CODÓ-MA
2024
ADMINISTRAÇÃO DE SERVIÇOS DE
SAÚDE – SUBSÍDIOS BÁSICOS
ADMINISTRAÇÃO DE SERVIÇOS DE
SAÚDE – SUBSÍDIOS BÁSICOS
ADMINISTRAÇÃO DE SERVIÇOS DE
SAÚDE – SUBSÍDIOS BÁSICOS
ADMINISTRAÇÃO DE SERVIÇOS DE
SAÚDE – SUBSÍDIOS BÁSICOS
ADMINISTRAÇÃO DE SERVIÇOS DE
SAÚDE – SUBSÍDIOS BÁSICOS
ADMINISTRAÇÃO DE SERVIÇOS DE
SAÚDE – SUBSÍDIOS BÁSICOS
ADMINISTRAÇÃO DE SERVIÇOS DE
SAÚDE – SUBSÍDIOS BÁSICOS
ADMINISTRAÇÃO DE SERVIÇOS DE
SAÚDE – SUBSÍDIOS BÁSICOS
ADMINISTRAÇÃO DE SERVIÇOS DE
SAÚDE – SUBSÍDIOS BÁSICOS
ADMINISTRAÇÃO DE SERVIÇOS DE
SAÚDE – SUBSÍDIOS BÁSICOS
ADMINISTRAÇÃO DE SERVIÇOS DE
SAÚDE – SUBSÍDIOS BÁSICOS
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SAÚDE – SUBSÍDIOS BÁSICOS
ADMINISTRAÇÃO DE SERVIÇOS DE
SAÚDE – SUBSÍDIOS BÁSICOS
ADMINISTRAÇÃO DE SERVIÇOS DE
SAÚDE – SUBSÍDIOS BÁSICOS
ADMINISTRAÇÃO DE SERVIÇOS DE
SAÚDE – SUBSÍDIOS BÁSICOS
ADMINISTRAÇÃO DE SERVIÇOS DE
SAÚDE – SUBSÍDIOS BÁSICOS
ADMINISTRAÇÃO DE SERVIÇOS DE
SAÚDE – SUBSÍDIOS BÁSICOS
ADMINISTRAÇÃO DE SERVIÇOS DE
SAÚDE – SUBSÍDIOS BÁSICOS
ADMINISTRAÇÃO DE SERVIÇOS DE
SAÚDE – SUBSÍDIOS BÁSICOS
ADMINISTRAÇÃO DE SERVIÇOS DE
SAÚDE – SUBSÍDIOS BÁSICOS
ADMINISTRAÇÃO DE SERVIÇOS DE
SAÚDE – SUBSÍDIOS BÁSICOS
ADMINISTRAÇÃO DE SERVIÇOS DE
SAÚDE – SUBSÍDIOS BÁSICOS
• QUEM É O LÍDER DA SUA CASA? (ESCOLA)
• QUEM É A SEGUNDA PESSOA QUE ORDENA
AS SITUAÇÕES?
• QUEM RECEBE O ORDENAMENTO?
• QUEM SÃO OS BENEFICIADOS?
CONSTRUÇÃO DE ORGANOGRAMA
DISPOSIÇÕES GERAIS
DISPOSIÇÕES GERAIS
DISPOSIÇÕES GERAIS
→ Determinantes e condicionantes da saúde:
ALIMENTAÇÃO MORADIA
SANEAMENTO
BÁSICO
MEIO
AMBIENTE
TRABALHO RENDA
EDUCAÇÃO
ATIVIDADE
FÍSICA
TRANSPORTE
LAZER
ACESSO AOS BENS E SERVIÇOS
ESSENCIAIS
OBJETIVOS
→ A identificação e divulgação dos fatores condicionantes
e determinantes da saúde;
→ A formulação de políticas de saúde;
→ A assistência às pessoas (promoção, recuperação e
proteção da saúde (atividades assistenciais e preventivas).
