Sandra Mônica Paulos
QUESTIONÁRIODO LIVRO DE FÉRIAS: PAULO E ESTEVÃO, DE EMMANUEL
PARTE I
1) Quem foi Estevão?
Estevão era Jeziel. Foi batizado por Simão, desta forma, para não ser reconhecido como ‘fugitivo” e não
prejudicar aquele que o ajudou por gratidão a conquistar a liberdade após tanto sofrimento. Foi o um dos
sete homens escolhidos por ordem dos apóstolos para ser auxiliar de serviço das enfermarias e dos
refeitórios. Ele cuidava da distribuição da assistência às viúvas e aos necessitados. Estêvão ficou
conhecido por estar cheio do poder de Deus.
2) Quem foi Abigail?
Filha de Jochedeb, sempre o apoiou, mesmo quando este colocou fogo nas plantações, ela não o julgou.
Seus olhos negros, nos quais via-se intensa vibração interior, parecia falar dos mais elevados mistérios do
amor e da vida. Sua mãe a criou na palavra de Deus dizendo que Ela ensina a sermos bons e amáveis e
que o bem deve ser a flor e o fruto, que o Céu nos pede. Após a morte do pai e prisão do irmão pediu
auxílio a Zacarias e Ruth e passou a viver com eles sendo tratada como filha. Era noiva de Saulo.
3) Início dos atos dos apóstolos. Como o “Caminho’ foi fundado?
Uma organização de assistência, fundada com o esforço dos apóstolos em Cristo, ao influxo amoroso
com base nas lições do mestre que ‘recolhia’ enfermos e desvalidos sem esperança.
4) Quem é Paulo de Tarso?
Paulo era também conhecido como Saulo. Ele era judeu, da cidade de Tarso e era do grupo
dos fariseus, como seus pais. Saulo estudou em Jerusalém debaixo de Gamaliel, um dos professores e
teólogos mais famosos dos judeus. Futuro rabino, perseguiu os apóstolos do “Caminho”, acreditando que
estavam blasfemando contra a Lei de Moisés.
5) Por que Paulo, jovem e viril, conserva-se puro?
Teve uma educação doméstica, guardava puros os primeiros impulsos do coração, sem jamais contaminá-
lo na esteira dos prazeres fáceis ou do fogo das paixões violentas, que soem deixar na alma o carvão das
dores sem esperanças. Sua concepção de serviço a Deus não admitia concessões a si mesmo. Acreditava
que a vida do lar é a vida de Deus. Saulo guardava-se para emoções sublimadas, de esperança em
esperança, via passar os anos, esperando que a inspiração divina determinasse a rota dos seus ideais.
Esperava e confiava.
6) Onde guardar a fé: na palavra ou no exemplo? Qual o exemplo dos profetas?
Ao ler o trecho: “Sua pregação não se limitou a expor princípios filosóficos. Antes, pela exemplificação,
renovou nossos hábitos, reformou as ideias mais elevadas, com o selo do amor divino. Suas mãos
nobilitaram o trabalho, pensaram úlceras, curaram a nós mesmos, nem fugindo aos nossos deveres,
porque o Senhor irá adiante e o Deus de Israel será a nossa retaguarda. Ouvi-me! Deus é o Pai, o Cristo é
o Senhor nosso”, podemos concluir que devemos guardar a fé no exemplo.
7) Como Paulo sentiu Jesus?
Enquanto, seguia em busca de Ananias, aquele que de alguma forma fez com que Abigail aceitasse a Jesus,
e tomado das lembranças de Estevão e Abigail que a tudo aceitaram com tamanha paz e resiliência, viu-
se caído, sem perceber que estava de joelhos, quando de repente avistou uma forte luz... um Homem
dizia “Saulo, Saulo, por que me persegues?” – Pôs-se, então, a chorar do coração amargurado, como a
linfa pura, de uma fonte desconhecida. Recordou, de súbito, as provações rígidas e dolorosas. A ideia de
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umlar morrera com Abigail. Sentia-se só e acabrunhado. Doravante, porém, entregar-se-ia ao Cristo,
como simples escravo do seu amor. Com sua cegueira guardou a imagem do Cristo.
PARTE II
1) Por que Paulo rumou ao deserto?
Para refletir e estudar a palavra. Se alimentar de sabedoria e entendimento antes de enfrentar as
incompreensões dos confrades. MEDITAR AS LIÇÕES RECEBIDAS. Estabelecer forças espirituais. O deserto
lhe proporcionaria consolação, trabalho, silêncio. Ganharia não mais o dinheiro fácil da admiração
indevida, mas os recursos necessários à existência, com o subido valor dos obstáculos vencidos.
