucionais, e que participem da Oferta de Varejo.

Itaú BBA ou Coordenador         Banco Itaú BBA S.A.
Líder

Oferta                          Oferta pública de distribuição primária de, inicialmente,
                                40.000.000 Units, a ser realizada pelas Instituições Participantes
                                da Oferta, no Brasil, em mercado de balcão não organizado,
                                observado o disposto na Instrução CVM 400 e o esforço de
                                dispersão acionária previsto no Regulamento do Nível 2,
                                incluindo esforços de colocação de Units no exterior pelos
                                Agentes de Colocação Internacional.

Oferta de Varejo                Colocação pública de, no mínimo, 10% e, a critério dos
                                Coordenadores da Oferta, no máximo 15% da totalidade das
                                Units ofertadas (considerando as Units Suplementares e as
                                Units Adicionais) prioritariamente junto a Investidores Não
                                Institucionais que tenham realizado Pedido de Reserva.

Oferta Institucional            Colocação pública a ser realizada junto a Investidores
                                Institucionais da quantidade de Units remanescentes após o
                                atendimento dos Pedidos de Reserva.

Opção de Units                  Opção de colocação das Units Suplementares a ser outorgada
Suplementares                   por nós ao Agente Estabilizador, no Contrato de Colocação, as
                                quais serão destinadas exclusivamente a atender a um eventual
                                excesso de demanda que venha a ser constatado no decorrer
                                da Oferta.




                                             29
Pedido de Reserva       Formulário específico a ser firmado por Investidores Não
                        Institucionais, em caráter irrevogável e irretratável, para reserva
                        de Units no âmbito da Oferta de Varejo.

Período de Reserva      Período compreendido entre 8 de abril de 2013, inclusive, e 19
                        de abril de 2013, inclusive, destinado à realização de Pedidos de
                        Reserva por Investidores Não Institucionais.

Pessoas Vinculadas      Investidores que sejam controladores ou administradores das
                        instituições intermediárias envolvidas na Oferta e de nós ou
                        outras pessoas vinculadas à Oferta, bem como seus cônjuges
                        ou companheiros, seus ascendentes, descendentes e colaterais
                        até o 2º grau.

Plano de Distribuição   Plano de distribuição das Units, a ser elaborado pelos
                        Coordenadores da Oferta, com a expressa anuência da
                        Companhia, nos termos do parágrafo 3º do artigo 33 da
                        Instrução CVM 400, o qual levará em conta a criação de uma
                        base diversificada de acionistas, as relações da Companhia e
                        dos Coordenadores da Oferta com seus clientes e outras
                        considerações de natureza comercial ou estratégica, observado
                        que os Coordenadores da Oferta deverão assegurar (a) a
                        adequação do investimento ao perfil de risco de seus clientes;
                        (b) o tratamento justo e equitativo aos investidores, em
                        conformidade com o artigo 21 da Instrução CVM 400; e (c) o
                        recebimento prévio, pelas Instituições Participantes da Oferta,
                        de exemplares do Prospecto Preliminar e do Prospecto
                        Definitivo para leitura obrigatória, assegurando o esclarecimento
                        de eventuais dúvidas por pessoa designada pelos
                        Coordenadores da Oferta.

Prazo de Distribuição   Prazo para a distribuição das Units que terá início na data de
                        publicação do Anúncio de Início e será encerrado no prazo
                        máximo de seis meses ou com a publicação do Anúncio de
                        Encerramento, o que ocorrer primeiro.

Preço por Unit          No contexto da Oferta, estima-se que o preço de subscrição por
                        Unit estará situado entre R$18,50 e R$21,50, ressalvado, no
                        entanto, que o Preço por Unit poderá ser fixado acima ou
                        abaixo desta faixa indicativa. O Preço por Unit será fixado após
                        a conclusão do Procedimento de Bookbuilding. A escolha do
                        critério para determinação do Preço por Unit é justificada pelo
                        fato de que o mesmo evitará a diluição injustificada dos nossos
                        acionistas, nos termos do artigo 170, parágrafo 1º da Lei das
                        Sociedades por Ações, e de que as Units serão distribuídas por
                        meio de oferta pública em que o valor de mercado das Units
                        será aferido com a realização do Procedimento de Bookbuilding,
                        que reflete o valor pelo qual os Investidores Institucionais
                        apresentarão suas intenções de investimento no contexto da
                        Oferta.




                                     30
Procedimento de              Procedimento de coleta de intenções de investimento a ser
Bookbuilding                 realizado com Investidores Institucionais pelos Coordenadores
                             da Oferta, no Brasil, e pelos Agentes de Colocação
                             Internacional, no exterior, conforme previsto no artigo 23,
                             parágrafo 1º, e no artigo 44 da Instrução CVM 400.

Público Alvo                 Investidores Não Institucionais e Investidores Institucionais.

Regulamento do Nível 2       Regulamento de Listagem do Nível 2.

Safra                        Banco J. Safra S.A.

Santander                    Banco Santander (Brasil) S.A.

Securities Act               Securities Act de 1933, dos Estados Unidos da América.

Units                        40.000.000 certificados de depósito de ações de nossa emissão,
                             representativas cada uma de (a) uma Ação Ordinária e (b) duas
                             Ações Preferenciais.

Units Adicionais             Quantidade de até 20% do total de Units inicialmente
                             ofertadas (sem considerar as Units Suplementares),
                             correspondente a até 8.000.000 Units, que poderá ser
                             acrescida à Oferta, nas mesmas condições e no mesmo preço
                             das Units inicialmente ofertadas, a nosso critério, em comum
                             acordo com os Coordenadores da Oferta, nos termos do artigo
                             14, parágrafo 2º, da Instrução CVM 400.

Units Suplementares          Quantidade de até 15% do total das Units inicialmente
                             ofertadas (sem considerar as Units Adicionais), correspondente
                             a até 6.000.000 Units, que poderá ser acrescida à Oferta, nas
                             mesmas condições e no mesmo preço das Units inicialmente
                             ofertadas, destinada exclusivamente a atender a um eventual
                             excesso de demanda que venha a ser constatado no âmbito da
                             Oferta, conforme dispõe o artigo 24 da Instrução CVM 400.

Valor Total da Oferta        R$800.000.000, considerando o Preço por Unit de R$20,00, que
                             é o ponto médio da faixa de preços indicada na capa deste
                             Prospecto e sem considerar as Units Adicionais e as Units
                             Suplementares.

Valores Mínimo e Máximo do   Valor mínimo de pedido de investimento de R$3.000,00 e
Pedido de Reserva            máximo de pedido de investimento de R$300.000,00 por
                             Investidor Não Institucional.

Veracidade das Informações   Nós e o Coordenador Líder prestamos declarações de
                             veracidade a respeito das informações constantes no presente
                             Prospecto, nos termos do artigo 56 da Instrução CVM 400, as
                             quais se encontram anexas a este Prospecto.




                                          31
INFORMAÇÕES SOBRE NÓS, OS COORDENADORES, OS CONSULTORES E
                       OS AUDITORES
Para fins do disposto no Item 2 do Anexo III da Instrução CVM 400, esclarecimentos sobre nós e a
Oferta poderão ser obtidos nos seguintes endereços:

Companhia                                                  Coordenador Líder
Alupar Investimento S.A.                                   Banco Itaú BBA S.A.
At.: Srs. Marcelo Patrício Fernandes Costa, Luiz           At.: Sra. Renata Dominguez
Coimbra e Guilherme Villani                                Avenida Brigadeiro Faria Lima, nº 3.400, 4º andar,
Avenida Dr. Cardoso de Melo, nº 1.855, Bloco I, 9º         São Paulo, SP, CEP 04538-132
andar, sala A, Vila Olímpia,                               Tel.: +55 (11) 3708-8000
São Paulo, SP, CEP 04548-005                               Fax: +55 (11) 3708-8107
Tel.: +55 (11) 2184-9687                                   www.itaubba.com.br
Fax: +55 (11) 2184-9699
www.alupar.com.br

Coordenador e Agente Estabilizador                         Coordenador
Banco BTG Pactual S.A.                                     Banco de Investimentos Credit Suisse (Brasil) S.A.
At.: Sr. Fabio Nazari                                      At.: Marcelo Millen
Avenida Brigadeiro Faria Lima, nº 3.477, 14º andar,        Rua Leopoldo Couto de Magalhães Jr., 700, 10º
São Paulo, SP, CEP 04538-133                               andar,
Tel.: +55 (11) 3383-2000                                   São Paulo, SP, CEP 04542-000
Fax: +55 (11) 3383-2001                                    Tel.: +55 (11) 3701-6800
www.btgpactual.com                                         Fax: +55 (11) 3701-6912
                                                           www.credit-suisse.com/br

Coordenador                                                Coordenador
Goldman Sachs do Brasil Banco Múltiplo S.A.                Banco Santander (Brasil) S.A.
At.: Sr. José Pedro Leite da Costa                         At.: Sr. Cleomar Parisi
Rua Leopoldo Couto de Magalhães Jr., 700, 17º andar        Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, nºs 2.041 e
São Paulo, SP, CEP 04542-000                               2.235, 24º andar,
Tel.: +55 (11) 3371-0700                                   São Paulo, SP, CEP 04543-011
Fax: +55 (11) 3371-0704                                    Tel.: +55 (11) 3012-7162
www.goldmansachs.com/worldwide/brazil                      Fax: +55 (11) 3553-7099
                                                           www.santander.com.br

Coordenador Contratado                                     Coordenador Contratado
Caixa Econômica Federal                                    Banco J. Safra S.A.
At.: Sr. Celso Zanin, Alexandre Vidal/Sr. Almir Rogério    At.: Sr. Gustavo Fumachi
Gonçalves                                                  Avenida Paulista, 2.100, 19º andar
Avenida Paulista, 2.300, 12º andar                         São Paulo, SP, CEP 01310-300
São Paulo, SP, CEP 01310-300                               Tel.: +55 (11) 3175-7502
Tel.: +55 (11) 3555-6200                                   Fax: +55 (11) 3175-9797
Fax: +55 (11) 3555-9599                                    www.safra.com.br
www.caixa.gov.br

                                                           Consultores Legais Locais dos Coordenadores
Consultores Legais Locais da Companhia                     da Oferta
Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga            Lefosse Advogados
Advogados                                                  At.: Sr. Rodrigo Azevedo Junqueira
At.: Sr. Jean Marcel Arakawa                               Rua Tabapuã, n° 1.227, 14º andar
Al. Joaquim Eugênio de Lima, nº 447,                       São Paulo, SP, CEP 04533-014
São Paulo, SP, CEP 01403-001                               Tel.: +55 (11) 3024-6100
Tel.: +55 (11) 3147-7600                                   Fax: +55 (11) 3024-6200
Fax: +55 (11) 3147-7770                                    www.lefosse.com.br
www.mattosfilho.com.br




                                                          32
Consultores Legais Externos dos Coordenadores
Consultores Legais Externos da Companhia                da Oferta
White & Case LLP                                        Skadden, Arps, Slate, Meagher & Flom LLP
At.: Sr. John Vetterli                                  At.: Sr. Richard S. Aldrich, Jr.
Av. Brigadeiro Faria Lima, nº 2.277, 4º andar,          Av. Brigadeiro Faria Lima, nº 3.311, 7º andar,
São Paulo, São Paulo                                    CEP 04538-133, São Paulo, SP
Tel.: +55 (11) 3147-5600                                Tel.: +55 (11) 3708-1820
Fax: +55 (11) 3147-5611                                 Fax: +55 (11) 3708-1845
www.whitecase.com                                       www.skadden.com

Auditores Independentes da Companhia
Ernst & Young Terco Auditores Independentes S.S.
At.: Sr. Luiz Carlos Passetti
Avenida Presidente Juscelino Kubitscheck, 1830, T I,
5º e 6º andares – Itaim Bibi São Paulo, SP
CEP 04543-900
Tel.: +55 (11) 2573-3000
Fax: +55 (11) 3758-3614
www.ey.com/BR/pt/Home

A nossa declaração e a declaração do Coordenador Líder nos termos do artigo 56 da Instrução CVM
400 encontram-se anexas a este Prospecto.




                                                       33
INFORMAÇÕES RELATIVAS À OFERTA
Composição do Nosso Capital Social

Na data deste Prospecto, nosso capital social é de R$804.001.000,00, totalmente subscrito e
integralizado, representado por 416.853.000 ações ordinárias e 74.877.000 ações preferenciais,
todas nominativas, escriturais e sem valor nominal. Nosso capital social poderá ser aumentado
independentemente de reforma estatutária, até o limite de 500.000.000 ações, por deliberação do
Conselho de Administração, que fixará o preço de emissão, a quantidade de ações ordinárias e/ou
de ações preferenciais a serem emitidas e as demais condições de subscrição e integralização das
ações ordinárias e das ações preferenciais dentro do capital autorizado.

O quadro abaixo apresenta a quantidade de ações ordinárias detidas por acionistas titulares de 5%
ou mais das ações ordinárias de nossa emissão, na data deste Prospecto:

                                                                Ações                     Ações
Acionista                                                     Ordinárias      (%)      Preferenciais    (%)         Total       (%)
Guarupart Participações Ltda. ...................             387.609.996     92,98%    16.391.004     21,89%    404.001.000    82,16%
Fundo de Investimento do Fundo de
  Garantia do Tempo de Serviço – FI-
  FGTS ...................................................  29.243.004         7,02%    58.485.996      78,11%    87.729.000  17,84%
Total .................................................... 416.853.000       100,0%     74.877.000     100,0%    491.730.000 100,0%


O quadro abaixo apresenta a quantidade de ações ordinárias e de ações preferenciais detidas por
acionistas titulares de 5% ou mais das ações de nossa emissão, após a conclusão da Oferta,
assumindo a colocação da totalidade das Units, sem considerar as Units Adicionais e as Units
Suplementares:
                                                                Ações                     Ações
Acionista                                                     Ordinárias      (%)      Preferenciais    (%)         Total       (%)
Guarupart Participações Ltda. ...................             387.609.996      84,84     16.391.004      10,58   404.001.000     66,04
Fundo de Investimento do Fundo de
  Garantia do Tempo de Serviço – FI-
  FGTS ...................................................   29.243.004   6,40  58.485.996               37,76  87.729.000       14,34
Outros ....................................................  40.000.000   8,76  80.000.000               51,65 120.000.000       19,62
Total .................................................... 456.853.000 100,0% 154.877.000              100,0% 611.730.000      100,0%


O quadro abaixo apresenta a quantidade de ações ordinárias e de ações preferenciais detidas por
acionistas titulares de 5% ou mais das ações de nossa emissão, após a conclusão da Oferta,
assumindo a colocação da totalidade das Units, considerando as Units Adicionais mas sem
considerar as Units Suplementares:

                                                                Ações                     Ações
Acionista                                                     Ordinárias      (%)      Preferenciais    (%)        Total        (%)
Guarupart Participações Ltda. ...................              387.609.996     83,38     16.391.004       9,59   404.001.000     63,55
Fundo de Investimento do Fundo de
  Garantia do Tempo de Serviço – FI-
  FGTS ...................................................   29.243.004   6,29  58.485.996               34,23  87.729.000       13,80
Outros ....................................................  48.000.000  10,33  96.000.000               56,18 144.000.000       22,65
Total .................................................... 464.853.000 100,0% 170.877.000              100,0% 635.730.000      100,0%




                                                                             34
O quadro abaixo apresenta a quantidade de ações ordinárias e de ações preferenciais detidas por
acionistas titulares de 5% ou mais das ações de nossa emissão, após a conclusão da Oferta,
assumindo a colocação da totalidade das Units, sem considerar as Units Adicionais mas
considerando as Units Suplementares:

                                                                Ações                   Ações
Acionista                                                     Ordinárias    (%)      Preferenciais    (%)        Total        (%)
Guarupart Participações Ltda. ...................             387.609.996    83,74     16.391.004       9,82   404.001.000     64,15
Fundo de Investimento do Fundo de
  Garantia do Tempo de Serviço – FI-
  FGTS ...................................................   29.243.004   6,32  58.485.996             35,05  87.729.000       13,93
Outros ....................................................  46.000.000   9,94  92.000.000             55,13 138.000.000       21,91
Total .................................................... 462.853.000 100,0% 166.877.000            100,0% 629.730.000      100,0%


O quadro abaixo apresenta a quantidade de ações ordinárias e de ações preferenciais detidas por
acionistas titulares de 5% ou mais das ações de nossa emissão, após a conclusão da Oferta,
assumindo a colocação da totalidade das Units, considerando as Units Adicionais e as Units
Suplementares:

                                                                Ações                   Ações
Acionista                                                     Ordinárias    (%)      Preferenciais    (%)        Total        (%)
Guarupart Participações Ltda. ...................             387.609.996    82,32     16.391.004       8,96   404.001.000     61,80
Fundo de Investimento do Fundo de
  Garantia do Tempo de Serviço – FI-
  FGTS ...................................................   29.243.004   6,21  58.485.996             31,98  87.729.000       13,42
Outros ....................................................  54.000.000  11,47 108.000.000             59,06 162.000.000       24,78
Total .................................................... 470.853.000 100,0% 182.877.000            100,0% 653.730.000      100,0%


Alocação dos Recursos da Oferta nas Contas Patrimoniais

A totalidade dos recursos provenientes da Oferta será destinada às contas de nosso capital social,
não sendo constituídas reservas específicas.

A Oferta

Os Coordenadores da Oferta foram contratados por nós para, com a participação dos
Coordenadores Contratados e das Instituições Consorciadas, realizar a oferta pública de distribuição
primária de, inicialmente, 40.000.000 Units, representativas cada uma de (a) uma Ação Ordinária e
(b) duas Ações Preferenciais, no Brasil, em mercado de balcão não organizado, observado o
disposto na Instrução CVM 400 e o esforço de dispersão acionária previsto no Regulamento do
Nível 2, incluindo esforços de colocação das Units no exterior pelos Agentes de Colocação
Internacional e por determinadas instituições financeiras a serem contratadas, exclusivamente junto
a (i) investidores institucionais qualificados (qualified institutional buyers), residentes, domiciliados
ou com sede nos Estados Unidos da América, definidos em conformidade com a Regra 144A do
Securities Act, nos termos de isenções de registro previstas no Securities Act, e (ii) investidores nos
demais países, fora dos Estados Unidos da América (non U.S. persons) e do Brasil, nos termos do
Regulamento S do Securities Act e observada a legislação aplicável no país de domicílio de cada
investidor (em conjunto, “Investidores Estrangeiros”), que invistam no Brasil em conformidade
com os mecanismos de investimento regulamentados pela Resolução CMN 2.689 e pela Instrução
CVM 325, e/ou pela Lei nº 4.131, nos termos do Contrato de Colocação Internacional (“Oferta”).

A Oferta será registrada no Brasil junto à CVM, em conformidade com os procedimentos previstos
na Instrução CVM 400. Não foi e não será realizado nenhum registro da Oferta ou das Units na SEC
ou em qualquer agência ou órgão regulador do mercado de capitais de qualquer outro país, exceto
o Brasil.




                                                                            35
Units Suplementares

Nos termos do artigo 24 da Instrução CVM 400, a quantidade total das Units inicialmente ofertadas
(sem considerar as Units Adicionais) poderá ser acrescida em até 15%, ou seja, em até 6.000.000
Units, nas mesmas condições e preço das Units inicialmente ofertadas (“Units Suplementares”),
conforme opção a ser outorgada por nós ao Agente Estabilizador, no Contrato de Colocação, as
quais serão destinadas exclusivamente a atender a um eventual excesso de demanda que venha a
ser constatado no decorrer da Oferta (“Opção de Units Suplementares”).

O Agente Estabilizador terá o direito exclusivo, a partir da data de assinatura do Contrato de
Colocação e por um período de até 30 dias contados, inclusive, da data de início de negociação das
Units na BM&FBOVESPA, de exercer a Opção de Units Suplementares, no todo ou em parte, em
uma ou mais vezes, após notificação aos demais Coordenadores da Oferta, desde que a decisão de
sobrealocação das Units tenha sido tomada em comum acordo entre os Coordenadores da Oferta
no momento da precificação da Oferta.

Units Adicionais

Adicionalmente, sem prejuízo da Opção de Units Suplementares, nos termos do artigo 14,
parágrafo 2º, da Instrução CVM 400, a quantidade total de Units inicialmente ofertadas (sem
considerar as Units Suplementares) poderá, a nosso critério, em comum acordo com os
Coordenadores da Oferta, ser acrescida em até 20%, ou seja, em até 8.000.000 Units, nas mesmas
condições e no mesmo preço das Units inicialmente ofertadas (“Units Adicionais”).

Aprovações Societárias

A emissão das Ações Ordinárias e das Ações Preferenciais subjacentes às Units será feita com
exclusão do direito de preferência dos nossos atuais acionistas, nos termos do artigo 172, inciso I,
da Lei das Sociedades por Ações, e tal emissão será realizada dentro do limite de capital autorizado
previsto em nosso Estatuto Social.

A realização da Oferta, bem como seus termos e condições, foram aprovados em nossa Assembleia
Geral Extraordinária, realizada em 9 de novembro de 2012, cuja ata foi registrada na Junta
Comercial do Estado de São Paulo em 5 de dezembro de 2012 sob o nº 2.265.453/12-2 e publicada
no Diário Oficial do Estado de São Paulo e no jornal Valor Econômico em 23 de janeiro de 2013.

O Preço por Unit e o efetivo aumento de nosso capital serão aprovados em Reunião do Conselho de
Administração a ser realizada antes da concessão do registro da Oferta pela CVM, cuja ata será
registrada na Junta Comercial do Estado de São Paulo e publicada no jornal Valor Econômico na data
de publicação do Anúncio de Início e no Diário Oficial do Estado de São Paulo em 24 de abril de 2013.

Preço por Unit

No contexto da Oferta, estima-se que o preço de subscrição por Unit estará situado entre R$18,50
e R$21,50, ressalvado, no entanto, que o Preço por Unit poderá ser fixado acima ou abaixo desta
faixa indicativa (“Preço por Unit”). O Preço por Unit será fixado após a conclusão do
procedimento de coleta de intenções de investimento realizado com Investidores Institucionais
pelos Coordenadores da Oferta, no Brasil, e pelos Agentes de Colocação Internacional, no exterior,
conforme previsto no artigo 23, parágrafo 1º, e no artigo 44 da Instrução CVM 400
(“Procedimento de Bookbuilding”). A escolha do critério para determinação do Preço por Unit é
justificada pelo fato de que o mesmo evitará a diluição injustificada dos nossos acionistas, nos
termos do artigo 170, parágrafo 1º da Lei das Sociedades por Ações, e de que as Units serão
distribuídas por meio de oferta pública em que o valor de mercado das Units será aferido com a
realização do Procedimento de Bookbuilding, que reflete o valor pelo qual os Investidores
Institucionais apresentarão suas intenções de investimento no contexto da Oferta.




                                                 36
Os Investidores Não Institucionais não participarão do Procedimento de Bookbuilding
e, portanto, não participarão do processo de determinação do Preço por Unit.

Sem prejuízo do disposto acima, poderá ser aceita a participação de Investidores Institucionais que
sejam Pessoas Vinculadas no processo de alocação das Units objeto da Oferta Institucional, bem
como inclusão no procedimento de fixação do Preço por Unit, mediante a participação destas no
Procedimento de Bookbuilding, até o limite máximo de 15% das Units inicialmente ofertadas (sem
considerar as Units Suplementares e as Units Adicionais). Nos termos do artigo 55 da Instrução
CVM 400, caso seja verificado excesso de demanda superior em um terço à quantidade de Units
inicialmente ofertadas (sem considerar as Units Suplementares e as Units Adicionais), não será
permitida a colocação de Units a Investidores Institucionais que sejam Pessoas Vinculadas, sendo
as ordens de investimento realizadas por Investidores Institucionais que sejam Pessoas Vinculadas
automaticamente canceladas.

Os investimentos realizados pelas pessoas mencionadas no artigo 48 da Instrução CVM 400 para
proteção (hedge) de operações com derivativos (incluindo operações de total return swap)
contratadas com terceiros, tendo as Units como referência, são permitidos na forma do artigo 48 da
Instrução CVM 400 e não serão considerados investimentos realizados por Pessoas Vinculadas no
âmbito da Oferta para os fins do artigo 55 da Instrução CVM 400, desde que tais terceiros não
sejam Pessoas Vinculadas.

A participação de Investidores Institucionais que sejam Pessoas Vinculadas no
Procedimento de Bookbuilding poderá impactar adversamente a formação do Preço por
Unit e o investimento nas Units por investidores que sejam Pessoas Vinculadas poderá
promover redução de liquidez das Units no mercado secundário. Para mais informações
sobre os riscos relativos à participação de Investidores Institucionais que sejam
Pessoas Vinculadas no Procedimento de Bookbuilding, veja o fator de risco “A
participação de Investidores Institucionais que sejam Pessoas Vinculadas no
Procedimento de Bookbuilding poderá impactar adversamente a formação do Preço por
Unit e promover a redução de liquidez das Units no mercado secundário”, na página 71
deste Prospecto.

Quantidade, Valor e Recursos Líquidos

Assumindo a colocação da totalidade das Units inicialmente ofertadas, sem considerar as Units
Suplementares e as Units Adicionais:

         Quantidade                    Preço por Unit(1)                  Montante (R$)                Recursos Líquidos (R$)(2)
          40.000.000                           20,00                      800.000.000,00                      775.600.000,00
(1)
      Considerando o Preço por Unit de R$20,00, que é o ponto médio da faixa de preços indicada na capa deste Prospecto.
(2)
      Sem dedução das despesas da Oferta. Os valores apresentados são estimados, estando sujeitos a variações.


Assumindo a colocação da totalidade das Units inicialmente ofertadas, considerando as Units
Adicionais, mas sem considerar as Units Suplementares:

         Quantidade                    Preço por Unit(1)                  Montante (R$)                Recursos Líquidos (R$)(2)
          48.000.000                           20,00                      960.000.000,00                      930.800.000,00
(1)
      Considerando o Preço por Unit de R$20,00, que é o ponto médio da faixa de preços indicada na capa deste Prospecto.
(2)
      Sem dedução das despesas da Oferta. Os valores apresentados são estimados, estando sujeitos a variações.




                                                                    37
Assumindo a colocação da totalidade das Units inicialmente ofertadas, sem considerar as Units
Adicionais, mas considerando as Units Suplementares:

         Quantidade                    Preço por Unit(1)                  Montante (R$)                Recursos Líquidos (R$)(2)
          46.000.000                           20,00                      920.000.000,00                      892.000.000,00
(1)
      Considerando o Preço por Unit de R$20,00, que é o ponto médio da faixa de preços indicada na capa deste Prospecto.
(2)
      Sem dedução das despesas da Oferta. Os valores apresentados são estimados, estando sujeitos a variações.


Assumindo a colocação da totalidade das Units inicialmente ofertadas, considerando as Units
Adicionais e as Units Suplementares:

         Quantidade                    Preço por Unit(1)                  Montante (R$)                Recursos Líquidos (R$)(2)
          54.000.000                           20,00                     1.080.000.000,00                   1.047.200.000,00
(1)
      Considerando o Preço por Unit de R$20,00, que é o ponto médio da faixa de preços indicada na capa deste Prospecto.
(2)
      Sem dedução das despesas da Oferta. Os valores apresentados são estimados, estando sujeitos a variações.


Custos de Distribuição

Segue abaixo a descrição dos custos e despesas estimados que serão arcados por nós no âmbito da
Oferta, sem considerar as Units Adicionais e as Units Suplementares:

                                                                                            Valor por Unit % em Relação ao
Comissões e Despesas(1)                                                  Valor (R$)             (R$)       Valor da Oferta
Comissão de Garantia Firme de Liquidação ...............                   3.200.000,00            0,08                     0,40
Comissão de Colocação ............................................         9.600.000,00            0,24                     1,20
Comissão de Coordenação .......................................            3.200.000,00            0,08                     0,40
Comissão de Incentivo .............................................        8.000.000,00            0,20                     1,00
Total de Comissões............................................ 24.000.000,00                      0,60                     3,00
Remuneração dos Coordenadores Contratados ..........                         400.000,00            0,01                     0,05
Total de Remuneração dos Coordenadores
  Contratados ....................................................         400.000,00             0,01                     0,05
Impostos, Taxas e Outras Retenções ........................                2.563.364,69            0,06                     0,32
Taxa de Registro na CVM .........................................             82.870,00            0,00                     0,01
Taxa de Registro na ANBIMA....................................                24.192,00            0,00                     0,00
Advogados e Consultores(2) ......................................          2.400.000,00            0,06                     0,30
Auditores ................................................................   550.000,00            0,01                     0,07
Outras Despesas(3) ..................................................      1.500.000,00            0,04                     0,19
Total de Despesas ............................................. 7.520.426,69                      0,19                     0,94
Total de Comissões e Despesas ......................... 31.520.426,69                             0,79                     3,94
(1)
      Considerando o Preço por Unit de R$20,00, que é o ponto médio da faixa de preços indicada na capa deste Prospecto.
(2)
      Despesas estimadas dos consultores legais da Companhia e dos Coordenadores da Oferta, para o direito brasileiro e para o direito dos
      Estados Unidos.
(3)
      Inclui os custos estimados com a apresentação para investidores (Roadshow).


Exceto pela remuneração descrita acima, não há outra remuneração devida por nós às Instituições
Participantes da Oferta no âmbito da Oferta, bem como não existe nenhum outro tipo de
remuneração que dependa do Preço por Unit.

Público Alvo da Oferta

As Instituições Participantes da Oferta efetuarão a colocação das Units para (i) Investidores Não
Institucionais, em conformidade com os procedimentos previstos para a Oferta de Varejo,
observados os Valores Mínimo e Máximo do Pedido de Reserva; e (ii) Investidores Institucionais, no
âmbito da Oferta Institucional.




                                                                    38
Procedimento da Oferta

Após o encerramento do Período de Reserva, a conclusão do Procedimento de Bookbuilding, a
assinatura do Contrato de Colocação e do Contrato de Colocação Internacional, a concessão do
registro da Oferta pela CVM, a publicação do Anúncio de Início e a disponibilização do Prospecto
Definitivo, as Instituições Participantes da Oferta realizarão a colocação das Units (sem considerar
as Units Suplementares, mas considerando as Units Adicionais) em regime de garantia firme de
liquidação, de forma individual e não solidária, nos termos da Instrução CVM 400, por meio da
Oferta de Varejo e da Oferta Institucional, observado o disposto na Instrução CVM 400 e o esforço
de dispersão acionária previsto no Regulamento do Nível 2.

Os Coordenadores da Oferta, com nossa expressa anuência, irão elaborar um plano de distribuição
das Units, nos termos do parágrafo 3º do artigo 33 da Instrução CVM 400, o qual levará em conta
a criação de uma base diversificada de acionistas, nossas relações, as relações dos Coordenadores
da Oferta com seus clientes e outras considerações de natureza comercial ou estratégica,
observado que os Coordenadores da Oferta deverão assegurar (a) a adequação do investimento ao
perfil de risco de seus clientes; (b) o tratamento justo e equitativo aos investidores, em
conformidade com o artigo 21 da Instrução CVM 400; e (c) o recebimento prévio, pelas Instituições
Participantes da Oferta, de exemplares do Prospecto Preliminar e do Prospecto Definitivo para
leitura obrigatória, assegurando o esclarecimento de eventuais dúvidas por pessoa designada pelos
Coordenadores da Oferta.

Não será admitida distribuição parcial no âmbito da Oferta, sendo possível o cancelamento do
pedido de registro da Oferta caso não haja investidores interessados suficientes em subscrever a
totalidade das Units objeto da Oferta. Nesta hipótese, todos os Pedidos de Reserva e ordens de
investimento, conforme o caso, serão cancelados e os valores depositados serão devolvidos sem
juros ou correção monetária, sem reembolso e com dedução, caso sejam incidentes, de quaisquer
tributos ou taxas sobre movimentação financeira eventualmente aplicáveis, se a alíquota for
superior a zero, no prazo de três dias úteis contados da comunicação do cancelamento. Para mais
informações, veja o fator de risco “Na medida em que o regime de distribuição da Oferta é o de
garantia firme de liquidação e que não será admitida distribuição parcial no âmbito da Oferta, é
possível que a Oferta venha a ser cancelada caso não haja investidores suficientes interessados em
subscrever a totalidade das Units objeto da Oferta” deste Prospecto.

Oferta de Varejo

A Oferta de Varejo será realizada junto a Investidores Não Institucionais que preencham Pedido de
Reserva, de acordo com os procedimentos previstos abaixo, e observados os Valores Mínimo e
Máximo do Pedido de Reserva, nos termos da regulamentação em vigor.

Os Investidores Não Institucionais deverão realizar Pedido de Reserva, durante o Período de
Reserva.

Em atenção ao previsto no item 7.1 (ii) do Regulamento do Nível 2, no contexto da Oferta de
Varejo, o montante mínimo de 10% e, a critério dos Coordenadores da Oferta, máximo de 15% da
totalidade das Units ofertadas (considerando as Units Suplementares e as Units Adicionais) será
destinado prioritariamente à colocação pública junto a Investidores Não Institucionais que tenham
realizado Pedido de Reserva, de acordo com as condições ali previstas e o procedimento abaixo
indicado.

Os Pedidos de Reserva poderão ser efetuados pelos Investidores Não Institucionais de maneira
irrevogável e irretratável, exceto pelo disposto nos itens (b), (c) e (e) abaixo e em “Alteração das
Circunstâncias, Revogação ou Modificação” e “Suspensão e Cancelamento” abaixo, observadas as
condições do próprio Pedido de Reserva, de acordo com as seguintes condições:




                                                39
(a) durante o Período de Reserva, cada um dos Investidores Não Institucionais interessados em
    participar da Oferta deverá realizar pedido de reserva de Units, mediante preenchimento do
    Pedido de Reserva junto a uma única Instituição Consorciada, nos termos da Deliberação CVM
    476, observados os Valores Mínimo e Máximo do Pedido de Reserva;

(b) os Investidores Não Institucionais poderão estipular, no Pedido de Reserva, como condição de
    sua eficácia, um preço máximo por Unit, conforme previsto no parágrafo 3º, do artigo 45 da
    Instrução CVM 400, sem necessidade de posterior confirmação. Caso o Investidor Não
    Institucional estipule um preço máximo por Unit no Pedido de Reserva e o Preço por Unit seja
    fixado em valor superior ao preço máximo por Unit estipulado por tal Investidor Não
    Institucional, seu Pedido de Reserva será automaticamente cancelado pela respectiva
    Instituição Consorciada;

(c) os Investidores Não Institucionais deverão indicar, obrigatoriamente, no Pedido de Reserva, a
    sua qualidade ou não de Pessoa Vinculada, sob pena de seu Pedido de Reserva ser cancelado
    pela respectiva Instituição Consorciada. Qualquer Pedido de Reserva efetuado por Investidores
    Não Institucionais que sejam Pessoas Vinculadas durante o Período de Reserva será
    automaticamente cancelado pela Instituição Consorciada que o houver recebido, na
    eventualidade de haver excesso de demanda superior em um terço à quantidade de Units
    inicialmente ofertadas (sem considerar as Units Suplementares e as Units Adicionais), nos
    termos do artigo 55 da Instrução CVM 400;

(d) a quantidade de Units a ser subscrita, bem como o respectivo valor do investimento, serão
    informados ao Investidor Não Institucional até as 12:00 horas do primeiro dia útil subsequente
    à data de publicação do Anúncio de Início pela Instituição Consorciada junto à qual o investidor
    tiver efetuado o Pedido de Reserva, por meio de seu respectivo endereço eletrônico fornecido
    no Pedido de Reserva ou, na sua ausência, por telefone, fax ou correspondência, sendo o
    pagamento limitado ao valor do Pedido de Reserva e ressalvada a possibilidade de rateio,
    conforme prevista no item (h) abaixo;

(e) cada um dos Investidores Não Institucionais deverá efetuar o pagamento à vista do valor
    indicado no item (d) acima à Instituição Consorciada junto à qual tenha efetuado seu Pedido de
    Reserva, em recursos imediatamente disponíveis, em moeda corrente nacional, até as 10:30
    horas da Data de Liquidação. Não havendo o pagamento pontual, a Instituição Consorciada
    junto à qual tal reserva foi realizada irá garantir a liquidação por parte do Investidor Não
    Institucional em questão, e o Pedido de Reserva será automaticamente cancelado;

(f) a BM&FBOVESPA, em nome de cada Instituição Consorciada que tenha recebido Pedido de
    Reserva, entregará, após as 16:00 horas da Data de Liquidação, a cada um dos Investidores
    Não Institucionais que com ela tenha feito a reserva e que tenha realizado o pagamento nos
    termos do item (e) acima, o número de Units correspondente à relação entre o valor constante
    do Pedido de Reserva e o Preço por Unit, de acordo com os procedimentos previstos no
    Contrato de Colocação, ressalvadas as possibilidades de desistência e cancelamento previstas
    nos itens (b) e (c) acima e em “Alteração das Circunstâncias, Revogação ou Modificação” e
    “Suspensão e Cancelamento” abaixo, e ressalvada a possibilidade de rateio prevista no item
    (h) abaixo. Caso tal relação resulte em fração de Unit, o valor do investimento será limitado ao
    valor correspondente ao maior número inteiro de Units, desprezando-se eventuais frações de
    Units;

(g) caso a totalidade dos Pedidos de Reserva realizados por Investidores Não Institucionais não
    exceda a quantidade de Units destinadas à Oferta de Varejo, não haverá rateio, sendo todos os
    Investidores Não Institucionais integralmente atendidos em suas reservas, e as eventuais
    sobras serão destinadas a Investidores Institucionais, nos termos descritos em “Oferta
    Institucional” abaixo; e




                                                40
(h) caso a totalidade dos Pedidos de Reserva realizados por Investidores Não Institucionais seja
    superior à quantidade de Units destinadas à Oferta de Varejo, será realizado o rateio das Units
    entre os Investidores Não Institucionais, sendo que (i) até o limite de investimento de
    R$3.000,00, inclusive, o critério de rateio será a divisão igualitária e sucessiva das Units
    destinadas à Oferta de Varejo entre os Investidores Não Institucionais que tiverem apresentado
    Pedido de Reserva, limitada ao valor individual de cada Pedido de Reserva e à quantidade total
    de Units destinadas à Oferta de Varejo; e (ii) uma vez atendido o critério descrito no item (i)
    acima, as Units destinadas à Oferta de Varejo remanescentes serão rateadas
    proporcionalmente ao valor dos respectivos Pedidos de Reserva entre todos os Investidores
    Não Institucionais, desconsiderando, entretanto, em ambos os casos, as frações de Units.
    Opcionalmente, a critério dos Coordenadores da Oferta, a quantidade de Units destinadas à
    Oferta de Varejo poderá ser aumentada para que os Pedidos de Reserva excedentes possam
    ser total ou parcialmente atendidos, sendo que, no caso de atendimento parcial, será
    observado o mesmo critério de rateio descrito neste item.

Recomenda-se aos Investidores Não Institucionais interessados na realização de Pedido de Reserva
que leiam cuidadosamente os termos e condições nele estipulados, especialmente no que se refere
aos procedimentos relativos à liquidação da Oferta e as informações constantes deste Prospecto e
do Formulário de Referência, especialmente nas seções “Sumário da Companhia – Principais
Fatores de Risco Relativos a Nós” e “Fatores de Risco Relacionados à Oferta e às Units”, nas
páginas 21 e 70 deste Prospecto, respectivamente, bem como os fatores de risco descritos nas
seções “4. Fatores de Risco” e “5. Riscos de Mercado” do Formulário de Referência, e que entrem
em contato com a Instituição Consorciada de sua preferência, antes de realizar o seu Pedido de
Reserva para (i) verificar se essa, a seu exclusivo critério, exigirá a manutenção de recursos em
conta corrente nela aberta e/ou mantida, para fins de garantia do Pedido de Reserva e (ii) obter
informações mais detalhadas sobre o cadastro na Instituição Consorciada, tendo em vista os
procedimentos operacionais adotados por cada Instituição Consorciada.

Oferta Institucional

A Oferta Institucional será realizada junto a Investidores Institucionais.

Após o atendimento dos Pedidos de Reserva, as Units remanescentes serão destinadas à Oferta
Institucional por meio dos Coordenadores da Oferta, dos Agentes de Colocação Internacional e dos
Coordenadores Contratados. Os Investidores Institucionais interessados em participar da Oferta
Institucional deverão apresentar suas intenções de investimento durante o Procedimento de
Bookbuilding, não sendo admitidas para tais investidores reservas antecipadas e inexistindo valores
mínimo ou máximo de investimento. Cada Investidor Institucional deverá assumir a obrigação de
verificar se está cumprindo os requisitos para participar da Oferta Institucional.

Caso a quantidade de Units objeto de ordens recebidas durante o Procedimento de Bookbuilding,
na forma do artigo 44 da Instrução CVM 400, excedam o total de Units remanescentes após o
atendimento dos Pedidos de Reserva, os Coordenadores da Oferta darão prioridade aos
Investidores Institucionais que, a seu exclusivo critério, levando em consideração o disposto no
plano de distribuição descrito acima, nos termos do parágrafo 3º do artigo 33 da Instrução
CVM 400, e as nossas relações e dos Coordenadores da Oferta com nossos clientes e outras
considerações de natureza comercial ou estratégica, melhor atendam o objetivo da Oferta de criar
uma base diversificada de investidores, integrada por investidores com diferentes critérios de
avaliação das nossas perspectivas, nosso setor de atuação e a conjuntura macroeconômica
brasileira e internacional.




                                                  41
Até as 12:00 horas do dia útil subsequente à data de publicação do Anúncio de Início, os
Coordenadores da Oferta e os Coordenadores Contratados informarão aos Investidores
Institucionais a quantidade de Units alocadas e o valor do respectivo investimento. A entrega das
Units alocadas deverá ser efetivada na Data de Liquidação, mediante pagamento em moeda
corrente nacional, à vista e em recursos imediatamente disponíveis, do valor resultante do Preço
por Unit multiplicado pela quantidade de Units alocadas, de acordo com os procedimentos
previstos no Contrato de Colocação.

Os Investidores Estrangeiros deverão realizar a subscrição das Units por meio dos mecanismos
previstos na Resolução CMN 2.689 e na Instrução CVM 325, ou na Lei nº 4.131.

Prazo de Distribuição

A data de início da Oferta, estimada para 23 de abril de 2013, será divulgada mediante a
publicação do Anúncio de Início, em conformidade com o previsto no parágrafo único do artigo 52
da Instrução CVM 400, no jornal Valor Econômico e no Diário Oficial do Estado de São Paulo. O
prazo de distribuição das Units é de até seis meses contados a partir da data de publicação do
Anúncio de Início ou até a data da publicação do Anúncio de Encerramento, o que ocorrer primeiro
(“Prazo de Distribuição”), conforme previsto no artigo 18 da Instrução CVM 400.

O término da Oferta e seu resultado serão anunciados mediante publicação do Anúncio de
Encerramento no jornal Valor Econômico e no Diário Oficial do Estado de São Paulo, em
conformidade com o artigo 29 da Instrução CVM 400 sendo a data máxima estimada para ocorrer
em 23 de outubro de 2013.

Liquidação

De acordo com o disposto no Contrato de Colocação, a liquidação física e financeira das Units e,
eventualmente, das Units Adicionais, deverá ser realizada dentro do prazo de até três dias úteis,
contados a partir da data de publicação do Anúncio de Início (“Data de Liquidação”). A liquidação
física e financeira das Units Suplementares, caso haja o exercício da Opção de Units
Suplementares, ocorrerá dentro do prazo de até três dias úteis, contados a partir da data de
exercício da Opção de Units Suplementares (“Data de Liquidação das Units Suplementares”).
As Units, as Units Adicionais e as Units Suplementares, conforme o caso, somente serão entregues
aos respectivos investidores após as 16:00 horas da Data de Liquidação ou da Data de Liquidação
das Units Suplementares.

Contrato de Estabilização

O Agente Estabilizador, por intermédio da Corretora, poderá, a seu exclusivo critério, conduzir
atividades de estabilização de preço das Units, no prazo de até trinta dias a contar da data de início
de negociação das Units na BM&FBOVESPA, inclusive, por meio de operações de compra e venda
de Units, observadas as disposições legais aplicáveis e o disposto no Contrato de Estabilização, o
qual deverá ser previamente aprovado pela BM&FBOVESPA e pela CVM, nos termos do artigo 23,
parágrafo 3º, da Instrução CVM 400 e do item II da Deliberação CVM 476, antes da publicação do
Anúncio de Início.

Não existe obrigação, por parte do Agente Estabilizador ou da Corretora, de realizar operações de
estabilização e, uma vez iniciadas, tais operações poderão ser descontinuadas a qualquer
momento, observadas as disposições do Contrato de Estabilização.

Após a publicação do Anúncio de Início, o Contrato de Estabilização estará disponível para consulta e
obtenção de cópias junto ao Agente Estabilizador e à CVM, nos endereços indicados neste Prospecto.




                                                 42
Direitos, Vantagens e Restrições das Units

As Units conferirão a seus titulares os mesmos direitos, vantagens e restrições inerentes às Ações
Ordinárias e às Ações Preferenciais a elas subjacentes, inclusive o direito de participar das nossas
assembleias gerais e nelas exercer todas as prerrogativas conferidas às ações representadas pelas
Units, conforme o caso.

As Ações subjacentes às Units conferem, ainda, a seus titulares o direito ao recebimento integral de
dividendos e demais proventos de qualquer natureza que vierem a ser declarados a partir da data
de sua integralização.

Dentre referidos direitos e benefícios assegurados aos titulares das Units, destacam-se os seguintes:

•   direito de voto em nossas assembleias gerais, sendo que cada Unit corresponderá a um voto,
    uma vez que cada Unit está lastreada por uma Ação Ordinária;

•   direito de voto conferido às Ações Preferenciais nas seguintes matérias deliberadas em nossa
    assembleia geral: (i) nossa transformação, incorporação, fusão ou cisão; (ii) aprovação de
    contratos entre nós e nosso acionista controlador, diretamente ou por meio de terceiros, assim
    como de outras sociedades nas quais o acionista controlador tenha interesse, sempre que, por
    força de disposição legal ou estatutária, sejam deliberados em assembleia geral; (iii) avaliação
    de bens destinados à integralização de aumento de nosso capital social; (iv) escolha de
    instituição ou empresa especializada para determinar nosso valor econômico; e (v) alteração ou
    revogação de dispositivos estatutários que alterem ou modifiquem quaisquer das exigências
    previstas no item 4.1 do Regulamento do Nível 2, ressalvado que esse direito a voto
    prevalecerá enquanto estiver em vigor o Contrato de Participação no Nível 2 de Governança
    Corporativa celebrado por nós, nosso Acionista Controlador, nossos administradores e a
    BM&FBOVESPA;

•   direito de receber como dividendo obrigatório, não cumulativo, em cada exercício 50% do lucro
    líquido do exercício diminuído ou acrescido da importância destinada a Reserva Legal, à
    formação da Reserva de Contingências e a reversão da mesma reserva formada em exercícios
    anteriores;

•   prioridade conferida às Ações Preferenciais no reembolso de capital, sem prêmio;

•   direito conferido às Ações Preferenciais de participação nos lucros distribuídos em igualdade
    com as Ações Ordinárias;

•   direito conferido às Ações Preferenciais de recebimento de um valor por Ação Preferencial
    correspondente a 100% do valor pago aos acionistas titulares de Ações Ordinárias na hipótese
    de alienação do nosso controle acionário;

•   direito conferido às Ações Preferenciais de serem incluídas em oferta pública de aquisição de
    ações em decorrência de alienação de nosso controle acionário, ao mesmo preço e nas mesmas
    condições ofertadas ao acionista controlador alienante; e

•   todos os outros direitos assegurados e previstos no Regulamento do Nível 2, no nosso Estatuto
    Social e na Lei das Sociedades por Ações.




                                                  43
Restrições à Negociação das Units (Lock-up)

A Companhia, seus atuais administradores, seu acionista controlador e o FI-FGTS (“Pessoas
Sujeitas ao Lock-up”), obrigar-se-ão perante os Coordenadores da Oferta e os Agentes de
Colocação Internacional, nos termos de um acordo de restrição à venda de ações (Lock-up), pelo
prazo de 180 dias a contar da data de publicação do Anúncio de Início, inclusive, salvo na hipótese
de prévio consentimento por escrito dos Coordenadores da Oferta e dos Agentes de Colocação
Internacional e sujeito a determinadas exceções constantes de cada Lock-up, a: (i) não emitir,
ofertar, vender, contratar a venda, empenhar, emprestar, outorgar opção de compra, fazer
qualquer venda a descoberto ou de outro modo dispor ou conceder quaisquer direitos, não
protocolar ou fazer com que seja protocolado um pedido de registro de oferta pública, nos termos
do Securities Act ou da legislação brasileira, com relação às Units ou a quaisquer ações ordinárias
ou preferenciais da Companhia, ou quaisquer opções ou bônus de subscrição ou quaisquer valores
mobiliários conversíveis em ou permutáveis por, ou que representem o direito de receber ações de
emissão da Companhia, recém emitidas ou detidas diretamente pela Pessoa Sujeita ao Lock-up, ou
em relação às quais as Pessoas Sujeitas ao Lock-up detenham propriedade segundo a legislação ou
regulamentação brasileira aplicáveis (em conjunto, “Valores Mobiliários Sujeitos ao Lock-up”),
(ii) não celebrar qualquer contrato de swap ou qualquer acordo que transfira a outros, no todo ou
em parte, quaisquer dos resultados econômicos decorrentes da titularidade dos Valores Mobiliários
Sujeitos ao Lock-up ou de quaisquer valores mobiliários passíveis de conversão, permuta ou
exercício em Valores Mobiliários Sujeitos ao Lock-up, ou bônus de subscrição ou outros direitos de
aquisição dos Valores Mobiliários Sujeitos ao Lock-up, sejam tais operações liquidadas pela entrega
desses Valores Mobiliários Sujeitos ao Lock-up, em dinheiro ou de outro modo, e (iii) não divulgar
publicamente a intenção de efetuar qualquer operação especificada nos itens (i) ou (ii). Para que
não restem dúvidas e não obstante qualquer disposição em contrário aqui contida, as Units
adquiridas pelas Pessoas Sujeitas ao Lock-up no mercado secundário após a publicação do Anúncio
de Início não estarão sujeitas ao Lock-up.

A restrição supramencionada deverá expressamente impedir que as Pessoas Sujeitas ao Lock-up
realizem qualquer transação de hedge ou outra transação com vistas à ou que razoavelmente possa
resultar na emissão de novas ações da Companhia ou na venda ou alienação dos valores
mobiliários de emissão da Companhia detidos pelas partes mesmo que estes sejam alienados por
outra pessoa que não as Pessoas Sujeitas ao Lock-up. Tal restrição inclui, sem limitações, qualquer
aquisição, venda ou concessão de qualquer direito (inclusive, sem limitações, qualquer opção de
compra ou venda) com relação a qualquer valor mobiliário das Pessoas Sujeitas ao Lock-up ou
qualquer valor mobiliário que inclua, esteja relacionado a, ou em que qualquer parcela significativa
de seu valor decorra de valores mobiliários das Pessoas Sujeitas ao Lock-up.

Referida vedação não se aplicará nas hipóteses de: (i) como doações de boa fé; (ii) empréstimo de
Units pela Guarupart Participações Ltda. ao Agente Estabilizador, exclusivamente para a realização
das atividades de estabilização do preço das Units, no contexto da Oferta; (iii) cessão ou
empréstimo de Units ou de ações a elas subjacentes que vise ao desempenho de atividade de
formador de mercadode acordo com as leis ou regulamentos brasileiros aplicáveis, inclusive a
Instrução CVM 384, de 17 de março de 2003 e o Código ANBIMA de Regulação e Melhores Práticas
para Ofertas Públicas de Distribuição e Aquisição de Valores Mobiliários; e (iv) nas demais hipóteses
descritas nos acordos de Lock-up.




                                                 44
Adicionalmente, nos termos do Regulamento do Nível 2, o acionista controlador da Companhia e
seus administradores não poderão, nos seis meses subsequentes à data de início de negociação
das Units no Nível 2, vender e/ou ofertar à venda quaisquer das Units ou quaisquer ações de
emissão da Companhia, incluindo quaisquer ações subjacentes às Units, ou quaisquer títulos e
valores mobiliários negociados em mercado de liquidação futura ou outros ativos tendo como lastro
ou objeto valores mobiliários de emissão da Companhia, de que eram titulares imediatamente após
a Oferta. Após esse período, o acionista controlador e os administradores da Companhia não
poderão, por mais seis meses, vender e/ou ofertar à venda mais do que 40% das Units ou
quaisquer ações de emissão da Companhia, incluindo quaisquer ações subjacentes às Units, ou
quaisquer títulos e valores mobiliários negociados em mercado de liquidação futura ou outros ativos
tendo como lastro ou objeto valores mobiliários de emissão da Companhia, de que eram titulares
imediatamente após a Oferta.

Cronograma Indicativo da Oferta

Segue, abaixo, um cronograma indicativo das etapas da Oferta, informando seus principais eventos
a partir do pedido de registro da Oferta junto à CVM:

Ordem
  dos
Eventos                                                Eventos                                                        Data(1)
      1.      Pedido de Registro da Oferta                                     14 de novembro de 2012
              Publicação do Aviso ao Mercado (sem logotipos das Instituições
                Consorciadas)
      2.      Disponibilização do Prospecto Preliminar                            1º de abril de 2013
              Início do Roadshow(2)
              Início do Procedimento de Bookbuilding
              Republicação do Aviso ao Mercado (com logotipos das Instituições
      3.        Consorciadas)                                                      8 de abril de 2013
              Início do Período de Reserva
      4.      Encerramento do Período de Reserva                                  19 de abril de 2013
              Encerramento do Roadshow
              Encerramento do Procedimento de Bookbuilding
              Fixação do Preço por Unit
      5.      Reunião do Conselho de Administração da Companhia para aprovar o    22 de abril de 2013
                Preço por Unit
              Assinatura do Contrato de Colocação, do Contrato de Colocação
                Internacional e dos demais contratos relacionados à Oferta
              Concessão do registro da Oferta pela CVM
              Publicação da ata da Reunião do Conselho de Administração da
      6.        Companhia que aprovou o Preço por Unit                            23 de abril de 2013
              Publicação do Anúncio de Início
              Disponibilização do Prospecto Definitivo
              Início de negociação das Units, das Ações Ordinárias e das Ações
      7.        Preferenciais na BM&FBOVESPA                                      24 de abril de 2013
              Início do prazo de exercício da Opção de Units Suplementares
      8.      Data de Liquidação                                                  26 de abril de 2013
      9.      Encerramento do prazo de exercício da Opção de Units Suplementares                               24 de maio de 2013
      10.     Data limite para a liquidação das Units Suplementares                                            29 de maio de 2013
      11.     Data limite para a publicação do Anúncio de Encerramento                                        23 de outubro de 2013
(1)
      Todas as datas futuras previstas são meramente indicativas e estão sujeitas a alterações, suspensões, antecipações ou prorrogações a
      critério dos Coordenadores da Oferta e nosso. Qualquer modificação no cronograma da distribuição deverá ser comunicada à CVM e
      poderá ser analisada como modificação da Oferta, seguindo o disposto nos artigos 25 e 27 da Instrução CVM 400.
(2)
      As apresentações aos investidores (“Roadshow”) ocorrerão no Brasil e no exterior, no período compreendido entre a data em que o
      Prospecto Preliminar for divulgado e a data em que for fixado o Preço por Unit.




                                                                    45
Será admitido o recebimento de reservas a partir da data da republicação do Aviso ao Mercado,
para subscrição das Units, as quais somente serão confirmadas pelo subscritor após o início do
período de distribuição das Units.

Na hipótese de suspensão, cancelamento, modificação ou revogação da Oferta, este cronograma
será alterado. Quaisquer comunicados ao mercado relativos a eventos relacionados à Oferta serão
divulgados por meio de publicação de aviso no jornal Valor Econômico e no Diário Oficial do Estado
de São Paulo, bem como em nossa página na rede mundial de computadores
(www.alupar.com.br/ri).

Contrato de Colocação e Contrato de Colocação Internacional

Nós, os Coordenadores da Oferta e a BM&FBOVESPA, a última na qualidade de interveniente
anuente, celebraremos o Contrato de Colocação, o qual contemplará os termos e condições da
Oferta descritos nesta seção. O Contrato de Colocação estará disponível para consulta e obtenção
de cópias nos endereços indicados em “Informações Relativas à Oferta – Informações Adicionais”
deste Prospecto.

Adicionalmente, na mesma data de celebração do Contrato de Colocação, será também celebrado
entre nós e os Agentes de Colocação Internacional o Contrato de Colocação Internacional, segundo
o qual os Agentes de Colocação Internacional realizarão esforços de colocação das Units no
exterior.

O Contrato de Colocação e o Contrato de Colocação Internacional estabelecem que a obrigação dos
Coordenadores da Oferta e dos Agentes de Colocação Internacional de efetuarem a colocação das
Units, bem como que suas respectivas garantias firmes, no caso dos Coordenadores da Oferta,
estarão sujeitas a determinadas condições, não limitadas à (i) entrega de opiniões legais pelos
nossos assessores jurídicos e pelos assessores jurídicos dos Coordenadores da Oferta e dos
Agentes de Colocação Internacional; e (ii) assinatura de Instrumentos de Lock-up. Ainda de acordo
com o Contrato de Colocação, nos obrigamos a indenizar os Coordenadores da Oferta em certas
circunstâncias e contra determinadas contingências.

O Contrato de Colocação Internacional apresenta uma cláusula de indenização em favor dos
Agentes de Colocação Internacional, de acordo com a qual devemos indenizá-los caso os Agentes
de Colocação Internacional venham a sofrer perdas no exterior por conta de incorreções ou
omissões nos Offering Memoranda e em outros documentos relacionados à colocação das Units no
exterior. Caso os Agentes de Colocação Internacional venham a sofrer perdas no exterior por conta
dessas questões, eles terão direito de regresso contra nós por conta desta cláusula de indenização.
Adicionalmente, o Contrato de Colocação Internacional possui declarações específicas em relação à
observância de isenções das leis de valores mobiliários dos Estados Unidos, as quais, se
descumpridas, poderão dar ensejo a outros potenciais procedimentos judiciais.

Informações sobre a Garantia Firme de Liquidação

Após a celebração do Contrato de Colocação e após a concessão do registro da Oferta pela CVM, os
Coordenadores da Oferta realizarão a colocação das Units em regime de garantia firme de
liquidação, proporcionalmente e até os limites individuais abaixo:

Coordenador da Oferta                                                                                 Units      % do Total
Coordenador Líder ..........................................................................        12.000.000      30,00
BTG Pactual ...................................................................................      9.600.000      24,00
Credit Suisse ..................................................................................     9.600.000      24,00
Goldman Sachs ..............................................................................         4.800.000      12,00
Santander ......................................................................................     4.000.000      10,00
Total ........................................................................................     40.000.000     100,0%




                                                                           46
A garantia firme de liquidação financeira a ser prestada pelos Coordenadores da Oferta consiste na
obrigação individual e não solidária dos Coordenadores da Oferta de liquidação das Units e das
Units Adicionais, caso sejam colocadas, que tenham sido subscritas, porém não liquidadas pelos
investidores na Data de Liquidação, na proporção e até os limites individuais de cada um dos
Coordenadores da Oferta indicados acima (“Garantia Firme de Liquidação”).

Caso as Units (sem considerar as Units Suplementares, mas considerando as Units Adicionais)
efetivamente subscritas por investidores não tenham sido totalmente liquidadas na Data de
Liquidação, cada um dos Coordenadores da Oferta realizará, de forma individual e não solidária, a
liquidação, na Data de Liquidação, na proporção e até os limites individuais acima referidos, da
totalidade do eventual saldo resultante da diferença entre (i) o número de Units objeto da Garantia
Firme de Liquidação prestada pelos Coordenadores da Oferta e (ii) o número de Units efetivamente
liquidadas por investidores na Data de Liquidação, pelo Preço por Unit (sem considerar as Units
Suplementares). A Garantia Firme de Liquidação é vinculante a partir do momento em que for
concluído o Procedimento de Bookbuilding, assinado o Contrato de Colocação e deferido o registro
da Oferta pela CVM.

Em caso de exercício da Garantia Firme de Liquidação e posterior revenda das Units junto ao
público pelos Coordenadores da Oferta durante o Prazo de Distribuição, o preço de revenda será o
preço de mercado das Units, limitado ao Preço por Unit, sem prejuízo das atividades previstas no
Contrato de Estabilização.

Instituição Financeira Escrituradora das Ações e Depositária das Units

A instituição financeira contratada para a prestação de serviços de escrituração das Ações
subjacentes às Units é a Itaú Corretora de Valores S.A. e o Banco Itaú S.A. será o emissor das
Units.

Negociação das Units na BM&FBOVESPA

Em 14 de março de 2013, nós, nosso Acionista Controlador e os membros do Conselho de
Administração e da Diretoria celebramos o Contrato de Participação no Nível 2 de Governança
Corporativa com a BM&FBOVESPA, o qual entrará em vigor na data de publicação do Anúncio de
Início, por meio do qual aderimos às Práticas Diferenciadas de Governança Corporativa do Nível 2,
segmento especial de negociação de valores mobiliários da BM&FBOVESPA, disciplinado pelo
Regulamento do Nível 2, que estabelece regras diferenciadas de governança corporativa a serem
observadas por nós, mais rigorosas do que aquelas estabelecidas na Lei das Sociedades por Ações.

O início da negociação das Units, das ações ordinárias e das ações preferenciais no Nível 2 da
BM&FBOVESPA ocorrerá a partir do dia útil seguinte à publicação do Anúncio de Início, sob os
códigos ALUP11, ALUP3 e ALUP4, respectivamente, e sob o ISIN BRALUPCDAM15, BRALUPACNOR8 e
BRALUPACNPR5, respectivamente.

Alteração das Circunstâncias, Revogação ou Modificação

Nós e os Coordenadores da Oferta podemos requerer que a CVM autorize a modificar ou revogar a
Oferta, caso ocorram alterações posteriores, materiais e inesperadas nas circunstâncias inerentes à
Oferta existentes na data do seu pedido de registro, que resulte em um aumento relevante nos
riscos por nós assumidos. Adicionalmente, nós e os Coordenadores da Oferta podemos modificar, a
qualquer tempo, a Oferta, a fim de melhorar seus termos e condições para os investidores,
conforme disposto no parágrafo 3º, do artigo 25 da Instrução CVM 400.




                                                 47
O pleito de modificação será considerado deferido caso não haja manifestação da CVM em sentido
contrário no prazo de dez dias úteis contados de seu protocolo. Caso o requerimento de
modificação nas condições da Oferta seja aceito pela CVM, o prazo para distribuição da Oferta
poderá ser adiado em até 90 dias.

A revogação, suspensão, cancelamento ou qualquer modificação na Oferta será imediatamente
divulgada por meio do jornal Valor Econômico e do Diário Oficial do Estado de São Paulo, veículos
também usados para divulgação do Aviso ao Mercado e do Anúncio de Início (“Anúncio de
Revogação” e “Anúncio de Retificação”), bem como na nossa página na rede mundial de
computadores (www.alupar.com.br/ri).

Com a revogação, a Oferta e os atos de aceitação anteriores ou posteriores ao Anúncio de
Revogação tornar-se-ão ineficazes, devendo ser restituídos integralmente aos investidores
aceitantes os valores dados em contrapartida às Units, no prazo de três dias úteis contados da
publicação do Anúncio de Revogação, sem juros ou correção monetária, sem reembolso e com
dedução, caso sejam incidentes, de quaisquer tributos ou taxas sobre movimentação financeira
eventualmente aplicáveis, se a alíquota for superior a zero, conforme disposto no artigo 26 da
Instrução CVM 400.

Após a publicação do Anúncio de Retificação, as Instituições Participantes da Oferta deverão se
acautelar e se certificar, no momento do recebimento das aceitações da Oferta, de que o
manifestante está ciente de que a oferta original foi alterada e de que tem conhecimento das novas
condições. As Instituições Participantes da Oferta só aceitarão ordens no Procedimento de
Bookbuilding e Pedidos de Reserva daqueles investidores que se declararem cientes dos termos do
Anúncio de Retificação. No caso de investidores que já tiverem aderido à Oferta, estes deverão ser
comunicados diretamente a respeito da modificação efetuada, para que confirmem, no prazo de
cinco dias úteis do recebimento da comunicação, o interesse em manter a declaração de aceitação,
presumida a manutenção em caso de silêncio, conforme disposto no parágrafo único do artigo 27
da Instrução CVM 400.

Suspensão e Cancelamento

Nos termos do artigo 19 da Instrução CVM 400, a CVM (a) poderá suspender ou cancelar, a
qualquer tempo, uma oferta: (i) que esteja se processando em condições diversas das constantes
da Instrução CVM 400 ou do seu registro; (ii) que tenha sido havida por ilegal, contrária à
regulamentação da CVM ou fraudulenta, ainda que após obtido o respectivo registro; ou (iii) cujo
contrato de distribuição seja rescindido; e (b) deverá suspender qualquer oferta quando verificar
ilegalidade ou violação de regulamento sanáveis.

O prazo de suspensão de uma oferta não poderá ser superior a 30 dias, prazo durante o qual a
irregularidade apontada deverá ser sanada. Findo tal prazo sem que tenham sido sanados os vícios
que determinaram a suspensão, a CVM deverá ordenar a retirada da referida oferta e cancelar o
respectivo registro.

A suspensão ou o cancelamento da Oferta será informado aos investidores que já tenham aceitado
a Oferta, sendo-lhes facultado, na hipótese de suspensão, a possibilidade de revogar a aceitação
até o quinto dia útil subsequente à data de recebimento da respectiva comunicação. Todos os
investidores que já tenham aceitado a Oferta, na hipótese de seu cancelamento, e os investidores
que tenham revogado a sua aceitação, na hipótese de suspensão, conforme previsto acima, terão
direito à restituição integral dos valores dados em contrapartida às Units, conforme o disposto no
parágrafo único do artigo 20 da Instrução CVM 400, sem juros ou correção monetária, sem
reembolso e com dedução, caso sejam incidentes, de quaisquer tributos ou taxas sobre
movimentação financeira eventualmente aplicáveis, se a alíquota for superior a zero, no prazo de
três dias úteis contados do recebimento pelo investidor da comunicação acerca de quaisquer dos
eventos acima referidos.




                                               48
Inadequação da Oferta

Não há inadequação específica da Oferta a certo grupo ou categoria de investidor. A Oferta será
realizada por meio da Oferta de Varejo e da Oferta Institucional, as quais possuem como públicos
alvo Investidores Não Institucionais e Investidores Institucionais, respectivamente. O investidor
deve verificar qual das ofertas supracitadas é adequada ao seu perfil, conforme descritas acima. No
entanto, o investimento em renda variável, como no caso das Units, apresenta possibilidade de
perdas patrimoniais e riscos, inclusive aqueles relacionados às Units, a nós, ao setor em que
atuamos, aos nossos acionistas e ao ambiente macroeconômico do Brasil, e que devem ser
cuidadosamente considerados antes da tomada de decisão de investimento.

Recomenda-se aos potenciais investidores que leiam, na seção Sumário da Companhia, o item
“Sumário da Companhia – Principais Fatores de Risco Relativos a Nós” e a seção “Fatores de Risco
Relacionados à Oferta e às Units”, nas páginas 21 e 70 deste Prospecto, respectivamente, bem
como as seções “Fatores de Risco” e “Riscos de Mercado” nos itens 4 e 5, respectivamente, do
Formulário de Referência, antes de tomar qualquer decisão de investir nas Units.




                                                49
RELACIONAMENTO ENTRE NÓS, OS COORDENADORES DA OFERTA E OS
                  COORDENADORES CONTRATADOS
A Companhia entende que não há qualquer conflito de interesse em relação à atuação dos
Coordenadores da Oferta e dos Coordenadores Contratados como instituições intermediárias
da Oferta.

Relacionamento entre Nós e o Coordenador Líder

Na data deste Prospecto, além das relações decorrentes da Oferta, o Coordenador Líder e as
demais sociedades de seu conglomerado financeiro possuem os seguintes relacionamentos
comerciais com a Companhia e/ou sociedades integrantes de seu grupo econômico:

•    Quatro operações de leasing, com vencimentos entre 16 de junho de 2013 e 04 de maio de
     2015. Sobre os valores de principal incidem juros a taxas que variam entre 14,03% e 16,99%
     ao ano. Na data deste Prospecto, o saldo em aberto destas operações totalizava R$398,73 mil;

•    Dez operações de fiança bancária, com vencimentos entre 31 de dezembro de 2012 e 14 de
     janeiro de 2017. Sobre os valores de principal incidem juros a taxas que variam entre 1,0% e
     5,99% ao ano. Na data deste Prospecto, o saldo devedor destas operações totalizava
     R$227,2 milhões;

•    Quatro operações de crédito para investimentos do programa FINAME, todas com vencimentos
     em 15 de fevereiro de 2017 e corrigidas pela TJLP acrescido de 4,7% ao ano ou taxa de juros
     de 10% ao ano. Na data deste Prospecto, o saldo devedor desse contrato totalizava
     R$138,27 mil; e

•    Uma emissão de debênture, com vencimento em 28 de maio de 2013. Na data deste
     Prospecto, o saldo em aberto totalizava R$167,97 milhões.

Exceto pela remuneração a ser paga em decorrência da Oferta, prevista em “Custos de
Distribuição” acima, não há qualquer outra remuneração a ser paga pela Companhia ao
Coordenador Líder cujo cálculo esteja relacionado ao Preço por Unit. Não obstante, nos termos do
Contrato de Estabilização, durante a Oferta, o Itaú BBA poderá fazer jus, ainda, a eventuais ganhos
oriundos das atividades de estabilização de preço das Units.

Exceto pelo disposto acima, a Companhia não possui qualquer outro relacionamento relevante com
o Coordenador Líder e/ou sociedades de seu conglomerado financeiro, e o Coordenador Líder e/ou
sociedades de seu conglomerado financeiro não participaram nos últimos 12 meses de qualquer
outra oferta pública de valores mobiliários emitidos pela Companhia ou por suas controladas. A
Companhia contratou e poderá vir a contratar, no futuro, o Coordenador Líder e/ou sociedades de
seu conglomerado financeiro para celebrar acordos, em condições a serem acordadas
oportunamente entre as partes, incluindo, entre outras, investimentos, emissões de valores
mobiliários, prestação de serviços de banco de investimento, formador de mercado, crédito,
consultoria financeira ou quaisquer outras operações financeiras necessárias à condução de suas
atividades.

O Coordenador Líder e/ou sociedades de seu conglomerado econômico poderão celebrar, no
exterior, a pedido de seus clientes, operações com derivativos, tendo as Units como ativo de
referência, de acordo com as quais se comprometerão a pagar a seus clientes a taxa de retorno das
Units, contra o recebimento de taxas de juros fixas ou flutuantes (incluindo operações de total
return swap). O Itaú BBA e/ou sociedades de seu conglomerado econômico poderão adquirir Units
como forma de proteção (hedge) para essas operações, o que poderá afetar a demanda, o preço
das Units ou outros termos da Oferta sem, contudo, gerar demanda artificial durante Oferta.




                                                50
Relacionamento entre Nós e o BTG Pactual

O BTG Pactual possui, em sua carteira, ativos de renda fixa de emissão da Companhia, sendo eles:
(i) 400 debêntures “APAR12”, emitidas em 15 de dezembro de 2009, com vencimento em 15 de
dezembro de 2013, com percentual de CDI de 100% e taxa de 1,9%, sendo o valor em carteira de
R$274.796,46; e (ii) 429 debêntures “APAR13”, emitidas em 22 de dezembro de 2010, com
vencimento em 22 de dezembro de 2012, com percentual de CDI de 100% e taxa de 1,85%, sendo
o valor em carteira de R$131.847.584,56.

Adicionalmente, o BTG Pactual possui, em sua carteira, ativos de renda fixa de emissão de
controladas da Companhia, sendo eles: (i) 21 debêntures “EATE11”, emitidas em 16 de março de
2011 pela EATE, com vencimento em 16 de março de 2016, com percentual de CDI de 100% e
taxa de 1,3%, sendo o valor em carteira de R$32.684.067,57; (ii) 10 debêntures “ECTE11”,
emitidas em 16 de março de 2011 pela ECTE, com vencimento em 16 de março de 2016, com
percentual de CDI de 100% e taxa de 1,3%, sendo o valor em carteira de R$7.656.792,83; e
(iii) 26 debêntures “ENTE11”, emitidas em 16 de março de 2011 pela ENTE, com vencimento em 16
de março de 2016, com percentual de CDI de 100% e taxa de 1,3%, sendo o valor em carteira de
R$19.907.661,37.

O BTG Pactual também emitiu Cédulas de Crédito Bancário para a Ferreira Gomes, controlada da
Companhia, sendo elas: (i) CCB039/12, com valor principal de R$40.000.000,00 e valor liberado de
R$39.797.160,00, com liberação em 29 de maio de 2012 e vencimento em 29 de junho de 2012,
com percentual de CDI de 100% e taxa de 1,5% ao ano; e (ii) CCB051/12, com valor principal de
R$15.000.000,00 e valor liberado de R$14.923.935,00, com liberação em 06 de julho de 2012 e
vencimento em 06 de agosto de 2012, com percentual de CDI de 100% e taxa de 1,5% ao ano.

A Companhia, por meio de suas controladas descritas abaixo, realizou as seguintes operações com
a mesa de energia do BTG Pactual (últimos 12 meses):

(a) compra de energia para a Foz do Rio Claro Energia S.A., em julho de 2012, no valor de
    R$4.676.022,09;

(b) venda de energia da Foz do Rio Claro Energia S.A., em julho de 2012, no valor de
    R$4.009.275,00;

(c) compra de energia para a Ijuí Energia S.A., em julho de 2012, no valor de 3.540.901,94;

(d) compra de energia para a Usina Paulista Lavrinhas de Energia S.A., em janeiro de 2013, no
    valor de R$340.200,00; e

(e) compra de energia para a Usina Paulista Queluz de Energia S.A., em janeiro de 2013, no valor
    de R$454.410,00.

Por fim, o BTG Pactual, nos últimos 12 meses, foi coordenador de uma oferta pública via Instrução
CVM 476 de debêntures da Ferreira Gomes, em maio de 2012, recebendo uma remuneração de
estruturação de R$1.522.072,18.

Além do disposto acima, a Companhia poderá, no futuro, contratar o BTG Pactual e/ou sociedade
de seu conglomerado econômico para a realização de operações financeiras usuais, incluindo, entre
outras, investimentos, emissões de valores mobiliários, prestação de serviços de banco de
investimento, formador de mercado, crédito, consultoria financeira ou quaisquer outras operações
financeiras necessárias à condução das suas atividades.




                                               51
O Banco BTG Pactual S.A. (Cayman Branch) e/ou suas Afiliadas poderão celebrar, no exterior, a
pedido de seus clientes, operações com derivativos, tendo as Ações como ativo de referência, de
acordo com as quais se comprometerão a pagar a seus clientes a taxa de retorno das Ações, contra
o recebimento de taxas de juros fixas ou flutuantes (operações de total return swap). Banco BTG
Pactual S.A. (Cayman Branch) e/ou suas Afiliadas poderão adquirir Units como forma de proteção
para essas operações. Tais operações poderão influenciar a demanda e o preço das Units, sem,
contudo, gerar demanda artificial durante a Oferta.

Exceto pela remuneração a ser paga em decorrência da Oferta, conforme previsto em “Custos de
Distribuição” acima, não há qualquer outra remuneração a ser paga, pela Companhia, ao BTG
Pactual ou a sociedades do seu conglomerado econômico, cujo cálculo esteja relacionado ao Preço
por Unit. Não obstante, nos termos do Contrato de Estabilização, durante a Oferta, o BTG Pactual
poderá fazer jus, ainda, a eventuais ganhos oriundos das atividades de estabilização de preço das
Units.

