Maio                      Agenda
    2012
                           Cultural

                                              Os Filhos São Figuras Estremecidas Os
                                              filhos são figuras estremecidas
                                              e, quando dormem, a felicidade
                                              cerra-lhes as pálpebras, toca-lhes
                                              os lábios, ama-os sobre as camas.
                                              É por mim que chamam quando te-
                                              mem
                                              o eclipse e o temporal. Trazem nos ca-
                                              belos
                                              o aroma do leite e da festa das rosas.
                                              Voam-me por entre os dedos, por entre
                                              as malhas da rede de espuma
                                              que lanço a seus pés. Reinam
                                              num sítio de penumbra onde não
                                              me atrevo sequer a dizer quem sou.

                                              José Jorge Letria, in " s Achados da Noite"
                                                                    O
Biblioteca Escolar




                                         Poeta e escritor do
                                         mês:
                                           - José Jorge
   ES —AEFC




                                         Letria
                                         - Sttau
                                         Monteiro


                     Novidades:
                                                               http://sites.google.com/site/
                                                                     kaosorio/obras-digitais
                                                                             —Livros digitais :


                     Só um milagre nos salva, Joaquim Vieira                                      Objectiva
                      Mario; o sonho do Celta, Vargas Losa                                         Quetzal
                      O príncipe da neblina, Carlos Ruiz Zafon                                     Planeta
                      O filho de mil homens, Walter Hugo Mãe                                      Alfaguara
                      A filha da floresta, Juliet Marillier                                       Bertrand
                      Antes de ser feliz, Patrícia Reis                                           D:Quixote
                      O museu da inocência, Orhan Pamuk                                           Presença
Mês das Artes:
    Exposição no átrio da BE :”Do reciclar à obra
    de arte”.




            Ler digital é

             atual!!!!!!!!!




            Artista do Mês :
              Rui Chaves

Nasceu em Lisboa no ano de 1966. Formou-se em Escultu-
ra na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa,
e em 1989 frequentou a Kunstakademie, na Alemanha, sob
a direção de Gerhard Merz. Chafes conduz o espectador,
com frequência para um universo nostálgico e romântico
com os das obras e das exposições/instalações que faz. Pa-
lavras como "sonho", "morte", "manhã", "ferida", entre
outras, levam-nos a esse universo, que é o do romantismo
alemão. Existe em Rui Chafes uma paixão pelo ferro, ma-
terial de eleição do artista, que nada tem a ver com os
bronzes ou os mármores românticos. Realiza esculturas de
chão e de tecto, que se colocam nas paredes como quadros,
                                    que se instalam sobre pe-
                                    anhas como decorativos,
                                    que se deixam nos cantos
                                    das salas como móveis,
                                    que se penduram em ár-
                                    vores como pássaros. Rui
                                    Chafes é também autor
                                    de desenhos. Expôs pela
                                    primeira vez individual-
                                    mente em Lisboa, no ano
                                    de 1986, numa exposição
                                    intitulada Pássaro Ofen-
                                    dido.

Agenda cultural maio pub

  • 1.
    Maio Agenda 2012 Cultural Os Filhos São Figuras Estremecidas Os filhos são figuras estremecidas e, quando dormem, a felicidade cerra-lhes as pálpebras, toca-lhes os lábios, ama-os sobre as camas. É por mim que chamam quando te- mem o eclipse e o temporal. Trazem nos ca- belos o aroma do leite e da festa das rosas. Voam-me por entre os dedos, por entre as malhas da rede de espuma que lanço a seus pés. Reinam num sítio de penumbra onde não me atrevo sequer a dizer quem sou. José Jorge Letria, in " s Achados da Noite" O Biblioteca Escolar Poeta e escritor do mês: - José Jorge ES —AEFC Letria - Sttau Monteiro Novidades: http://sites.google.com/site/ kaosorio/obras-digitais —Livros digitais : Só um milagre nos salva, Joaquim Vieira Objectiva Mario; o sonho do Celta, Vargas Losa Quetzal O príncipe da neblina, Carlos Ruiz Zafon Planeta O filho de mil homens, Walter Hugo Mãe Alfaguara A filha da floresta, Juliet Marillier Bertrand Antes de ser feliz, Patrícia Reis D:Quixote O museu da inocência, Orhan Pamuk Presença
  • 2.
    Mês das Artes: Exposição no átrio da BE :”Do reciclar à obra de arte”. Ler digital é atual!!!!!!!!! Artista do Mês : Rui Chaves Nasceu em Lisboa no ano de 1966. Formou-se em Escultu- ra na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, e em 1989 frequentou a Kunstakademie, na Alemanha, sob a direção de Gerhard Merz. Chafes conduz o espectador, com frequência para um universo nostálgico e romântico com os das obras e das exposições/instalações que faz. Pa- lavras como "sonho", "morte", "manhã", "ferida", entre outras, levam-nos a esse universo, que é o do romantismo alemão. Existe em Rui Chafes uma paixão pelo ferro, ma- terial de eleição do artista, que nada tem a ver com os bronzes ou os mármores românticos. Realiza esculturas de chão e de tecto, que se colocam nas paredes como quadros, que se instalam sobre pe- anhas como decorativos, que se deixam nos cantos das salas como móveis, que se penduram em ár- vores como pássaros. Rui Chafes é também autor de desenhos. Expôs pela primeira vez individual- mente em Lisboa, no ano de 1986, numa exposição intitulada Pássaro Ofen- dido.