PRINCÍPIOS E
DIRETRIZES
INTEGRALIDADE
PRESERVAÇÃO DA
AUTONOMIA
DIVULGAÇÃO DE
INFORMAÇÕES
DIREITO A
INFORMAÇÃO
PARTICIPAÇÃO
DA
COMUNIDADE
DESCENTRALIZAÇÃ
O
UNIVERSALIDAD
E
IGUALDADE
(EQUIDADE)
UTILIZAÇÃO DA
EPIDEMIOLOGIA
EVITAR DUPLICIDADE DE MEIOS PARA FINS IDÊNTICOS
HIERARQUIZAÇÃ
O
REGIONALIZAÇÃO
ORGANIZAÇÃO
DESCENTRALIZAÇÃ
O
HIERARQUIZAÇÃ
O
REGIONALIZAÇÃO
Hospitais de referência, que
resolvem 5 % dos problemas
de saúde da população.
Centros de especialidades,
que resolvem 15% dos
problemas de saúde da
população.
UBS, que resolvem 80% dos
problemas de saúde da
população.
ORGANIZAÇÃO
DESCENTRALIZAÇÃ
O
HIERARQUIZAÇÃ
O
REGIONALIZAÇÃO
REGIÕES DE
SAÚDE
Intramunicipais
Intraestaduais
Interestaduais
Fronteiriças
ORGANIZAÇÃO
DESCENTRALIZAÇÃ
O
REGIONALIZAÇÃO
REGIÕES DE
SAÚDE
Atenção primária
Urgência e
emergência
Atenção
psicossocial
Atenção
ambulatorial
especializada e
hospitalar
Vigilância em
saúde
ORGANIZAÇÃO
ABRANGÊNCIA
DAS AÇÕES DE
SAÚDE
Municípios
Regiões de Saúde
Macrorregiões de
Saúde
Atenção básica e
vigilância
epidemiológica
Parte das ações
de média
complexidade
Parte das ações
de média
complexidade e
as de alta
complexidade
ORGANIZAÇÃO
ORGANIZAÇÃO
ORGANIZAÇÃO
PROFISSIONAIS
DE SAÚDE
Até 2 cargos
Quando houver
compatibilidade de
horário
Exceto os ocupantes
de cargos ou função de
chefia, direção ou
assessoramento, em
tempo integral
DIREÇÃO
DIREÇÃO DO SUS
União
Estados/DF
Municípios
Ministério da
Saúde
SES ou órgão
equivalente
SMS ou órgão
equivalente
COMPETÊNCIAS
VIGILÂNCIA
SANITÁRIA
VIGILÂNCIA
EPIDEMIOLÓGICA
SANEAMENTO
BÁSICO
MEIO
AMBIENTE
SAÚDE DO
TRABALHADOR
FISCALIZAÇÃO E A
INSPEÇÃO DE
ALIMENTOS, ÁGUA E
BEBIDAS
ASSISTÊNCIA
TERAPÊUTICA
INTEGRAL,
INCLUSIVE
FARMACÊUTICA
CONTROLE SOCIAL
CONFERÊNCIA DE SAÚDE CONSELHO DE SAÚDE
A cada 4 anos
Avaliar a situação de saúde
Propor diretrizes
Convocada pelo poder
Executivo
Extraordinariamente pelo
Conselho de Saúde
Caráter permanente e
deliberativo
Formulação de estratégias
Controle da execução da
política de saúde
Inclusive nos aspectos
econômicos e financeiros
Composição paritária
50%
usuários
25%
trabalhadore
s de saúde
25% gestores
e prestadores
de serviços
do SUS
b) Restaurativa:
 Diagnóstico, ambulatório e internação.
 Tratamento da doença: curativa e paliativa,
envolvendo os procedimentos médicos, cirúrgicos
e especiais.
 Reabilitação: física, mental e social.
 Cuidados de emergência: acidentes e doenças (mal
súbito).
c) Ensino:
 Formação de técnicos de nível médio e graduação
médica/paramédica.
 Pós-graduação: especialização a praticantes em
geral.
 Interessados em medicina social.
 Outras profissões correlatas.
d) Pesquisa:
 Aspectos sociais, psicológicos e físicos da saúde e
da doença.
 Práticas hospitalares, técnicas e administrativas.