Relacionamento entre Nós e o Credit Suisse

Exceto no que se refere à Oferta, o Credit Suisse não possui atualmente qualquer relacionamento
com a Companhia e/ou sociedades de seu grupo econômico. A Companhia poderá, no futuro,
contratar o Credit Suisse ou sociedades de seu conglomerado econômico para a realização de
operações financeiras usuais, incluindo, entre outras, investimentos, emissões de valores
mobiliários, prestação de serviços de banco de investimento, formador de mercado, crédito,
consultoria financeira ou quaisquer outras operações financeiras necessárias à condução das suas
atividades.

O Credit Suisse Securities (Europe) Limited e/ou suas afiliadas podem celebrar, no exterior,
operações de derivativos de Ações com seus clientes. O Credit Suisse Securities (Europe) Limited
e/ou suas afiliadas poderão adquirir Ações na Oferta como forma de proteção (hedge) para essas
operações. Essas operações poderão afetar a demanda, preço ou outros termos da Oferta.

Exceto pela remuneração a ser paga em decorrência da Oferta, conforme previsto em “Custos de
Distribuição” acima, não há qualquer outra remuneração a ser paga, pela Companhia, ao Credit
Suisse ou a sociedades do seu conglomerado econômico, cujo cálculo esteja relacionado ao Preço
por Unit. Não obstante, nos termos do Contrato de Estabilização, durante a Oferta, o Credit
Suisse poderá fazer jus, ainda, a eventuais ganhos oriundos das atividades de estabilização de
preço das Units.

Relacionamento entre Nós e o Goldman Sachs

Na data de divulgação deste Prospecto, além do relacionamento referente à Oferta, não mantemos
relacionamento comercial com o Goldman Sachs e/ou sociedades de seu conglomerado econômico.
Poderemos, no futuro, contratar o Goldman Sachs ou sociedades de seu conglomerado econômico
para assessoria em operações de fusões e aquisições e no mercado de capitais, extensão de linhas
de crédito, intermediação e negociação de títulos e valores mobiliários, consultoria financeira e
outras operações necessárias à condução das nossas atividades.

Sociedades integrantes do conglomerado econômico do Goldman Sachs eventualmente possuem
títulos e valores mobiliários de nossa emissão, diretamente ou em fundos de investimento
administrados e/ou geridos por tais sociedades, adquiridas em operações regulares em bolsa de
valores a preços e condições de mercado. Todavia, a participação acionária das sociedades
integrantes do conglomerado econômico do Goldman Sachs não atinge, e não atingiram nos
últimos doze meses, 5% do nosso capital social. Nos últimos doze meses, o Goldman Sachs e/ou
quaisquer empresas de seu conglomerado econômico não participaram de ofertas públicas de
títulos ou valores mobiliários de nossa emissão, nem realizaram qualquer operação de
financiamento ou reestruturação societária nos envolvendo.




                                               52
O Goldman, Sachs & Co. e/ou sociedades de seu conglomerado econômico podem celebrar, no
exterior, a pedido de seus clientes, operações de derivativos tendo as Units como ativo de
referência. O Goldman, Sachs & Co. e/ou sociedades de seu conglomerado econômico poderão
adquirir Units como forma de proteção (hedge) para essas operações, o que poderá afetar a
demanda, preço ou outras condições da Oferta sem, contudo, gerar demanda artificial durante a
Oferta.

Exceto pela remuneração a ser paga em decorrência da Oferta, conforme previsto em “Custos de
Distribuição” acima, não há qualquer outra remuneração a ser paga, pela Companhia, ao Goldman
Sachs ou a sociedades do seu conglomerado econômico, cujo cálculo esteja relacionado ao Preço
por Unit. Não obstante, nos termos do Contrato de Estabilização, durante a Oferta, o Goldman
Sachs poderá fazer jus, ainda, a eventuais ganhos oriundos das atividades de estabilização de
preço das Units.

Relacionamento entre Nós e o Santander

Na data deste Prospecto, além do relacionamento referente à Oferta, a Companhia mantém
relacionamento comercial com o Santander e/ou sociedades integrantes de seu conglomerado
financeiro, incluindo operações financeiras dentre as quais se destacam as seguintes operações:

(a) Contrato de abertura de crédito firmado em julho de 2012 entre a Alusa Engenharia Ltda. e o
    Santander, nos termos do qual foram emitidas Cédulas de Crédito Bancário, pela Emissora em
    favor do Santander, no valor agregado de R$74.950.363,73 na data de emissão e vencimento
    final em 23 de julho de 2014;

(b) Contrato de abertura de crédito firmado em abril de 2012 entre a Guarupart Participações Ltda.
    e o Santander, nos termos do qual foi emitida uma Cédula de Crédito Bancário, pela Emissora
    em favor do Santander, no valor agregado de R$24.000.000,00 na data de emissão e
    vencimento final em 10 de Junho de 2013;

(c) Contrato de abertura de crédito firmado em setembro de 2012 entre a Guarupart Participações
    Ltda. e o Santander, nos termos do qual foram emitida Cédulas de Crédito Bancário, pela
    Emissora em favor do Santander, no valor agregado de R$16.000.000,00 na data emissão e
    vencimento final em 10 de Junho de 2013;

(d) Contrato de abertura de crédito firmado em dezembro de 2012 entre a Guarupart Participações
    Ltda. e o Santander, nos termos do qual foram emitida Cédulas de Crédito Bancário, pela
    Emissora em favor do Santander, no valor agregado de R$3.000.000,00 na data emissão e
    vencimento final em 10 de Junho de 2013;

(e) Garantia em moeda local emitida em Dezembro de 2012 pelo Santander Brasil em favor da
    Alupar Investimentos S.A. no valor total de R$32.088.454,20 com vencimento em 31 de
    Dezembro de 2013.

(f) Garantias em moeda estrangeira emitidas em agosto de 2012 pelo Santander em favor da
    Alupar Investimentos S.A. no valor total de US$14.240.000,00, sendo US$12.240.000,00 com
    vencimento em 2 de Abril de 2013 e US$2.000.000,00 com vencimento em 10 de Maio de
    2013;

(g) Repasse BNDES firmado em Dezembro de 2006, com valor total de R$20.262.016,68 e
    vencimento em 15 de agosto de 2019, dos quais R$9.747.501,29 referentes à Companhia
    Transirape de Transmissão, e R$10.514.515,39 referentes à Companhia Transudeste de
    Transmissão;




                                               53
(h) AB Loan, onde o Santander representa um dos “B Lenders”, firmado entre o Santander e a
    Transchile Charrua Transmision S.A. em outubro de 2007, no valor de US$15.783.449,48 e com
    vencimento em 16 de março de 2027;.e

(i) Garantia em moeda local emitida em Dezembro de 2012 pelo Santander Brasil em favor da Foz
    do Rio Claro Energia S/A e aval da Alupar Investimentos S.A. no valor total de R$600.000,00
    com vencimento em 03 de Dezembro de 2013.

Nos últimos doze meses, o Santander e/ou sociedades de seu conglomerado econômico não
participaram de ofertas públicas de títulos ou valores mobiliários de emissão da Companhia.

A Companhia poderá, no futuro, contratar o Santander e/ou sociedade integrantes de seu
conglomerado econômico para assessoria em operações de fusões e aquisições e no mercado de
capitais, extensão de linhas de crédito, intermediação e negociação de títulos e valores mobiliários,
consultoria financeira e outras operações necessárias à condução das atividades da Companhia.

Exceto pela remuneração a ser paga em decorrência da Oferta, conforme previsto em “Custos de
Distribuição” acima, não há qualquer outra remuneração a ser paga, pela Companhia, ao Santander
ou a sociedades do seu conglomerado econômico, cujo cálculo esteja relacionado ao Preço por
Unit. Não obstante, nos termos do Contrato de Estabilização, durante a Oferta, o Santander poderá
fazer jus, ainda, a eventuais ganhos oriundos das atividades de estabilização de preço das Units.

Relacionamento entre Nós e a Caixa Econômica Federal

Exceto no que se refere à Oferta e ao fato de a Caixa Econômica Federal ser administradora do
Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FI-FGTS, acionista da
Companhia, a Caixa Econômica Federal não possui atualmente qualquer outro relacionamento com
a Companhia e/ou sociedades de seu grupo econômico. A Companhia poderá, no futuro, contratar
a Caixa Econômica Federal ou sociedades de seu conglomerado econômico para a realização de
operações financeiras usuais, incluindo, entre outras, investimentos, emissões de valores
mobiliários, prestação de serviços de banco de investimento, formador de mercado, crédito,
consultoria financeira ou quaisquer outras operações financeiras necessárias à condução das suas
atividades.

Exceto pela remuneração a ser paga em decorrência da Oferta, conforme previsto em “Custos de
Distribuição” acima, não há qualquer outra remuneração a ser paga, pela Companhia, à Caixa
Econômica Federal ou a sociedades do seu conglomerado econômico, cujo cálculo esteja
relacionado ao Preço por Unit.

Relacionamento entre Nós e o Safra

Na data deste Prospecto, além do relacionamento referente à Oferta, a Companhia mantém
relacionamento comercial com o Safra e/ou sociedades integrantes de seu conglomerado
financeiro, incluindo operações financeiras dentre as quais se destacam as seguintes operações:

(a) R$3,7 milhões em operações de empréstimos 4131 com subsidiárias a uma taxa média de
    7% a.a. com vencimentos entre junho de 2013 e junho de 2014; e

(b) R$3,3 milhões em operações de Finame a uma taxa média de 8% com vencimentos entre
    junho e dezembro de 2015. Adicionalmente o Grupo Safra presta o serviço de cartão
    empresarial à Companhia.

Nos últimos doze meses, o Safra e/ou sociedades de seu conglomerado econômico não
participaram de ofertas públicas de títulos ou valores mobiliários de emissão da Companhia.




                                                 54
O Safra e/ou sociedades integrantes de seu conglomerado financeiro poderá celebrar, no exterior, a
pedido de seus clientes, operações com derivativos, tendo as Units como ativo de referência, de
acordo com as quais se comprometerão a pagar a seus clientes a taxa de retorno das Units, contra
o recebimento de taxas de juros fixas ou flutuantes (operações de total return swap).

O Safra e/ou sociedades integrantes de seu conglomerado financeiro poderão adquirir Units de
nossa emissão como forma de proteção para essas operações, o que poderá afetar a demanda,
preço ou outras condições da Oferta sem, contudo, gerar demanda artificial durante a Oferta.

Não há qualquer conflito de interesse referente à atuação do Safra como Coordenador Contratado
da Oferta.

Exceto pela remuneração a ser paga em decorrência da Oferta, conforme previsto em “Custos de
Distribuição” acima, não há qualquer outra remuneração a ser paga, pela Companhia, ao Safra ou a
sociedades do seu conglomerado econômico, cujo cálculo esteja relacionado ao Preço por Unit.

Informações Adicionais

Os Coordenadores da Oferta recomendam aos investidores, antes de tomar qualquer decisão de
investimento relativa à Oferta, a consulta a este Prospecto e ao Formulário de Referência. A leitura
deste Prospecto e do Formulário de Referência possibilita uma análise detalhada dos termos e
condições da Oferta, dos fatores de risco e dos demais riscos a ela inerentes.

Nós e o Coordenador Líder solicitamos o registro da Oferta em 14 de novembro de 2012, estando a
Oferta sujeita à prévia aprovação pela CVM.

Mais informações sobre a Oferta poderão ser obtidas junto aos Coordenadores da Oferta, nos
endereços e telefones abaixo mencionados e, no caso de Investidores Não Institucionais, também
junto às Instituições Consorciadas.

Este Prospecto está disponível, a partir desta data, nos seguintes endereços e/ou websites
indicados abaixo:

COMPANHIA

Alupar Investimento S.A.
Avenida Doutor Cardoso de Melo, 1.855, Bloco I, 9º andar
04548-005, São Paulo – SP
At.: Sr. Marcelo Patrício Fernandes Costa
Diretor de Relações com Investidores
Tel.: (11) 2184-9687
Fax: (11) 2784-9699
www.alupar.com/ri (neste website, clicar no ícone “Relações com Investidores”. Acessar o campo
“Informações Financeiras” e acessar o campo “Central de Downloads”, então clicar no item
“Prospecto Preliminar”)

COORDENADORES DA OFERTA

Coordenador Líder

Banco Itaú BBA S.A.
Avenida Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 4º andar
04538-132, São Paulo – SP
At.: Sra. Renata Dominguez
Tel.: (11) 3708-8000
Fax: (11) 3708-8107
www.itaubba.com.br/portugues/atividades/prospectos.asp (neste website, acessar Oferta Pública
IPO Alupar Investimento – Prospecto Preliminar)




                                                55
Banco BTG Pactual S.A.
Avenida Brigadeiro Faria Lima, 3.477, 14º andar
04538-133, São Paulo – SP
At.: Sr. Fabio Nazari
Tel.: (11) 3383-2000
Fax: (11) 3383-2001
https://www.btgpactual.com/home/InvestmentBank.aspx/InvestmentBanking/MercadoCapitais
(neste website, clicar em “2013” no menu à esquerda e a seguir em “Prospecto Preliminar” logo
abaixo de “Distribuição Pública Primária de Units da Alupar Investimento S.A.”)

Banco de Investimentos Credit Suisse (Brasil) S.A.
Rua Leopoldo Couto de Magalhães Jr., 700, 10º andar
04542-000, São Paulo – SP
At.: Sr. Marcelo Millen
Tel.: (11) 3701-6800
Fax: (11) 3701-6912
http://br.credit-suisse.com/ofertas (neste website, acessar “Alupar Investimento S.A.” e, a seguir,
“Prospecto Preliminar”)

Goldman Sachs do Brasil Banco Múltiplo S.A.
Rua Leopoldo Couto de Magalhães Jr., 700, 17º andar
04542-000, São Paulo – SP
At.: Sr. José Pedro Leite da Costa
Tel.: (11) 3371-0700
Fax: (11) 3371-0704
http://www2.goldmansachs.com/worldwide/brazil/area/Investment-banking.html (neste website,
acessar “Alupar Investimento S.A.” e em seguida clicar em “De Acordo” e em seguida clicar em
“Prospecto Preliminar”)

Banco Santander (Brasil) S.A.
Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 2.041 e 2.235, 24º andar
04543-011, São Paulo – SP
At.: Sr. Cleomar Parisi
Tel.: (11) 3012-7162
Fax: (11) 3553-7099
http://www.santandercorretora.com.br (neste website, no lado direito da página, abaixo do item
“Ofertas Públicas”, clicar no logo da Alupar e depois em “Prospecto Preliminar”)

COORDENADORES CONTRATADOS

Caixa Econômica Federal
Avenida Paulista, 2.300, 12º andar
01310-300, São Paulo – SP
At.: Sr. Celso Zanin, Alexandre Vidal / Sr. Almir Rogério Gonçalves
Tel.: (11) 3555-6200
Fax: (11) 3555-9599
http://www1.caixa.gov.br/download/index.asp (neste website, acessar “Mercado de Capitais –
Ofertas em Andamento” e, em seguida, clicar no item “Alupar Investimento S.A. Prospecto
Preliminar”)




                                                56
Banco J. Safra S.A.
Avenida Paulista, 2100, 19º andar
01310-930, São Paulo – SP
At.: Sr. Gustavo Fumachi
Tel.: (11) 3175-7502
Fax: (11) 3175-9797
http://www.safrabi.com.br (neste website acessar “IPO Alupar – Prospecto Preliminar”)

INSTITUIÇÕES CONSORCIADAS

Informações adicionais sobre as Instituições Consorciadas poderão ser obtidas no website da
BM&FBOVESPA (www.bmfbovespa.com.br).

COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS

Rua Sete de Setembro, 111, 5º andar
20050-006, Rio de Janeiro – RJ
Tel.: (21) 3233-8686
ou
Rua Cincinato Braga, 340, 2º, 3º e 4º andares
01333-010, São Paulo – SP
Tel.: (11) 2146-2006
www.cvm.gov.br (neste website, acessar “Ofertas em Análise”, após, no item “Primárias”,
“Certificado de Depósito de Ações”, acessar o link referente a “Alupar Investimento S.A.”,
posteriormente clicar em “Prospecto Preliminar”)

BM&FBOVESPA S.A. – BOLSA DE VALORES, MERCADORIAS E FUTUROS

Rua XV de Novembro, 275
São Paulo – SP
Tel.: (11) 2565-4000
http://www.bmfbovespa.com.br/pt-br/mercados/acoes/ofertas-publicas/ofertas-
publicas.aspx?Idioma=pt-br (neste website, acessar “Ofertas em Andamento” e, posteriormente
clicar em “Alupar Investimento”)




                                               57
OPERAÇÕES VINCULADAS À OFERTA
Exceto pela remuneração a ser paga em decorrência da Oferta, conforme previsto na seção
“Informações Relativas à Oferta – Custos de Distribuição” na página 38 deste Prospecto, não há
qualquer remuneração a ser paga por nós aos Coordenadores da Oferta ou sociedades dos seus
respectivos conglomerados econômicos, cujo cálculo esteja relacionado à Oferta. Para mais
informações sobre outras operações envolvendo a Companhia e os Coordenadores da Oferta, veja
a seção “Informações Relativas à Oferta – Relacionamento entre nós, os Coordenadores da Oferta
e os Coordenadores Contratados” na página 50 deste Prospecto.




                                             58
APRESENTAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES INTERMEDIÁRIAS
BANCO ITAÚ BBA S.A.

O Itaú BBA é o banco de atacado do conglomerado Itaú Unibanco. Com trajetória marcada por
associações bem-sucedidas e visão para oferecer os melhores produtos e serviços para empresas, o
Itaú BBA é resultado da fusão dos bancos BBA e das áreas corporate do Banco Itaú S.A. e
Unibanco – União de Bancos Brasileiros S.A. Em 31 de dezembro de 2012, o Itaú BBA apresentou
os seguintes resultados: ativos de R$233 bilhões e lucro líquido de R$ 2,328 milhões.

A história do Itaú BBA começa com o BBA Creditanstalt, fundado em 1988 em São Paulo, por
Fernão Bracher e Antonio Beltran, em parceria com o Bank Austria Creditanstalt. A atuação do
banco estava voltada para operações financeiras bancárias, com características de atacado, e
destaque para underwriting, hedge, crédito e câmbio.

Em 1991, foi a única instituição brasileira a coordenar o consórcio de bancos estrangeiros para
investimentos no programa de privatização de empresas estatais no país. Ainda no mesmo ano,
recebeu autorização do BACEN para operar subsidiária em Bahamas e atender demanda de clientes
na área internacional.

Em 1994, assinou acordo de cooperação com a administradora de recursos Paribas Capital. No ano
seguinte, juntou-se ao Capital Group, de Los Angeles, para formar a administradora de fundos BBA
Capital. Em 1996, adquiriu a Financiadora Mappin e criou a Fináustria, especializada em
financiamento de veículos. Nessa época, já contava com sucursais em Campinas, Rio de Janeiro,
Porto Alegre e Belo Horizonte.

Em 2001, o BBA tem novo parceiro de negócios, em razão da compra do Creditanstalt pelo grupo
alemão HVB. No ano seguinte, a associação com o Grupo Icatu fez surgir duas empresas: a BBA
Icatu Corretora e a BBA Icatu Investimentos.

No final de 2002, ocorreu a associação com o Banco Itaú S.A., surgindo assim uma nova
instituição: o Itaú BBA. Com gestão autônoma para conduzir todos os negócios de clientes
corporativos e banco de investimento do grupo, passa a contar com a base sólida de capital e
liquidez do Itaú e a especialização e destacada atuação do BBA no segmento de atacado.

Em 2005, o Itaú BBA ampliou as atividades de banco de investimentos e rapidamente consolidou
como um importante player de mercado em fusões e aquisições, equities e renda fixa local. A partir
de 2008, iniciou expansão de suas atividades em renda fixa internacional e produtos estruturados.

Em 2009, o BACEN aprovou a associação entre o Itaú e o Unibanco. O Itaú BBA uniu-se com a área
corporate do Unibanco, e ainda concentrou as atividades de tesouraria institucional do grupo, tendo
como desafio ser o melhor banco de atacado, investimento e tesouraria da América Latina.

Atividade de Investment Banking do Itaú BBA

A área de investment banking do Itaú BBA oferece assessoria a clientes corporativos e investidores
na estruturação de produtos de banco de investimento, incluindo renda variável, renda fixa e
fusões e aquisições.




                                                59
Em renda variável, o Itaú BBA oferece serviços para estruturação de ofertas públicas primárias e
secundárias de ações e de Deposit Receipts (“DRs”), ofertas públicas para aquisição e permuta de
ações, além de assessoria na condução de processos de reestruturação societária de companhias
abertas e trocas de participações acionárias. A condução das operações é realizada em conjunto
com a Itaú Corretora de Valores S.A., que tem relacionamento com investidores domésticos e
internacionais e possui reconhecida e premiada estrutura independente de pesquisa, tendo
recebido o prêmio de casa de research Brasil pela Institutional Investor em 2010, 2011 e 2012.

Em 2012, o Itaú BBA atuou como coordenador e bookrunner de ofertas públicas iniciais e
subsequentes que totalizaram R$6,9 bilhões. O banco fechou o ano de 2012 em segundo lugar em
número de ofertas de acordo com os prospectos das ofertas. No segmento de renda fixa, o Itaú
BBA conta com equipe dedicada para prover aos clientes diversos produtos no mercado doméstico
e internacional, tais como: notas promissórias, debêntures, commercial papers, fixed e floating rate
notes, fundos de investimento em direitos creditórios (FIDC) e certificados de recebíveis imobiliários
(CRI). Em 2012, o Itaú BBA participou de operações de debêntures, notas promissórias de
securitização que totalizaram R$23,5 bilhões. De acordo com o ranking da ANBIMA, o Itaú BBA foi
classificado em primeiro lugar no ranking 2012 de distribuição de operações em renda fixa e
securitização. A participação de mercado somou 29,5%.

Com equipe especializada, a área de fusões e aquisições do Itaú BBA oferece aos clientes
estruturas e soluções eficientes para assessoria, coordenação, execução e negociação de
aquisições, desinvestimentos, fusões e reestruturações societárias. A área detém acesso amplo e
privilegiado a investidores estratégicos e financeiros para assessorar clientes na viabilização de
movimentos societários.

De acordo com o ranking de fusões e aquisições da Thomson Finance, com base no número de
operações realizadas em 2012, o Itaú BBA ficou em primeiro lugar, com 69 transações.

Adicionalmente, o Itaú BBA tem sido amplamente reconhecido como um dos melhores bancos de
investimento do Brasil por instituições como Global Finance, Latin Finance e Euromoney. Nos
últimos três anos, foi considerado o melhor Banco de Investimento no Brasil, pela revista Global
Finance, publicação americana especializada em análises sobre empresas e instituições financeiras
dos cinco continentes.

BTG PACTUAL

O Banco Pactual S.A. foi fundado em 1983 como uma distribuidora de títulos e valores mobiliários.
Em 2006, o UBS A.G., instituição global de serviços financeiros, e o Banco Pactual S.A. associaram-
se para criar o Banco UBS Pactual S.A. Em 2009, o Banco UBS Pactual S.A. foi adquirido pelo grupo
BTG Investments, formando o BTG Pactual. O BTG Pactual tem como foco principal as áreas de
pesquisa, finanças corporativas, mercado de capitais, fusões e aquisições, wealth management,
asset management e sales and trading (vendas e negociações).

No Brasil, possui escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Salvador, Porto
Alegre e Recife. Possui, ainda, escritórios em Londres, Nova Iorque, Hong Kong, Santiago, Lima,
Medellín e Bogotá.




                                                 60
Na área de asset management, as estratégias de investimento são desenhadas para clientes
institucionais, clientes private, empresas e parceiros de distribuição. Na área de wealth
management, o BTG Pactual oferece uma ampla seleção de serviços personalizados, que variam
desde asset management a planejamento sucessório e patrimonial. O BTG Pactual também oferece
serviços de sales and trading (vendas e negociações) em renda fixa, ações e câmbio na América
Latina, tanto em mercados locais quanto internacionais. Na área de investment banking, o BTG
Pactual presta serviços para diversos clientes em todo o mundo, incluindo serviços de subscrição
nos mercados de dívida e ações públicos e privados, assessoria em operações de fusões e
aquisições e produtos estruturados personalizados.

O BTG Pactual é o líder no ranking de ofertas de ações do Brasil de 2004 a 2012 pelo número de
operações, participando de um total de mais de 150 operações no período, segundo o ranking da
base de dados internacional Dealogic. Além disso, ficou em 1º lugar em volume e em número de
ofertas em 2012 (Dealogic) e sempre em posição de liderança com base em outros rankings desde
2004 (ANBIMA e Bloomberg).

Demonstrando a sua força no Brasil, o BTG Pactual foi eleito em 2010 e em 2011 como o “Brazil’s
Equity House of the Year”, segundo a Euromoney. O BTG Pactual foi também eleito por três vezes
“World’s Best Equity House” (Euromoney, em 2003, 2004 e 2007), além de “Equity House of the
Year” (IFR, 2007). Sua atuação e grande conhecimento sobre a América Latina renderam seis vezes
o título de “Best Equity House Latin America” (Euromoney de 2002 a 2005 e 2007 a 2008) e o título
de “Best Investment Bank” (Global Finance em 2011) Como principal suporte a seus investidores, o
BTG Pactual sempre investiu fortemente na sua equipe de equity research, buscando os melhores
profissionais do mercado para a atuação junto ao grupo de investidores. Seus investimentos na
área renderam o título de “#1 Equity Research Team Latin America” em 2012, bem como no
período de 2003 a 2007 (Institutional Investor).

No entanto, sua expertise é demonstrada pela forte atuação no Brasil, onde o BTG Pactual foi
reconhecido pela sua atuação nos últimos oito anos, como primeiro colocado no ranking da
Institutional Investor de 2003 a 2009 e segundo colocado em 2010 e 2011, segundo o ranking
publicado pela revista Institutional Investor.

O BTG Pactual apresentou forte atuação em 2010 no mercado de ofertas públicas de renda
variável, participando das ofertas de follow-on do Banco do Brasil, JBS, Even, PDG Realty,
Petrobras, Lopes, Estácio Participações e Anhanguera Educacional, bem como da abertura de
capital da Aliansce, Multiplus, OSX, EcoRodovias, Mills, Júlio Simões e Brasil Insurance. Esta posição
foi alcançada em função do forte relacionamento do BTG Pactual com seus clientes, com sua
atuação constante e de acordo com a percepção de valor agregado para suas operações, fato
comprovado pela sua atuação em todas as operações de follow-on das empresas nas quais
participou em sua abertura de capital. Em 2011, realizou as seguintes ofertas: follow on de Tecnisa,
Ternium, Direcional, Gerdau, BR Malls, e Kroton; e as ofertas públicas iniciais de QGEP, IMC, T4F,
Magazine Luiza e Brazil Pharma. Deve-se destacar também que o BTG Pactual atuou como
coordenador líder e lead settlement agent na oferta de Gerdau, a qual foi registrada no Brasil e SEC
e coordenada apenas por bancos brasileiros. Em 2012, o BTG Pactual participou da oferta pública
inicial de Locamérica, Unicasa e de sua própria oferta pública inicial e do follow-on de Fibria, Brazil
Pharma, Suzano, Taesa, Minerva, Equatorial e Aliansce.




                                                  61
Como assessor financeiro em fusões e aquisições, o BTG Pactual também apresentou forte atuação
ficando em primeiro lugar no ranking de fusões e aquisições em 2010 e 2011, de acordo com a
Thomson Reuters, conforme informações em 31 de dezembro em 2010 e 31 de dezembro de 2011.
O BTG Pactual assessorou seus clientes em importantes transações de fusões e aquisições em
2010, como a fusão da TAM com a LAN, joint-venture entre Cosan e Shell, consolidação da
participação detida pela Petrobras em Braskem e Quattor e venda de participação minoritária no
Teuto para a Pfizer; em 2011, também participou de importantes transações, tais como aquisição
do controle da Usiminas pela Ternium, assessor dos controladores da Schincariol na venda do
controle para a Kirin, fusão da Vanguarda com a Brasil Ecodiesel e venda da WTorre Properties
para a BR Properties. Em 2012, o BTG Pactual assessorou seus clientes em importantes transações,
tais como parceria da MPX com a E.ON, aquisição do controle da Comgás pela Cosan, aquisição dos
ativos da OHL Brasil pela Abertis e consolidação do controle da EcoRodovias pela CR Almeida.

CREDIT SUISSE

Fundado em 1856, a estratégia do Credit Suisse é atuar no mercado com uma estrutura de
negócios integrada e centrada no cliente. O Credit Suisse oferece aos seus clientes uma completa
linha de produtos e serviços por meio de suas três divisões principais de negócios: Private Banking,
Banco de Investimentos e Asset Management. O Credit Suisse procura estabelecer parcerias de
longo prazo e desenvolver soluções financeiras inovadoras para atender às necessidades de seus
clientes.

O Credit Suisse está presente em mais de 50 países com mais de 46 mil empregados de
aproximadamente 100 diferentes nacionalidades. As ações de emissão do Credit Suisse Group
(CSGN) são negociadas na Suíça (SWX) e na forma de ADS (CS) em Nova York (NYSE). Os ratings
de longo prazo do Credit Suisse Group são: Moody’s Aa2, Standard & Poor’s A+, Fitch Ratings AA-.
Em 1998, o Banco de Investimentos Garantia S.A. foi adquirido pelo Credit Suisse First Boston. Em
16 de janeiro de 2006, as operações globais do Credit Suisse foram unificadas sob uma mesma
marca, e a razão social do CSFB passou a ser Banco de Investimentos Credit Suisse (Brasil) S.A.

A solidez do Banco no Brasil é refletida na classificação de crédito de AAA (bra) em Moeda Nacional
– Longo Prazo, atribuída em abril de 2009 pela Fitch Ratings, agência independente de classificação
de risco. O Credit Suisse atua no Brasil com operações de crédito, emissão de ações e títulos,
abertura de capital (IPO), fusões e aquisições de empresas (M&A), corretagem, tesouraria, private
banking e administração de recursos de terceiros.

O objetivo do Credit Suisse é ser o banco preferencial dos melhores empresários, empresas e
investidores do Brasil. Em 1º de novembro de 2007, o Credit Suisse concretizou sua associação
com a Hedging-Griffo, adquirindo participação majoritária na referida empresa. Essa associação foi
um passo importante para consolidar a estratégia do Credit Suisse de prover soluções integradas,
solidificando sua posição entre os grandes bancos do País. Na área de investment banking, o Credit
Suisse tem vasto conhecimento local e experiência significativa em fusões e aquisições, colocações
primárias e secundárias de ações e instrumentos de dívida, mantendo a liderança consolidada
nessa área no Brasil, tais como:

•   Líder no Ranking de Emissão de Ações do Brasil de 2005 a 2007 e 2º lugar em 2008, de acordo
    com Securities Data Co.;

•   Líder no Ranking de Oferta Pública Inicial (IPO) do Brasil de 2005 a 2008, de acordo com
    Securities Data Co.; e

•   Líder no Ranking de Fusões e Aquisições do Brasil de 2006 a 2008, de acordo com Securities
    Data Co.




                                                62
O Credit Suisse foi eleito “Best Investment Bank in Latin America” (Revista LatinFinance, fevereiro
de 2008) pelo quarto ano consecutivo e “Best M&A house” (2008). Também foi eleito em 2008 o
melhor banco de investimentos dos últimos 20 anos pela Revista LatinFinance. O banco também
desempenhou papel de liderança em duas transações às quais a revista se referiu como as
“Melhores Operações” das últimas duas décadas. São elas a aquisição da Inco pela Companhia Vale
do Rio Doce por US$19,2 bilhões em 2006 – financiada pela oferta de títulos internacionais da
Companhia Vale do Rio Doce de US$3,75 bilhões em duas tranches e por uma oferta local em
Reais, ambas lideradas pelo Credit Suisse – e a abertura de capital (IPO) da BOVESPA em 2007, no
valor de US$3,2 bilhões.

O Credit Suisse conquistou esses prêmios logo após ter sido eleito pela Revista LatinFinance como o
“Melhor Banco de Investimentos”, “Best Bond House” e “Best Equity House” na América Latina em
2007 (o 3° ano consecutivo em que o Credit Suisse obteve o título de “Melhor Banco de
Investimentos” e 2ª vez consecutiva “Best Equity House”).

Além dos prêmios concedidos à instituição, o Banco foi aclamado pelas posições de destaque que
ocupou na premiação “Deals do Ano” da Revista LatinFinance em 2007, incluindo a abertura de
capital (IPO) da BOVESPA de US$3,2 bilhões, eleito a “Melhor Emissão de Ações Primárias”, a
oferta de US$1,0 bilhão para Usiminas, eleita a “Melhor Oferta Follow-On”.

O Credit Suisse é líder também em corretagem, mercado no qual movimentou US$130,9 bilhões em
2008, segundo a BM&FBOVESPA. Além disso, no que tange a responsabilidade cultural e social, ao
longo de 2008 e em 2009, o Credit Suisse e suas subsidiárias direcionaram e continuarão
direcionando recursos para projetos culturais e sociais. Destacam-se, entre os projetos e
instituições apoiados, a Osesp (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo), a OSB (Orquestra
Sinfônica Brasileira), a Pinacoteca do Estado de São Paulo, o Museu de Arte Moderna de São Paulo,
a Sociedade Cultura Artística e a TUCCA (Associação para Crianças e Adolescentes com Câncer). O
suporte a essas iniciativas apóia-se na convicção de que o Credit Suisse deve participar de ações
que contribuam tanto para o retorno a seus acionistas, clientes e empregados quanto para o
desenvolvimento cultural e social do Brasil.

GOLDMAN SACHS

O Goldman Sachs é uma instituição financeira global com atuação em fusões e aquisições,
coordenação de oferta de ações, serviços de investimento, investimentos de carteira própria e
análise de empresas, prestando em todo o mundo uma ampla gama de serviços a empresas,
instituições financeiras, governos e indivíduos de patrimônio pessoal elevado.

Fundado em 1869, o Goldman Sachs tem sua sede global em Nova York, com escritórios também
em Londres, Frankfurt, Tóquio, Hong Kong e outros importantes centros financeiros.

O Goldman Sachs tem três atividades principais:

•   Banco de investimentos: ampla gama de serviços de assessoria financeira e participação em
    ofertas de valores mobiliários, atendendo grupo de clientes que inclui empresas, instituições
    financeiras, fundos de investimento, governos e indivíduos;

•   Trading e investimentos com recursos próprios: intermediação de operações financeiras tendo
    como contraparte empresas, instituições financeiras, fundos de investimentos, governos e
    indivíduos. Além disso, o Goldman Sachs investe seus recursos, diretamente, em renda fixa e
    produtos de renda variável, câmbio, commodities e derivativos de tais produtos, bem como
    realiza investimentos diretamente em empresas e por meio de fundos que são captados e
    geridos pelo banco;




                                                  63
•   Investment Management: assessoria e serviços de planejamento financeiro, bem como
    produtos de investimentos (por meio de contas e produtos geridos separadamente, tais como
    fundos de investimentos) em todas as classes de ativos para investidores institucionais e
    indivíduos no mundo inteiro, provendo também serviços de prime brokerage, financiamento e
    empréstimo de ativos para clientes institucionais, incluindo hedge funds, fundos de
    investimento abertos, fundos de pensão e fundações, e para indivíduos de patrimônio pessoal
    elevado.

O Goldman Sachs tem representação em São Paulo desde meados da década de 90 e,
recentemente ampliou suas operações locais, por meio da estruturação de um banco múltiplo e
uma corretora de títulos e valores mobiliários. Atualmente, a plataforma brasileira inclui atividades
de carteira de banco de investimento, operações com recursos próprios, nas áreas de renda
variável e FICC (renda fixa, câmbio e commodities), private wealth management, dentre outras.
Atualmente, aproximadamente 300 pessoas trabalham no escritório de São Paulo.

Em particular, na área de banco de investimentos, o Goldman Sachs acredita que tem vasto
conhecimento local e experiência comprovada em fusões e aquisições, emissão de ações e
instrumentos de dívida. Goldman Sachs tem desempenhado importante papel em ofertas realizadas
no mercado brasileiro, tais como a coordenação da oferta pública inicial de ações da
BM&FBOVESPA em 2007 (R$6,7 bilhões), da Visanet em 2009 (R$8,4 bilhões), da Qualicorp S.A.
em 2011 (R$1,1 bilhão), do BTG Pactual em 2012 (R$3,2 bilhões) e do follow-on da TAESA (R$1,8
bilhão) também em 2012 (valores constantes dos prospectos divulgados no site da CVM).

SANTANDER

O Santander é controlado pelo Banco Santander S.A., instituição com sede na Espanha fundada em
1857. O Grupo Santander possui, atualmente, cerca de €1,3 trilhão em ativos, administra quase
€1,4 trilhão em fundos, possui cerca de 102 milhões de clientes e 14,4 mil agências. O Santander
acredita ser o principal grupo financeiro da Espanha e da América Latina e desenvolve uma
importante atividade de negócios na Europa, região em que alcançou uma presença destacada no
Reino Unido, por meio do Abbey National Bank Plc, assim como em Portugal. Adicionalmente,
acredita ser um dos líderes em financiamento ao consumo na Europa, por meio do Santander
Consumer, com presença em 13 países do continente e nos Estados Unidos.

No ano de 2012, o Grupo Santander registrou lucro líquido atribuído de aproximadamente €4,3
bilhões na América Latina, o que representou, no mesmo período, aproximadamente 50% dos
resultados das áreas de negócios do Grupo Santander no mundo. Também na América Latina, em
31 de dezembro de 2012, o Grupo Santander possuía cerca de 6.044 agências e cerca de 90,5 mil
funcionários.

Em 1957, o Grupo Santander entrou no mercado brasileiro por meio de um contrato operacional
celebrado com o Banco Intercontinental do Brasil S.A. Em 1997, adquiriu o Banco Geral do
Comércio S.A., em 1998 adquiriu o Banco Noroeste S.A., em 1999 adquiriu o Banco Meridional S.A.
(incluindo sua subsidiária, o Banco Bozano, Simonsen S.A.) e em 2000 adquiriu o Banespa.

Em 1º de novembro de 2007, o RFS Holdings B.V., um consórcio composto pelo Santander
Espanha, The Royal Bank of Scotland Group PLC, Fortis SA/NV e Fortis N.V., adquiriu 96,95% do
capital do ABN AMRO, então controlador do Banco Real. Na sequência, em 12 de dezembro de
2007, o CADE aprovou sem ressalvas a aquisição das pessoas jurídicas brasileiras do ABN AMRO
pelo consórcio. No primeiro trimestre de 2008, o Fortis e Santander Espanha chegaram a um
acordo por meio do qual o Santander Espanha adquiriu direito às atividades de administração de
ativos do ABN AMRO no Brasil, que o Fortis havia adquirido como parte da compra pelo consórcio
do ABN AMRO. Em 24 de julho de 2008, o Santander Espanha assumiu o controle acionário indireto
do Banco Real. Por fim, em 30 de abril de 2009, o Banco Real foi incorporado pelo Santander Brasil
e foi extinto como pessoa jurídica independente.




                                                 64
Com a incorporação do Banco Real, o Santander tem presença ativa em todos os segmentos do
mercado financeiro, com uma completa gama de produtos e serviços em diferentes segmentos de
clientes – pessoas físicas, pequenas e médias empresas, corporações, governos e instituições. As
atividades do Santander compreendem três segmentos operacionais: banco comercial, banco global
de atacado e gestão de recursos de terceiros e seguros.

Em 31 de dezembro de 2012, o Santander, no Brasil, possuía uma carteira de mais de 27,3 milhões
de clientes, 3.788 entre agências e pontos de atendimento bancário (PABs) e mais de 17.793 caixas
eletrônicos, além de um total de ativos em torno de R$447 bilhões e patrimônio líquido de,
aproximadamente, R$53 bilhões. O Santander, no Brasil, possui uma participação de
aproximadamente 26% dos resultados das áreas de negócios do Grupo Santander no Mundo, além
de representar 51% no resultado do Grupo Santander na América Latina.

O Santander oferece aos seus clientes um amplo portfólio de produtos e serviços locais e
internacionais que são direcionados às necessidades dos clientes. Produtos e serviços são
oferecidos nas áreas de transações bancárias globais (Global Transaction Banking), mercados de
crédito (Credit Markets), finanças corporativas (Corporate Finance), ações (Equities), taxas (Rates),
formação de mercado e mesa proprietária de tesouraria. Dessa forma, os clientes corporativos
podem se beneficiar dos serviços globais fornecidos pelo Grupo Santander.

Na área de Equities, o Santander atua na estruturação de operações em boa parte da América
Latina, contando com equipe de Equity Research, Sales e Equity Capital Markets.

A área de Equity Research do Santander é considerada pela publicação Institutional Investor como
uma das melhores não somente no Brasil, mas também na América Latina. Adicionalmente, o
Santander dispõe de estrutura de research dedicada exclusivamente ao acompanhamento de ativos
latinoamericanos, o que assegura credibilidade e acesso de qualidade a investidores target em
operações brasileiras.

Em Sales & Trading, o Grupo Santander possui uma das maiores equipes dedicadas a ativos
latinoamericanos no mundo. Presente no Brasil, Estados Unidos, Europa e Ásia, a equipe do Grupo
Santander figura dentre as melhores da América Latina pela publicação da Institutional Investor. O
Santander dispõe de uma estrutura dedicada de acesso ao mercado de varejo e pequenos
investidores institucionais no Brasil por meio de salas de ações e corretora.

A área de Equity Capital Markets do Santander participou como bookrunner de ofertas destacadas
no Brasil nos últimos anos. Em 2012, o Santander atuou como bookrunner na oferta pública inicial
de Unicasa Indústria de Móveis S.A., na oferta de follow-on de Fibria Celulose S.A. e na oferta
pública inicial de units de Trasmissora Aliança de Energia Elétrica S.A., esta última considerada pela
Latin Finance como “Best Equity Follow-On” de 2012.

Em 2011, o Santander atuou como coordenador líder da oferta pública inicial de Autometal S.A e
EDP – Energias do Brasil S.A., como bookrunner nas ofertas de follow-on de BR Properties S.A.,
Kroton Educacional S.A., Tecnisa S.A. e Direcional S.A., na oferta pública inicial de ações de IMC –
Internacional Meal Company Holdings S.A., e como assessor financeiro contratado pela TIM
Participações S.A. em sua migração do Nível 2 para o segmento de listagem denominado Novo
Mercado da BM&FBOVESPA.

Em 2010, o Santander alcançou pelo segundo ano consecutivo a liderança no ranking de emissões
de ações na América Latina de acordo com a Bloomberg, tendo atuado como coordenador líder da
oferta pública inicial de ações de Renova Energia S.A. e como bookrunner da oferta pública inicial
de BR Properties S.A. e das ofertas de follow-on de Anhanguera Educacional Participações S.A.,
Estácio Participações S.A., Petróleo Brasileiro S.A. – PETROBRAS, PDG Realty S.A.
Empreendimentos e Participações, Inpar S.A. e JBS S.A.




                                                 65
Em 2009, o Santander alcançou a liderança no ranking de emissões de ações na América Latina de
acordo com Thomson Reuters e Bloomberg tanto em número de transações como em volume
ofertado. Neste ano, o Santander atuou como coordenador líder das ofertas públicas iniciais de
ações do Banco Santander (Brasil) S.A. e da Direcional Engenharia S.A. e como bookrunner nas
ofertas públicas iniciais de ações de Cetip S.A. e da Companhia Brasileira de Meios de Pagamento –
Visanet e nas ofertas de follow-on da Rossi Residencial S.A., Iguatemi Empresa de Shopping
Centers S.A., Cyrela Brazil Realty S.A., MRV Engenharia e Participações S.A., BRMalls Participações
S.A., Anhanguera Educacional Participações S.A., Marfrig Alimentos S.A., e BRF – Brasil Foods S.A.

Em 2009, as ofertas de Visanet e Brasil Foods foram premiadas pela Latin Finance como “Best
Primary Equity Issue” e “Best Follow-On Issue”, respectivamente. Ainda em 2009, a oferta pública
de ações do Banco Santander foi premiada como “Latin America Equity Issue of the Year” pela
International Financing Review (IFR).

Em 2008, atuou em operações com valor total superior a US$12 bilhões, das quais se destaca a
atuação como bookrunner na oferta primária da Companhia Vale do Rio Doce, uma das maiores
ofertas de ações da história do Brasil conforme dados da Bloomberg.

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

A Caixa Econômica Federal foi criada em 1861, sendo uma empresa 100% pública que atende não
só os seus clientes bancários, mas todos os trabalhadores formais do Brasil, estes por meio do
pagamento de FGTS, PIS e seguro-desemprego, beneficiários de programas sociais e apostadores
das loterias.

Além disso, a Caixa Econômica Federal atua em setores como habitação, saneamento básico,
infraestrutura e prestação de serviços. A atuação da Caixa Econômica Federal também se estende
aos palcos, salas de aula, pistas de corrida, com o apoio a iniciativas artístico-culturais,
educacionais e desportivas.

Além de significativa expansão da base de clientes ao longo do ano, através do programa de conta
simplificada, a Caixa Econômica Federal permitiu o ingresso de mais de 3 milhões de pessoas no
sistema bancário brasileiro ao longo dos últimos anos.

A Caixa Econômica Federal, em nítido apoio ao mercado de capitais nacional, destaca sua
participação nas seguintes emissões ocorridas entre os anos de 2008 e 2012:

(a) Julho de 2008: banco coordenador, em conjunto com outras instituições financeiras, na 2ª
    distribuição pública de debêntures simples, não conversíveis da Klabin Segall S.A., no
    montante de R$230.000.000,00;

(b) Julho de 2008: coordenador líder na 1ª emissão pública de notas promissórias comerciais de
    emissão da Andrade Gutierrez Participações S.A., no montante de R$130.000.000,00;

(c) Julho de 2008: coordenador líder na 4ª emissão pública de notas promissórias comerciais de
    emissão da Vivo Participações S.A., no montante de R$500.000.000,00;

(d) Outubro de 2008: coordenador, em conjunto com outras instituições financeiras, na 9ª
    emissão pública de debêntures simples não conversíveis da SABESP;

(e) Novembro de 2008: banco coordenador, em conjunto com outras instituições financeiras, na
    2ª emissao pública de notas promissórias comerciais de emissão da Companhia Brasileira de
    Energia Renovável (BRENCO), no montante de R$350.000.000,00;




                                                66
(f)   Dezembro de 2008: coordenador líder na 3ª emissão pública de notas promissórias comerciais
      de emissão da Empresa Brasileira de Telecomunicações S.A. (Embratel S.A.), em conjunto com
      outras instituições financeiras, no montante de R$400.000.000,00;

(g) Julho de 2009: banco coordenador, em conjunto com outras instituições financeiras, na oferta
    pública, com esforços restritos, da 3ª emissão de notas promissórias comerciais da SABESP;

(h) Julho de 2009: banco coordenador, em conjunto com outras instituições financeiras, na
    distribuição pública de quotas Sênior e quotas subordinadas mezanino do Fundo de
    Investimento em Direitos Creditórios IV (FIDC Chemical IV), no montante de
    R$245.000.000,00;

(i)   Outubro de 2009: banco coordenador, em conjunto com outras instituições financeiras, na
      distribuição pública de notas promissórias da 3ª emissão da Cemig Geração e Transmissão
      S.A., no montante de R$2.700.000.000,00;

(j)   Dezembro de 2009: banco coordenador, em conjunto com outras instituições financeiras, na
      oferta pública com esforços restritos, de notas promissórias da 4ª emissão da SABESP, no
      montante de R$900.000.000,00;

(k) Março de 2010: banco coordenador, em conjunto com outras instituições financeiras, na
    distribuição pública de debêntures simples, não conversíveis, da 2ª emissão de debêntures
    simples da Cemig Geração e Transmissão S.A., no montante de R$2.700.000.000,00;

(l)   Março de 2010: banco coordenador, em conjunto com outras instituições financeiras, na
      distribuição pública, com esforços restritos, da 1ª emissão de notas promissórias comerciais da
      Companhia Camargo Correa S.A., no montante de R$3.000.000.000,00;

(m) Abril de 2010: banco coordenador, em conjunto com outras instituições financeiras, na
    distribuição pública de debêntures simples, não conversíveis, da 11ª emissão da SABESP, no
    montante de R$1.215.000.000,00;

(n) Setembro de 2010: banco coordenador, em conjunto com outras instituições financeiras, na
    distribuição pública, com esforços restritos, da 2ª emissão de notas promissórias comerciais da
    Companhia Camargo Correa S.A., no montante de R$3.000.000.000,00;

(o) Setembro de 2011: coordenador líder na distribuição pública de certificados de recebíveis
    imobiliários da 203ª série da 1ª emissão da Brazilian Securities Companhia de Securitização,
    no montante de R$232.766.000,00;

(p) Dezembro de 2011: coordenador líder na distribuição pública de debêntures da 8ª emissão da
    Brasil Telecom – Grupo Oi, no montante de R$2.350.000.000,00;

(q) Janeiro de 2012: coordenador contratado na distribuição pública de debêntures da 4° emissão
    da Companhia de Locação das Américas – LOCAMÉRICA, no montante de R$150.000.000,00.

(r)   Junho de 2012: banco coordenador, em conjunto com outras instituições financeiras, na
      distribuição pública da 6ª emissão de debêntures da MRV Engenharia e Participações S.A., no
      montante de R$500.000.000,00;

(s) Julho de 2012: coordenador líder na distribuição pública de debêntures da Companhia Paulista
    de Força e Luz, no montante de R$660.000.000,00;

(t)   Julho de 2012: coordenador líder na distribuição pública de debêntures da Rio Grande Energia
      S/A, no montante de R$500.000.000,00;




                                                 67
(u) Julho de 2012: coordenador líder na distribuição pública de debêntures da Companhia
    Piratininga de Força e Luz, no montante de R$110.000.000,00;

(v) Agosto de 2012: banco coordenador, em conjunto com outras instituições financeiras, na
    distribuição pública da 3ª emissão de cotas do FIDC – Insumos Básicos da Indústria
    Petroquímica, no montante de R$500.000.000,00;

(w) Setembro de 2012: coordenador líder na distribuição pública de debêntures da LLX S.A., no
    montante de R$750.000.000,00;

(x) Setembro de 2012: banco coordenador, em conjunto com outras instituições financeiras, na
    distribuição pública de debêntures da 6° Emissão da Companhia de Locação das Américas –
    LOCAMÉRICA, no montante de R$200.000.000,00;

(y) Setembro de 2012: coordenador líder na distribuição pública de debêntures da Cyrela Brazil
    Realty S/A, no montante de R$400.000.000,00;

(z) Outubro de 2012: coordenador líder na distribuição pública de debêntures da Even Construtora
    e Incorporadora S/A, no montante de R$150.000.000,00;

(aa) Outubro de 2012: coordenador líder na distribuição pública de debêntures da ALL – Améria
     Latina Logística Malha Norte S.A., no montante de R$160.000.000,00;

(bb) Outubro de 2012: coordenador líder, em conjunto com outras instituições financeiras, na
     distribuição pública de debêntures da Localiza Rent a Car S.A., no montante de
     R$300.000.000,00;

(cc) Outubro de 2012: banco coordenador, em conjunto com outras instituições financeiras, na
     distribuição pública da 6ª emissão de debêntures da Triunfo Participações e Investimentos
     S/A, no montante de R$420.000.000,00; e

(dd) Outubro de 2012: banco coordenador, em conjunto com outras instituições financeiras, na
     distribuição pública da 6ª emissão de debêntures da AUTOBAN – Conc. Do Sistema
     Anhanguera–BANDEIRANTES S/A, no montante de R$1.100.000.000,00.

SAFRA

O Grupo Safra possui mais de 170 anos de tradição em serviços financeiros e presença global, com
atividades nos EUA, Europa, Oriente Médio, Ásia, América Latina e Caribe. O Grupo Safra possui
renome como conglomerado bancário e de private banking com longa história de sucesso. Estão
incluídos no Grupo o Banco Safra S.A., Safra National Bank of New York e o J. Safra Sarasin
Holding. Em dezembro de 2012, o Grupo Safra possuía um patrimônio líquido agregado de
US$ 12,9 bilhões e ativos totais sob gestão de US$200 bilhões. O Grupo Safra está presente em
156 cidades no mundo e seus bancos possuem 7.700 funcionários.

Em julho de 2012, o Grupo Safra comprou o Banco Sarasin sediado na Suíça e em janeiro de 2013
ocorreu a fusão entre as operações do Bank J. Safra (Suíça) Ltd. e Bank Sarasin & Co. Ltd, criando
o J. Safra Sarasin Holding. A fusão dos dois bancos cria uma entidade símbolo da tradição de
private banking, enfatizando a segurança e criação conservadora de valor para os clientes. O J.
Safra Sarasin Holding em dezembro de 2012 possuía USD141,5 bilhões de ativos sob gestão e
2.140 funcionários, com um patrimônio líquido de USD3,5 bilhões.

O Safra atua como Banco Múltiplo e figura entre os maiores bancos privados do país em ativos,
segundo dados do BACEN, com cerca de R$111,4 bilhões em ativos e uma carteira de crédito de
aproximadamente R$57,2 bilhões.




                                               68
Em 2004, foi criado o Banco Safra de Investimento S.A. com o objetivo de ampliar a gama de
serviços oferecidos aos clientes no país. Atualmente, o Grupo Safra atua no segmento de banco de
investimento por meio do Banco J. Safra S.A. O Safra está dividido nas seguintes áreas de negócio:

•   Investment Banking: Atua na originação, execução e distribuição de ofertas de ações no
    mercado doméstico e internacional, bem como operações de fusões e aquisições, dentre
    outras. Nos últimos seis anos, atuou em 31 ofertas de ações. Em Fusões e Aquisições, o Safra
    BI é especializado em empresas de middle market, tendo conduzido operações de destaque
    como a venda da totalidade das ações do Grupo Niasi e do Laboratório Neo Química, ambas
    para a Hypermarcas S.A; Venda integral do Drogão para Drogaria São Paulo; Joint Venture
    entre a Eurofarma e Cristália, criando a Supera Farma e OPA da ALL Malha Norte S.A.
    (subsidiária da ALL – América Latina Logistica S.A.).

•   Private Banking: oferece completa assessoria financeira na preservação e maximização do
    patrimônio pessoal e familiar de seus clientes, combinando soluções personalizadas com
    adequado gerenciamento de riscos, alocação especializada de ativos e total confidencialidade.
    O Private Banking está presente nas principais cidades do país, incluindo São Paulo, Campinas,
    Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Recife e Goiânia.

•   Asset Management: Atuante desde 1980 na gestão de recursos de terceiros através de
    carteiras administradas e fundos de investimento, atualmente é o décimo maior gestor de
    recursos do Brasil, segundo a ANBIMA, em dezembro de 2012, com mais de R$33,7 bilhões de
    ativos sob gestão. Oferece aos seus clientes produtos diferenciados e apropriados a cada perfil
    de risco. Possui uma grade completa de fundos de investimento, incluindo fundos
    multimercado, estruturados, imobiliários, de renda fixa e variável, desde os mais conservadores
    aos arrojados, com destaque para os fundos macro, long & short, quantitativo e de moedas.

•   Sales & Trading: criada em 1967, a Safra Corretora atua nos mercados de ações, opções, índice
    de ações, dólar e DI, além de possuir equipe de pesquisa formada por analistas de renome no
    mercado. Esta equipe é responsável pelo acompanhamento e produção de relatórios
    macroeconômicos e setoriais, incluindo a cobertura dos setores de Construção Civil, Bancos,
    Mineração, Siderurgia, Consumo, dentre outros.

•   Fixed Income & Derivatives: Atua na originação, execução e distribuição de financiamentos
    estruturados e títulos de dívidas no mercado doméstico e internacional, incluindo debêntures,
    notas promissórias, FIDCs, CRIs, CCBs, Notes, dentre outros. Desde 2008, atuou em operações
    que totalizaram mais de R$10 bilhões para empresas dos mais variados setores, tais como
    Coelce, Ersa, Kobold, Hypermarcas, Oi Telecomunicações, Grupo Rede, dentre outras.




                                                69
FATORES DE RISCO RELACIONADOS À OFERTA E ÀS UNITS
Investir em Units envolve uma série de riscos. Antes de tomar uma decisão de investimento nas
Units, os potenciais investidores devem analisar cuidadosamente todas as informações contidas
neste Prospecto, incluindo os riscos mencionados abaixo, os constantes da seção “Sumário da
Companhia – Principais Fatores de Risco relativos a Nós”, na página 21 deste Prospecto, e das
seções 4 e 5 do Formulário de Referência, bem como as demonstrações financeiras e, conforme o
caso, as respectivas notas explicativas também anexas por referência a este Prospecto. Caso
qualquer dos riscos mencionados abaixo e nas seções 4 e 5 do Formulário de Referência venha a
ocorrer, nossa participação de mercado, nossa reputação, nossos negócios, nossa situação
financeira, o resultado de nossas operações, nossas margens e nosso fluxo de caixa poderão ser
adversamente afetados e, ato contínuo, o preço de mercado das Units poderá diminuir e os
investidores poderão perder todo ou parte do seu investimento nas Units.

Para os fins desta seção, da seção “Sumário da Companhia – Principais Fatores de Risco relativos a
Nós” na página 21 deste Prospecto e das seções 4 e 5 do nosso Formulário de Referência, a
indicação de que um risco pode ter ou terá um “efeito adverso para nós” ou expressões similares
significam que este risco pode ter ou terá um efeito adverso em nossa participação de mercado,
nossa reputação, nossos negócios, nossa situação financeira, no resultado das nossas operações,
nossas margens, nosso fluxo de caixa e/ou no preço de mercado das Units.

Riscos adicionais que atualmente não consideramos relevantes ou que atualmente não são do
nosso conhecimento também poderão ter um efeito adverso para nós.

Um mercado ativo e líquido para as Units poderá não se desenvolver, o que pode limitar
a capacidade dos investidores de vender as Units no momento e pelo preço desejados.

Não há atualmente um mercado de negociação para as nossas Units. Não podemos prever até que
ponto o interesse dos investidores em nós poderá levar ao desenvolvimento de mercados de
negociação para as Units na BM&FBOVESPA, e o quão líquido estes mercados podem se tornar.

O mercado brasileiro de valores mobiliários é substancialmente menor, menos líquido e mais
concentrado, podendo ser mais volátil do que os principais mercados de valores mobiliários
internacionais, incluindo o dos Estados Unidos da América e os Europeus. A BM&FBOVESPA
apresentou, em 31 de dezembro de 2012, uma capitalização de mercado de aproximadamente
R$2,5 trilhões, e um volume médio diário de negociação de R$7,3 bilhões. Em comparação, a
capitalização de mercado da New York Stock Exchange, na mesma data, era de, aproximadamente,
US$14,1 trilhões. Adicionalmente, existe uma concentração significativa no mercado de capitais
brasileiro. As dez maiores companhias, em termos de capitalização de mercado representavam,
aproximadamente, 49,45% do volume de negociação de todas as companhias listadas na
BM&FBOVESPA em 31 de dezembro de 2012.

Consequentemente, não podemos assegurar que, após a conclusão da Oferta, haverá um mercado
líquido para as nossas Units, o que poderá limitar a capacidade do investidor de vendê-las pelo
preço e na ocasião desejados.




                                               70
A participação de Investidores Institucionais que sejam Pessoas Vinculadas no
Procedimento de Bookbuilding poderá impactar adversamente a formação do Preço por
Unit e promover a redução de liquidez das Units no mercado secundário.

O Preço por Unit será definido com base no Procedimento de Bookbuilding, no qual poderá ser
aceita a participação de Investidores Institucionais que sejam Pessoas Vinculadas até o limite
máximo de 15% das Units inicialmente ofertadas (sem considerar as Units Suplementares e as
Units Adicionais), desde que não haja excesso de demanda superior em um terço à quantidade das
Units inicialmente ofertadas (sem considerar as Units Suplementares e as Units Adicionais). Nos
termos do artigo 55 da Instrução CVM 400, caso seja verificado excesso de demanda superior em
um terço à quantidade de Units inicialmente ofertadas (sem considerar as Units Suplementares e as
Units Adicionais), não será permitida a colocação de Units junto a Investidores Institucionais que
sejam Pessoas Vinculadas. A participação de Investidores Institucionais que sejam Pessoas
Vinculadas no Procedimento de Bookbuilding poderá impactar adversamente a formação do Preço
por Unit e o investimento nas Units por Investidores Institucionais que sejam Pessoas Vinculadas
poderá promover redução da liquidez das Units no mercado secundário.

Os investidores desta Oferta podem sofrer diluição imediata do valor contábil de seus
investimentos na subscrição das Units.

O Preço por Unit e, consequentemente, o preço por Ação Ordinária e Ação Preferencial deverá ser
maior que o valor patrimonial contábil por ação detido por seus atuais acionistas após a Oferta.
Dessa forma, os investidores pagarão um Preço por Unit maior do que o valor patrimonial da
Companhia, isto é, o total de nosso ativo, menos o total de nosso passivo, dividido pelo número
total das nossas Ações em 31 de dezembro de 2012. Como resultado, em caso de nossa liquidação,
os investidores poderão receber um valor significativamente menor do que o valor de seu
investimento em nós.

A venda, ou a percepção de potencial de venda, de um número significativo de Units
após a Oferta pode afetar adversamente o preço de negociação das Units ou a
percepção de investidores sobre nós.

Nós, nossos atuais Administradores, nosso Acionista Controlador e o FI-FGTS celebraremos um
acordo de restrição à venda de ações (Lock-up), nos termos do Contrato de Colocação
Internacional, pelo prazo de 180 dias a contar da data de publicação do Anúncio de Início,
inclusive. Para mais informações, veja a seção “Informações Relativas à Oferta – Restrições à
Negociação das Units (Lock-up)” na página 44 deste Prospecto.

Adicionalmente, nos termos do Regulamento do Nível 2, nosso Acionista Controlador e seus
Administradores não poderão, nos seis meses subsequentes à data de início de negociação das
Units no Nível 2, vender e/ou ofertar à venda quaisquer das Units ou quaisquer ações de nossa
emissão, incluindo quaisquer ações subjacentes às Units, ou quaisquer títulos e valores mobiliários
negociados em mercado de liquidação futura ou outros ativos tendo como lastro ou objeto valores
mobiliários de nossa emissão, de que eram titulares imediatamente após a Oferta. Após esse
período, o Acionista Controlador e nossos Administradores não poderão, por mais seis meses,
vender e/ou ofertar à venda mais do que 40% das Units ou quaisquer ações de nossa emissão,
incluindo quaisquer ações subjacentes às Units, ou quaisquer títulos e valores mobiliários
negociados em mercado de liquidação futura ou outros ativos tendo como lastro ou objeto valores
mobiliários de nossa emissão, de que eram titulares imediatamente após a Oferta.

Após tais restrições terem se extinguido e as Units objeto dos Instrumentos de Lock-up
tornarem-se disponíveis para venda no mercado, o preço de mercado das Units poderá cair
significativamente caso haja negociação de quantidade substancial das Units, ou caso o mercado
tenha a percepção de que o volume de negociação das Units aumentará significativamente.




                                                71
Podemos precisar de capital adicional no futuro e, como consequência, emitir novos
valores mobiliários, o que poderá afetar o preço das nossas Units e resultar em uma
diluição da participação do investidor em nosso capital social.

É possível que tenhamos interesse em captar no futuro novos recursos no mercado de capitais por
meio de emissão de ações e/ou colocação pública ou privada de títulos conversíveis em ações. A
captação de recursos adicionais por meio da emissão pública de ações e/ou de títulos conversíveis
em ações, que podem não prever direito de preferência aos nossos acionistas, poderá acarretar
diluição de sua participação acionária em nosso capital social e diminuir o preço da ação, sendo que
o grau de diluição econômica dependerá do preço e quantidade dos valores mobiliários emitidos.

Nossos acionistas poderão não receber dividendos ou juros sobre capital próprio.

De acordo com o disposto em nosso Estatuto Social, nossos acionistas tem o direito de recebimento
de, no mínimo, 50% de nosso lucro líquido anual, calculado e ajustado nos termos da Lei das
Sociedades por Ações, a título de dividendo obrigatório ou juros sobre o capital próprio. O lucro
líquido pode ser capitalizado, utilizado para compensar prejuízo ou retido nos termos previstos na
Lei das Sociedades por Ações e pode não ser disponibilizado para o pagamento de dividendos ou
juros sobre o capital próprio. Além disso, a Lei das Sociedades por Ações permite que uma
companhia aberta suspenda a distribuição obrigatória de dividendos em determinado exercício
social, caso o Conselho de Administração informe à assembleia geral ordinária que a distribuição
seria incompatível com nossa situação financeira. Caso qualquer destes eventos ocorra, os titulares
das Units podem não receber dividendos ou juros sobre o capital próprio. Ademais, uma parcela
dos nossos resultados depende dos resultados líquidos de nossas subsidiárias, que podem não vir a
ser distribuídos.

Após a Oferta continuaremos sendo controlados por nosso Acionista Controlador, cujos
interesses podem diferir dos interesses dos titulares das Units.

Imediatamente após a conclusão da Oferta (sem considerar a colocação das Units Adicionais e das
Units Suplementares), nosso Acionista Controlador será titular de 66,04% do total de ações de
nossa emissão. Dessa forma, nosso Acionista Controlador, por meio de seu poder de voto nas
assembleias gerais, continuará capaz de nos influenciar fortemente ou efetivamente exercer o
poder de controle sobre nossas decisões, o que pode se dar de maneira divergente em relação aos
interesses dos titulares das Units.

Estamos realizando uma Oferta de Units no Brasil, com esforços de colocação no
exterior, o que poderá nos deixar expostos a riscos de litígios relativos a ofertas de
valores mobiliários no Brasil e no exterior. Os riscos de litígio relativos a ofertas de
valores mobiliários no exterior são potencialmente maiores do que os riscos relativos a
uma oferta de valores mobiliários no Brasil.

A Oferta compreende, simultaneamente, (i) uma distribuição pública de Units no Brasil, em
mercado de balcão não organizado, nos termos do Contrato de Colocação, e (ii) esforços de
colocação das Units no exterior, exclusivamente junto a Investidores Estrangeiros, nos termos do
Contrato de Colocação Internacional.

Os esforços de colocação das Units no exterior nos expõem a normas relacionadas à proteção de
investidores estrangeiros por conta de incorreções ou omissões relevantes nos Offering Memoranda
e em outros documentos relacionados à colocação das Units no exterior, inclusive relativos aos
riscos de potenciais procedimentos judiciais por parte de investidores em relação a estas questões.




                                                72
Adicionalmente, o Contrato de Colocação Internacional apresenta uma cláusula de indenização em
favor dos Agentes de Colocação Internacional, pela qual devemos indenizá-los no caso de eventuais
perdas no exterior por conta de incorreções relevantes ou omissões relevantes nos Offering
Memoranda. Caso os Agentes de Colocação Internacional venham a sofrer perdas no exterior em
relação a estas questões, eles poderão ter direito de regresso contra o nós por conta desta cláusula
de indenização. Finalmente, o Contrato de Colocação Internacional possui declarações específicas
em relação à observância de isenções das leis de valores mobiliários dos Estados Unidos, as quais,
se descumpridas, poderão dar ensejo a outros potenciais procedimentos judiciais.

Em cada um dos casos indicados acima, procedimentos judiciais poderão ser iniciados contra nós
no exterior. Estes procedimentos no exterior, em especial nos Estados Unidos, poderão envolver
valores substanciais, em decorrência do critério utilizado nos Estados Unidos para o cálculo das
indenizações devidas nestes processos. Além disso, devido ao sistema processual dos Estados
Unidos, as partes envolvidas em um litígio são obrigadas a arcar com altos custos na fase inicial do
processo. Eventual condenação em um processo no exterior em relação a incorreções relevantes ou
omissões relevantes nos Offering Memoranda e/ou em outros documentos relacionados à colocação
das Units no exterior poderá causar um efeito material adverso nas nossas atividades, situação
financeira e resultados operacionais.

Na medida em que o regime de distribuição da Oferta é o de garantia firme de
liquidação e que não será admitida distribuição parcial no âmbito da Oferta, é possível
que a Oferta venha a ser cancelada caso não haja investidores suficientes interessados
em subscrever a totalidade das Units objeto da Oferta.

A garantia firme de liquidação financeira a ser prestada pelos Coordenadores da Oferta consiste na
obrigação individual e não solidária dos Coordenadores da Oferta de subscrição e liquidação das
Units (sem considerar as Units Suplementares, mas considerando as Units Adicionais) que tenham
sido subscritas, porém não liquidadas pelos seus respectivos investidores na Data de Liquidação, na
proporção e até o limite individual de garantia firme de cada um dos Coordenadores da Oferta, nos
termos do Contrato de Colocação. Na medida em que não será admitida distribuição parcial no
âmbito da Oferta, caso as Units (sem considerar as Units Suplementares e as Units Adicionais) não
sejam integralmente subscritas no âmbito da Oferta até a data de conclusão do Procedimento de
Bookbuilding, nos termos do Contrato de Colocação, a Oferta será cancelada, sendo todos os
Pedidos de Reserva e ordens de investimentos automaticamente cancelados. Para informações
adicionais sobre cancelamento da Oferta, veja a seção “Informações Relativas à Oferta” na página
34 deste Prospecto.




                                                73
DESTINAÇÃO DOS RECURSOS
Com base no Preço por Unit de R$20,00, que é o ponto médio da faixa de preços indicada na capa
deste Prospecto, estimamos que os recursos líquidos provenientes da Oferta serão de
aproximadamente R$768 milhões, após a dedução das comissões e despesas devidas por nós no
âmbito da Oferta, sem considerar as Units Suplementares e as Units Adicionais, ou de R$1.047
milhões, considerando as Units Suplementares e as Units Adicionais. Para informações detalhadas
acerca das comissões e das despesas da Oferta, veja a Seção “Informações Relativas à Oferta –
Custos de Distribuição” na página 38 deste Prospecto.

Pretendemos utilizar os recursos líquidos provenientes da Oferta, conforme demonstrado na tabela
abaixo:

                                                                           Percentual de alocação
                                                                            dos recursos líquidos
Destinação                                                                   obtidos na Oferta              Valor Estimado(1)(2)
                                                                                                              (em R$ milhões)
Obtenção de novas concessões, autorizações e/ou
 permissões para exploração de novo
 empreendimentos ................................................                   80%                               614,8
Aquisições de empreendimentos de transmissão
 e/ou geração de energia elétrica já existentes .......                             20%                               153,7
Total ..................................................................          100%                               768,5
(1)
      Calculado com base no Preço por Unit de R$20,00, que é o ponto médio da faixa de preços estimada na capa deste Prospecto.
(2)
      Considerando a dedução das comissões e despesas estimadas da Oferta e sem considerar as Units Suplementares e as Units Adicionais.


Um aumento ou redução de R$1,00 no Preço por Unit de R$20,00, que é o ponto médio da faixa de
preços indicada na capa deste Prospecto, aumentaria ou reduziria, conforme o caso, o montante
dos recursos líquidos que receberíamos com a Oferta em R$38,7 milhões, após a dedução das
comissões e despesas que estimamos ter de pagar no âmbito da Oferta.

Para informações sobre o impacto dos recursos líquidos por nós auferidos em decorrência da Oferta
em nossa situação patrimonial, ver a Seção “Capitalização” na página 76 deste Prospecto.

Nossa principal estratégia de crescimento é a implantação de projetos greenfield, porém
consideramos, ainda, a possibilidade de adquirir empreendimentos operacionais de transmissão
e/ou geração de energia elétrica ou aumento de nossa participação no capital de empreendimentos
em que já possuímos participação. Na data deste Prospecto, não avaliamos a aquisição de
quaisquer empreendimentos de transmissão e/ou geração de energia elétrica já existentes.

A destinação dos recursos da Oferta será influenciada pelas condições futuras dos mercados em
que atuamos, bem como pelas oportunidades de investimento que identificarmos, além de outros
fatores que não podemos identificar na data deste Prospecto. Enquanto os investimentos acima
descritos não forem realizados, no curso regular de nossos negócios, os recursos captados na
Oferta poderão ser investidos em aplicações financeiras que acreditamos estar dentro de nossa
política de investimento, visando a preservação do nosso capital e investimentos com perfil de alta
liquidez, tais como títulos de dívida pública e aplicações financeiras de renda fixa contratados ou
emitidos por instituições financeiras de primeira linha.

Caso os recursos líquidos captados por nós, por meio da Oferta, sejam inferiores à nossa
estimativa, reduziremos a aplicação dos recursos líquidos captados de forma proporcional àquela
informada na tabela acima e, na hipótese de serem necessários recursos adicionais, poderemos
efetuar a emissão de outros valores mobiliários e/ou efetuar a contratação de linhas de
financiamento junto a instituições financeiras.




                                                                           74
Dentre os principais impactos na nossa situação patrimonial e nos nossos resultados, acreditamos
que o uso dos recursos captados resultará no aumento de nossas atividades operacionais, elevando
nosso valor patrimonial em montante proporcional ao incremento da nossa receita e dos nossos
resultados operacionais, proporcionalmente maiores às dispensas com a implantação do projeto.

Em 31 de dezembro de 2012, nosso patrimônio líquido consolidado era de R$3.074 milhões e após
o ingresso dos recursos líquidos da Oferta, caso a Opção de Ações Suplementares seja exercida,
este será de aproximadamente R$3.843 milhões com base no Preço por Unit. A destinação dos
recursos acima descrita é baseada em nossas projeções e análises, estimativas e perspectivas
atuais sobre eventos futuros e tendências. Mudanças nas condições de mercado e do momento da
destinação dos recursos podem nos obrigar a rever a destinação dos recursos líquidos da Oferta
quando de sua efetiva utilização.




                                              75
CAPITALIZAÇÃO
A tabela a seguir apresenta o nosso endividamento total (circulantes e não circulantes) e nosso
patrimônio líquido consolidado em 31 de dezembro de 2012, indicando a situação real naquela data
e a posição ajustada para considerar os recursos líquidos estimados em aproximadamente R$769
milhões (sem considerar o exercício da opção de Units Suplementares e as Units Adicionais) a
serem recebidos por nós em função da Oferta, após a dedução das comissões e das despesas
devidas no âmbito da Oferta. Para mais informações, ver seções “3 – Informações Financeiras”, “10
– Comentários dos Diretores” e “18 – Valores Mobiliários” do Formulário de Referência.

As informações abaixo, referentes à coluna “Real”, foram extraídas das nossas demonstrações
financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012, elaboradas de
acordo com o IFRS e as Práticas Contábeis Adotadas no Brasil. O investidor deve ler a tabela abaixo
em conjunto com os itens “3 – Informações Financeiras Selecionadas” e “10 – Comentários dos
Diretores” do Formulário de Referência, bem como com nossas demonstrações financeiras e
informações financeiras, as quais se encontram anexas por referência a este Prospecto.

                                                                                         Em 31 de dezembro de 2012
                                                                                                             Ajustado
                                                                                          Real             Pós-Oferta(1)
                                                                                               (em R$ milhares)
Empréstimos e financiamentos (Circulante) ...................                           688.715                       688.715
Empréstimos e financiamentos (Não-Circulante) ...........                             2.759.323                     2.759.323
Patrimônio Líquido ..........................................................         3.074.264                     3.842.744
 Patrimônio Líquido atribuível aos Acionistas da Companhia ....                        1.634.131                     2.402.611
 Participação de acionistas não controladores ........................                 1.440.133                     1.440.133
Capitalização total(2) .......................................................        6.522.302                     7.290.782
(1)
      Assumindo que receberemos recursos líquidos de R$769 milhões com a Oferta, após a dedução das comissões e despesas devidas por
      nós no âmbito da Oferta e considerando um Preço por Unit de R$20,00, que é o preço por Unit indicado na capa deste Prospecto, sem
      considerar o exercício da opção de Units Suplementares e Units Adicionais.
(2)
      Capitalização total corresponde à soma dos empréstimos e financiamentos de curto e longo prazos e do patrimônio líquido consolidado.