2) Paulo e o Evangelho?
Após receber das mãos de Gamaliel a cópia integral das anotações de Levi, passou a estuda-lo em
companhia do casal Áquila e Prisca, entrelaçando aspirações e pensamentos a respeito do Evangelho de
Jesus, o único livro de suas meditações naquelas paragens tão remotas. Passou a vive-lo de forma sincera
e real, procurando internalizar e agir de acordo com os princípios os quais agora tinha a oportunidade de
aprender. Se fortaleceu no Espírito, para então poder seguir e evangelizar... lançar-se a tarefa de
semeador.
3) O que fazer antes de lançar-se à tarefa de semeador?
Fortalecer o espírito com a palavra, refletindo o evangelho e fortalecendo o entendimento, para somente
depois, lançar-se a tarefa de semeador.
4) Resumo dos três anos que Paulo passou no deserto.
Após receber das mãos de Gamaliel a cópia integral das anotações de Levi, passou a estuda-lo em
companhia do casal Áquila e Prisca, entrelaçando aspirações e pensamentos a respeito do Evangelho de
Jesus, o único livro de queriam, naquele momento, para as meditações acerca do Salvador, Jesus. Aos
poucos, com o passar do tempo, a solidão, as disciplinas austeras, o tear laborioso lhe enriqueceram a
alma de luz e serenidade. Em seu Espírito novos valores foram firmados. A autoeducação, na ausência
dos recursos da época, ensinou a Paulo o segredo sublime de se entregar ao Cristo, para repousar em
seus braços misericordiosos e invisíveis. Foi capaz de se assumir, após um ano, quem era de verdade ao
casal, demonstrando a renovação espiritual pela qual havia passado, distanciando-se assim, de alguma
forma, do remorso que o acompanhava. Após os três anos consecutivos passados no deserto, agradeceu
aos amigos toda a hospitalidade e, com lágrimas nos olhos, tomou novamente o rumo de Damasco,
radicalmente transformado pelas meditações as quais foi privilegiado de ter.
5) O sonho de Paulo com Abigail. Resuma.
Paulo, cansado e doente, triste pela falta de entendimento das pessoas com as quais viveu, deita-se em
meio a natureza e adormece. Estevão e Abigail aprecem, como que no plano real, dando-lhe forças...
Disseram a ele que não deveria deter-se no passado, já que todos somos passíveis de erros, afirmando
que só Jesus foi puro. Com doce carinho, Abigail lhe disse que tinham uma grande família e filhos que se
uniam em nome de Jesus. Os irmãos encheram o coração de Paulo de fé, carinho, força e coragem para
continuar.
6) Nos primeiros labores, Paulo acompanhava os cristãos, mas não pregava. Por quê?
Porque Paulo tinha dificuldade para conduzir as pregações, era como se as palavras se retraíssem em sua
garganta. Muitas vezes apresentava uma dialética confusa na Interpretação dos evangelhos. Por esse
motivo, limitava-se a cooperar.
7) Como Lucas conhece Paulo?
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Lucas,jovem médico, ao passar pela cidade conhece a igreja, animado para aprender algo novo. Ali, antes
que Barnabé comece a pregar, observa as atitudes de Saulo que evidenciavam a preocupação generosa
de ensinar e aprender simultaneamente, despertando em Lucas o desejo de ouvi-lo com mais frequência.
Assim passaram a encontrar-se para o evangelho diariamente, enquanto o jovem médico permaneceu na
cidade. Este encontro fez com que Saulo, aos poucos, retomasse se poder de argumentação.
8) Quando foi dada a primeira denominação de Cristianismo?
Após a visita de Lucas à igreja (Não sei se seria essa a resposta, mas, não encontrei uma data que
respondesse a esta pergunta).
9) O que significa “Espírito Santo”?
Designa a legião dos Espíritos santificados na luz e no amor, que cooperam com o Cristo desde os
primeiros tempos da humanidade.
10) Por que Thiago diverge de Paulo? Explique as lutas pelo Evangelho e a chegada de Pedro em
Antioquia.
Thiago não concordava com Paulo em relação ao que pensava sobre a circuncisão. Thiago acreditva que
esta deveria ser obrigatória, enquanto Paulo acreditava em um Evangelho livre de todos os preconceitos
errôneos do mundo, considerando que a palavra do Cristo não está algemada aos interesses inferiores do
sacerdócio, de qualquer natureza. Pedro trouxe serenidade e prudência aos amigos.
