A mãe, o filho e a Síndrome
de Down
Aluna: Juliana Roza
Universidade Federal de Santa Maria
Educação Especial Noturno
Processos Investigativos Em Educação
Professora Elena Mallmann
 O presente estudo objetivou investigar,O presente estudo objetivou investigar,
psicanaliticamenpsicanaliticamente, as experiências de, as experiências de
mães na criação e educação de filhosmães na criação e educação de filhos
com síndrome de Down.com síndrome de Down.
 A pesquisa consistiu na realização deA pesquisa consistiu na realização de
entrevista aberta com quatro mães.entrevista aberta com quatro mães.
Sendo a alteração genética de maior
ocorrência em todo o mundo, a Síndrome
de Down (SD) gera vários problemas
inclusive deficiência mental.
Sabemos o quanto o nascimento de um
bebê com SD pode ser um elemento
perturbador na vida pessoal dos pais e da
família.
O que facilitaria seu desenvolvimento, paraO que facilitaria seu desenvolvimento, para
Winnicott, seria a dedicação quase total daWinnicott, seria a dedicação quase total da
mãe para com o bebê, promovendo-lhe ummãe para com o bebê, promovendo-lhe um
ambiente acolhedor, atento e cuidadosoambiente acolhedor, atento e cuidadoso..
Isto, é claro, não significa que o pai ouIsto, é claro, não significa que o pai ou
outra pessoa não possa assumir esteoutra pessoa não possa assumir este
lugar.lugar.
 O primeiro campo psicológico não-
consciente: O luto, associado ao
diagnóstico de SD. Sentiam uma imensa
dor, que lhes parecia eterna assemelhava-
se à de um luto, embora tivesse bebês
cheio de vida. Sensação de fracasso
materno por ter gerado um filho imperfeito.
Foram encontrados dois campos
psicológicos
 O segundo campo psicológico refere-se às
muitas dúvidas levantadas pelas mães
entrevistadas a respeito do futuro de seus
filhos com SD. As atitudes preconceituosas
e as discriminações sociais frente à
deficiência provocam preocupação e temor
pelos filhos, prevendo as dificuldades que
terão no futuro.
Mesmo diante das dificuldades de seus
filhos em se tornarem pessoas
autônomas, as mães entrevistadas
continuam no estado de preocupação
materna,, não importando a idade de seus
filhos.
Consideramos que todas as reflexões que
advieram desta pesquisa fazem parte do
drama humano e, como tal, requerem
atenção, acolhimento e constante estudo.
Acreditamos que este trabalho tenha dado
a possibilidade do ser humano redescobrir
a vida, aprendendo com o inesperado
apresentado diante de seus sentidos.
ReferênciasReferências
Couto, T.H.A.M, Tachibana, M. & Aiello
-Vaisberg, T.M.J. (2007). Mãe, o filho e a
síndrome de Down.
Paidéia, 2007, 17 (37), 265-272
Disponível em www.scielo.br/paideia
ReferênciasReferências
Couto, T.H.A.M, Tachibana, M. & Aiello
-Vaisberg, T.M.J. (2007). Mãe, o filho e a
síndrome de Down.
Paidéia, 2007, 17 (37), 265-272
Disponível em www.scielo.br/paideia

A mãe, o filho e a síndrome

  • 1.
    A mãe, ofilho e a Síndrome de Down Aluna: Juliana Roza Universidade Federal de Santa Maria Educação Especial Noturno Processos Investigativos Em Educação Professora Elena Mallmann
  • 2.
     O presenteestudo objetivou investigar,O presente estudo objetivou investigar, psicanaliticamenpsicanaliticamente, as experiências de, as experiências de mães na criação e educação de filhosmães na criação e educação de filhos com síndrome de Down.com síndrome de Down.  A pesquisa consistiu na realização deA pesquisa consistiu na realização de entrevista aberta com quatro mães.entrevista aberta com quatro mães.
  • 3.
    Sendo a alteraçãogenética de maior ocorrência em todo o mundo, a Síndrome de Down (SD) gera vários problemas inclusive deficiência mental. Sabemos o quanto o nascimento de um bebê com SD pode ser um elemento perturbador na vida pessoal dos pais e da família.
  • 4.
    O que facilitariaseu desenvolvimento, paraO que facilitaria seu desenvolvimento, para Winnicott, seria a dedicação quase total daWinnicott, seria a dedicação quase total da mãe para com o bebê, promovendo-lhe ummãe para com o bebê, promovendo-lhe um ambiente acolhedor, atento e cuidadosoambiente acolhedor, atento e cuidadoso.. Isto, é claro, não significa que o pai ouIsto, é claro, não significa que o pai ou outra pessoa não possa assumir esteoutra pessoa não possa assumir este lugar.lugar.
  • 5.
     O primeirocampo psicológico não- consciente: O luto, associado ao diagnóstico de SD. Sentiam uma imensa dor, que lhes parecia eterna assemelhava- se à de um luto, embora tivesse bebês cheio de vida. Sensação de fracasso materno por ter gerado um filho imperfeito. Foram encontrados dois campos psicológicos
  • 6.
     O segundocampo psicológico refere-se às muitas dúvidas levantadas pelas mães entrevistadas a respeito do futuro de seus filhos com SD. As atitudes preconceituosas e as discriminações sociais frente à deficiência provocam preocupação e temor pelos filhos, prevendo as dificuldades que terão no futuro.
  • 7.
    Mesmo diante dasdificuldades de seus filhos em se tornarem pessoas autônomas, as mães entrevistadas continuam no estado de preocupação materna,, não importando a idade de seus filhos.
  • 8.
    Consideramos que todasas reflexões que advieram desta pesquisa fazem parte do drama humano e, como tal, requerem atenção, acolhimento e constante estudo. Acreditamos que este trabalho tenha dado a possibilidade do ser humano redescobrir a vida, aprendendo com o inesperado apresentado diante de seus sentidos.
  • 9.
    ReferênciasReferências Couto, T.H.A.M, Tachibana,M. & Aiello -Vaisberg, T.M.J. (2007). Mãe, o filho e a síndrome de Down. Paidéia, 2007, 17 (37), 265-272 Disponível em www.scielo.br/paideia
  • 10.
    ReferênciasReferências Couto, T.H.A.M, Tachibana,M. & Aiello -Vaisberg, T.M.J. (2007). Mãe, o filho e a síndrome de Down. Paidéia, 2007, 17 (37), 265-272 Disponível em www.scielo.br/paideia