Um aumento (redução) de R$1,00 no Preço por Unit de R$20,00, que é o ponto médio da faixa de
preços indicada na capa deste Prospecto, aumentaria (reduziria) o valor do nosso patrimônio líquido
ajustado após a conclusão da Oferta em R$38,7 milhões. O valor do nosso patrimônio líquido após
a conclusão da Oferta e ajustes decorrentes estão sujeitos, ainda, a alterações do Preço por Unit,
bem como dos termos e condições gerais da Oferta que somente serão conhecidos após a
conclusão do Procedimento de Bookbuilding.

Excetuando-se o descrito acima, não houve mudanças relevantes em nossa capitalização desde 31
de dezembro de 2012.




                                                                    76
DILUIÇÃO
Os investidores que participarem da Oferta sofrerão diluição imediata de seu investimento,
calculada pela diferença entre o Preço por Unit pago pelos investidores no âmbito da Oferta e o
nosso valor patrimonial contábil por ação imediatamente após a Oferta.

Em 31 de dezembro de 2012, o valor do patrimônio líquido atribuído aos acionistas controladores
da companhia era de R$1.634,1 milhões e o valor patrimonial por Unit de nossa emissão era de
R$9,97, considerando o desdobramento de ações ordinárias e preferenciais de uma para três ações
ocorrido em 28 de março de 2013. O referido valor patrimonial por Unit representa o valor contábil
total dos nossos ativos menos o valor contábil total do nosso passivo, dividido pelo número total de
Units em 28 de março de 2013.

Considerando-se a subscrição de 40.000.000 Units objeto da Oferta, sem considerar o exercício das
Opção de Units Suplementares e de Units Adicionais, pelo Preço por Unit de R$20,00, que é o
ponto médio da faixa de preços indicada na capa deste Prospecto, e após a dedução das comissões
e das despesas, nosso patrimônio líquido atribuído aos acionistas controladores da companhia
ajustado após a Oferta seria de R$2.403 milhões, representando um valor de R$11,78 por Unit.
Isso significaria um aumento imediato no valor do nosso patrimônio líquido por Unit de R$1,81 para
os acionistas existentes e uma diluição imediata no valor do nosso patrimônio líquido por Unit de
41,09% para os novos investidores que adquirirem Units no âmbito da Oferta. Essa diluição
representa a diferença entre o Preço por Unit pago pelos investidores na Oferta e o valor
patrimonial contábil por Unit imediatamente após a Oferta. Para informações detalhadas acerca das
comissões de distribuição e das despesas da Oferta, veja a Seção “Informações Relativas à Oferta –
Custos de Distribuição” na página 38 deste Prospecto.

O quadro a seguir ilustra a diluição por Unit, com base em nosso patrimônio líquido em 31 de
dezembro de 2012:

                                                                                                                      Após a Oferta
                                                                                                                (em R$, exceto percentagens)
Preço por Unit(1) ........................................................................................                   20,00
Valor patrimonial contábil por Unit em 31 de dezembro de 2012(2) ...............                                              9,97
Aumento do valor contábil patrimonial líquido
  por Unit atribuído aos acionistas ..............................................................                            1,81
Valor patrimonial por Unit em 31 de dezembro de 2012 ajustado pela
  Oferta(3) .................................................................................................               11,78
Diluição do valor patrimonial contábil por Unit para novos investidores(3) ......                                            8,22
Diluição percentual dos novos investidores(4) ....................................                                       41,09%
(1)
      Considerando o Preço por Unit de R$20,00 estimado com base no ponto médio da faixa de preço indicativa constante na capa deste
      Prospecto.
(2)
      Considera o número total de nossas ações na data deste Prospecto.
(3)
      Para os fins aqui previstos, diluição representa a diferença entre o Preço por Unit de R$20,00, correspondente ao ponto médio da faixa de
      preço indicativa constante na capa deste Prospecto a ser pago pelos investidores e o valor patrimonial líquido por Unit imediatamente
      após a conclusão da Oferta.
(4)
      O cálculo da diluição percentual dos novos investidores é obtido por meio da divisão do valor da diluição dos novos investidores pelo
      Preço por Unit de R$20,00, correspondente ao ponto médio da faixa de preço indicativa constante na capa deste Prospecto a ser pago
      pelos investidores.
O Preço por Unit a ser pago pelos investidores no contexto da Oferta não guarda relação com o
valor patrimonial das nossas Units e será fixado tendo como parâmetro as intenções de
investimento manifestadas por Investidores Institucionais, considerando a qualidade da demanda (por
volume e preço), no âmbito do Procedimento de Bookbuilding.

Para uma descrição mais detalhada do procedimento de fixação do Preço por Unit e das condições
da Oferta, veja a Seção “Informações Relativas à Oferta” na página 34 deste Prospecto.




                                                                             77
Um acréscimo (redução) de R$1,00 no Preço por Unit, conforme estimado neste Prospecto,
acarretaria um acréscimo (diminuição), após a conclusão da Oferta, (i) no valor do nosso
patrimônio líquido contábil; (ii) o valor do patrimônio líquido contábil por ação de nossa emissão;
(iii) na diluição do valor patrimonial contábil por ação aos investidores desta Oferta em R$0,81 por
Unit, assumindo que o número de Unit estabelecido na capa deste Prospecto não sofrerá
alterações, e após deduzidas as comissões e as despesas relativas à Oferta. O valor do nosso
patrimônio líquido contábil após a conclusão da Oferta está sujeito, ainda, a ajustes decorrentes de
alterações do Preço por Unit, bem como dos termos e condições gerais da Oferta que somente
serão conhecidas após a conclusão do Procedimento de Bookbuilding.

O quadro abaixo apresenta a comparação entre o valor pago pelas ações de nossa emissão nos
últimos 5 anos e o Preço por Unit:

                                                                                         Simulação de               Simulação de
                    Natureza da         Quantidade                                      perda financeira           perda financeira
Data                 operação            de Ações             Valor por Ação             por ação(1)(2)               total(1)(2)
18/09/2009           Aumento de          29.243.000              R$13,68,                      R$2,11                R$185 milhões
                       capital                               considerando um
                                                            aumento de capital
                                                           de R$400.000.000,00
(1)
      Considerando o Preço por Unit de R$20,00, que é o ponto médio da faixa de preços indicada na capa deste Prospecto.
(2)
      Corresponde à diferença entre o Preço por Unit e o preço pago na subscrição das ações.


Para informações acerca dos últimos aumentos de nosso capital social, ver item “17.2 – Aumentos
do Capital” do Formulário de Referência.

A Companhia não pretende implementar plano de opção de compra de ações no curto prazo.




                                                                    78
ANEXOS
•   ESTATUTO SOCIAL CONSOLIDADO DA COMPANHIA
•   ATA DA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DA COMPANHIA, REALIZADA EM 9 DE
    NOVEMBRO DE 2012, QUE APROVOU A REALIZAÇÃO DA OFERTA
•   MINUTA DA ATA DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA COMPANHIA QUE
    APROVARÁ O AUMENTO DE CAPITAL DA COMPANHIA E FIXARÁ O PREÇO POR UNIT
•   DECLARAÇÕES DE VERACIDADE DA COMPANHIA E DO COORDENADOR LÍDER PARA FINS
    DO ARTIGO 56 DA INSTRUÇÃO CVM N.º 400, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2003, CONFORME
    ALTERADA.




                                      79
(Esta página foi intencionalmente deixada em branco)
•   ESTATUTO SOCIAL CONSOLIDADO DA COMPANHIA




                                     81
(Esta página foi intencionalmente deixada em branco)
ALUPAR INVESTIMENTO S.A.

                                       CNPJ/MF nº 08.364.948/0001-38
                                            NIRE 35.300.335.325

                                                 Anexo I
                                  À Ata da Assembleia Geral Extraordinária
                                     Realizada em 28 de março de 2013

                                               ESTATUTO SOCIAL

CAPÍTULO I        DENOMINAÇÃO, SEDE, PRAZO DE DURAÇÃO E OBJETO SOCIAL

A rt igo 1º                  A Alupar Investimento S.A. é uma sociedade por ações
( “ S oc i e d ad e ” ) , r eg id a p e l o d is p os t o n es t e E st at u t o S o c i a l e p e l a s d is p os i ç õ es
legais aplicáv eis, in clu in do a L ei 6. 4 04, d e 1 5 d e d e z em b r o d e 1. 9 76,
c on f or m e a l t e r ad a ( “ L e i d a s S o c i e d ad es p or Aç ões ” ) e p el o R e gu l am e n t o d e
Listagem do Nível 2 da BM &FBOVE SP A S.A. – Bols a de Valores, Merc adorias e
F utu ros (“Regu lament o do N ív el 2” e “BM &F BOVE SPA”, respect iv a ment e).

Parágrafo Único C o m a ad m i s sã o d a S o c i ed a d e n o s e g m ent o e s p e c i a l d e
                l i s t a g em d e no m i nad o N í ve l 2 d e G o ve rn an ça C orp o rat iv a, da
                BM&F BOVE SPA (“Nível 2”), sujeitam-se a Sociedade, seus
                a c ion is t as, a d m in ist r ad o r es e m e m b r os d o C on se lh o F isc al,
                quando instalad o, às disposições do Regulamento do Nível
                2.

A rt igo 2º                A S oc i e d ad e t em sed e n a C id a d e d e S ã o P au l o, E st ad o d e
São Paulo.

Parágrafo Único Mediante deliberaç ão da Diretoria, a Socied ade poderá,
                o b s e rv ad o o d i s p os t o n o capu t d est e ar t igo, a lt e r a r o
                e n d er e ç o d e s u a s e d e , ab r i r, mu d ar , f e c h ar ou a l t e r a r os
                en dereços de f iliai s , sucu rsais, agências, escrit órios ou
                repres entações da Sociedade em qualquer parte do País ou
                d o ext e r i or , o bs e rv ad a s as f ormalidades legais.

A rt igo 3º               A Sociedade tem por objeto (i) a part icipação em ou t ras
s o c i e da d es atu an t es n o s s et o r e s d e en e rg i a e inf r a es t rut u r a, n o Br a s i l ou n o
e x t er i o r , c o m o a c i o n is t a o u qu ot i s t a ; ( i i ) a g e ra ç ã o, t ra n s f o r m açã o,
tran sp ort e, t r an s mi s s ã o, a dis t ri bu i ç ão e o c om é rc i o d e e ne rg i a e m qu alquer
f orma; ( iv ) a elaboração de est udos de v iabilidade e projet os, promov er a
c on st ru ção, a o p e ra ç ã o, a m a n u t en ção d e u s i n as d e g er a ç ã o d e e n e rg i a , de
l i n h as d e t r ans m i ss ã o e d e t r an sp o rt e , sub e sta ç õ e s, r ed e s d e d is t r i bu i çã o e




                                                    83
bem    assim   a   realização   de   quaisquer outros                                    serviços afins             ou
complement ares; e ( iv) a realização de quaisquer                                       outros serviç os           ou
atividades na área de infraestrutura.

A rt igo 4º                O praz o de du raç ão d a S oc ied ad e é ind et ermin ad o.



CAPÍTULO II CAPITAL E AÇÕES

A rt igo 5º O               capital    social      da     Sociedade,         totalmente            su bscrito       e
in teg r a l i za d o, é d e R $ 8 0 4.00 1 .0 00 ,0 0 ( o i t oc e nt o s e qu a t ro m i l hõ es e um mil
r e a i s ) , d iv i d i d o em 4 9 1. 730. 000 ( qu at r ocen tas e n ovent a e uma milh ões,
s e t ec en t os e t r i n t a m i l ) a ç ões , s en d o 4 1 6. 85 3. 0 0 0 ( qu at r o c en t a s e d e z e s s eis
milh ões, oit ocent as e cinquent a e três m i l ) aç õ e s ord iná ri as e 7 4 .8 77 .0 00
( s et en t a e qu atr o m i l h ões , o i t ocen t a s e s et e n t a e s et e m i l ) açõ e s
p r ef eren c iais , tod as n ominat iv as, esc r itu r ais e sem v alor n omin al.

A rt igo 6º      C ad a a ção o r d i n ária                   c o r r e sp on d e   a   01    ( u m)    v ot o   nas
deliberações das Assemb leias Gerais.

Parágrafo Único As aç ões ordinárias poderão, a qu alquer tempo, median te
                s o l i c i t a ção d e s eu s t i t u l a r es , s er c on v e rt i d a s e m a ç ões
                p r ef e r en c ia i s , à r az ã o d e 1 ( u m a ) aç ã o o rd i n á r i a p a r a 1
                (uma)            ação     preferencial,          desde    que        int e g ra l i z ad a s,
                observ ad o o limite legal e a ordem cronológica dos pedidos.
                O s p ed i dos d e c on v e r são dev e r ã o s er a p r es en t a do s pel o s
                a c i o n is t as, p o r esc r i t o, à D i r et o r ia d a S oc i e d a d e. O s
                p e d i d os de c on v ersão r e c eb i d os e aceitos pela Diretoria
                d e v er ã o ser h o m o l og a d os n a p r i m e i r a r e u n i ã o d o C on s e lh o
                d e A d m in i s t ra ç ão qu e s e r e a li z a r.

A rt igo 7º                A s aç õ es p r ef e r en c ia i s n ã o co n f e r e m ao s eu t i t u l a r d i r e i t o a
v ot o n a s d e lib e r aç õ e s d a A s s em b leia G e r a l, e x c et o q ua nt o às m at é r ia s
e s p ec i f i c ad a s n o P a rág r af o P r i m e i r o abaixo, sendo- lhes asseguradas as
s egu int es p ref er ência s e v an ta g en s:

         a) p r i or i d ad e n o r ee mbo l s o d e c ap i t a l , s e m p rê m i o ;

         b) part icipação nos lu cros dist ribu ídos em igualdade com as ações
            ordinárias; e

         c ) d i r e i t o d e s e r e m inc l u í d as em o f ert a p ú b l i c a de a qu i s i çã o d e aç ões
             e m d ec o rr ê n c i a d e A l i e n aç ão d e C on t r o l e d a S o c i e d ad e a o mesmo
             p r e ç o e n a s mes ma s c on d i çõ e s of e rt a d a s a o A c i on i s t a C on t r o l a dor




                                                   84
A lien an t e.

Parágrafo 1º              A s aç ões p r ef er en c iais emit idas possu em d ir eit o a v ot o em
                          q u a i s qu e r d e l i b e r açõ e s d a Assembleia Geral sobre:

        a) tran sf ormação, incorporaç ão, fusão ou cisão da Sociedad e;

        b) a p r ov aç ã o d e con t r at o s ent r e a S o c i e d ad e e s eu A c i on i s t a
           C on t r o l a d o r , c on f or m e d ef i n i d o n o P a r á g ra f o Ú n i co d o A r t i g o 25
           dest e Estatuto Social, diretamente ou por meio de terceiros, assim
           c o m o d e o u t r as s oc i e d a d es n as qua i s o Ac i on i st a C on t r o la d o r t en h a
           interesse, semp re que, por força de disposição legal ou es tatutária,
           sejam deliberados em Assemb leia Geral;

        c ) avaliação de bens destin ados à integralização de aumento de capital
            da Sociedade;

        d) es c olh a de i n s t i t uiç ã o o u emp re sa es pecializad a para determin ação
           d o v a l o r e c on ô m i co d a S oc i e d a d e, con f o r m e os p a rá g raf o s 1 º e 2 º
           d o A rt i g o 2 8 d es t e E st at u t o S o c i a l ; e

        e ) a l t er aç ã o ou r ev o g aç ã o d e d i s p os i t iv os e st a tut á rio s qu e a lt e r e m ou
            mod if iqu em qu aisqu er d as ex ig ên c ias prev is tas n o item 4. 1 d o
            R egu l a m en t o d o N í ve l 2 , re s s a lv ad o qu e e s s e d i rei t o a v oto
            prevalecerá en quanto estiver em vigor o Contrato de Part icipação no
            N ív el 2 de Gov ern ança Corporat iv a (“C ont rat o do N ív el 2” ).

Parágrafo 2º                      É v ed ad o à So c i e d ad e emi t i r p a rt e s b enef i c i á rias.

A rt igo 8º                 A S o c i e d ad e p o d er á, a q u a l qu e r t em po , p o r d e lib e r a ç ão d a
A s s em b l e i a G e r a l o u , n a h i p ó t es e prevista no Parágrafo 1º ab aixo, do
C ons e lh o d e A d m in ist r aç ã o: a ) e m it ir ações ordinárias e preferenciais ou
c r i a r c l ass e s d e a ç õ e s p re f e r en c i a is ou aum e n t a r o n ú m e ro d e aç ões
p r ef e r en c ia i s d e c l as s es ex i s t e n t e s s em gu a rd ar p r op o rçã o c om as e sp é c i es
e/ ou c las ses d e aç ões já ex ist en t es, ou qu e possam v ir a ex ist ir, ob s erv ad o o
l i m i t e d e 5 0% ( c inq u ent a p or c en t o) d o t ot al das ações emit idas para ações
p ref e r en c ia i s s em d i r ei t o de vo t o ou c om d i r e i t o d e v ot o r e s t r i t o , q u e
p o d e rã o s e r ou n ão r e s g at áv e i s e t er ou n ã o v a l o r n om i n a l ; b ) a p r ov ar o
resgate de ações, observ ad o o dispost o n o A rt i g o 4 4 , §6 º d a L e i das
Sociedad es por Aç ões.

Parágrafo 1º              A Sociedade es tá autorizada a aumentar o capital social
                          mediante deliberação do Conselho de Ad ministração,
                          i n d ep e n d ent e m en t e d e r e f orma e s t a t u t á r i a, por m e i o d a




                                                85
e m i s s ã o de a ç õ e s or d i n ár i a s e /ou a ç ões p ref eren c iais, até o
               l i m i t e d e 5 0 0. 00 0. 0 0 0 ( q u in h en t a s mi l h õ e s ) de a ç õ es . O
               C on s e l h o d e Ad m in i s t raç ão f i x a r á as con d i ç õ e s d a e m is s ão ,
               in clusiv e preço, praz o e f orma d e in t eg ra l i z a ç ão .

Parágrafo 2º   A S oc i e d ad e p o d e rá, d en t ro d o l i m i t e d e c a p it a l au t or i z ado
               n o P a r ág ra f o 1º a c i m a e d e a c o r d o c o m p l ano a p r ov ad o
               p el a A ss em b l e i a G e ra l , ou t o rg a r o pç ã o d e c o mpra de ações
               a s eu s a d m i n is t rad o r es ou e mp r eg a d os ou a p es s o as
               naturais que prestem serv iços à Sociedade ou a sociedade
               sob seu controle.

Parágrafo 3º   Dentro do limite do capital autorizado, o Conselho                                        de
               A d m in i s t ra ç ã o p oderá d e l i be ra r a emi s s ã o de bônus                    de
               s u b sc r i ç ão e d e d eb ê n t u r es c on v er s í v e i s e m açõ e s .

Parágrafo 4º   N a p r o por ç ã o d as a ç õ es q u e p os su í r e m, os a c i on i st a s
               p o ssu i r ã o d i r e i t o de p r ef e r ên c i a p ar a su bs c r içã o d e n ov a s
               ações, ou qu aisquer v alores mobiliários conversív eis em
               aç ões, cujo p raz o p ara ex erc íc i o será de 30 (trinta) dias .
               E st e d i r e it o d e p r efe r ê n c i a pod e r á, n o e n t an t o, a c r i t é r i o d o
               C on s e l h o d e A d m in i s t r aç ã o, s er e x c l u íd o o u t e r s e u pr azo
               p a r a ex e rc í c i o r e duz i d o, n a e mi s s ã o de a ç õ e s ( in c lu í d as a s
               a ç õ e s r e pr e s en t a d as p o r Un its , c on f o rm e d ef i n id o n o Ar t ig o
               3 9 d es te Es t a t ut o S oc i a l ) , d ebêntures conversíveis em
               a ç õ e s ou b ô n u s de s u b sc r iç ã o cu j a c o l o c aç ão s e j a f ei t a
               m e d i a n t e v e n d a em b o l s a d e v a l o r es o u p o r s u b sc r i çã o
               pública, ou ainda mediante permuta de aç ões, em oferta
               p ú b l i c a de a qu i s i ç ão d e C on t r ole, n o s t e r m os e st a b e lec idos
               n a L e i da s Soc i ed a d es p or A çõ e s, d en t r o d o l i m i t e d o
               c a p it a l aut o r iza d o.

Parágrafo 5º   A S o c i e da d e p od er á , por d e l i b e r a ç ão d o C on s e lh o de
               A d m in i s t ra ç ã o, a dqu i r i r a s a ç õ e s d e s u a p róp r i a e m i ss ã o
               para perman ência em t esou raria e post erior alien ação,
               i n c l u s i v e n o â m b it o d e p l an os d e op ç ã o d e c o m pr a ou
               s u b sc r i ç ão d e a ç ões ap r ov ad o s n o s t e r m o s d es t e E st at u t o
               Social, ou cancelamento, até o montante do sald o de lucro
               e d e r e s er v as , exc e t o a r es e r v a l e g al , s e m d im i n u i ç ã o d o
               capital social, observadas as normas ex pedidas pela
               C omissão           de   Valores         M obiliários    ( “C VM”)      e   demais
               disposições legais aplicáv eis.




                                       86
A rt igo 9º                   T o das a s a ç õ e s d a S o c i e d ad e s ão e s c r itu r a is, n om in at iv as e
mant idas em con ta de depósit o, junt o à in st itu ição f inan ceira aut o riz ada pela
C VM , e m n o m e d e s eu s t i t u l a r e s , n os t er mo s d a l e g i s l a ç ã o a p l i c á v e l. A
i n st i t u i ç ão f i n an c eir a d e p osit á r i a p od erá c obrar d o ac ion ist a o cu st o d e
t r an sf e rên c i a d e pr o p r i e d ade e a v er ba ç ã o d as a ç õ e s, a ss i m c o mo o cu st o d o
serviç o relativo às ações es criturais, observ ados os limit es máx imos f ixados
pela CVM.

A rt igo 10                 N o s c as o s d e r e e mb o l s o de a ç õ e s p r ev i s t o s e m l e i , o v a lo r
de reembolso será o v a lor de pat rimôn io líqu ido contábil das ações, de
a c o rd o c om o ú l t i mo b a l an ç o a p r ov ad o p e l a A ssem b l e i a G e r a l o u c om b a l an ço
e s p ec i a l , n a h i p ót es e e n o s t e r m os pre v i s t o s n o A r t ig o 4 5 , § 2º da L e i d as
S o c i e d ad es p or Açõ e s , s egun d o o s c r i t é r i os d e av a l i a ç ã o d o at i v o e do
p a ss i v o f ix a dos n a l e g i s l a ç ã o s oc i e t á r ia e os prin cípios contábeis geralmente
a c e i t os .

A rt igo 11               T o d o aquele q u e, in d iv idu a lment e, a g in do em c o n jun to o u
repres entando um mesmo interess e, ad qu irir ações de emissão da Sociedade
é obrigado a divulg ar, mediante comun i c aç ã o à S o c i ed ad e , a a qu i s i ç ão de
a ç õ e s que , s o m ada s às já p os su í da s , r ep r es e n t e m per c en t u a l i g u a l ou
s u p e r i o r a 5% ( c in co p or c en t o ) d o c ap it al da Sociedade. Igu al dev er t erão os
t itu lares de debêntu r es ou de ou t ros tít u los e valores mobiliários conv ersív eis
em ações e bônus de subscrição que as s egu r em a s e u s t i t u l a r e s a a q u is i çã o
d e a ç õ es n os p e r cent u a i s p r ev i s t o s n e ste A rt i g o 1 1 . S e m p r e ju í z o da s d e m a is
cominações previstas em lei e na regulamentação da CVM, o ac ionista que
d e sc u m p r ir e st a o br i g a ç ã o pod e r á t e r su sp en s os s eu s d i r e i t o s, n a f or m a do
A r t i go 120 d a L e i d a s S oc i e d a d es p o r A ç õ es e d o Ar t i g o 1 4 , a l í n e a “ d ” , d e ste
Estatu t o S oc i a l , r es s a lv a d os o s d i re i t o s es s en ci a i s p r ev is t os n o Art i g o 1 09 d a
Lei de Sociedad es por Ações, cess an do a suspen são tão logo cu mp rida a
o b r i g aç ã o.

Parágrafo Único A c om u n ic a ç ão à S o c i e d ad e d e q u e t r at a o capu t d es t e
                A r t i g o 1 1 d e v er á s er r e a l i z a d a e m a t é 2 ( d o is ) d i a s ú t e i s d a
                data da efet iva aq uisição de ações, median te envio de
                n ot i f i c aç ão e s c r it a a o d e par t amen t o d e r e l a ç õ e s c om
                i n v es t i do re s d a S oc i e d a d e, c om pr ot o c olo d e r ec eb i m e n t o.



CAPÍTULO III ASSEMBLEIAS GERAIS

A rt igo 12          A Assembleia Geral reun ir-se- á, ordin a riamente, u ma vez
p o r an o, n os 4 ( q u a t r o) p r ime i r o s mes e s s e gui n t es a o t é r m i n o do e x e rc í c io
social e, extraordinariamente, sempre qu e os interess es sociais assim o




                                                 87
exigirem, observadas em sua convocação,                                      in stalaç ão       e    deliberação           as
disposições legais e est atu tárias pert in en tes.

A rt igo 13                  A Assembleia Geral será in stalada e presidida pelo
P r es id en te d o C ons elh o d e A d min is tra ç ão ou, n a au s ên c i a d e st e , p e l o V i c e -
P r es id en te d o C ons elh o d e A d min is tra ç ão, ou, ainda, na au sência dest e, por
outro C onselheiro eleito por maioria s i m p l e s d o s ac i o n i st as pr e s en t es à
Assembleia. O president e da mesa convidará um dos acionistas presen tes
p a r a s ec re t a r i a r os t r a b a l h os .

Parágrafo 1º               S e m p r e ju í z o d o d is p os t o n o A r t i g o 123 , § ú n i c o d a L e i d as
                           S oc ied ad es por Aç ões, a A ss emb leia Geral d ev e s er
                           con v ocada pelo Presiden te ou p e l o V i c e - P r es i d en t e d o
                           C on s el h o d e Ad m i ni s t raç ã o, p o r m e i o d e ed i t al publicado
                           c o m p e l o m en o s 1 5 ( qu in z e ) d i a s d e ant e ced ê n c i a, e m
                           p r imeir a c on v oc aç ão , e c o m 8 ( o it o ) dia s d e ant ec ed ên c ia ,
                           em segunda convocação.

Parágrafo 2º               A ata da Assembleia Geral será arquiv ada no Registro do
                           Comércio no praz o máximo de 30 (trinta) dias contados da
                           data de sua realizaç ão e publicada nos termos da Lei das
                           Sociedad es por Aç ões.

Parágrafo 3º               A Assembleia Geral só poderá deliberar sobre assuntos da
                           o r d e m do d i a , con s t an t es d o s r e s p ec t iv o s e d i t a i s d e
                           c on v oc aç ão, r es sa l v a d a s a s ex c eç õ es pr e v i st a s n a L e i d as
                           Sociedad es por Aç ões.

Parágrafo 4º               N a A s s em b l e i a G e r a l , o s a c i o n is t as d e v e r ão a p r e s en t a r ,
                           c o m n o m í n i m o 7 2 ( s et en t a e d u as ) h o r a s d e ant e c ed ên c i a,
                           a l é m d o d o cu m en t o d e i d ent i d a d e, c o m pr ov an t e d e sua
                           r e s p ec t iv a p a r t i c ipa ç ã o a c i on á r ia, e x p e d i d o p el a i n s t i t u iç ã o
                           financeira esc r itu rad or a.

A rtigo 14               C omp et e à Assembleia Geral, a lé m das m at é r ias p r ev ist as
n o A rt ig o 8 ° d e st e E st atut o S o c ia l:

        a) d e l i b e r a r s o b r e a lt er a ç ã o d o E st at u t o S o c i a l ;

        b) eleger ou destituir, a qu alqu er t empo, memb ros do C on s elh o d e
           A d m in is traç ã o e d o C on s e lh o Fiscal, se instalado;

        c ) t om ar , anu a l m ent e , a s c ont as d os adm i ni s t ra d o re s e d e lib e rar s o bre
            as demonstrações financeiras por eles apresentad as;




                                                     88
d) s u s p end e r o ex e rcíc i o d os d i r e i t o s d o ac i on i s t a qu e d e i x a r              de
   cumprir ob rigações impostas por lei ou por este E st atu t o Social;

e ) d e l i b e r a r s o b r e a av a l i a ç ã o d e b en s d e st i n ad os à i n t eg ra l i z a ç ã o d e
    a u m en t o d e c ap i t a l d a S o c i ed a d e;

f) d el i b er a r s ob r e a emi s s ã o de a ç ões e b ônu s de su bs criç ão, ex c eto
   q u a n d o a e m i s s ã o oc o r r e r d en t r o d o l i m i t e d o ca p i t a l au t o ri z ado ;

g) f i x a r a r e m u n er a ç ã o g lo b a l d os m e m b r o s d o C on s e l h o d e
   A d m in i s t ra ç ã o e d a D i r et o r i a, as s im c o m o d os m e m b r os d o C on s e lh o
   Fi s c a l, s e i n st a l a d o;

h ) d e l i b e r a r s o b r e a t r an sf orm a ç ã o, f u sã o, i n co r p o ra ç ã o e c i s ã o d a
    S o c i e d ad e, s u a d i s so l u ç ão e liq u i d aç ão, eleger e destituir liquidantes
    e ju lgar-lhes as contas;

i ) a u t o r iz a r a e m i s sã o d e d eb ê n t u r es , s a l v o n o c a s o d e d e b ên t u re s
    s i m p l es, n ã o c on ve rs í ve i s ou, no c aso d e d ebênt ure s co n v e rsív e is
    em ações, quan do a emissão ocorrer dentro do limite do capital
    a u t o r iz a do, c u ja s emi s s õ es , e m a m bas a s h i p ót es e s ac i m a p r ev i s t as,
    s e r ã o aut o r i z ad a s p e l o C on se l h o d e Ad m i n i st r aç ã o;

j ) deliberar o cancelamento do reg i s t r o d e c om p anh i a a b e rt a;

k ) deliberar sobre a saída da Sociedad e do Nível 2;

l ) escolh er a instituição ou empresa es pecializad a para determin ação
    do v a lor econ ômico da Sociedade, em c as o d e can c e la m e n t o de
    r e g i s t r o d e c om p anh i a a b e rt a ou saída da Sociedade do Nível 2;

m)        a p r ov a r pr e v i a m en t e p l a n os d e o u t o rga d e o p çã o d e c om p r a ou
     s u b sc r i ç ão d e açõ e s a os a d m in i st r ad o r es o u e mp r e g ad os d a
     S o c i e d ad e, ou a p es s o as n at u r a i s qu e p r e st e m s e r v iç o s à S o c i e d ade
     o u à s s o cie d a d e s sob s eu c on t r o l e, s em d i re i t o d e pre f erência para
     os acionistas;

n ) deliberar sobre qualquer matéria                         qu e    lh e   seja     su bmet ida       pelo
    C ons e lh o d e A d m in is t raç ão ;

o) d el i b er a r s ob r e a rec up e raç ão jud i c i a l o u e xt ra jud i c i a l d a So cie dade
   ou requ erimen to de su a f a lência; e




                                         89
p) r es ol v er os c as os o m i s s os no p res e nt e Es t at ut o S o c i a l , o bse rv ad as
          a s d i sp os i ç õ e s d a Lei d a s So cie d a d e s po r A çõ e s e d o R egul a m e n t o do
          N ív e l 2 .

Parágrafo Único As deliberações da Assembleia Geral, ressalvadas                                            as
                exceções previstas em lei e observado o Artigo                                             28,
                P a rág r af o 2 ° d es se E st at u t o S o c i a l , s e r ã o t o m a d as              p or
                m a i o r i a de v ot o s d o s p r e se n t e s, n ão s e c omp u t and o                  os
                v ot os em b r an co.



CAPÍTULO IV ADMINISTRAÇÃO DA SOCIEDADE

A rtigo 15                  A S oc i e d a d e s e rá a d m ini s t rad a p or um C o ns e lho              de
A d m in is tra ç ã o e por u ma D ir e to r ia , c om o s p o d e r es c o n f e r ido s p e l a           lei
a p l i c á v e l e d e ac o rd o c o m o p r e s ent e E st at u t o S o c i a l .

Parágrafo 1º           A s d e lib e r a ç õ es d o C on se lh o de A d m in ist r aç ã o e da
                       D i r e t o r i a c on st a r ão d e a t as l a v r ad as e a s s in a das n os l i v ros
                       próprios da Sociedad e.

Parágrafo 2º           O s m em br o s d o C on s e lh o d e A d m in istr a ç ã o e da D ir et o r ia
                       t omarão p o ss e nos 30 ( trinta) d ias su bs equ ent es às suas
                       r e s p ec t iv a s e l e i ç õe s , m e d ia n t e as s in at u r a d e t e r m o d e
                       posse lavrado n o s liv r os mant idos pela Sociedade para esse
                       f i m , d i sp en sa d a g ara n t i a d e g e st ã o, per m an e c en do su j e i t o s
                       aos requisit os, impediment os, deveres, obrigações e
                       responsabilidades previstos nos A rt i g o s 1 4 5 a 1 58 da Le i
                       d as Soc ied ad es p or Aç ões.

Parágrafo 3º           A p ar t i r da c e l e b raç ã o p e l a S o c i e d ad e d o C on t ra t o d o N ív e l
                       2 , a posse d os m em b r os do C on s e l h o d e Ad m i n is t raç ão e d a
                       D i r e t o r i a n os resp e ct i v os c a r gos est ará condicion ada à
                       prévia            s u b sc r i ç ão do     Termo          de      A n u ên c i a   dos
                       A d m in i s t rad o r es n os t e r m os d o d i s p ost o n o R egu l a m en t o d o
                       N ív el 2, bem como ao at en diment o dos requ isit os legais
                       aplicáveis.

Se ção I               Co ns el ho de Adm inistração

A rt igo 16 O C on se lh o d e Ad m in ist r aç ã o é c om p o st o por , n o m ín im o 7 (se t e )
e , n o má x im o, 10 (d ez ) m e m b r os, e e v entu a l ( a is) su p len t e( s), c as o
n o m ea d o(s ) p e l o s A c i on i s t a s, t od os ele it os e dest itu ív eis pela Assembleia




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G e r a l , r es i d e n t e s ou n ã o n o P a í s , c om mandato unif icado de 2 (dois) anos,
sendo permitida a reeleição.

Parágrafo 1º         S em p r e juí z o d o d i s p os t o no c apu t d e s t e Art i go 16 , os
                     m e m b r os d o C on s e lh o d e A d m i n i s t r a ç ã o p e r man e c er ã o n o
                     e x e rc í c i o d e s eu s c a r go s a té a eleição e posse de seus
                     s u c ess or es .

Parágrafo 2º         D os m e mb r o s d o C on s e l h o d e Administração, no mínimo,
                     2 0%           ( v int e    po r    c en to )    d ev e r ão ser   C ons e lh e ir o s
                     In d ep en de nt e s, c onf o rm e def i ni çã o d o Re gu la me nto do
                     Nível 2, e expressamente declarados como tais na ata da
                     Assembleia               Geral       que      os    eleger,    sendo     tamb ém
                     c on s i d e rad o ( s ) c om o i n d epen d ent e( s) o ( s ) c on s e lh e i r o(s )
                     e l e i t o ( s ) m e d i a n t e a f acu ldade prev ist a n o c aput e § § 4º e
                     5 º, do Art i g o 1 4 1, d a L e i da s S o c i e da d e s p or A ç ões . O s
                     C ons e lh e ir o s In d epen d ent es n ã o t e r ã o sup le nt es .

Parágrafo 3º         Q u and o, e m d e c o rr ê n c i a d a o b s e rv ân c i a do p e r c ent u al
                     referido no parágraf o acima resultar número frac ionário de
                     c on s e lh e i r o s , p ro c ed e r - s e- á a o a r red on d a m en t o n os t e r mos
                     do Regu lamento do Nível 2.

Parágrafo 4º         Os cargos de Presidente do Cons e lh o de A d m in ist r aç ã o e d e
                     D iretor     P res id en te    da   S oc ied ad e       n ão    pod erão       s er
                     a cu mu l a do s p e l a m e s m a pes s o a, r es s a lv a d o o d i s p ost o n o
                     Regu lament o do N ív el 2.

Parágrafo 5º         A Assembleia Geral in dicará, ent re o s e l e i t o s , o Pre s id ente
                     e o V i c e - P r e s i d en t e d o C on se lh o de A d m in is t ra ç ão . O
                     P r es i d en t e d o C on s e l h o de A d m in i s t ra ç ã o, ou e m c a so d e
                     sua       ausên c ia      ou     impediment o          temporário,     o     Vice-
                     P r es i d en t e , s erá re s po nsá ve l p e la c onvo ca ç ã o e pe la
                     presidência das reun iões do C ons e lh o d e A d m in is t raç ão .

Parágrafo 6º         N o c as o d e i m p e d i m e n t o o u au sên c i a t em p o r ár i a d o
                     P r es id en te d o Cons elh o d e Ad min ist r aç ão, es te ser á
                     subst itu ído pelo Vice-P resident e e, c as o v e r i f i ca d o t a mbé m
                     seu impediment o ou au sência t emporária, por qu alqu er
                     o u t r o m em b r o d o C on s e l h o d e A dm i n is t raç ão , es c o lh i d o n a
                     ocasião pela maioria simples dos Con se lh e ir o s pr e s en t es, o
                     q u a l p o der á p r at ic a r t o d os o s at os qu e ca b e r i a m ao
                     P r es id en te   do    Cons elh o      de     Ad min ist r aç ão,      enqu ant o
                     perdurar o impedimento ou ausência.




                                           91
Parágrafo 7º              E m caso de v acân c ia do cargo, por f aleciment o, renúncia ou
                          impedimento por tempo prolongado ou permanente de
                          C ons elh eir o , c a b erá a o C ons elho de Administração eleger,
                          por maioria simples, o substituto, cujo mandat o terminará
                          n a primeira Assembleia Geral q ue s e re a l i z a r. Caso haj a
                          v a cân c ia       da    maioria     dos      cargos       do   C onselh o         de
                          A d m in i s tra ç ã o, a A s s em b l e i a G e ra l s e rá c onvo cada para
                          eleger os novos Conselheiros. Cas o h a j a a v a cân c ia d a
                          t ot a l i d a d e d o s c arg o s do C o n s e l h o d e A d m in i s t r aç ã o, a
                          Diretoria          deverá     convocar       a    Assemb leia      Geral         com
                          u rg ên c ia.

Parágrafo 8º              Qualquer membro do Conselho de Administração poderá ser
                          s u b st i t u í do , m e s mo q u e em c a r át er t e m p orá r i o , p o r s e u
                          s u p l e n t e, s e h ou v e r , ex c et o e m r e l a ç ã o a os C on s e lh ei r o s
                          Independentes.

A rt igo 17                O C on s e lh o d e Ad m in ist r aç ã o r eunir - s e- á,               s e m p re q ue
c on v oc ado p e l o s eu P r es i d ent e , ou em c as o de su a ausên c i a ou                   i m p e d i m en t o
t e m po r á r io, p e l o s eu V i c e - P res i d en t e, c o m ant ec e d ên c i a m í n i m a    d e 5 ( c in c o)
d i a s e m p r i m e i r a c on v oc aç ão e d e 2 ( d o i s) d ia s e m s eg u n d a                c on v o ca ç ão,
d e v en d o a c on v oc a çã o es t a r ac o m pan h ad a d a o rdem d o d i a.

Parágrafo 1º              I n d e p en de n t e m en t e d as f o rma l i d a d e s p r ev i st a s n es t e A rt i g o
                          1 7 , s e r ã o v á lid a s as r e un iõe s d o Con s e lh o d e A dm in is tr a ção
                          que contarem com a presença ou representação da
                          t ot a lid a d e d os m e mb r o s e m ex e r c íc io .

Parágrafo 2º              A s r eun iõe s d o C on s e lh o d e A d m in istr a ç ã o s om e nt e s er ã o
                          i n s t a l a d as, e m p r ime i r a c on v o c a ç ã o, c o m a p r e s enç a d a
                          m a i o r i a de s e u s mem b r os ; e, e m s egun da c on v oc a ç ão, c om
                          q u a l qu e r      q u óru m .   Nas        r e u n i õe s do     C on s e lh o de
                          A d m in i s t ra ç ã o, o C o ns e l he i ro a us ent e p o d e rá pa rticipar da
                          reunião por áudio ou videoconferência, e, quan do au sente,
                          p o d e rá v ot a r p or ca r t a, f a x o u e-mail, s e r e c eb i d o s at é o
                          m o m en t o d a r eu n ião.

Parágrafo 3º              A s r eu n i õ e s d o C o ns e l ho d e A d m ini s t ra ç ã o s erão i ns taladas
                          e presididas pelo Presiden te d o Con s e lh o d e A dm in is tr a ção
                          o u , n a s u a a u s ên c ia, p e l o V i c e-P resident e do C onselh o de
                          A d m in is traç ã o, ou, a in da , na ausên c ia d es t e, p o r um
                          C onselheir o eleito por maioria simples dos presentes à
                          reunião.




                                                  92
Parágrafo 4º             A o t é rmi n o d a r eu n i ã o , d ev e r á s e r l a v r a d a a t a, a q u a l
                         d e v er á ser a s s in ad a p o r t o d os os C on s e l h e ir o s f í s ic a e
                         remotamente            presentes        à      reunião,    e    posteriormente
                         t r an sc r i t a n o L i v r o d e R eg i s t ro d e A t as do C on s e l h o d e
                         A d m in i s t raç ã o d a S o c i e d ad e . O s v ot o s p ro f e r i d os p o r
                         C ons e lh e ir o s qu e t en ha m se m a n ifes t ad o n a f o r m a d o
                         A r t i go 17, P a r ág r af o 2 º in fi n e d es t e E st a tut o Soc ia l
                         deverão igualmente constar no Livro de Registro de Atas do
                         C on s e l h o d e Ad m i n is t raç ão , d e v en d o a c óp i a da c ar t a, f a x
                         o u e-mai l, c on f orm e o c a s o, c on t e n d o o v ot o d o
                         Conselheiro, ser juntada ao Livro logo após a tran scrição
                         da ata.

Parágrafo 5º             S e r ã o a rq u i v ad as n o R e g i s t r o d o C o m ér c i o n o p ra z o m áx im o
                         d e 3 0 ( t rin t a) d i a s d a da t a d e r e a l i z aç ã o da r e u n i ã o d o
                         C ons e lh o d e A d min is t ra ç ão e pub lic a d a s n o s t e r mo s do
                         A r t i go 2 89 d a L e i d a s S o c i ed a d es po r A ç õ es , as re spe c tiv as
                         at as das reun iões qu e con t iver em d elib er aç ões d est in ad as a
                         p roduz ir ef eit os p era nt e t erc eiro .

A rt igo 18               A l ém d os d e ma i s p o d e res p re vis t os           e m l e i co mo         de
c o m p et ênc i a e x c l u s i v a d o C on s e l h o d e A d mini s t ra ç ão,    c o m pe t e ainda      ao
C ons e lh o d e A d m in is t raç ão :

        a) f i x a r a or i e n t a ç ão g e r a l dos n e g óc io s s oc i a i s e o orç a m en t o d e
           i n v es t i m ent o d e c ad a e x erc í cio ;

        b) e l e g e r , a c e i t ar ren ú n c i a, d e l i b e r a r s ob r e p e d i d o d e l i c e n ça
           t e m po r á r ia , d e s ign a r su bst itu tos e d e st itu ir o s D ir e t o r es d a
           S o c i e d ad e,     bem    como        f i x a r - lh e s as  at r i bu i ç õ es es p ec í f i c as,
           o b s e rv ando o d isp ost o nest e E s t atut o Soc ia l;

        c) fiscalizar a gestão dos Diretores, ex amin an d o, a q ua lqu er t empo, os
           livros e documentos da Sociedade e solicit an do in formações sobre
           q u a i s qu e r at o s d a ad m i n i st r aç ã o;

        d) c on v oc a r a s As s emb l e i a s G er a i s n a forma prev ista n est e E st atut o
           Social       nas hipóteses          legalmente prev istas       e   qu an do   ju lgar
           c on v en i en t e;

        e) m a n if e st ar - s e p r ev i a m en t e s o b r e o r e l a t ó rio d a ad m i n i st r aç ão,
           demon st rações f inanceiras e as c ont a s d a D i re t ori a a se rem
           submet idas à Assembleia Geral, b e m c o m o sob r e a pr o p os t a de




                                                93
d est in aç ão do r esu lt a do d o ex er c íc io ;

f) a u t o r iz a r a s o p e r a ç õ es q u e i nd iv idu a lm ent e env o lv a m b ens,
   ob r i g aç ões , p r es taç ã o d e ga rant i as o u a v a i s , c on s t itu iç ão de ônu s
   r e a i s s ob re b e n s do a t i v o, emp r é st i mos , c on t r at o s d e f i n a n c i a m en t o
   e o u t r os n e góc i o s j u r í d i c os q u e represent em valores subst an c iais,
   a s s i m ent e n d id o s aq u e l es que u l t r a p ass e m 5% ( c i n co p or c e n t o) d o
   total de at ivos da Sociedad e, bem como as alienações de imóveis da
   S o c i e d ad e e a r e a l i z a ç ã o d e inv e s t i m ent o s e m v al o r e s s u p e r i o r e s a os
   l i m i t e s pré - f ix a dos n os or ç amen t o s d e c a d a ex e rc í c i o ;

g) d e l i b e r a r s o b r e a aq u i s iç ã o d e a ç õ es e d e b ên t u r e s d e e m i s s ã o d a
   S oc ied ad e p a r a ef eit o d e c an celamento ou permanên cia em
   t e s ou ra r i a, b e m com o s o br e su a r e v en da o u r e c o loc a ção n o
   m e r c ad o, o b s e rv ad as a s n o r ma s e x p e d id a s p e l a C o m i ss ã o d e V a l o r es
   M obiliários e demais dispos ições legais aplicáv eis;

h) determinar o levantamento de balancetes em períodos inferiores a
   um ex ercício social e deliberar sobr e o p a g am en t o a o s ac ion i st as de
   d i v i d en dos i n t e rc a la r e s ou i n t e r m ediários, nos termos dest e Estatuto
   Social;

i)   deliberar sobre a emissão de debêntures simples, não conversíveis
     em ações e sem garantia real e autorizar a emissão de quaisquer
     in st ru ment os de crédit o para a capt aç ão púb lic a d e recu rs os, como
     b on ds , not es, comm erci al p ap ers, e outros , de uso comu m n o
     m e r c ad o, a s s i m com o d e l i b e r a r s ob r e a s res p ec t iv as c on d i ç ões
     r e f e r i das n os i n c i sos V I a V II I d o A rt ig o 5 9 d a L e i d a s S o c i e d ad es
     p or Aç ões;

j)   d e l i b e r a r s o b r e a cel e b r a ç ão, ou r e sc i s ã o d e c on t r at o s e o b r i g aç õ es
     de       qu alqu er         n at urez a     en tre  a    Sociedade           e      quaisquer        dos
     a d m i n is t ra d o r es e/ ou A c i on i s t a C on t r o l a d o r , d i r e t a men t e ou p or
     meio de terceiros, assim como o u t ra s s oc i e d a d e s n a s q u a i s os
     a d m i n is t rad o r es e/o u o A c i on i st a C on t r o l a d o r t e n h a m int e r e s s e, q u e
     v en ha m a e nv o lv er v a lor es s ub st anciais, assim ent en didos aqu eles
     que ultrap assem R$ 30 0. 000,00 (trez en t o s m i l r e a i s ) p o r c on t r a t o,
     facult ado a qualquer membro do Conselh o de Admin istração solicitar
     u m a av a l i a ç ã o i nd ep e nd ent e p a ra revisar os termos e condições da
     p r op os t a a p r es ent ad a e s ua a d e q uação às con d ições de merc ado.
     N ã o s e a pl i c a n es t a r e g ra os c on t ra t o s c e l e b r ad os en t r e a S o c i e d ad e
     e empresas nas qu ais es ta part icipa direta ou indiretamente, bem
     c o m o os cont r at os celeb r a d os d ir et a m ent e ent r e e s t as s oc ie d a d es;




                                          94
k) deliberar sobre o au mento do capital social dentro dos limites do
   c a p it a l a u t o r i z a d o n os t e rmo s d os P ar á g r af os 1 º a 4 º do A r t i go 8 º
   d e st e E st a t u t o S oc i a l , c om a e m i s s ão d e n ov as aç õ e s o r d in á r i as e / ou
   p r ef e r en c ia i s , bôn u s d e subs c r i çã o , d e b ên t u r es c on v e rs í v e i s em
   ações ou de títulos com direito de subscrição, e, no caso de emissão
   d e n ov as a ç õ e s , i n c lu s iv e a ç õ e s a s e r e m r e p r e s en t a d as p o r Unit s
   ( c onf o rme d e f in i d o n o A rt i go 3 9 d est e E st atut o Social), deliberar
   s o b r e o pr e ç o d e emi s s ã o, a f o r ma de s u b sc r iç ã o e pag a m en t o , o
   t é r m in o e a f o r m a p a r a o e x e rc í c io d o s d i re i t o s d e p re f erên cia e
   out ras con d ições relat iv as à emissão;

l)   e s c o lh e r e d es t itu i r o s au d i t ores in d ep en d ent es da Soc i e d ad e ;

m) d el i b er a r s ob r e a aq ui s iç ã o e a l i e naç ã o d e p a rt i ci p a ç ã o s oc i e tária em
   outras sociedades, a partic ipação em concorrências públicas, bem
   como sobr e a constituição de su bs id i á ria s , s e mpr e t en d o e m v i s t a o s
   objetos sociais;

n) deliberar prev iamente sobre a apresentaç ão, pela Sociedade, de
   p e d i d o de f a l ê n c i a o u r ecu p er a çã o j u d i c i a l o u ex t ra ju d i c i a l, bem
   c o m o, e m c a so d e u rg ên c i a, d e l i b e r a r s o b r e a ef e t iv a ap res e n t aç ã o,
   pela Sociedade, de pedido de falência ou recuperação judicial ou
   extrajudicial, nos termos do parágrafo único do artigo 122 da Lei
   d as Soc ied ad es p or Aç ões;

o) deliberar sobre o exercício do direito de voto pela Sociedade em
   s o c i e da d e c on t r o lad a, b em c o mo indicar os administradores,
   d ir e t o r es e m e m b ro s d o C on s e lh o d e A d m in istr a ç ã o e do C on se lho
   F i s c a l da s s o c i e da de s c on t r ol a d a s d a S o c i e d ad e e / ou d e e m p r es as
   nas quais a Sociedad e detenha part icipação;

p) d i s t r ib u i r a   r e mun e r aç ã o    global   dos       ad m i n i st r ad o r e s f ix a da
   anu alment e pela Assembleia Geral dent re os membros do C on selho
   d e A d m in i s t raç ão e d a D i r et o ria d a Soc ie d a d e;

q) d e f in i r e a p r es e n t ar à A s s em b l e i a Geral list a t r íplice de empresas
   especializadas em avaliação econ ômica de empresas para elaboração
   d e l au d o d e av a l i a çã o da s a çõ e s d a S oc i e d a d e, p a r a e f e it o s d a of e rt a
   p ú b l i c a de a qu i s i ç ão d e aç õ es d e e m i ss ã o d a S oc i e d a d e n a h i pó t ese
   d e c an c e l a m e n t o do s eu r eg i s t ro d e c o m pan h i a a b e r t a p e r an t e a
   C VM , n a f o r m a d o C ap í t u l o V I I d e ste E st atut o S o c ia l, ou d e s a íd a d a
   Sociedad e do Nível 2, na forma do Capítulo VIII deste Estatuto
   Social;




                                        95
r) d en t r o do l i m i t e d o c ap i t al a ut ori z a d o e de a c o rd o c o m plan o
        previamente aprovado pela Assembleia Geral, outorgar opção de
        c o m pr a ou su bs cr i ç ã o d e açõ e s a o s ad m i n i st r ad o r e s ou e m p r eg a do s
        d a S oc i e d a d e, ou a p e s so a s n a t u r a i s qu e p r e st e m s e r v i ç os à
        S o c i e d ad e o u às s o c i e da d es s ob s eu con t r o le, s em d i r e i t o de
        p ref erên c ia para os a c io n is t as;

     s) d el i b er a r s ob r e as d e m a i s ma t é ri as d e su a c o mpe t ên c i a p rev istas em
        lei ou n est e Est atuto Social; e

     t) m a n if e st ar - s e f av or á v e l ou c on t rar iamente a respeito de qualquer
        oferta pública de aquisição de açõ e s q ue t enha p o r o b jet o as aç õ es
        d e e m i ss ão d a S oc i e d a d e, p or m e i o d e p a r ec e r pr é v i o f u n da m e n t ad o,
        divu lgado em at é 15 ( qui nz e) d i a s d a p ub l i c a ção d o e d ita l da o f ert a
        pública de aquisição de ações, que d ev e r á ab o rd a r, n o mín im o ( i) a
        c on v en i ên c i a e op o rt uni da d e d a of e rt a p úb l i c a de a qui s i ç ão de açõ es
        q u a n t o ao i n t e res s e d o c on ju n t o d os a c i on i s t a s e e m r e l a ç ã o à
        liqu idez dos valores mobiliários de su a t itu laridade; ( ii) as
        r ep erc u s sões da of e rt a p úbl i c a d e aq ui s iç ã o d e a çõ e s so bre os
        in t eresses da Sociedade; ( iii) os pl an os est r at égicos div u lg ados pelo
        ofertante em relação à Soc i e d a d e; ( iv ) o u t r o s p on t o s q u e o C on s e lh o
        d e A d m in i s t ra ç ão con s i d e r a r p e r t in en t e s , bem com o a s i n f o r ma ç ões
        ex igidas pelas regras aplicáv eis est abelecidas pela C VM.

Parágrafo 1º          A s d e l i be r a ç õ es d o C on se l h o d e A d m i n i st r aç ã o ser ã o
                      t o m ad as p o r m a i o ria d o s v ot o s d e s eu s m e mb ro s . E m c as o
                      de empate nas deliberaç ões do Conselho de Administração,
                      será at ribuído voto de qu alid ad e ao P res id en t e ou,
                      c on f or m e o c a s o, ao m e m b r o d o C ons elh o d e Adm in is tr a ção
                      q u e o es t iv er sub st itu in do.

Parágrafo 2º          O C on s e lh o d e A dm in is tr a çã o p o d er á in s t itu ir c o m it ês com
                      f u n ç õ es t é c n ic a s e/ ou c on su l t i v a s, t a i s c o m o C o m it ê s d e
                      R e mu n e r aç ã o, P r oce s s os e É t i c a, C on t r at a ção d e P a rte s
                      R e l a c i on ad a s, S u ces s ã o e A u d i t o r i a d a Soc ie d a d e, sen do
                      s u a com pe t ên c i a def i ni r su as at ribu ições, especificidades
                      com relação às deliberações e eleger os membros que
                      c o m po r ã o e ss e s c om i t ê s.

Parágrafo 3º          A deliberação sobre a matéria referida na letra “j”, do
                      c a put d o A rt i g o 18 d es t e E st atuto Social dependerá da
                      a p r ov aç ã o d a mai or i a d e v ot o s d os m e m b r os d o C on se l h o
                      d e Ad m i n i s t r aç ã o, c o m o v ot o f av o r áv e l d e 02 ( d o i s)
                      C ons e lh e iro s In d epen d ent es .




                                            96
Parágrafo 4º            o v a l or d i s p os t o na l e t ra “ j” , d o ca put d o A rt i go 1 8 de ste
                        E st at u t o S o c i a l s er á c o r r ig i d o anu a lment e pelo IGP -M, a
                        p a rt i r d e st a d at a.



Se ção I I              D ire to ria

A rt igo 19                A D ir e t or ia s e rá com p o st a por , n o m ín im o, 2 (d o is ) e, n o
m á x im o, 6 ( s e is) mem b r os , ac ion ist as o u n ã o, res id en t es n o P a ís, e le it o s p e lo
C ons e lh o d e A dm in ist r aç ã o p a ra u m m an da t o un if ic a do d e 2 (d o is ) anos,
dest itu ív eis a qu alqu er t empo, sendo permit ida a cumulação de cargos e a
r e e l e i ç ã o d e s e u s m e m b r os . In d ep en d ent e m en t e d a da t a d a ele i ç ã o d o s
memb r os d a Di r et or i a, o s re s p ec t ivo s mand a t o s t e rmi na rão na data da
realização da primeira reunião do Conselho de Administração poster ior à
Assembleia Geral que examinar as contas relativas ao último exer cício de
s uas g est ões. Serão ob rigat ó rias as segu intes design aç ões: (i) Diretor
P residen te, ( ii) D iret or Vice-P residen te; ( iii) D iret or C omercial; (iv ) D iretor
Admin istrat iv o-F in an ceiro; (v ) D iretor T é cn ic o; e ( v i) D ir e to r de R e la ç õ es
co m In v est i d or es .

Parágrafo 1º            O s m em b r o s d o C on s e lh o d e Administração, até o máximo
                        d e 1/ 3 ( um t e rç o) , p od e rão s e r e l e i t o s p a ra o cargo de
                        Diretores.

Parágrafo 2º            S e m p r e ju í z o d o d i s p os t o n o c apu t deste Artigo 19 , os
                        m e m b r os d a D i r et or i a p e r m an e c er ã o n o e x e r c íc i o d e s eu s
                        c a r go s até a e l e i ç ão e p os s e d e s eu s su c es so r e s.

Parágrafo 3º            No caso de impedimento ou au sência t emporária de um
                        Diretor, este será substituído por outro Diretor, escolhido
                        n a o ca s i ão p e l a m ai o r i a s i m pl e s d os D ir e t o r es p re s e n t es , o
                        q ua l acu mu la r á int er in a m ent e a s fun ç ões d o subs t itu ído .

Parágrafo 4º            E m caso de v acân c ia do cargo, por f aleciment o, renúncia ou
                        impedimento por tempo prolongado ou permanente de
                        membro da Diretoria, o Pres iden te do Conselho de
                        A d m in i s t ra ç ã o d es ig n a r á p ar a su bs t it u í - l o o u t r o D i r et or ,
                        que     cumu lará          in terinamente         as     funções         do    Diretor
                        subst itu ído at é a reun ião subsequent e do C onselh o de
                        A d m in i s t ra ç ã o ou a t é a d at a d a c e ssa ç ã o do i m pe dimento
                        t e m po r á r io      do   Dir e t o r   su bst itu íd o.      O    C on s e lh o     de
                        Administração deverá ratificar a indicação do diretor




                                               97
i n d i c ad o p e l o P r es i d e n t e do C ons e lh o d e A d m in is t ra ç ão ou
                           n o m ea r u m n ov o d ir e t o r qu e , e m c a s o d e i m p e d im e n t o por
                           p e r í o d o d e t e mpo p r o l ong a d o d o D i r e t or s u b st i t u í d o ,
                           exercitará a d i n t e rim as f u n çõ e s c o rr e s p on d ent e s at é a
                           d a t a d a ces s aç ã o do i m p ed i m e n t o d o D i r e t o r sub st i t u í d o.

Parágrafo 5º               É ex pres samente vedado e será nulo de pleno direito o ato
                           p r at i c a do p o r qua l q ue r ad m i ni st rad o r, p roc urado r ou
                           funcionário da Sociedade qu e a envolv a em obrigações
                           relativas a negócios e op erações estranhos ao ob jeto
                           social, sem preju ízo da apu ração de responsabilidade civil
                           ou criminal, conf orme o caso.

A rt igo 2 0               A D i r et o ria r e u n i r - s e - á ( i ) a n u a l m ent e p ar a e l a b o r a r as
d e m on st ra ç õ e s f in an c e ir as e r e s p ec t ivo r e l a t ó r io a s e r s u b m e t id o à a p r ov aç ão
d o C on se lh o d e A dm in is tr a ção , n os ter mo s d a a l í n e a “ e” d o A r t ig o 1 8 a c i m a;
e (ii) periodicamente, semp re que os interesses sociais o ex igirem, por
c on v oc aç ão p o r qu alq u e r d e s e u s m em b r os , c om a n t ec ed ê n c i a m ín i m a d e 2
( d o i s)    dia s ,    d ev e n do     con st a r      da      c on v oc a ç ão      a     ordem        do      dia.
I n d e p en de n t e m en t e d e con v o ca ç ão , s e r ão v á l id a s a s r eu n i õ e s d a D i r et o r i a
q u e c on t ar e m c o m a pr e s ença da t ot a lid a d e d os m e mb r os e m ex e r cíc i o .

Parágrafo 1º               As reuniões da Diretoria somente serão instaladas, em
                           p r i m e i r a c on v oc aç ão, c om a p r e s enç a d a m a i or i a d e s eu s
                           membros; e, em segunda convocação, com qualquer
                           q u ó ru m. N a s r eu n i õ e s d a D i r etoria, o Diretor poderá
                           part icipar da reunião por áudio ou videoconferência, e,
                           q u a n d o au s en t e, pod e r á v ot a r p or car t a, f ax ou e-m ai l, se
                           r ec eb idos at é o moment o d a r eun ião.

Parágrafo 2º               A s r eu n i õe s d a D i ret o r i a s erão instalad as e pr esididas pel o
                           D i r e t o r P re s i d en t e o u , n a aus ê n ci a d es t e, p e l o D i re to r Vice -
                           P r es i d en t e e , na aus ê nc i a d es t e, p o r um d i re t o r e l eito pe lo s
                           demais.

Parágrafo 3º               As deliberações da Diretoria serão tomadas por maioria de
                           v ot o s. E m c a so d e e m p ate, o D ir et o r P r es id e nt e, ou o
                           D ir e tor qu e o sub st itu ir n a r eu n iã o , t e rá o v o to d e
                           qualidade.

Parágrafo 4º               A o t é rmi n o d a r eu n i ã o , d ev e r á s e r l a v r a d a a t a, a q u a l
                           d e v er á ser a ss i n ad a p o r t odos o s D i r et o r es f í s i c a e
                           remotamente            presentes      à      reunião,    e     posteriormente
                           t r an sc r i t a n o L i v ro d e R eg is t ro d e A t as da D i r e t o r i a d a




                                                  98
S o c i e d ad e. Os v o t os p ro f er i d o s p o r D i r e t o r es q u e t en h am
                           s e m an i f es t ad o n a f o r ma d o A r t i go 2 0, P a r ág r afo 1 º in f in e
                           dest e E statu to Social dev erão igu alment e constar n o L ivro
                           de Registro de Atas da Diretoria, devendo a cópia da carta,
                           f ax ou e-m ail , c on f o r m e o c as o , c on t en do o v ot o d o D i r et o r
                           s er junt ada a o L iv r o log o ap ós a t r ans cr iç ã o d a at a.

A rtigo 21                  A l é m d o s p o d e r es q u e f o r em n e c es sá r i o s à rea l i z a ç ã o d os
fins sociais e ao regu lar funcionamento da Sociedade, a D ir e t o r i a f i c a
i n v es t i da d e p od e r es p ar a t r an s i g i r, r en u n c i a r, des i s t i r, f i rma r com pr o m i s s os,
c on t rai r o b r i g aç õ es , c on f ess a r d í v i das e f az er a co r dos, ad qu i r i r, a l i en a r e
onerar bens móveis e imóveis, observados os limit es e as condições dest e
E st atut o S o c ia l. C om p e t e, esp e c ia lm ent e , à D ir et o r ia:

         a) apresentar à Assemb leia Geral, depoi s d e su b me t i d as a o p arece r do
            C ons e lh o d e A d m in ist r aç ã o e d o Conselh o Fiscal, o relat ório da
            a d m i n is t raç ã o e a s d e m o n st ra ç õ e s f i n an c e i r as p re v i st a s em l e i , b e m
            c o m o a pro p o st a d e d es t in aç ão dos l u c ro s d o ex er c í c i o ;

         b) f i x a r, c om b as e n a or i e n t a ç ã o d o C ons e lh o d e Ad m in ist r aç ã o, a
            polít ica comercial e f in anceira da Sociedade;

         c ) repres entar     a    Sociedade    ativa e    passivamente,            judicial    e
             ex traju d icialmen t e, respeit adas as con d i ç õ e s d o A r t ig o 2 2 d es t e
             E st atut o .

Parágrafo 1°               C o mp et e a o D i r et or P r es i d ent e , a l é m d e c oo r d e n a r a açã o
                           d os Di re t o re s e de d i ri g i r a ex e cuçã o d a s ativ idades
                           relacionad as com o plan ejamento geral da Sociedade: ( i)
                           con v ocar e presidir as reun iões d a D ir e t o r i a; ( ii ) e x e r c er a
                           s u p e rv i s ão g e r a l d a s c om p e t ênc i as e at r ib u i çõ e s d a
                           D iretoria; ( iii) mant er os membros do C on s elh o de
                           A d m in i s t ra ç ã o i n f o rma d os s ob r e a s at i v i d ad e s da S o c i e d ad e
                           e o an damento de suas operações; e (iv) exercer outras
                           at iv idades qu e lh e f orem at ribu ídas pelo C on s elh o de
                           A d m in i s t ra ç ã o.

Parágrafo 2º               Comp et e    ao    Diretor     Vice-Presidente, dentre   outras
                           at ribu ições qu e lh e v enh am a ser estabelecidas, aux iliar o
                           Diretor Presiden te em suas funções, bem como substituí-lo
                           em suas au sências e impedimentos .

Parágrafo 3º               C omp et e    ao    D iret or Admin is tr at iv o- F in an ceiro , d ent r e
                           out r as at ribu ições qu e lh e venh am a ser est abelecidas: ( i)




                                                   99
planejar, coordenar, organizar, supervisionar e dirigir as
               at iv idades relat iv as às operações d e natu r ez a f in an ce ir a da
               Sociedade, ( ii) gerir as f in anç a s c on s o l id a d as d a S o c i e d ad e;
               ( iii) propor as met a s para o desempenh o e os resu ltados
               das     d i vers a s   á rea s da  S o c i e d ad e,  o    o rça me nto da
               S oc ied ad e,     ac ompanh ar   os     r esu ltad os    da     S oc iedad e,
               preparar as demonstrações financeiras e o relatório anual
               da ad ministração da Sociedad e; (iv) coordenar a avaliação
               e implementação de op ortunidades de in vestimentos e
               operaç ões, in cluindo financiament os, n o int eresse da
               Sociedad e.

Parágrafo 4°   Comp et e ao Diretor Comercial, dentre outras atribuições
               q u e lh e venh am a s er es tabelecidas, avaliar e acompanhar
               políticas, estratégias e a implemen tação de projet os na
               área          de     c o m e rc ia l i z a ç ã o de  p ro d u t os  ou a t iv i d a d es
               r e l a c i o n ad o s a o obj e t o s oc i al d a S oc i ed a d e.

Parágrafo 5º   C omp et e a o D i re t or T é c ni c o d e nt re out ra s at rib ui ç õ e s que
               lh e v e nham a ser e st a belec id a s: ( i) r e sp on d e r pelo
               plan ejament o, en genh aria, oper aç ão e manu t enç ão do
               s i s t ema d e g e r açã o d e e n e rg i a e l é t r i c a; e ( i i ) d em a i s
               at iv idades t écn icas, in clusiv e as r elac ion ad as à g er aç ão de
               energia pela Sociedade.

Parágrafo 6º   C o mp et e a o D i r et or d e R e l aç ões com Investidores, dentre
               out ras at ribu ições qu e lh e venh am a ser estabelecidas, ( i)
               repres entar a Sociedade, privativ amente, perante a CVM,
               acion ist as, in v est idores, bolsas de valores, Banco C ent ral
               do Bras il e demais órgãos relacionados às atividades
               desenv olvidas n o mercado de capit ais; ( ii) plan ejar,
               coordenar e orientar o relacionamen to e a comunicação
               entre a Sociedade e seus investidores, a C VM e as
               ent idades on de os v alores mobiliários da Sociedade sejam
               admitidos à negociação; (iii) prop or diretrizes e normas
               p ara as relaç ões com os inv est idores da Sociedade; ( iv)
               observ ar as ex igências estabelecidas pela legislação do
               m e r c ad o d e c a p it ai s e m v ig o r e d iv u l g a r a o m e r c ad o a s
               i n f or m aç ões r e l e v an t e s s o bre a S o c i ed a d e e s eu s n eg óc i o s,
               n a f orma requ erida em lei; (v ) gu a rd ar o s l i v r os s oc i e t á ri o s
               e z elar pela regu laridade dos assentament os n eles f eitos;
               ( v i) su perv ision a r os serv iços realizados pela in st itu ição
               f i n an c e i r a d e p o s it á r i a d a s ações relativas ao quadro
               acionário, t ais como, sem se limit ar, o pagament o de




                                     100
d i v i d en dos e b on i f ic a ç õ es, co m pra, venda e transferência de
                      ações; (v ii) z elar pelo cu mprimen to e ex ecução das regras
                      d e g ov e rna n ç a cor po r a t iv a e d a s d i s p os i ç õ e s est a t u t á r i a s e
                      legais relacionadas ao mercado de valores mobiliários; e
                      ( v iii) seja em con jun to ou isoladament e, prat ic ar os atos
                      normais de gestão da Sociedade.

A rtigo 22       O b s e rv ado o p r ev i s t o n o p ar á g r af o 4º d e st e Ar t i g o 22, a
Sociedade considerar-se-á ob rig ad a qu an do repres en tad a:

       a) c on j u n t amen t e po r       dois      D i re t o res ,   ob s ervad o       o    d i s pos to    no
          P a rá g r af o 2 o inf r a;

       b) c on j unt ame nt e p or u m D ir et o r e u m p r o cu ra d or , ou c onjun ta m en te
          p o r doi s p r o cu ra d or e s , d e ac o r do c om a e x t en sã o dos p o d e r es que
          lh e h ouv er e m s id o c on f er id os n o in st ru m ent o de m and ato ;

       c ) isoladamente por um Diretor ou um procurad or, para a prát ica dos
           atos referidos no Parágrafo 2º, in fra.

Parágrafo 1 o          N a con st i t u i ç ã o d e p r o cu r a dores, a Sociedade deverá ser
                       r e p r es e n t a d a, n a f o r m a p r ev i s t a n a a l í n e a “ a” d e st e A rt i g o
                       2 2 , s en do u m d os d i r e t ores o Diretor Presidente ou o
                       D i r e t o r Vic e - P r e s iden t e , e x cet o n o ca s o d e pr o cu r aç õ es
                       para          representação              em         proc essos          judiciais         ou
                       a d m i n is t rat i v os .

Parágrafo 2º           A representação da Sociedade na f orma prev ist a na alínea
                       “ c” d est e A r t ig o 2 2 limit a - s e: ( i) à r e p r e se nt a çã o da
                       S o c i e d ad e c o m o ac i o n i st a o u qu o t ist a n as As s e mb l e i a s
                       Gerais ou reuniões de quotist as d as s o c i e da de s p o r e la
                       c on t rol a das ou n as qu a is d e t en h a q u a l qu e r p a rt i c i p açã o
                       s o c i et á r i a; ( i i ) à r e p r e s ent aç ã o p e ran t e qu a i sq u er ó r g ão s
                       o u r ep a rt iç õ e s p ú b l i c a s in t ernacionais, f ederais, est adu ais e
                       mun icipais , inclusive para f ins ju diciais; ( iii) ao en dosso de
                       c h equ e s p a r a d e pós i t o e m con t a s b an c á r i a s d a S o c i e da de ;
                       ( iv) à rep r es ent aç ão p er ant e a Jus t iça do T r ab alho e
                       Sindicatos; (v) aos atos de admissão, suspensão ou
                       d e m i s sã o d e e m pr eg a d os e/ ou r ep r e s ent a çã o d a S o c i e d ade
                       em acordos trabalhistas; e (vi) à representação da
                       S oc i ed ad e no s p ro ce s s os l i c i t a t ó ri os .

Parágrafo 3º           S a l v o qua n d o pa ra f in s jud i c i a i s e p a r a p ro cu r aç õ e s a d
                       j u d i c i a e a d n e g ot ia o u t o rg ad a s n o âmb i t o d e c on t rat o s d e




                                              101
f in anciament o, cu ja v a lidade se dará at é a f inal liqu idação
                         d o s C on t r a t os d e F i n an c i am e n t o, os d e m a i s m a n d a t o s
                         ou t org a dos p e l a S o c i e d ad e t e rã o p raz o d e v igê ncia
                         determinad o, não superior a 1 (um) ano.

Parágrafo 4º            A      repres entação           da     Sociedade           em        op erações       que
                        in d iv idu alment e env olv am ben s, obrig aç ões, pres taç ão d e
                        garantias ou avais, constituiç ã o d e ônu s r e a is s o b r e b en s
                        d o a t iv o , e m p r és t im o s, c on t r a t os d e f i n an c i a m en t o e o u t ro s
                        n e góc i o s j u r í d i c os q u e r ep re sentem valores superiores a
                        R$ 500.000, 00 (qu inh en tos mil reais) dev erá ser f eit a pela
                        a s s in at u ra d e q u a l q u er d i r et o r ou p ro cu r ad o r e m c on ju n t o
                        c o m o D i r e t o r P re s i d en t e o u o D i ret o r V i c e- P r e s i d en t e ,
                        e x c et o n o s ca s os d e r epr e s en t a ç ão d a S oc i e d a d e e m
                        processos licit at órios, conf orme subitem (vi), do Parágrafo
                        2 º d o Ar t ig o 2 2 d est e E st a t u t o Soc i a l .

A rtigo 23                E m op e r aç õ e s es t ra n h as a os n egócios e objetivo social, é
v e d ad o aos D i r et or e s c on c ed e r f i an ças e a v a is o u con t r a i r o br i g a ç õ es de
q u alq u er n a t u r eza em n o m e d a S o c ie d a d e, s a l vo c o m p ré vi a e e x pres s a
a ut o r iz a çã o d o C ons e lh o de A d m in is tra ç ã o.

Parágrafo Único A p r o i b i ç ão c o n t i d a n o c a put d e s t e Art i g o 2 3 nã o se aplica
                à c onc es são d e f ian ças, avais ou ou tras g arant ias, ou a
                a s sun çã o d e ob r i g aç õ e s d e qu a l qu e r n a t u r ez a em f a v o r de
                s o c i e da d es c on t r o l ad a s, d i r et a s o u i n d ir e t as , da S o c i e d ad e,
                b em como em f av or d e su as colig ad as, d esd e q u e
                r e s p e it a do o p r evis t o n a alínea “f” do Artigo 18 deste
                E st atut o S o c ia l.



CAPÍTULO V      CONSELHO FISCAL

A rtigo 24             O C on s e lh o F isc a l, d e c a rá t e r n ã o p e r mane nt e , s erá
c o m po st o, q u and o in st a l ad o, p o r n o m ín i m o 3 ( t r ê s ) e n o m á x i m o 5 ( c in c o )
membros efet ivos e suplentes em igual n ú m er o, a c ion ist as o u n ã o, q u e t e r ão
as atribu ições previst as em lei. A com p os i ç ão d o C on s e l h o F i sc a l d e v erá
obedec er ao disposto no Artigo 161, § 4º d a L e i da s S oc i e da d e s p o r A ç õ es .

Parágrafo 1º             O p r a zo d e m a nda t o d os m e m b ros d o C ons e l ho F isc al,
                         quando in stalad o, encerrar-se-á na Assemb leia Geral
                         Ordinária su bsequent e à qu al houve a respectiva eleição,
                         s e n d o p er m i t i d a a r e e l e i ç ão . A r em u n e r aç ão d e s eu s




                                               102
m e m b r os s e r á d et er m i n ad a p e l a Assembleia Geral qu e os
                          eleger.