CLASSIFICAÇÃO DOS HOSPITAIS
 A classificação hospitalar supõe uma série de
requisitos que tem por objetivo medir o
desempenho em termos de serviços
prestados, com base em padrões preestabelecidos
pelo Ministério da Saúde, cuja finalidade é
estimular a melhoria do atendimento prestado ao
paciente, elevando o padrão das instituições.
 ASSISTÊNCIA:
 Geral: é aquela prestada por hospitais gerais (que
atendem a muitas enfermidades).
 Especializada: é aquela prestada por hospitais
especializados, como por exemplo, tuberculose,
doenças mentais, câncer, etc.
 NÍVEL DE COMPETÊNCIA (NÍVEL DE SERVIÇOS
MÉDICOS):
 Hospital primário: profilaxia, prevenção, clínica
básica.
 Hospital secundário: básico, sem recursos
avançados.
 Hospital terciário: nível tecnológico desenvolvido.
 O PROVIMENTO CABE DIRETA OU
INDIRETAMENTE À ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA,
PODENDO SER:
 Administração central: o hospital é mantido por
órgãos da administração centralizada federal,
estadual e municipal.
 Administração descentralizada ou paraestatal: o
hospital é mantido por órgãos da administração
descentralizada federal, estadual ou municipal, pelas
sociedades de economia mista ou por fundação.
 Tamanho em relação ao número de leitos:
 Hospital de pequeno porte: entre 25 a 49 leitos.
 Hospital de médio porte: entre 50 a 149 leitos.
 Hospital de grande porte: entre 150 a 500 leitos.
 Hospital de porte especial ou extra: mais de 500
leitos.
 Grupo etário:
 Hospital infantil: destina-se assistir pacientes com idade de
até doze anos, podendo essa faixa etária máxima variar em
alguns hospitais.
 Hospital geriátrico: destina-se a assistir pacientes idosos.
 Hospital de adultos: destina-se a assistir o paciente adulto.
 Faculdade do exercício profissional médico:
 Hospital de corpo clínico aberto: permite a qualquer médico a
internação e a assistência a seus pacientes.
 Hospital de corpo clínico fechado: só permite o exercício da
medicina àqueles médicos que compõem seu corpo clínico.
HUMANIZAÇÃO
→ Resgate de movimentos de recuperação de valores humanos
esquecidos pela sociedade
→ Revisão de valores e atitudes
→ Assistência de maior qualidade
→ Aliança das competências técnicas e tecnológicas aliadas ao respeito
das relações humanas
A ÉTICA NO CONTEXTO
DA HUMANIZAÇÃO
→ Ética é inerente ao serviço
→ Inclusão da humanização nos serviços de saúde
→ As profissões que se destinam ao cuidado são, na prática, ético-
dependentes
▪ relação direta com o respeito e o cuidado de não causar dano
▪ garantir que a manutenção e recuperação da saúde será prioridade
O PODER UNILATERAL
→ Profissional da Saúde: o detentor do poder
▪ paciente deverá aceitar todas as decisões que serão tomadas
o Crenças?
o Valores?
o Preceitos?
o Consentimento?