11) Como você interpreta a grande prudência e serenidade de Pedro?
Pedro tinha a serenidade firmada no evangelho, em que diz “não será pela carne que atingiremos o Reino,
e sim pelo raciocínio e pelo coração”. Pensando desta forma era capaz de manter a prudência e
serenidade em relação. Simão Pedro tinha uma palavra adequada para cada situação, um esclarecimento
justo para o problema mais singelo.
12) Qual a importância do 1º Concílio de Jerusalém? Qual a decisão final de Pedro? Por que há separação
de Paulo e Barnabé?
A circuncisão deixa de ser obrigatória, mas os pagãos deveriam assumir o compromisso de fugir da
idolatria, evitar a luxúria e abster-se das carnes de animais sufocados. Barnabé resolveu aceitar a
contribuição de João Marcos, em nova tentativa de adaptação ao serviço do evangelho.
13) Viagens de Paulo: Peregrinações e sacrifícios:
a. Quais os quatro companheiros de viagem?
João Marcos, Silas, Barsabás e Paulo.
b. Por que Paulo expulsa a entidade de pitonisa?
Por dizer que ela não vinha de Deus, mesmo falando de Deus. Paulo não achava justo receber elogios e
aceitar títulos imerecidos sendo que o Mestre Jesus rejeitou o qualificativo de “bom”.
14) Qual o resumo do discurso de Paulo no Areópago em Atenas?
Paulo começou impressionando o auditório aristocrático, referindo-se ao “Deus desconhecido”,
homenageado nos altares atenienses. Sua palavra vibrante apresentava cambiantes singulares. O
Apóstolo revelava-se-lhe muito diferente de quando o vira na praça pública. Falava com alta nobreza,
com ênfase; as imagens revestiam-se de extraordinário colorido, mas, quando começou a discorrer sobre
a ressurreição, houve forte e prolongado murmúrio. A aristocracia intelectual ateniense não podia ceder
nos seus preconceitos científicos. Paulo falou na possibilidade de fundar uma Igreja, ainda que fosse em
um humilde santuário doméstico, onde se estudasse e comentasse o Evangelho e Paulo recebeu todas as
recusas mantendo singular expressão fisionômica, como o semeador que se vê rodeado somente de
pedras e espinheiros.
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15)Paulo retorna a Éfeso e se encontra com João e Maria. Qual a inspiração que surge para as epístolas?
Paulo interessou-se pelas suas narrativas cariciosas a respeito da noite do nascimento do Mestre, gravou
no íntimo suas divinas impressões e decidiu que se aprofundaria mais coletando dados indispensáveis ao
Evangelho com o objetivo de escrever para os cristãos do futuro.
16) Quem Paulo chamou para ajudá-lo a escrever a 1ª epístola?
Timóteo e Silas.
17) Resumo ao caso de “Diana de Éfeso”.
Havia um culto que acontecia em relação a deusa Diana que era muito lucrativo, portanto, os ourives da
época, chefiados por um artífice de nome Demétrio, iniciaram veemente protesto perante as autoridades
competentes. Tratava-se de pequeninas estátuas, imagens fragmentárias da divindade mitológica
surgiam em todos os cantos, bem como nos adornos da população. A pregação de Paulo, entretanto,
modificara as preferências do povo, pois quase ninguém se interessava mais pela aquisição das imagens
da deusa. O culto a Diana vinha dos antepassados e merecia mais respeito; além disso, toda uma classe
de homens válidos ficava sem trabalho.
18) Começa o martírio em Jerusalém
a. O que Thiago explica a Paulo?
Explica que por mais que suas atitudes causem repulsa em Paulo, este precisa entender que muitas vezes
o testemunho está em morrer devagarinho, diariamente, pela vitória da sua causa; de nada valeria um
conflito destruidor, quando existem grandiosos deveres a serem cumpridos.
b. Resumo de Paulo perante o Sinédrio e Cesaréia.
Paulo teve a oportunidade de fazer a sua defesa diante dos judeus que queriam matá-lo. Paulo começou
a se defender perante o Sinédrio com confiança e coragem. Podemos destacar alguns aspectos
importantes da primeira defesa de Paulo no livro de Atos. Paulo também amargou dois anos de reclusão
em Cesaréia, aproveitando esse tempo para alimentar ainda mais seu espírito e estreitando ainda mais
sua relação com a igreja.