Parágrafo 2º              O Conselh o Fiscal reun ir- se- á sempre que convocado por
                          q u a l qu e r d e s eu s m e m bros c o m 5 ( c inc o ) d i a s d e
                          a n t e c ed ên c i a , e e s s as r e u n i õ e s s er ã o v á l i da s qu an do
                          c on t ar e m c o m a p r e s enç a d a m a i or i a d e s eu s m em br o s
                          então em exercício.

Parágrafo 3º              O s m e mbr o s d o C on s e lh o F i s c a l t om a r ã o p os s e m e d i a n t e a
                          a s s in at ura d o t e rmo r e sp ec t ivo, lavrado em liv ro próprio,
                          con d icionada, a part ir da celeb r aç ão p ela Soc ied ad e d o
                          C on t r at o d o N ív e l 2, à sub sc ri ç ã o d o Ter m o d e Anu ên c i a dos
                          M e mb r os d o C on s elh o F i s c a l, n os t e rmo s d o d i s p os t o n o
                          Regulamento do Nível 2, bem como ao atendimento dos
                          requ isit os legais aplicáv eis. Os memb ros do C ons elh o F iscal
                          deverão, ainda, imediatamente ap ós a posse no carg o,
                          c omun i c ar à So c i ed a d e a qu ant i d a de e as cara ct e rísticas
                          dos v a lores mobiliários de emissão da Sociedade de que
                          s ej a m      t i t ul a re s , d i re t a ou   i nd i re t a ment e , in c lusive
                          d e r iv at iv os .



CAPÍTULO VI               ALIENAÇÃO        DE   CONTROLE

A rt igo 25                 A A l i e n açã o d e C on t r o l e d a S o c i e d ade , t a n t o p o r m e i o d e
u ma ún ica op eraç ão, c omo p or meio d e op eraç ões suces s ivas, d ev erá s er
c on t rat a da s o b a con d i ç ã o, s u s p ens i v a o u r es o lut i v a, d e q u e o A dq u i r ent e se
o b r i gu e a e f e t iv a r o f e rt a p ú b l i c a d e aq u i s iç ã o d a s d e m ai s a ç õ es d o s d e m ai s
a c i o n is t as d a S o c i ed a d e, ob ser v and o as c on d i ç ões e os pr a z os p r ev i s t o s n a
legislação vigente e no Regu lamento do Nível 2, de forma a as segurar- lhes
t r at amento igu alit ário àqu ele dado ao Acion ista C ont rolador Alien ant e.

Parágrafo Único P a ra os f i ns d es t e Es t at ut o S o c i a l , o s t ermo s Acio nis ta
                C ont rolador, Acion ist a C on t rolador Alien ant e, Alien a ção de
                C ont role, Adqu irente, P oder de Cont role e Valor E conômico,
                t erão o sent ido que lh es é at ribu ído pelo Regulament o do
                N ív e l 2 .

A rt igo 26                A o f e rt a p ú b l i c a de a q u i s i çã o d e a çõ e s , r ef e rid a n o A rt i g o
2 5 d es t e E st at u t o S o c i a l , t a m b é m ser á e x i g id a : ( i ) qu an do h ou v e r c es sã o
o n e r os a de d i r e i t os d e su bs cr i ç ã o d e a ç õ e s e d e o u t r os t í t u l os o u d i r e i t os
relat iv os a v alores mobiliários conversíveis em ações emit idas pela
Sociedade, que venha a resultar na Alien a çã o de C ont r o le d a So c ied a d e; e




                                                 103
( i i ) e m cas o d e a l i e n aç ã o de c on t r o le d e s oc i e d a d e que d et en h a o P od e r d e
C ont r o le d a S o c ied a d e, s en do q ue, n e s se cas o, o A c i o n i st a C on t r o l a dor
A l i e n an t e f i c a r á ob r i g ad o a d e c l a r a r à BM&FBOVE SPA o v a lor at ribu ído à
S o c i e d ad e n e ss a a l i e n aç ã o e a n ex a r d oc u m en t açã o qu e c om p r ov e es s e v a l o r .

Parágrafo Único Aqu ele qu e adqu irir o P oder de C ont role, em raz ão de
               c on t ra t o p a rt i cu l a r d e c o m pr a d e a çõ e s c e l e br a d o c om o
               Acion ista C ont rolador, env o lv en d o qua l q u e r qua n t i d ad e d e
               ações, estará ob rigado a: (i) efet ivar a oferta pública
               r e f e r i d a n o A rt i g o 2 5 a c i ma ; e ( i i ) p a g ar , n os t e r m os a
               segu ir indicados, quant ia eq u iv a lente à d if e ren ça ent re o
               p r e ç o d a o f e rt a p ú b l i c a e o v a l o r p ago p o r aç ã o
               even tualmente adquirida em b o l s a n o s 6 ( s e i s) mes es
               a n t e r i o r es à d at a d a aqu i s iç ã o d o P od e r de C on t r o le,
               d e v i da m en t e a t u a l i z ad o a t é a d a t a d o p a g a m en t o. R e f er i d a
               quantia deverá ser distribuída entre todas as pessoas que
               venderam ações da Sociedade nos pregões em que o
               Adqu irente realiz ou as aqui sições, proporcionalmente ao
               s a l d o l í q u i d o v e n d e d o r d i á r i o d e c a d a u m a, c a b en do à
               BM&F BOVE SPA operacionalizar a distribuição, nos termos de
               seus regulament os.

A rtigo 27            A S oc i e d ad e    n ã o r eg i s t ra r á qu a l qu e r t ra n s f er ên cia d e aç ões
ao Adqu irent e, ou àqu ele( s)            qu e v ier( em) a det er o P oder de Cont role da
S oc ied ad e, en qu anto es t e(s )       n ã o su bs c r ev er( em) o T ermo d e Anu ên c ia d os
C ont roladores a que s e ref ere          o R egu lament o do N ív el 2 .

Parágrafo Único A S o c i e dad e n ão r eg i s t rar á em s u a s ede q u a lq u er a c o rd o d e
                a c i o n is t as qu e d i sp on h a s ob r e o exe r c í c i o do P o d e r d e
                C ont role en quant o os seus signatários não subscreverem o
                T e r m o d e A n u ên c ia d o s C on t r o l a d ores r e f e r id o n o cap ut
                dest e Artigo 27.



C A P Í T U L O V II     CANCELAMENTO          DE   REGISTRO      DE   COMPANHIA ABERTA

A rt igo 28               Na of erta pública de aquisição de aç ões, a ser feita pelo
Acion ista C ont rolador ou pela Sociedade, p ar a o c a n c e l ame n t o d e r e g i s t r o d e
c o m p an h ia a b e rt a, o p r eç o m í n i m o a s e r o f er t ad o d e v e r á c or r es p ond e r a o
Valor Econ ômico ap urado no laudo de avaliação elaborado nos termos dos
p a r ág r af os 1 º e 2 º d est e A r t i go 2 8 r es p eit a d as as n o rma s l e g a i s e
regulamentares aplicáveis.




                                               104
Parágrafo 1º               O lau do de av aliação ref erido n o cap ut d e st e A r t i go 28
                           deverá         ser       elaborado        por       instituição           ou      empres a
                           especializada,               com         experiência              comprovada              e
                           i n d ep e n d ên c i a qu ant o a o p od e r d e dec i s ã o d a S o c i e d ade ,
                           s e u s ad m in i s t r ad o r es e / ou A c ion i s t a C on t r o l a d or , b e m c o mo
                           s at is f az er os requ is it os d o § 1 º do Art ig o 8º d a L ei das
                           Sociedades por Ações e conter a responsabilidade prev ist a
                           n o §6 º des s e m esmo A rt i g o. O s cu sto s i n c o r r id o s c o m a
                           el a b or aç ão d o l aud o s erã o a rc ad o s i nt eg ra lm ente pelo
                           ofertante.

Parágrafo 2º               P a ra f in s d a of e rt a pú b l i c a d e qu e t ra t a m o s C ap í t u l o s V I,
                           VII         e    VIII     do    p r es en t e   Estatuto        S o c i al,   c om p e t e
                           priv at iv ament e à Assembleia Geral escolh er a in st itu ição ou
                           empres a especializada responsável pela determinação do
                           v alor ec on ômico da S oc ied ad e a p art ir d e apr es en taç ão,
                           pelo C onselh o de Admin ist ração, de list a t ríplice, dev en do a
                           respect iva deliberação, n ão se comp ut and o os votos em
                           b r an co, e c a b en d o a c a d a a ç ã o, i n d e p en de n t e m en t e de
                           e s p éc i e ou c l a ss e , o d i r e it o a u m v ot o, s er t o m a d a p el a
                           m a i o r i a dos v o t os d o s ac i on i s t as r e p re s e n t an t es d as Aç ões
                           em Circulação presentes naquela Assembleia, a qual, se
                           instalada em primeira convocação, deverá contar com a
                           p r e s enç a d e ac i o n is t as qu e r e p r es e n t e m , n o mín i m o , 2 0%
                           ( v in te p o r c e nt o ) do t o t a l de A ç õ e s em C i r c u l aç ã o, o u , s e
                           i n s t a l a d a e m s e g u n d a c on v o c a ç ão , p o d e rá c o n t a r c om a
                           p r es enç a d e qu a l que r núm e ro de acionistas represen tantes
                           das Ações em C irculação. Consid eram-se “Ações em
                           C ir cu la ção” p ar a f in s d e st e E st atut o S o c ia l t odas a s aç ões
                           emit idas pela Sociedade, excet o as det idas pelo Acion ista
                           C on t r ol ad o r,      por    p e s s o as   a     ele      vi nc ula d a s,    pe lo s
                           a d m i n is t ra d o r es da S oc i e da d e e aq u e l as ma n t i d as e m
                           t e s ou ra r ia.



C A P Í T U L O V II I     SAÍDA     DA   SOCIEDADE        DO   NÍVEL 2

A rt igo 29                  Caso seja deliberada a saída da Socied ade do Nível 2 para
qu e os valores mobiliários por ela emit idos passem a t er registro para
n egoc iação f ora d o N ív el 2, ou em v irtud e de op eraç ão d e reorg an iz aç ão
so ciet á r i a, n a qu a l a s oc i e da d e result an t e dessa reorgan iz ação não t enha
seus v alores mobiliários admit idos à negociação n o N ív el 2 no praz o de 120
( c ent o e v int e) d ias con t ad os da d at a d a As s emb leia Geral qu e ap rov ou a
r e f e r i d a op e r aç ã o, o A c i o n is t a C on t r o lad o r d ev er á e f et i v ar o f e rt a p ú b l i c a d e




                                                   105
a qu i s i ç ã o d as aç ões p er t enc e n t es a os d em a i s a c i on i s t as da S oc i e d a d e, n o
m í n i m o , p e l o r e s p e c t iv o V al o r E c o nômico, a ser apurado em laudo de
a v a l i a ç ão e l a b o r a do n o s t e rmo s d os p a r ág r af os 1 º e 2 º d o A r t igo 2 8 d es t e
E st atut o S o c ia l, r es p e ita d as a s nor m as legais e regu lament ares aplicáveis.

Parágrafo 1º             O A c i on i s t a C ont ro la d o r d a So c iedade estará dispensado de
                         p r o c ed er à o f er t a pú b lic a p r ev is ta n o capu t d e ste A r t ig o 29
                         n a h i p ót es e d a s a íd a da S oc i e d a d e do N í v e l 2 o c o r r er e m
                         f u n ç ã o ( i ) d a cel e b r a çã o do c on t ra t o d e p a rt i c i p aç ã o da
                         Sociedade          no     segmen to         especial     da     BM&F BOVESPA
                         denominado N ovo M ercado (“N ovo M ercado”), ou ( ii) se a
                         c o m pan h ia r e su lt ant e de reo r g an i z aç ã o s o c i et á r i a o bt i v e r
                         aut o riz a ção para negociação de v a lores mobiliários n o N ov o
                         M e rc a do n o pr az o d e 1 2 0 ( c e n t o e v in t e ) d i a s c on t ad os d a
                         d a ta d a As s emb leia Ger a l que ap r ov ou a r ef er ida op er aç ão.

Parágrafo 2º             Ficará dispensada a realização da Assembleia Geral a que
                         s e r ef e r e o capu t des t e A rt i go 2 9 cas o a s a í d a da S oc i e d ade
                         d o N ív e l 2 o c o r ra em r a z ã o d e s eu c an c e l a m en t o d e r e g i s t r o
                         de comp anhia aberta.

A rtigo 30                 N a h ip ót es e d e n ã o h av e r Acion i s t a C on t r o l a d or , c as o s e ja
deliberada a saída da Sociedade do N ív el 2 para qu e os v a lores mobiliári os
por ela emitidos passem a ter registro para negociaç ão fora do Nível 2, ou
e m v i rtu de d e o p er a ç ã o d e r e o rg an i z ação societária, na qu al a sociedade
resu lt ant e dessa reorgan ização n ã o t enha seus v alores mobiliários admit idos
à n eg oc i a ç ã o n o N ív e l 2 ou n o N ov o M ercado no prazo de 120 (cento e vinte)
d i a s c on t a d o s d a da t a d a a ss e m b l e i a g e ra l q ue a p rovou a re f e ri d a o pe raç ão,
a saída es tará condicionada à realizaç ão de oferta pública de aquisição de
aç ões n as mes mas c on d iç ões p rev ist as n o Art ig o 29 d est e E st atut o Soc ial.

Parágrafo 1º             A      referida         Assembleia         Geral        deverá        definir      o( s)
                         responsável( is) pela realiz aç ã o d a o f e rt a p ú b l i c a d e
                         aquisição           de     ações,      o( s)     qual(is),       presente(s)          na
                         a s s em b l e i a , d ev e r á( ã o) as sum i r e x p r es s a men t e a o br i g a çã o
                         d e r ealiz ar a of ert a.

Parágrafo 2º             N a au s ên c i a d e d ef i n i çã o d os r e sp on sá v e i s p e la r e a l i z a çã o
                         d a of e rt a pú b l i c a d e aqu i s i ç ã o d e a ç õ es , n o c as o d e
                         operaç ão de reorganização societária, na qual a comp anhia
                         r e su lt ant e d e ss a reo r g an izaç ã o n ã o t en ha seu s v a lores
                         mobiliários admit idos à n egociação no N ív el 2, caberá aos
                         acion ist as qu e v otaram f avorav elment e à reorgan ização
                         societ ária realizar a referida oferta.




                                               106
A rt igo 31               A      saída     da    S oc i e d a d e   do   Nível     2     em     razão        de
d e sc u m p r ime n t o d e o b r i ga ç õe s c on st an t e s d o R e gu l a m en t o d o N ív e l 2 e st á
c on d i c i on a d a à efe t i v aç ã o d e of e r t a p ú b l i c a d e a qu is i ç ã o d e a ç õ es , n o
mín imo, pelo Valor E c on ômico das ações, a ser apurado em laudo de
a v a l i a ç ão d e qu e t ra t a o A rt ig o 2 8, p ar á g r af os 1 º e 2 º des t e E s t at u t o S oc i a l ,
respeitadas as normas legais e regulamentares aplicáveis.

Parágrafo 1º               O Acion ista C ont rolador dev erá ef et iv ar a of ert a pública de
                           a qu i s i ç ã o d e a ç õ es p r e v is t a n o caput des t e Art igo 31 .

Parágrafo 2º               N a h ip ót es e de n ão ha v er Ac ion ist a             Cont r o la dor e a sa íd a
                           do Nível 2 referida no c ap u t d e s t e                 Art i g o 3 1 d e c o r r e r d e
                           deliberação da Assembleia Geral, os                       acion istas qu e t enh am
                           v ot a d o a f av o r da d e lib e r aç ã o que           implicou o respectivo
                           d e sc u m p r ime n t o dev e r ã o ef e t iv a r        a o f e rt a p ú b l i c a d e
                           a qu i s i ç ã o d e a ç õ es p r e v is t a n o caput    des t e Art igo 31 .

Parágrafo 3º               N a h ip ót es e de n ão ha v er Ac ion ist a Cont r o la dor e a sa íd a
                           do Nível 2 referida no c aput deste Artigo 31 ocorrer em
                           r a z ão d e a t o ou f at o d a a d m inistração, os Administradores
                           d a So c i ed a d e d ev e r ã o c on v o ca r As s e mb l e i a G e r a l d e
                           a c i o n is t as cu j a o rd em d o d i a s e r á a d e lib e r a ç ão s o b r e c om o
                           s an a r o d e sc u m p r ime n t o das o br i g aç õ e s c on s t an t e s do
                           Regu lament o do N ív el 2 ou, se f or o caso, deliberar pela
                           saída da Sociedad e do Nível 2.

Parágrafo 4º               C as o a Ass e m b l e i a G e r a l m en c i on ad a n o P ar á g ra f o 3 º a c ima
                           delibere pela saída da Sociedade do Nível 2, a referida
                           Assembleia Geral dev erá defin ir o(s) responsável( is) pela
                           realiz ação da of ert a pú blica de aquisição de ações prev ista
                           n o caput d e st e Ar t i g o 3 1, o ( s) q ual(is), pres ente(s) na
                           a s s em b l e i a , d ev e r á( ã o) as sum i r e x p r es s a men t e a o br i g a çã o
                           d e r ealiz ar a of ert a.

A rtigo 32                   A s d is p osiç ões do R egu lament o do N ív el 2 p r evalec erão
s o b r e a s d i s p os i ç ões e st at u t á r i a s, n a s h ip ót e s es d e pr e ju í z o a o s d i r e i t o s dos
d e st i n at ári o s d a s ofe r t as pú b li c a s p r ev is t as n e st e E st at u t o.



CAPÍTULO IX EXERCÍCIO SOCIAL E DISTRIBUIÇÃO DE LUCROS




                                                  107
A rtigo 33                     O exercício social iniciará em 1º de jan eiro e termin ará em
3 1 d e d ez e mb r o de c a da an o, qu and o s e rã o e l a b o r ada s a s d em o n s t r a çõ e s
f i n an c e i r as p r ev i s t as n a legislação ap licável.

A rt igo 34             D o r e su lt a do do e x e rc í c io s e rã o d e duz i dos , ant es d e
qualqu er part icipação, os prejuízos acumu l a d o s , s e h ou v e r, e a p r ov i s ã o p a r a
o i m p ost o s ob r e a ren da e c on t r i bu i ç ã o s oc i a l s ob r e o lu cro l í q u id o .

A rt igo 35               Os         lucros      líquidos        ap urad os       s erão    d est inad os
s u c e ss i v ame n t e e n e s t a o rd em , ob s er v a d o o d isp ost o n o Art igo 202, in c isos I,
I I e I I I d a L e i d as So c i e d ad e s p or A ç ões :

        a) 5 % ( c in co p o r c en t o ) s e r ão a p l i c ados, antes de qualquer ou tra
           d e st i n aç ão , n a c on s t i t u i çã o d a R e s er v a L e g a l , qu e n ã o e x c e d e rá 2 0%
           ( v in t e p o r c en t o) d o c ap i t a l soc i a l ;

        b) u m a p a rce l a p o r pr o p os t a dos ó r gã o s d a a d m in i st r aç ã o p o d e rá s er
           d e s t i n ad a à f o r m aç ã o d e R e s e rv a s p a r a C on t in g ên c i a s , n a f o rma
           p r e v is t a n o Ar t i g o 19 5 d a L e i d a s Soc i ed a d es p o r Aç õ e s;

        c ) u m a p a rce l a , p or pr o p os t a dos ó rg ã os d a ad m i n i s t r aç ã o, p o d e rá s er
            r e t i d a c om b as e em o rç a m en t o d e c ap i t a l p r ev i a m e n t e ap r ov a do, n os
            t e r m os d o A rt i g o 196 d a L e i das S oc i e da d e s p o r A ç õ es ;

        d) uma parcela será dest inad a ao pagamento do dividendo obrigatório
           a o s a c i on is t as, c on f o r m e p r evist o n o Art igo 36, inf r a;

        e ) n o ex e r c ício e m q u e o m o n t ant e d o d i v id e n d o ob rig a t ó r i o u l t r a p as sa r
            a parc ela realizada do lucro líquido do exercício, a Assemb leia Geral
            p o d e rá , p o r p r opo s t a d o s ó r g ã o s d e a d m i n i s t r aç ã o, d e s t in a r o
            e x c es so à c on st i t u iç ã o d e R es e r v a d e L u c r os a R e a l i z a r, o b s e rv ad o o
            d i s p os t o n o A rt i g o 1 9 7 da L ei d as S o c ie d a d es p or Aç õ es ;

        f) o lucro remanescente, por proposta                        dos órgãos de ad ministração,
           poderá ser integralmente dest inad o                     à constituição da Reserva de
           Inv est iment os, ob serv ad o o d is p os to            n o p a r ág ra f o ú n i c o, i n f ra , e o
           A r t i go 1 94 d a L e i da s S oc i e da d e s p o r   A ç õ es .

Parágrafo Único A               R e s e rv a    de      I n v est ime nt os       tem        as      s e g u int e s
c a r ac t er í st i c as :

        a) s u a f in a l i d a d e é p re s e rva r a i nt eg rid a d e d o p a t ri m ô nio s o cial, a
           c a p ac i d ade d e in v e s t i m ent o d a S o c ie d a d e e a m an u t en ç ão da
           part icipação da Soci edade em suas controladas e coligadas;




                                                108
b) s e r á d est i n ad o à Res e rv a d e I n v e st i me n t o , p o r p r o p ost a d o s ó rg ão s
           d e a d m in i s t r aç ã o, o s a l d o rem a n es cent e d o l u c r o l í q u i do d e c a da
           exercício, após as dedu çõe s r e f e r idas n as a líne a s “ a” a “ e” sup ra,
           dest e Artigo 35;

        c ) a Reserva de Invest iment o dev erá observ ar o limit e prev is t o no
            A r t i go 1 99 d a L e i da s S oc i e da d e s p o r A ç õ es ; e

        d) s e m p r e ju í z o d o d i sp o st o n a l e t r a “ a” des t e P a rág r af o, a Res e rv a de
           Inv est iment o poderá ser u t iliz ada para pagament o de div idendos ou
           juros sobre capital próprio aos acionist as.

A rtigo 36                  O s ac i o n is t as t e r ão o d i r e it o d e r e ceb e r como d i v i d en d o
o b r i g at ó r io n ã o c u m u l at i v o, e m c a d a e x e rc í c i o , 5 0 % ( c inq u ent a por c e n t o) do
lu cro líqu ido do ex ercício, diminu ído ou a cr e sc i d o d os s eg u in t e s v a l o r e s : ( a)
importância destinada à constituição da Reserv a L egal; e (b) import ân cia
d est in ad a à f or mação d a R eser v a par a C on t in g ên c ias ( Ar tig o 3 5 , “ b”, su p ra),
e revers ão da mesma reserva formada em ex ercícios anteriores.

Parágrafo 1º              O p ag a m en t o do d iv i d en d o ob r i g at ó r i o p o der á ser l i m i t a do
                          ao mont ant e do lucro líqu ido qu e t iver sido realiz ado, nos
                          t ermos da lei.

Parágrafo 2º              O d i v i d en d o p r ev i st o n e st e A r t i go 3 6 n ã o s er á o b r i g at ó rio
                          no ex ercício social em que a Diretoria informar à
                          Assembleia Geral ser ele in compat ível com a situ ação
                          f in anc eir a d a S oc ied ad e, obed ec id o ao d is p os to n o A rt igo
                          202, §§ 4º e 5º da Lei das Sociedad es por Ações.

Parágrafo 3º              O s l u cr o s r e g i s t rad o s n a Res e rv a de L u c r os a R e a l i z a r ,
                          q u a n d o rea l i z a d os e s e n ão t i v e rem s i d o ab so r v i d os po r
                          prejuízos           em     ex ercícios       su bs e qu en te s,      d e v er ã o    ser
                          a c r es c i d os    ao    pr i m e i r o d iv i d en do  d e c l a r ad o     a pó s   a
                          r e a l i z a ç ão, n os t er m o s d o A r t i g o 2 0 2, I I I d a L e i d a s
                          Sociedad es por Aç ões.

A rtigo 37                 P or d et ermin a çã o do C on s elho d e A dm in ist r aç ã o, a D ir e toria
p o d e rá lev an t a r b a l a n ç os s e m es t rai s , in termediários ou intercalares da
S o c ie d ad e. O C on se lh o d e A d m in is tra ç ã o, ad referendum da Assembleia
G e r a l , p od e r á d ec l a r a r d i v i den do s ou juros s obre c a p i t a l p ró p ri o à c o nta de
lu c r os a pu r ad os e m t a is b alan ç os, o u à c on ta d e lu c r os a cu mu la d o s ou d e
reserv as de lucros existentes. A critério d o Co ns e lh o de A d m in ist r aç ã o, os
d i v i d en dos e os j u r o s s o b r e o c ap i t a l p r óp r i o p a g os a os a c i on i sta s pod e rão




                                                 109
s e r c on s i d e r a do s ant e c i p aç ão e i m p u t a d os ao d i v i d en do o b r i g at ó rio r e f e r i do
n o A rt i g o 3 6 s u pr a.

A rt igo 38                  A Sociedade e seus administradores deverão, pelo menos
u m a v e z a o a n o, rea l i z a r r eu n i ã o p ú blica com analistas e quaisquer outros
in t eressados, para divu lgar in formações quanto à situação econ ômico-
f i n an c e i r a, p r o j et os e p e rsp e ct i v as d a S oc i e d a d e, b em c o m o e n v i ar à
B M &F B O VE SPA e d iv u l g a r, até 1 0 d e d e z em b r o d e c ad a a n o, u m c a l e n d á r io
anu a l para o ano segu int e, in formando sobre ev ent os corporat ivos
p r o gr a m ad o s e c on t en d o a s i n f or m aç ões ex igidas pelo Regu lament o do N ível
2.



CAPÍTULO X       EMISSÃO DE UNITS

A rtigo 39          A S o c i e da d e p od er á e m i t i r c e r t i f ic ad o s d e d e p ós i t o d e
aç ões, dorav ant e des ign ad os c omo “Uni ts” o u ind iv idu a lment e c o mo “Uni t”.

Parágrafo 1º              C ad a Un it re p re s ent a rá 1 ( um a ) a ç ã o o rd i ná ri a e 2 (duas)
                          ações pref eren ciais de emissão da Sociedad e e somente
                          será emitida: ( i) mediant e solicit ação dos acion ist as qu e
                          d e t en h a m a ç õ es em qu ant i d a d e n e ces s ár i a à c o mp os i ção
                          d a s Unit s, c on f o r me o P a r ág r a f o 2 º ab a i x o, o b s e r v a d as as
                          r e g r as a s e r e m f i x a d a s p e l o C on s e l h o d e Ad m in i st r aç ã o de
                          a c o rd o com o d isp os t o n est e E s t atut o S o c ia l, ( ii) m e d iant e
                          d e l i b e r a ç ão d o C o n se l h o de Ad m i n i st r aç ã o d a S oc i e d a d e, em
                          caso de aumento de capital dentro do limite de capital
                          autorizado com a emissão de novas aç ões a serem
                          repres entadas por Units, ou ( iii) n os casos prev is t os no
                          Artigo 41, Parágrafo 2º deste Estatuto Social.

Parágrafo 2º              Somen t e ações livres de ônu s e grav ames                             poderão       ser
                          o b j e t o d e d e p ós i t o p a r a a e mi s s ã o d e Units.

A rtigo 40               A s Units t e r ã o a f o r m a es c ri t u ra l e , e x c et o n a h i p ót es e d e
cancelamento das Units, a p r o pr i e d ad e da s a çõ e s r ep r es e n t ad as p e l a s Un i t s
s o m en t e ser á t r ans f e r i d a m e dia n t e t r ans f er ê n c i a d a s Uni ts.

Parágrafo 1º              O t it u lar d e Units t e r á o d i r e i t o d e , a qua l q u e r t em p o,
                          solicit ar à in st itu ição f in an c eira depositária o cancelamento
                          d a s Uni ts e a e n t re g a d as res p ec t iv as a ç õ es dep o s it a d as,
                          ob s erv ad as as r eg ra s a s erem f ix a da s p elo C ons elh o de
                          A d m in i s t ra ç ã o de a c o rd o co m o d isp o st o n es t e E st atut o
                          Social.




                                                 110
Parágrafo 2º            O C on s e l ho d e Ad m i ni st raç ã o da S o c i e d ad e po de rá, a
                        q u a l qu e r t e mp o, su sp en der , p o r p r az o d et e r m in a do, a
                        possibilidade de can c elament o de Unit s p rev is ta no
                        P a rá g r af o 1 º d es t e A rt i g o 40 , n o c a so d e i n í c io d e of e rt a
                        pública de distribuição primária e/ ou secun dária de Un its,
                        n o mercado local e/ ou int ernac ional, sen do qu e n est e caso
                        o p r az o de su sp en sã o nã o p od e rá s e r s up e ri o r a 3 0 (trinta)
                        dias.

Parágrafo 3º            A s Un it s su jeit as a ônu s,           g rav ames      ou   emb araç os       n ão
                        p o d e rã o ser c an c e l ad a s.

A rtigo 41          A s Uni ts c on f er i r ã o a o s s eu s t i t u l a r e s o s m e smos d i r e i t os e
v an tag ens d as ações su b jac ent es.

Parágrafo 1º            O direito de part icipar das Assemb leias Gerais da Sociedade
                        e n e l a s ex e r cer t od a s as p re r r o g at i v as c on f er i da s à s a ções
                        repres entadas pelas Uni ts , mediante comp rovação de sua
                        titularidade, cabe exclusivamente ao titular das Un its. O
                        t itu lar d a Un it p od e r á s e r r e p r es e n t a d o n as A s s em b l e i as
                        Gerais da Sociedade por proc urador const itu ído n os termos
                        d o A rt i g o 1 2 6, § 1º d a L e i d as S o c i e dad e s p or Aç õ e s.

Parágrafo 2º            N a h ip ó t es e d e d e sd o b ram en t o, g ru pame n t o, b on i f i ca ç ã o ou
                        e m i s s ã o de n ov a s aç õ e s m ed i a n t e a capit aliz ação de lu cros
                        o u r e s e rva s , s er ã o o bs e r v ad a s a s seg u int e s r e g r as c om
                        relação às Uni ts :

        a) C as o o cor r a au m en t o d a q u a n t i d ade d e a çõ e s d e e m i s s ã o d a
           Sociedad e, a in st ituição financeira depositária registrará o depósito
           d a s n ov as a çõ e s e c r e d it a r á n ov as Un its n a con t a d o s r e s p ec t iv os
           t i t u l a r e s, d e m od o a r e f l et i r o n ov o n ú m e ro d e a ç õ es d et i d as p e los
           t itu la r e s d a s Un it s, g u a r d ad a s e mp r e a p ro p o rç ã o d e 1 ( u m a) açã o
           o r d i n á r i a e 2 ( du as ) a ç õ es p r ef e r en c ia i s d e emi s s ã o da S o c i ed ad e
           p a ra c a da Un it , sen do qu e as ações qu e n ão f orem p a ss ív eis d e
           c on st i t u i r Un it s s erão cr ed itad as d ir etament e aos ac ion ist as, s em a
           emissão de Uni ts .

        b) C as o oc or r a r e d u ç ã o d a q u a n t id ade d e a çõ e s d e e m i s s ã o d a
           Sociedad e, a instituição financeira d epos it ária deb it ará as c ont as de
           d e p ós i t o d e Unit s d o s t it u lares d a s aç ões grup ad as, efetu an d o o
           cancelamento automático de Un its em número suficiente para
           r ef l et i r o n ov o núm e ro d e a ç õ e s d e t i d a s p e l os t i t ul a res das Unit s,




                                              111
g u a r da d a s e m p re a p r o po r çã o d e 1 ( u ma ) aç ã o or d i n ár i a e 2 ( d u a s)
              a ç õ e s p ref e r en c i a i s d e e m is sã o d a S ocie d a d e p ar a c ad a Un i t , s en d o
              q u e as a çõ e s r e m an e sc ent e s q u e n ã o f o r e m p as s í v e i s d e c o n s t it u ir
              Units s er ão en t r egue s d i ret am e nt e aos ac i o ni sta s , s em a e mis são de
              Units.

A rt igo 42                    N o ca s o d e e x er c íc i o d o dir e i t o d e p r ef e r ênc i a p a ra a
s u b sc r i ç ão d e a ç ões d e emi s s ã o da S oc i e da d e , s e h ou v e r, a i n s t i t u iç ã o
f i n an c e i r a d e p os i t ár i a c r i a r á n ov a s Units n o l i v r o d e r e g i s t r o d e Un its
e s c r it u r a i s e c r e d ita r á t a i s Un its a o s res p ec t iv os t i t u l a r es , de m o do a r e f l e t ir
a n ov a qu ant i d a de d e a çõ e s p r ef e r enc iais e ações ordinárias de emissão da
Sociedad e depositadas na conta de depósito vinculada às Un its, ob s er v ad a
sempre a proporção de 1 (uma) ação ord i n ár i a e 2 ( d u a s ) a ç õ e s p r ef e r en c i a i s
d e e m i s s ão d a S oc i e d a d e p a ra c a da Uni t , s en d o q u e as açõ e s qu e n ã o f o r em
p ass ív eis d e c onst itu ir Unit s s e r ã o c r e d it a d as d i r et a men t e a os a c i o n is t as ,
s e m a e mi s s ã o d e U n i t s. N o c a s o d e ex e rc íc i o do d i r e i t o d e pr e f erê n c i a p ara a
subscrição de outros valores mobiliários de emissão da Sociedade, não
h av e r á o c r é d it o aut o m át ic o d e Un it s.

A rt igo 43                  Os titulares de Units terão direito ao recebimento de ações
d e c o rr en t e s d e c i sã o , i n c o rp o r aç ã o o u f u s ã o e n v o lv end o a S o cie d a d e. E m
q u a l qu e r h i p ót e s e, a s Un its ser ã o s e mp r e c r i ad as o u c an ce l a d a s, con f o r m e o
c a s o, n o l i v r o d e reg i s t r o de Units escriturais, em nome da BM&F BOVESPA
como respectiva proprietária fiduciári a , q u e a s c re d i t a r á n a s c on t as d e
c ust ód ia d o s resp ec t ivos t itu lares d e Un it s. Nas h i p ót es e s e m qu e f o rem
a t r i b u í d as a ç õ es a os t i t u l a r es d e Uni ts e tais aç ões não forem passíveis de
c on st itu ir      n ov a s   Units,          e s t as ações    t am b é m     ser ã o   d ep o s i t a d as na
B M &F B O VE SPA , n a q u a l i d ad e d e p ro p r i e t ár i a f i d u c i á r i a d a s Uni ts , qu e as
c r ed it ará n as c ont as d e cu st ód ia d os res p ec t iv os t itu lares.



CAPÍTULO XI                JUÍZO ARBITRAL

A rt igo 44                A   S o c i e da d e , s e u s    a c i o n is t as,  a dm i n i s t r a dor e s   e    os
m e m b r os d o C o n s e lh o F i sc a l, o b r i g a m-s e a r e s o lv e r, p o r m e i o d e a r b i t r ag e m,
p e r an t e a C âm a r a d e A rb i t ra g e m d o M e rc a do d a BM &F BOVE SP A, d e a co r d o
c o m s eu r e s p ec t iv o R e gu l am e n t o d e A r b it r ag em, t od a e qu a l qu e r d i s pu t a o u
controvérsia que possa surgir entre eles, relacionada ou or iunda, em
especial, da aplicação, validade, efic ácia, interpret ação, violação e seus
ef eit os, d a s d ispos iç ões cont id as na L ei d as Soc iedad es p or Aç ões, n o
E st at u t o S o c i a l da S o c i ed a de , n as n or ma s e d i t a d a s p e l o C on s e l h o M on et á r io
N acion al, pelo Banco C ent ral do Brasil e pela C omissão de Valores
M obiliários, bem como n as demais normas aplicáv eis ao fun c ionament o do
m e r c ad o d e c ap i t a is e m g e ra l , a l é m d aqu elas c on st an tes d o R egulament o do




                                                   112
N í v e l 2 , d o R e gu l a m en t o d a C âm a r a d e A r b i t r age m d o M e rc a do ,                 do
Regulamento de Sanções e do Contrato de Partic ipação no Nível 2,

Parágrafo Único Sem prejuízo da validade desta cláusula arbitral, o
                r e qu e r i m ent o d e med i d a s d e u rg ê n c i a p e l a s P ar t e s, ant es
                de constituído o Tribunal Arbit r a l, d ev e r á s e r r e m e t i d o a o
                P od e r Judic i á r i o , n a f o r ma d o i t e m 5. 1.3 d o R egul a m e n t o da
                C â mar a de A rb i t ra ge m d o M er c a do .



CAPÍTULO XII DISPOSIÇÕES FINAIS

A rt igo 4 5             A S o c i e d ad e e n t r a rá e m l i q u i d a ç ã o n os c a s os pr e v i st o s em
lei, cabendo à Assembleia Geral det ermi na r o m o d o d e l i q ui d aç ã o e no me ar o
liq u id an t e qu e d ever á atu a r n es s e per ío d o , e d ev en d o o C ons elh o F is ca l
fu nc ion a r n e st e p er ío d o, ob ede cidas às f ormalidades legais.

A rt igo 46               A S o c i eda d e a d o t a r á a s rec o m en d aç õ e s d a C VM e a s
p r át ic a s d a BM &FBOVE SP A r ela t iv as à g ov ern an ça c orp or at iv a, ob jet iv and o
ot imiz ar o seu desempenh o e prot eger os inv est idores mediant e ações que
g a r an t a m t r an sp a rê n c i a, e qu i d ad e d e trat amento aos acionistas e prestação
de contas.

A rt igo 4 7                 Os casos omissos deste Est atut o Social serão resolvidos
pela Assembleia Geral, a eles se aplica n d o as d i s p os i çõ e s l e g a is v i g en t es ,
e s p ec i a l m e n t e a s d is p os i ç õ es d a L e i d as S o c i e dad e s p or Aç õ e s.

A rt igo 48                A s d i s p os i ç õ e s c on t i d a s (i) no Parágrafo Ún ico do Artigo 1º;
( ii ) n os iten s (k) e ( l) do Art igo 14; ( i ii ) n o P a rág r af o 3 º d o A rt i g o 1 5; (iv)
n os P a r ág r af o s 2 º, 3º e 4º d o A rt i g o 1 6, (v) n o s ite n s (q ) e ( t) e no
P a rá g r af o 3 º d o Ar t i g o 18 ; (v i) n o P a r ág r afo 3 º d o A r t i go 2 4; (vii) nos
C ap í t u l o s V I , VII, VI I I e X I ; (v ii) n o A r t i go 3 8; e (v ii i) n o A r t igo 4 6 d es t e
E st at u t o S o c i a l s om e n t e t er ã o e f i các i a a p a rt i r d a d at a d e pub l i c a ç ã o do
Anúncio de In ício de D istribu ição Pú blica de Units referente à primeira
d istrib u içã o pú b l i ca d e a ç ões d e e mi s s ã o da S o c i e d ad e e d e a dm iss ão da
Sociedade no segmento do Nível 2 da BM&F BOVE SPA




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•   ATA DA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DA COMPANHIA, REALIZADA EM 9 DE
    NOVEMBRO DE 2012, QUE APROVOU A REALIZAÇÃO DA OFERTA




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•   MINUTA DA ATA DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA COMPANHIA QUE
    APROVARÁ O AUMENTO DE CAPITAL DA COMPANHIA E FIXARÁ O PREÇO POR UNIT




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123
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•   DECLARAÇÕES DE VERACIDADE DA COMPANHIA E DO COORDENADOR LÍDER PARA FINS
    DO ARTIGO 56 DA INSTRUÇÃO CVM N.º 400, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2003, CONFORME
    ALTERADA.




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129
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131
132