O PODER UNILATERAL
→ Correção e adequação das normas e rotinas para que as relações entre
as pessoas sejam mais humanizadas
→ Ambiente humanizado:
▪ relação interpessoal do paciente com a equipe de saúde de forma
equilibrada e adequada
▪ estrutura física e recursos materiais operacionais, que são de
extrema importância para a sua melhor recuperação
MARCO TEÓRICO
→ Humanização em serviços de saúde
▪ política que modifica a relação entre pacientes, trabalhadores e gestores
▪ valorização do conhecimento de cada um desses atores
▪ a busca pela resolução de um problema será em conjunto
→Cada indivíduo responde de maneira individualizada a um problema
▪ Necessidade de empatia e respeito entre as partes
▪ se colocar no lugar do outro para entender qual o significado da situação
PRÁTICAS DE
HUMANIZAÇÃO
→ A ambiência está diretamente relacionada à prática de humanização
▪ pode garantir conforto ao paciente
▪ as condições físicas do ambiente de trabalho que deve oferecer boa ergonomia
para o trabalhador e deve ser acolhedor para o paciente
▪ acesso a materiais essenciais para garantir segurança mútua para o paciente e o
trabalhador
PRÁTICAS DE
HUMANIZAÇÃO
→ Cultura organizacional de valorização do trabalhador
→ O paciente deve ser parte de todo o processo de decisão
▪ acesso fidedigno às informações de seu cuidado, assim como sua
família
▪ presença de familiares
• oferece apoio para o paciente
• permite que a família esteja preparada para a necessidade de
continuidade do tratamento em casa
PRÁTICAS DE
HUMANIZAÇÃO
→ As práticas de humanização estão baseadas no respeito a todos os
envolvidos no processo do cuidar
PRONTUÁRIO
PRONTUÁRIO
PRONTUÁRIO
Administração em enfermagem - conceitos e aplicabilidade
Administração em enfermagem - conceitos e aplicabilidade
Administração em enfermagem - conceitos e aplicabilidade
Administração em enfermagem - conceitos e aplicabilidade
Administração em enfermagem - conceitos e aplicabilidade
Administração em enfermagem - conceitos e aplicabilidade
Administração em enfermagem - conceitos e aplicabilidade
Administração em enfermagem - conceitos e aplicabilidade
Administração em enfermagem - conceitos e aplicabilidade
Administração em enfermagem - conceitos e aplicabilidade
Administração em enfermagem - conceitos e aplicabilidade
Administração em enfermagem - conceitos e aplicabilidade
Administração em enfermagem - conceitos e aplicabilidade
Administração em enfermagem - conceitos e aplicabilidade
Administração em enfermagem - conceitos e aplicabilidade
Administração em enfermagem - conceitos e aplicabilidade
Administração em enfermagem - conceitos e aplicabilidade
Administração em enfermagem - conceitos e aplicabilidade
Administração em enfermagem - conceitos e aplicabilidade
Administração em enfermagem - conceitos e aplicabilidade
Administração em enfermagem - conceitos e aplicabilidade
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Administração em enfermagem - conceitos e aplicabilidade
Administração em enfermagem - conceitos e aplicabilidade
Administração em enfermagem - conceitos e aplicabilidade
Administração em enfermagem - conceitos e aplicabilidade

Administração em enfermagem - conceitos e aplicabilidade

  • 1.
  • 10.
    ADMINISTRAÇÃO DE SERVIÇOSDE SAÚDE – SUBSÍDIOS BÁSICOS
  • 11.
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  • 32.
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  • 33.
    ADMINISTRAÇÃO DE SERVIÇOSDE SAÚDE – SUBSÍDIOS BÁSICOS
  • 34.
    • QUEM ÉO LÍDER DA SUA CASA? (ESCOLA) • QUEM É A SEGUNDA PESSOA QUE ORDENA AS SITUAÇÕES? • QUEM RECEBE O ORDENAMENTO? • QUEM SÃO OS BENEFICIADOS? CONSTRUÇÃO DE ORGANOGRAMA
  • 36.
  • 37.
  • 38.
    DISPOSIÇÕES GERAIS → Determinantese condicionantes da saúde: ALIMENTAÇÃO MORADIA SANEAMENTO BÁSICO MEIO AMBIENTE TRABALHO RENDA EDUCAÇÃO ATIVIDADE FÍSICA TRANSPORTE LAZER ACESSO AOS BENS E SERVIÇOS ESSENCIAIS
  • 39.
    OBJETIVOS → A identificaçãoe divulgação dos fatores condicionantes e determinantes da saúde; → A formulação de políticas de saúde; → A assistência às pessoas (promoção, recuperação e proteção da saúde (atividades assistenciais e preventivas).
  • 40.
    PRINCÍPIOS E DIRETRIZES INTEGRALIDADE PRESERVAÇÃO DA AUTONOMIA DIVULGAÇÃODE INFORMAÇÕES DIREITO A INFORMAÇÃO PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE DESCENTRALIZAÇÃ O UNIVERSALIDAD E IGUALDADE (EQUIDADE) UTILIZAÇÃO DA EPIDEMIOLOGIA EVITAR DUPLICIDADE DE MEIOS PARA FINS IDÊNTICOS HIERARQUIZAÇÃ O REGIONALIZAÇÃO
  • 41.
