A DISPUTA DE EGOS DIANTE DA LE DA CAUSA E EFEITO
Autor Tania Paupitz - tania.paupitz@gmail.com
Quando nos indispomos com alguém, diante da nossa convicção entre estarmos
certos ou errados, especialmente, em detrimento de conflitos e
pensamentos opostos, o mais salutar será sempre optar pelo caminho do bom
senso, oportunizando-nos darmos um passo atrás, partindo do pressuposto que
“entre mortos e feridos” nunca haverá vencedores.
Aprender a ouvir, calando-se no momento oportuno, é o grande desafio em
qualquer tipo de disputa, nos conferindo a possibilidade de reconhecermos nossa
humanidade de pessoas falíveis e imperfeitas, em fase de crescimento
evolutivo. Quando recuamos de qualquer embate, nosso Ego se rende, deixando
passar para nossa consciência, um pouco daquele aspecto sombrio que todos temos
que aprender a lidar e que, constantemente estamos querendo nos livrar...
Jung o famoso Psiquiatra suíço, fundador da Psicologia Analítica, que desenvolveu
os conceitos da personalidade afirma que: “Quando conseguimos encarar nossas
fraquezas internas, nossos limites, aceitando e acolhendo nosso lado rejeitado,
desinteressante, feio, àquele que temos vergonha e medo de mostrar aos outros,
estaremos dando um passo para integração da nossa sombra”.
Aprender a lidar com nosso lado “feio”, acolhendo aquilo que nos pertence, nos
confere a possibilidade de aceitarmos as pessoas como elas são, deixando de
experenciar conflitos desnecessários, adquirindo em paralelo uma convivência
saudável conosco, buscando acelerar dentro de nós o processo da autoaceitação
visando o " autoencontro", diante de nosso verdadeiro propósito de vida.
O nosso recuar frente a qualquer “embate pessoal”, sempre sera benéfico para
ambas as partes, pois irá gerar a oportunidade de ambos repensarem suas
atitudes, descerem do pedestal de sua arrogância e prepotência, visualizando sua
pequenez espiritual que servira como base de aprendizado para seu processo
evolutivo.
Enquanto um não decidir sair do seu “pedestal”, da sua certeza intrínseca diante
de um fato, muitas vezes banal, não teremos vencedores, apenas pessoas feridas
diante do seu “amor próprio”, onde um sairá como vítima e o outro como àquele
que conseguiu vencer a i mesmo.
No Evangelho segundo o Espiritismo capítulo V – item 4 – Lei da Causa e Efeitos,
encontramos: “ Á quem entoa, há de o homem responsabilizar por todas essas
aflições, senão a si mesmo?
O homem, pois em grande número de casos, é o causador de seus próprios
infortúnios, mas, em vez de reconhece-lo, acha mais simples, menos humilhante
para sua vaidade acusar a sorte, a providencia, a má fortuna, a má estrela, ao
passo que a má estrela é apenas sua incúria”.
Acordar para nossas aflições, indubitavelmente, nos trará a compreensão de
que somos os únicos responsáveis por toda e qualquer situação criada ao nosso
derredor, obrigando-nos a refletir sobre nossos próprios deslizes, reconhecendo
que aquele que nos feriu, está de alguma forma, contribuindo para alavancar
nosso processo da Reforma Interior, sinalizando algo que em nós precisa ser
mudado; trazido à luz da consciência em prol do nosso burilamento pessoal.
Comodo e seguro é, estarmos em nossa zona de conforto, isolando-nos do mundo e
das pessoas que nos cercam, acreditando que nada e, nem ninguém ira tirar nossa
paz, porém com o tempo, vamos nos dando conta de que são exatamente as
pessoas de nosso convívio, as primeiras a nos mostrar nossas falhas e deslizes,
especialmente, diante de relacionamento tóxicos que, servem exatamente para
alavancar nossa caminhada para o bem geral, diante das nossas dores de
crescimento.
Concluindo: A lei da causa e efeito, sincronizada às Leis da liberdade e da
Responsabilidade” determina o rumo da existência humana. Portanto, somos livres
para pensar e agir, porem somos responsáveis por aquilo que fazemos, pensamos
ou deixamos de fazer. (Evangelho segundo O Espiritismo).