Alupar prospecto preliminar 01 04 2013

  • 1.
    PROSPECTO PRELIMINAR DAOFERTA PÚBLICA DE DISTRIBUIÇÃO PRIMÁRIA DE UNITS DA As informações contidas neste Prospecto Preliminar estão sob análise da Comissão de Valores Mobiliários, a qual ainda não se manifestou a seu respeito. O presente Prospecto Preliminar está sujeito à complementação e correção. O ALUPAR INVESTIMENTO S.A. Companhia Aberta de Capital Autorizado CNPJ/MF nº 08.364.948/0001-38 Código CVM 2149-0 Avenida Doutor Cardoso de Melo, 1.855, Bloco I, 9º andar 04548-005, São Paulo – SP 40.000.000 Units Valor Total da Oferta: R$800.000.000,00 Código ISIN das Units nº BRALUPCDAM15 Código de negociação na BM&FBOVESPA: ALUP11 No contexto da Oferta, estima-se que o Preço por Unit estará situado entre R$18,50 e R$21,50, ressalvado, no entanto, que o Preço por Unit poderá ser fixado acima ou abaixo desta faixa indicativa. A ALUPAR INVESTIMENTO S.A. (“Companhia”) está realizando uma oferta pública de distribuição primária de, inicialmente, 40.000.000 certificados de depósito de ações (“Units”), representativas cada uma de (a) uma ação ordinária (“Ação Ordinária”) e (b) duas ações preferenciais (“Ações Preferenciais” e, em conjunto com as Ações Ordinárias, “Ações”), todas nominativas, escriturais e sem valor nominal de emissão da Companhia, livres e desembaraçadas de quaisquer ônus ou gravames, a ser realizada no Brasil, em mercado de balcão não organizado, sob a coordenação do Banco Itaú BBA S.A. (“Coordenador Líder” ou “Itaú BBA”), do Banco BTG Pactual S.A. (“BTG Pactual”), do Banco de Investimentos Credit Suisse (Brasil) S.A. (“Credit Suisse”), do Goldman Sachs do Brasil Banco Múltiplo S.A. (“Goldman Sachs”) e do Banco Santander (Brasil) S.A. (“Santander” e, em conjunto com o Coordenador Líder, o BTG Pactual, o Credit Suisse e o Goldman Sachs, “Coordenadores da Oferta”), com a participação da Caixa Econômica Federal (“Caixa Econômica Federal”), o Banco J. Safra S.A. (“Safra” e, em conjunto com a Caixa Econômica Federal, “Coordenadores Contratados”) e determinadas instituições intermediárias autorizadas a operar no mercado de capitais brasileiro, credenciadas junto à BM&FBOVESPA S.A. – Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (“BM&FBOVESPA”), convidadas a participar da Oferta exclusivamente para efetuar esforços de colocação das Units junto aos Investidores Não Institucionais (conforme definido neste Prospecto) (“Instituições Consorciadas”), observado o disposto na Instrução da Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”) nº 400, de 29 de dezembro de 2003, conforme alterada (“Instrução CVM 400”) e o esforço de dispersão acionária previsto no Regulamento do Nível 2. Simultaneamente, serão também realizados esforços de colocação de Units no exterior pelo Itau BBA USA Securities, Inc., BTG Pactual US Capital LLC, Credit Suisse Securities (USA) LLC, Goldman, Sachs & Co. e Santander Investment Securities Inc. (em conjunto, “Agentes de Colocação Internacional”) e por determinadas instituições financeiras a serem contratadas, exclusivamente junto a Investidores Estrangeiros (conforme definido neste Prospecto), que invistam no Brasil em conformidade com os mecanismos de investimento regulamentados pela Resolução do Conselho Monetário Nacional nº 2.689, de 26 de janeiro de 2000, conforme alterada, e pela Instrução da CVM nº 325, de 27 de janeiro de 2000, conforme alterada, e/ou pela Lei nº 4.131, de 3 de setembro de 1962, conforme alterada, nos termos do Contrato de Colocação Internacional (conforme definido neste Prospecto) (“Oferta”). Nos termos do artigo 24 da Instrução CVM 400, a quantidade total das Units inicialmente ofertadas (sem considerar as Units Adicionais, conforme abaixo definidas) poderá ser acrescida em até 15%, ou seja, em até 6.000.000 Units, nas mesmas condições e preço das Units inicialmente ofertadas (“Units Suplementares”), conforme opção a ser outorgada pela Companhia ao BTG Pactual (“Agente Estabilizador”) no Contrato de Colocação (conforme definido neste Prospecto), as quais serão destinadas exclusivamente a atender a um eventual excesso de demanda que venha a ser constatado no decorrer da Oferta (“Opção de Units Suplementares”). O Agente Estabilizador terá o direito exclusivo, a partir da data de assinatura do Contrato de Colocação (conforme definido neste Prospecto) e por um período de até 30 dias contados, inclusive, da data de início de negociação das Units na BM&FBOVESPA, de exercer a Opção de Units Suplementares, no todo ou em parte, em uma ou mais vezes, após notificação aos demais Coordenadores da Oferta, desde que a decisão de sobrealocação das Units tenha sido tomada em comum acordo entre os Coordenadores da Oferta no momento da precificação da Oferta. Adicionalmente, sem prejuízo da Opção de Units Suplementares, nos termos do artigo 14, parágrafo 2º, da Instrução CVM 400, a quantidade total de Units inicialmente ofertadas (sem considerar as Units Suplementares) poderá, a critério da Companhia, em comum acordo com os Coordenadores da Oferta, ser acrescida em até 20%, ou seja, em até 8.000.000 Units, nas mesmas condições e no mesmo preço das Units inicialmente ofertadas (“Units Adicionais”). O Preço por Unit será fixado após a conclusão do procedimento de coleta de intenções de investimento realizado com Investidores Institucionais (conforme definido neste Prospecto) pelos Coordenadores da Oferta, no Brasil, e pelos Agentes de Colocação Internacional, no exterior, conforme previsto no artigo 23, parágrafo 1º, e no artigo 44 da Instrução CVM 400 (“Procedimento de Bookbuilding”). A escolha do critério para determinação do Preço por Unit é justificada pelo fato de que o mesmo evitará a diluição injustificada dos acionistas da Companhia, nos termos do artigo 170, parágrafo 1º da Lei das Sociedades por Ações, e de que as Units serão distribuídas por meio de oferta pública em que o valor de mercado das Units será aferido com a realização do Procedimento de Bookbuilding, que reflete o valor pelo qual os Investidores Institucionais (conforme definido neste Prospecto) apresentarão suas intenções de investimento no contexto da Oferta. Os Investidores Não Institucionais (conforme definido neste Prospecto) não participarão do Procedimento de Bookbuilding e, portanto, não participarão do processo de determinação do Preço por Unit. (1) (1)(2) (1)(2)(3) Preço (R$) Comissões (R$) Recursos Líquidos (R$) Preço por Unit ............................................................... 20,00 0,61 19,39 Total Oferta ............................................................. 800.000.000,00 24.400.000,00 775.600.000,00 (1) Considerando o Preço por Unit de R$20,00, que é o ponto médio da faixa de preços indicada acima. (2) Sem considerar as Units Adicionais e as Units Suplementares. (3) Sem dedução das despesas da Oferta. A emissão pela Companhia das Ações Ordinárias e das Ações Preferenciais subjacentes às Units será feita com exclusão do direito de preferência dos seus atuais acionistas, nos termos do artigo 172, inciso I, da Lei das Sociedades por Ações, e tal emissão será realizada dentro do limite de capital autorizado previsto no estatuto social da Companhia. A realização da Oferta, bem como seus termos e condições, foram aprovados em Assembleia Geral Extraordinária da Companhia, realizada em 9 de novembro de 2012, cuja ata foi registrada na Junta Comercial do Estado de São Paulo em 5 de dezembro de 2012 sob o nº 2.265.453/12-2 e publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo e no jornal Valor Econômico em 23 de janeiro de 2013. O Preço por Unit e o efetivo aumento de capital da Companhia serão aprovados em Reunião do Conselho de Administração da Companhia a ser realizada antes da concessão do registro da Oferta pela CVM, cuja ata será registrada na Junta Comercial do Estado de São Paulo e publicada no jornal Valor Econômico na data de publicação do Anúncio de Início e no Diário Oficial do Estado de São Paulo em 24 de abril de 2013. A Oferta foi registrada pela CVM em [●] de [●] de 2013, sob o n° CVM/SRE/REM/2013/[●]. O registro da Oferta não implica, por parte da CVM, garantia de veracidade das informações prestadas ou em julgamento sobre a qualidade da Companhia, bem como sobre as Units a serem distribuídas. Prospecto Definitivo será entregue aos investidores durante o período de distribuição. Será admitido o recebimento de reservas, no âmbito da Oferta de Varejo, para Investidores Não Institucionais, a partir da data indicada no Aviso ao Mercado e neste Prospecto Preliminar, para subscrição de Units, as quais somente serão confirmadas pelo subscritor após o início do período de distribuição das Units. Este Prospecto não deve, em nenhuma circunstância, ser considerado uma recomendação de investimento nas Units. Ao decidir subscrever e integralizar as Units, potenciais investidores deverão realizar sua própria análise e avaliação da situação financeira da Companhia, de suas atividades e dos riscos decorrentes do investimento nas Units. LEIA ESTE PROSPECTO E O FORMULÁRIO DE REFERÊNCIA DA COMPANHIA ANTES DE ACEITAR A OFERTA, EM ESPECIAL AS SEÇÕES RELATIVAS AOS FATORES DE RISCO, NAS PÁGINAS 21 E 70 DESTE PROSPECTO, RESPECTIVAMENTE, E NOS QUADROS 4 E 5 DO FORMULÁRIO DE REFERÊNCIA. “A(O) presente oferta pública (programa) foi elaborada(o) de acordo com as normas de Regulação e Melhores Práticas da ANBIMA para as Ofertas Públicas de Distribuição e Aquisição de Valores Mobiliários, atendendo, assim, a(o) presente oferta pública (programa), aos padrões mínimos de informação exigidos pela ANBIMA, não cabendo à ANBIMA qualquer responsabilidade pelas referidas informações, pela qualidade da emissora e/ou ofertantes, das Instituições Participantes e dos valores mobiliários objeto da(o) oferta pública (programa). Este selo não implica recomendação de investimento. O registro ou análise prévia da presente distribuição não implica, por parte da ANBIMA, garantia da veracidade das informações prestadas ou julgamento sobre a qualidade da companhia emissora, bem como sobre os valores mobiliários a serem distribuídos”. Coordenadores da Oferta Coordenador Líder Agente Estabilizador Coordenadores Contratados A data deste Prospecto Preliminar é 1º de abril de 2013.
  • 2.
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  • 3.
    ÍNDICE DEFINIÇÕES ...................................................................................................................... 1 INFORMAÇÕESCADASTRAIS DA COMPANHIA ................................................................. 8 DOCUMENTOS E INFORMAÇÕES INCORPORADOS POR REFERÊNCIA A ESTE PROSPECTO PRELIMINAR .............................................................................................. 9 CONSIDERAÇÕES SOBRE ESTIMATIVAS E PERSPECTIVAS SOBRE O FUTURO ............... 10 SUMÁRIO DA COMPANHIA.............................................................................................. 12 PRINCIPAIS FATORES DE RISCO RELATIVOS A NÓS ......................................................................... 21 SUMÁRIO DA OFERTA ..................................................................................................... 25 INFORMAÇÕES SOBRE NÓS, OS COORDENADORES, OS CONSULTORES E OS AUDITORES ................................................................................................................... 32 INFORMAÇÕES RELATIVAS À OFERTA ............................................................................ 34 COMPOSIÇÃO DO NOSSO CAPITAL SOCIAL ................................................................................... 34 ALOCAÇÃO DOS RECURSOS DA OFERTA NAS CONTAS PATRIMONIAIS .................................................... 35 A OFERTA .......................................................................................................................... 35 Units Suplementares ..................................................................................................... 36 Units Adicionais ............................................................................................................ 36 Aprovações Societárias ................................................................................................. 36 Preço por Unit .............................................................................................................. 36 Quantidade, Valor e Recursos Líquidos ........................................................................... 37 Custos de Distribuição .................................................................................................. 38 Público Alvo da Oferta .................................................................................................. 38 Procedimento da Oferta ................................................................................................ 39 Oferta de Varejo .......................................................................................................... 39 Oferta Institucional ....................................................................................................... 41 Prazo de Distribuição .................................................................................................... 42 Liquidação ................................................................................................................... 42 Contrato de Estabilização .............................................................................................. 42 Direitos, Vantagens e Restrições das Units...................................................................... 43 Restrições à Negociação das Units (Lock-up) .................................................................. 44 Cronograma Indicativo da Oferta ................................................................................... 45 Contrato de Colocação e Contrato de Colocação Internacional .......................................... 46 Informações sobre a Garantia Firme de Liquidação.......................................................... 46 Instituição Financeira Escrituradora das Ações e Depositária das Units .............................. 47 Negociação das Units na BM&FBOVESPA ........................................................................ 47 Alteração das Circunstâncias, Revogação ou Modificação ................................................. 47 Suspensão e Cancelamento ........................................................................................... 48 Inadequação da Oferta ................................................................................................. 49 RELACIONAMENTO ENTRE NÓS, OS COORDENADORES DA OFERTA E OS COORDENADORES CONTRATADOS ............................................................................... 50 RELACIONAMENTO ENTRE NÓS E O COORDENADOR LÍDER ................................................................ 50 RELACIONAMENTO ENTRE NÓS E O BTG PACTUAL .......................................................................... 51 RELACIONAMENTO ENTRE NÓS E O CREDIT SUISSE ......................................................................... 52 RELACIONAMENTO ENTRE NÓS E O GOLDMAN SACHS ...................................................................... 52 RELACIONAMENTO ENTRE NÓS E O SANTANDER ............................................................................. 53 RELACIONAMENTO ENTRE NÓS E A CAIXA ECONÔMICA FEDERAL ......................................................... 54 RELACIONAMENTO ENTRE NÓS E O SAFRA .................................................................................... 54 INFORMAÇÕES ADICIONAIS ...................................................................................................... 55 OPERAÇÕES VINCULADAS À OFERTA ............................................................................. 58 i
  • 4.
    APRESENTAÇÃO DAS INSTITUIÇÕESINTERMEDIÁRIAS ............................................... 59 BANCO ITAÚ BBA S.A. .......................................................................................................... 59 BTG PACTUAL ..................................................................................................................... 60 CREDIT SUISSE .................................................................................................................... 62 GOLDMAN SACHS.................................................................................................................. 63 SANTANDER ........................................................................................................................ 64 CAIXA ECONÔMICA FEDERAL .................................................................................................... 66 SAFRA ............................................................................................................................... 68 FATORES DE RISCO RELACIONADOS À OFERTA E ÀS UNITS ......................................... 70 DESTINAÇÃO DOS RECURSOS ........................................................................................ 74 CAPITALIZAÇÃO .............................................................................................................. 76 DILUIÇÃO ........................................................................................................................ 77 ANEXOS ........................................................................................................................... 79 ESTATUTO SOCIAL CONSOLIDADO DA COMPANHIA ...................................................... 83 ATA DA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DA COMPANHIA, REALIZADA EM 9 DE NOVEMBRO DE 2012, QUE APROVOU A REALIZAÇÃO DA OFERTA ....................... 117 MINUTA DA ATA DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA COMPANHIA QUE APROVARÁ O AUMENTO DE CAPITAL DA COMPANHIA E FIXARÁ O PREÇO POR UNIT............................................................................................................................ 123 DECLARAÇÕES DE VERACIDADE DA COMPANHIA E DO COORDENADOR LÍDER PARA FINS DO ARTIGO 56 DA INSTRUÇÃO CVM Nº 400, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2003, CONFORME ALTERADA ............................................................................................... 129 ii
  • 5.
    DEFINIÇÕES Para os finsdeste Prospecto, os termos “nós” e “nossos” e verbos na primeira pessoa do plural referem-se à Companhia, salvo referência diversa neste Prospecto. Os termos indicados abaixo terão o significado a eles atribuídos neste Prospecto e no Formulário de Referência, conforme aplicável, salvo referência diversa. Os termos relacionados especificamente com a Oferta e respectivos significados constam da Seção “Sumário da Oferta”, na página 25 deste Prospecto. ACE ACE Comercializadora Ltda. Acionista Controlador ou Guarupart Participações Ltda. Guarupart Administração Nosso Conselho de Administração e nossa Diretoria. Administradores Membros do nosso Conselho de Administração e de nossa Diretoria. AF Energia AF Energia S.A. Alupar Inversiones Alupar Inversiones Perú S.A.C. ANBIMA ANBIMA – Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais. ANEEL Agência Nacional de Energia Elétrica. Assembleia Geral Assembleia geral de nossos acionistas. Auditores Independentes ou Ernst & Young Terco, nossos auditores independentes. Ernst & Young Banco Central ou BACEN Banco Central do Brasil. BM&FBOVESPA BM&FBOVESPA S.A. – Bolsa de Valores, Mercadoria e Futuros. BNDES Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES. Boa Vista Boa Vista Participações S.A. Brasil ou País República Federativa do Brasil. CADE Conselho Administrativo de Defesa Econômica. CDI Certificados de Depósitos Interbancários. CFC Conselho Federal de Contabilidade. CMN Conselho Monetário Nacional. CNPJ/MF Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica do Ministério da Fazenda. 1
  • 6.
    Código ANBIMA Código ANBIMA de Regulação e Melhores Práticas para as Ofertas Públicas de Distribuição e Aquisição de Valores Mobiliários. Companhia Alupar Investimento S.A. Conselheiro Independente É o membro do Conselho de Administração que atende aos seguintes requisitos: (i) não ter qualquer vínculo conosco, exceto participação de capital; (ii) não ser acionista controlador, cônjuge ou parente até segundo grau daquele, ou não ser ou não ter sido, nos últimos três anos, vinculado a sociedade ou entidade relacionada ao nosso Acionista Controlador; (iii) não ter sido, nos últimos três anos, nosso empregado ou diretor, do nosso Acionista Controlador ou de sociedade controlada por nós; (iv) não ser fornecedor ou comprador, direto ou indireto, de nossos serviços e/ou produtos em magnitude que implique perda de independência; (v) não ser funcionário ou administrador de sociedade ou entidade que esteja oferecendo ou demandando à nos serviços e/ou produtos, em magnitude que implique perda de independência; (vi) não ser cônjuge ou parente até segundo grau de algum de nossos administradores; e (vii) não receber outra remuneração de nós além da de conselheiro (proventos em dinheiro oriundos de participação de capital estão excluídos desta restrição). Serão considerados ainda Conselheiros Independentes aqueles eleitos mediante as faculdades previstas no artigo 141, parágrafos 4º e 5º, da Lei das Sociedades por Ações. Conselho de Administração Nosso Conselho de Administração. Conselho Fiscal Nosso Conselho Fiscal, se instalado. CPI Consumer Price Index, índice baseado nos preços pagos pelos consumidores norte americanos em determinados produtos e serviços utilizados nos Estados Unidos da América. CSLL Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido. CVM Comissão de Valores Mobiliários. Deliberação CVM 476 Deliberação da CVM n.º 476, de 25 de janeiro de 2005. Diretoria Nossa Diretoria. Dólar, dólar, dólar norte- Moeda corrente dos Estados Unidos da América. americano ou US$ EATE Empresa Amazonense de Transmissão de Energia S.A. 2
  • 7.
    EBITDA É o lucro líquido do período antes do imposto de renda e contribuição social, do resultado financeiro dos custos e das despesas de depreciação e amortização. O EBITDA é um indicador financeiro utilizado para avaliar o resultado de empresas sem a influência de sua estrutura de capital, de efeitos tributários e outros impactos contábeis sem reflexo direto no fluxo de caixa da empresa. Acreditamos que o EBITDA é uma informação adicional às nossas demonstrações financeiras, mas não uma medição contábil de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e IFRS, e não deve ser utilizado como um substituto para o lucro líquido e fluxo de caixa operacional, como um indicador de desempenho operacional, nem tampouco como um indicador de liquidez. O EBITDA apresenta limitações que podem prejudicar a sua utilização como medida de lucratividade, em razão de não considerar determinados custos decorrentes dos nossos negócios, que poderiam afetar de maneira significativa os nossos lucros, tais como despesas financeiras, tributos, depreciação, despesas de capital e outros encargos relacionados. EBTE Empresa Brasileira de Transmissão de Energia S.A. ECTE Empresa Catarinense de Transmissão de Energia S.A. Energia dos Ventos I Energia dos Ventos I S.A. Energia dos Ventos II Energia dos Ventos II S.A. Energia dos Ventos III Energia dos Ventos III S.A. Energia dos Ventos IV Energia dos Ventos IV S.A. Energia dos Ventos IX Energia dos Ventos IX S.A. Energia dos Ventos V Energia dos Ventos V S.A. Energia dos Ventos VI Energia dos Ventos VI S.A. Energia dos Ventos VII Energia dos Ventos VII S.A. Energia dos Ventos VIII Energia dos Ventos VIII S.A. Energia dos Ventos X Energia dos Ventos X S.A. ENTE Empresa Norte de Transmissão de Energia S.A. ERTE Empresa Regional de Transmissão de Energia S.A. ESDE Empresa Santos Dumont de Energia S.A. Estatuto Social Nosso Estatuto Social. 3
  • 8.
    ETEM Empresa de Transmissão de Energia do Mato Grosso S.A. ETEP Empresa Paraense de Transmissão de Energia S.A. ETES Empresa de Transmissão do Espírito Santo S.A. ETSE Empresa de Transmissão Serrana S.A. ETVG Empresa de Transmissão de Várzea Grande S.A. Fatores de Risco Os investidores devem ler as seções “Sumário da Companhia – Principais Fatores de Risco Relativos a Nós” e “Fatores de Risco Relacionados à Oferta e às Units”, nas páginas 21 e 70 deste Prospecto, respectivamente, bem como os Fatores de Risco descritos nas seções “4. Fatores de Risco” e “5. Riscos de Mercado” do Formulário de Referência, para ciência dos fatores de risco que devem ser considerados em relação ao investimento nas Units. Ferreira Gomes Ferreira Gomes Energia S.A. FI-FGTS Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FI-FGTS. Final Offering Memorandum Documento final de divulgação da Oferta utilizado no esforço de colocação de Units junto a Investidores Estrangeiros. Formulário de Referência Nosso Formulário de Referência, incorporado por referência a este Prospecto e elaborado nos termos da Instrução CVM 480. Foz do Rio Claro Foz do Rio Claro Energia S.A. Genpower Genpower Termoelétricas e Participações S.A. Governo Federal, União ou União Governo Federal da República Federativa do Brasil. Federal IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. IBRACON Instituto dos Auditores Independentes do Brasil. IFRS Normas contábeis internacionais (International Financial Reporting Standards). IGP-DI Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna, divulgado pela Fundação Getúlio Vargas – FGV. IGP-M Índice Geral de Preços de Mercado, divulgado pela Fundação Getúlio Vargas – FGV. Ijuí Ijuí Energia S.A. Instrução CVM 325 Instrução da CVM n.º 325, de 27 de janeiro de 2000, e alterações posteriores. 4
  • 9.
    Instrução CVM 358 Instrução da CVM n.º 358, de 3 de janeiro de 2002, e alterações posteriores. Instrução CVM 400 Instrução da CVM n.º 400, de 29 de dezembro de 2003, e alterações posteriores. Instrução CVM 480 Instrução da CVM n.º 480, de 7 de dezembro de 2009, e alterações posteriores. IPCA Índice de Preços ao Consumidor Amplo, apurado e divulgado pelo IBGE. IRPJ Imposto de Renda Pessoa Jurídica. ITR Informações Trimestrais. JUCESP Junta Comercial do Estado de São Paulo. Kilovolt ou kV Unidade equivalente a mil Volts. Lavrinhas Usina Paulista Lavrinhas de Energia S.A. Lei das Sociedades por Ações Lei n.º 6.404, de 15 de dezembro de 1976, e alterações posteriores. Lei de Concessões Lei n.º 8.987, de 13 de fevereiro de 1995, e alterações posteriores. Lei do Mercado de Valores Lei n.º 6.385, de 7 de dezembro de 1976, e alterações Mobiliários posteriores. Lei do Novo Modelo do Setor Lei n.º 10.848, de 15 de março de 2004 e alterações Elétrico posteriores. Lei n.º 4.131 Lei n.º 4.131, de 03 de setembro de 1962, e alterações posteriores. Lumitrans Lumitrans Companhia Transmissora de Energia Elétrica. MME Ministério de Minas e Energia. Nível 2 Segmento especial de listagem da BM&FBOVESPA com regras diferenciadas de governança corporativa, regulamentado pelo Regulamento do Nível 2. ONS Operador Nacional do Sistema Elétrico. PIB Produto Interno Bruto. Poder Concedente União, representada por meio da ANEEL. 5
  • 10.
    Práticas Contábeis Adotadasno Princípios e práticas contábeis adotadas no Brasil, em Brasil ou BR GAAP conformidade com a Lei das Sociedades por Ações, as normas e instruções da CVM assim como os pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis – CPC já aprovados pela CVM e as resoluções do Conselho Federal de Contabilidade – CFC. Preliminary Offering Documento preliminar de divulgação da Oferta utilizado no Memorandum esforço de colocação de Units junto a Investidores Estrangeiros. Prospecto Definitivo O Prospecto Definitivo da Oferta Pública de Distribuição Primária de Units da Alupar Investimento S.A., incluindo seus anexos e documentos a ele incorporados por referência. Prospecto Preliminar ou Este Prospecto Preliminar da Oferta Pública de Distribuição Prospecto Primária de Units da Alupar Investimento S.A., incluindo seus anexos e documentos a ele incorporados por referência. Prospectos O Prospecto Preliminar e o Prospecto Definitivo, considerados em conjunto. Queluz Usina Paulista Queluz de Energia S.A. Quilômetro ou km Unidade equivalente a mil metros. RAP Receitas Anuais Permitidas, que corresponde ao valor fixo apresentado em leilão pelas concessionárias quando da outorga de suas concessões. RBNI Receita anual permitida referente às novas instalações de transmissão de energia elétrica integrantes da Rede Básica. Real, real ou R$ Moeda corrente do Brasil. Rede Básica Rede Básica é o conjunto das conexões e instalações de transmissão de energia elétrica integrantes do Sistema Interligado Nacional, relacionados no Anexo I da Resolução ANEEL n.º 166, de 31 de maio de 2000, e as que vierem a ser declaradas a qualquer tempo ou incluídas como tal pela ANEEL. Regra 144A Rule 144A do Securities Act. Regulamento do Nível 2 Regulamento de Listagem do Nível 2 de governança corporativa da BM&FBOVESPA. Regulamento S Regulation S do Securities Act. Resolução CMN 2.689 Resolução do CMN n.º 2.689, de 26 de janeiro de 2000, conforme alterada. Risaralda Risaralda Energia S.A. S.E.S.P. 6
  • 11.
    SEC Securities and Exchange Commission. Seção Cada Seção deste Prospecto. Securities Act Securities Act de 1933, dos Estados Unidos da América. SUDAM Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia. SUDENE Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste. STC Sistema de Transmissão Catarinense S.A. STN Sistema de Transmissão Nordeste S.A. TME Transmissora Matogrossense de Energia S.A. TNE Transnorte Energia S.A. Transirapé Companhia Transirapé de Transmissão. Transleste Companhia Transleste de Transmissão. Transminas Transminas Holding S.A. Transudeste Companhia Transudeste de Transmissão. 7
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    INFORMAÇÕES CADASTRAIS DACOMPANHIA Identificação Alupar Investimento S.A., sociedade por ações, inscrita no CNPJ/MF sob o n.º 08.364.948/0001-38 e com seus atos constitutivos arquivados na JUCESP, sob o NIRE 35.300.335.325. Registro na CVM Registro n.º 2149-0, concedido pela CVM em 18 de junho de 2008. Sede Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Dr. Cardoso de Melo, n.º 1855, Bloco I, 9º andar, sala A, Vila Olímpia, CEP 04548-005. Diretoria de Relações Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Dr. com Investidores Cardoso de Melo, n.º 1855, Bloco I, 9º andar, sala A, Vila Olímpia, CEP 04548-005. O Diretor de Relações com Investidores é o Sr. Marcelo Patrício Fernandes Costa. O telefone do Departamento de Relações com Investidores é +55 (11) 2184-9687 e o e-mail é ri@alupar.com.br. Auditores Independentes Ernst & Young Terco. Instituição Escrituradora Itaú Corretora de Valores S.A. Títulos e Valores Mobiliários Nossas Units, as Ações Ordinárias e as Ações Preferenciais Emitidos serão listadas na BM&FBOVESPA sob o código ALUP11, ALUP3 e ALUP4, respectivamente, e sob o ISIN BRALUPCDAM15, BRALUPACNOR8 e BRALUPACNPR5, respectivamente, no segmento denominado Nível 2, a partir do dia útil seguinte à publicação do Anúncio de Início. Jornais nos quais divulgamos As publicações realizadas por nós em decorrência da Lei das informações Sociedades por Ações são divulgadas no Diário Oficial do Estado de São Paulo e no jornal Valor Econômico. Sites na Internet www.alupar.com.br. As informações constantes do nosso website não são parte integrante deste Prospecto, nem se encontram incorporadas por referência a este Prospecto. 8
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    DOCUMENTOS E INFORMAÇÕESINCORPORADOS POR REFERÊNCIA A ESTE PROSPECTO PRELIMINAR O Formulário de Referência, em sua versão 2.0 datada de 1º de abril de 2013, elaborado nos termos da Instrução CVM 480, encontra-se incorporado por referência a este Prospecto. O Formulário de Referência está disponível na nossa página na internet e na página na internet da CVM: • www.alupar.com.br – neste website acessar “Informações Financeiras”, depois clicar na versão mais recente disponibilizada do “Formulário de Referência – 2013”; e • www.cvm.gov.br – neste website acessar “Participantes do Mercado” – “Companhias Abertas” – “ITR, DFP, IAN, IPE e outras Informações”, depois digitar “Alupar”, posteriormente acessar “Alupar Investimento S.A.” e, em seguida, na versão mais recente disponibilizada do “Formulário de Referência”, acessar “Consulta”. As nossas demonstrações financeiras relativas aos exercícios sociais encerrados em 31 de dezembro de 2012, 2011 e 2010, acompanhadas dos respectivos relatórios da administração e pareceres dos Auditores Independentes estão disponíveis na nossa página na internet e na página na internet da CVM: • www.alupar.com.br – neste website acessar “Informações Financeiras”, depois clicar em “arquivo” para escolher o ano, e, finalmente, selecionar a demonstração financeira desejada; e • www.cvm.gov.br – neste website acessar “Participantes do Mercado” – “Companhias Abertas” – “ITR, DFP, IAN, IPE e outras Informações”, depois digitar “Alupar”, posteriormente acessar “Alupar Investimento S.A.” e, em seguida, clicar em “Dados Econômico-Financeiros”, e, finalmente, clicar na demonstração financeira desejada. Os investidores devem ler as seções “4. Fatores de Risco” e “5. Riscos de Mercado” do Formulário de Referência, bem como as seções deste Prospecto “Sumário da Companhia – Principais Fatores de Risco Relativos a Nós” e “Fatores de Risco Relacionados à Oferta e às Units”, nas páginas 21 e 70 deste Prospecto, respectivamente para ciência dos riscos que devem ser considerados antes de decidir investir nas Units. 9
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    CONSIDERAÇÕES SOBRE ESTIMATIVASE PERSPECTIVAS SOBRE O FUTURO Este Prospecto contém estimativas e perspectivas acerca do futuro, principalmente nas Seções “Sumário da Companhia”, “Principais Fatores de Risco Relativos a Nós” e “Fatores de Risco Relacionados à Oferta e às Units”, nas páginas 12, 21 e 70 deste Prospecto, respectivamente, e no item 4.1 do Formulário de Referência. Nossas estimativas e declarações futuras têm embasamento, em grande parte, nas expectativas atuais, estimativas das projeções futuras e tendências que afetam ou podem potencialmente vir a afetar o nosso setor de atuação, a nossa participação de mercado, nossa reputação, os nossos negócios, nossa situação financeira, o resultado das nossas operações, nossas margens e/ou nosso fluxo de caixa. Estas estimativas e declarações estão sujeitas a diversos riscos, incertezas e premissas e são feitas com base nas informações de que atualmente dispomos. Outros fatores além daqueles discutidos neste Prospecto podem impactar adversamente nossos resultados. Nossas estimativas e declarações acerca do futuro podem ser influenciadas por diversos fatores, incluindo, exemplificativamente: • intervenções governamentais, resultando em alteração na economia, tributos, tarifas, ambiente regulatório ou regulamentação ambiental no Brasil; • alterações nas condições gerais da economia, incluindo, exemplificativamente, inflação, taxas de juros, câmbio, nível de emprego, crescimento populacional e confiança do consumidor; • nossa capacidade de identificar novos projetos; • alterações nos preços de energia elétrica; • nossa capacidade de aproveitar todos os benefícios esperados das aquisições que venhamos a realizar; • nossa capacidade de adquirir equipamentos de geração de energia eólica, hidrelétrica ou termelétrica nos prazos e preços que viabilizem os projetos; • licitações para linhas de transmissão; • inexistência de leilões onde se possa comercializar energia de fontes alternativas; • nossa capacidade de obter novos contratos de compra e venda de energia, tanto no Ambiente de Contratação Regulada – ACR quanto no Ambiente de Contratação Livre – ACL; • impossibilidade ou dificuldade de viabilização de nossos projetos em desenvolvimento; • atrasos, excesso ou aumento de custos não previstos na implantação de nossos projetos e outros problemas relacionados à construção e desenvolvimento; • indisponibilidade de financiamento adequado às nossas necessidades, ou incapacidade de realizar o volume de investimento previsto no plano de negócios dentro do cronograma inicialmente previsto; • aumento de custos, incluindo, mas não se limitando aos custos: (i) de operação e manutenção; (ii) encargos regulatórios e ambientais; (iii) contribuições, taxas e impostos; e (iv) tarifas de transporte de energia elétrica, de tal modo que venham a afetar nossas margens de lucro; • dificuldades de acesso aos sistemas de transmissão de energia elétrica; 10
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    nossa capacidade de obter, manter e renovar as autorizações e licenças governamentais aplicáveis, inclusive ambientais que viabilizem os projetos; • nossa capacidade de obter ventos médios em linha com as medições e expectativas utilizadas para a decisão de investimento em projetos eólicos; aspectos ambientais não previstos que onerem em excesso os projetos e causem atrasos; • alterações climáticas que causem secas prolongadas, interferência no regime de velocidade e frequência de ventos, entre outros; • fatores ou tendências que podem afetar nossos negócios, participação no mercado, condição financeira, liquidez ou resultados de nossas operações; • nosso nível de capitalização e endividamento e nossa capacidade de contratar novos financiamentos e executar o nosso plano de expansão; e • outros fatores de risco discutidos nas Seções “Sumário da Companhia”, “Principais Fatores de Risco relativos a Nós” e “Fatores de Risco Relacionados à Oferta e às Units”, nas páginas 12, 21 e 70 deste Prospecto, respectivamente, bem como nas seções “4. Fatores de Risco” e “5. Riscos de Mercado” do Formulário de Referência. O investidor deve estar ciente de que os fatores mencionados acima, além de outros discutidos neste Prospecto e no Formulário de Referência, poderão afetar nossos resultados futuros e poderão levar a resultados diferentes daqueles expressos nas declarações prospectivas que fazemos neste Prospecto e no Formulário de Referência. As palavras “acreditamos”, “podemos”, “poderemos”, “estimamos”, “continuamos”, “antecipamos”, “pretendemos”, “esperamos” e palavras similares têm por objetivo identificar estimativas e perspectivas para o futuro. Tais estimativas referem-se apenas à data em que foram expressas, sendo que não podemos assegurar que atualizaremos ou revisaremos quaisquer dessas estimativas em razão da disponibilização de novas informações, de eventos futuros ou de quaisquer outros fatores. Estas estimativas envolvem riscos e incertezas e não consistem em qualquer garantia de um desempenho futuro, sendo que os reais resultados ou desenvolvimentos podem ser substancialmente diferentes das expectativas descritas nas estimativas e declarações acerca do futuro, constantes neste Prospecto e no Formulário de Referência. Declarações prospectivas envolvem riscos, incertezas e premissas, pois se referem a eventos futuros e, portanto, dependem de circunstâncias que podem ou não ocorrer. A condição futura da nossa situação financeira e de nossos resultados operacionais, nossa participação de mercado e posição competitiva no mercado poderão apresentar diferenças significativas se comparadas àquela expressa ou sugerida nas referidas declarações prospectivas. Muitos dos fatores que determinarão esses resultados e valores estão além da nossa capacidade de controle ou previsão. Em vista dos riscos e incertezas envolvidos, nenhuma decisão de investimento deve ser tomada somente baseada nas estimativas e declarações acerca do futuro constantes neste Prospecto e no Formulário de Referência. 11
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    SUMÁRIO DA COMPANHIA Estesumário é apenas um resumo de nossas informações. As informações completas sobre nós estão neste Prospecto e no Formulário de Referência; leia-os antes de aceitar a Oferta. Declaramos que as informações constantes neste Sumário são consistentes com as informações de nosso Formulário de Referência, anexo a este Prospecto, nos termos do inciso II, § 3º, do artigo 40 da Instrução CVM 400. Este Sumário contém um resumo das nossas atividades e das nossas informações financeiras e operacionais, não pretendendo ser completo nem substituir o restante deste Prospecto e do Formulário de Referência. Este Sumário não contém todas as informações que o investidor deve considerar antes de investir nas Units. Antes de tomar sua decisão em investir em nossas Units, o investidor deve ler cuidadosa e atenciosamente todo este Prospecto e o Formulário de Referência, incluindo as informações contidas nas seções “Considerações Sobre Estimativas e Perspectivas Sobre o Futuro”, e “Principais Fatores de Risco Relativos à Companhia”, nas páginas 10 e 21 deste Prospecto, bem como nas seções “Informações Financeiras Selecionadas”, “Fatores de Risco” e “Comentários dos Diretores”, contidas nos itens “3”, “4”, “5” e “10”, respectivamente, do Formulário de Referência, bem como as nossas demonstrações financeiras e suas respectivas notas explicativas incluídas por referência neste Prospecto. A menos que o contexto exija outra interpretação, os termos “nós”, “nossos” e “nossa Companhia” referem-se à Alupar Investimento S.A. e suas controladas. Visão Geral Somos uma das principais empresas do segmento de transmissão de energia do Brasil em termos de RAP, de acordo com dados do ONS, coletados entre janeiro de 2003 e dezembro de 2012, com atuação também no segmento de geração de energia elétrica, o que nos garante uma previsível geração de caixa operacional, com receita ajustada pela inflação. Na data deste Prospecto, possuímos participação em concessionárias de aproximadamente 5.665 km de linhas de transmissão na América Latina, estando aproximadamente 4.950 km em operação e 715 km em fase de implantação. Em 31 de dezembro de 2012, operávamos, segundo o ONS, aproximadamente 22,59% do total da RAP de linhas licitadas no Brasil por meio de contratos de concessão de longo prazo com términos entre os anos de 2030 e 2042. Por sua vez, nossas atividades de geração de energia elétrica concentram-se 100% em fontes renováveis, com investimentos em sociedades titulares de outorgas em três usinas hidrelétricas (“UHEs”), três Pequenas Centrais Hidrelétricas (“PCHs”) e um Projeto Eólico (composto por 10 parques eólicos), que somam 179 MW de capacidade instalada em operação e 484 MW em construção, garantidos por meio de contratos de concessão e autorizações com términos entre os anos de 2034 e 2047 e com 84% do volume total de energia que atualmente somos capazes de comercializar contratado por longo prazo. No segmento de transmissão de energia, responsável por aproximadamente 87% da nossa receita bruta total no exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012, auferimos nossas receitas com base na disponibilidade de nossas linhas, e não no volume de energia transmitido, motivo pelo qual não estamos expostos a riscos de demanda. Além disso, todas as nossas receitas, tanto em transmissão como em geração, são geradas através de contratos de longo prazo reajustados pela inflação com baixo risco de crédito o que nos permite uma previsibilidade na geração de caixa operacional. 12
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    Abaixo apresentamos algunsde nossos principais dados financeiros e operacionais: Exercícios sociais encerrados em 31 de dezembro Destaques Financeiros 2012 2011 2010 (Em milhares de R$) Receita Operacional Líquida........................................ 1.258.640 1.213.645 935.731 Receita Operacional Líquida Ajustada(1) ....................... 1.123.920 975.719 813.475 EBITDA(2) .................................................................. 916.915 762.033 657.333 Margem EBITDA Ajustada .......................................... 81,6% 78,1% 80,8% Lucro Líquido............................................................. 220.408 190.527 192.481 Ativo Total ................................................................ 7.456.055 6.410.723 5.399.526 Dívida Bruta .............................................................. 3.448.038 2.834.924 2.373.423 Caixa e Equivalentes de Caixa .................................... 52.791 26.543 63.889 Investimento de curto prazo ....................................... 497.025 152.545 190.537 Títulos e valores mobiliários de curto prazo ................. 8.292 177.967 279.330 Títulos e valores mobiliários de longo prazo................. 77.955 87.762 45.703 Divida Líquida ............................................................ 2.811.975 2.390.107 1.793.964 Dívida Líquida/EBITDA ............................................... 3,1 3,1 2,7 (1) Não considera a receita de infraestrutura. Receita é igual ao investimento (CAPEX) realizado nas transmissoras. Os saldos da receita de infraestrutura em 31 de dezembro de 2012, 2011 e 2010 foram de R$134.720 milhões, R$237.926 milhões e R$122.258 milhões. (2) EBITDA: É o lucro líquido do período antes do imposto de renda e contribuição social, do resultado financeiro dos custos e das despesas de depreciação e amortização. Exercícios sociais encerrados em 31 de dezembro Destaques Operacionais 2012 2011 2010 Km de Linhas de Transmissão em Operação.................. 4.950 4.950 3.592 Km de Linhas de Transmissão em Implantação ............. 715 715 1.358 Capacidade Instalada de Geração em Operação ............ 179,4 179,4 68,4 Capacidade Instalada de Geração em Implantação ........ 484,0 484,0 363,0 A Companhia foi fundada em 2006 através da reorganização dos ativos de transmissão e geração de energia do Grupo Alusa, o qual permanece como nosso acionista controlador por meio da Guarupart Participações Ltda., com 82,16% do nosso capital social total. O Grupo Alusa é um conglomerado que atua há mais de 50 anos em projetos de infraestrutura, que acreditamos tenha sido uma das empresas de engenharia precursoras no desenvolvimento, construção e operação de projetos de energia no Brasil. A capacidade técnica e operacional do Grupo Alusa contribui para a nossa expertise em transmissão e geração de energia elétrica. Em 2009, recebemos investimento de R$400 milhões de nosso acionista FI-FGTS, o qual possui vasta experiência relevante em infraestrutura no Brasil, com investimentos de mais de R$20 bilhões em ativos de infraestrutura no país, sendo mais de R$10 bilhões no setor elétrico. Atualmente, o FI-FGTS possui participação acionária relevante na Companhia, com 17,84% do nosso capital social total. Transmissão de Energia Elétrica No segmento de transmissão de energia elétrica, possuímos participação em ativos no Brasil e no Chile. No Brasil, possuímos 19 concessões de transmissão de energia elétrica, sendo 16 operacionais e 3 em fase de construção. Dessa forma, consolidamos 5.465 km de linhas de transmissão no Brasil que geraram uma RAP acumulada de R$2,5 bilhões entre janeiro de 2010 e dezembro de 2012. Além disso, possuímos uma linha de transmissão no Chile de aproximadamente 200 km em fase de operação. Dentre as nossas empresas ligadas ao setor de transmissão de energia elétrica, ESDE, TNE e ETSE estão em fase pré-operacional e possuem cronograma de entrada em operação comercial entre 2013 e 2015. 13
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    Nossos contratos deconcessão estabelecem os valores de receita que receberemos ao longo do período de concessão. A RAP é contratada junto ao poder concedente na outorga das concessões e está sujeita à disponibilidade das linhas de transmissão, e não ao volume de energia transmitida. Segundo nossos contratos de transmissão, as RAPs de todas as nossas linhas de transmissão são ajustadas anualmente pela inflação, e 21% da RAP das nossas linhas de transmissão estão sujeitas a uma revisão tarifária no ano 5, 10 e 15 da concessão, o que implica em um reposicionamento adicional, conforme regido nos editais de licitação das linhas de transmissão. Nos últimos cinco anos, nossas linhas de transmissão registraram baixos índices de interrupção de energia em relação à média da indústria. De acordo com dados da ONS, entre 1º de janeiro de 2003 e 31 de dezembro de 2012, a média de interrupção de nossos equipamentos de transmissão de energia foi de 0,40%, inferior à média da indústria de 0,65% no mesmo período, o que demonstra nossa capacidade técnica e operacional no desenvolvimento e operação de linhas de transmissão. Atualmente possuímos participação nas concessões de transmissão relacionadas abaixo: RAP / RBNI % Total Índice de (ciclo 2012- Inicio da Final da Ativos de Transmissão Extensão Alupar Reajuste 13)(**) Concessão Concessão Status 1 Tucuruí – Vila Conde (ETEP) ......................... 323 km 50,02% IGP – M R$72,8 jun-01 jun-31 Operação 2 Tucuruí – Açailândia (ENTE) ......................... 464 km 50,01% IGP – M R$167,3 dez-02 dez-32 Operação 3 Vila Conde – Santa Maria (ERTE) .................. 179 km 50,01% IGP – M R$37,6 dez-02 dez-32 Operação 4 Tucuruí – Presidente Dutra (EATE) ................ 924 km 50,02% IGP – M R$319,7 jun-01 jun-31 Operação 5 Campos Novos – Blumenau (ECTE) ............... 253 km 45,02% IGP – M R$70,6 nov-00 nov-30 Operação 6 Teresina – Fortaleza (STN) ........................... 541 km 51,00% IGP – M R$133,9 fev-04 fev-34 Operação 7 Irapé – Montes Claros (Transleste) ............... 150 km 28,71% IGP – M R$30,3 fev-04 fev-34 Operação 8 Itutinga – Juíz de Fora (Transudeste) ............ 140 km 28,71% IGP – M R$18,8 mar-05 mar-35 Operação 9 Irapé – Araçuí (Transirapé) .......................... 65 km 28,71% IGP – M R$16,8 mar-05 mar-35 Operação 10 Barra Grande – Lages – Rio Sul (STC) ........... 195 km 60,02% IPCA R$30,1 abr-06 abr-36 Operação 11 Machadinho – Campos Novos (Lumitrans) ..... 51 km 55,02% IGP – M R$19,8 fev-04 fev-34 Operação 12 Verona – Mascarenhas (ETES) ...................... 107 km 99,99% IPCA R$11,1 abr-07 abr-37 Operação 13 Transchile ................................................... 200 km 51,00% CPI – USA R$15,2 mai-05 Vitalícia Operação 14 Juba – Juína (EBTE)..................................... 775 km 25,51% IPCA R$34,0 out-08 out-38 Operação 15 Jauru – Cuiabá (TME) .................................. 348 km 46,00% IPCA R$33,4 nov-09 nov-39 Operação 16 Subestação Santos Dummond (ESDE) ........... – 50,02% IPCA R$10,1 nov-09 nov-39 Implantação 17 Nova Mutum – Nobres – Cuiabá (ETEM) ........ 235 km 62,06% IPCA R$10,0 jul-10 jul-40 Operação 18 Subestação Várzea Grande (ETVG) ............... – 99,99% IPCA R$3,4 dez-10 dez-40 Operação 19 Boa Vista – Equador – Lechuga (TNE) ........... 715 km 51,00% IPCA R$126,3 jan-12 jan-42 Implantação 20 Subestações Abdon Batista/Gaspar (ETSE) .... - 45,02% IPCA R$14,8 mai-12 mai-42 Implantação Total......................................................... 5.665 km R$1.176 (**) Em milhões de R$. 14
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    Segue, abaixo, mapaindicando área de atuação de cada uma de nossas transmissoras: Geração de Energia Elétrica Também atuamos na geração de energia renovável através de UHEs, PCHs e parques eólicos no Brasil, como também na Colômbia. Em 31 de dezembro de 2012, nosso portfólio de ativos em operação somava uma capacidade instalada de 179,4 MW em operação e 484,0 MW em construção. Na data deste Prospecto, 84,4% da nossa energia estava vendida através de contratos de longo prazo, com prazo médio de 24,7 anos e a um preço médio em dezembro de 2012 de R$123,2/MWh. Diversificamos nossa matriz energética investindo em atividades de geração de médio e pequeno porte, tais como UHEs, PCHs e Parques Eólicos. Em 2005, o Grupo Alusa venceu leilões públicos para a construção e operação de duas UHEs no Brasil: a UHE São José (Ijuí) (51,0MW), localizada no Rio Grande do Sul, e a UHE Foz do Rio Claro (68,4MW), localizada em Goiás. Adicionalmente, adquirimos o controle e realizamos a implantação de duas PCHs: a PCH Queluz (30,0MW) e a PCH Lavrinhas (30,0MW), ambas já em fase de operação localizadas no estado de São Paulo. Em 2010, ganhamos a concessão da Usina Ferreira Gomes (252,0MW), localizada no Amapá. Em 2011, adquirimos Risaralda S.A., a qual detém autorização para exploração das PCHs Guática I, Guática II e Morro Azul, localizadas no estado de Risaralda, na Colômbia, totalizando 28,0MW. Ainda em 2011, para diversificar nossa matriz energética, vendemos no leilão 07/2011 realizado pela ANEEL, 204 MW de energia eólica para entregar a partir de 2016, energia esta que será gerada através do complexo Energia dos Ventos, formado por 10 parques eólicos no município de Aracati, no Ceará. Nossas usinas hidrelétricas e PCHs no Brasil, que atualmente representam 65% da nossa capacidade instalada em construção e operação, fazem parte do Mecanismo de Realocação de Energia (“MRE”). Este mecanismo permite a comercialização da energia assegurada que nos foi atribuída, independentemente da produção real de energia, desde que as usinas integrantes do MRE, como um todo, tenham gerado energia suficiente para tal. Com isso, mitigamos o risco hidrológico e asseguramos previsibilidade na geração de caixa de nossos ativos já contratados sob esta estrutura. 15
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    Atualmente possuímos participaçãonas concessões de geração relacionadas abaixo: Data % Entrada Capacidade Energia Preço % total Capital em Final da Instalada Assegurada Energia Energia Data Vigência Ativos de Geração Alupar Votante Operação Concessão (MW) (MW médio) (R$/MWh) contratada Reajuste Base Contrato Queluz ......................... 35,01% 50,01% ago-11 2034 30,0 21,0 199,3 100% IGP-M mai-07 2025 Lavrinhas ..................... 35,01% 50,01% set-11 2034 30,0 21,0 199,3 100% IGP-M mai-07 2025 Foz do Rio Claro ........... 50,01% 100% ago-10 2041 68,4 41,0 148,6 100% IPCA dez-05 2039 Ijuí .............................. 50,01% 100% mar-11 2041 51,0 30,4 159,4 100% IPCA dez-05 2039 Ferreira Gomes(*) .......... 100,00% 100% jun-15 2045 252,0 150,2 80,8 70% IPCA nov-10 2045 Energia dos Ventos ....... 51,00% 51,00% jan-16 2047 204,0 100,5 113,9 100% IPCA dez-11 2036 Risaralda ...................... 99,86% 99,86% jan-15 Vitalícia 28,0 16,8 – – – – – (*) 70% da energia foi comercializada a R$69,8/MWh no leilão 03/2010 realizado pela ANEEL. Os outros 30% estão em fase de negociação. Segue, abaixo, mapa indicando a localização de nossas geradoras: 16
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    Pontos Fortes Acreditamos quenossos principais pontos fortes são: Forte geração de caixa e previsibilidade de receita proveniente de ativos de transmissão e geração de qualidade superior. Nossos contratos de concessão de transmissão de energia elétrica no Brasil têm prazo de 30 anos, com vencimentos previstos para o período de 2030 a 2042. A regulamentação estabelece para estes contratos mecanismos de proteção contra inadimplência e proteção contra alterações tributárias. Adicionalmente, nossas receitas de transmissão: (i) dependem apenas da disponibilidade dos ativos e não do volume de energia elétrica transmitido pelos mesmos e (ii) são reajustadas anualmente, com base na inflação, medida pelo IGP-M ou IPCA. No caso da Transchile, nossa concessão é vitalícia e as receitas de transmissão também dependem apenas da disponibilidade, são referenciadas com dólar norte americano e reajustadas anualmente pelo CPI dos Estados Unidos. No segmento de geração de energia elétrica no Brasil, também detemos contratos de concessão e autorizações com prazos que variam entre 30 e 35 anos. Todos os nossos ativos de geração no Brasil contam com contratos de venda de energia de longo prazo, que representam 84% do volume total de energia que atualmente somos capazes de gerar e comercializar. Assim como no segmento de transmissão, nossos contratos de geração são anualmente reajustados por inflação. Nossas hidrelétricas se beneficiam das proteções do MRE para mitigação de riscos hidrológicos e venda da energia secundária. Além disso, contamos com um portfólio de ativos com idade relativamente baixa, com no máximo dez anos no caso dos ativos de transmissão e de três anos para os ativos de geração, o que indica relativa baixa necessidade de investimentos futuros. Adicionalmente, vários de nossos ativos no Brasil estão localizados em regiões abrangidas por benefícios fiscais do imposto de renda no âmbito da SUDAM ou da SUDENE. No exercício fiscal corrente, temos cinco subsidiárias habilitadas para utilização desse incentivo e duas aguardando homologação do processo pela Receita Federal. A subsidiária ERTE não está usufruindo da redução de imposto de renda por ter optado pelo lucro presumido. Na Colômbia, os nossos projetos são regidos por uma autorização vitalícia. Portanto, tal portfólio de ativos nos proporciona um fluxo de geração de caixa estável, uma fonte previsível de recursos para sustentarmos nossos investimentos futuros, o que possibilitará a geração de dividendos para nossos acionistas. 17
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    Elevada eficiência técnicae operacional. De acordo com dados do ONS, entre 1º de janeiro de 2003 e 31 de dezembro de 2012, a média de indisponibilidade de nossas linhas de transmissão de energia foi de 0,40%, significativamente inferior à média da indústria de 0,65% no período, o que demonstra nossa capacidade técnica e operacional no desenvolvimento e operação de linhas de transmissão. Com base em nosso histórico, acreditamos que nossas instalações continuarão a apresentar um dos melhores níveis de disponibilidade do setor por diversos anos, exigindo baixos investimentos para a preservação dos atuais níveis de receita. Assim, além de minimizar o risco de redução da receita, poderemos realizar investimentos em novos projetos que contribuirão para o nosso crescimento. Nosso portfólio de ativos de geração conta com soluções tecnológicas avançadas, o que tende a exigir baixa necessidade de pessoal e alta disponibilidade, haja vista que nossos ativos têm idade relativamente baixa. A sinergia existente em nossas operações de geração e transmissão de ativos, bem como nossa expectativa de uma estrutura enxuta de custos, são fatores que nos proporcionam eficiência operacional, com reflexos em nossas altas margens operacionais alcançadas ao longo dos últimos anos. No segmento de geração de energia, implementamos em 2012 um Centro de Operações na cidade de Cruzeiro, Estado de São Paulo, o qual a partir do primeiro semestre de 2013 será responsável pela operação de nossas quatro UHEs que já estão em funcionamento. Pretendemos, no futuro, realizar a operação de todos os nossos ativos de geração de energia por meio desse Centro de Operações. No segmento de transmissão de energia, 50% de nossas subsidiárias já realizam a operação e manutenção das linhas de transmissão com equipes técnicas próprias, modelo este que nos permite realizar a análise constante dos problemas e que pretendemos replicar para nossas demais subsidiárias. Experiência e êxito no desenvolvimento e execução de projetos de energia. Nossa presença no Grupo Alusa, que possui comprovada experiência no desenvolvimento e construção de projetos de energia, combinada a uma equipe técnica qualificada, nos proporciona diferenciais diante de outras companhias quanto: (i) à estimativa do custo de novos investimentos; (ii) à negociação com empresas de engenharia; e (iii) ao planejamento e execução de projetos. Adicionalmente, temos experiência em formar parcerias estratégicas que complementam nossas capacidades e competências para o desenvolvimento de nossas atividades. A combinação desses fatores explica nosso histórico de sucesso na identificação, negociação e execução de nossos projetos de energia tanto no segmento de transmissão quanto de geração de energia elétrica. De nossos 21 ativos em operação, apenas 2 sofreram penalidades do regulador referente a atraso na entrada em operação comercial, sendo que aproximadamente 50% destes ativos foram implantados com investimentos inferiores aos orçados pela ANEEL. Potencial de crescimento com disciplina financeira e foco em resultados. Desde 2000, fomos um dos principais vencedores de leilões de linhas de transmissão no Brasil, tendo adquirido 22,59% de todas as linhas licitadas em termos de RAP. Adicionalmente, fomos vencedores de leilões de geração e implantamos projetos de PCHs no mesmo período, o que nos garante 559,8 MW de energia contratada no longo prazo. Nossa estratégia para participação nos leilões é fundamentada na disciplina para alocação de capital, buscando sempre maximizar o retorno para os acionistas. No segmento de transmissão, com base nos dados fornecidos pela ONS e pela ANEEL, entendemos que nossa razão de RAP por Km de linhas, de R$211 mil, comparada à média do setor, que é de R$83 mil, é um indicador da qualidade de nossos investimentos. 18
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    Estrutura de capitaleficiente. Buscamos otimizar nossa estrutura de capital visando a maximização do retorno aos nossos acionistas e a manutenção de rating de crédito de qualidade “investment grade” (contamos atualmente com rating Aa2br pela Moody’s e AA+ pela Fitch). Devido à natureza dos nossos investimentos em infraestrutura, contamos com apoio do BNDES a custos e prazos atrativos durante o desenvolvimento e construção de nossos projetos. Adicionalmente, contamos com acesso ao mercado de dívida a custos atrativos, valendo-nos de nossa previsível geração de caixa, e priorizamos estruturas de financiamento de projeto visando captações a custos atrativos e prazos mais longos durante toda a vida de nossos projetos. Atualmente, 78% do nosso endividamento é relacionado a projetos, principalmente com o BNDES, os quais possuem um prazo médio de 14 anos para transmissão, 16 anos para geração, e a um custo médio de TJLP + 3%. Grupo de acionistas com competências complementares e administração experiente no setor de energia elétrica. Nosso grupo de acionistas tem competências complementares que contribuem decisivamente para: (i) o desenvolvimento de nossa estratégia; (ii) a identificação, conquista e execução de nossos projetos; e (iii) nossa gestão operacional e financeira. O Grupo Alusa, por meio da Guarupart, nosso acionista controlador, possui experiência e conhecimento técnico, principalmente voltado para a construção de linhas de transmissão e projetos de geração de energia elétrica. Além disso, nosso acionista FI-FGTS já investiu cerca de R$21 bilhões em ativos de infraestrutura por meio de participações e emissões de dívida em 39 empresas, sendo R$10 bilhões investidos em empresas do setor elétrico, contribuindo assim para a elaboração e execução de nossa estratégia com sua experiência no setor de infraestrutura brasileiro, além de nos apoiar por meio da concessão de financiamentos. Nosso time de gestores tem, em média, mais de 15 anos de experiência no setor de infraestrutura brasileiro, particularmente no desenvolvimento de projetos de energia. Nosso plano de remuneração contempla incentivos variáveis vinculados ao alcance de metas de desempenho, estimulando eficiência e criação de valor. Diante disto, acreditamos que nossa administração contribui para o sucesso no desenvolvimento de nossos projetos e nos coloca em uma posição privilegiada para identificar e executar novos projetos. Estratégia Nosso objetivo é consolidarmo-nos como uma das líderes dos segmentos de transmissão e geração de energia elétrica no Brasil. Buscamos atingir esse objetivo por meio de projetos com alto potencial de retorno que proporcionem estabilidade de receita e eficiência operacional, de forma que possamos garantir uma constante distribuição de dividendos, observando o limite mínimo de 50% do lucro líquido ajustado, conforme previsto em nosso Estatuto Social. Para tanto, executaremos as seguintes estratégias: Focar nossos investimentos no segmento de geração em projetos de pequeno e médio porte. Buscaremos direcionar nossos futuros investimentos em projetos de geração de energia elétrica para projetos greenfield de pequeno e médio porte. Acreditamos que esses projetos apresentam vantagens construtivas, operacionais e técnicas em relação aos projetos de grande porte tais como: (i) menor complexidade de construção; (ii) possibilidade de negociar 100% da energia gerada no mercado livre, ambiente em que as tarifas são negociadas bilateralmente; (iii) descontos para o consumidor em tarifas como Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão (TUST) e Tarifa de Uso dos Sistemas Elétricos de Distribuição (TUSD), decorrentes da utilização de fontes de energia incentivada, sendo que esses descontos tarifários possibilitam maior volume de energia elétrica transmitida aos nossos clientes e, consequentemente, aumento de nossa receita operacional de transmissão; e (iv) menor risco ambiental. 19
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    Realizar investimentos nosegmento de transmissão por meio da participação em futuros leilões. De acordo com o Plano Decenal de Energia do Governo Federal, cerca de R$56,0 bilhões serão alocados em novos projetos de transmissão de energia entre 2012 e 2021. Pretendemos nos beneficiar dessa oportunidade através da participação nos futuros leilões de linhas de transmissão, por meio de parcerias, com estratégias definidas e pautadas na disciplina na alocação de capital e buscando a maximização de retorno aos nossos acionistas. Nesse processo, avaliaremos cada oportunidade que esteja em linha com nossas estratégias e buscaremos sempre estabelecer fontes de receita seguras que sejam lastreadas em contratos de longo prazo. Buscar parcerias estratégicas para o desenvolvimento de projetos. Temos um histórico de sucesso na identificação, conquista e operação com parceiros estratégicos e continuaremos a buscar novas parcerias com outras empresas no setor sempre que entendermos que tais parcerias nos permitam: (i) aperfeiçoar o nosso conhecimento operacional por meio da troca de experiências com os parceiros; (ii) reduzir custos operacionais e financeiros por meio de ganhos de sinergia com operações existentes e da utilização de infraestrutura via terceirização; e (iii) mitigar os riscos de grandes empreendimentos por meio da divisão dos investimentos e melhor acesso a fontes de financiamento. Continuar a expansão de nossas atividades na América Latina. Buscaremos explorar oportunidades de investimentos em determinados países na América Latina, que combinem baixo risco de crédito, moderado risco político, retornos atrativos para nossos acionistas e ambiente de negócios e regulação estáveis. Nesse sentido, identificamos como potenciais oportunidades investimentos no setor de energia do Chile, Colômbia e Peru. No Chile detemos uma linha de transmissão, em fase de operação, de 200 km de extensão e, na Colômbia, estamos atualmente iniciando a execução de um projeto de três PCHs, com capacidade instalada combinada de 28,0 MW e, no Peru, estamos prospectando novos negócios para futuros projetos. Continuaremos a selecionar, de forma criteriosa, novas oportunidades de investimento nestes e em outros países da América Latina. Nossa Estrutura Societária 20
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    Informações Adicionais Nossa sedeestá localizada na Avenida Dr. Cardoso de Melo, nº 1855, Bloco I, 9º andar, sala A, Vila Olímpia, CEP 04548-005, na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, Brasil, e nosso telefone é +55-11-2184-9600. O nosso Departamento de Relações com Investidores está localizado na sede da Companhia, o telefone é +55-11-2184-9687, o fax é +55-11-2184-9699, o e-mail é o ri@alupar.com.br e o site é o www.alupar.com.br. As informações contidas em nossa página na rede mundial de computadores não são partes integrantes deste Prospecto. Principais Fatores de Risco Relativos a Nós Podemos não conseguir implementar integralmente a nossa estratégia de negócios, o que poderá causar um efeito adverso relevante na nossa capacidade financeira. A implementação de nossa estratégia de atuação nos setores de geração e transmissão de energia elétrica depende da nossa capacidade de (i) focar nossos investimentos em geração para projetos de pequeno e médio porte; (ii) participar dos próximos leilões de concessão de geração e transmissão no Brasil; (iii) obter o direito de construir novos projetos de transmissão e geração por meio de licitações conduzidas de acordo com a Lei do Novo Modelo do Setor Elétrico; (iv) concluir a construção de novos projetos de geração e transmissão, evitando custos extraordinários decorrentes de atrasos na construção, que excedam o valor de orçamento, problemas de engenharia, ambientais e questões relacionadas à propriedade subjacente, manifestações trabalhistas e outros fatores; (v) aproveitar oportunidades atrativas de crescimento por meio de aquisições, bem como adquirir ativos de geração em projeto ou em operação, assim como aumentar a participação em ativos nos quais somos acionistas; (vi) adquirir concessionárias de transmissão e geração existentes e participações relevantes nestas, inclusive, mediante a participação em eventuais processos de privatização de empresas estatais que atuem no setor de transmissão e geração de energia elétrica; (vii) gerir satisfatoriamente as dificuldades de integração das gestões administrativas e operacionais entre os ativos existentes e aqueles que venham a ser adquiridos; (viii) obter a aprovação pela Agência Nacional de Energia Elétrica (“ANEEL”), pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (“CADE”) e, conforme o caso, por terceiros (tais como credores e sócios) para aquisição de concessionária de transmissão ou geração de energia elétrica, ou de participação societária relevante em empresa atuante nestes setores; (ix) desenvolver projetos em parceria com outras empresas do setor; (x) buscar projetos que assegurem estabilidade de receita e retorno dos investimentos; (xi) aproveitar a estratégia do Governo Federal de fomento à infraestrutura no Brasil; e (xii) financiar os projetos das nossas subsidiárias, com dívidas adequadas de longo prazo. Nossa incapacidade de implementar nossa estratégia de crescimento ou de consumar aquisições pretendidas, bem como a absorção de contingências significativas oriundas de tais aquisições ou a realização de aquisições que não nos tragam no futuro um resultado positivo são fatores que poderão impactar adversamente nossos resultados operacionais e financeiros. A construção, operação e ampliação de nossas instalações e equipamentos destinados à transmissão e geração de energia elétrica envolvem riscos significativos, que poderão resultar em perda de receita ou aumento de despesas. O crescimento de nossa receita depende significativamente da nossa capacidade de alocar capital eficientemente e de desenvolver e explorar nossas instalações, bem como de adquirir e renovar nossas concessões, autorizações e permissões de forma a fornecer um retorno de capital eficaz para nossos acionistas. As atividades de construção, operação e ampliação de instalações e equipamentos destinados à transmissão e geração de energia elétrica envolvem diversos riscos, incluindo: 21
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    nossa incapacidade ou dificuldade de obter as autorizações e licenças governamentais necessárias e aplicáveis aos nossos negócios; • restrições ambientais ou alterações na legislação ambiental ensejando a criação de novas obrigações e custos aos projetos; • indisponibilidade de equipamentos ou de mão-de-obra qualificada; • incapacidade de obter ou manter a posse, servidões e/ou a titularidade dos imóveis necessários para a implantação dos projetos dentro dos prazos e preços inicialmente previstos, seja por atrasos nos procedimentos de regularização fundiária, na aquisição ou arrendamento de terras, ou ainda, por dificuldade de obtenção de ordem judicial para imissão de posse nos imóveis, dentre outros fatores; • sinistros que venham a ocorrer conosco e/ou com nossas controladas, provenientes de problemas de equipamentos ou outros tipos de sinistros quaisquer; • problemas ambientais não previstos; • greves, paralisações, manifestações trabalhistas ou outras disputas ou interrupções de trabalho; • interferências climáticas e/ou hidrológicas, tais como secas, geadas; • interrupção no fornecimento de energia; • movimentos sociais organizados, tais como, reivindicações de reassentamento de terras ou outras manifestações de instabilidade social; • concessão de benefícios e compensações ou indenizações; • atrasos na construção e operação das instalações ou custos superiores aos previstos; • indisponibilidade de financiamento adequado às nossas necessidades; • dificuldade de aquisição ou instituição de servidão de passagem ou áreas de implementação dos empreendimentos em propriedades de terceiros; • dificuldade de regularização de documentação que comprove a propriedade da terra; e • intervenção e acompanhamento dos órgãos competentes do governo, tais como IPHAN e FUNAI. Se qualquer um destes ou outros problemas ocorrerem, é possível que nós e/ou nossas subsidiárias enfrentemos custos operacionais e/ou financeiros adicionais que resultem na perda de receita ou no aumento de despesas, bem como na perda de nossas licenças e autorizações, o que pode afetar adversamente nossos negócios, nossa condição financeira e nossos resultados operacionais. 22
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    Não podemos garantirse, e em que condições, nossas concessões e as concessões das nossas controladas serão renovadas. Nosso crescimento e de nossas subsidiárias poderá ser prejudicado caso não consigamos obter novas concessões ou ainda percamos ou não renovemos algumas das concessões que detemos atualmente. Nós e nossas controladas conduzimos nossas atividades de transmissão e geração de energia elétrica de acordo com contratos de concessão e resoluções autorizativas recebidas da União, com prazo de vigência de 30 a 35 anos cada um, contados a partir de sua assinatura. A legislação brasileira exige que todas as concessões de serviços públicos sejam concedidas mediante licitação, de acordo com os procedimentos previstos na Lei nº 8.987, de 13 de fevereiro de 1995 (“Lei de Concessões”). Segundo a Lei nº 9.074, de 07.07.1995, sua modificação posterior pela Lei nº 10.848, de 15 de março de 2004 (“Lei do Novo Modelo do Setor Elétrico”) e nos termos dos nossos contratos de concessão, nossas concessões de transmissão poderão ser renovadas pelo respectivo poder concedente apenas uma vez, a exclusivo critério da ANEEL e do Ministério de Minas e Energia (“MME”), por igual período, mediante requerimento efetuado pela concessionária que obedeça a determinadas condições mínimas de desempenho, independentemente de sujeição ao processo de licitação. Por outro lado, não há previsão legal nem contratual de renovação de nossas concessões/autorizações de geração de energia elétrica. Adicionalmente, nossos planos de expansão da capacidade de transmissão e geração de energia elétrica estão sujeitos ao regime licitatório previsto na Lei de Concessões. Em virtude da discricionariedade do Poder Concedente para a renovação das concessões de transmissão e geração, poderemos enfrentar concorrência significativa de terceiros ao pleitear a renovação dessas concessões ou para obter quaisquer novas concessões. Para mais informações sobre as alterações recentes na regulação do setor elétrico e eventuais efeitos sobre nossos negócios, conforme aplicável, ver item 7.5 do Formulário de Referência. Adicionalmente, a ANEEL pode impor penalidades que incluem multas significativas e restrições em operações, bem como a extinção antecipada de nossos contratos de concessão, no caso de descumprirmos qualquer das obrigações estabelecidas nos contratos de concessão. Dessa forma, podemos não recuperar o valor total investido caso quaisquer de nossas concessões sejam extintas. A imposição de multas ou penalidades pela ANEEL, a extinção antecipada, a não renovação de nossos contratos de concessão ou sua renovação em condições menos favoráveis do que aquelas atualmente em vigor poderão afetar negativamente nossos projetos de investimento e nossos resultados operacionais e financeiros. Para mais informações sobre nossas concessões e datas de vencimento dos contratos de concessão, ver itens 7.2 e 7.8 do Formulário de Referência. 23
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    Nosso nível deendividamento poderá afetar adversamente nossa situação financeira. Possuímos um nível significativo de endividamento em razão da necessidade de grande volume de recursos financeiros para a realização de investimentos. Em 31 de dezembro de 2012, nosso endividamento total consolidado (empréstimos, financiamentos e debêntures, de curto e longo prazo) era de R$3,4 bilhões, sendo que 20% desse valor correspondia a endividamento de curto prazo. Desta forma, variações adversas significativas nas taxas de juros na economia brasileira nos impactariam, causando um aumento de nossas despesas futuras com encargos de dívida ou uma incapacidade de renegociar o prazo de pagamento, o que poderá reduzir nosso lucro líquido e, consequentemente, nossa capacidade para honrar nossas obrigações contratuais e os valores disponíveis para distribuição aos nossos acionistas na forma de dividendos e outros proventos. Além disso, podemos incorrer em endividamento adicional no futuro para financiar aquisições, investimentos ou para outros fins, bem como para a condução de nossas operações, sujeito às restrições aplicáveis à dívida existente. Caso incorramos em endividamento adicional, os riscos associados com nossa alavancagem financeira poderão aumentar, tais como a possibilidade de não conseguirmos gerar caixa suficiente para pagar o principal, juros e outros encargos relativos a dívida ou para fazer distribuições para nossos acionistas. Além disso, caso haja descumprimento de determinadas obrigações de manutenção de índices financeiros e outras obrigações, poderá ocorrer vencimento antecipado das dívidas anteriormente contraídas, o que pode impactar de forma relevante nossa capacidade de honrar nossas obrigações. Na hipótese de vencimento antecipado das dívidas, os ativos e fluxo de caixa poderão ser insuficientes para quitar o saldo devedor dos contratos de financiamento. Caso não seja possível realizar a manutenção dos nossos níveis de endividamento e de nossas subsidiárias e/ou incorrer em dívidas adicionais, poderemos ter nossos negócios, resultados operacionais e financeiros, bem como nossos fluxos de caixa adversamente afetados. Para informações adicionais sobre nosso endividamento, ver itens 3.7, 3.8 e 10.1 (f) do Formulário de Referência. Podemos ser adversamente afetados pela dificuldade em obter recursos necessários por meio de nossas operações no mercado de capitais ou de financiamentos Para obter recursos para nossas atividades e de nossas controladas, procuramos obter financiamento junto a instituições financeiras e de fomento, nacionais e estrangeiras. A nossa capacidade de continuar obtendo tais financiamentos ou obtê-los em condições favoráveis depende de diversos fatores, entre eles nosso nível de endividamento e das condições de mercado. A incapacidade de obter os recursos necessários ou obtê-los em condições razoáveis pode nos causar efeitos adversos. Caso tenhamos dificuldade de implementar e concluir os investimentos de nossas controladas planejados em seus ativos fixos, a operação e desenvolvimento de nossos negócios poderão ser impactados adversamente, em função de dificuldades em obter financiamento. Nossa habilidade de executar nossos investimentos em ativos fixos depende de alguns fatores, inclusive da nossa habilidade de majorar tarifas pelos nossos serviços adequadamente, nosso acesso ao mercado de capitais e uma variedade de contingências operacionais, regulatórias e de outras naturezas. Não podemos garantir que teremos os recursos financeiros para executar em sua plenitude nossos planos de investimentos, e a falta de acesso a tais recursos em condições e montantes satisfatórios poderá restringir o crescimento e desenvolvimento futuros de nossas atividades, o que pode nos afetar adversamente. 24
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    SUMÁRIO DA OFERTA Estesumário não contém todas as informações que o potencial investidor deve considerar antes de investir nas Units. O potencial investidor deve ler cuidadosa e atentamente todo este Prospecto, principalmente as informações contidas nas seções “Sumário da Companhia – Principais Fatores de Riscos Relativos a Nós” e “Fatores de Risco Relacionados à Oferta e às Units” nas páginas 21 e 70 deste Prospecto, respectivamente, nas seções “4. Fatores de Risco” e “5. Riscos de Mercado” do Formulário de Referência, e em nossas demonstrações financeiras e respectivas notas explicativas anexas por referência a este Prospecto, para melhor compreensão de nossas atividades e da Oferta, antes de tomar a decisão de investir nas Units. Segue abaixo um resumo dos termos da Oferta: Ações Ações Ordinárias e Ações Preferenciais, consideradas em conjunto. Ações Ordinárias Ações ordinárias, nominativas, escriturais e sem valor nominal, de nossa emissão, todas livres e desembaraçadas de quaisquer ônus ou gravames. Ações em Circulação Após a Oferta, o total de ações de nossa emissão em circulação (Free Float) após a Oferta passará a representar 33,96% das ações que compõem o nosso capital social (sem considerar a colocação das Units Adicionais e das Units Suplementares). Ações Preferenciais Ações preferenciais, nominativas, escriturais e sem valor nominal, de nossa emissão, todas livres e desembaraçadas de quaisquer ônus ou gravames. Agente Estabilizador ou BTG Banco BTG Pactual S.A. Pactual Agentes de Colocação Itau BBA USA Securities, Inc., BTG Pactual US Capital LLC, Credit Internacional Suisse Securities (USA) LLC, Goldman, Sachs & Co. e Santander Investment Securities Inc., considerados em conjunto. Anúncio de Encerramento Anúncio de Encerramento da Oferta Pública de Distribuição Primária de Units da Alupar Investimento S.A., a ser publicado pelo Coordenador Líder e pela Companhia, na forma do artigo 29 da Instrução CVM 400, informando acerca do resultado final da Oferta. Anúncio de Início Anúncio de Início da Oferta Pública de Distribuição Primária de Units da Alupar Investimento S.A., a ser publicado pelo Coordenador Líder e pela Companhia, na forma do artigo 52 da Instrução CVM 400, informando acerca do início do Prazo de Distribuição das Units. Aviso ao Mercado Aviso ao Mercado da Oferta Pública de Distribuição Primária de Units da Alupar Investimento S.A. publicado nesta data e a ser republicado em 8 de abril de 2013, informando acerca de determinados termos e condições da Oferta, incluindo os relacionados ao recebimento de Pedidos de Reserva, em conformidade com o artigo 53 da Instrução CVM 400. 25