    ORGANIZAÇÃO DESCENTRALIZAÇÃ O HIERARQUIZAÇÃ O REGIONALIZAÇÃO Hospitais de referência,que resolvem 5 % dos problemas de saúde da população. Centros de especialidades, que resolvem 15% dos problemas de saúde da população. UBS, que resolvem 80% dos problemas de saúde da população.
  • 42.
  • 43.
    ORGANIZAÇÃO DESCENTRALIZAÇÃ O REGIONALIZAÇÃO REGIÕES DE SAÚDE Atenção primária Urgênciae emergência Atenção psicossocial Atenção ambulatorial especializada e hospitalar Vigilância em saúde
  • 44.
    ORGANIZAÇÃO ABRANGÊNCIA DAS AÇÕES DE SAÚDE Municípios Regiõesde Saúde Macrorregiões de Saúde Atenção básica e vigilância epidemiológica Parte das ações de média complexidade Parte das ações de média complexidade e as de alta complexidade
  • 45.
  • 46.
  • 47.
    ORGANIZAÇÃO PROFISSIONAIS DE SAÚDE Até 2cargos Quando houver compatibilidade de horário Exceto os ocupantes de cargos ou função de chefia, direção ou assessoramento, em tempo integral
  • 48.
    DIREÇÃO DIREÇÃO DO SUS União Estados/DF Municípios Ministérioda Saúde SES ou órgão equivalente SMS ou órgão equivalente
  • 49.
    COMPETÊNCIAS VIGILÂNCIA SANITÁRIA VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA SANEAMENTO BÁSICO MEIO AMBIENTE SAÚDE DO TRABALHADOR FISCALIZAÇÃO EA INSPEÇÃO DE ALIMENTOS, ÁGUA E BEBIDAS ASSISTÊNCIA TERAPÊUTICA INTEGRAL, INCLUSIVE FARMACÊUTICA
  • 50.
    CONTROLE SOCIAL CONFERÊNCIA DESAÚDE CONSELHO DE SAÚDE A cada 4 anos Avaliar a situação de saúde Propor diretrizes Convocada pelo poder Executivo Extraordinariamente pelo Conselho de Saúde Caráter permanente e deliberativo Formulação de estratégias Controle da execução da política de saúde Inclusive nos aspectos econômicos e financeiros Composição paritária 50% usuários 25% trabalhadore s de saúde 25% gestores e prestadores de serviços do SUS
  • 60.
    b) Restaurativa:  Diagnóstico,ambulatório e internação.  Tratamento da doença: curativa e paliativa, envolvendo os procedimentos médicos, cirúrgicos e especiais.  Reabilitação: física, mental e social.  Cuidados de emergência: acidentes e doenças (mal súbito).
  • 61.
    c) Ensino:  Formaçãode técnicos de nível médio e graduação médica/paramédica.  Pós-graduação: especialização a praticantes em geral.  Interessados em medicina social.  Outras profissões correlatas. d) Pesquisa:  Aspectos sociais, psicológicos e físicos da saúde e da doença.  Práticas hospitalares, técnicas e administrativas.
  • 62.
    CLASSIFICAÇÃO DOS HOSPITAIS A classificação hospitalar supõe uma série de requisitos que tem por objetivo medir o desempenho em termos de serviços prestados, com base em padrões preestabelecidos pelo Ministério da Saúde, cuja finalidade é estimular a melhoria do atendimento prestado ao paciente, elevando o padrão das instituições.
  • 63.
     ASSISTÊNCIA:  Geral:é aquela prestada por hospitais gerais (que atendem a muitas enfermidades).  Especializada: é aquela prestada por hospitais especializados, como por exemplo, tuberculose, doenças mentais, câncer, etc.
  • 64.
     NÍVEL DECOMPETÊNCIA (NÍVEL DE SERVIÇOS MÉDICOS):  Hospital primário: profilaxia, prevenção, clínica básica.  Hospital secundário: básico, sem recursos avançados.  Hospital terciário: nível tecnológico desenvolvido.