Sócrates: “Transforma as pedras que você tropeça nas pedras da sua escada! ”

A dIsputa de EGOS diante da Lei de Causa e Efeito

  • 1.
    A DISPUTA DEEGOS DIANTE DA LE DA CAUSA E EFEITO Autor Tania Paupitz - tania.paupitz@gmail.com Quando nos indispomos com alguém, diante da nossa convicção entre estarmos certos ou errados, especialmente, em detrimento de conflitos e pensamentos opostos, o mais salutar será sempre optar pelo caminho do bom senso, oportunizando-nos darmos um passo atrás, partindo do pressuposto que “entre mortos e feridos” nunca haverá vencedores. Aprender a ouvir, calando-se no momento oportuno, é o grande desafio em qualquer tipo de disputa, nos conferindo a possibilidade de reconhecermos nossa humanidade de pessoas falíveis e imperfeitas, em fase de crescimento evolutivo. Quando recuamos de qualquer embate, nosso Ego se rende, deixando passar para nossa consciência, um pouco daquele aspecto sombrio que todos temos que aprender a lidar e que, constantemente estamos querendo nos livrar... Jung o famoso Psiquiatra suíço, fundador da Psicologia Analítica, que desenvolveu os conceitos da personalidade afirma que: “Quando conseguimos encarar nossas fraquezas internas, nossos limites, aceitando e acolhendo nosso lado rejeitado, desinteressante, feio, àquele que temos vergonha e medo de mostrar aos outros, estaremos dando um passo para integração da nossa sombra”. Aprender a lidar com nosso lado “feio”, acolhendo aquilo que nos pertence, nos confere a possibilidade de aceitarmos as pessoas como elas são, deixando de experenciar conflitos desnecessários, adquirindo em paralelo uma convivência saudável conosco, buscando acelerar dentro de nós o processo da autoaceitação visando o " autoencontro", diante de nosso verdadeiro propósito de vida. O nosso recuar frente a qualquer “embate pessoal”, sempre sera benéfico para ambas as partes, pois irá gerar a oportunidade de ambos repensarem suas atitudes, descerem do pedestal de sua arrogância e prepotência, visualizando sua pequenez espiritual que servira como base de aprendizado para seu processo evolutivo. Enquanto um não decidir sair do seu “pedestal”, da sua certeza intrínseca diante de um fato, muitas vezes banal, não teremos vencedores, apenas pessoas feridas diante do seu “amor próprio”, onde um sairá como vítima e o outro como àquele que conseguiu vencer a i mesmo. No Evangelho segundo o Espiritismo capítulo V – item 4 – Lei da Causa e Efeitos, encontramos: “ Á quem entoa, há de o homem responsabilizar por todas essas aflições, senão a si mesmo? O homem, pois em grande número de casos, é o causador de seus próprios infortúnios, mas, em vez de reconhece-lo, acha mais simples, menos humilhante para sua vaidade acusar a sorte, a providencia, a má fortuna, a má estrela, ao passo que a má estrela é apenas sua incúria”.
  • 2.
    Acordar para nossasaflições, indubitavelmente, nos trará a compreensão de que somos os únicos responsáveis por toda e qualquer situação criada ao nosso derredor, obrigando-nos a refletir sobre nossos próprios deslizes, reconhecendo que aquele que nos feriu, está de alguma forma, contribuindo para alavancar nosso processo da Reforma Interior, sinalizando algo que em nós precisa ser mudado; trazido à luz da consciência em prol do nosso burilamento pessoal. Comodo e seguro é, estarmos em nossa zona de conforto, isolando-nos do mundo e das pessoas que nos cercam, acreditando que nada e, nem ninguém ira tirar nossa paz, porém com o tempo, vamos nos dando conta de que são exatamente as pessoas de nosso convívio, as primeiras a nos mostrar nossas falhas e deslizes, especialmente, diante de relacionamento tóxicos que, servem exatamente para alavancar nossa caminhada para o bem geral, diante das nossas dores de crescimento. Concluindo: A lei da causa e efeito, sincronizada às Leis da liberdade e da Responsabilidade” determina o rumo da existência humana. Portanto, somos livres para pensar e agir, porem somos responsáveis por aquilo que fazemos, pensamos ou deixamos de fazer. (Evangelho segundo O Espiritismo). Sócrates: “Transforma as pedras que você tropeça nas pedras da sua escada! ”