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    Aprovações Societárias A emissão pela Companhia das Ações Ordinárias e das Ações Preferenciais subjacentes às Units será feita com exclusão do direito de preferência dos seus atuais acionistas, nos termos do artigo 172, inciso I, da Lei das Sociedades por Ações, e tal emissão será realizada dentro do limite de capital autorizado previsto no estatuto social da Companhia. A realização da Oferta, bem como seus termos e condições, foram aprovados em Assembleia Geral Extraordinária da Companhia, realizada em 9 de novembro de 2012, cuja ata foi registrada na Junta Comercial do Estado de São Paulo em 5 de dezembro de 2012 sob o nº 2.265.453/12-2 e publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo e no jornal Valor Econômico em 23 de janeiro de 2013. O Preço por Unit e o efetivo aumento de capital da Companhia serão aprovados em Reunião do Conselho de Administração da Companhia a ser realizada antes da concessão do registro da Oferta pela CVM, cuja ata será registrada na Junta Comercial do Estado de São Paulo e publicada no jornal Valor Econômico na data de publicação do Anúncio de Início e no Diário Oficial do Estado de São Paulo em 24 de abril de 2013. Caixa Econômica Federal Caixa Econômica Federal. Características das Units Para informações sobre os direitos, vantagens e restrições das Units, veja a seção “Informações Relativas à Oferta – Direitos, Vantagens e Restrições das Units”, na página 43 deste Prospecto. Companhia Alupar Investimento S.A. Contrato de Colocação Instrumento Particular de Contrato de Coordenação, Colocação e Garantia Firme de Liquidação de Units da Alupar Investimento S.A., a ser celebrado entre nós, os Coordenadores da Oferta e a BM&FBOVESPA, esta última na qualidade de interveniente anuente. Contrato de Colocação Placement Facilitation Agreement, contrato a ser celebrado Internacional entre nós e os Agentes de Colocação Internacional, que dispõe sobre os termos e as condições aplicáveis aos esforços de colocação das Units no exterior. Contrato de Estabilização Instrumento Particular de Contrato de Prestação de Serviços de Estabilização de Preço de Units da Alupar Investimento S.A., a ser celebrado entre a Companhia, os Coordenadores da Oferta e a Corretora. Coordenadores Contratados Caixa Econômica Federal e Safra, considerados em conjunto. Coordenadores da Oferta Itaú BBA, BTG Pactual, Credit Suisse, Goldman Sachs e Santander, considerados em conjunto. Corretora BTG Pactual Corretora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. 26
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    Credit Suisse Banco de Investimentos Credit Suisse (Brasil) S.A. Cronograma da Oferta Para informações acerca dos principais eventos a partir da publicação do Aviso ao Mercado, veja a seção “Informações Relativas à Oferta – Cronograma Indicativo da Oferta” na página 45 deste Prospecto. Data de Liquidação Data da liquidação física e financeira das Units que deverá ser realizada no prazo de até três dias úteis contados da data de publicação do Anúncio de Início, com a entrega das Units aos respectivos investidores, exceto com relação à colocação das Units Suplementares. Data de Liquidação das Units Data da liquidação física e financeira das Units Suplementares, Suplementares que ocorrerá no prazo de até três dias úteis contados da data de exercício da Opção de Units Suplementares. Destinação dos Recursos Os recursos obtidos com a realização da Oferta serão utilizados pela Companhia da seguinte forma: (i) 80% para a obtenção de novas concessões, autorizações e/ou permissões para exploração de novo empreendimentos; e (ii) 20% para a aquisições de empreendimentos de transmissão e/ou geração de energia elétrica já existentes. Para informações adicionais, veja a seção “Destinação dos Recursos” na página 74 deste Prospecto. Fatores de Risco Os investidores devem ler as seções “Sumário da Companhia – Principais Fatores de Risco Relativos a Nós” e “Fatores de Risco Relacionados à Oferta e às Units”, nas páginas 21 e 70 deste Prospecto, respectivamente, bem como os Fatores de Risco descritos nas seções “4. Fatores de Risco” e “5. Riscos de Mercado” do Formulário de Referência, para ciência dos fatores de risco que devem ser considerados em relação ao investimento nas Units. Garantia Firme de Liquidação Obrigação individual e não solidária de liquidação das Units e das Units Adicionais, caso sejam colocadas, que tenham sido subscritas, porém não liquidadas pelos investidores na Data de Liquidação, na proporção e até os limites individuais de cada um dos Coordenadores da Oferta, conforme indicado no Contrato de Colocação. 27
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    Caso as Units(sem considerar as Units Suplementares, mas considerando as Units Adicionais) efetivamente subscritas por investidores não tenham sido totalmente liquidadas na Data de Liquidação, cada um dos Coordenadores da Oferta realizará, de forma individual e não solidária, a liquidação, na Data de Liquidação, na proporção e até os limites individuais, da totalidade do eventual saldo resultante da diferença entre (i) o número de Units objeto da Garantia Firme de Liquidação prestada pelos Coordenadores da Oferta e (ii) o número de Units efetivamente liquidadas por investidores na Data de Liquidação, pelo Preço por Unit (sem considerar as Units Suplementares). A Garantia Firme de Liquidação é vinculante a partir do momento em que for concluído o Procedimento de Bookbuilding, assinado o Contrato de Colocação e deferido o registro da Oferta pela CVM. Em caso de exercício da Garantia Firme de Liquidação e posterior revenda das Units junto ao público pelos Coordenadores da Oferta durante o Prazo de Distribuição, o preço de revenda será o preço de mercado das Units, limitado ao Preço por Unit, sem prejuízo das atividades previstas no Contrato de Estabilização. Para mais informações, veja a seção “Informações Relativas à Oferta – Informações sobre a Garantia Firme de Liquidação” na página 46 deste Prospecto. Goldman Sachs Goldman Sachs do Brasil Banco Múltiplo S.A. Informações Adicionais A Companhia e os Coordenadores da Oferta não pretendem realizar nenhum registro da Oferta ou das Units nos Estados Unidos da América e nem em qualquer agência ou órgão regulador do mercado de capitais de qualquer outro país. Recomenda-se aos potenciais investidores que leiam o presente Prospecto antes de tomar qualquer decisão de investir nas Units. Os investidores que desejarem obter exemplar deste Prospecto ou informações adicionais sobre a Oferta ou, ainda, a realização de reserva de Units, deverão dirigir-se, a partir da data de publicação do Aviso ao Mercado, aos endereços e páginas da rede mundial de computadores das Instituições Participantes da Oferta, da CVM ou da BM&FBOVESPA indicados na seção “Informações Relativas à Oferta – Informações Adicionais” na página 55 deste Prospecto. Adicionalmente, os investidores poderão obter exemplar deste Prospecto nas dependências das Instituições Consorciadas. Instituição Escrituradora Itaú Corretora de Valores S.A. Instituições Consorciadas Instituições intermediárias autorizadas a operar no mercado de capitais brasileiro, credenciadas junto à BM&FBOVESPA, convidadas a participar da Oferta para efetuar exclusivamente esforços de colocação das Units junto aos Investidores Não Institucionais. 28
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    Instituições Participantes da Os Coordenadores da Oferta, os Coordenadores Contratados e Oferta as Instituições Consorciadas, considerados em conjunto. Instrumentos de Lock-up Para informações sobre os acordos de restrição à venda de ações (Lock-up) a serem celebrados por nós, por nossos atuais Administradores, nosso Acionista Controlador e pelo FI-FGTS, veja a seção “Informações Relativas à Oferta – Restrições à Negociação das Units (Lock-up)” na página 44 deste Prospecto. Investidores Estrangeiros Investidores institucionais qualificados (qualified institutional buyers), residentes, domiciliados ou com sede nos Estados Unidos da América, definidos em conformidade com a Regra 144A, e investidores nos demais países, fora dos Estados Unidos da América (non U.S. Persons, definidos em conformidade com o Regulamento S) e do Brasil, que invistam no Brasil em conformidade com os mecanismos de investimento regulamentados pela Resolução CMN 2.689 e pela Instrução CVM 325 e/ou pela Lei nº 4.131. Investidores Institucionais Investidores Estrangeiros e investidores residentes, domiciliados ou com sede no Brasil que não sejam Investidores Não Institucionais. Investidores Não Investidores pessoas físicas e jurídicas residentes, domiciliados Institucionais ou com sede no Brasil e clubes de investimento registrados na BM&FBOVESPA, que não sejam considerados Investidores Institucionais, e que participem da Oferta de Varejo. Itaú BBA ou Coordenador Banco Itaú BBA S.A. Líder Oferta Oferta pública de distribuição primária de, inicialmente, 40.000.000 Units, a ser realizada pelas Instituições Participantes da Oferta, no Brasil, em mercado de balcão não organizado, observado o disposto na Instrução CVM 400 e o esforço de dispersão acionária previsto no Regulamento do Nível 2, incluindo esforços de colocação de Units no exterior pelos Agentes de Colocação Internacional. Oferta de Varejo Colocação pública de, no mínimo, 10% e, a critério dos Coordenadores da Oferta, no máximo 15% da totalidade das Units ofertadas (considerando as Units Suplementares e as Units Adicionais) prioritariamente junto a Investidores Não Institucionais que tenham realizado Pedido de Reserva. Oferta Institucional Colocação pública a ser realizada junto a Investidores Institucionais da quantidade de Units remanescentes após o atendimento dos Pedidos de Reserva. Opção de Units Opção de colocação das Units Suplementares a ser outorgada Suplementares por nós ao Agente Estabilizador, no Contrato de Colocação, as quais serão destinadas exclusivamente a atender a um eventual excesso de demanda que venha a ser constatado no decorrer da Oferta. 29
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    Pedido de Reserva Formulário específico a ser firmado por Investidores Não Institucionais, em caráter irrevogável e irretratável, para reserva de Units no âmbito da Oferta de Varejo. Período de Reserva Período compreendido entre 8 de abril de 2013, inclusive, e 19 de abril de 2013, inclusive, destinado à realização de Pedidos de Reserva por Investidores Não Institucionais. Pessoas Vinculadas Investidores que sejam controladores ou administradores das instituições intermediárias envolvidas na Oferta e de nós ou outras pessoas vinculadas à Oferta, bem como seus cônjuges ou companheiros, seus ascendentes, descendentes e colaterais até o 2º grau. Plano de Distribuição Plano de distribuição das Units, a ser elaborado pelos Coordenadores da Oferta, com a expressa anuência da Companhia, nos termos do parágrafo 3º do artigo 33 da Instrução CVM 400, o qual levará em conta a criação de uma base diversificada de acionistas, as relações da Companhia e dos Coordenadores da Oferta com seus clientes e outras considerações de natureza comercial ou estratégica, observado que os Coordenadores da Oferta deverão assegurar (a) a adequação do investimento ao perfil de risco de seus clientes; (b) o tratamento justo e equitativo aos investidores, em conformidade com o artigo 21 da Instrução CVM 400; e (c) o recebimento prévio, pelas Instituições Participantes da Oferta, de exemplares do Prospecto Preliminar e do Prospecto Definitivo para leitura obrigatória, assegurando o esclarecimento de eventuais dúvidas por pessoa designada pelos Coordenadores da Oferta. Prazo de Distribuição Prazo para a distribuição das Units que terá início na data de publicação do Anúncio de Início e será encerrado no prazo máximo de seis meses ou com a publicação do Anúncio de Encerramento, o que ocorrer primeiro. Preço por Unit No contexto da Oferta, estima-se que o preço de subscrição por Unit estará situado entre R$18,50 e R$21,50, ressalvado, no entanto, que o Preço por Unit poderá ser fixado acima ou abaixo desta faixa indicativa. O Preço por Unit será fixado após a conclusão do Procedimento de Bookbuilding. A escolha do critério para determinação do Preço por Unit é justificada pelo fato de que o mesmo evitará a diluição injustificada dos nossos acionistas, nos termos do artigo 170, parágrafo 1º da Lei das Sociedades por Ações, e de que as Units serão distribuídas por meio de oferta pública em que o valor de mercado das Units será aferido com a realização do Procedimento de Bookbuilding, que reflete o valor pelo qual os Investidores Institucionais apresentarão suas intenções de investimento no contexto da Oferta. 30
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    Procedimento de Procedimento de coleta de intenções de investimento a ser Bookbuilding realizado com Investidores Institucionais pelos Coordenadores da Oferta, no Brasil, e pelos Agentes de Colocação Internacional, no exterior, conforme previsto no artigo 23, parágrafo 1º, e no artigo 44 da Instrução CVM 400. Público Alvo Investidores Não Institucionais e Investidores Institucionais. Regulamento do Nível 2 Regulamento de Listagem do Nível 2. Safra Banco J. Safra S.A. Santander Banco Santander (Brasil) S.A. Securities Act Securities Act de 1933, dos Estados Unidos da América. Units 40.000.000 certificados de depósito de ações de nossa emissão, representativas cada uma de (a) uma Ação Ordinária e (b) duas Ações Preferenciais. Units Adicionais Quantidade de até 20% do total de Units inicialmente ofertadas (sem considerar as Units Suplementares), correspondente a até 8.000.000 Units, que poderá ser acrescida à Oferta, nas mesmas condições e no mesmo preço das Units inicialmente ofertadas, a nosso critério, em comum acordo com os Coordenadores da Oferta, nos termos do artigo 14, parágrafo 2º, da Instrução CVM 400. Units Suplementares Quantidade de até 15% do total das Units inicialmente ofertadas (sem considerar as Units Adicionais), correspondente a até 6.000.000 Units, que poderá ser acrescida à Oferta, nas mesmas condições e no mesmo preço das Units inicialmente ofertadas, destinada exclusivamente a atender a um eventual excesso de demanda que venha a ser constatado no âmbito da Oferta, conforme dispõe o artigo 24 da Instrução CVM 400. Valor Total da Oferta R$800.000.000, considerando o Preço por Unit de R$20,00, que é o ponto médio da faixa de preços indicada na capa deste Prospecto e sem considerar as Units Adicionais e as Units Suplementares. Valores Mínimo e Máximo do Valor mínimo de pedido de investimento de R$3.000,00 e Pedido de Reserva máximo de pedido de investimento de R$300.000,00 por Investidor Não Institucional. Veracidade das Informações Nós e o Coordenador Líder prestamos declarações de veracidade a respeito das informações constantes no presente Prospecto, nos termos do artigo 56 da Instrução CVM 400, as quais se encontram anexas a este Prospecto. 31
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    INFORMAÇÕES SOBRE NÓS,OS COORDENADORES, OS CONSULTORES E OS AUDITORES Para fins do disposto no Item 2 do Anexo III da Instrução CVM 400, esclarecimentos sobre nós e a Oferta poderão ser obtidos nos seguintes endereços: Companhia Coordenador Líder Alupar Investimento S.A. Banco Itaú BBA S.A. At.: Srs. Marcelo Patrício Fernandes Costa, Luiz At.: Sra. Renata Dominguez Coimbra e Guilherme Villani Avenida Brigadeiro Faria Lima, nº 3.400, 4º andar, Avenida Dr. Cardoso de Melo, nº 1.855, Bloco I, 9º São Paulo, SP, CEP 04538-132 andar, sala A, Vila Olímpia, Tel.: +55 (11) 3708-8000 São Paulo, SP, CEP 04548-005 Fax: +55 (11) 3708-8107 Tel.: +55 (11) 2184-9687 www.itaubba.com.br Fax: +55 (11) 2184-9699 www.alupar.com.br Coordenador e Agente Estabilizador Coordenador Banco BTG Pactual S.A. Banco de Investimentos Credit Suisse (Brasil) S.A. At.: Sr. Fabio Nazari At.: Marcelo Millen Avenida Brigadeiro Faria Lima, nº 3.477, 14º andar, Rua Leopoldo Couto de Magalhães Jr., 700, 10º São Paulo, SP, CEP 04538-133 andar, Tel.: +55 (11) 3383-2000 São Paulo, SP, CEP 04542-000 Fax: +55 (11) 3383-2001 Tel.: +55 (11) 3701-6800 www.btgpactual.com Fax: +55 (11) 3701-6912 www.credit-suisse.com/br Coordenador Coordenador Goldman Sachs do Brasil Banco Múltiplo S.A. Banco Santander (Brasil) S.A. At.: Sr. José Pedro Leite da Costa At.: Sr. Cleomar Parisi Rua Leopoldo Couto de Magalhães Jr., 700, 17º andar Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, nºs 2.041 e São Paulo, SP, CEP 04542-000 2.235, 24º andar, Tel.: +55 (11) 3371-0700 São Paulo, SP, CEP 04543-011 Fax: +55 (11) 3371-0704 Tel.: +55 (11) 3012-7162 www.goldmansachs.com/worldwide/brazil Fax: +55 (11) 3553-7099 www.santander.com.br Coordenador Contratado Coordenador Contratado Caixa Econômica Federal Banco J. Safra S.A. At.: Sr. Celso Zanin, Alexandre Vidal/Sr. Almir Rogério At.: Sr. Gustavo Fumachi Gonçalves Avenida Paulista, 2.100, 19º andar Avenida Paulista, 2.300, 12º andar São Paulo, SP, CEP 01310-300 São Paulo, SP, CEP 01310-300 Tel.: +55 (11) 3175-7502 Tel.: +55 (11) 3555-6200 Fax: +55 (11) 3175-9797 Fax: +55 (11) 3555-9599 www.safra.com.br www.caixa.gov.br Consultores Legais Locais dos Coordenadores Consultores Legais Locais da Companhia da Oferta Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Lefosse Advogados Advogados At.: Sr. Rodrigo Azevedo Junqueira At.: Sr. Jean Marcel Arakawa Rua Tabapuã, n° 1.227, 14º andar Al. Joaquim Eugênio de Lima, nº 447, São Paulo, SP, CEP 04533-014 São Paulo, SP, CEP 01403-001 Tel.: +55 (11) 3024-6100 Tel.: +55 (11) 3147-7600 Fax: +55 (11) 3024-6200 Fax: +55 (11) 3147-7770 www.lefosse.com.br www.mattosfilho.com.br 32
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    Consultores Legais Externosdos Coordenadores Consultores Legais Externos da Companhia da Oferta White & Case LLP Skadden, Arps, Slate, Meagher & Flom LLP At.: Sr. John Vetterli At.: Sr. Richard S. Aldrich, Jr. Av. Brigadeiro Faria Lima, nº 2.277, 4º andar, Av. Brigadeiro Faria Lima, nº 3.311, 7º andar, São Paulo, São Paulo CEP 04538-133, São Paulo, SP Tel.: +55 (11) 3147-5600 Tel.: +55 (11) 3708-1820 Fax: +55 (11) 3147-5611 Fax: +55 (11) 3708-1845 www.whitecase.com www.skadden.com Auditores Independentes da Companhia Ernst & Young Terco Auditores Independentes S.S. At.: Sr. Luiz Carlos Passetti Avenida Presidente Juscelino Kubitscheck, 1830, T I, 5º e 6º andares – Itaim Bibi São Paulo, SP CEP 04543-900 Tel.: +55 (11) 2573-3000 Fax: +55 (11) 3758-3614 www.ey.com/BR/pt/Home A nossa declaração e a declaração do Coordenador Líder nos termos do artigo 56 da Instrução CVM 400 encontram-se anexas a este Prospecto. 33
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    INFORMAÇÕES RELATIVAS ÀOFERTA Composição do Nosso Capital Social Na data deste Prospecto, nosso capital social é de R$804.001.000,00, totalmente subscrito e integralizado, representado por 416.853.000 ações ordinárias e 74.877.000 ações preferenciais, todas nominativas, escriturais e sem valor nominal. Nosso capital social poderá ser aumentado independentemente de reforma estatutária, até o limite de 500.000.000 ações, por deliberação do Conselho de Administração, que fixará o preço de emissão, a quantidade de ações ordinárias e/ou de ações preferenciais a serem emitidas e as demais condições de subscrição e integralização das ações ordinárias e das ações preferenciais dentro do capital autorizado. O quadro abaixo apresenta a quantidade de ações ordinárias detidas por acionistas titulares de 5% ou mais das ações ordinárias de nossa emissão, na data deste Prospecto: Ações Ações Acionista Ordinárias (%) Preferenciais (%) Total (%) Guarupart Participações Ltda. ................... 387.609.996 92,98% 16.391.004 21,89% 404.001.000 82,16% Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FI- FGTS ................................................... 29.243.004 7,02% 58.485.996 78,11% 87.729.000 17,84% Total .................................................... 416.853.000 100,0% 74.877.000 100,0% 491.730.000 100,0% O quadro abaixo apresenta a quantidade de ações ordinárias e de ações preferenciais detidas por acionistas titulares de 5% ou mais das ações de nossa emissão, após a conclusão da Oferta, assumindo a colocação da totalidade das Units, sem considerar as Units Adicionais e as Units Suplementares: Ações Ações Acionista Ordinárias (%) Preferenciais (%) Total (%) Guarupart Participações Ltda. ................... 387.609.996 84,84 16.391.004 10,58 404.001.000 66,04 Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FI- FGTS ................................................... 29.243.004 6,40 58.485.996 37,76 87.729.000 14,34 Outros .................................................... 40.000.000 8,76 80.000.000 51,65 120.000.000 19,62 Total .................................................... 456.853.000 100,0% 154.877.000 100,0% 611.730.000 100,0% O quadro abaixo apresenta a quantidade de ações ordinárias e de ações preferenciais detidas por acionistas titulares de 5% ou mais das ações de nossa emissão, após a conclusão da Oferta, assumindo a colocação da totalidade das Units, considerando as Units Adicionais mas sem considerar as Units Suplementares: Ações Ações Acionista Ordinárias (%) Preferenciais (%) Total (%) Guarupart Participações Ltda. ................... 387.609.996 83,38 16.391.004 9,59 404.001.000 63,55 Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FI- FGTS ................................................... 29.243.004 6,29 58.485.996 34,23 87.729.000 13,80 Outros .................................................... 48.000.000 10,33 96.000.000 56,18 144.000.000 22,65 Total .................................................... 464.853.000 100,0% 170.877.000 100,0% 635.730.000 100,0% 34
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    O quadro abaixoapresenta a quantidade de ações ordinárias e de ações preferenciais detidas por acionistas titulares de 5% ou mais das ações de nossa emissão, após a conclusão da Oferta, assumindo a colocação da totalidade das Units, sem considerar as Units Adicionais mas considerando as Units Suplementares: Ações Ações Acionista Ordinárias (%) Preferenciais (%) Total (%) Guarupart Participações Ltda. ................... 387.609.996 83,74 16.391.004 9,82 404.001.000 64,15 Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FI- FGTS ................................................... 29.243.004 6,32 58.485.996 35,05 87.729.000 13,93 Outros .................................................... 46.000.000 9,94 92.000.000 55,13 138.000.000 21,91 Total .................................................... 462.853.000 100,0% 166.877.000 100,0% 629.730.000 100,0% O quadro abaixo apresenta a quantidade de ações ordinárias e de ações preferenciais detidas por acionistas titulares de 5% ou mais das ações de nossa emissão, após a conclusão da Oferta, assumindo a colocação da totalidade das Units, considerando as Units Adicionais e as Units Suplementares: Ações Ações Acionista Ordinárias (%) Preferenciais (%) Total (%) Guarupart Participações Ltda. ................... 387.609.996 82,32 16.391.004 8,96 404.001.000 61,80 Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FI- FGTS ................................................... 29.243.004 6,21 58.485.996 31,98 87.729.000 13,42 Outros .................................................... 54.000.000 11,47 108.000.000 59,06 162.000.000 24,78 Total .................................................... 470.853.000 100,0% 182.877.000 100,0% 653.730.000 100,0% Alocação dos Recursos da Oferta nas Contas Patrimoniais A totalidade dos recursos provenientes da Oferta será destinada às contas de nosso capital social, não sendo constituídas reservas específicas. A Oferta Os Coordenadores da Oferta foram contratados por nós para, com a participação dos Coordenadores Contratados e das Instituições Consorciadas, realizar a oferta pública de distribuição primária de, inicialmente, 40.000.000 Units, representativas cada uma de (a) uma Ação Ordinária e (b) duas Ações Preferenciais, no Brasil, em mercado de balcão não organizado, observado o disposto na Instrução CVM 400 e o esforço de dispersão acionária previsto no Regulamento do Nível 2, incluindo esforços de colocação das Units no exterior pelos Agentes de Colocação Internacional e por determinadas instituições financeiras a serem contratadas, exclusivamente junto a (i) investidores institucionais qualificados (qualified institutional buyers), residentes, domiciliados ou com sede nos Estados Unidos da América, definidos em conformidade com a Regra 144A do Securities Act, nos termos de isenções de registro previstas no Securities Act, e (ii) investidores nos demais países, fora dos Estados Unidos da América (non U.S. persons) e do Brasil, nos termos do Regulamento S do Securities Act e observada a legislação aplicável no país de domicílio de cada investidor (em conjunto, “Investidores Estrangeiros”), que invistam no Brasil em conformidade com os mecanismos de investimento regulamentados pela Resolução CMN 2.689 e pela Instrução CVM 325, e/ou pela Lei nº 4.131, nos termos do Contrato de Colocação Internacional (“Oferta”). A Oferta será registrada no Brasil junto à CVM, em conformidade com os procedimentos previstos na Instrução CVM 400. Não foi e não será realizado nenhum registro da Oferta ou das Units na SEC ou em qualquer agência ou órgão regulador do mercado de capitais de qualquer outro país, exceto o Brasil. 35
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    Units Suplementares Nos termosdo artigo 24 da Instrução CVM 400, a quantidade total das Units inicialmente ofertadas (sem considerar as Units Adicionais) poderá ser acrescida em até 15%, ou seja, em até 6.000.000 Units, nas mesmas condições e preço das Units inicialmente ofertadas (“Units Suplementares”), conforme opção a ser outorgada por nós ao Agente Estabilizador, no Contrato de Colocação, as quais serão destinadas exclusivamente a atender a um eventual excesso de demanda que venha a ser constatado no decorrer da Oferta (“Opção de Units Suplementares”). O Agente Estabilizador terá o direito exclusivo, a partir da data de assinatura do Contrato de Colocação e por um período de até 30 dias contados, inclusive, da data de início de negociação das Units na BM&FBOVESPA, de exercer a Opção de Units Suplementares, no todo ou em parte, em uma ou mais vezes, após notificação aos demais Coordenadores da Oferta, desde que a decisão de sobrealocação das Units tenha sido tomada em comum acordo entre os Coordenadores da Oferta no momento da precificação da Oferta. Units Adicionais Adicionalmente, sem prejuízo da Opção de Units Suplementares, nos termos do artigo 14, parágrafo 2º, da Instrução CVM 400, a quantidade total de Units inicialmente ofertadas (sem considerar as Units Suplementares) poderá, a nosso critério, em comum acordo com os Coordenadores da Oferta, ser acrescida em até 20%, ou seja, em até 8.000.000 Units, nas mesmas condições e no mesmo preço das Units inicialmente ofertadas (“Units Adicionais”). Aprovações Societárias A emissão das Ações Ordinárias e das Ações Preferenciais subjacentes às Units será feita com exclusão do direito de preferência dos nossos atuais acionistas, nos termos do artigo 172, inciso I, da Lei das Sociedades por Ações, e tal emissão será realizada dentro do limite de capital autorizado previsto em nosso Estatuto Social. A realização da Oferta, bem como seus termos e condições, foram aprovados em nossa Assembleia Geral Extraordinária, realizada em 9 de novembro de 2012, cuja ata foi registrada na Junta Comercial do Estado de São Paulo em 5 de dezembro de 2012 sob o nº 2.265.453/12-2 e publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo e no jornal Valor Econômico em 23 de janeiro de 2013. O Preço por Unit e o efetivo aumento de nosso capital serão aprovados em Reunião do Conselho de Administração a ser realizada antes da concessão do registro da Oferta pela CVM, cuja ata será registrada na Junta Comercial do Estado de São Paulo e publicada no jornal Valor Econômico na data de publicação do Anúncio de Início e no Diário Oficial do Estado de São Paulo em 24 de abril de 2013. Preço por Unit No contexto da Oferta, estima-se que o preço de subscrição por Unit estará situado entre R$18,50 e R$21,50, ressalvado, no entanto, que o Preço por Unit poderá ser fixado acima ou abaixo desta faixa indicativa (“Preço por Unit”). O Preço por Unit será fixado após a conclusão do procedimento de coleta de intenções de investimento realizado com Investidores Institucionais pelos Coordenadores da Oferta, no Brasil, e pelos Agentes de Colocação Internacional, no exterior, conforme previsto no artigo 23, parágrafo 1º, e no artigo 44 da Instrução CVM 400 (“Procedimento de Bookbuilding”). A escolha do critério para determinação do Preço por Unit é justificada pelo fato de que o mesmo evitará a diluição injustificada dos nossos acionistas, nos termos do artigo 170, parágrafo 1º da Lei das Sociedades por Ações, e de que as Units serão distribuídas por meio de oferta pública em que o valor de mercado das Units será aferido com a realização do Procedimento de Bookbuilding, que reflete o valor pelo qual os Investidores Institucionais apresentarão suas intenções de investimento no contexto da Oferta. 36
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    Os Investidores NãoInstitucionais não participarão do Procedimento de Bookbuilding e, portanto, não participarão do processo de determinação do Preço por Unit. Sem prejuízo do disposto acima, poderá ser aceita a participação de Investidores Institucionais que sejam Pessoas Vinculadas no processo de alocação das Units objeto da Oferta Institucional, bem como inclusão no procedimento de fixação do Preço por Unit, mediante a participação destas no Procedimento de Bookbuilding, até o limite máximo de 15% das Units inicialmente ofertadas (sem considerar as Units Suplementares e as Units Adicionais). Nos termos do artigo 55 da Instrução CVM 400, caso seja verificado excesso de demanda superior em um terço à quantidade de Units inicialmente ofertadas (sem considerar as Units Suplementares e as Units Adicionais), não será permitida a colocação de Units a Investidores Institucionais que sejam Pessoas Vinculadas, sendo as ordens de investimento realizadas por Investidores Institucionais que sejam Pessoas Vinculadas automaticamente canceladas. Os investimentos realizados pelas pessoas mencionadas no artigo 48 da Instrução CVM 400 para proteção (hedge) de operações com derivativos (incluindo operações de total return swap) contratadas com terceiros, tendo as Units como referência, são permitidos na forma do artigo 48 da Instrução CVM 400 e não serão considerados investimentos realizados por Pessoas Vinculadas no âmbito da Oferta para os fins do artigo 55 da Instrução CVM 400, desde que tais terceiros não sejam Pessoas Vinculadas. A participação de Investidores Institucionais que sejam Pessoas Vinculadas no Procedimento de Bookbuilding poderá impactar adversamente a formação do Preço por Unit e o investimento nas Units por investidores que sejam Pessoas Vinculadas poderá promover redução de liquidez das Units no mercado secundário. Para mais informações sobre os riscos relativos à participação de Investidores Institucionais que sejam Pessoas Vinculadas no Procedimento de Bookbuilding, veja o fator de risco “A participação de Investidores Institucionais que sejam Pessoas Vinculadas no Procedimento de Bookbuilding poderá impactar adversamente a formação do Preço por Unit e promover a redução de liquidez das Units no mercado secundário”, na página 71 deste Prospecto. Quantidade, Valor e Recursos Líquidos Assumindo a colocação da totalidade das Units inicialmente ofertadas, sem considerar as Units Suplementares e as Units Adicionais: Quantidade Preço por Unit(1) Montante (R$) Recursos Líquidos (R$)(2) 40.000.000 20,00 800.000.000,00 775.600.000,00 (1) Considerando o Preço por Unit de R$20,00, que é o ponto médio da faixa de preços indicada na capa deste Prospecto. (2) Sem dedução das despesas da Oferta. Os valores apresentados são estimados, estando sujeitos a variações. Assumindo a colocação da totalidade das Units inicialmente ofertadas, considerando as Units Adicionais, mas sem considerar as Units Suplementares: Quantidade Preço por Unit(1) Montante (R$) Recursos Líquidos (R$)(2) 48.000.000 20,00 960.000.000,00 930.800.000,00 (1) Considerando o Preço por Unit de R$20,00, que é o ponto médio da faixa de preços indicada na capa deste Prospecto. (2) Sem dedução das despesas da Oferta. Os valores apresentados são estimados, estando sujeitos a variações. 37
  • 42.
    Assumindo a colocaçãoda totalidade das Units inicialmente ofertadas, sem considerar as Units Adicionais, mas considerando as Units Suplementares: Quantidade Preço por Unit(1) Montante (R$) Recursos Líquidos (R$)(2) 46.000.000 20,00 920.000.000,00 892.000.000,00 (1) Considerando o Preço por Unit de R$20,00, que é o ponto médio da faixa de preços indicada na capa deste Prospecto. (2) Sem dedução das despesas da Oferta. Os valores apresentados são estimados, estando sujeitos a variações. Assumindo a colocação da totalidade das Units inicialmente ofertadas, considerando as Units Adicionais e as Units Suplementares: Quantidade Preço por Unit(1) Montante (R$) Recursos Líquidos (R$)(2) 54.000.000 20,00 1.080.000.000,00 1.047.200.000,00 (1) Considerando o Preço por Unit de R$20,00, que é o ponto médio da faixa de preços indicada na capa deste Prospecto. (2) Sem dedução das despesas da Oferta. Os valores apresentados são estimados, estando sujeitos a variações. Custos de Distribuição Segue abaixo a descrição dos custos e despesas estimados que serão arcados por nós no âmbito da Oferta, sem considerar as Units Adicionais e as Units Suplementares: Valor por Unit % em Relação ao Comissões e Despesas(1) Valor (R$) (R$) Valor da Oferta Comissão de Garantia Firme de Liquidação ............... 3.200.000,00 0,08 0,40 Comissão de Colocação ............................................ 9.600.000,00 0,24 1,20 Comissão de Coordenação ....................................... 3.200.000,00 0,08 0,40 Comissão de Incentivo ............................................. 8.000.000,00 0,20 1,00 Total de Comissões............................................ 24.000.000,00 0,60 3,00 Remuneração dos Coordenadores Contratados .......... 400.000,00 0,01 0,05 Total de Remuneração dos Coordenadores Contratados .................................................... 400.000,00 0,01 0,05 Impostos, Taxas e Outras Retenções ........................ 2.563.364,69 0,06 0,32 Taxa de Registro na CVM ......................................... 82.870,00 0,00 0,01 Taxa de Registro na ANBIMA.................................... 24.192,00 0,00 0,00 Advogados e Consultores(2) ...................................... 2.400.000,00 0,06 0,30 Auditores ................................................................ 550.000,00 0,01 0,07 Outras Despesas(3) .................................................. 1.500.000,00 0,04 0,19 Total de Despesas ............................................. 7.520.426,69 0,19 0,94 Total de Comissões e Despesas ......................... 31.520.426,69 0,79 3,94 (1) Considerando o Preço por Unit de R$20,00, que é o ponto médio da faixa de preços indicada na capa deste Prospecto. (2) Despesas estimadas dos consultores legais da Companhia e dos Coordenadores da Oferta, para o direito brasileiro e para o direito dos Estados Unidos. (3) Inclui os custos estimados com a apresentação para investidores (Roadshow). Exceto pela remuneração descrita acima, não há outra remuneração devida por nós às Instituições Participantes da Oferta no âmbito da Oferta, bem como não existe nenhum outro tipo de remuneração que dependa do Preço por Unit. Público Alvo da Oferta As Instituições Participantes da Oferta efetuarão a colocação das Units para (i) Investidores Não Institucionais, em conformidade com os procedimentos previstos para a Oferta de Varejo, observados os Valores Mínimo e Máximo do Pedido de Reserva; e (ii) Investidores Institucionais, no âmbito da Oferta Institucional. 38
  • 43.
    Procedimento da Oferta Apóso encerramento do Período de Reserva, a conclusão do Procedimento de Bookbuilding, a assinatura do Contrato de Colocação e do Contrato de Colocação Internacional, a concessão do registro da Oferta pela CVM, a publicação do Anúncio de Início e a disponibilização do Prospecto Definitivo, as Instituições Participantes da Oferta realizarão a colocação das Units (sem considerar as Units Suplementares, mas considerando as Units Adicionais) em regime de garantia firme de liquidação, de forma individual e não solidária, nos termos da Instrução CVM 400, por meio da Oferta de Varejo e da Oferta Institucional, observado o disposto na Instrução CVM 400 e o esforço de dispersão acionária previsto no Regulamento do Nível 2. Os Coordenadores da Oferta, com nossa expressa anuência, irão elaborar um plano de distribuição das Units, nos termos do parágrafo 3º do artigo 33 da Instrução CVM 400, o qual levará em conta a criação de uma base diversificada de acionistas, nossas relações, as relações dos Coordenadores da Oferta com seus clientes e outras considerações de natureza comercial ou estratégica, observado que os Coordenadores da Oferta deverão assegurar (a) a adequação do investimento ao perfil de risco de seus clientes; (b) o tratamento justo e equitativo aos investidores, em conformidade com o artigo 21 da Instrução CVM 400; e (c) o recebimento prévio, pelas Instituições Participantes da Oferta, de exemplares do Prospecto Preliminar e do Prospecto Definitivo para leitura obrigatória, assegurando o esclarecimento de eventuais dúvidas por pessoa designada pelos Coordenadores da Oferta. Não será admitida distribuição parcial no âmbito da Oferta, sendo possível o cancelamento do pedido de registro da Oferta caso não haja investidores interessados suficientes em subscrever a totalidade das Units objeto da Oferta. Nesta hipótese, todos os Pedidos de Reserva e ordens de investimento, conforme o caso, serão cancelados e os valores depositados serão devolvidos sem juros ou correção monetária, sem reembolso e com dedução, caso sejam incidentes, de quaisquer tributos ou taxas sobre movimentação financeira eventualmente aplicáveis, se a alíquota for superior a zero, no prazo de três dias úteis contados da comunicação do cancelamento. Para mais informações, veja o fator de risco “Na medida em que o regime de distribuição da Oferta é o de garantia firme de liquidação e que não será admitida distribuição parcial no âmbito da Oferta, é possível que a Oferta venha a ser cancelada caso não haja investidores suficientes interessados em subscrever a totalidade das Units objeto da Oferta” deste Prospecto. Oferta de Varejo A Oferta de Varejo será realizada junto a Investidores Não Institucionais que preencham Pedido de Reserva, de acordo com os procedimentos previstos abaixo, e observados os Valores Mínimo e Máximo do Pedido de Reserva, nos termos da regulamentação em vigor. Os Investidores Não Institucionais deverão realizar Pedido de Reserva, durante o Período de Reserva. Em atenção ao previsto no item 7.1 (ii) do Regulamento do Nível 2, no contexto da Oferta de Varejo, o montante mínimo de 10% e, a critério dos Coordenadores da Oferta, máximo de 15% da totalidade das Units ofertadas (considerando as Units Suplementares e as Units Adicionais) será destinado prioritariamente à colocação pública junto a Investidores Não Institucionais que tenham realizado Pedido de Reserva, de acordo com as condições ali previstas e o procedimento abaixo indicado. Os Pedidos de Reserva poderão ser efetuados pelos Investidores Não Institucionais de maneira irrevogável e irretratável, exceto pelo disposto nos itens (b), (c) e (e) abaixo e em “Alteração das Circunstâncias, Revogação ou Modificação” e “Suspensão e Cancelamento” abaixo, observadas as condições do próprio Pedido de Reserva, de acordo com as seguintes condições: 39
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    (a) durante oPeríodo de Reserva, cada um dos Investidores Não Institucionais interessados em participar da Oferta deverá realizar pedido de reserva de Units, mediante preenchimento do Pedido de Reserva junto a uma única Instituição Consorciada, nos termos da Deliberação CVM 476, observados os Valores Mínimo e Máximo do Pedido de Reserva; (b) os Investidores Não Institucionais poderão estipular, no Pedido de Reserva, como condição de sua eficácia, um preço máximo por Unit, conforme previsto no parágrafo 3º, do artigo 45 da Instrução CVM 400, sem necessidade de posterior confirmação. Caso o Investidor Não Institucional estipule um preço máximo por Unit no Pedido de Reserva e o Preço por Unit seja fixado em valor superior ao preço máximo por Unit estipulado por tal Investidor Não Institucional, seu Pedido de Reserva será automaticamente cancelado pela respectiva Instituição Consorciada; (c) os Investidores Não Institucionais deverão indicar, obrigatoriamente, no Pedido de Reserva, a sua qualidade ou não de Pessoa Vinculada, sob pena de seu Pedido de Reserva ser cancelado pela respectiva Instituição Consorciada. Qualquer Pedido de Reserva efetuado por Investidores Não Institucionais que sejam Pessoas Vinculadas durante o Período de Reserva será automaticamente cancelado pela Instituição Consorciada que o houver recebido, na eventualidade de haver excesso de demanda superior em um terço à quantidade de Units inicialmente ofertadas (sem considerar as Units Suplementares e as Units Adicionais), nos termos do artigo 55 da Instrução CVM 400; (d) a quantidade de Units a ser subscrita, bem como o respectivo valor do investimento, serão informados ao Investidor Não Institucional até as 12:00 horas do primeiro dia útil subsequente à data de publicação do Anúncio de Início pela Instituição Consorciada junto à qual o investidor tiver efetuado o Pedido de Reserva, por meio de seu respectivo endereço eletrônico fornecido no Pedido de Reserva ou, na sua ausência, por telefone, fax ou correspondência, sendo o pagamento limitado ao valor do Pedido de Reserva e ressalvada a possibilidade de rateio, conforme prevista no item (h) abaixo; (e) cada um dos Investidores Não Institucionais deverá efetuar o pagamento à vista do valor indicado no item (d) acima à Instituição Consorciada junto à qual tenha efetuado seu Pedido de Reserva, em recursos imediatamente disponíveis, em moeda corrente nacional, até as 10:30 horas da Data de Liquidação. Não havendo o pagamento pontual, a Instituição Consorciada junto à qual tal reserva foi realizada irá garantir a liquidação por parte do Investidor Não Institucional em questão, e o Pedido de Reserva será automaticamente cancelado; (f) a BM&FBOVESPA, em nome de cada Instituição Consorciada que tenha recebido Pedido de Reserva, entregará, após as 16:00 horas da Data de Liquidação, a cada um dos Investidores Não Institucionais que com ela tenha feito a reserva e que tenha realizado o pagamento nos termos do item (e) acima, o número de Units correspondente à relação entre o valor constante do Pedido de Reserva e o Preço por Unit, de acordo com os procedimentos previstos no Contrato de Colocação, ressalvadas as possibilidades de desistência e cancelamento previstas nos itens (b) e (c) acima e em “Alteração das Circunstâncias, Revogação ou Modificação” e “Suspensão e Cancelamento” abaixo, e ressalvada a possibilidade de rateio prevista no item (h) abaixo. Caso tal relação resulte em fração de Unit, o valor do investimento será limitado ao valor correspondente ao maior número inteiro de Units, desprezando-se eventuais frações de Units; (g) caso a totalidade dos Pedidos de Reserva realizados por Investidores Não Institucionais não exceda a quantidade de Units destinadas à Oferta de Varejo, não haverá rateio, sendo todos os Investidores Não Institucionais integralmente atendidos em suas reservas, e as eventuais sobras serão destinadas a Investidores Institucionais, nos termos descritos em “Oferta Institucional” abaixo; e 40
  • 45.
    (h) caso atotalidade dos Pedidos de Reserva realizados por Investidores Não Institucionais seja superior à quantidade de Units destinadas à Oferta de Varejo, será realizado o rateio das Units entre os Investidores Não Institucionais, sendo que (i) até o limite de investimento de R$3.000,00, inclusive, o critério de rateio será a divisão igualitária e sucessiva das Units destinadas à Oferta de Varejo entre os Investidores Não Institucionais que tiverem apresentado Pedido de Reserva, limitada ao valor individual de cada Pedido de Reserva e à quantidade total de Units destinadas à Oferta de Varejo; e (ii) uma vez atendido o critério descrito no item (i) acima, as Units destinadas à Oferta de Varejo remanescentes serão rateadas proporcionalmente ao valor dos respectivos Pedidos de Reserva entre todos os Investidores Não Institucionais, desconsiderando, entretanto, em ambos os casos, as frações de Units. Opcionalmente, a critério dos Coordenadores da Oferta, a quantidade de Units destinadas à Oferta de Varejo poderá ser aumentada para que os Pedidos de Reserva excedentes possam ser total ou parcialmente atendidos, sendo que, no caso de atendimento parcial, será observado o mesmo critério de rateio descrito neste item. Recomenda-se aos Investidores Não Institucionais interessados na realização de Pedido de Reserva que leiam cuidadosamente os termos e condições nele estipulados, especialmente no que se refere aos procedimentos relativos à liquidação da Oferta e as informações constantes deste Prospecto e do Formulário de Referência, especialmente nas seções “Sumário da Companhia – Principais Fatores de Risco Relativos a Nós” e “Fatores de Risco Relacionados à Oferta e às Units”, nas páginas 21 e 70 deste Prospecto, respectivamente, bem como os fatores de risco descritos nas seções “4. Fatores de Risco” e “5. Riscos de Mercado” do Formulário de Referência, e que entrem em contato com a Instituição Consorciada de sua preferência, antes de realizar o seu Pedido de Reserva para (i) verificar se essa, a seu exclusivo critério, exigirá a manutenção de recursos em conta corrente nela aberta e/ou mantida, para fins de garantia do Pedido de Reserva e (ii) obter informações mais detalhadas sobre o cadastro na Instituição Consorciada, tendo em vista os procedimentos operacionais adotados por cada Instituição Consorciada. Oferta Institucional A Oferta Institucional será realizada junto a Investidores Institucionais. Após o atendimento dos Pedidos de Reserva, as Units remanescentes serão destinadas à Oferta Institucional por meio dos Coordenadores da Oferta, dos Agentes de Colocação Internacional e dos Coordenadores Contratados. Os Investidores Institucionais interessados em participar da Oferta Institucional deverão apresentar suas intenções de investimento durante o Procedimento de Bookbuilding, não sendo admitidas para tais investidores reservas antecipadas e inexistindo valores mínimo ou máximo de investimento. Cada Investidor Institucional deverá assumir a obrigação de verificar se está cumprindo os requisitos para participar da Oferta Institucional. Caso a quantidade de Units objeto de ordens recebidas durante o Procedimento de Bookbuilding, na forma do artigo 44 da Instrução CVM 400, excedam o total de Units remanescentes após o atendimento dos Pedidos de Reserva, os Coordenadores da Oferta darão prioridade aos Investidores Institucionais que, a seu exclusivo critério, levando em consideração o disposto no plano de distribuição descrito acima, nos termos do parágrafo 3º do artigo 33 da Instrução CVM 400, e as nossas relações e dos Coordenadores da Oferta com nossos clientes e outras considerações de natureza comercial ou estratégica, melhor atendam o objetivo da Oferta de criar uma base diversificada de investidores, integrada por investidores com diferentes critérios de avaliação das nossas perspectivas, nosso setor de atuação e a conjuntura macroeconômica brasileira e internacional. 41
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    Até as 12:00horas do dia útil subsequente à data de publicação do Anúncio de Início, os Coordenadores da Oferta e os Coordenadores Contratados informarão aos Investidores Institucionais a quantidade de Units alocadas e o valor do respectivo investimento. A entrega das Units alocadas deverá ser efetivada na Data de Liquidação, mediante pagamento em moeda corrente nacional, à vista e em recursos imediatamente disponíveis, do valor resultante do Preço por Unit multiplicado pela quantidade de Units alocadas, de acordo com os procedimentos previstos no Contrato de Colocação. Os Investidores Estrangeiros deverão realizar a subscrição das Units por meio dos mecanismos previstos na Resolução CMN 2.689 e na Instrução CVM 325, ou na Lei nº 4.131. Prazo de Distribuição A data de início da Oferta, estimada para 23 de abril de 2013, será divulgada mediante a publicação do Anúncio de Início, em conformidade com o previsto no parágrafo único do artigo 52 da Instrução CVM 400, no jornal Valor Econômico e no Diário Oficial do Estado de São Paulo. O prazo de distribuição das Units é de até seis meses contados a partir da data de publicação do Anúncio de Início ou até a data da publicação do Anúncio de Encerramento, o que ocorrer primeiro (“Prazo de Distribuição”), conforme previsto no artigo 18 da Instrução CVM 400. O término da Oferta e seu resultado serão anunciados mediante publicação do Anúncio de Encerramento no jornal Valor Econômico e no Diário Oficial do Estado de São Paulo, em conformidade com o artigo 29 da Instrução CVM 400 sendo a data máxima estimada para ocorrer em 23 de outubro de 2013. Liquidação De acordo com o disposto no Contrato de Colocação, a liquidação física e financeira das Units e, eventualmente, das Units Adicionais, deverá ser realizada dentro do prazo de até três dias úteis, contados a partir da data de publicação do Anúncio de Início (“Data de Liquidação”). A liquidação física e financeira das Units Suplementares, caso haja o exercício da Opção de Units Suplementares, ocorrerá dentro do prazo de até três dias úteis, contados a partir da data de exercício da Opção de Units Suplementares (“Data de Liquidação das Units Suplementares”). As Units, as Units Adicionais e as Units Suplementares, conforme o caso, somente serão entregues aos respectivos investidores após as 16:00 horas da Data de Liquidação ou da Data de Liquidação das Units Suplementares. Contrato de Estabilização O Agente Estabilizador, por intermédio da Corretora, poderá, a seu exclusivo critério, conduzir atividades de estabilização de preço das Units, no prazo de até trinta dias a contar da data de início de negociação das Units na BM&FBOVESPA, inclusive, por meio de operações de compra e venda de Units, observadas as disposições legais aplicáveis e o disposto no Contrato de Estabilização, o qual deverá ser previamente aprovado pela BM&FBOVESPA e pela CVM, nos termos do artigo 23, parágrafo 3º, da Instrução CVM 400 e do item II da Deliberação CVM 476, antes da publicação do Anúncio de Início. Não existe obrigação, por parte do Agente Estabilizador ou da Corretora, de realizar operações de estabilização e, uma vez iniciadas, tais operações poderão ser descontinuadas a qualquer momento, observadas as disposições do Contrato de Estabilização. Após a publicação do Anúncio de Início, o Contrato de Estabilização estará disponível para consulta e obtenção de cópias junto ao Agente Estabilizador e à CVM, nos endereços indicados neste Prospecto. 42
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    Direitos, Vantagens eRestrições das Units As Units conferirão a seus titulares os mesmos direitos, vantagens e restrições inerentes às Ações Ordinárias e às Ações Preferenciais a elas subjacentes, inclusive o direito de participar das nossas assembleias gerais e nelas exercer todas as prerrogativas conferidas às ações representadas pelas Units, conforme o caso. As Ações subjacentes às Units conferem, ainda, a seus titulares o direito ao recebimento integral de dividendos e demais proventos de qualquer natureza que vierem a ser declarados a partir da data de sua integralização. Dentre referidos direitos e benefícios assegurados aos titulares das Units, destacam-se os seguintes: • direito de voto em nossas assembleias gerais, sendo que cada Unit corresponderá a um voto, uma vez que cada Unit está lastreada por uma Ação Ordinária; • direito de voto conferido às Ações Preferenciais nas seguintes matérias deliberadas em nossa assembleia geral: (i) nossa transformação, incorporação, fusão ou cisão; (ii) aprovação de contratos entre nós e nosso acionista controlador, diretamente ou por meio de terceiros, assim como de outras sociedades nas quais o acionista controlador tenha interesse, sempre que, por força de disposição legal ou estatutária, sejam deliberados em assembleia geral; (iii) avaliação de bens destinados à integralização de aumento de nosso capital social; (iv) escolha de instituição ou empresa especializada para determinar nosso valor econômico; e (v) alteração ou revogação de dispositivos estatutários que alterem ou modifiquem quaisquer das exigências previstas no item 4.1 do Regulamento do Nível 2, ressalvado que esse direito a voto prevalecerá enquanto estiver em vigor o Contrato de Participação no Nível 2 de Governança Corporativa celebrado por nós, nosso Acionista Controlador, nossos administradores e a BM&FBOVESPA; • direito de receber como dividendo obrigatório, não cumulativo, em cada exercício 50% do lucro líquido do exercício diminuído ou acrescido da importância destinada a Reserva Legal, à formação da Reserva de Contingências e a reversão da mesma reserva formada em exercícios anteriores; • prioridade conferida às Ações Preferenciais no reembolso de capital, sem prêmio; • direito conferido às Ações Preferenciais de participação nos lucros distribuídos em igualdade com as Ações Ordinárias; • direito conferido às Ações Preferenciais de recebimento de um valor por Ação Preferencial correspondente a 100% do valor pago aos acionistas titulares de Ações Ordinárias na hipótese de alienação do nosso controle acionário; • direito conferido às Ações Preferenciais de serem incluídas em oferta pública de aquisição de ações em decorrência de alienação de nosso controle acionário, ao mesmo preço e nas mesmas condições ofertadas ao acionista controlador alienante; e • todos os outros direitos assegurados e previstos no Regulamento do Nível 2, no nosso Estatuto Social e na Lei das Sociedades por Ações. 43
  • 48.
    Restrições à Negociaçãodas Units (Lock-up) A Companhia, seus atuais administradores, seu acionista controlador e o FI-FGTS (“Pessoas Sujeitas ao Lock-up”), obrigar-se-ão perante os Coordenadores da Oferta e os Agentes de Colocação Internacional, nos termos de um acordo de restrição à venda de ações (Lock-up), pelo prazo de 180 dias a contar da data de publicação do Anúncio de Início, inclusive, salvo na hipótese de prévio consentimento por escrito dos Coordenadores da Oferta e dos Agentes de Colocação Internacional e sujeito a determinadas exceções constantes de cada Lock-up, a: (i) não emitir, ofertar, vender, contratar a venda, empenhar, emprestar, outorgar opção de compra, fazer qualquer venda a descoberto ou de outro modo dispor ou conceder quaisquer direitos, não protocolar ou fazer com que seja protocolado um pedido de registro de oferta pública, nos termos do Securities Act ou da legislação brasileira, com relação às Units ou a quaisquer ações ordinárias ou preferenciais da Companhia, ou quaisquer opções ou bônus de subscrição ou quaisquer valores mobiliários conversíveis em ou permutáveis por, ou que representem o direito de receber ações de emissão da Companhia, recém emitidas ou detidas diretamente pela Pessoa Sujeita ao Lock-up, ou em relação às quais as Pessoas Sujeitas ao Lock-up detenham propriedade segundo a legislação ou regulamentação brasileira aplicáveis (em conjunto, “Valores Mobiliários Sujeitos ao Lock-up”), (ii) não celebrar qualquer contrato de swap ou qualquer acordo que transfira a outros, no todo ou em parte, quaisquer dos resultados econômicos decorrentes da titularidade dos Valores Mobiliários Sujeitos ao Lock-up ou de quaisquer valores mobiliários passíveis de conversão, permuta ou exercício em Valores Mobiliários Sujeitos ao Lock-up, ou bônus de subscrição ou outros direitos de aquisição dos Valores Mobiliários Sujeitos ao Lock-up, sejam tais operações liquidadas pela entrega desses Valores Mobiliários Sujeitos ao Lock-up, em dinheiro ou de outro modo, e (iii) não divulgar publicamente a intenção de efetuar qualquer operação especificada nos itens (i) ou (ii). Para que não restem dúvidas e não obstante qualquer disposição em contrário aqui contida, as Units adquiridas pelas Pessoas Sujeitas ao Lock-up no mercado secundário após a publicação do Anúncio de Início não estarão sujeitas ao Lock-up. A restrição supramencionada deverá expressamente impedir que as Pessoas Sujeitas ao Lock-up realizem qualquer transação de hedge ou outra transação com vistas à ou que razoavelmente possa resultar na emissão de novas ações da Companhia ou na venda ou alienação dos valores mobiliários de emissão da Companhia detidos pelas partes mesmo que estes sejam alienados por outra pessoa que não as Pessoas Sujeitas ao Lock-up. Tal restrição inclui, sem limitações, qualquer aquisição, venda ou concessão de qualquer direito (inclusive, sem limitações, qualquer opção de compra ou venda) com relação a qualquer valor mobiliário das Pessoas Sujeitas ao Lock-up ou qualquer valor mobiliário que inclua, esteja relacionado a, ou em que qualquer parcela significativa de seu valor decorra de valores mobiliários das Pessoas Sujeitas ao Lock-up. Referida vedação não se aplicará nas hipóteses de: (i) como doações de boa fé; (ii) empréstimo de Units pela Guarupart Participações Ltda. ao Agente Estabilizador, exclusivamente para a realização das atividades de estabilização do preço das Units, no contexto da Oferta; (iii) cessão ou empréstimo de Units ou de ações a elas subjacentes que vise ao desempenho de atividade de formador de mercadode acordo com as leis ou regulamentos brasileiros aplicáveis, inclusive a Instrução CVM 384, de 17 de março de 2003 e o Código ANBIMA de Regulação e Melhores Práticas para Ofertas Públicas de Distribuição e Aquisição de Valores Mobiliários; e (iv) nas demais hipóteses descritas nos acordos de Lock-up. 44
  • 49.
    Adicionalmente, nos termosdo Regulamento do Nível 2, o acionista controlador da Companhia e seus administradores não poderão, nos seis meses subsequentes à data de início de negociação das Units no Nível 2, vender e/ou ofertar à venda quaisquer das Units ou quaisquer ações de emissão da Companhia, incluindo quaisquer ações subjacentes às Units, ou quaisquer títulos e valores mobiliários negociados em mercado de liquidação futura ou outros ativos tendo como lastro ou objeto valores mobiliários de emissão da Companhia, de que eram titulares imediatamente após a Oferta. Após esse período, o acionista controlador e os administradores da Companhia não poderão, por mais seis meses, vender e/ou ofertar à venda mais do que 40% das Units ou quaisquer ações de emissão da Companhia, incluindo quaisquer ações subjacentes às Units, ou quaisquer títulos e valores mobiliários negociados em mercado de liquidação futura ou outros ativos tendo como lastro ou objeto valores mobiliários de emissão da Companhia, de que eram titulares imediatamente após a Oferta. Cronograma Indicativo da Oferta Segue, abaixo, um cronograma indicativo das etapas da Oferta, informando seus principais eventos a partir do pedido de registro da Oferta junto à CVM: Ordem dos Eventos Eventos Data(1) 1. Pedido de Registro da Oferta 14 de novembro de 2012 Publicação do Aviso ao Mercado (sem logotipos das Instituições Consorciadas) 2. Disponibilização do Prospecto Preliminar 1º de abril de 2013 Início do Roadshow(2) Início do Procedimento de Bookbuilding Republicação do Aviso ao Mercado (com logotipos das Instituições 3. Consorciadas) 8 de abril de 2013 Início do Período de Reserva 4. Encerramento do Período de Reserva 19 de abril de 2013 Encerramento do Roadshow Encerramento do Procedimento de Bookbuilding Fixação do Preço por Unit 5. Reunião do Conselho de Administração da Companhia para aprovar o 22 de abril de 2013 Preço por Unit Assinatura do Contrato de Colocação, do Contrato de Colocação Internacional e dos demais contratos relacionados à Oferta Concessão do registro da Oferta pela CVM Publicação da ata da Reunião do Conselho de Administração da 6. Companhia que aprovou o Preço por Unit 23 de abril de 2013 Publicação do Anúncio de Início Disponibilização do Prospecto Definitivo Início de negociação das Units, das Ações Ordinárias e das Ações 7. Preferenciais na BM&FBOVESPA 24 de abril de 2013 Início do prazo de exercício da Opção de Units Suplementares 8. Data de Liquidação 26 de abril de 2013 9. Encerramento do prazo de exercício da Opção de Units Suplementares 24 de maio de 2013 10. Data limite para a liquidação das Units Suplementares 29 de maio de 2013 11. Data limite para a publicação do Anúncio de Encerramento 23 de outubro de 2013 (1) Todas as datas futuras previstas são meramente indicativas e estão sujeitas a alterações, suspensões, antecipações ou prorrogações a critério dos Coordenadores da Oferta e nosso. Qualquer modificação no cronograma da distribuição deverá ser comunicada à CVM e poderá ser analisada como modificação da Oferta, seguindo o disposto nos artigos 25 e 27 da Instrução CVM 400. (2) As apresentações aos investidores (“Roadshow”) ocorrerão no Brasil e no exterior, no período compreendido entre a data em que o Prospecto Preliminar for divulgado e a data em que for fixado o Preço por Unit. 45
  • 50.
    Será admitido orecebimento de reservas a partir da data da republicação do Aviso ao Mercado, para subscrição das Units, as quais somente serão confirmadas pelo subscritor após o início do período de distribuição das Units. Na hipótese de suspensão, cancelamento, modificação ou revogação da Oferta, este cronograma será alterado. Quaisquer comunicados ao mercado relativos a eventos relacionados à Oferta serão divulgados por meio de publicação de aviso no jornal Valor Econômico e no Diário Oficial do Estado de São Paulo, bem como em nossa página na rede mundial de computadores (www.alupar.com.br/ri). Contrato de Colocação e Contrato de Colocação Internacional Nós, os Coordenadores da Oferta e a BM&FBOVESPA, a última na qualidade de interveniente anuente, celebraremos o Contrato de Colocação, o qual contemplará os termos e condições da Oferta descritos nesta seção. O Contrato de Colocação estará disponível para consulta e obtenção de cópias nos endereços indicados em “Informações Relativas à Oferta – Informações Adicionais” deste Prospecto. Adicionalmente, na mesma data de celebração do Contrato de Colocação, será também celebrado entre nós e os Agentes de Colocação Internacional o Contrato de Colocação Internacional, segundo o qual os Agentes de Colocação Internacional realizarão esforços de colocação das Units no exterior. O Contrato de Colocação e o Contrato de Colocação Internacional estabelecem que a obrigação dos Coordenadores da Oferta e dos Agentes de Colocação Internacional de efetuarem a colocação das Units, bem como que suas respectivas garantias firmes, no caso dos Coordenadores da Oferta, estarão sujeitas a determinadas condições, não limitadas à (i) entrega de opiniões legais pelos nossos assessores jurídicos e pelos assessores jurídicos dos Coordenadores da Oferta e dos Agentes de Colocação Internacional; e (ii) assinatura de Instrumentos de Lock-up. Ainda de acordo com o Contrato de Colocação, nos obrigamos a indenizar os Coordenadores da Oferta em certas circunstâncias e contra determinadas contingências. O Contrato de Colocação Internacional apresenta uma cláusula de indenização em favor dos Agentes de Colocação Internacional, de acordo com a qual devemos indenizá-los caso os Agentes de Colocação Internacional venham a sofrer perdas no exterior por conta de incorreções ou omissões nos Offering Memoranda e em outros documentos relacionados à colocação das Units no exterior. Caso os Agentes de Colocação Internacional venham a sofrer perdas no exterior por conta dessas questões, eles terão direito de regresso contra nós por conta desta cláusula de indenização. Adicionalmente, o Contrato de Colocação Internacional possui declarações específicas em relação à observância de isenções das leis de valores mobiliários dos Estados Unidos, as quais, se descumpridas, poderão dar ensejo a outros potenciais procedimentos judiciais. Informações sobre a Garantia Firme de Liquidação Após a celebração do Contrato de Colocação e após a concessão do registro da Oferta pela CVM, os Coordenadores da Oferta realizarão a colocação das Units em regime de garantia firme de liquidação, proporcionalmente e até os limites individuais abaixo: Coordenador da Oferta Units % do Total Coordenador Líder .......................................................................... 12.000.000 30,00 BTG Pactual ................................................................................... 9.600.000 24,00 Credit Suisse .................................................................................. 9.600.000 24,00 Goldman Sachs .............................................................................. 4.800.000 12,00 Santander ...................................................................................... 4.000.000 10,00 Total ........................................................................................ 40.000.000 100,0% 46
  • 51.
    A garantia firmede liquidação financeira a ser prestada pelos Coordenadores da Oferta consiste na obrigação individual e não solidária dos Coordenadores da Oferta de liquidação das Units e das Units Adicionais, caso sejam colocadas, que tenham sido subscritas, porém não liquidadas pelos investidores na Data de Liquidação, na proporção e até os limites individuais de cada um dos Coordenadores da Oferta indicados acima (“Garantia Firme de Liquidação”). Caso as Units (sem considerar as Units Suplementares, mas considerando as Units Adicionais) efetivamente subscritas por investidores não tenham sido totalmente liquidadas na Data de Liquidação, cada um dos Coordenadores da Oferta realizará, de forma individual e não solidária, a liquidação, na Data de Liquidação, na proporção e até os limites individuais acima referidos, da totalidade do eventual saldo resultante da diferença entre (i) o número de Units objeto da Garantia Firme de Liquidação prestada pelos Coordenadores da Oferta e (ii) o número de Units efetivamente liquidadas por investidores na Data de Liquidação, pelo Preço por Unit (sem considerar as Units Suplementares). A Garantia Firme de Liquidação é vinculante a partir do momento em que for concluído o Procedimento de Bookbuilding, assinado o Contrato de Colocação e deferido o registro da Oferta pela CVM. Em caso de exercício da Garantia Firme de Liquidação e posterior revenda das Units junto ao público pelos Coordenadores da Oferta durante o Prazo de Distribuição, o preço de revenda será o preço de mercado das Units, limitado ao Preço por Unit, sem prejuízo das atividades previstas no Contrato de Estabilização. Instituição Financeira Escrituradora das Ações e Depositária das Units A instituição financeira contratada para a prestação de serviços de escrituração das Ações subjacentes às Units é a Itaú Corretora de Valores S.A. e o Banco Itaú S.A. será o emissor das Units. Negociação das Units na BM&FBOVESPA Em 14 de março de 2013, nós, nosso Acionista Controlador e os membros do Conselho de Administração e da Diretoria celebramos o Contrato de Participação no Nível 2 de Governança Corporativa com a BM&FBOVESPA, o qual entrará em vigor na data de publicação do Anúncio de Início, por meio do qual aderimos às Práticas Diferenciadas de Governança Corporativa do Nível 2, segmento especial de negociação de valores mobiliários da BM&FBOVESPA, disciplinado pelo Regulamento do Nível 2, que estabelece regras diferenciadas de governança corporativa a serem observadas por nós, mais rigorosas do que aquelas estabelecidas na Lei das Sociedades por Ações. O início da negociação das Units, das ações ordinárias e das ações preferenciais no Nível 2 da BM&FBOVESPA ocorrerá a partir do dia útil seguinte à publicação do Anúncio de Início, sob os códigos ALUP11, ALUP3 e ALUP4, respectivamente, e sob o ISIN BRALUPCDAM15, BRALUPACNOR8 e BRALUPACNPR5, respectivamente. Alteração das Circunstâncias, Revogação ou Modificação Nós e os Coordenadores da Oferta podemos requerer que a CVM autorize a modificar ou revogar a Oferta, caso ocorram alterações posteriores, materiais e inesperadas nas circunstâncias inerentes à Oferta existentes na data do seu pedido de registro, que resulte em um aumento relevante nos riscos por nós assumidos. Adicionalmente, nós e os Coordenadores da Oferta podemos modificar, a qualquer tempo, a Oferta, a fim de melhorar seus termos e condições para os investidores, conforme disposto no parágrafo 3º, do artigo 25 da Instrução CVM 400. 47
  • 52.
    O pleito demodificação será considerado deferido caso não haja manifestação da CVM em sentido contrário no prazo de dez dias úteis contados de seu protocolo. Caso o requerimento de modificação nas condições da Oferta seja aceito pela CVM, o prazo para distribuição da Oferta poderá ser adiado em até 90 dias. A revogação, suspensão, cancelamento ou qualquer modificação na Oferta será imediatamente divulgada por meio do jornal Valor Econômico e do Diário Oficial do Estado de São Paulo, veículos também usados para divulgação do Aviso ao Mercado e do Anúncio de Início (“Anúncio de Revogação” e “Anúncio de Retificação”), bem como na nossa página na rede mundial de computadores (www.alupar.com.br/ri). Com a revogação, a Oferta e os atos de aceitação anteriores ou posteriores ao Anúncio de Revogação tornar-se-ão ineficazes, devendo ser restituídos integralmente aos investidores aceitantes os valores dados em contrapartida às Units, no prazo de três dias úteis contados da publicação do Anúncio de Revogação, sem juros ou correção monetária, sem reembolso e com dedução, caso sejam incidentes, de quaisquer tributos ou taxas sobre movimentação financeira eventualmente aplicáveis, se a alíquota for superior a zero, conforme disposto no artigo 26 da Instrução CVM 400. Após a publicação do Anúncio de Retificação, as Instituições Participantes da Oferta deverão se acautelar e se certificar, no momento do recebimento das aceitações da Oferta, de que o manifestante está ciente de que a oferta original foi alterada e de que tem conhecimento das novas condições. As Instituições Participantes da Oferta só aceitarão ordens no Procedimento de Bookbuilding e Pedidos de Reserva daqueles investidores que se declararem cientes dos termos do Anúncio de Retificação. No caso de investidores que já tiverem aderido à Oferta, estes deverão ser comunicados diretamente a respeito da modificação efetuada, para que confirmem, no prazo de cinco dias úteis do recebimento da comunicação, o interesse em manter a declaração de aceitação, presumida a manutenção em caso de silêncio, conforme disposto no parágrafo único do artigo 27 da Instrução CVM 400. Suspensão e Cancelamento Nos termos do artigo 19 da Instrução CVM 400, a CVM (a) poderá suspender ou cancelar, a qualquer tempo, uma oferta: (i) que esteja se processando em condições diversas das constantes da Instrução CVM 400 ou do seu registro; (ii) que tenha sido havida por ilegal, contrária à regulamentação da CVM ou fraudulenta, ainda que após obtido o respectivo registro; ou (iii) cujo contrato de distribuição seja rescindido; e (b) deverá suspender qualquer oferta quando verificar ilegalidade ou violação de regulamento sanáveis. O prazo de suspensão de uma oferta não poderá ser superior a 30 dias, prazo durante o qual a irregularidade apontada deverá ser sanada. Findo tal prazo sem que tenham sido sanados os vícios que determinaram a suspensão, a CVM deverá ordenar a retirada da referida oferta e cancelar o respectivo registro. A suspensão ou o cancelamento da Oferta será informado aos investidores que já tenham aceitado a Oferta, sendo-lhes facultado, na hipótese de suspensão, a possibilidade de revogar a aceitação até o quinto dia útil subsequente à data de recebimento da respectiva comunicação. Todos os investidores que já tenham aceitado a Oferta, na hipótese de seu cancelamento, e os investidores que tenham revogado a sua aceitação, na hipótese de suspensão, conforme previsto acima, terão direito à restituição integral dos valores dados em contrapartida às Units, conforme o disposto no parágrafo único do artigo 20 da Instrução CVM 400, sem juros ou correção monetária, sem reembolso e com dedução, caso sejam incidentes, de quaisquer tributos ou taxas sobre movimentação financeira eventualmente aplicáveis, se a alíquota for superior a zero, no prazo de três dias úteis contados do recebimento pelo investidor da comunicação acerca de quaisquer dos eventos acima referidos. 48
  • 53.
    Inadequação da Oferta Nãohá inadequação específica da Oferta a certo grupo ou categoria de investidor. A Oferta será realizada por meio da Oferta de Varejo e da Oferta Institucional, as quais possuem como públicos alvo Investidores Não Institucionais e Investidores Institucionais, respectivamente. O investidor deve verificar qual das ofertas supracitadas é adequada ao seu perfil, conforme descritas acima. No entanto, o investimento em renda variável, como no caso das Units, apresenta possibilidade de perdas patrimoniais e riscos, inclusive aqueles relacionados às Units, a nós, ao setor em que atuamos, aos nossos acionistas e ao ambiente macroeconômico do Brasil, e que devem ser cuidadosamente considerados antes da tomada de decisão de investimento. Recomenda-se aos potenciais investidores que leiam, na seção Sumário da Companhia, o item “Sumário da Companhia – Principais Fatores de Risco Relativos a Nós” e a seção “Fatores de Risco Relacionados à Oferta e às Units”, nas páginas 21 e 70 deste Prospecto, respectivamente, bem como as seções “Fatores de Risco” e “Riscos de Mercado” nos itens 4 e 5, respectivamente, do Formulário de Referência, antes de tomar qualquer decisão de investir nas Units. 49
  • 54.
    RELACIONAMENTO ENTRE NÓS,OS COORDENADORES DA OFERTA E OS COORDENADORES CONTRATADOS A Companhia entende que não há qualquer conflito de interesse em relação à atuação dos Coordenadores da Oferta e dos Coordenadores Contratados como instituições intermediárias da Oferta. Relacionamento entre Nós e o Coordenador Líder Na data deste Prospecto, além das relações decorrentes da Oferta, o Coordenador Líder e as demais sociedades de seu conglomerado financeiro possuem os seguintes relacionamentos comerciais com a Companhia e/ou sociedades integrantes de seu grupo econômico: • Quatro operações de leasing, com vencimentos entre 16 de junho de 2013 e 04 de maio de 2015. Sobre os valores de principal incidem juros a taxas que variam entre 14,03% e 16,99% ao ano. Na data deste Prospecto, o saldo em aberto destas operações totalizava R$398,73 mil; • Dez operações de fiança bancária, com vencimentos entre 31 de dezembro de 2012 e 14 de janeiro de 2017. Sobre os valores de principal incidem juros a taxas que variam entre 1,0% e 5,99% ao ano. Na data deste Prospecto, o saldo devedor destas operações totalizava R$227,2 milhões; • Quatro operações de crédito para investimentos do programa FINAME, todas com vencimentos em 15 de fevereiro de 2017 e corrigidas pela TJLP acrescido de 4,7% ao ano ou taxa de juros de 10% ao ano. Na data deste Prospecto, o saldo devedor desse contrato totalizava R$138,27 mil; e • Uma emissão de debênture, com vencimento em 28 de maio de 2013. Na data deste Prospecto, o saldo em aberto totalizava R$167,97 milhões. Exceto pela remuneração a ser paga em decorrência da Oferta, prevista em “Custos de Distribuição” acima, não há qualquer outra remuneração a ser paga pela Companhia ao Coordenador Líder cujo cálculo esteja relacionado ao Preço por Unit. Não obstante, nos termos do Contrato de Estabilização, durante a Oferta, o Itaú BBA poderá fazer jus, ainda, a eventuais ganhos oriundos das atividades de estabilização de preço das Units. Exceto pelo disposto acima, a Companhia não possui qualquer outro relacionamento relevante com o Coordenador Líder e/ou sociedades de seu conglomerado financeiro, e o Coordenador Líder e/ou sociedades de seu conglomerado financeiro não participaram nos últimos 12 meses de qualquer outra oferta pública de valores mobiliários emitidos pela Companhia ou por suas controladas. A Companhia contratou e poderá vir a contratar, no futuro, o Coordenador Líder e/ou sociedades de seu conglomerado financeiro para celebrar acordos, em condições a serem acordadas oportunamente entre as partes, incluindo, entre outras, investimentos, emissões de valores mobiliários, prestação de serviços de banco de investimento, formador de mercado, crédito, consultoria financeira ou quaisquer outras operações financeiras necessárias à condução de suas atividades. O Coordenador Líder e/ou sociedades de seu conglomerado econômico poderão celebrar, no exterior, a pedido de seus clientes, operações com derivativos, tendo as Units como ativo de referência, de acordo com as quais se comprometerão a pagar a seus clientes a taxa de retorno das Units, contra o recebimento de taxas de juros fixas ou flutuantes (incluindo operações de total return swap). O Itaú BBA e/ou sociedades de seu conglomerado econômico poderão adquirir Units como forma de proteção (hedge) para essas operações, o que poderá afetar a demanda, o preço das Units ou outros termos da Oferta sem, contudo, gerar demanda artificial durante Oferta. 50
  • 55.
    Relacionamento entre Nóse o BTG Pactual O BTG Pactual possui, em sua carteira, ativos de renda fixa de emissão da Companhia, sendo eles: (i) 400 debêntures “APAR12”, emitidas em 15 de dezembro de 2009, com vencimento em 15 de dezembro de 2013, com percentual de CDI de 100% e taxa de 1,9%, sendo o valor em carteira de R$274.796,46; e (ii) 429 debêntures “APAR13”, emitidas em 22 de dezembro de 2010, com vencimento em 22 de dezembro de 2012, com percentual de CDI de 100% e taxa de 1,85%, sendo o valor em carteira de R$131.847.584,56. Adicionalmente, o BTG Pactual possui, em sua carteira, ativos de renda fixa de emissão de controladas da Companhia, sendo eles: (i) 21 debêntures “EATE11”, emitidas em 16 de março de 2011 pela EATE, com vencimento em 16 de março de 2016, com percentual de CDI de 100% e taxa de 1,3%, sendo o valor em carteira de R$32.684.067,57; (ii) 10 debêntures “ECTE11”, emitidas em 16 de março de 2011 pela ECTE, com vencimento em 16 de março de 2016, com percentual de CDI de 100% e taxa de 1,3%, sendo o valor em carteira de R$7.656.792,83; e (iii) 26 debêntures “ENTE11”, emitidas em 16 de março de 2011 pela ENTE, com vencimento em 16 de março de 2016, com percentual de CDI de 100% e taxa de 1,3%, sendo o valor em carteira de R$19.907.661,37. O BTG Pactual também emitiu Cédulas de Crédito Bancário para a Ferreira Gomes, controlada da Companhia, sendo elas: (i) CCB039/12, com valor principal de R$40.000.000,00 e valor liberado de R$39.797.160,00, com liberação em 29 de maio de 2012 e vencimento em 29 de junho de 2012, com percentual de CDI de 100% e taxa de 1,5% ao ano; e (ii) CCB051/12, com valor principal de R$15.000.000,00 e valor liberado de R$14.923.935,00, com liberação em 06 de julho de 2012 e vencimento em 06 de agosto de 2012, com percentual de CDI de 100% e taxa de 1,5% ao ano. A Companhia, por meio de suas controladas descritas abaixo, realizou as seguintes operações com a mesa de energia do BTG Pactual (últimos 12 meses): (a) compra de energia para a Foz do Rio Claro Energia S.A., em julho de 2012, no valor de R$4.676.022,09; (b) venda de energia da Foz do Rio Claro Energia S.A., em julho de 2012, no valor de R$4.009.275,00; (c) compra de energia para a Ijuí Energia S.A., em julho de 2012, no valor de 3.540.901,94; (d) compra de energia para a Usina Paulista Lavrinhas de Energia S.A., em janeiro de 2013, no valor de R$340.200,00; e (e) compra de energia para a Usina Paulista Queluz de Energia S.A., em janeiro de 2013, no valor de R$454.410,00. Por fim, o BTG Pactual, nos últimos 12 meses, foi coordenador de uma oferta pública via Instrução CVM 476 de debêntures da Ferreira Gomes, em maio de 2012, recebendo uma remuneração de estruturação de R$1.522.072,18. Além do disposto acima, a Companhia poderá, no futuro, contratar o BTG Pactual e/ou sociedade de seu conglomerado econômico para a realização de operações financeiras usuais, incluindo, entre outras, investimentos, emissões de valores mobiliários, prestação de serviços de banco de investimento, formador de mercado, crédito, consultoria financeira ou quaisquer outras operações financeiras necessárias à condução das suas atividades. 51
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    O Banco BTGPactual S.A. (Cayman Branch) e/ou suas Afiliadas poderão celebrar, no exterior, a pedido de seus clientes, operações com derivativos, tendo as Ações como ativo de referência, de acordo com as quais se comprometerão a pagar a seus clientes a taxa de retorno das Ações, contra o recebimento de taxas de juros fixas ou flutuantes (operações de total return swap). Banco BTG Pactual S.A. (Cayman Branch) e/ou suas Afiliadas poderão adquirir Units como forma de proteção para essas operações. Tais operações poderão influenciar a demanda e o preço das Units, sem, contudo, gerar demanda artificial durante a Oferta. Exceto pela remuneração a ser paga em decorrência da Oferta, conforme previsto em “Custos de Distribuição” acima, não há qualquer outra remuneração a ser paga, pela Companhia, ao BTG Pactual ou a sociedades do seu conglomerado econômico, cujo cálculo esteja relacionado ao Preço por Unit. Não obstante, nos termos do Contrato de Estabilização, durante a Oferta, o BTG Pactual poderá fazer jus, ainda, a eventuais ganhos oriundos das atividades de estabilização de preço das Units. Relacionamento entre Nós e o Credit Suisse Exceto no que se refere à Oferta, o Credit Suisse não possui atualmente qualquer relacionamento com a Companhia e/ou sociedades de seu grupo econômico. A Companhia poderá, no futuro, contratar o Credit Suisse ou sociedades de seu conglomerado econômico para a realização de operações financeiras usuais, incluindo, entre outras, investimentos, emissões de valores mobiliários, prestação de serviços de banco de investimento, formador de mercado, crédito, consultoria financeira ou quaisquer outras operações financeiras necessárias à condução das suas atividades. O Credit Suisse Securities (Europe) Limited e/ou suas afiliadas podem celebrar, no exterior, operações de derivativos de Ações com seus clientes. O Credit Suisse Securities (Europe) Limited e/ou suas afiliadas poderão adquirir Ações na Oferta como forma de proteção (hedge) para essas operações. Essas operações poderão afetar a demanda, preço ou outros termos da Oferta. Exceto pela remuneração a ser paga em decorrência da Oferta, conforme previsto em “Custos de Distribuição” acima, não há qualquer outra remuneração a ser paga, pela Companhia, ao Credit Suisse ou a sociedades do seu conglomerado econômico, cujo cálculo esteja relacionado ao Preço por Unit. Não obstante, nos termos do Contrato de Estabilização, durante a Oferta, o Credit Suisse poderá fazer jus, ainda, a eventuais ganhos oriundos das atividades de estabilização de preço das Units. Relacionamento entre Nós e o Goldman Sachs Na data de divulgação deste Prospecto, além do relacionamento referente à Oferta, não mantemos relacionamento comercial com o Goldman Sachs e/ou sociedades de seu conglomerado econômico. Poderemos, no futuro, contratar o Goldman Sachs ou sociedades de seu conglomerado econômico para assessoria em operações de fusões e aquisições e no mercado de capitais, extensão de linhas de crédito, intermediação e negociação de títulos e valores mobiliários, consultoria financeira e outras operações necessárias à condução das nossas atividades. Sociedades integrantes do conglomerado econômico do Goldman Sachs eventualmente possuem títulos e valores mobiliários de nossa emissão, diretamente ou em fundos de investimento administrados e/ou geridos por tais sociedades, adquiridas em operações regulares em bolsa de valores a preços e condições de mercado. Todavia, a participação acionária das sociedades integrantes do conglomerado econômico do Goldman Sachs não atinge, e não atingiram nos últimos doze meses, 5% do nosso capital social. Nos últimos doze meses, o Goldman Sachs e/ou quaisquer empresas de seu conglomerado econômico não participaram de ofertas públicas de títulos ou valores mobiliários de nossa emissão, nem realizaram qualquer operação de financiamento ou reestruturação societária nos envolvendo. 52