  • 65.
     O PROVIMENTOCABE DIRETA OU INDIRETAMENTE À ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, PODENDO SER:  Administração central: o hospital é mantido por órgãos da administração centralizada federal, estadual e municipal.  Administração descentralizada ou paraestatal: o hospital é mantido por órgãos da administração descentralizada federal, estadual ou municipal, pelas sociedades de economia mista ou por fundação.
  • 66.
     Tamanho emrelação ao número de leitos:  Hospital de pequeno porte: entre 25 a 49 leitos.  Hospital de médio porte: entre 50 a 149 leitos.  Hospital de grande porte: entre 150 a 500 leitos.  Hospital de porte especial ou extra: mais de 500 leitos.
  • 67.
     Grupo etário: Hospital infantil: destina-se assistir pacientes com idade de até doze anos, podendo essa faixa etária máxima variar em alguns hospitais.  Hospital geriátrico: destina-se a assistir pacientes idosos.  Hospital de adultos: destina-se a assistir o paciente adulto.  Faculdade do exercício profissional médico:  Hospital de corpo clínico aberto: permite a qualquer médico a internação e a assistência a seus pacientes.  Hospital de corpo clínico fechado: só permite o exercício da medicina àqueles médicos que compõem seu corpo clínico.
  • 89.
    HUMANIZAÇÃO → Resgate demovimentos de recuperação de valores humanos esquecidos pela sociedade → Revisão de valores e atitudes → Assistência de maior qualidade → Aliança das competências técnicas e tecnológicas aliadas ao respeito das relações humanas
  • 90.
    A ÉTICA NOCONTEXTO DA HUMANIZAÇÃO → Ética é inerente ao serviço → Inclusão da humanização nos serviços de saúde → As profissões que se destinam ao cuidado são, na prática, ético- dependentes ▪ relação direta com o respeito e o cuidado de não causar dano ▪ garantir que a manutenção e recuperação da saúde será prioridade
  • 91.
    O PODER UNILATERAL →Profissional da Saúde: o detentor do poder ▪ paciente deverá aceitar todas as decisões que serão tomadas o Crenças? o Valores? o Preceitos? o Consentimento?
  • 92.
    O PODER UNILATERAL →Correção e adequação das normas e rotinas para que as relações entre as pessoas sejam mais humanizadas → Ambiente humanizado: ▪ relação interpessoal do paciente com a equipe de saúde de forma equilibrada e adequada ▪ estrutura física e recursos materiais operacionais, que são de extrema importância para a sua melhor recuperação
  • 93.
    MARCO TEÓRICO → Humanizaçãoem serviços de saúde ▪ política que modifica a relação entre pacientes, trabalhadores e gestores ▪ valorização do conhecimento de cada um desses atores ▪ a busca pela resolução de um problema será em conjunto →Cada indivíduo responde de maneira individualizada a um problema ▪ Necessidade de empatia e respeito entre as partes ▪ se colocar no lugar do outro para entender qual o significado da situação
  • 94.
    PRÁTICAS DE HUMANIZAÇÃO → Aambiência está diretamente relacionada à prática de humanização ▪ pode garantir conforto ao paciente ▪ as condições físicas do ambiente de trabalho que deve oferecer boa ergonomia para o trabalhador e deve ser acolhedor para o paciente ▪ acesso a materiais essenciais para garantir segurança mútua para o paciente e o trabalhador
  • 95.
    PRÁTICAS DE HUMANIZAÇÃO → Culturaorganizacional de valorização do trabalhador → O paciente deve ser parte de todo o processo de decisão ▪ acesso fidedigno às informações de seu cuidado, assim como sua família ▪ presença de familiares • oferece apoio para o paciente • permite que a família esteja preparada para a necessidade de continuidade do tratamento em casa
  • 96.
    PRÁTICAS DE HUMANIZAÇÃO → Aspráticas de humanização estão baseadas no respeito a todos os envolvidos no processo do cuidar
  • 101.
  • 102.
  • 103.