19) Sintetizar a orientação de Paulo a Lucas sobre o seu Evangelho e os Atos dos Apóstolos.
Paulo retomou com Lucas a ideia do velho projeto de escrever uma biografia de Jesus, valendo-se das
informações de Maria; lamentou não poder ir a Éfeso, incumbindo-o desse trabalho, que reputava de
capital importância para os adeptos do Cristianismo. O médico amigo satisfez-lhe integralmente o desejo,
legando à posteridade o precioso relato da vida do Mestre, rico de luzes e esperanças divinas. Terminadas
as anotações evangélicas, o espírito dinâmico do Apóstolo da gentilidade encareceu a necessidade de um
trabalho que fixasse as atividades apostólicas logo após a partida do Cristo, para que o mundo conhecesse
as gloriosas revelações do Pentecostes, e assim se originou o magnífico relatório de Lucas, que é Atos dos
apóstolos.
20) Depois de dois anos, Paulo é enviado prisioneiro para Roma. É sua última viagem, de tempos
derradeiros. Como Paulo falava de Jesus?
a. A tempestade durante a viagem. Qual o paralelo que Paulo faz entre a tempestade e a vida?
“Entretanto, assumamos o compromisso de jamais olvidar a lição terrível desta hora. Procuraremos
caminhar no mundo qual marinheiro vigilante, que, ignorando o momento da tempestade, guarda a
certeza da sua vinda.”
b. Como Paulo define as duas classes de homens mais difíceis para o contato renovador do
Espírito?
A primeira é a que vi em Atenas e se constitui dos homens envenenados pela falaciosa ciência da
Terra; homens que se cristalizam em uma superioridade imaginária e muito presumem de si mesmos.
São estes, a meu ver, os mais infelizes. A segunda é a que conhecemos nos judeus recalcitrantes que,
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possuindoum patrimônio precioso do passado, não compreendem a fé sem lutas religiosas,
petrificam-se no orgulho de raça e perseveram numa falsa interpretação de Deus. De tal arte,
entendemos melhor a palavra do Cristo, que classificou os simples e pacíficos da Terra como criaturas
bem-aventuradas. Poucos gentios cultos e raros judeus crentes na Lei Antiga estão preparados para
a escola bendita da perfeição com o Divino Mestre.
c. Onde foi escrita a epístola aos hebreus e por quem?
Paulo escreveu enquanto estava preso.
21) Por que os amigos de Paulo o censuram por procurar Sabina? Qual a resposta de Paulo?
Porque alegavam que não era louvável dirigir-se a uma cortesã dissoluta para impetrar um favor.
Afirmavam que Pompeia era mulher de vida notadamente dissoluta, banqueteava-se nas orgias do
Palatino, caracterizava-se por sua luxúria escandalosa, portanto não seria razoável pedir-lhe proteção
para os discípulos de Jesus. Paulo, após algumas frases, disse: “Concordo em que Popeia não é a figura
mais conveniente ao feito, em virtude das inquietações da sua vida; entretanto, é a providência que as
circunstâncias indicaram, e nós precisamos libertar o devotado discípulo do Senhor.”
22) Última prisão. Relate. (Cap. X p 546)
Enquanto pregava Paulo e seus companheiros foram abordados sem, em nenhum momento,
demonstrarem falta de fé, mantendo-se serenos e com o evangelho na fala. Dado momento Paulo disse:
“– Não podeis ferir senão o corpo. Podereis amarrar-me de pés e mãos; quebrar-me a cabeça, mas as
minhas convicções são intangíveis, inacessíveis aos vossos processos de perseguição.” Deram três
bastonadas nele e o levaram para a prisão de Mamertina. Preso com seus discípulos, Paulo solicitou uma
audiência com o administrador da prisão.
23) Como você entendeu os primeiros momentos de Paulo na espiritualidade? (p 549)
Paulo teve a sensação de paz, apesar de no início não conseguir ver o que acontecia. Somente após
Ananias estar com ele e restabelecer-lhe a visão, agora para as belezas da vida eterna. Misteriosas forças
o afastavam do quadro triste em que se decompunham os despojos sangrentos. Sentiu-se jovem e feliz.
Compreendia, agora, a grandeza do corpo espiritual no ambiente estranho aos organismos da Terra.
24) Descreva o encontro de Paulo com o Mestre. (p 552)
Paulo, chorou copiosamente de gratidão ao ver Jesus e ao Seu lado Abigail e Estevão.