  • 57.
    O Goldman, Sachs& Co. e/ou sociedades de seu conglomerado econômico podem celebrar, no exterior, a pedido de seus clientes, operações de derivativos tendo as Units como ativo de referência. O Goldman, Sachs & Co. e/ou sociedades de seu conglomerado econômico poderão adquirir Units como forma de proteção (hedge) para essas operações, o que poderá afetar a demanda, preço ou outras condições da Oferta sem, contudo, gerar demanda artificial durante a Oferta. Exceto pela remuneração a ser paga em decorrência da Oferta, conforme previsto em “Custos de Distribuição” acima, não há qualquer outra remuneração a ser paga, pela Companhia, ao Goldman Sachs ou a sociedades do seu conglomerado econômico, cujo cálculo esteja relacionado ao Preço por Unit. Não obstante, nos termos do Contrato de Estabilização, durante a Oferta, o Goldman Sachs poderá fazer jus, ainda, a eventuais ganhos oriundos das atividades de estabilização de preço das Units. Relacionamento entre Nós e o Santander Na data deste Prospecto, além do relacionamento referente à Oferta, a Companhia mantém relacionamento comercial com o Santander e/ou sociedades integrantes de seu conglomerado financeiro, incluindo operações financeiras dentre as quais se destacam as seguintes operações: (a) Contrato de abertura de crédito firmado em julho de 2012 entre a Alusa Engenharia Ltda. e o Santander, nos termos do qual foram emitidas Cédulas de Crédito Bancário, pela Emissora em favor do Santander, no valor agregado de R$74.950.363,73 na data de emissão e vencimento final em 23 de julho de 2014; (b) Contrato de abertura de crédito firmado em abril de 2012 entre a Guarupart Participações Ltda. e o Santander, nos termos do qual foi emitida uma Cédula de Crédito Bancário, pela Emissora em favor do Santander, no valor agregado de R$24.000.000,00 na data de emissão e vencimento final em 10 de Junho de 2013; (c) Contrato de abertura de crédito firmado em setembro de 2012 entre a Guarupart Participações Ltda. e o Santander, nos termos do qual foram emitida Cédulas de Crédito Bancário, pela Emissora em favor do Santander, no valor agregado de R$16.000.000,00 na data emissão e vencimento final em 10 de Junho de 2013; (d) Contrato de abertura de crédito firmado em dezembro de 2012 entre a Guarupart Participações Ltda. e o Santander, nos termos do qual foram emitida Cédulas de Crédito Bancário, pela Emissora em favor do Santander, no valor agregado de R$3.000.000,00 na data emissão e vencimento final em 10 de Junho de 2013; (e) Garantia em moeda local emitida em Dezembro de 2012 pelo Santander Brasil em favor da Alupar Investimentos S.A. no valor total de R$32.088.454,20 com vencimento em 31 de Dezembro de 2013. (f) Garantias em moeda estrangeira emitidas em agosto de 2012 pelo Santander em favor da Alupar Investimentos S.A. no valor total de US$14.240.000,00, sendo US$12.240.000,00 com vencimento em 2 de Abril de 2013 e US$2.000.000,00 com vencimento em 10 de Maio de 2013; (g) Repasse BNDES firmado em Dezembro de 2006, com valor total de R$20.262.016,68 e vencimento em 15 de agosto de 2019, dos quais R$9.747.501,29 referentes à Companhia Transirape de Transmissão, e R$10.514.515,39 referentes à Companhia Transudeste de Transmissão; 53
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    (h) AB Loan,onde o Santander representa um dos “B Lenders”, firmado entre o Santander e a Transchile Charrua Transmision S.A. em outubro de 2007, no valor de US$15.783.449,48 e com vencimento em 16 de março de 2027;.e (i) Garantia em moeda local emitida em Dezembro de 2012 pelo Santander Brasil em favor da Foz do Rio Claro Energia S/A e aval da Alupar Investimentos S.A. no valor total de R$600.000,00 com vencimento em 03 de Dezembro de 2013. Nos últimos doze meses, o Santander e/ou sociedades de seu conglomerado econômico não participaram de ofertas públicas de títulos ou valores mobiliários de emissão da Companhia. A Companhia poderá, no futuro, contratar o Santander e/ou sociedade integrantes de seu conglomerado econômico para assessoria em operações de fusões e aquisições e no mercado de capitais, extensão de linhas de crédito, intermediação e negociação de títulos e valores mobiliários, consultoria financeira e outras operações necessárias à condução das atividades da Companhia. Exceto pela remuneração a ser paga em decorrência da Oferta, conforme previsto em “Custos de Distribuição” acima, não há qualquer outra remuneração a ser paga, pela Companhia, ao Santander ou a sociedades do seu conglomerado econômico, cujo cálculo esteja relacionado ao Preço por Unit. Não obstante, nos termos do Contrato de Estabilização, durante a Oferta, o Santander poderá fazer jus, ainda, a eventuais ganhos oriundos das atividades de estabilização de preço das Units. Relacionamento entre Nós e a Caixa Econômica Federal Exceto no que se refere à Oferta e ao fato de a Caixa Econômica Federal ser administradora do Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FI-FGTS, acionista da Companhia, a Caixa Econômica Federal não possui atualmente qualquer outro relacionamento com a Companhia e/ou sociedades de seu grupo econômico. A Companhia poderá, no futuro, contratar a Caixa Econômica Federal ou sociedades de seu conglomerado econômico para a realização de operações financeiras usuais, incluindo, entre outras, investimentos, emissões de valores mobiliários, prestação de serviços de banco de investimento, formador de mercado, crédito, consultoria financeira ou quaisquer outras operações financeiras necessárias à condução das suas atividades. Exceto pela remuneração a ser paga em decorrência da Oferta, conforme previsto em “Custos de Distribuição” acima, não há qualquer outra remuneração a ser paga, pela Companhia, à Caixa Econômica Federal ou a sociedades do seu conglomerado econômico, cujo cálculo esteja relacionado ao Preço por Unit. Relacionamento entre Nós e o Safra Na data deste Prospecto, além do relacionamento referente à Oferta, a Companhia mantém relacionamento comercial com o Safra e/ou sociedades integrantes de seu conglomerado financeiro, incluindo operações financeiras dentre as quais se destacam as seguintes operações: (a) R$3,7 milhões em operações de empréstimos 4131 com subsidiárias a uma taxa média de 7% a.a. com vencimentos entre junho de 2013 e junho de 2014; e (b) R$3,3 milhões em operações de Finame a uma taxa média de 8% com vencimentos entre junho e dezembro de 2015. Adicionalmente o Grupo Safra presta o serviço de cartão empresarial à Companhia. Nos últimos doze meses, o Safra e/ou sociedades de seu conglomerado econômico não participaram de ofertas públicas de títulos ou valores mobiliários de emissão da Companhia. 54
  • 59.
    O Safra e/ousociedades integrantes de seu conglomerado financeiro poderá celebrar, no exterior, a pedido de seus clientes, operações com derivativos, tendo as Units como ativo de referência, de acordo com as quais se comprometerão a pagar a seus clientes a taxa de retorno das Units, contra o recebimento de taxas de juros fixas ou flutuantes (operações de total return swap). O Safra e/ou sociedades integrantes de seu conglomerado financeiro poderão adquirir Units de nossa emissão como forma de proteção para essas operações, o que poderá afetar a demanda, preço ou outras condições da Oferta sem, contudo, gerar demanda artificial durante a Oferta. Não há qualquer conflito de interesse referente à atuação do Safra como Coordenador Contratado da Oferta. Exceto pela remuneração a ser paga em decorrência da Oferta, conforme previsto em “Custos de Distribuição” acima, não há qualquer outra remuneração a ser paga, pela Companhia, ao Safra ou a sociedades do seu conglomerado econômico, cujo cálculo esteja relacionado ao Preço por Unit. Informações Adicionais Os Coordenadores da Oferta recomendam aos investidores, antes de tomar qualquer decisão de investimento relativa à Oferta, a consulta a este Prospecto e ao Formulário de Referência. A leitura deste Prospecto e do Formulário de Referência possibilita uma análise detalhada dos termos e condições da Oferta, dos fatores de risco e dos demais riscos a ela inerentes. Nós e o Coordenador Líder solicitamos o registro da Oferta em 14 de novembro de 2012, estando a Oferta sujeita à prévia aprovação pela CVM. Mais informações sobre a Oferta poderão ser obtidas junto aos Coordenadores da Oferta, nos endereços e telefones abaixo mencionados e, no caso de Investidores Não Institucionais, também junto às Instituições Consorciadas. Este Prospecto está disponível, a partir desta data, nos seguintes endereços e/ou websites indicados abaixo: COMPANHIA Alupar Investimento S.A. Avenida Doutor Cardoso de Melo, 1.855, Bloco I, 9º andar 04548-005, São Paulo – SP At.: Sr. Marcelo Patrício Fernandes Costa Diretor de Relações com Investidores Tel.: (11) 2184-9687 Fax: (11) 2784-9699 www.alupar.com/ri (neste website, clicar no ícone “Relações com Investidores”. Acessar o campo “Informações Financeiras” e acessar o campo “Central de Downloads”, então clicar no item “Prospecto Preliminar”) COORDENADORES DA OFERTA Coordenador Líder Banco Itaú BBA S.A. Avenida Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 4º andar 04538-132, São Paulo – SP At.: Sra. Renata Dominguez Tel.: (11) 3708-8000 Fax: (11) 3708-8107 www.itaubba.com.br/portugues/atividades/prospectos.asp (neste website, acessar Oferta Pública IPO Alupar Investimento – Prospecto Preliminar) 55
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    Banco BTG PactualS.A. Avenida Brigadeiro Faria Lima, 3.477, 14º andar 04538-133, São Paulo – SP At.: Sr. Fabio Nazari Tel.: (11) 3383-2000 Fax: (11) 3383-2001 https://www.btgpactual.com/home/InvestmentBank.aspx/InvestmentBanking/MercadoCapitais (neste website, clicar em “2013” no menu à esquerda e a seguir em “Prospecto Preliminar” logo abaixo de “Distribuição Pública Primária de Units da Alupar Investimento S.A.”) Banco de Investimentos Credit Suisse (Brasil) S.A. Rua Leopoldo Couto de Magalhães Jr., 700, 10º andar 04542-000, São Paulo – SP At.: Sr. Marcelo Millen Tel.: (11) 3701-6800 Fax: (11) 3701-6912 http://br.credit-suisse.com/ofertas (neste website, acessar “Alupar Investimento S.A.” e, a seguir, “Prospecto Preliminar”) Goldman Sachs do Brasil Banco Múltiplo S.A. Rua Leopoldo Couto de Magalhães Jr., 700, 17º andar 04542-000, São Paulo – SP At.: Sr. José Pedro Leite da Costa Tel.: (11) 3371-0700 Fax: (11) 3371-0704 http://www2.goldmansachs.com/worldwide/brazil/area/Investment-banking.html (neste website, acessar “Alupar Investimento S.A.” e em seguida clicar em “De Acordo” e em seguida clicar em “Prospecto Preliminar”) Banco Santander (Brasil) S.A. Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 2.041 e 2.235, 24º andar 04543-011, São Paulo – SP At.: Sr. Cleomar Parisi Tel.: (11) 3012-7162 Fax: (11) 3553-7099 http://www.santandercorretora.com.br (neste website, no lado direito da página, abaixo do item “Ofertas Públicas”, clicar no logo da Alupar e depois em “Prospecto Preliminar”) COORDENADORES CONTRATADOS Caixa Econômica Federal Avenida Paulista, 2.300, 12º andar 01310-300, São Paulo – SP At.: Sr. Celso Zanin, Alexandre Vidal / Sr. Almir Rogério Gonçalves Tel.: (11) 3555-6200 Fax: (11) 3555-9599 http://www1.caixa.gov.br/download/index.asp (neste website, acessar “Mercado de Capitais – Ofertas em Andamento” e, em seguida, clicar no item “Alupar Investimento S.A. Prospecto Preliminar”) 56
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    Banco J. SafraS.A. Avenida Paulista, 2100, 19º andar 01310-930, São Paulo – SP At.: Sr. Gustavo Fumachi Tel.: (11) 3175-7502 Fax: (11) 3175-9797 http://www.safrabi.com.br (neste website acessar “IPO Alupar – Prospecto Preliminar”) INSTITUIÇÕES CONSORCIADAS Informações adicionais sobre as Instituições Consorciadas poderão ser obtidas no website da BM&FBOVESPA (www.bmfbovespa.com.br). COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Rua Sete de Setembro, 111, 5º andar 20050-006, Rio de Janeiro – RJ Tel.: (21) 3233-8686 ou Rua Cincinato Braga, 340, 2º, 3º e 4º andares 01333-010, São Paulo – SP Tel.: (11) 2146-2006 www.cvm.gov.br (neste website, acessar “Ofertas em Análise”, após, no item “Primárias”, “Certificado de Depósito de Ações”, acessar o link referente a “Alupar Investimento S.A.”, posteriormente clicar em “Prospecto Preliminar”) BM&FBOVESPA S.A. – BOLSA DE VALORES, MERCADORIAS E FUTUROS Rua XV de Novembro, 275 São Paulo – SP Tel.: (11) 2565-4000 http://www.bmfbovespa.com.br/pt-br/mercados/acoes/ofertas-publicas/ofertas- publicas.aspx?Idioma=pt-br (neste website, acessar “Ofertas em Andamento” e, posteriormente clicar em “Alupar Investimento”) 57
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    OPERAÇÕES VINCULADAS ÀOFERTA Exceto pela remuneração a ser paga em decorrência da Oferta, conforme previsto na seção “Informações Relativas à Oferta – Custos de Distribuição” na página 38 deste Prospecto, não há qualquer remuneração a ser paga por nós aos Coordenadores da Oferta ou sociedades dos seus respectivos conglomerados econômicos, cujo cálculo esteja relacionado à Oferta. Para mais informações sobre outras operações envolvendo a Companhia e os Coordenadores da Oferta, veja a seção “Informações Relativas à Oferta – Relacionamento entre nós, os Coordenadores da Oferta e os Coordenadores Contratados” na página 50 deste Prospecto. 58
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    APRESENTAÇÃO DAS INSTITUIÇÕESINTERMEDIÁRIAS BANCO ITAÚ BBA S.A. O Itaú BBA é o banco de atacado do conglomerado Itaú Unibanco. Com trajetória marcada por associações bem-sucedidas e visão para oferecer os melhores produtos e serviços para empresas, o Itaú BBA é resultado da fusão dos bancos BBA e das áreas corporate do Banco Itaú S.A. e Unibanco – União de Bancos Brasileiros S.A. Em 31 de dezembro de 2012, o Itaú BBA apresentou os seguintes resultados: ativos de R$233 bilhões e lucro líquido de R$ 2,328 milhões. A história do Itaú BBA começa com o BBA Creditanstalt, fundado em 1988 em São Paulo, por Fernão Bracher e Antonio Beltran, em parceria com o Bank Austria Creditanstalt. A atuação do banco estava voltada para operações financeiras bancárias, com características de atacado, e destaque para underwriting, hedge, crédito e câmbio. Em 1991, foi a única instituição brasileira a coordenar o consórcio de bancos estrangeiros para investimentos no programa de privatização de empresas estatais no país. Ainda no mesmo ano, recebeu autorização do BACEN para operar subsidiária em Bahamas e atender demanda de clientes na área internacional. Em 1994, assinou acordo de cooperação com a administradora de recursos Paribas Capital. No ano seguinte, juntou-se ao Capital Group, de Los Angeles, para formar a administradora de fundos BBA Capital. Em 1996, adquiriu a Financiadora Mappin e criou a Fináustria, especializada em financiamento de veículos. Nessa época, já contava com sucursais em Campinas, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Belo Horizonte. Em 2001, o BBA tem novo parceiro de negócios, em razão da compra do Creditanstalt pelo grupo alemão HVB. No ano seguinte, a associação com o Grupo Icatu fez surgir duas empresas: a BBA Icatu Corretora e a BBA Icatu Investimentos. No final de 2002, ocorreu a associação com o Banco Itaú S.A., surgindo assim uma nova instituição: o Itaú BBA. Com gestão autônoma para conduzir todos os negócios de clientes corporativos e banco de investimento do grupo, passa a contar com a base sólida de capital e liquidez do Itaú e a especialização e destacada atuação do BBA no segmento de atacado. Em 2005, o Itaú BBA ampliou as atividades de banco de investimentos e rapidamente consolidou como um importante player de mercado em fusões e aquisições, equities e renda fixa local. A partir de 2008, iniciou expansão de suas atividades em renda fixa internacional e produtos estruturados. Em 2009, o BACEN aprovou a associação entre o Itaú e o Unibanco. O Itaú BBA uniu-se com a área corporate do Unibanco, e ainda concentrou as atividades de tesouraria institucional do grupo, tendo como desafio ser o melhor banco de atacado, investimento e tesouraria da América Latina. Atividade de Investment Banking do Itaú BBA A área de investment banking do Itaú BBA oferece assessoria a clientes corporativos e investidores na estruturação de produtos de banco de investimento, incluindo renda variável, renda fixa e fusões e aquisições. 59
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    Em renda variável,o Itaú BBA oferece serviços para estruturação de ofertas públicas primárias e secundárias de ações e de Deposit Receipts (“DRs”), ofertas públicas para aquisição e permuta de ações, além de assessoria na condução de processos de reestruturação societária de companhias abertas e trocas de participações acionárias. A condução das operações é realizada em conjunto com a Itaú Corretora de Valores S.A., que tem relacionamento com investidores domésticos e internacionais e possui reconhecida e premiada estrutura independente de pesquisa, tendo recebido o prêmio de casa de research Brasil pela Institutional Investor em 2010, 2011 e 2012. Em 2012, o Itaú BBA atuou como coordenador e bookrunner de ofertas públicas iniciais e subsequentes que totalizaram R$6,9 bilhões. O banco fechou o ano de 2012 em segundo lugar em número de ofertas de acordo com os prospectos das ofertas. No segmento de renda fixa, o Itaú BBA conta com equipe dedicada para prover aos clientes diversos produtos no mercado doméstico e internacional, tais como: notas promissórias, debêntures, commercial papers, fixed e floating rate notes, fundos de investimento em direitos creditórios (FIDC) e certificados de recebíveis imobiliários (CRI). Em 2012, o Itaú BBA participou de operações de debêntures, notas promissórias de securitização que totalizaram R$23,5 bilhões. De acordo com o ranking da ANBIMA, o Itaú BBA foi classificado em primeiro lugar no ranking 2012 de distribuição de operações em renda fixa e securitização. A participação de mercado somou 29,5%. Com equipe especializada, a área de fusões e aquisições do Itaú BBA oferece aos clientes estruturas e soluções eficientes para assessoria, coordenação, execução e negociação de aquisições, desinvestimentos, fusões e reestruturações societárias. A área detém acesso amplo e privilegiado a investidores estratégicos e financeiros para assessorar clientes na viabilização de movimentos societários. De acordo com o ranking de fusões e aquisições da Thomson Finance, com base no número de operações realizadas em 2012, o Itaú BBA ficou em primeiro lugar, com 69 transações. Adicionalmente, o Itaú BBA tem sido amplamente reconhecido como um dos melhores bancos de investimento do Brasil por instituições como Global Finance, Latin Finance e Euromoney. Nos últimos três anos, foi considerado o melhor Banco de Investimento no Brasil, pela revista Global Finance, publicação americana especializada em análises sobre empresas e instituições financeiras dos cinco continentes. BTG PACTUAL O Banco Pactual S.A. foi fundado em 1983 como uma distribuidora de títulos e valores mobiliários. Em 2006, o UBS A.G., instituição global de serviços financeiros, e o Banco Pactual S.A. associaram- se para criar o Banco UBS Pactual S.A. Em 2009, o Banco UBS Pactual S.A. foi adquirido pelo grupo BTG Investments, formando o BTG Pactual. O BTG Pactual tem como foco principal as áreas de pesquisa, finanças corporativas, mercado de capitais, fusões e aquisições, wealth management, asset management e sales and trading (vendas e negociações). No Brasil, possui escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Salvador, Porto Alegre e Recife. Possui, ainda, escritórios em Londres, Nova Iorque, Hong Kong, Santiago, Lima, Medellín e Bogotá. 60
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    Na área deasset management, as estratégias de investimento são desenhadas para clientes institucionais, clientes private, empresas e parceiros de distribuição. Na área de wealth management, o BTG Pactual oferece uma ampla seleção de serviços personalizados, que variam desde asset management a planejamento sucessório e patrimonial. O BTG Pactual também oferece serviços de sales and trading (vendas e negociações) em renda fixa, ações e câmbio na América Latina, tanto em mercados locais quanto internacionais. Na área de investment banking, o BTG Pactual presta serviços para diversos clientes em todo o mundo, incluindo serviços de subscrição nos mercados de dívida e ações públicos e privados, assessoria em operações de fusões e aquisições e produtos estruturados personalizados. O BTG Pactual é o líder no ranking de ofertas de ações do Brasil de 2004 a 2012 pelo número de operações, participando de um total de mais de 150 operações no período, segundo o ranking da base de dados internacional Dealogic. Além disso, ficou em 1º lugar em volume e em número de ofertas em 2012 (Dealogic) e sempre em posição de liderança com base em outros rankings desde 2004 (ANBIMA e Bloomberg). Demonstrando a sua força no Brasil, o BTG Pactual foi eleito em 2010 e em 2011 como o “Brazil’s Equity House of the Year”, segundo a Euromoney. O BTG Pactual foi também eleito por três vezes “World’s Best Equity House” (Euromoney, em 2003, 2004 e 2007), além de “Equity House of the Year” (IFR, 2007). Sua atuação e grande conhecimento sobre a América Latina renderam seis vezes o título de “Best Equity House Latin America” (Euromoney de 2002 a 2005 e 2007 a 2008) e o título de “Best Investment Bank” (Global Finance em 2011) Como principal suporte a seus investidores, o BTG Pactual sempre investiu fortemente na sua equipe de equity research, buscando os melhores profissionais do mercado para a atuação junto ao grupo de investidores. Seus investimentos na área renderam o título de “#1 Equity Research Team Latin America” em 2012, bem como no período de 2003 a 2007 (Institutional Investor). No entanto, sua expertise é demonstrada pela forte atuação no Brasil, onde o BTG Pactual foi reconhecido pela sua atuação nos últimos oito anos, como primeiro colocado no ranking da Institutional Investor de 2003 a 2009 e segundo colocado em 2010 e 2011, segundo o ranking publicado pela revista Institutional Investor. O BTG Pactual apresentou forte atuação em 2010 no mercado de ofertas públicas de renda variável, participando das ofertas de follow-on do Banco do Brasil, JBS, Even, PDG Realty, Petrobras, Lopes, Estácio Participações e Anhanguera Educacional, bem como da abertura de capital da Aliansce, Multiplus, OSX, EcoRodovias, Mills, Júlio Simões e Brasil Insurance. Esta posição foi alcançada em função do forte relacionamento do BTG Pactual com seus clientes, com sua atuação constante e de acordo com a percepção de valor agregado para suas operações, fato comprovado pela sua atuação em todas as operações de follow-on das empresas nas quais participou em sua abertura de capital. Em 2011, realizou as seguintes ofertas: follow on de Tecnisa, Ternium, Direcional, Gerdau, BR Malls, e Kroton; e as ofertas públicas iniciais de QGEP, IMC, T4F, Magazine Luiza e Brazil Pharma. Deve-se destacar também que o BTG Pactual atuou como coordenador líder e lead settlement agent na oferta de Gerdau, a qual foi registrada no Brasil e SEC e coordenada apenas por bancos brasileiros. Em 2012, o BTG Pactual participou da oferta pública inicial de Locamérica, Unicasa e de sua própria oferta pública inicial e do follow-on de Fibria, Brazil Pharma, Suzano, Taesa, Minerva, Equatorial e Aliansce. 61
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    Como assessor financeiroem fusões e aquisições, o BTG Pactual também apresentou forte atuação ficando em primeiro lugar no ranking de fusões e aquisições em 2010 e 2011, de acordo com a Thomson Reuters, conforme informações em 31 de dezembro em 2010 e 31 de dezembro de 2011. O BTG Pactual assessorou seus clientes em importantes transações de fusões e aquisições em 2010, como a fusão da TAM com a LAN, joint-venture entre Cosan e Shell, consolidação da participação detida pela Petrobras em Braskem e Quattor e venda de participação minoritária no Teuto para a Pfizer; em 2011, também participou de importantes transações, tais como aquisição do controle da Usiminas pela Ternium, assessor dos controladores da Schincariol na venda do controle para a Kirin, fusão da Vanguarda com a Brasil Ecodiesel e venda da WTorre Properties para a BR Properties. Em 2012, o BTG Pactual assessorou seus clientes em importantes transações, tais como parceria da MPX com a E.ON, aquisição do controle da Comgás pela Cosan, aquisição dos ativos da OHL Brasil pela Abertis e consolidação do controle da EcoRodovias pela CR Almeida. CREDIT SUISSE Fundado em 1856, a estratégia do Credit Suisse é atuar no mercado com uma estrutura de negócios integrada e centrada no cliente. O Credit Suisse oferece aos seus clientes uma completa linha de produtos e serviços por meio de suas três divisões principais de negócios: Private Banking, Banco de Investimentos e Asset Management. O Credit Suisse procura estabelecer parcerias de longo prazo e desenvolver soluções financeiras inovadoras para atender às necessidades de seus clientes. O Credit Suisse está presente em mais de 50 países com mais de 46 mil empregados de aproximadamente 100 diferentes nacionalidades. As ações de emissão do Credit Suisse Group (CSGN) são negociadas na Suíça (SWX) e na forma de ADS (CS) em Nova York (NYSE). Os ratings de longo prazo do Credit Suisse Group são: Moody’s Aa2, Standard & Poor’s A+, Fitch Ratings AA-. Em 1998, o Banco de Investimentos Garantia S.A. foi adquirido pelo Credit Suisse First Boston. Em 16 de janeiro de 2006, as operações globais do Credit Suisse foram unificadas sob uma mesma marca, e a razão social do CSFB passou a ser Banco de Investimentos Credit Suisse (Brasil) S.A. A solidez do Banco no Brasil é refletida na classificação de crédito de AAA (bra) em Moeda Nacional – Longo Prazo, atribuída em abril de 2009 pela Fitch Ratings, agência independente de classificação de risco. O Credit Suisse atua no Brasil com operações de crédito, emissão de ações e títulos, abertura de capital (IPO), fusões e aquisições de empresas (M&A), corretagem, tesouraria, private banking e administração de recursos de terceiros. O objetivo do Credit Suisse é ser o banco preferencial dos melhores empresários, empresas e investidores do Brasil. Em 1º de novembro de 2007, o Credit Suisse concretizou sua associação com a Hedging-Griffo, adquirindo participação majoritária na referida empresa. Essa associação foi um passo importante para consolidar a estratégia do Credit Suisse de prover soluções integradas, solidificando sua posição entre os grandes bancos do País. Na área de investment banking, o Credit Suisse tem vasto conhecimento local e experiência significativa em fusões e aquisições, colocações primárias e secundárias de ações e instrumentos de dívida, mantendo a liderança consolidada nessa área no Brasil, tais como: • Líder no Ranking de Emissão de Ações do Brasil de 2005 a 2007 e 2º lugar em 2008, de acordo com Securities Data Co.; • Líder no Ranking de Oferta Pública Inicial (IPO) do Brasil de 2005 a 2008, de acordo com Securities Data Co.; e • Líder no Ranking de Fusões e Aquisições do Brasil de 2006 a 2008, de acordo com Securities Data Co. 62
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    O Credit Suissefoi eleito “Best Investment Bank in Latin America” (Revista LatinFinance, fevereiro de 2008) pelo quarto ano consecutivo e “Best M&A house” (2008). Também foi eleito em 2008 o melhor banco de investimentos dos últimos 20 anos pela Revista LatinFinance. O banco também desempenhou papel de liderança em duas transações às quais a revista se referiu como as “Melhores Operações” das últimas duas décadas. São elas a aquisição da Inco pela Companhia Vale do Rio Doce por US$19,2 bilhões em 2006 – financiada pela oferta de títulos internacionais da Companhia Vale do Rio Doce de US$3,75 bilhões em duas tranches e por uma oferta local em Reais, ambas lideradas pelo Credit Suisse – e a abertura de capital (IPO) da BOVESPA em 2007, no valor de US$3,2 bilhões. O Credit Suisse conquistou esses prêmios logo após ter sido eleito pela Revista LatinFinance como o “Melhor Banco de Investimentos”, “Best Bond House” e “Best Equity House” na América Latina em 2007 (o 3° ano consecutivo em que o Credit Suisse obteve o título de “Melhor Banco de Investimentos” e 2ª vez consecutiva “Best Equity House”). Além dos prêmios concedidos à instituição, o Banco foi aclamado pelas posições de destaque que ocupou na premiação “Deals do Ano” da Revista LatinFinance em 2007, incluindo a abertura de capital (IPO) da BOVESPA de US$3,2 bilhões, eleito a “Melhor Emissão de Ações Primárias”, a oferta de US$1,0 bilhão para Usiminas, eleita a “Melhor Oferta Follow-On”. O Credit Suisse é líder também em corretagem, mercado no qual movimentou US$130,9 bilhões em 2008, segundo a BM&FBOVESPA. Além disso, no que tange a responsabilidade cultural e social, ao longo de 2008 e em 2009, o Credit Suisse e suas subsidiárias direcionaram e continuarão direcionando recursos para projetos culturais e sociais. Destacam-se, entre os projetos e instituições apoiados, a Osesp (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo), a OSB (Orquestra Sinfônica Brasileira), a Pinacoteca do Estado de São Paulo, o Museu de Arte Moderna de São Paulo, a Sociedade Cultura Artística e a TUCCA (Associação para Crianças e Adolescentes com Câncer). O suporte a essas iniciativas apóia-se na convicção de que o Credit Suisse deve participar de ações que contribuam tanto para o retorno a seus acionistas, clientes e empregados quanto para o desenvolvimento cultural e social do Brasil. GOLDMAN SACHS O Goldman Sachs é uma instituição financeira global com atuação em fusões e aquisições, coordenação de oferta de ações, serviços de investimento, investimentos de carteira própria e análise de empresas, prestando em todo o mundo uma ampla gama de serviços a empresas, instituições financeiras, governos e indivíduos de patrimônio pessoal elevado. Fundado em 1869, o Goldman Sachs tem sua sede global em Nova York, com escritórios também em Londres, Frankfurt, Tóquio, Hong Kong e outros importantes centros financeiros. O Goldman Sachs tem três atividades principais: • Banco de investimentos: ampla gama de serviços de assessoria financeira e participação em ofertas de valores mobiliários, atendendo grupo de clientes que inclui empresas, instituições financeiras, fundos de investimento, governos e indivíduos; • Trading e investimentos com recursos próprios: intermediação de operações financeiras tendo como contraparte empresas, instituições financeiras, fundos de investimentos, governos e indivíduos. Além disso, o Goldman Sachs investe seus recursos, diretamente, em renda fixa e produtos de renda variável, câmbio, commodities e derivativos de tais produtos, bem como realiza investimentos diretamente em empresas e por meio de fundos que são captados e geridos pelo banco; 63
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    Investment Management: assessoria e serviços de planejamento financeiro, bem como produtos de investimentos (por meio de contas e produtos geridos separadamente, tais como fundos de investimentos) em todas as classes de ativos para investidores institucionais e indivíduos no mundo inteiro, provendo também serviços de prime brokerage, financiamento e empréstimo de ativos para clientes institucionais, incluindo hedge funds, fundos de investimento abertos, fundos de pensão e fundações, e para indivíduos de patrimônio pessoal elevado. O Goldman Sachs tem representação em São Paulo desde meados da década de 90 e, recentemente ampliou suas operações locais, por meio da estruturação de um banco múltiplo e uma corretora de títulos e valores mobiliários. Atualmente, a plataforma brasileira inclui atividades de carteira de banco de investimento, operações com recursos próprios, nas áreas de renda variável e FICC (renda fixa, câmbio e commodities), private wealth management, dentre outras. Atualmente, aproximadamente 300 pessoas trabalham no escritório de São Paulo. Em particular, na área de banco de investimentos, o Goldman Sachs acredita que tem vasto conhecimento local e experiência comprovada em fusões e aquisições, emissão de ações e instrumentos de dívida. Goldman Sachs tem desempenhado importante papel em ofertas realizadas no mercado brasileiro, tais como a coordenação da oferta pública inicial de ações da BM&FBOVESPA em 2007 (R$6,7 bilhões), da Visanet em 2009 (R$8,4 bilhões), da Qualicorp S.A. em 2011 (R$1,1 bilhão), do BTG Pactual em 2012 (R$3,2 bilhões) e do follow-on da TAESA (R$1,8 bilhão) também em 2012 (valores constantes dos prospectos divulgados no site da CVM). SANTANDER O Santander é controlado pelo Banco Santander S.A., instituição com sede na Espanha fundada em 1857. O Grupo Santander possui, atualmente, cerca de €1,3 trilhão em ativos, administra quase €1,4 trilhão em fundos, possui cerca de 102 milhões de clientes e 14,4 mil agências. O Santander acredita ser o principal grupo financeiro da Espanha e da América Latina e desenvolve uma importante atividade de negócios na Europa, região em que alcançou uma presença destacada no Reino Unido, por meio do Abbey National Bank Plc, assim como em Portugal. Adicionalmente, acredita ser um dos líderes em financiamento ao consumo na Europa, por meio do Santander Consumer, com presença em 13 países do continente e nos Estados Unidos. No ano de 2012, o Grupo Santander registrou lucro líquido atribuído de aproximadamente €4,3 bilhões na América Latina, o que representou, no mesmo período, aproximadamente 50% dos resultados das áreas de negócios do Grupo Santander no mundo. Também na América Latina, em 31 de dezembro de 2012, o Grupo Santander possuía cerca de 6.044 agências e cerca de 90,5 mil funcionários. Em 1957, o Grupo Santander entrou no mercado brasileiro por meio de um contrato operacional celebrado com o Banco Intercontinental do Brasil S.A. Em 1997, adquiriu o Banco Geral do Comércio S.A., em 1998 adquiriu o Banco Noroeste S.A., em 1999 adquiriu o Banco Meridional S.A. (incluindo sua subsidiária, o Banco Bozano, Simonsen S.A.) e em 2000 adquiriu o Banespa. Em 1º de novembro de 2007, o RFS Holdings B.V., um consórcio composto pelo Santander Espanha, The Royal Bank of Scotland Group PLC, Fortis SA/NV e Fortis N.V., adquiriu 96,95% do capital do ABN AMRO, então controlador do Banco Real. Na sequência, em 12 de dezembro de 2007, o CADE aprovou sem ressalvas a aquisição das pessoas jurídicas brasileiras do ABN AMRO pelo consórcio. No primeiro trimestre de 2008, o Fortis e Santander Espanha chegaram a um acordo por meio do qual o Santander Espanha adquiriu direito às atividades de administração de ativos do ABN AMRO no Brasil, que o Fortis havia adquirido como parte da compra pelo consórcio do ABN AMRO. Em 24 de julho de 2008, o Santander Espanha assumiu o controle acionário indireto do Banco Real. Por fim, em 30 de abril de 2009, o Banco Real foi incorporado pelo Santander Brasil e foi extinto como pessoa jurídica independente. 64
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    Com a incorporaçãodo Banco Real, o Santander tem presença ativa em todos os segmentos do mercado financeiro, com uma completa gama de produtos e serviços em diferentes segmentos de clientes – pessoas físicas, pequenas e médias empresas, corporações, governos e instituições. As atividades do Santander compreendem três segmentos operacionais: banco comercial, banco global de atacado e gestão de recursos de terceiros e seguros. Em 31 de dezembro de 2012, o Santander, no Brasil, possuía uma carteira de mais de 27,3 milhões de clientes, 3.788 entre agências e pontos de atendimento bancário (PABs) e mais de 17.793 caixas eletrônicos, além de um total de ativos em torno de R$447 bilhões e patrimônio líquido de, aproximadamente, R$53 bilhões. O Santander, no Brasil, possui uma participação de aproximadamente 26% dos resultados das áreas de negócios do Grupo Santander no Mundo, além de representar 51% no resultado do Grupo Santander na América Latina. O Santander oferece aos seus clientes um amplo portfólio de produtos e serviços locais e internacionais que são direcionados às necessidades dos clientes. Produtos e serviços são oferecidos nas áreas de transações bancárias globais (Global Transaction Banking), mercados de crédito (Credit Markets), finanças corporativas (Corporate Finance), ações (Equities), taxas (Rates), formação de mercado e mesa proprietária de tesouraria. Dessa forma, os clientes corporativos podem se beneficiar dos serviços globais fornecidos pelo Grupo Santander. Na área de Equities, o Santander atua na estruturação de operações em boa parte da América Latina, contando com equipe de Equity Research, Sales e Equity Capital Markets. A área de Equity Research do Santander é considerada pela publicação Institutional Investor como uma das melhores não somente no Brasil, mas também na América Latina. Adicionalmente, o Santander dispõe de estrutura de research dedicada exclusivamente ao acompanhamento de ativos latinoamericanos, o que assegura credibilidade e acesso de qualidade a investidores target em operações brasileiras. Em Sales & Trading, o Grupo Santander possui uma das maiores equipes dedicadas a ativos latinoamericanos no mundo. Presente no Brasil, Estados Unidos, Europa e Ásia, a equipe do Grupo Santander figura dentre as melhores da América Latina pela publicação da Institutional Investor. O Santander dispõe de uma estrutura dedicada de acesso ao mercado de varejo e pequenos investidores institucionais no Brasil por meio de salas de ações e corretora. A área de Equity Capital Markets do Santander participou como bookrunner de ofertas destacadas no Brasil nos últimos anos. Em 2012, o Santander atuou como bookrunner na oferta pública inicial de Unicasa Indústria de Móveis S.A., na oferta de follow-on de Fibria Celulose S.A. e na oferta pública inicial de units de Trasmissora Aliança de Energia Elétrica S.A., esta última considerada pela Latin Finance como “Best Equity Follow-On” de 2012. Em 2011, o Santander atuou como coordenador líder da oferta pública inicial de Autometal S.A e EDP – Energias do Brasil S.A., como bookrunner nas ofertas de follow-on de BR Properties S.A., Kroton Educacional S.A., Tecnisa S.A. e Direcional S.A., na oferta pública inicial de ações de IMC – Internacional Meal Company Holdings S.A., e como assessor financeiro contratado pela TIM Participações S.A. em sua migração do Nível 2 para o segmento de listagem denominado Novo Mercado da BM&FBOVESPA. Em 2010, o Santander alcançou pelo segundo ano consecutivo a liderança no ranking de emissões de ações na América Latina de acordo com a Bloomberg, tendo atuado como coordenador líder da oferta pública inicial de ações de Renova Energia S.A. e como bookrunner da oferta pública inicial de BR Properties S.A. e das ofertas de follow-on de Anhanguera Educacional Participações S.A., Estácio Participações S.A., Petróleo Brasileiro S.A. – PETROBRAS, PDG Realty S.A. Empreendimentos e Participações, Inpar S.A. e JBS S.A. 65
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    Em 2009, oSantander alcançou a liderança no ranking de emissões de ações na América Latina de acordo com Thomson Reuters e Bloomberg tanto em número de transações como em volume ofertado. Neste ano, o Santander atuou como coordenador líder das ofertas públicas iniciais de ações do Banco Santander (Brasil) S.A. e da Direcional Engenharia S.A. e como bookrunner nas ofertas públicas iniciais de ações de Cetip S.A. e da Companhia Brasileira de Meios de Pagamento – Visanet e nas ofertas de follow-on da Rossi Residencial S.A., Iguatemi Empresa de Shopping Centers S.A., Cyrela Brazil Realty S.A., MRV Engenharia e Participações S.A., BRMalls Participações S.A., Anhanguera Educacional Participações S.A., Marfrig Alimentos S.A., e BRF – Brasil Foods S.A. Em 2009, as ofertas de Visanet e Brasil Foods foram premiadas pela Latin Finance como “Best Primary Equity Issue” e “Best Follow-On Issue”, respectivamente. Ainda em 2009, a oferta pública de ações do Banco Santander foi premiada como “Latin America Equity Issue of the Year” pela International Financing Review (IFR). Em 2008, atuou em operações com valor total superior a US$12 bilhões, das quais se destaca a atuação como bookrunner na oferta primária da Companhia Vale do Rio Doce, uma das maiores ofertas de ações da história do Brasil conforme dados da Bloomberg. CAIXA ECONÔMICA FEDERAL A Caixa Econômica Federal foi criada em 1861, sendo uma empresa 100% pública que atende não só os seus clientes bancários, mas todos os trabalhadores formais do Brasil, estes por meio do pagamento de FGTS, PIS e seguro-desemprego, beneficiários de programas sociais e apostadores das loterias. Além disso, a Caixa Econômica Federal atua em setores como habitação, saneamento básico, infraestrutura e prestação de serviços. A atuação da Caixa Econômica Federal também se estende aos palcos, salas de aula, pistas de corrida, com o apoio a iniciativas artístico-culturais, educacionais e desportivas. Além de significativa expansão da base de clientes ao longo do ano, através do programa de conta simplificada, a Caixa Econômica Federal permitiu o ingresso de mais de 3 milhões de pessoas no sistema bancário brasileiro ao longo dos últimos anos. A Caixa Econômica Federal, em nítido apoio ao mercado de capitais nacional, destaca sua participação nas seguintes emissões ocorridas entre os anos de 2008 e 2012: (a) Julho de 2008: banco coordenador, em conjunto com outras instituições financeiras, na 2ª distribuição pública de debêntures simples, não conversíveis da Klabin Segall S.A., no montante de R$230.000.000,00; (b) Julho de 2008: coordenador líder na 1ª emissão pública de notas promissórias comerciais de emissão da Andrade Gutierrez Participações S.A., no montante de R$130.000.000,00; (c) Julho de 2008: coordenador líder na 4ª emissão pública de notas promissórias comerciais de emissão da Vivo Participações S.A., no montante de R$500.000.000,00; (d) Outubro de 2008: coordenador, em conjunto com outras instituições financeiras, na 9ª emissão pública de debêntures simples não conversíveis da SABESP; (e) Novembro de 2008: banco coordenador, em conjunto com outras instituições financeiras, na 2ª emissao pública de notas promissórias comerciais de emissão da Companhia Brasileira de Energia Renovável (BRENCO), no montante de R$350.000.000,00; 66
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    (f) Dezembro de 2008: coordenador líder na 3ª emissão pública de notas promissórias comerciais de emissão da Empresa Brasileira de Telecomunicações S.A. (Embratel S.A.), em conjunto com outras instituições financeiras, no montante de R$400.000.000,00; (g) Julho de 2009: banco coordenador, em conjunto com outras instituições financeiras, na oferta pública, com esforços restritos, da 3ª emissão de notas promissórias comerciais da SABESP; (h) Julho de 2009: banco coordenador, em conjunto com outras instituições financeiras, na distribuição pública de quotas Sênior e quotas subordinadas mezanino do Fundo de Investimento em Direitos Creditórios IV (FIDC Chemical IV), no montante de R$245.000.000,00; (i) Outubro de 2009: banco coordenador, em conjunto com outras instituições financeiras, na distribuição pública de notas promissórias da 3ª emissão da Cemig Geração e Transmissão S.A., no montante de R$2.700.000.000,00; (j) Dezembro de 2009: banco coordenador, em conjunto com outras instituições financeiras, na oferta pública com esforços restritos, de notas promissórias da 4ª emissão da SABESP, no montante de R$900.000.000,00; (k) Março de 2010: banco coordenador, em conjunto com outras instituições financeiras, na distribuição pública de debêntures simples, não conversíveis, da 2ª emissão de debêntures simples da Cemig Geração e Transmissão S.A., no montante de R$2.700.000.000,00; (l) Março de 2010: banco coordenador, em conjunto com outras instituições financeiras, na distribuição pública, com esforços restritos, da 1ª emissão de notas promissórias comerciais da Companhia Camargo Correa S.A., no montante de R$3.000.000.000,00; (m) Abril de 2010: banco coordenador, em conjunto com outras instituições financeiras, na distribuição pública de debêntures simples, não conversíveis, da 11ª emissão da SABESP, no montante de R$1.215.000.000,00; (n) Setembro de 2010: banco coordenador, em conjunto com outras instituições financeiras, na distribuição pública, com esforços restritos, da 2ª emissão de notas promissórias comerciais da Companhia Camargo Correa S.A., no montante de R$3.000.000.000,00; (o) Setembro de 2011: coordenador líder na distribuição pública de certificados de recebíveis imobiliários da 203ª série da 1ª emissão da Brazilian Securities Companhia de Securitização, no montante de R$232.766.000,00; (p) Dezembro de 2011: coordenador líder na distribuição pública de debêntures da 8ª emissão da Brasil Telecom – Grupo Oi, no montante de R$2.350.000.000,00; (q) Janeiro de 2012: coordenador contratado na distribuição pública de debêntures da 4° emissão da Companhia de Locação das Américas – LOCAMÉRICA, no montante de R$150.000.000,00. (r) Junho de 2012: banco coordenador, em conjunto com outras instituições financeiras, na distribuição pública da 6ª emissão de debêntures da MRV Engenharia e Participações S.A., no montante de R$500.000.000,00; (s) Julho de 2012: coordenador líder na distribuição pública de debêntures da Companhia Paulista de Força e Luz, no montante de R$660.000.000,00; (t) Julho de 2012: coordenador líder na distribuição pública de debêntures da Rio Grande Energia S/A, no montante de R$500.000.000,00; 67
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    (u) Julho de2012: coordenador líder na distribuição pública de debêntures da Companhia Piratininga de Força e Luz, no montante de R$110.000.000,00; (v) Agosto de 2012: banco coordenador, em conjunto com outras instituições financeiras, na distribuição pública da 3ª emissão de cotas do FIDC – Insumos Básicos da Indústria Petroquímica, no montante de R$500.000.000,00; (w) Setembro de 2012: coordenador líder na distribuição pública de debêntures da LLX S.A., no montante de R$750.000.000,00; (x) Setembro de 2012: banco coordenador, em conjunto com outras instituições financeiras, na distribuição pública de debêntures da 6° Emissão da Companhia de Locação das Américas – LOCAMÉRICA, no montante de R$200.000.000,00; (y) Setembro de 2012: coordenador líder na distribuição pública de debêntures da Cyrela Brazil Realty S/A, no montante de R$400.000.000,00; (z) Outubro de 2012: coordenador líder na distribuição pública de debêntures da Even Construtora e Incorporadora S/A, no montante de R$150.000.000,00; (aa) Outubro de 2012: coordenador líder na distribuição pública de debêntures da ALL – Améria Latina Logística Malha Norte S.A., no montante de R$160.000.000,00; (bb) Outubro de 2012: coordenador líder, em conjunto com outras instituições financeiras, na distribuição pública de debêntures da Localiza Rent a Car S.A., no montante de R$300.000.000,00; (cc) Outubro de 2012: banco coordenador, em conjunto com outras instituições financeiras, na distribuição pública da 6ª emissão de debêntures da Triunfo Participações e Investimentos S/A, no montante de R$420.000.000,00; e (dd) Outubro de 2012: banco coordenador, em conjunto com outras instituições financeiras, na distribuição pública da 6ª emissão de debêntures da AUTOBAN – Conc. Do Sistema Anhanguera–BANDEIRANTES S/A, no montante de R$1.100.000.000,00. SAFRA O Grupo Safra possui mais de 170 anos de tradição em serviços financeiros e presença global, com atividades nos EUA, Europa, Oriente Médio, Ásia, América Latina e Caribe. O Grupo Safra possui renome como conglomerado bancário e de private banking com longa história de sucesso. Estão incluídos no Grupo o Banco Safra S.A., Safra National Bank of New York e o J. Safra Sarasin Holding. Em dezembro de 2012, o Grupo Safra possuía um patrimônio líquido agregado de US$ 12,9 bilhões e ativos totais sob gestão de US$200 bilhões. O Grupo Safra está presente em 156 cidades no mundo e seus bancos possuem 7.700 funcionários. Em julho de 2012, o Grupo Safra comprou o Banco Sarasin sediado na Suíça e em janeiro de 2013 ocorreu a fusão entre as operações do Bank J. Safra (Suíça) Ltd. e Bank Sarasin & Co. Ltd, criando o J. Safra Sarasin Holding. A fusão dos dois bancos cria uma entidade símbolo da tradição de private banking, enfatizando a segurança e criação conservadora de valor para os clientes. O J. Safra Sarasin Holding em dezembro de 2012 possuía USD141,5 bilhões de ativos sob gestão e 2.140 funcionários, com um patrimônio líquido de USD3,5 bilhões. O Safra atua como Banco Múltiplo e figura entre os maiores bancos privados do país em ativos, segundo dados do BACEN, com cerca de R$111,4 bilhões em ativos e uma carteira de crédito de aproximadamente R$57,2 bilhões. 68
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    Em 2004, foicriado o Banco Safra de Investimento S.A. com o objetivo de ampliar a gama de serviços oferecidos aos clientes no país. Atualmente, o Grupo Safra atua no segmento de banco de investimento por meio do Banco J. Safra S.A. O Safra está dividido nas seguintes áreas de negócio: • Investment Banking: Atua na originação, execução e distribuição de ofertas de ações no mercado doméstico e internacional, bem como operações de fusões e aquisições, dentre outras. Nos últimos seis anos, atuou em 31 ofertas de ações. Em Fusões e Aquisições, o Safra BI é especializado em empresas de middle market, tendo conduzido operações de destaque como a venda da totalidade das ações do Grupo Niasi e do Laboratório Neo Química, ambas para a Hypermarcas S.A; Venda integral do Drogão para Drogaria São Paulo; Joint Venture entre a Eurofarma e Cristália, criando a Supera Farma e OPA da ALL Malha Norte S.A. (subsidiária da ALL – América Latina Logistica S.A.). • Private Banking: oferece completa assessoria financeira na preservação e maximização do patrimônio pessoal e familiar de seus clientes, combinando soluções personalizadas com adequado gerenciamento de riscos, alocação especializada de ativos e total confidencialidade. O Private Banking está presente nas principais cidades do país, incluindo São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Recife e Goiânia. • Asset Management: Atuante desde 1980 na gestão de recursos de terceiros através de carteiras administradas e fundos de investimento, atualmente é o décimo maior gestor de recursos do Brasil, segundo a ANBIMA, em dezembro de 2012, com mais de R$33,7 bilhões de ativos sob gestão. Oferece aos seus clientes produtos diferenciados e apropriados a cada perfil de risco. Possui uma grade completa de fundos de investimento, incluindo fundos multimercado, estruturados, imobiliários, de renda fixa e variável, desde os mais conservadores aos arrojados, com destaque para os fundos macro, long & short, quantitativo e de moedas. • Sales & Trading: criada em 1967, a Safra Corretora atua nos mercados de ações, opções, índice de ações, dólar e DI, além de possuir equipe de pesquisa formada por analistas de renome no mercado. Esta equipe é responsável pelo acompanhamento e produção de relatórios macroeconômicos e setoriais, incluindo a cobertura dos setores de Construção Civil, Bancos, Mineração, Siderurgia, Consumo, dentre outros. • Fixed Income & Derivatives: Atua na originação, execução e distribuição de financiamentos estruturados e títulos de dívidas no mercado doméstico e internacional, incluindo debêntures, notas promissórias, FIDCs, CRIs, CCBs, Notes, dentre outros. Desde 2008, atuou em operações que totalizaram mais de R$10 bilhões para empresas dos mais variados setores, tais como Coelce, Ersa, Kobold, Hypermarcas, Oi Telecomunicações, Grupo Rede, dentre outras. 69
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    FATORES DE RISCORELACIONADOS À OFERTA E ÀS UNITS Investir em Units envolve uma série de riscos. Antes de tomar uma decisão de investimento nas Units, os potenciais investidores devem analisar cuidadosamente todas as informações contidas neste Prospecto, incluindo os riscos mencionados abaixo, os constantes da seção “Sumário da Companhia – Principais Fatores de Risco relativos a Nós”, na página 21 deste Prospecto, e das seções 4 e 5 do Formulário de Referência, bem como as demonstrações financeiras e, conforme o caso, as respectivas notas explicativas também anexas por referência a este Prospecto. Caso qualquer dos riscos mencionados abaixo e nas seções 4 e 5 do Formulário de Referência venha a ocorrer, nossa participação de mercado, nossa reputação, nossos negócios, nossa situação financeira, o resultado de nossas operações, nossas margens e nosso fluxo de caixa poderão ser adversamente afetados e, ato contínuo, o preço de mercado das Units poderá diminuir e os investidores poderão perder todo ou parte do seu investimento nas Units. Para os fins desta seção, da seção “Sumário da Companhia – Principais Fatores de Risco relativos a Nós” na página 21 deste Prospecto e das seções 4 e 5 do nosso Formulário de Referência, a indicação de que um risco pode ter ou terá um “efeito adverso para nós” ou expressões similares significam que este risco pode ter ou terá um efeito adverso em nossa participação de mercado, nossa reputação, nossos negócios, nossa situação financeira, no resultado das nossas operações, nossas margens, nosso fluxo de caixa e/ou no preço de mercado das Units. Riscos adicionais que atualmente não consideramos relevantes ou que atualmente não são do nosso conhecimento também poderão ter um efeito adverso para nós. Um mercado ativo e líquido para as Units poderá não se desenvolver, o que pode limitar a capacidade dos investidores de vender as Units no momento e pelo preço desejados. Não há atualmente um mercado de negociação para as nossas Units. Não podemos prever até que ponto o interesse dos investidores em nós poderá levar ao desenvolvimento de mercados de negociação para as Units na BM&FBOVESPA, e o quão líquido estes mercados podem se tornar. O mercado brasileiro de valores mobiliários é substancialmente menor, menos líquido e mais concentrado, podendo ser mais volátil do que os principais mercados de valores mobiliários internacionais, incluindo o dos Estados Unidos da América e os Europeus. A BM&FBOVESPA apresentou, em 31 de dezembro de 2012, uma capitalização de mercado de aproximadamente R$2,5 trilhões, e um volume médio diário de negociação de R$7,3 bilhões. Em comparação, a capitalização de mercado da New York Stock Exchange, na mesma data, era de, aproximadamente, US$14,1 trilhões. Adicionalmente, existe uma concentração significativa no mercado de capitais brasileiro. As dez maiores companhias, em termos de capitalização de mercado representavam, aproximadamente, 49,45% do volume de negociação de todas as companhias listadas na BM&FBOVESPA em 31 de dezembro de 2012. Consequentemente, não podemos assegurar que, após a conclusão da Oferta, haverá um mercado líquido para as nossas Units, o que poderá limitar a capacidade do investidor de vendê-las pelo preço e na ocasião desejados. 70
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    A participação deInvestidores Institucionais que sejam Pessoas Vinculadas no Procedimento de Bookbuilding poderá impactar adversamente a formação do Preço por Unit e promover a redução de liquidez das Units no mercado secundário. O Preço por Unit será definido com base no Procedimento de Bookbuilding, no qual poderá ser aceita a participação de Investidores Institucionais que sejam Pessoas Vinculadas até o limite máximo de 15% das Units inicialmente ofertadas (sem considerar as Units Suplementares e as Units Adicionais), desde que não haja excesso de demanda superior em um terço à quantidade das Units inicialmente ofertadas (sem considerar as Units Suplementares e as Units Adicionais). Nos termos do artigo 55 da Instrução CVM 400, caso seja verificado excesso de demanda superior em um terço à quantidade de Units inicialmente ofertadas (sem considerar as Units Suplementares e as Units Adicionais), não será permitida a colocação de Units junto a Investidores Institucionais que sejam Pessoas Vinculadas. A participação de Investidores Institucionais que sejam Pessoas Vinculadas no Procedimento de Bookbuilding poderá impactar adversamente a formação do Preço por Unit e o investimento nas Units por Investidores Institucionais que sejam Pessoas Vinculadas poderá promover redução da liquidez das Units no mercado secundário. Os investidores desta Oferta podem sofrer diluição imediata do valor contábil de seus investimentos na subscrição das Units. O Preço por Unit e, consequentemente, o preço por Ação Ordinária e Ação Preferencial deverá ser maior que o valor patrimonial contábil por ação detido por seus atuais acionistas após a Oferta. Dessa forma, os investidores pagarão um Preço por Unit maior do que o valor patrimonial da Companhia, isto é, o total de nosso ativo, menos o total de nosso passivo, dividido pelo número total das nossas Ações em 31 de dezembro de 2012. Como resultado, em caso de nossa liquidação, os investidores poderão receber um valor significativamente menor do que o valor de seu investimento em nós. A venda, ou a percepção de potencial de venda, de um número significativo de Units após a Oferta pode afetar adversamente o preço de negociação das Units ou a percepção de investidores sobre nós. Nós, nossos atuais Administradores, nosso Acionista Controlador e o FI-FGTS celebraremos um acordo de restrição à venda de ações (Lock-up), nos termos do Contrato de Colocação Internacional, pelo prazo de 180 dias a contar da data de publicação do Anúncio de Início, inclusive. Para mais informações, veja a seção “Informações Relativas à Oferta – Restrições à Negociação das Units (Lock-up)” na página 44 deste Prospecto. Adicionalmente, nos termos do Regulamento do Nível 2, nosso Acionista Controlador e seus Administradores não poderão, nos seis meses subsequentes à data de início de negociação das Units no Nível 2, vender e/ou ofertar à venda quaisquer das Units ou quaisquer ações de nossa emissão, incluindo quaisquer ações subjacentes às Units, ou quaisquer títulos e valores mobiliários negociados em mercado de liquidação futura ou outros ativos tendo como lastro ou objeto valores mobiliários de nossa emissão, de que eram titulares imediatamente após a Oferta. Após esse período, o Acionista Controlador e nossos Administradores não poderão, por mais seis meses, vender e/ou ofertar à venda mais do que 40% das Units ou quaisquer ações de nossa emissão, incluindo quaisquer ações subjacentes às Units, ou quaisquer títulos e valores mobiliários negociados em mercado de liquidação futura ou outros ativos tendo como lastro ou objeto valores mobiliários de nossa emissão, de que eram titulares imediatamente após a Oferta. Após tais restrições terem se extinguido e as Units objeto dos Instrumentos de Lock-up tornarem-se disponíveis para venda no mercado, o preço de mercado das Units poderá cair significativamente caso haja negociação de quantidade substancial das Units, ou caso o mercado tenha a percepção de que o volume de negociação das Units aumentará significativamente. 71
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    Podemos precisar decapital adicional no futuro e, como consequência, emitir novos valores mobiliários, o que poderá afetar o preço das nossas Units e resultar em uma diluição da participação do investidor em nosso capital social. É possível que tenhamos interesse em captar no futuro novos recursos no mercado de capitais por meio de emissão de ações e/ou colocação pública ou privada de títulos conversíveis em ações. A captação de recursos adicionais por meio da emissão pública de ações e/ou de títulos conversíveis em ações, que podem não prever direito de preferência aos nossos acionistas, poderá acarretar diluição de sua participação acionária em nosso capital social e diminuir o preço da ação, sendo que o grau de diluição econômica dependerá do preço e quantidade dos valores mobiliários emitidos. Nossos acionistas poderão não receber dividendos ou juros sobre capital próprio. De acordo com o disposto em nosso Estatuto Social, nossos acionistas tem o direito de recebimento de, no mínimo, 50% de nosso lucro líquido anual, calculado e ajustado nos termos da Lei das Sociedades por Ações, a título de dividendo obrigatório ou juros sobre o capital próprio. O lucro líquido pode ser capitalizado, utilizado para compensar prejuízo ou retido nos termos previstos na Lei das Sociedades por Ações e pode não ser disponibilizado para o pagamento de dividendos ou juros sobre o capital próprio. Além disso, a Lei das Sociedades por Ações permite que uma companhia aberta suspenda a distribuição obrigatória de dividendos em determinado exercício social, caso o Conselho de Administração informe à assembleia geral ordinária que a distribuição seria incompatível com nossa situação financeira. Caso qualquer destes eventos ocorra, os titulares das Units podem não receber dividendos ou juros sobre o capital próprio. Ademais, uma parcela dos nossos resultados depende dos resultados líquidos de nossas subsidiárias, que podem não vir a ser distribuídos. Após a Oferta continuaremos sendo controlados por nosso Acionista Controlador, cujos interesses podem diferir dos interesses dos titulares das Units. Imediatamente após a conclusão da Oferta (sem considerar a colocação das Units Adicionais e das Units Suplementares), nosso Acionista Controlador será titular de 66,04% do total de ações de nossa emissão. Dessa forma, nosso Acionista Controlador, por meio de seu poder de voto nas assembleias gerais, continuará capaz de nos influenciar fortemente ou efetivamente exercer o poder de controle sobre nossas decisões, o que pode se dar de maneira divergente em relação aos interesses dos titulares das Units. Estamos realizando uma Oferta de Units no Brasil, com esforços de colocação no exterior, o que poderá nos deixar expostos a riscos de litígios relativos a ofertas de valores mobiliários no Brasil e no exterior. Os riscos de litígio relativos a ofertas de valores mobiliários no exterior são potencialmente maiores do que os riscos relativos a uma oferta de valores mobiliários no Brasil. A Oferta compreende, simultaneamente, (i) uma distribuição pública de Units no Brasil, em mercado de balcão não organizado, nos termos do Contrato de Colocação, e (ii) esforços de colocação das Units no exterior, exclusivamente junto a Investidores Estrangeiros, nos termos do Contrato de Colocação Internacional. Os esforços de colocação das Units no exterior nos expõem a normas relacionadas à proteção de investidores estrangeiros por conta de incorreções ou omissões relevantes nos Offering Memoranda e em outros documentos relacionados à colocação das Units no exterior, inclusive relativos aos riscos de potenciais procedimentos judiciais por parte de investidores em relação a estas questões. 72
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    Adicionalmente, o Contratode Colocação Internacional apresenta uma cláusula de indenização em favor dos Agentes de Colocação Internacional, pela qual devemos indenizá-los no caso de eventuais perdas no exterior por conta de incorreções relevantes ou omissões relevantes nos Offering Memoranda. Caso os Agentes de Colocação Internacional venham a sofrer perdas no exterior em relação a estas questões, eles poderão ter direito de regresso contra o nós por conta desta cláusula de indenização. Finalmente, o Contrato de Colocação Internacional possui declarações específicas em relação à observância de isenções das leis de valores mobiliários dos Estados Unidos, as quais, se descumpridas, poderão dar ensejo a outros potenciais procedimentos judiciais. Em cada um dos casos indicados acima, procedimentos judiciais poderão ser iniciados contra nós no exterior. Estes procedimentos no exterior, em especial nos Estados Unidos, poderão envolver valores substanciais, em decorrência do critério utilizado nos Estados Unidos para o cálculo das indenizações devidas nestes processos. Além disso, devido ao sistema processual dos Estados Unidos, as partes envolvidas em um litígio são obrigadas a arcar com altos custos na fase inicial do processo. Eventual condenação em um processo no exterior em relação a incorreções relevantes ou omissões relevantes nos Offering Memoranda e/ou em outros documentos relacionados à colocação das Units no exterior poderá causar um efeito material adverso nas nossas atividades, situação financeira e resultados operacionais. Na medida em que o regime de distribuição da Oferta é o de garantia firme de liquidação e que não será admitida distribuição parcial no âmbito da Oferta, é possível que a Oferta venha a ser cancelada caso não haja investidores suficientes interessados em subscrever a totalidade das Units objeto da Oferta. A garantia firme de liquidação financeira a ser prestada pelos Coordenadores da Oferta consiste na obrigação individual e não solidária dos Coordenadores da Oferta de subscrição e liquidação das Units (sem considerar as Units Suplementares, mas considerando as Units Adicionais) que tenham sido subscritas, porém não liquidadas pelos seus respectivos investidores na Data de Liquidação, na proporção e até o limite individual de garantia firme de cada um dos Coordenadores da Oferta, nos termos do Contrato de Colocação. Na medida em que não será admitida distribuição parcial no âmbito da Oferta, caso as Units (sem considerar as Units Suplementares e as Units Adicionais) não sejam integralmente subscritas no âmbito da Oferta até a data de conclusão do Procedimento de Bookbuilding, nos termos do Contrato de Colocação, a Oferta será cancelada, sendo todos os Pedidos de Reserva e ordens de investimentos automaticamente cancelados. Para informações adicionais sobre cancelamento da Oferta, veja a seção “Informações Relativas à Oferta” na página 34 deste Prospecto. 73
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    DESTINAÇÃO DOS RECURSOS Combase no Preço por Unit de R$20,00, que é o ponto médio da faixa de preços indicada na capa deste Prospecto, estimamos que os recursos líquidos provenientes da Oferta serão de aproximadamente R$768 milhões, após a dedução das comissões e despesas devidas por nós no âmbito da Oferta, sem considerar as Units Suplementares e as Units Adicionais, ou de R$1.047 milhões, considerando as Units Suplementares e as Units Adicionais. Para informações detalhadas acerca das comissões e das despesas da Oferta, veja a Seção “Informações Relativas à Oferta – Custos de Distribuição” na página 38 deste Prospecto. Pretendemos utilizar os recursos líquidos provenientes da Oferta, conforme demonstrado na tabela abaixo: Percentual de alocação dos recursos líquidos Destinação obtidos na Oferta Valor Estimado(1)(2) (em R$ milhões) Obtenção de novas concessões, autorizações e/ou permissões para exploração de novo empreendimentos ................................................ 80% 614,8 Aquisições de empreendimentos de transmissão e/ou geração de energia elétrica já existentes ....... 20% 153,7 Total .................................................................. 100% 768,5 (1) Calculado com base no Preço por Unit de R$20,00, que é o ponto médio da faixa de preços estimada na capa deste Prospecto. (2) Considerando a dedução das comissões e despesas estimadas da Oferta e sem considerar as Units Suplementares e as Units Adicionais. Um aumento ou redução de R$1,00 no Preço por Unit de R$20,00, que é o ponto médio da faixa de preços indicada na capa deste Prospecto, aumentaria ou reduziria, conforme o caso, o montante dos recursos líquidos que receberíamos com a Oferta em R$38,7 milhões, após a dedução das comissões e despesas que estimamos ter de pagar no âmbito da Oferta. Para informações sobre o impacto dos recursos líquidos por nós auferidos em decorrência da Oferta em nossa situação patrimonial, ver a Seção “Capitalização” na página 76 deste Prospecto. Nossa principal estratégia de crescimento é a implantação de projetos greenfield, porém consideramos, ainda, a possibilidade de adquirir empreendimentos operacionais de transmissão e/ou geração de energia elétrica ou aumento de nossa participação no capital de empreendimentos em que já possuímos participação. Na data deste Prospecto, não avaliamos a aquisição de quaisquer empreendimentos de transmissão e/ou geração de energia elétrica já existentes. A destinação dos recursos da Oferta será influenciada pelas condições futuras dos mercados em que atuamos, bem como pelas oportunidades de investimento que identificarmos, além de outros fatores que não podemos identificar na data deste Prospecto. Enquanto os investimentos acima descritos não forem realizados, no curso regular de nossos negócios, os recursos captados na Oferta poderão ser investidos em aplicações financeiras que acreditamos estar dentro de nossa política de investimento, visando a preservação do nosso capital e investimentos com perfil de alta liquidez, tais como títulos de dívida pública e aplicações financeiras de renda fixa contratados ou emitidos por instituições financeiras de primeira linha. Caso os recursos líquidos captados por nós, por meio da Oferta, sejam inferiores à nossa estimativa, reduziremos a aplicação dos recursos líquidos captados de forma proporcional àquela informada na tabela acima e, na hipótese de serem necessários recursos adicionais, poderemos efetuar a emissão de outros valores mobiliários e/ou efetuar a contratação de linhas de financiamento junto a instituições financeiras. 74
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    Dentre os principaisimpactos na nossa situação patrimonial e nos nossos resultados, acreditamos que o uso dos recursos captados resultará no aumento de nossas atividades operacionais, elevando nosso valor patrimonial em montante proporcional ao incremento da nossa receita e dos nossos resultados operacionais, proporcionalmente maiores às dispensas com a implantação do projeto. Em 31 de dezembro de 2012, nosso patrimônio líquido consolidado era de R$3.074 milhões e após o ingresso dos recursos líquidos da Oferta, caso a Opção de Ações Suplementares seja exercida, este será de aproximadamente R$3.843 milhões com base no Preço por Unit. A destinação dos recursos acima descrita é baseada em nossas projeções e análises, estimativas e perspectivas atuais sobre eventos futuros e tendências. Mudanças nas condições de mercado e do momento da destinação dos recursos podem nos obrigar a rever a destinação dos recursos líquidos da Oferta quando de sua efetiva utilização. 75
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    CAPITALIZAÇÃO A tabela aseguir apresenta o nosso endividamento total (circulantes e não circulantes) e nosso patrimônio líquido consolidado em 31 de dezembro de 2012, indicando a situação real naquela data e a posição ajustada para considerar os recursos líquidos estimados em aproximadamente R$769 milhões (sem considerar o exercício da opção de Units Suplementares e as Units Adicionais) a serem recebidos por nós em função da Oferta, após a dedução das comissões e das despesas devidas no âmbito da Oferta. Para mais informações, ver seções “3 – Informações Financeiras”, “10 – Comentários dos Diretores” e “18 – Valores Mobiliários” do Formulário de Referência. As informações abaixo, referentes à coluna “Real”, foram extraídas das nossas demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012, elaboradas de acordo com o IFRS e as Práticas Contábeis Adotadas no Brasil. O investidor deve ler a tabela abaixo em conjunto com os itens “3 – Informações Financeiras Selecionadas” e “10 – Comentários dos Diretores” do Formulário de Referência, bem como com nossas demonstrações financeiras e informações financeiras, as quais se encontram anexas por referência a este Prospecto. Em 31 de dezembro de 2012 Ajustado Real Pós-Oferta(1) (em R$ milhares) Empréstimos e financiamentos (Circulante) ................... 688.715 688.715 Empréstimos e financiamentos (Não-Circulante) ........... 2.759.323 2.759.323 Patrimônio Líquido .......................................................... 3.074.264 3.842.744 Patrimônio Líquido atribuível aos Acionistas da Companhia .... 1.634.131 2.402.611 Participação de acionistas não controladores ........................ 1.440.133 1.440.133 Capitalização total(2) ....................................................... 6.522.302 7.290.782 (1) Assumindo que receberemos recursos líquidos de R$769 milhões com a Oferta, após a dedução das comissões e despesas devidas por nós no âmbito da Oferta e considerando um Preço por Unit de R$20,00, que é o preço por Unit indicado na capa deste Prospecto, sem considerar o exercício da opção de Units Suplementares e Units Adicionais. (2) Capitalização total corresponde à soma dos empréstimos e financiamentos de curto e longo prazos e do patrimônio líquido consolidado. Um aumento (redução) de R$1,00 no Preço por Unit de R$20,00, que é o ponto médio da faixa de preços indicada na capa deste Prospecto, aumentaria (reduziria) o valor do nosso patrimônio líquido ajustado após a conclusão da Oferta em R$38,7 milhões. O valor do nosso patrimônio líquido após a conclusão da Oferta e ajustes decorrentes estão sujeitos, ainda, a alterações do Preço por Unit, bem como dos termos e condições gerais da Oferta que somente serão conhecidos após a conclusão do Procedimento de Bookbuilding. Excetuando-se o descrito acima, não houve mudanças relevantes em nossa capitalização desde 31 de dezembro de 2012. 76
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    DILUIÇÃO Os investidores queparticiparem da Oferta sofrerão diluição imediata de seu investimento, calculada pela diferença entre o Preço por Unit pago pelos investidores no âmbito da Oferta e o nosso valor patrimonial contábil por ação imediatamente após a Oferta. Em 31 de dezembro de 2012, o valor do patrimônio líquido atribuído aos acionistas controladores da companhia era de R$1.634,1 milhões e o valor patrimonial por Unit de nossa emissão era de R$9,97, considerando o desdobramento de ações ordinárias e preferenciais de uma para três ações ocorrido em 28 de março de 2013. O referido valor patrimonial por Unit representa o valor contábil total dos nossos ativos menos o valor contábil total do nosso passivo, dividido pelo número total de Units em 28 de março de 2013. Considerando-se a subscrição de 40.000.000 Units objeto da Oferta, sem considerar o exercício das Opção de Units Suplementares e de Units Adicionais, pelo Preço por Unit de R$20,00, que é o ponto médio da faixa de preços indicada na capa deste Prospecto, e após a dedução das comissões e das despesas, nosso patrimônio líquido atribuído aos acionistas controladores da companhia ajustado após a Oferta seria de R$2.403 milhões, representando um valor de R$11,78 por Unit. Isso significaria um aumento imediato no valor do nosso patrimônio líquido por Unit de R$1,81 para os acionistas existentes e uma diluição imediata no valor do nosso patrimônio líquido por Unit de 41,09% para os novos investidores que adquirirem Units no âmbito da Oferta. Essa diluição representa a diferença entre o Preço por Unit pago pelos investidores na Oferta e o valor patrimonial contábil por Unit imediatamente após a Oferta. Para informações detalhadas acerca das comissões de distribuição e das despesas da Oferta, veja a Seção “Informações Relativas à Oferta – Custos de Distribuição” na página 38 deste Prospecto. O quadro a seguir ilustra a diluição por Unit, com base em nosso patrimônio líquido em 31 de dezembro de 2012: Após a Oferta (em R$, exceto percentagens) Preço por Unit(1) ........................................................................................ 20,00 Valor patrimonial contábil por Unit em 31 de dezembro de 2012(2) ............... 9,97 Aumento do valor contábil patrimonial líquido por Unit atribuído aos acionistas .............................................................. 1,81 Valor patrimonial por Unit em 31 de dezembro de 2012 ajustado pela Oferta(3) ................................................................................................. 11,78 Diluição do valor patrimonial contábil por Unit para novos investidores(3) ...... 8,22 Diluição percentual dos novos investidores(4) .................................... 41,09% (1) Considerando o Preço por Unit de R$20,00 estimado com base no ponto médio da faixa de preço indicativa constante na capa deste Prospecto. (2) Considera o número total de nossas ações na data deste Prospecto. (3) Para os fins aqui previstos, diluição representa a diferença entre o Preço por Unit de R$20,00, correspondente ao ponto médio da faixa de preço indicativa constante na capa deste Prospecto a ser pago pelos investidores e o valor patrimonial líquido por Unit imediatamente após a conclusão da Oferta. (4) O cálculo da diluição percentual dos novos investidores é obtido por meio da divisão do valor da diluição dos novos investidores pelo Preço por Unit de R$20,00, correspondente ao ponto médio da faixa de preço indicativa constante na capa deste Prospecto a ser pago pelos investidores. O Preço por Unit a ser pago pelos investidores no contexto da Oferta não guarda relação com o valor patrimonial das nossas Units e será fixado tendo como parâmetro as intenções de investimento manifestadas por Investidores Institucionais, considerando a qualidade da demanda (por volume e preço), no âmbito do Procedimento de Bookbuilding. Para uma descrição mais detalhada do procedimento de fixação do Preço por Unit e das condições da Oferta, veja a Seção “Informações Relativas à Oferta” na página 34 deste Prospecto. 77
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    Um acréscimo (redução)de R$1,00 no Preço por Unit, conforme estimado neste Prospecto, acarretaria um acréscimo (diminuição), após a conclusão da Oferta, (i) no valor do nosso patrimônio líquido contábil; (ii) o valor do patrimônio líquido contábil por ação de nossa emissão; (iii) na diluição do valor patrimonial contábil por ação aos investidores desta Oferta em R$0,81 por Unit, assumindo que o número de Unit estabelecido na capa deste Prospecto não sofrerá alterações, e após deduzidas as comissões e as despesas relativas à Oferta. O valor do nosso patrimônio líquido contábil após a conclusão da Oferta está sujeito, ainda, a ajustes decorrentes de alterações do Preço por Unit, bem como dos termos e condições gerais da Oferta que somente serão conhecidas após a conclusão do Procedimento de Bookbuilding. O quadro abaixo apresenta a comparação entre o valor pago pelas ações de nossa emissão nos últimos 5 anos e o Preço por Unit: Simulação de Simulação de Natureza da Quantidade perda financeira perda financeira Data operação de Ações Valor por Ação por ação(1)(2) total(1)(2) 18/09/2009 Aumento de 29.243.000 R$13,68, R$2,11 R$185 milhões capital considerando um aumento de capital de R$400.000.000,00 (1) Considerando o Preço por Unit de R$20,00, que é o ponto médio da faixa de preços indicada na capa deste Prospecto. (2) Corresponde à diferença entre o Preço por Unit e o preço pago na subscrição das ações. Para informações acerca dos últimos aumentos de nosso capital social, ver item “17.2 – Aumentos do Capital” do Formulário de Referência. A Companhia não pretende implementar plano de opção de compra de ações no curto prazo. 78
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    ANEXOS • ESTATUTO SOCIAL CONSOLIDADO DA COMPANHIA • ATA DA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DA COMPANHIA, REALIZADA EM 9 DE NOVEMBRO DE 2012, QUE APROVOU A REALIZAÇÃO DA OFERTA • MINUTA DA ATA DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA COMPANHIA QUE APROVARÁ O AUMENTO DE CAPITAL DA COMPANHIA E FIXARÁ O PREÇO POR UNIT • DECLARAÇÕES DE VERACIDADE DA COMPANHIA E DO COORDENADOR LÍDER PARA FINS DO ARTIGO 56 DA INSTRUÇÃO CVM N.º 400, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2003, CONFORME ALTERADA. 79
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    ESTATUTO SOCIAL CONSOLIDADO DA COMPANHIA 81
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    ALUPAR INVESTIMENTO S.A. CNPJ/MF nº 08.364.948/0001-38 NIRE 35.300.335.325 Anexo I À Ata da Assembleia Geral Extraordinária Realizada em 28 de março de 2013 ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, PRAZO DE DURAÇÃO E OBJETO SOCIAL A rt igo 1º A Alupar Investimento S.A. é uma sociedade por ações ( “ S oc i e d ad e ” ) , r eg id a p e l o d is p os t o n es t e E st at u t o S o c i a l e p e l a s d is p os i ç õ es legais aplicáv eis, in clu in do a L ei 6. 4 04, d e 1 5 d e d e z em b r o d e 1. 9 76, c on f or m e a l t e r ad a ( “ L e i d a s S o c i e d ad es p or Aç ões ” ) e p el o R e gu l am e n t o d e Listagem do Nível 2 da BM &FBOVE SP A S.A. – Bols a de Valores, Merc adorias e F utu ros (“Regu lament o do N ív el 2” e “BM &F BOVE SPA”, respect iv a ment e). Parágrafo Único C o m a ad m i s sã o d a S o c i ed a d e n o s e g m ent o e s p e c i a l d e l i s t a g em d e no m i nad o N í ve l 2 d e G o ve rn an ça C orp o rat iv a, da BM&F BOVE SPA (“Nível 2”), sujeitam-se a Sociedade, seus a c ion is t as, a d m in ist r ad o r es e m e m b r os d o C on se lh o F isc al, quando instalad o, às disposições do Regulamento do Nível 2. A rt igo 2º A S oc i e d ad e t em sed e n a C id a d e d e S ã o P au l o, E st ad o d e São Paulo. Parágrafo Único Mediante deliberaç ão da Diretoria, a Socied ade poderá, o b s e rv ad o o d i s p os t o n o capu t d est e ar t igo, a lt e r a r o e n d er e ç o d e s u a s e d e , ab r i r, mu d ar , f e c h ar ou a l t e r a r os en dereços de f iliai s , sucu rsais, agências, escrit órios ou repres entações da Sociedade em qualquer parte do País ou d o ext e r i or , o bs e rv ad a s as f ormalidades legais. A rt igo 3º A Sociedade tem por objeto (i) a part icipação em ou t ras s o c i e da d es atu an t es n o s s et o r e s d e en e rg i a e inf r a es t rut u r a, n o Br a s i l ou n o e x t er i o r , c o m o a c i o n is t a o u qu ot i s t a ; ( i i ) a g e ra ç ã o, t ra n s f o r m açã o, tran sp ort e, t r an s mi s s ã o, a dis t ri bu i ç ão e o c om é rc i o d e e ne rg i a e m qu alquer f orma; ( iv ) a elaboração de est udos de v iabilidade e projet os, promov er a c on st ru ção, a o p e ra ç ã o, a m a n u t en ção d e u s i n as d e g er a ç ã o d e e n e rg i a , de l i n h as d e t r ans m i ss ã o e d e t r an sp o rt e , sub e sta ç õ e s, r ed e s d e d is t r i bu i çã o e 83
