A CAVERNA MÁGICA Fonte:  O Livro das Virtudes II, de William J. Bennett Formatação: Iracema- Abril 2009 Imagens: Internet
Era uma vez uma mulher que morava numa casinha modesta ao pé de uma montanha, onde havia uma grande floresta.
Tinha um filho a quem amava muito.
No solstício de verão, a mulher levou o filho para colher os morangos maravilhosos que havia na floresta. Subiram a montanha e chegaram a um lugar coberto de morangos maiores, mais vermelhos e mais saborosos que já tinham visto.
Colheram quantos puderam. Mas tão logo a mulher encheu a cesta...
Viu se abrir a porta de uma grande caverna diante dela!
Enormes pilhas de ouro brilhavam no chão, e três anjos guardavam o tesouro. Entre, boa mulher- disseram os anjos.  - Leve quanto ouro puder pegar de uma só vez.
A mulher entrou na caverna e, segurando o filho pela mão, pegou um punhado de moedas de ouro e pôs no avental.  Mas o toque do ouro despertou uma enorme cobiça e, esquecendo o filho, pegou mais dois punhados de moedas e saiu correndo da caverna.
No mesmo instante ouviu um estrondo atrás dela e uma voz trovejou: MULHER INFELIZ! PERDEU SEU FILHO ATÉ O PRÓXIMO SOLSTÍCIO DE VERÃO. A PORTA DA CAVERNA SE FECHOU E A CRIANÇA FICOU PRESA LÁ DENTRO.
 
A pobre mulher torceu as mãos desesperada, chorou e implorou, mas não adiantou, e ela foi para casa sem o filho.
Voltou todos os dias ao lugar, mas a porta nunca mais se abriu e ela não conseguiu mais encontrar a caverna.
No ano seguinte, no solstício de verão, ela acordou bem cedo e foi correndo ao lugar.
Ao chegar encontrou a porta aberta. As pilhas de ouro brilhavam no chão e os três anjos guardavam o tesouro.
Ao lado deles estava o menino com uma maçã vermelha na mão.
Entre, boa mulher- os três anjos  convidaram. Leve quanto ouro puder pegar de uma só vez. A mulher entrou na caverna e, sem sequer olhar para o ouro, agarrou o filho e tomou-o nos braços.
Boa mulher.... disseram os três anjos-,  leve o menino para casa. Nós o devolvemos a você, pois agora seu amor é maior que a cobiça.
 

A Caverna MáGica

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    A CAVERNA MÁGICAFonte: O Livro das Virtudes II, de William J. Bennett Formatação: Iracema- Abril 2009 Imagens: Internet
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    Era uma vezuma mulher que morava numa casinha modesta ao pé de uma montanha, onde havia uma grande floresta.
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    Tinha um filhoa quem amava muito.
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    No solstício deverão, a mulher levou o filho para colher os morangos maravilhosos que havia na floresta. Subiram a montanha e chegaram a um lugar coberto de morangos maiores, mais vermelhos e mais saborosos que já tinham visto.
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    Colheram quantos puderam.Mas tão logo a mulher encheu a cesta...
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    Viu se abrira porta de uma grande caverna diante dela!
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    Enormes pilhas deouro brilhavam no chão, e três anjos guardavam o tesouro. Entre, boa mulher- disseram os anjos. - Leve quanto ouro puder pegar de uma só vez.
  • 8.
    A mulher entrouna caverna e, segurando o filho pela mão, pegou um punhado de moedas de ouro e pôs no avental. Mas o toque do ouro despertou uma enorme cobiça e, esquecendo o filho, pegou mais dois punhados de moedas e saiu correndo da caverna.
  • 9.
    No mesmo instanteouviu um estrondo atrás dela e uma voz trovejou: MULHER INFELIZ! PERDEU SEU FILHO ATÉ O PRÓXIMO SOLSTÍCIO DE VERÃO. A PORTA DA CAVERNA SE FECHOU E A CRIANÇA FICOU PRESA LÁ DENTRO.
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    A pobre mulhertorceu as mãos desesperada, chorou e implorou, mas não adiantou, e ela foi para casa sem o filho.
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    Voltou todos osdias ao lugar, mas a porta nunca mais se abriu e ela não conseguiu mais encontrar a caverna.
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    No ano seguinte,no solstício de verão, ela acordou bem cedo e foi correndo ao lugar.
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    Ao chegar encontroua porta aberta. As pilhas de ouro brilhavam no chão e os três anjos guardavam o tesouro.
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    Ao lado delesestava o menino com uma maçã vermelha na mão.
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    Entre, boa mulher-os três anjos convidaram. Leve quanto ouro puder pegar de uma só vez. A mulher entrou na caverna e, sem sequer olhar para o ouro, agarrou o filho e tomou-o nos braços.
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    Boa mulher.... disseramos três anjos-, leve o menino para casa. Nós o devolvemos a você, pois agora seu amor é maior que a cobiça.
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