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    bem assim a realização de quaisquer outros serviços afins ou complement ares; e ( iv) a realização de quaisquer outros serviç os ou atividades na área de infraestrutura. A rt igo 4º O praz o de du raç ão d a S oc ied ad e é ind et ermin ad o. CAPÍTULO II CAPITAL E AÇÕES A rt igo 5º O capital social da Sociedade, totalmente su bscrito e in teg r a l i za d o, é d e R $ 8 0 4.00 1 .0 00 ,0 0 ( o i t oc e nt o s e qu a t ro m i l hõ es e um mil r e a i s ) , d iv i d i d o em 4 9 1. 730. 000 ( qu at r ocen tas e n ovent a e uma milh ões, s e t ec en t os e t r i n t a m i l ) a ç ões , s en d o 4 1 6. 85 3. 0 0 0 ( qu at r o c en t a s e d e z e s s eis milh ões, oit ocent as e cinquent a e três m i l ) aç õ e s ord iná ri as e 7 4 .8 77 .0 00 ( s et en t a e qu atr o m i l h ões , o i t ocen t a s e s et e n t a e s et e m i l ) açõ e s p r ef eren c iais , tod as n ominat iv as, esc r itu r ais e sem v alor n omin al. A rt igo 6º C ad a a ção o r d i n ária c o r r e sp on d e a 01 ( u m) v ot o nas deliberações das Assemb leias Gerais. Parágrafo Único As aç ões ordinárias poderão, a qu alquer tempo, median te s o l i c i t a ção d e s eu s t i t u l a r es , s er c on v e rt i d a s e m a ç ões p r ef e r en c ia i s , à r az ã o d e 1 ( u m a ) aç ã o o rd i n á r i a p a r a 1 (uma) ação preferencial, desde que int e g ra l i z ad a s, observ ad o o limite legal e a ordem cronológica dos pedidos. O s p ed i dos d e c on v e r são dev e r ã o s er a p r es en t a do s pel o s a c i o n is t as, p o r esc r i t o, à D i r et o r ia d a S oc i e d a d e. O s p e d i d os de c on v ersão r e c eb i d os e aceitos pela Diretoria d e v er ã o ser h o m o l og a d os n a p r i m e i r a r e u n i ã o d o C on s e lh o d e A d m in i s t ra ç ão qu e s e r e a li z a r. A rt igo 7º A s aç õ es p r ef e r en c ia i s n ã o co n f e r e m ao s eu t i t u l a r d i r e i t o a v ot o n a s d e lib e r aç õ e s d a A s s em b leia G e r a l, e x c et o q ua nt o às m at é r ia s e s p ec i f i c ad a s n o P a rág r af o P r i m e i r o abaixo, sendo- lhes asseguradas as s egu int es p ref er ência s e v an ta g en s: a) p r i or i d ad e n o r ee mbo l s o d e c ap i t a l , s e m p rê m i o ; b) part icipação nos lu cros dist ribu ídos em igualdade com as ações ordinárias; e c ) d i r e i t o d e s e r e m inc l u í d as em o f ert a p ú b l i c a de a qu i s i çã o d e aç ões e m d ec o rr ê n c i a d e A l i e n aç ão d e C on t r o l e d a S o c i e d ad e a o mesmo p r e ç o e n a s mes ma s c on d i çõ e s of e rt a d a s a o A c i on i s t a C on t r o l a dor 84
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    A lien ant e. Parágrafo 1º A s aç ões p r ef er en c iais emit idas possu em d ir eit o a v ot o em q u a i s qu e r d e l i b e r açõ e s d a Assembleia Geral sobre: a) tran sf ormação, incorporaç ão, fusão ou cisão da Sociedad e; b) a p r ov aç ã o d e con t r at o s ent r e a S o c i e d ad e e s eu A c i on i s t a C on t r o l a d o r , c on f or m e d ef i n i d o n o P a r á g ra f o Ú n i co d o A r t i g o 25 dest e Estatuto Social, diretamente ou por meio de terceiros, assim c o m o d e o u t r as s oc i e d a d es n as qua i s o Ac i on i st a C on t r o la d o r t en h a interesse, semp re que, por força de disposição legal ou es tatutária, sejam deliberados em Assemb leia Geral; c ) avaliação de bens destin ados à integralização de aumento de capital da Sociedade; d) es c olh a de i n s t i t uiç ã o o u emp re sa es pecializad a para determin ação d o v a l o r e c on ô m i co d a S oc i e d a d e, con f o r m e os p a rá g raf o s 1 º e 2 º d o A rt i g o 2 8 d es t e E st at u t o S o c i a l ; e e ) a l t er aç ã o ou r ev o g aç ã o d e d i s p os i t iv os e st a tut á rio s qu e a lt e r e m ou mod if iqu em qu aisqu er d as ex ig ên c ias prev is tas n o item 4. 1 d o R egu l a m en t o d o N í ve l 2 , re s s a lv ad o qu e e s s e d i rei t o a v oto prevalecerá en quanto estiver em vigor o Contrato de Part icipação no N ív el 2 de Gov ern ança Corporat iv a (“C ont rat o do N ív el 2” ). Parágrafo 2º É v ed ad o à So c i e d ad e emi t i r p a rt e s b enef i c i á rias. A rt igo 8º A S o c i e d ad e p o d er á, a q u a l qu e r t em po , p o r d e lib e r a ç ão d a A s s em b l e i a G e r a l o u , n a h i p ó t es e prevista no Parágrafo 1º ab aixo, do C ons e lh o d e A d m in ist r aç ã o: a ) e m it ir ações ordinárias e preferenciais ou c r i a r c l ass e s d e a ç õ e s p re f e r en c i a is ou aum e n t a r o n ú m e ro d e aç ões p r ef e r en c ia i s d e c l as s es ex i s t e n t e s s em gu a rd ar p r op o rçã o c om as e sp é c i es e/ ou c las ses d e aç ões já ex ist en t es, ou qu e possam v ir a ex ist ir, ob s erv ad o o l i m i t e d e 5 0% ( c inq u ent a p or c en t o) d o t ot al das ações emit idas para ações p ref e r en c ia i s s em d i r ei t o de vo t o ou c om d i r e i t o d e v ot o r e s t r i t o , q u e p o d e rã o s e r ou n ão r e s g at áv e i s e t er ou n ã o v a l o r n om i n a l ; b ) a p r ov ar o resgate de ações, observ ad o o dispost o n o A rt i g o 4 4 , §6 º d a L e i das Sociedad es por Aç ões. Parágrafo 1º A Sociedade es tá autorizada a aumentar o capital social mediante deliberação do Conselho de Ad ministração, i n d ep e n d ent e m en t e d e r e f orma e s t a t u t á r i a, por m e i o d a 85
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    e m is s ã o de a ç õ e s or d i n ár i a s e /ou a ç ões p ref eren c iais, até o l i m i t e d e 5 0 0. 00 0. 0 0 0 ( q u in h en t a s mi l h õ e s ) de a ç õ es . O C on s e l h o d e Ad m in i s t raç ão f i x a r á as con d i ç õ e s d a e m is s ão , in clusiv e preço, praz o e f orma d e in t eg ra l i z a ç ão . Parágrafo 2º A S oc i e d ad e p o d e rá, d en t ro d o l i m i t e d e c a p it a l au t or i z ado n o P a r ág ra f o 1º a c i m a e d e a c o r d o c o m p l ano a p r ov ad o p el a A ss em b l e i a G e ra l , ou t o rg a r o pç ã o d e c o mpra de ações a s eu s a d m i n is t rad o r es ou e mp r eg a d os ou a p es s o as naturais que prestem serv iços à Sociedade ou a sociedade sob seu controle. Parágrafo 3º Dentro do limite do capital autorizado, o Conselho de A d m in i s t ra ç ã o p oderá d e l i be ra r a emi s s ã o de bônus de s u b sc r i ç ão e d e d eb ê n t u r es c on v er s í v e i s e m açõ e s . Parágrafo 4º N a p r o por ç ã o d as a ç õ es q u e p os su í r e m, os a c i on i st a s p o ssu i r ã o d i r e i t o de p r ef e r ên c i a p ar a su bs c r içã o d e n ov a s ações, ou qu aisquer v alores mobiliários conversív eis em aç ões, cujo p raz o p ara ex erc íc i o será de 30 (trinta) dias . E st e d i r e it o d e p r efe r ê n c i a pod e r á, n o e n t an t o, a c r i t é r i o d o C on s e l h o d e A d m in i s t r aç ã o, s er e x c l u íd o o u t e r s e u pr azo p a r a ex e rc í c i o r e duz i d o, n a e mi s s ã o de a ç õ e s ( in c lu í d as a s a ç õ e s r e pr e s en t a d as p o r Un its , c on f o rm e d ef i n id o n o Ar t ig o 3 9 d es te Es t a t ut o S oc i a l ) , d ebêntures conversíveis em a ç õ e s ou b ô n u s de s u b sc r iç ã o cu j a c o l o c aç ão s e j a f ei t a m e d i a n t e v e n d a em b o l s a d e v a l o r es o u p o r s u b sc r i çã o pública, ou ainda mediante permuta de aç ões, em oferta p ú b l i c a de a qu i s i ç ão d e C on t r ole, n o s t e r m os e st a b e lec idos n a L e i da s Soc i ed a d es p or A çõ e s, d en t r o d o l i m i t e d o c a p it a l aut o r iza d o. Parágrafo 5º A S o c i e da d e p od er á , por d e l i b e r a ç ão d o C on s e lh o de A d m in i s t ra ç ã o, a dqu i r i r a s a ç õ e s d e s u a p róp r i a e m i ss ã o para perman ência em t esou raria e post erior alien ação, i n c l u s i v e n o â m b it o d e p l an os d e op ç ã o d e c o m pr a ou s u b sc r i ç ão d e a ç ões ap r ov ad o s n o s t e r m o s d es t e E st at u t o Social, ou cancelamento, até o montante do sald o de lucro e d e r e s er v as , exc e t o a r es e r v a l e g al , s e m d im i n u i ç ã o d o capital social, observadas as normas ex pedidas pela C omissão de Valores M obiliários ( “C VM”) e demais disposições legais aplicáv eis. 86
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    A rt igo9º T o das a s a ç õ e s d a S o c i e d ad e s ão e s c r itu r a is, n om in at iv as e mant idas em con ta de depósit o, junt o à in st itu ição f inan ceira aut o riz ada pela C VM , e m n o m e d e s eu s t i t u l a r e s , n os t er mo s d a l e g i s l a ç ã o a p l i c á v e l. A i n st i t u i ç ão f i n an c eir a d e p osit á r i a p od erá c obrar d o ac ion ist a o cu st o d e t r an sf e rên c i a d e pr o p r i e d ade e a v er ba ç ã o d as a ç õ e s, a ss i m c o mo o cu st o d o serviç o relativo às ações es criturais, observ ados os limit es máx imos f ixados pela CVM. A rt igo 10 N o s c as o s d e r e e mb o l s o de a ç õ e s p r ev i s t o s e m l e i , o v a lo r de reembolso será o v a lor de pat rimôn io líqu ido contábil das ações, de a c o rd o c om o ú l t i mo b a l an ç o a p r ov ad o p e l a A ssem b l e i a G e r a l o u c om b a l an ço e s p ec i a l , n a h i p ót es e e n o s t e r m os pre v i s t o s n o A r t ig o 4 5 , § 2º da L e i d as S o c i e d ad es p or Açõ e s , s egun d o o s c r i t é r i os d e av a l i a ç ã o d o at i v o e do p a ss i v o f ix a dos n a l e g i s l a ç ã o s oc i e t á r ia e os prin cípios contábeis geralmente a c e i t os . A rt igo 11 T o d o aquele q u e, in d iv idu a lment e, a g in do em c o n jun to o u repres entando um mesmo interess e, ad qu irir ações de emissão da Sociedade é obrigado a divulg ar, mediante comun i c aç ã o à S o c i ed ad e , a a qu i s i ç ão de a ç õ e s que , s o m ada s às já p os su í da s , r ep r es e n t e m per c en t u a l i g u a l ou s u p e r i o r a 5% ( c in co p or c en t o ) d o c ap it al da Sociedade. Igu al dev er t erão os t itu lares de debêntu r es ou de ou t ros tít u los e valores mobiliários conv ersív eis em ações e bônus de subscrição que as s egu r em a s e u s t i t u l a r e s a a q u is i çã o d e a ç õ es n os p e r cent u a i s p r ev i s t o s n e ste A rt i g o 1 1 . S e m p r e ju í z o da s d e m a is cominações previstas em lei e na regulamentação da CVM, o ac ionista que d e sc u m p r ir e st a o br i g a ç ã o pod e r á t e r su sp en s os s eu s d i r e i t o s, n a f or m a do A r t i go 120 d a L e i d a s S oc i e d a d es p o r A ç õ es e d o Ar t i g o 1 4 , a l í n e a “ d ” , d e ste Estatu t o S oc i a l , r es s a lv a d os o s d i re i t o s es s en ci a i s p r ev is t os n o Art i g o 1 09 d a Lei de Sociedad es por Ações, cess an do a suspen são tão logo cu mp rida a o b r i g aç ã o. Parágrafo Único A c om u n ic a ç ão à S o c i e d ad e d e q u e t r at a o capu t d es t e A r t i g o 1 1 d e v er á s er r e a l i z a d a e m a t é 2 ( d o is ) d i a s ú t e i s d a data da efet iva aq uisição de ações, median te envio de n ot i f i c aç ão e s c r it a a o d e par t amen t o d e r e l a ç õ e s c om i n v es t i do re s d a S oc i e d a d e, c om pr ot o c olo d e r ec eb i m e n t o. CAPÍTULO III ASSEMBLEIAS GERAIS A rt igo 12 A Assembleia Geral reun ir-se- á, ordin a riamente, u ma vez p o r an o, n os 4 ( q u a t r o) p r ime i r o s mes e s s e gui n t es a o t é r m i n o do e x e rc í c io social e, extraordinariamente, sempre qu e os interess es sociais assim o 87
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    exigirem, observadas emsua convocação, in stalaç ão e deliberação as disposições legais e est atu tárias pert in en tes. A rt igo 13 A Assembleia Geral será in stalada e presidida pelo P r es id en te d o C ons elh o d e A d min is tra ç ão ou, n a au s ên c i a d e st e , p e l o V i c e - P r es id en te d o C ons elh o d e A d min is tra ç ão, ou, ainda, na au sência dest e, por outro C onselheiro eleito por maioria s i m p l e s d o s ac i o n i st as pr e s en t es à Assembleia. O president e da mesa convidará um dos acionistas presen tes p a r a s ec re t a r i a r os t r a b a l h os . Parágrafo 1º S e m p r e ju í z o d o d is p os t o n o A r t i g o 123 , § ú n i c o d a L e i d as S oc ied ad es por Aç ões, a A ss emb leia Geral d ev e s er con v ocada pelo Presiden te ou p e l o V i c e - P r es i d en t e d o C on s el h o d e Ad m i ni s t raç ã o, p o r m e i o d e ed i t al publicado c o m p e l o m en o s 1 5 ( qu in z e ) d i a s d e ant e ced ê n c i a, e m p r imeir a c on v oc aç ão , e c o m 8 ( o it o ) dia s d e ant ec ed ên c ia , em segunda convocação. Parágrafo 2º A ata da Assembleia Geral será arquiv ada no Registro do Comércio no praz o máximo de 30 (trinta) dias contados da data de sua realizaç ão e publicada nos termos da Lei das Sociedad es por Aç ões. Parágrafo 3º A Assembleia Geral só poderá deliberar sobre assuntos da o r d e m do d i a , con s t an t es d o s r e s p ec t iv o s e d i t a i s d e c on v oc aç ão, r es sa l v a d a s a s ex c eç õ es pr e v i st a s n a L e i d as Sociedad es por Aç ões. Parágrafo 4º N a A s s em b l e i a G e r a l , o s a c i o n is t as d e v e r ão a p r e s en t a r , c o m n o m í n i m o 7 2 ( s et en t a e d u as ) h o r a s d e ant e c ed ên c i a, a l é m d o d o cu m en t o d e i d ent i d a d e, c o m pr ov an t e d e sua r e s p ec t iv a p a r t i c ipa ç ã o a c i on á r ia, e x p e d i d o p el a i n s t i t u iç ã o financeira esc r itu rad or a. A rtigo 14 C omp et e à Assembleia Geral, a lé m das m at é r ias p r ev ist as n o A rt ig o 8 ° d e st e E st atut o S o c ia l: a) d e l i b e r a r s o b r e a lt er a ç ã o d o E st at u t o S o c i a l ; b) eleger ou destituir, a qu alqu er t empo, memb ros do C on s elh o d e A d m in is traç ã o e d o C on s e lh o Fiscal, se instalado; c ) t om ar , anu a l m ent e , a s c ont as d os adm i ni s t ra d o re s e d e lib e rar s o bre as demonstrações financeiras por eles apresentad as; 88
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    d) s us p end e r o ex e rcíc i o d os d i r e i t o s d o ac i on i s t a qu e d e i x a r de cumprir ob rigações impostas por lei ou por este E st atu t o Social; e ) d e l i b e r a r s o b r e a av a l i a ç ã o d e b en s d e st i n ad os à i n t eg ra l i z a ç ã o d e a u m en t o d e c ap i t a l d a S o c i ed a d e; f) d el i b er a r s ob r e a emi s s ã o de a ç ões e b ônu s de su bs criç ão, ex c eto q u a n d o a e m i s s ã o oc o r r e r d en t r o d o l i m i t e d o ca p i t a l au t o ri z ado ; g) f i x a r a r e m u n er a ç ã o g lo b a l d os m e m b r o s d o C on s e l h o d e A d m in i s t ra ç ã o e d a D i r et o r i a, as s im c o m o d os m e m b r os d o C on s e lh o Fi s c a l, s e i n st a l a d o; h ) d e l i b e r a r s o b r e a t r an sf orm a ç ã o, f u sã o, i n co r p o ra ç ã o e c i s ã o d a S o c i e d ad e, s u a d i s so l u ç ão e liq u i d aç ão, eleger e destituir liquidantes e ju lgar-lhes as contas; i ) a u t o r iz a r a e m i s sã o d e d eb ê n t u r es , s a l v o n o c a s o d e d e b ên t u re s s i m p l es, n ã o c on ve rs í ve i s ou, no c aso d e d ebênt ure s co n v e rsív e is em ações, quan do a emissão ocorrer dentro do limite do capital a u t o r iz a do, c u ja s emi s s õ es , e m a m bas a s h i p ót es e s ac i m a p r ev i s t as, s e r ã o aut o r i z ad a s p e l o C on se l h o d e Ad m i n i st r aç ã o; j ) deliberar o cancelamento do reg i s t r o d e c om p anh i a a b e rt a; k ) deliberar sobre a saída da Sociedad e do Nível 2; l ) escolh er a instituição ou empresa es pecializad a para determin ação do v a lor econ ômico da Sociedade, em c as o d e can c e la m e n t o de r e g i s t r o d e c om p anh i a a b e rt a ou saída da Sociedade do Nível 2; m) a p r ov a r pr e v i a m en t e p l a n os d e o u t o rga d e o p çã o d e c om p r a ou s u b sc r i ç ão d e açõ e s a os a d m in i st r ad o r es o u e mp r e g ad os d a S o c i e d ad e, ou a p es s o as n at u r a i s qu e p r e st e m s e r v iç o s à S o c i e d ade o u à s s o cie d a d e s sob s eu c on t r o l e, s em d i re i t o d e pre f erência para os acionistas; n ) deliberar sobre qualquer matéria qu e lh e seja su bmet ida pelo C ons e lh o d e A d m in is t raç ão ; o) d el i b er a r s ob r e a rec up e raç ão jud i c i a l o u e xt ra jud i c i a l d a So cie dade ou requ erimen to de su a f a lência; e 89
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    p) r esol v er os c as os o m i s s os no p res e nt e Es t at ut o S o c i a l , o bse rv ad as a s d i sp os i ç õ e s d a Lei d a s So cie d a d e s po r A çõ e s e d o R egul a m e n t o do N ív e l 2 . Parágrafo Único As deliberações da Assembleia Geral, ressalvadas as exceções previstas em lei e observado o Artigo 28, P a rág r af o 2 ° d es se E st at u t o S o c i a l , s e r ã o t o m a d as p or m a i o r i a de v ot o s d o s p r e se n t e s, n ão s e c omp u t and o os v ot os em b r an co. CAPÍTULO IV ADMINISTRAÇÃO DA SOCIEDADE A rtigo 15 A S oc i e d a d e s e rá a d m ini s t rad a p or um C o ns e lho de A d m in is tra ç ã o e por u ma D ir e to r ia , c om o s p o d e r es c o n f e r ido s p e l a lei a p l i c á v e l e d e ac o rd o c o m o p r e s ent e E st at u t o S o c i a l . Parágrafo 1º A s d e lib e r a ç õ es d o C on se lh o de A d m in ist r aç ã o e da D i r e t o r i a c on st a r ão d e a t as l a v r ad as e a s s in a das n os l i v ros próprios da Sociedad e. Parágrafo 2º O s m em br o s d o C on s e lh o d e A d m in istr a ç ã o e da D ir et o r ia t omarão p o ss e nos 30 ( trinta) d ias su bs equ ent es às suas r e s p ec t iv a s e l e i ç õe s , m e d ia n t e as s in at u r a d e t e r m o d e posse lavrado n o s liv r os mant idos pela Sociedade para esse f i m , d i sp en sa d a g ara n t i a d e g e st ã o, per m an e c en do su j e i t o s aos requisit os, impediment os, deveres, obrigações e responsabilidades previstos nos A rt i g o s 1 4 5 a 1 58 da Le i d as Soc ied ad es p or Aç ões. Parágrafo 3º A p ar t i r da c e l e b raç ã o p e l a S o c i e d ad e d o C on t ra t o d o N ív e l 2 , a posse d os m em b r os do C on s e l h o d e Ad m i n is t raç ão e d a D i r e t o r i a n os resp e ct i v os c a r gos est ará condicion ada à prévia s u b sc r i ç ão do Termo de A n u ên c i a dos A d m in i s t rad o r es n os t e r m os d o d i s p ost o n o R egu l a m en t o d o N ív el 2, bem como ao at en diment o dos requ isit os legais aplicáveis. Se ção I Co ns el ho de Adm inistração A rt igo 16 O C on se lh o d e Ad m in ist r aç ã o é c om p o st o por , n o m ín im o 7 (se t e ) e , n o má x im o, 10 (d ez ) m e m b r os, e e v entu a l ( a is) su p len t e( s), c as o n o m ea d o(s ) p e l o s A c i on i s t a s, t od os ele it os e dest itu ív eis pela Assembleia 90
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    G e ra l , r es i d e n t e s ou n ã o n o P a í s , c om mandato unif icado de 2 (dois) anos, sendo permitida a reeleição. Parágrafo 1º S em p r e juí z o d o d i s p os t o no c apu t d e s t e Art i go 16 , os m e m b r os d o C on s e lh o d e A d m i n i s t r a ç ã o p e r man e c er ã o n o e x e rc í c i o d e s eu s c a r go s a té a eleição e posse de seus s u c ess or es . Parágrafo 2º D os m e mb r o s d o C on s e l h o d e Administração, no mínimo, 2 0% ( v int e po r c en to ) d ev e r ão ser C ons e lh e ir o s In d ep en de nt e s, c onf o rm e def i ni çã o d o Re gu la me nto do Nível 2, e expressamente declarados como tais na ata da Assembleia Geral que os eleger, sendo tamb ém c on s i d e rad o ( s ) c om o i n d epen d ent e( s) o ( s ) c on s e lh e i r o(s ) e l e i t o ( s ) m e d i a n t e a f acu ldade prev ist a n o c aput e § § 4º e 5 º, do Art i g o 1 4 1, d a L e i da s S o c i e da d e s p or A ç ões . O s C ons e lh e ir o s In d epen d ent es n ã o t e r ã o sup le nt es . Parágrafo 3º Q u and o, e m d e c o rr ê n c i a d a o b s e rv ân c i a do p e r c ent u al referido no parágraf o acima resultar número frac ionário de c on s e lh e i r o s , p ro c ed e r - s e- á a o a r red on d a m en t o n os t e r mos do Regu lamento do Nível 2. Parágrafo 4º Os cargos de Presidente do Cons e lh o de A d m in ist r aç ã o e d e D iretor P res id en te da S oc ied ad e n ão pod erão s er a cu mu l a do s p e l a m e s m a pes s o a, r es s a lv a d o o d i s p ost o n o Regu lament o do N ív el 2. Parágrafo 5º A Assembleia Geral in dicará, ent re o s e l e i t o s , o Pre s id ente e o V i c e - P r e s i d en t e d o C on se lh o de A d m in is t ra ç ão . O P r es i d en t e d o C on s e l h o de A d m in i s t ra ç ã o, ou e m c a so d e sua ausên c ia ou impediment o temporário, o Vice- P r es i d en t e , s erá re s po nsá ve l p e la c onvo ca ç ã o e pe la presidência das reun iões do C ons e lh o d e A d m in is t raç ão . Parágrafo 6º N o c as o d e i m p e d i m e n t o o u au sên c i a t em p o r ár i a d o P r es id en te d o Cons elh o d e Ad min ist r aç ão, es te ser á subst itu ído pelo Vice-P resident e e, c as o v e r i f i ca d o t a mbé m seu impediment o ou au sência t emporária, por qu alqu er o u t r o m em b r o d o C on s e l h o d e A dm i n is t raç ão , es c o lh i d o n a ocasião pela maioria simples dos Con se lh e ir o s pr e s en t es, o q u a l p o der á p r at ic a r t o d os o s at os qu e ca b e r i a m ao P r es id en te do Cons elh o de Ad min ist r aç ão, enqu ant o perdurar o impedimento ou ausência. 91
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    Parágrafo 7º E m caso de v acân c ia do cargo, por f aleciment o, renúncia ou impedimento por tempo prolongado ou permanente de C ons elh eir o , c a b erá a o C ons elho de Administração eleger, por maioria simples, o substituto, cujo mandat o terminará n a primeira Assembleia Geral q ue s e re a l i z a r. Caso haj a v a cân c ia da maioria dos cargos do C onselh o de A d m in i s tra ç ã o, a A s s em b l e i a G e ra l s e rá c onvo cada para eleger os novos Conselheiros. Cas o h a j a a v a cân c ia d a t ot a l i d a d e d o s c arg o s do C o n s e l h o d e A d m in i s t r aç ã o, a Diretoria deverá convocar a Assemb leia Geral com u rg ên c ia. Parágrafo 8º Qualquer membro do Conselho de Administração poderá ser s u b st i t u í do , m e s mo q u e em c a r át er t e m p orá r i o , p o r s e u s u p l e n t e, s e h ou v e r , ex c et o e m r e l a ç ã o a os C on s e lh ei r o s Independentes. A rt igo 17 O C on s e lh o d e Ad m in ist r aç ã o r eunir - s e- á, s e m p re q ue c on v oc ado p e l o s eu P r es i d ent e , ou em c as o de su a ausên c i a ou i m p e d i m en t o t e m po r á r io, p e l o s eu V i c e - P res i d en t e, c o m ant ec e d ên c i a m í n i m a d e 5 ( c in c o) d i a s e m p r i m e i r a c on v oc aç ão e d e 2 ( d o i s) d ia s e m s eg u n d a c on v o ca ç ão, d e v en d o a c on v oc a çã o es t a r ac o m pan h ad a d a o rdem d o d i a. Parágrafo 1º I n d e p en de n t e m en t e d as f o rma l i d a d e s p r ev i st a s n es t e A rt i g o 1 7 , s e r ã o v á lid a s as r e un iõe s d o Con s e lh o d e A dm in is tr a ção que contarem com a presença ou representação da t ot a lid a d e d os m e mb r o s e m ex e r c íc io . Parágrafo 2º A s r eun iõe s d o C on s e lh o d e A d m in istr a ç ã o s om e nt e s er ã o i n s t a l a d as, e m p r ime i r a c on v o c a ç ã o, c o m a p r e s enç a d a m a i o r i a de s e u s mem b r os ; e, e m s egun da c on v oc a ç ão, c om q u a l qu e r q u óru m . Nas r e u n i õe s do C on s e lh o de A d m in i s t ra ç ã o, o C o ns e l he i ro a us ent e p o d e rá pa rticipar da reunião por áudio ou videoconferência, e, quan do au sente, p o d e rá v ot a r p or ca r t a, f a x o u e-mail, s e r e c eb i d o s at é o m o m en t o d a r eu n ião. Parágrafo 3º A s r eu n i õ e s d o C o ns e l ho d e A d m ini s t ra ç ã o s erão i ns taladas e presididas pelo Presiden te d o Con s e lh o d e A dm in is tr a ção o u , n a s u a a u s ên c ia, p e l o V i c e-P resident e do C onselh o de A d m in is traç ã o, ou, a in da , na ausên c ia d es t e, p o r um C onselheir o eleito por maioria simples dos presentes à reunião. 92
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    Parágrafo 4º A o t é rmi n o d a r eu n i ã o , d ev e r á s e r l a v r a d a a t a, a q u a l d e v er á ser a s s in ad a p o r t o d os os C on s e l h e ir o s f í s ic a e remotamente presentes à reunião, e posteriormente t r an sc r i t a n o L i v r o d e R eg i s t ro d e A t as do C on s e l h o d e A d m in i s t raç ã o d a S o c i e d ad e . O s v ot o s p ro f e r i d os p o r C ons e lh e ir o s qu e t en ha m se m a n ifes t ad o n a f o r m a d o A r t i go 17, P a r ág r af o 2 º in fi n e d es t e E st a tut o Soc ia l deverão igualmente constar no Livro de Registro de Atas do C on s e l h o d e Ad m i n is t raç ão , d e v en d o a c óp i a da c ar t a, f a x o u e-mai l, c on f orm e o c a s o, c on t e n d o o v ot o d o Conselheiro, ser juntada ao Livro logo após a tran scrição da ata. Parágrafo 5º S e r ã o a rq u i v ad as n o R e g i s t r o d o C o m ér c i o n o p ra z o m áx im o d e 3 0 ( t rin t a) d i a s d a da t a d e r e a l i z aç ã o da r e u n i ã o d o C ons e lh o d e A d min is t ra ç ão e pub lic a d a s n o s t e r mo s do A r t i go 2 89 d a L e i d a s S o c i ed a d es po r A ç õ es , as re spe c tiv as at as das reun iões qu e con t iver em d elib er aç ões d est in ad as a p roduz ir ef eit os p era nt e t erc eiro . A rt igo 18 A l ém d os d e ma i s p o d e res p re vis t os e m l e i co mo de c o m p et ênc i a e x c l u s i v a d o C on s e l h o d e A d mini s t ra ç ão, c o m pe t e ainda ao C ons e lh o d e A d m in is t raç ão : a) f i x a r a or i e n t a ç ão g e r a l dos n e g óc io s s oc i a i s e o orç a m en t o d e i n v es t i m ent o d e c ad a e x erc í cio ; b) e l e g e r , a c e i t ar ren ú n c i a, d e l i b e r a r s ob r e p e d i d o d e l i c e n ça t e m po r á r ia , d e s ign a r su bst itu tos e d e st itu ir o s D ir e t o r es d a S o c i e d ad e, bem como f i x a r - lh e s as at r i bu i ç õ es es p ec í f i c as, o b s e rv ando o d isp ost o nest e E s t atut o Soc ia l; c) fiscalizar a gestão dos Diretores, ex amin an d o, a q ua lqu er t empo, os livros e documentos da Sociedade e solicit an do in formações sobre q u a i s qu e r at o s d a ad m i n i st r aç ã o; d) c on v oc a r a s As s emb l e i a s G er a i s n a forma prev ista n est e E st atut o Social nas hipóteses legalmente prev istas e qu an do ju lgar c on v en i en t e; e) m a n if e st ar - s e p r ev i a m en t e s o b r e o r e l a t ó rio d a ad m i n i st r aç ão, demon st rações f inanceiras e as c ont a s d a D i re t ori a a se rem submet idas à Assembleia Geral, b e m c o m o sob r e a pr o p os t a de 93
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    d est inaç ão do r esu lt a do d o ex er c íc io ; f) a u t o r iz a r a s o p e r a ç õ es q u e i nd iv idu a lm ent e env o lv a m b ens, ob r i g aç ões , p r es taç ã o d e ga rant i as o u a v a i s , c on s t itu iç ão de ônu s r e a i s s ob re b e n s do a t i v o, emp r é st i mos , c on t r at o s d e f i n a n c i a m en t o e o u t r os n e góc i o s j u r í d i c os q u e represent em valores subst an c iais, a s s i m ent e n d id o s aq u e l es que u l t r a p ass e m 5% ( c i n co p or c e n t o) d o total de at ivos da Sociedad e, bem como as alienações de imóveis da S o c i e d ad e e a r e a l i z a ç ã o d e inv e s t i m ent o s e m v al o r e s s u p e r i o r e s a os l i m i t e s pré - f ix a dos n os or ç amen t o s d e c a d a ex e rc í c i o ; g) d e l i b e r a r s o b r e a aq u i s iç ã o d e a ç õ es e d e b ên t u r e s d e e m i s s ã o d a S oc ied ad e p a r a ef eit o d e c an celamento ou permanên cia em t e s ou ra r i a, b e m com o s o br e su a r e v en da o u r e c o loc a ção n o m e r c ad o, o b s e rv ad as a s n o r ma s e x p e d id a s p e l a C o m i ss ã o d e V a l o r es M obiliários e demais dispos ições legais aplicáv eis; h) determinar o levantamento de balancetes em períodos inferiores a um ex ercício social e deliberar sobr e o p a g am en t o a o s ac ion i st as de d i v i d en dos i n t e rc a la r e s ou i n t e r m ediários, nos termos dest e Estatuto Social; i) deliberar sobre a emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações e sem garantia real e autorizar a emissão de quaisquer in st ru ment os de crédit o para a capt aç ão púb lic a d e recu rs os, como b on ds , not es, comm erci al p ap ers, e outros , de uso comu m n o m e r c ad o, a s s i m com o d e l i b e r a r s ob r e a s res p ec t iv as c on d i ç ões r e f e r i das n os i n c i sos V I a V II I d o A rt ig o 5 9 d a L e i d a s S o c i e d ad es p or Aç ões; j) d e l i b e r a r s o b r e a cel e b r a ç ão, ou r e sc i s ã o d e c on t r at o s e o b r i g aç õ es de qu alqu er n at urez a en tre a Sociedade e quaisquer dos a d m i n is t ra d o r es e/ ou A c i on i s t a C on t r o l a d o r , d i r e t a men t e ou p or meio de terceiros, assim como o u t ra s s oc i e d a d e s n a s q u a i s os a d m i n is t rad o r es e/o u o A c i on i st a C on t r o l a d o r t e n h a m int e r e s s e, q u e v en ha m a e nv o lv er v a lor es s ub st anciais, assim ent en didos aqu eles que ultrap assem R$ 30 0. 000,00 (trez en t o s m i l r e a i s ) p o r c on t r a t o, facult ado a qualquer membro do Conselh o de Admin istração solicitar u m a av a l i a ç ã o i nd ep e nd ent e p a ra revisar os termos e condições da p r op os t a a p r es ent ad a e s ua a d e q uação às con d ições de merc ado. N ã o s e a pl i c a n es t a r e g ra os c on t ra t o s c e l e b r ad os en t r e a S o c i e d ad e e empresas nas qu ais es ta part icipa direta ou indiretamente, bem c o m o os cont r at os celeb r a d os d ir et a m ent e ent r e e s t as s oc ie d a d es; 94
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    k) deliberar sobreo au mento do capital social dentro dos limites do c a p it a l a u t o r i z a d o n os t e rmo s d os P ar á g r af os 1 º a 4 º do A r t i go 8 º d e st e E st a t u t o S oc i a l , c om a e m i s s ão d e n ov as aç õ e s o r d in á r i as e / ou p r ef e r en c ia i s , bôn u s d e subs c r i çã o , d e b ên t u r es c on v e rs í v e i s em ações ou de títulos com direito de subscrição, e, no caso de emissão d e n ov as a ç õ e s , i n c lu s iv e a ç õ e s a s e r e m r e p r e s en t a d as p o r Unit s ( c onf o rme d e f in i d o n o A rt i go 3 9 d est e E st atut o Social), deliberar s o b r e o pr e ç o d e emi s s ã o, a f o r ma de s u b sc r iç ã o e pag a m en t o , o t é r m in o e a f o r m a p a r a o e x e rc í c io d o s d i re i t o s d e p re f erên cia e out ras con d ições relat iv as à emissão; l) e s c o lh e r e d es t itu i r o s au d i t ores in d ep en d ent es da Soc i e d ad e ; m) d el i b er a r s ob r e a aq ui s iç ã o e a l i e naç ã o d e p a rt i ci p a ç ã o s oc i e tária em outras sociedades, a partic ipação em concorrências públicas, bem como sobr e a constituição de su bs id i á ria s , s e mpr e t en d o e m v i s t a o s objetos sociais; n) deliberar prev iamente sobre a apresentaç ão, pela Sociedade, de p e d i d o de f a l ê n c i a o u r ecu p er a çã o j u d i c i a l o u ex t ra ju d i c i a l, bem c o m o, e m c a so d e u rg ên c i a, d e l i b e r a r s o b r e a ef e t iv a ap res e n t aç ã o, pela Sociedade, de pedido de falência ou recuperação judicial ou extrajudicial, nos termos do parágrafo único do artigo 122 da Lei d as Soc ied ad es p or Aç ões; o) deliberar sobre o exercício do direito de voto pela Sociedade em s o c i e da d e c on t r o lad a, b em c o mo indicar os administradores, d ir e t o r es e m e m b ro s d o C on s e lh o d e A d m in istr a ç ã o e do C on se lho F i s c a l da s s o c i e da de s c on t r ol a d a s d a S o c i e d ad e e / ou d e e m p r es as nas quais a Sociedad e detenha part icipação; p) d i s t r ib u i r a r e mun e r aç ã o global dos ad m i n i st r ad o r e s f ix a da anu alment e pela Assembleia Geral dent re os membros do C on selho d e A d m in i s t raç ão e d a D i r et o ria d a Soc ie d a d e; q) d e f in i r e a p r es e n t ar à A s s em b l e i a Geral list a t r íplice de empresas especializadas em avaliação econ ômica de empresas para elaboração d e l au d o d e av a l i a çã o da s a çõ e s d a S oc i e d a d e, p a r a e f e it o s d a of e rt a p ú b l i c a de a qu i s i ç ão d e aç õ es d e e m i ss ã o d a S oc i e d a d e n a h i pó t ese d e c an c e l a m e n t o do s eu r eg i s t ro d e c o m pan h i a a b e r t a p e r an t e a C VM , n a f o r m a d o C ap í t u l o V I I d e ste E st atut o S o c ia l, ou d e s a íd a d a Sociedad e do Nível 2, na forma do Capítulo VIII deste Estatuto Social; 95
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    r) d ent r o do l i m i t e d o c ap i t al a ut ori z a d o e de a c o rd o c o m plan o previamente aprovado pela Assembleia Geral, outorgar opção de c o m pr a ou su bs cr i ç ã o d e açõ e s a o s ad m i n i st r ad o r e s ou e m p r eg a do s d a S oc i e d a d e, ou a p e s so a s n a t u r a i s qu e p r e st e m s e r v i ç os à S o c i e d ad e o u às s o c i e da d es s ob s eu con t r o le, s em d i r e i t o de p ref erên c ia para os a c io n is t as; s) d el i b er a r s ob r e as d e m a i s ma t é ri as d e su a c o mpe t ên c i a p rev istas em lei ou n est e Est atuto Social; e t) m a n if e st ar - s e f av or á v e l ou c on t rar iamente a respeito de qualquer oferta pública de aquisição de açõ e s q ue t enha p o r o b jet o as aç õ es d e e m i ss ão d a S oc i e d a d e, p or m e i o d e p a r ec e r pr é v i o f u n da m e n t ad o, divu lgado em at é 15 ( qui nz e) d i a s d a p ub l i c a ção d o e d ita l da o f ert a pública de aquisição de ações, que d ev e r á ab o rd a r, n o mín im o ( i) a c on v en i ên c i a e op o rt uni da d e d a of e rt a p úb l i c a de a qui s i ç ão de açõ es q u a n t o ao i n t e res s e d o c on ju n t o d os a c i on i s t a s e e m r e l a ç ã o à liqu idez dos valores mobiliários de su a t itu laridade; ( ii) as r ep erc u s sões da of e rt a p úbl i c a d e aq ui s iç ã o d e a çõ e s so bre os in t eresses da Sociedade; ( iii) os pl an os est r at égicos div u lg ados pelo ofertante em relação à Soc i e d a d e; ( iv ) o u t r o s p on t o s q u e o C on s e lh o d e A d m in i s t ra ç ão con s i d e r a r p e r t in en t e s , bem com o a s i n f o r ma ç ões ex igidas pelas regras aplicáv eis est abelecidas pela C VM. Parágrafo 1º A s d e l i be r a ç õ es d o C on se l h o d e A d m i n i st r aç ã o ser ã o t o m ad as p o r m a i o ria d o s v ot o s d e s eu s m e mb ro s . E m c as o de empate nas deliberaç ões do Conselho de Administração, será at ribuído voto de qu alid ad e ao P res id en t e ou, c on f or m e o c a s o, ao m e m b r o d o C ons elh o d e Adm in is tr a ção q u e o es t iv er sub st itu in do. Parágrafo 2º O C on s e lh o d e A dm in is tr a çã o p o d er á in s t itu ir c o m it ês com f u n ç õ es t é c n ic a s e/ ou c on su l t i v a s, t a i s c o m o C o m it ê s d e R e mu n e r aç ã o, P r oce s s os e É t i c a, C on t r at a ção d e P a rte s R e l a c i on ad a s, S u ces s ã o e A u d i t o r i a d a Soc ie d a d e, sen do s u a com pe t ên c i a def i ni r su as at ribu ições, especificidades com relação às deliberações e eleger os membros que c o m po r ã o e ss e s c om i t ê s. Parágrafo 3º A deliberação sobre a matéria referida na letra “j”, do c a put d o A rt i g o 18 d es t e E st atuto Social dependerá da a p r ov aç ã o d a mai or i a d e v ot o s d os m e m b r os d o C on se l h o d e Ad m i n i s t r aç ã o, c o m o v ot o f av o r áv e l d e 02 ( d o i s) C ons e lh e iro s In d epen d ent es . 96
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    Parágrafo 4º o v a l or d i s p os t o na l e t ra “ j” , d o ca put d o A rt i go 1 8 de ste E st at u t o S o c i a l s er á c o r r ig i d o anu a lment e pelo IGP -M, a p a rt i r d e st a d at a. Se ção I I D ire to ria A rt igo 19 A D ir e t or ia s e rá com p o st a por , n o m ín im o, 2 (d o is ) e, n o m á x im o, 6 ( s e is) mem b r os , ac ion ist as o u n ã o, res id en t es n o P a ís, e le it o s p e lo C ons e lh o d e A dm in ist r aç ã o p a ra u m m an da t o un if ic a do d e 2 (d o is ) anos, dest itu ív eis a qu alqu er t empo, sendo permit ida a cumulação de cargos e a r e e l e i ç ã o d e s e u s m e m b r os . In d ep en d ent e m en t e d a da t a d a ele i ç ã o d o s memb r os d a Di r et or i a, o s re s p ec t ivo s mand a t o s t e rmi na rão na data da realização da primeira reunião do Conselho de Administração poster ior à Assembleia Geral que examinar as contas relativas ao último exer cício de s uas g est ões. Serão ob rigat ó rias as segu intes design aç ões: (i) Diretor P residen te, ( ii) D iret or Vice-P residen te; ( iii) D iret or C omercial; (iv ) D iretor Admin istrat iv o-F in an ceiro; (v ) D iretor T é cn ic o; e ( v i) D ir e to r de R e la ç õ es co m In v est i d or es . Parágrafo 1º O s m em b r o s d o C on s e lh o d e Administração, até o máximo d e 1/ 3 ( um t e rç o) , p od e rão s e r e l e i t o s p a ra o cargo de Diretores. Parágrafo 2º S e m p r e ju í z o d o d i s p os t o n o c apu t deste Artigo 19 , os m e m b r os d a D i r et or i a p e r m an e c er ã o n o e x e r c íc i o d e s eu s c a r go s até a e l e i ç ão e p os s e d e s eu s su c es so r e s. Parágrafo 3º No caso de impedimento ou au sência t emporária de um Diretor, este será substituído por outro Diretor, escolhido n a o ca s i ão p e l a m ai o r i a s i m pl e s d os D ir e t o r es p re s e n t es , o q ua l acu mu la r á int er in a m ent e a s fun ç ões d o subs t itu ído . Parágrafo 4º E m caso de v acân c ia do cargo, por f aleciment o, renúncia ou impedimento por tempo prolongado ou permanente de membro da Diretoria, o Pres iden te do Conselho de A d m in i s t ra ç ã o d es ig n a r á p ar a su bs t it u í - l o o u t r o D i r et or , que cumu lará in terinamente as funções do Diretor subst itu ído at é a reun ião subsequent e do C onselh o de A d m in i s t ra ç ã o ou a t é a d at a d a c e ssa ç ã o do i m pe dimento t e m po r á r io do Dir e t o r su bst itu íd o. O C on s e lh o de Administração deverá ratificar a indicação do diretor 97
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    i n di c ad o p e l o P r es i d e n t e do C ons e lh o d e A d m in is t ra ç ão ou n o m ea r u m n ov o d ir e t o r qu e , e m c a s o d e i m p e d im e n t o por p e r í o d o d e t e mpo p r o l ong a d o d o D i r e t or s u b st i t u í d o , exercitará a d i n t e rim as f u n çõ e s c o rr e s p on d ent e s at é a d a t a d a ces s aç ã o do i m p ed i m e n t o d o D i r e t o r sub st i t u í d o. Parágrafo 5º É ex pres samente vedado e será nulo de pleno direito o ato p r at i c a do p o r qua l q ue r ad m i ni st rad o r, p roc urado r ou funcionário da Sociedade qu e a envolv a em obrigações relativas a negócios e op erações estranhos ao ob jeto social, sem preju ízo da apu ração de responsabilidade civil ou criminal, conf orme o caso. A rt igo 2 0 A D i r et o ria r e u n i r - s e - á ( i ) a n u a l m ent e p ar a e l a b o r a r as d e m on st ra ç õ e s f in an c e ir as e r e s p ec t ivo r e l a t ó r io a s e r s u b m e t id o à a p r ov aç ão d o C on se lh o d e A dm in is tr a ção , n os ter mo s d a a l í n e a “ e” d o A r t ig o 1 8 a c i m a; e (ii) periodicamente, semp re que os interesses sociais o ex igirem, por c on v oc aç ão p o r qu alq u e r d e s e u s m em b r os , c om a n t ec ed ê n c i a m ín i m a d e 2 ( d o i s) dia s , d ev e n do con st a r da c on v oc a ç ão a ordem do dia. I n d e p en de n t e m en t e d e con v o ca ç ão , s e r ão v á l id a s a s r eu n i õ e s d a D i r et o r i a q u e c on t ar e m c o m a pr e s ença da t ot a lid a d e d os m e mb r os e m ex e r cíc i o . Parágrafo 1º As reuniões da Diretoria somente serão instaladas, em p r i m e i r a c on v oc aç ão, c om a p r e s enç a d a m a i or i a d e s eu s membros; e, em segunda convocação, com qualquer q u ó ru m. N a s r eu n i õ e s d a D i r etoria, o Diretor poderá part icipar da reunião por áudio ou videoconferência, e, q u a n d o au s en t e, pod e r á v ot a r p or car t a, f ax ou e-m ai l, se r ec eb idos at é o moment o d a r eun ião. Parágrafo 2º A s r eu n i õe s d a D i ret o r i a s erão instalad as e pr esididas pel o D i r e t o r P re s i d en t e o u , n a aus ê n ci a d es t e, p e l o D i re to r Vice - P r es i d en t e e , na aus ê nc i a d es t e, p o r um d i re t o r e l eito pe lo s demais. Parágrafo 3º As deliberações da Diretoria serão tomadas por maioria de v ot o s. E m c a so d e e m p ate, o D ir et o r P r es id e nt e, ou o D ir e tor qu e o sub st itu ir n a r eu n iã o , t e rá o v o to d e qualidade. Parágrafo 4º A o t é rmi n o d a r eu n i ã o , d ev e r á s e r l a v r a d a a t a, a q u a l d e v er á ser a ss i n ad a p o r t odos o s D i r et o r es f í s i c a e remotamente presentes à reunião, e posteriormente t r an sc r i t a n o L i v ro d e R eg is t ro d e A t as da D i r e t o r i a d a 98
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    S o ci e d ad e. Os v o t os p ro f er i d o s p o r D i r e t o r es q u e t en h am s e m an i f es t ad o n a f o r ma d o A r t i go 2 0, P a r ág r afo 1 º in f in e dest e E statu to Social dev erão igu alment e constar n o L ivro de Registro de Atas da Diretoria, devendo a cópia da carta, f ax ou e-m ail , c on f o r m e o c as o , c on t en do o v ot o d o D i r et o r s er junt ada a o L iv r o log o ap ós a t r ans cr iç ã o d a at a. A rtigo 21 A l é m d o s p o d e r es q u e f o r em n e c es sá r i o s à rea l i z a ç ã o d os fins sociais e ao regu lar funcionamento da Sociedade, a D ir e t o r i a f i c a i n v es t i da d e p od e r es p ar a t r an s i g i r, r en u n c i a r, des i s t i r, f i rma r com pr o m i s s os, c on t rai r o b r i g aç õ es , c on f ess a r d í v i das e f az er a co r dos, ad qu i r i r, a l i en a r e onerar bens móveis e imóveis, observados os limit es e as condições dest e E st atut o S o c ia l. C om p e t e, esp e c ia lm ent e , à D ir et o r ia: a) apresentar à Assemb leia Geral, depoi s d e su b me t i d as a o p arece r do C ons e lh o d e A d m in ist r aç ã o e d o Conselh o Fiscal, o relat ório da a d m i n is t raç ã o e a s d e m o n st ra ç õ e s f i n an c e i r as p re v i st a s em l e i , b e m c o m o a pro p o st a d e d es t in aç ão dos l u c ro s d o ex er c í c i o ; b) f i x a r, c om b as e n a or i e n t a ç ã o d o C ons e lh o d e Ad m in ist r aç ã o, a polít ica comercial e f in anceira da Sociedade; c ) repres entar a Sociedade ativa e passivamente, judicial e ex traju d icialmen t e, respeit adas as con d i ç õ e s d o A r t ig o 2 2 d es t e E st atut o . Parágrafo 1° C o mp et e a o D i r et or P r es i d ent e , a l é m d e c oo r d e n a r a açã o d os Di re t o re s e de d i ri g i r a ex e cuçã o d a s ativ idades relacionad as com o plan ejamento geral da Sociedade: ( i) con v ocar e presidir as reun iões d a D ir e t o r i a; ( ii ) e x e r c er a s u p e rv i s ão g e r a l d a s c om p e t ênc i as e at r ib u i çõ e s d a D iretoria; ( iii) mant er os membros do C on s elh o de A d m in i s t ra ç ã o i n f o rma d os s ob r e a s at i v i d ad e s da S o c i e d ad e e o an damento de suas operações; e (iv) exercer outras at iv idades qu e lh e f orem at ribu ídas pelo C on s elh o de A d m in i s t ra ç ã o. Parágrafo 2º Comp et e ao Diretor Vice-Presidente, dentre outras at ribu ições qu e lh e v enh am a ser estabelecidas, aux iliar o Diretor Presiden te em suas funções, bem como substituí-lo em suas au sências e impedimentos . Parágrafo 3º C omp et e ao D iret or Admin is tr at iv o- F in an ceiro , d ent r e out r as at ribu ições qu e lh e venh am a ser est abelecidas: ( i) 99
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    planejar, coordenar, organizar,supervisionar e dirigir as at iv idades relat iv as às operações d e natu r ez a f in an ce ir a da Sociedade, ( ii) gerir as f in anç a s c on s o l id a d as d a S o c i e d ad e; ( iii) propor as met a s para o desempenh o e os resu ltados das d i vers a s á rea s da S o c i e d ad e, o o rça me nto da S oc ied ad e, ac ompanh ar os r esu ltad os da S oc iedad e, preparar as demonstrações financeiras e o relatório anual da ad ministração da Sociedad e; (iv) coordenar a avaliação e implementação de op ortunidades de in vestimentos e operaç ões, in cluindo financiament os, n o int eresse da Sociedad e. Parágrafo 4° Comp et e ao Diretor Comercial, dentre outras atribuições q u e lh e venh am a s er es tabelecidas, avaliar e acompanhar políticas, estratégias e a implemen tação de projet os na área de c o m e rc ia l i z a ç ã o de p ro d u t os ou a t iv i d a d es r e l a c i o n ad o s a o obj e t o s oc i al d a S oc i ed a d e. Parágrafo 5º C omp et e a o D i re t or T é c ni c o d e nt re out ra s at rib ui ç õ e s que lh e v e nham a ser e st a belec id a s: ( i) r e sp on d e r pelo plan ejament o, en genh aria, oper aç ão e manu t enç ão do s i s t ema d e g e r açã o d e e n e rg i a e l é t r i c a; e ( i i ) d em a i s at iv idades t écn icas, in clusiv e as r elac ion ad as à g er aç ão de energia pela Sociedade. Parágrafo 6º C o mp et e a o D i r et or d e R e l aç ões com Investidores, dentre out ras at ribu ições qu e lh e venh am a ser estabelecidas, ( i) repres entar a Sociedade, privativ amente, perante a CVM, acion ist as, in v est idores, bolsas de valores, Banco C ent ral do Bras il e demais órgãos relacionados às atividades desenv olvidas n o mercado de capit ais; ( ii) plan ejar, coordenar e orientar o relacionamen to e a comunicação entre a Sociedade e seus investidores, a C VM e as ent idades on de os v alores mobiliários da Sociedade sejam admitidos à negociação; (iii) prop or diretrizes e normas p ara as relaç ões com os inv est idores da Sociedade; ( iv) observ ar as ex igências estabelecidas pela legislação do m e r c ad o d e c a p it ai s e m v ig o r e d iv u l g a r a o m e r c ad o a s i n f or m aç ões r e l e v an t e s s o bre a S o c i ed a d e e s eu s n eg óc i o s, n a f orma requ erida em lei; (v ) gu a rd ar o s l i v r os s oc i e t á ri o s e z elar pela regu laridade dos assentament os n eles f eitos; ( v i) su perv ision a r os serv iços realizados pela in st itu ição f i n an c e i r a d e p o s it á r i a d a s ações relativas ao quadro acionário, t ais como, sem se limit ar, o pagament o de 100
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    d i vi d en dos e b on i f ic a ç õ es, co m pra, venda e transferência de ações; (v ii) z elar pelo cu mprimen to e ex ecução das regras d e g ov e rna n ç a cor po r a t iv a e d a s d i s p os i ç õ e s est a t u t á r i a s e legais relacionadas ao mercado de valores mobiliários; e ( v iii) seja em con jun to ou isoladament e, prat ic ar os atos normais de gestão da Sociedade. A rtigo 22 O b s e rv ado o p r ev i s t o n o p ar á g r af o 4º d e st e Ar t i g o 22, a Sociedade considerar-se-á ob rig ad a qu an do repres en tad a: a) c on j u n t amen t e po r dois D i re t o res , ob s ervad o o d i s pos to no P a rá g r af o 2 o inf r a; b) c on j unt ame nt e p or u m D ir et o r e u m p r o cu ra d or , ou c onjun ta m en te p o r doi s p r o cu ra d or e s , d e ac o r do c om a e x t en sã o dos p o d e r es que lh e h ouv er e m s id o c on f er id os n o in st ru m ent o de m and ato ; c ) isoladamente por um Diretor ou um procurad or, para a prát ica dos atos referidos no Parágrafo 2º, in fra. Parágrafo 1 o N a con st i t u i ç ã o d e p r o cu r a dores, a Sociedade deverá ser r e p r es e n t a d a, n a f o r m a p r ev i s t a n a a l í n e a “ a” d e st e A rt i g o 2 2 , s en do u m d os d i r e t ores o Diretor Presidente ou o D i r e t o r Vic e - P r e s iden t e , e x cet o n o ca s o d e pr o cu r aç õ es para representação em proc essos judiciais ou a d m i n is t rat i v os . Parágrafo 2º A representação da Sociedade na f orma prev ist a na alínea “ c” d est e A r t ig o 2 2 limit a - s e: ( i) à r e p r e se nt a çã o da S o c i e d ad e c o m o ac i o n i st a o u qu o t ist a n as As s e mb l e i a s Gerais ou reuniões de quotist as d as s o c i e da de s p o r e la c on t rol a das ou n as qu a is d e t en h a q u a l qu e r p a rt i c i p açã o s o c i et á r i a; ( i i ) à r e p r e s ent aç ã o p e ran t e qu a i sq u er ó r g ão s o u r ep a rt iç õ e s p ú b l i c a s in t ernacionais, f ederais, est adu ais e mun icipais , inclusive para f ins ju diciais; ( iii) ao en dosso de c h equ e s p a r a d e pós i t o e m con t a s b an c á r i a s d a S o c i e da de ; ( iv) à rep r es ent aç ão p er ant e a Jus t iça do T r ab alho e Sindicatos; (v) aos atos de admissão, suspensão ou d e m i s sã o d e e m pr eg a d os e/ ou r ep r e s ent a çã o d a S o c i e d ade em acordos trabalhistas; e (vi) à representação da S oc i ed ad e no s p ro ce s s os l i c i t a t ó ri os . Parágrafo 3º S a l v o qua n d o pa ra f in s jud i c i a i s e p a r a p ro cu r aç õ e s a d j u d i c i a e a d n e g ot ia o u t o rg ad a s n o âmb i t o d e c on t rat o s d e 101
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    f in anciamento, cu ja v a lidade se dará at é a f inal liqu idação d o s C on t r a t os d e F i n an c i am e n t o, os d e m a i s m a n d a t o s ou t org a dos p e l a S o c i e d ad e t e rã o p raz o d e v igê ncia determinad o, não superior a 1 (um) ano. Parágrafo 4º A repres entação da Sociedade em op erações que in d iv idu alment e env olv am ben s, obrig aç ões, pres taç ão d e garantias ou avais, constituiç ã o d e ônu s r e a is s o b r e b en s d o a t iv o , e m p r és t im o s, c on t r a t os d e f i n an c i a m en t o e o u t ro s n e góc i o s j u r í d i c os q u e r ep re sentem valores superiores a R$ 500.000, 00 (qu inh en tos mil reais) dev erá ser f eit a pela a s s in at u ra d e q u a l q u er d i r et o r ou p ro cu r ad o r e m c on ju n t o c o m o D i r e t o r P re s i d en t e o u o D i ret o r V i c e- P r e s i d en t e , e x c et o n o s ca s os d e r epr e s en t a ç ão d a S oc i e d a d e e m processos licit at órios, conf orme subitem (vi), do Parágrafo 2 º d o Ar t ig o 2 2 d est e E st a t u t o Soc i a l . A rtigo 23 E m op e r aç õ e s es t ra n h as a os n egócios e objetivo social, é v e d ad o aos D i r et or e s c on c ed e r f i an ças e a v a is o u con t r a i r o br i g a ç õ es de q u alq u er n a t u r eza em n o m e d a S o c ie d a d e, s a l vo c o m p ré vi a e e x pres s a a ut o r iz a çã o d o C ons e lh o de A d m in is tra ç ã o. Parágrafo Único A p r o i b i ç ão c o n t i d a n o c a put d e s t e Art i g o 2 3 nã o se aplica à c onc es são d e f ian ças, avais ou ou tras g arant ias, ou a a s sun çã o d e ob r i g aç õ e s d e qu a l qu e r n a t u r ez a em f a v o r de s o c i e da d es c on t r o l ad a s, d i r et a s o u i n d ir e t as , da S o c i e d ad e, b em como em f av or d e su as colig ad as, d esd e q u e r e s p e it a do o p r evis t o n a alínea “f” do Artigo 18 deste E st atut o S o c ia l. CAPÍTULO V CONSELHO FISCAL A rtigo 24 O C on s e lh o F isc a l, d e c a rá t e r n ã o p e r mane nt e , s erá c o m po st o, q u and o in st a l ad o, p o r n o m ín i m o 3 ( t r ê s ) e n o m á x i m o 5 ( c in c o ) membros efet ivos e suplentes em igual n ú m er o, a c ion ist as o u n ã o, q u e t e r ão as atribu ições previst as em lei. A com p os i ç ão d o C on s e l h o F i sc a l d e v erá obedec er ao disposto no Artigo 161, § 4º d a L e i da s S oc i e da d e s p o r A ç õ es . Parágrafo 1º O p r a zo d e m a nda t o d os m e m b ros d o C ons e l ho F isc al, quando in stalad o, encerrar-se-á na Assemb leia Geral Ordinária su bsequent e à qu al houve a respectiva eleição, s e n d o p er m i t i d a a r e e l e i ç ão . A r em u n e r aç ão d e s eu s 102
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    m e mb r os s e r á d et er m i n ad a p e l a Assembleia Geral qu e os eleger. Parágrafo 2º O Conselh o Fiscal reun ir- se- á sempre que convocado por q u a l qu e r d e s eu s m e m bros c o m 5 ( c inc o ) d i a s d e a n t e c ed ên c i a , e e s s as r e u n i õ e s s er ã o v á l i da s qu an do c on t ar e m c o m a p r e s enç a d a m a i or i a d e s eu s m em br o s então em exercício. Parágrafo 3º O s m e mbr o s d o C on s e lh o F i s c a l t om a r ã o p os s e m e d i a n t e a a s s in at ura d o t e rmo r e sp ec t ivo, lavrado em liv ro próprio, con d icionada, a part ir da celeb r aç ão p ela Soc ied ad e d o C on t r at o d o N ív e l 2, à sub sc ri ç ã o d o Ter m o d e Anu ên c i a dos M e mb r os d o C on s elh o F i s c a l, n os t e rmo s d o d i s p os t o n o Regulamento do Nível 2, bem como ao atendimento dos requ isit os legais aplicáv eis. Os memb ros do C ons elh o F iscal deverão, ainda, imediatamente ap ós a posse no carg o, c omun i c ar à So c i ed a d e a qu ant i d a de e as cara ct e rísticas dos v a lores mobiliários de emissão da Sociedade de que s ej a m t i t ul a re s , d i re t a ou i nd i re t a ment e , in c lusive d e r iv at iv os . CAPÍTULO VI ALIENAÇÃO DE CONTROLE A rt igo 25 A A l i e n açã o d e C on t r o l e d a S o c i e d ade , t a n t o p o r m e i o d e u ma ún ica op eraç ão, c omo p or meio d e op eraç ões suces s ivas, d ev erá s er c on t rat a da s o b a con d i ç ã o, s u s p ens i v a o u r es o lut i v a, d e q u e o A dq u i r ent e se o b r i gu e a e f e t iv a r o f e rt a p ú b l i c a d e aq u i s iç ã o d a s d e m ai s a ç õ es d o s d e m ai s a c i o n is t as d a S o c i ed a d e, ob ser v and o as c on d i ç ões e os pr a z os p r ev i s t o s n a legislação vigente e no Regu lamento do Nível 2, de forma a as segurar- lhes t r at amento igu alit ário àqu ele dado ao Acion ista C ont rolador Alien ant e. Parágrafo Único P a ra os f i ns d es t e Es t at ut o S o c i a l , o s t ermo s Acio nis ta C ont rolador, Acion ist a C on t rolador Alien ant e, Alien a ção de C ont role, Adqu irente, P oder de Cont role e Valor E conômico, t erão o sent ido que lh es é at ribu ído pelo Regulament o do N ív e l 2 . A rt igo 26 A o f e rt a p ú b l i c a de a q u i s i çã o d e a çõ e s , r ef e rid a n o A rt i g o 2 5 d es t e E st at u t o S o c i a l , t a m b é m ser á e x i g id a : ( i ) qu an do h ou v e r c es sã o o n e r os a de d i r e i t os d e su bs cr i ç ã o d e a ç õ e s e d e o u t r os t í t u l os o u d i r e i t os relat iv os a v alores mobiliários conversíveis em ações emit idas pela Sociedade, que venha a resultar na Alien a çã o de C ont r o le d a So c ied a d e; e 103
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    ( i i) e m cas o d e a l i e n aç ã o de c on t r o le d e s oc i e d a d e que d et en h a o P od e r d e C ont r o le d a S o c ied a d e, s en do q ue, n e s se cas o, o A c i o n i st a C on t r o l a dor A l i e n an t e f i c a r á ob r i g ad o a d e c l a r a r à BM&FBOVE SPA o v a lor at ribu ído à S o c i e d ad e n e ss a a l i e n aç ã o e a n ex a r d oc u m en t açã o qu e c om p r ov e es s e v a l o r . Parágrafo Único Aqu ele qu e adqu irir o P oder de C ont role, em raz ão de c on t ra t o p a rt i cu l a r d e c o m pr a d e a çõ e s c e l e br a d o c om o Acion ista C ont rolador, env o lv en d o qua l q u e r qua n t i d ad e d e ações, estará ob rigado a: (i) efet ivar a oferta pública r e f e r i d a n o A rt i g o 2 5 a c i ma ; e ( i i ) p a g ar , n os t e r m os a segu ir indicados, quant ia eq u iv a lente à d if e ren ça ent re o p r e ç o d a o f e rt a p ú b l i c a e o v a l o r p ago p o r aç ã o even tualmente adquirida em b o l s a n o s 6 ( s e i s) mes es a n t e r i o r es à d at a d a aqu i s iç ã o d o P od e r de C on t r o le, d e v i da m en t e a t u a l i z ad o a t é a d a t a d o p a g a m en t o. R e f er i d a quantia deverá ser distribuída entre todas as pessoas que venderam ações da Sociedade nos pregões em que o Adqu irente realiz ou as aqui sições, proporcionalmente ao s a l d o l í q u i d o v e n d e d o r d i á r i o d e c a d a u m a, c a b en do à BM&F BOVE SPA operacionalizar a distribuição, nos termos de seus regulament os. A rtigo 27 A S oc i e d ad e n ã o r eg i s t ra r á qu a l qu e r t ra n s f er ên cia d e aç ões ao Adqu irent e, ou àqu ele( s) qu e v ier( em) a det er o P oder de Cont role da S oc ied ad e, en qu anto es t e(s ) n ã o su bs c r ev er( em) o T ermo d e Anu ên c ia d os C ont roladores a que s e ref ere o R egu lament o do N ív el 2 . Parágrafo Único A S o c i e dad e n ão r eg i s t rar á em s u a s ede q u a lq u er a c o rd o d e a c i o n is t as qu e d i sp on h a s ob r e o exe r c í c i o do P o d e r d e C ont role en quant o os seus signatários não subscreverem o T e r m o d e A n u ên c ia d o s C on t r o l a d ores r e f e r id o n o cap ut dest e Artigo 27. C A P Í T U L O V II CANCELAMENTO DE REGISTRO DE COMPANHIA ABERTA A rt igo 28 Na of erta pública de aquisição de aç ões, a ser feita pelo Acion ista C ont rolador ou pela Sociedade, p ar a o c a n c e l ame n t o d e r e g i s t r o d e c o m p an h ia a b e rt a, o p r eç o m í n i m o a s e r o f er t ad o d e v e r á c or r es p ond e r a o Valor Econ ômico ap urado no laudo de avaliação elaborado nos termos dos p a r ág r af os 1 º e 2 º d est e A r t i go 2 8 r es p eit a d as as n o rma s l e g a i s e regulamentares aplicáveis. 104
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    Parágrafo 1º O lau do de av aliação ref erido n o cap ut d e st e A r t i go 28 deverá ser elaborado por instituição ou empres a especializada, com experiência comprovada e i n d ep e n d ên c i a qu ant o a o p od e r d e dec i s ã o d a S o c i e d ade , s e u s ad m in i s t r ad o r es e / ou A c ion i s t a C on t r o l a d or , b e m c o mo s at is f az er os requ is it os d o § 1 º do Art ig o 8º d a L ei das Sociedades por Ações e conter a responsabilidade prev ist a n o §6 º des s e m esmo A rt i g o. O s cu sto s i n c o r r id o s c o m a el a b or aç ão d o l aud o s erã o a rc ad o s i nt eg ra lm ente pelo ofertante. Parágrafo 2º P a ra f in s d a of e rt a pú b l i c a d e qu e t ra t a m o s C ap í t u l o s V I, VII e VIII do p r es en t e Estatuto S o c i al, c om p e t e priv at iv ament e à Assembleia Geral escolh er a in st itu ição ou empres a especializada responsável pela determinação do v alor ec on ômico da S oc ied ad e a p art ir d e apr es en taç ão, pelo C onselh o de Admin ist ração, de list a t ríplice, dev en do a respect iva deliberação, n ão se comp ut and o os votos em b r an co, e c a b en d o a c a d a a ç ã o, i n d e p en de n t e m en t e de e s p éc i e ou c l a ss e , o d i r e it o a u m v ot o, s er t o m a d a p el a m a i o r i a dos v o t os d o s ac i on i s t as r e p re s e n t an t es d as Aç ões em Circulação presentes naquela Assembleia, a qual, se instalada em primeira convocação, deverá contar com a p r e s enç a d e ac i o n is t as qu e r e p r es e n t e m , n o mín i m o , 2 0% ( v in te p o r c e nt o ) do t o t a l de A ç õ e s em C i r c u l aç ã o, o u , s e i n s t a l a d a e m s e g u n d a c on v o c a ç ão , p o d e rá c o n t a r c om a p r es enç a d e qu a l que r núm e ro de acionistas represen tantes das Ações em C irculação. Consid eram-se “Ações em C ir cu la ção” p ar a f in s d e st e E st atut o S o c ia l t odas a s aç ões emit idas pela Sociedade, excet o as det idas pelo Acion ista C on t r ol ad o r, por p e s s o as a ele vi nc ula d a s, pe lo s a d m i n is t ra d o r es da S oc i e da d e e aq u e l as ma n t i d as e m t e s ou ra r ia. C A P Í T U L O V II I SAÍDA DA SOCIEDADE DO NÍVEL 2 A rt igo 29 Caso seja deliberada a saída da Socied ade do Nível 2 para qu e os valores mobiliários por ela emit idos passem a t er registro para n egoc iação f ora d o N ív el 2, ou em v irtud e de op eraç ão d e reorg an iz aç ão so ciet á r i a, n a qu a l a s oc i e da d e result an t e dessa reorgan iz ação não t enha seus v alores mobiliários admit idos à negociação n o N ív el 2 no praz o de 120 ( c ent o e v int e) d ias con t ad os da d at a d a As s emb leia Geral qu e ap rov ou a r e f e r i d a op e r aç ã o, o A c i o n is t a C on t r o lad o r d ev er á e f et i v ar o f e rt a p ú b l i c a d e 105
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    a qu is i ç ã o d as aç ões p er t enc e n t es a os d em a i s a c i on i s t as da S oc i e d a d e, n o m í n i m o , p e l o r e s p e c t iv o V al o r E c o nômico, a ser apurado em laudo de a v a l i a ç ão e l a b o r a do n o s t e rmo s d os p a r ág r af os 1 º e 2 º d o A r t igo 2 8 d es t e E st atut o S o c ia l, r es p e ita d as a s nor m as legais e regu lament ares aplicáveis. Parágrafo 1º O A c i on i s t a C ont ro la d o r d a So c iedade estará dispensado de p r o c ed er à o f er t a pú b lic a p r ev is ta n o capu t d e ste A r t ig o 29 n a h i p ót es e d a s a íd a da S oc i e d a d e do N í v e l 2 o c o r r er e m f u n ç ã o ( i ) d a cel e b r a çã o do c on t ra t o d e p a rt i c i p aç ã o da Sociedade no segmen to especial da BM&F BOVESPA denominado N ovo M ercado (“N ovo M ercado”), ou ( ii) se a c o m pan h ia r e su lt ant e de reo r g an i z aç ã o s o c i et á r i a o bt i v e r aut o riz a ção para negociação de v a lores mobiliários n o N ov o M e rc a do n o pr az o d e 1 2 0 ( c e n t o e v in t e ) d i a s c on t ad os d a d a ta d a As s emb leia Ger a l que ap r ov ou a r ef er ida op er aç ão. Parágrafo 2º Ficará dispensada a realização da Assembleia Geral a que s e r ef e r e o capu t des t e A rt i go 2 9 cas o a s a í d a da S oc i e d ade d o N ív e l 2 o c o r ra em r a z ã o d e s eu c an c e l a m en t o d e r e g i s t r o de comp anhia aberta. A rtigo 30 N a h ip ót es e d e n ã o h av e r Acion i s t a C on t r o l a d or , c as o s e ja deliberada a saída da Sociedade do N ív el 2 para qu e os v a lores mobiliári os por ela emitidos passem a ter registro para negociaç ão fora do Nível 2, ou e m v i rtu de d e o p er a ç ã o d e r e o rg an i z ação societária, na qu al a sociedade resu lt ant e dessa reorgan ização n ã o t enha seus v alores mobiliários admit idos à n eg oc i a ç ã o n o N ív e l 2 ou n o N ov o M ercado no prazo de 120 (cento e vinte) d i a s c on t a d o s d a da t a d a a ss e m b l e i a g e ra l q ue a p rovou a re f e ri d a o pe raç ão, a saída es tará condicionada à realizaç ão de oferta pública de aquisição de aç ões n as mes mas c on d iç ões p rev ist as n o Art ig o 29 d est e E st atut o Soc ial. Parágrafo 1º A referida Assembleia Geral deverá definir o( s) responsável( is) pela realiz aç ã o d a o f e rt a p ú b l i c a d e aquisição de ações, o( s) qual(is), presente(s) na a s s em b l e i a , d ev e r á( ã o) as sum i r e x p r es s a men t e a o br i g a çã o d e r ealiz ar a of ert a. Parágrafo 2º N a au s ên c i a d e d ef i n i çã o d os r e sp on sá v e i s p e la r e a l i z a çã o d a of e rt a pú b l i c a d e aqu i s i ç ã o d e a ç õ es , n o c as o d e operaç ão de reorganização societária, na qual a comp anhia r e su lt ant e d e ss a reo r g an izaç ã o n ã o t en ha seu s v a lores mobiliários admit idos à n egociação no N ív el 2, caberá aos acion ist as qu e v otaram f avorav elment e à reorgan ização societ ária realizar a referida oferta. 106
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    A rt igo31 A saída da S oc i e d a d e do Nível 2 em razão de d e sc u m p r ime n t o d e o b r i ga ç õe s c on st an t e s d o R e gu l a m en t o d o N ív e l 2 e st á c on d i c i on a d a à efe t i v aç ã o d e of e r t a p ú b l i c a d e a qu is i ç ã o d e a ç õ es , n o mín imo, pelo Valor E c on ômico das ações, a ser apurado em laudo de a v a l i a ç ão d e qu e t ra t a o A rt ig o 2 8, p ar á g r af os 1 º e 2 º des t e E s t at u t o S oc i a l , respeitadas as normas legais e regulamentares aplicáveis. Parágrafo 1º O Acion ista C ont rolador dev erá ef et iv ar a of ert a pública de a qu i s i ç ã o d e a ç õ es p r e v is t a n o caput des t e Art igo 31 . Parágrafo 2º N a h ip ót es e de n ão ha v er Ac ion ist a Cont r o la dor e a sa íd a do Nível 2 referida no c ap u t d e s t e Art i g o 3 1 d e c o r r e r d e deliberação da Assembleia Geral, os acion istas qu e t enh am v ot a d o a f av o r da d e lib e r aç ã o que implicou o respectivo d e sc u m p r ime n t o dev e r ã o ef e t iv a r a o f e rt a p ú b l i c a d e a qu i s i ç ã o d e a ç õ es p r e v is t a n o caput des t e Art igo 31 . Parágrafo 3º N a h ip ót es e de n ão ha v er Ac ion ist a Cont r o la dor e a sa íd a do Nível 2 referida no c aput deste Artigo 31 ocorrer em r a z ão d e a t o ou f at o d a a d m inistração, os Administradores d a So c i ed a d e d ev e r ã o c on v o ca r As s e mb l e i a G e r a l d e a c i o n is t as cu j a o rd em d o d i a s e r á a d e lib e r a ç ão s o b r e c om o s an a r o d e sc u m p r ime n t o das o br i g aç õ e s c on s t an t e s do Regu lament o do N ív el 2 ou, se f or o caso, deliberar pela saída da Sociedad e do Nível 2. Parágrafo 4º C as o a Ass e m b l e i a G e r a l m en c i on ad a n o P ar á g ra f o 3 º a c ima delibere pela saída da Sociedade do Nível 2, a referida Assembleia Geral dev erá defin ir o(s) responsável( is) pela realiz ação da of ert a pú blica de aquisição de ações prev ista n o caput d e st e Ar t i g o 3 1, o ( s) q ual(is), pres ente(s) na a s s em b l e i a , d ev e r á( ã o) as sum i r e x p r es s a men t e a o br i g a çã o d e r ealiz ar a of ert a. A rtigo 32 A s d is p osiç ões do R egu lament o do N ív el 2 p r evalec erão s o b r e a s d i s p os i ç ões e st at u t á r i a s, n a s h ip ót e s es d e pr e ju í z o a o s d i r e i t o s dos d e st i n at ári o s d a s ofe r t as pú b li c a s p r ev is t as n e st e E st at u t o. CAPÍTULO IX EXERCÍCIO SOCIAL E DISTRIBUIÇÃO DE LUCROS 107
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    A rtigo 33 O exercício social iniciará em 1º de jan eiro e termin ará em 3 1 d e d ez e mb r o de c a da an o, qu and o s e rã o e l a b o r ada s a s d em o n s t r a çõ e s f i n an c e i r as p r ev i s t as n a legislação ap licável. A rt igo 34 D o r e su lt a do do e x e rc í c io s e rã o d e duz i dos , ant es d e qualqu er part icipação, os prejuízos acumu l a d o s , s e h ou v e r, e a p r ov i s ã o p a r a o i m p ost o s ob r e a ren da e c on t r i bu i ç ã o s oc i a l s ob r e o lu cro l í q u id o . A rt igo 35 Os lucros líquidos ap urad os s erão d est inad os s u c e ss i v ame n t e e n e s t a o rd em , ob s er v a d o o d isp ost o n o Art igo 202, in c isos I, I I e I I I d a L e i d as So c i e d ad e s p or A ç ões : a) 5 % ( c in co p o r c en t o ) s e r ão a p l i c ados, antes de qualquer ou tra d e st i n aç ão , n a c on s t i t u i çã o d a R e s er v a L e g a l , qu e n ã o e x c e d e rá 2 0% ( v in t e p o r c en t o) d o c ap i t a l soc i a l ; b) u m a p a rce l a p o r pr o p os t a dos ó r gã o s d a a d m in i st r aç ã o p o d e rá s er d e s t i n ad a à f o r m aç ã o d e R e s e rv a s p a r a C on t in g ên c i a s , n a f o rma p r e v is t a n o Ar t i g o 19 5 d a L e i d a s Soc i ed a d es p o r Aç õ e s; c ) u m a p a rce l a , p or pr o p os t a dos ó rg ã os d a ad m i n i s t r aç ã o, p o d e rá s er r e t i d a c om b as e em o rç a m en t o d e c ap i t a l p r ev i a m e n t e ap r ov a do, n os t e r m os d o A rt i g o 196 d a L e i das S oc i e da d e s p o r A ç õ es ; d) uma parcela será dest inad a ao pagamento do dividendo obrigatório a o s a c i on is t as, c on f o r m e p r evist o n o Art igo 36, inf r a; e ) n o ex e r c ício e m q u e o m o n t ant e d o d i v id e n d o ob rig a t ó r i o u l t r a p as sa r a parc ela realizada do lucro líquido do exercício, a Assemb leia Geral p o d e rá , p o r p r opo s t a d o s ó r g ã o s d e a d m i n i s t r aç ã o, d e s t in a r o e x c es so à c on st i t u iç ã o d e R es e r v a d e L u c r os a R e a l i z a r, o b s e rv ad o o d i s p os t o n o A rt i g o 1 9 7 da L ei d as S o c ie d a d es p or Aç õ es ; f) o lucro remanescente, por proposta dos órgãos de ad ministração, poderá ser integralmente dest inad o à constituição da Reserva de Inv est iment os, ob serv ad o o d is p os to n o p a r ág ra f o ú n i c o, i n f ra , e o A r t i go 1 94 d a L e i da s S oc i e da d e s p o r A ç õ es . Parágrafo Único A R e s e rv a de I n v est ime nt os tem as s e g u int e s c a r ac t er í st i c as : a) s u a f in a l i d a d e é p re s e rva r a i nt eg rid a d e d o p a t ri m ô nio s o cial, a c a p ac i d ade d e in v e s t i m ent o d a S o c ie d a d e e a m an u t en ç ão da part icipação da Soci edade em suas controladas e coligadas; 108
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    b) s er á d est i n ad o à Res e rv a d e I n v e st i me n t o , p o r p r o p ost a d o s ó rg ão s d e a d m in i s t r aç ã o, o s a l d o rem a n es cent e d o l u c r o l í q u i do d e c a da exercício, após as dedu çõe s r e f e r idas n as a líne a s “ a” a “ e” sup ra, dest e Artigo 35; c ) a Reserva de Invest iment o dev erá observ ar o limit e prev is t o no A r t i go 1 99 d a L e i da s S oc i e da d e s p o r A ç õ es ; e d) s e m p r e ju í z o d o d i sp o st o n a l e t r a “ a” des t e P a rág r af o, a Res e rv a de Inv est iment o poderá ser u t iliz ada para pagament o de div idendos ou juros sobre capital próprio aos acionist as. A rtigo 36 O s ac i o n is t as t e r ão o d i r e it o d e r e ceb e r como d i v i d en d o o b r i g at ó r io n ã o c u m u l at i v o, e m c a d a e x e rc í c i o , 5 0 % ( c inq u ent a por c e n t o) do lu cro líqu ido do ex ercício, diminu ído ou a cr e sc i d o d os s eg u in t e s v a l o r e s : ( a) importância destinada à constituição da Reserv a L egal; e (b) import ân cia d est in ad a à f or mação d a R eser v a par a C on t in g ên c ias ( Ar tig o 3 5 , “ b”, su p ra), e revers ão da mesma reserva formada em ex ercícios anteriores. Parágrafo 1º O p ag a m en t o do d iv i d en d o ob r i g at ó r i o p o der á ser l i m i t a do ao mont ant e do lucro líqu ido qu e t iver sido realiz ado, nos t ermos da lei. Parágrafo 2º O d i v i d en d o p r ev i st o n e st e A r t i go 3 6 n ã o s er á o b r i g at ó rio no ex ercício social em que a Diretoria informar à Assembleia Geral ser ele in compat ível com a situ ação f in anc eir a d a S oc ied ad e, obed ec id o ao d is p os to n o A rt igo 202, §§ 4º e 5º da Lei das Sociedad es por Ações. Parágrafo 3º O s l u cr o s r e g i s t rad o s n a Res e rv a de L u c r os a R e a l i z a r , q u a n d o rea l i z a d os e s e n ão t i v e rem s i d o ab so r v i d os po r prejuízos em ex ercícios su bs e qu en te s, d e v er ã o ser a c r es c i d os ao pr i m e i r o d iv i d en do d e c l a r ad o a pó s a r e a l i z a ç ão, n os t er m o s d o A r t i g o 2 0 2, I I I d a L e i d a s Sociedad es por Aç ões. A rtigo 37 P or d et ermin a çã o do C on s elho d e A dm in ist r aç ã o, a D ir e toria p o d e rá lev an t a r b a l a n ç os s e m es t rai s , in termediários ou intercalares da S o c ie d ad e. O C on se lh o d e A d m in is tra ç ã o, ad referendum da Assembleia G e r a l , p od e r á d ec l a r a r d i v i den do s ou juros s obre c a p i t a l p ró p ri o à c o nta de lu c r os a pu r ad os e m t a is b alan ç os, o u à c on ta d e lu c r os a cu mu la d o s ou d e reserv as de lucros existentes. A critério d o Co ns e lh o de A d m in ist r aç ã o, os d i v i d en dos e os j u r o s s o b r e o c ap i t a l p r óp r i o p a g os a os a c i on i sta s pod e rão 109
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    s e rc on s i d e r a do s ant e c i p aç ão e i m p u t a d os ao d i v i d en do o b r i g at ó rio r e f e r i do n o A rt i g o 3 6 s u pr a. A rt igo 38 A Sociedade e seus administradores deverão, pelo menos u m a v e z a o a n o, rea l i z a r r eu n i ã o p ú blica com analistas e quaisquer outros in t eressados, para divu lgar in formações quanto à situação econ ômico- f i n an c e i r a, p r o j et os e p e rsp e ct i v as d a S oc i e d a d e, b em c o m o e n v i ar à B M &F B O VE SPA e d iv u l g a r, até 1 0 d e d e z em b r o d e c ad a a n o, u m c a l e n d á r io anu a l para o ano segu int e, in formando sobre ev ent os corporat ivos p r o gr a m ad o s e c on t en d o a s i n f or m aç ões ex igidas pelo Regu lament o do N ível 2. CAPÍTULO X EMISSÃO DE UNITS A rtigo 39 A S o c i e da d e p od er á e m i t i r c e r t i f ic ad o s d e d e p ós i t o d e aç ões, dorav ant e des ign ad os c omo “Uni ts” o u ind iv idu a lment e c o mo “Uni t”. Parágrafo 1º C ad a Un it re p re s ent a rá 1 ( um a ) a ç ã o o rd i ná ri a e 2 (duas) ações pref eren ciais de emissão da Sociedad e e somente será emitida: ( i) mediant e solicit ação dos acion ist as qu e d e t en h a m a ç õ es em qu ant i d a d e n e ces s ár i a à c o mp os i ção d a s Unit s, c on f o r me o P a r ág r a f o 2 º ab a i x o, o b s e r v a d as as r e g r as a s e r e m f i x a d a s p e l o C on s e l h o d e Ad m in i st r aç ã o de a c o rd o com o d isp os t o n est e E s t atut o S o c ia l, ( ii) m e d iant e d e l i b e r a ç ão d o C o n se l h o de Ad m i n i st r aç ã o d a S oc i e d a d e, em caso de aumento de capital dentro do limite de capital autorizado com a emissão de novas aç ões a serem repres entadas por Units, ou ( iii) n os casos prev is t os no Artigo 41, Parágrafo 2º deste Estatuto Social. Parágrafo 2º Somen t e ações livres de ônu s e grav ames poderão ser o b j e t o d e d e p ós i t o p a r a a e mi s s ã o d e Units. A rtigo 40 A s Units t e r ã o a f o r m a es c ri t u ra l e , e x c et o n a h i p ót es e d e cancelamento das Units, a p r o pr i e d ad e da s a çõ e s r ep r es e n t ad as p e l a s Un i t s s o m en t e ser á t r ans f e r i d a m e dia n t e t r ans f er ê n c i a d a s Uni ts. Parágrafo 1º O t it u lar d e Units t e r á o d i r e i t o d e , a qua l q u e r t em p o, solicit ar à in st itu ição f in an c eira depositária o cancelamento d a s Uni ts e a e n t re g a d as res p ec t iv as a ç õ es dep o s it a d as, ob s erv ad as as r eg ra s a s erem f ix a da s p elo C ons elh o de A d m in i s t ra ç ã o de a c o rd o co m o d isp o st o n es t e E st atut o Social. 110
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    Parágrafo 2º O C on s e l ho d e Ad m i ni st raç ã o da S o c i e d ad e po de rá, a q u a l qu e r t e mp o, su sp en der , p o r p r az o d et e r m in a do, a possibilidade de can c elament o de Unit s p rev is ta no P a rá g r af o 1 º d es t e A rt i g o 40 , n o c a so d e i n í c io d e of e rt a pública de distribuição primária e/ ou secun dária de Un its, n o mercado local e/ ou int ernac ional, sen do qu e n est e caso o p r az o de su sp en sã o nã o p od e rá s e r s up e ri o r a 3 0 (trinta) dias. Parágrafo 3º A s Un it s su jeit as a ônu s, g rav ames ou emb araç os n ão p o d e rã o ser c an c e l ad a s. A rtigo 41 A s Uni ts c on f er i r ã o a o s s eu s t i t u l a r e s o s m e smos d i r e i t os e v an tag ens d as ações su b jac ent es. Parágrafo 1º O direito de part icipar das Assemb leias Gerais da Sociedade e n e l a s ex e r cer t od a s as p re r r o g at i v as c on f er i da s à s a ções repres entadas pelas Uni ts , mediante comp rovação de sua titularidade, cabe exclusivamente ao titular das Un its. O t itu lar d a Un it p od e r á s e r r e p r es e n t a d o n as A s s em b l e i as Gerais da Sociedade por proc urador const itu ído n os termos d o A rt i g o 1 2 6, § 1º d a L e i d as S o c i e dad e s p or Aç õ e s. Parágrafo 2º N a h ip ó t es e d e d e sd o b ram en t o, g ru pame n t o, b on i f i ca ç ã o ou e m i s s ã o de n ov a s aç õ e s m ed i a n t e a capit aliz ação de lu cros o u r e s e rva s , s er ã o o bs e r v ad a s a s seg u int e s r e g r as c om relação às Uni ts : a) C as o o cor r a au m en t o d a q u a n t i d ade d e a çõ e s d e e m i s s ã o d a Sociedad e, a in st ituição financeira depositária registrará o depósito d a s n ov as a çõ e s e c r e d it a r á n ov as Un its n a con t a d o s r e s p ec t iv os t i t u l a r e s, d e m od o a r e f l et i r o n ov o n ú m e ro d e a ç õ es d et i d as p e los t itu la r e s d a s Un it s, g u a r d ad a s e mp r e a p ro p o rç ã o d e 1 ( u m a) açã o o r d i n á r i a e 2 ( du as ) a ç õ es p r ef e r en c ia i s d e emi s s ã o da S o c i ed ad e p a ra c a da Un it , sen do qu e as ações qu e n ão f orem p a ss ív eis d e c on st i t u i r Un it s s erão cr ed itad as d ir etament e aos ac ion ist as, s em a emissão de Uni ts . b) C as o oc or r a r e d u ç ã o d a q u a n t id ade d e a çõ e s d e e m i s s ã o d a Sociedad e, a instituição financeira d epos it ária deb it ará as c ont as de d e p ós i t o d e Unit s d o s t it u lares d a s aç ões grup ad as, efetu an d o o cancelamento automático de Un its em número suficiente para r ef l et i r o n ov o núm e ro d e a ç õ e s d e t i d a s p e l os t i t ul a res das Unit s, 111
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    g u ar da d a s e m p re a p r o po r çã o d e 1 ( u ma ) aç ã o or d i n ár i a e 2 ( d u a s) a ç õ e s p ref e r en c i a i s d e e m is sã o d a S ocie d a d e p ar a c ad a Un i t , s en d o q u e as a çõ e s r e m an e sc ent e s q u e n ã o f o r e m p as s í v e i s d e c o n s t it u ir Units s er ão en t r egue s d i ret am e nt e aos ac i o ni sta s , s em a e mis são de Units. A rt igo 42 N o ca s o d e e x er c íc i o d o dir e i t o d e p r ef e r ênc i a p a ra a s u b sc r i ç ão d e a ç ões d e emi s s ã o da S oc i e da d e , s e h ou v e r, a i n s t i t u iç ã o f i n an c e i r a d e p os i t ár i a c r i a r á n ov a s Units n o l i v r o d e r e g i s t r o d e Un its e s c r it u r a i s e c r e d ita r á t a i s Un its a o s res p ec t iv os t i t u l a r es , de m o do a r e f l e t ir a n ov a qu ant i d a de d e a çõ e s p r ef e r enc iais e ações ordinárias de emissão da Sociedad e depositadas na conta de depósito vinculada às Un its, ob s er v ad a sempre a proporção de 1 (uma) ação ord i n ár i a e 2 ( d u a s ) a ç õ e s p r ef e r en c i a i s d e e m i s s ão d a S oc i e d a d e p a ra c a da Uni t , s en d o q u e as açõ e s qu e n ã o f o r em p ass ív eis d e c onst itu ir Unit s s e r ã o c r e d it a d as d i r et a men t e a os a c i o n is t as , s e m a e mi s s ã o d e U n i t s. N o c a s o d e ex e rc íc i o do d i r e i t o d e pr e f erê n c i a p ara a subscrição de outros valores mobiliários de emissão da Sociedade, não h av e r á o c r é d it o aut o m át ic o d e Un it s. A rt igo 43 Os titulares de Units terão direito ao recebimento de ações d e c o rr en t e s d e c i sã o , i n c o rp o r aç ã o o u f u s ã o e n v o lv end o a S o cie d a d e. E m q u a l qu e r h i p ót e s e, a s Un its ser ã o s e mp r e c r i ad as o u c an ce l a d a s, con f o r m e o c a s o, n o l i v r o d e reg i s t r o de Units escriturais, em nome da BM&F BOVESPA como respectiva proprietária fiduciári a , q u e a s c re d i t a r á n a s c on t as d e c ust ód ia d o s resp ec t ivos t itu lares d e Un it s. Nas h i p ót es e s e m qu e f o rem a t r i b u í d as a ç õ es a os t i t u l a r es d e Uni ts e tais aç ões não forem passíveis de c on st itu ir n ov a s Units, e s t as ações t am b é m ser ã o d ep o s i t a d as na B M &F B O VE SPA , n a q u a l i d ad e d e p ro p r i e t ár i a f i d u c i á r i a d a s Uni ts , qu e as c r ed it ará n as c ont as d e cu st ód ia d os res p ec t iv os t itu lares. CAPÍTULO XI JUÍZO ARBITRAL A rt igo 44 A S o c i e da d e , s e u s a c i o n is t as, a dm i n i s t r a dor e s e os m e m b r os d o C o n s e lh o F i sc a l, o b r i g a m-s e a r e s o lv e r, p o r m e i o d e a r b i t r ag e m, p e r an t e a C âm a r a d e A rb i t ra g e m d o M e rc a do d a BM &F BOVE SP A, d e a co r d o c o m s eu r e s p ec t iv o R e gu l am e n t o d e A r b it r ag em, t od a e qu a l qu e r d i s pu t a o u controvérsia que possa surgir entre eles, relacionada ou or iunda, em especial, da aplicação, validade, efic ácia, interpret ação, violação e seus ef eit os, d a s d ispos iç ões cont id as na L ei d as Soc iedad es p or Aç ões, n o E st at u t o S o c i a l da S o c i ed a de , n as n or ma s e d i t a d a s p e l o C on s e l h o M on et á r io N acion al, pelo Banco C ent ral do Brasil e pela C omissão de Valores M obiliários, bem como n as demais normas aplicáv eis ao fun c ionament o do m e r c ad o d e c ap i t a is e m g e ra l , a l é m d aqu elas c on st an tes d o R egulament o do 112
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    N í ve l 2 , d o R e gu l a m en t o d a C âm a r a d e A r b i t r age m d o M e rc a do , do Regulamento de Sanções e do Contrato de Partic ipação no Nível 2, Parágrafo Único Sem prejuízo da validade desta cláusula arbitral, o r e qu e r i m ent o d e med i d a s d e u rg ê n c i a p e l a s P ar t e s, ant es de constituído o Tribunal Arbit r a l, d ev e r á s e r r e m e t i d o a o P od e r Judic i á r i o , n a f o r ma d o i t e m 5. 1.3 d o R egul a m e n t o da C â mar a de A rb i t ra ge m d o M er c a do . CAPÍTULO XII DISPOSIÇÕES FINAIS A rt igo 4 5 A S o c i e d ad e e n t r a rá e m l i q u i d a ç ã o n os c a s os pr e v i st o s em lei, cabendo à Assembleia Geral det ermi na r o m o d o d e l i q ui d aç ã o e no me ar o liq u id an t e qu e d ever á atu a r n es s e per ío d o , e d ev en d o o C ons elh o F is ca l fu nc ion a r n e st e p er ío d o, ob ede cidas às f ormalidades legais. A rt igo 46 A S o c i eda d e a d o t a r á a s rec o m en d aç õ e s d a C VM e a s p r át ic a s d a BM &FBOVE SP A r ela t iv as à g ov ern an ça c orp or at iv a, ob jet iv and o ot imiz ar o seu desempenh o e prot eger os inv est idores mediant e ações que g a r an t a m t r an sp a rê n c i a, e qu i d ad e d e trat amento aos acionistas e prestação de contas. A rt igo 4 7 Os casos omissos deste Est atut o Social serão resolvidos pela Assembleia Geral, a eles se aplica n d o as d i s p os i çõ e s l e g a is v i g en t es , e s p ec i a l m e n t e a s d is p os i ç õ es d a L e i d as S o c i e dad e s p or Aç õ e s. A rt igo 48 A s d i s p os i ç õ e s c on t i d a s (i) no Parágrafo Ún ico do Artigo 1º; ( ii ) n os iten s (k) e ( l) do Art igo 14; ( i ii ) n o P a rág r af o 3 º d o A rt i g o 1 5; (iv) n os P a r ág r af o s 2 º, 3º e 4º d o A rt i g o 1 6, (v) n o s ite n s (q ) e ( t) e no P a rá g r af o 3 º d o Ar t i g o 18 ; (v i) n o P a r ág r afo 3 º d o A r t i go 2 4; (vii) nos C ap í t u l o s V I , VII, VI I I e X I ; (v ii) n o A r t i go 3 8; e (v ii i) n o A r t igo 4 6 d es t e E st at u t o S o c i a l s om e n t e t er ã o e f i các i a a p a rt i r d a d at a d e pub l i c a ç ã o do Anúncio de In ício de D istribu ição Pú blica de Units referente à primeira d istrib u içã o pú b l i ca d e a ç ões d e e mi s s ã o da S o c i e d ad e e d e a dm iss ão da Sociedade no segmento do Nível 2 da BM&F BOVE SPA 113
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    ATA DA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DA COMPANHIA, REALIZADA EM 9 DE NOVEMBRO DE 2012, QUE APROVOU A REALIZAÇÃO DA OFERTA 115
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    MINUTA DA ATA DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA COMPANHIA QUE APROVARÁ O AUMENTO DE CAPITAL DA COMPANHIA E FIXARÁ O PREÇO POR UNIT 121
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    DECLARAÇÕES DE VERACIDADE DA COMPANHIA E DO COORDENADOR LÍDER PARA FINS DO ARTIGO 56 DA INSTRUÇÃO CVM N.º 400, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2003, CONFORME ALTERADA. 127
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