GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ
6ª UNIDADE REGIONAL DE ENSINO
E.E.E.M MURUMURU – ANEXO I
PROFESSOR(A): MÁRCIA T. BARROSO SANTOS
DISCIPLINA: BIOLOGIA
ALUNO (A): _______________________________________________________________
SÉRIE: 3º Ano TURMA: M3TG01
COMUNIDADE: Curicaca
MÓDULO: I 1º PERÍODO ABRIL/ MAIO /JUNHO 2021 ANO LETIVO: 2022
CADERNO DE ATIVIDADES REMOTAS Nº 01
INFORMAÇÕES SOBRE O SEU CADERNO ALUNO!
Este caderno contém conteúdo da disciplina BIOLOGIA para seus estudos de forma remota nesse período de
pandemia. No final deste material contém questões avaliativas para serem respondidas e entregue ao professor na
data marcada, ressaltando que deve ser entregue apenas a parte que contém as questões para as devidas
correções e análise do seu desempenho e obtenção da sua nota.
UNIDADE 1 – ORIGEM DA VIDA
A origem da vida é um dos temas mais controversos. Será que a primeira
forma de vida surgiu em nosso planeta ou chegou aqui após ser formada?
Será que a vida foi criada por ação divina? A Terra primitiva possuía as
condições necessárias para a formação da vida? Várias são as hipóteses que
tentam explicar como a vida surgiu e nós abordaremos algumas das mais
conhecidas.
CRIACIONISMO
O criacionismo, uma das ideias mais antigas sobre a origem da vida, defende
que os seres vivos do nosso planeta surgiram por ação divina, assim como
descrito na Bíblia, mais precisamente no livro de Gênesis. Essa ideia é até
hoje muito aceita por fiéis em todo o mundo.
A panspermia é uma hipótese que afirma que a vida não surgiu em nosso
planeta, mas fora dele. Essa ideia teve início com a afirmação do filósofo
grego Anaxágoras, que afirmou que sementes da vida poderiam ser
encontradas em todo o universo. Com essa afirmação, surgiu a ideia de que
a vida poderia ter sido gerada em outro local e depois ter chegado à Terra.
A hipótese da panspermia ganhou força em 1830, quando pesquisadores
descobriram a presença de compostos orgânicos em amostras de meteorito.
Os meteoritos, então, poderiam ser considerados como veículos de
transporte de partículas para várias partes do espaço. Desse modo, se
meteoritos chegassem à Terra contendo vida, poderiam inoculá-la em nosso
planeta.
Dentre as críticas feitas a essa hipótese, podemos destacar o fato de que o
espaço é um ambiente muito hostil para permitir que seres vivos sobrevivam
a essa jornada por diferentes locais. Além disso, essa é uma hipótese que
não pode ser testada.
GERAÇÃO ESPONTÂNEA OU ABIOGÊNESE
A teoria da geração espontânea ou Abiogênese admite, em essência, o
aparecimento dos seres vivos a partir da matéria bruta de maneira contínua.
Essa hipótese surgiu com Aristóteles, há mais de 2 000 anos. Para Aristóteles
e seus seguidores, a matéria bruta apresentava um “princípio ativo”
responsável pela formação dos seres vivos quando as condições do meio
fossem favoráveis.
O princípio ativo era o grande responsável pelo desenvolvimento de um novo
organismo. A ideia da geração espontânea constituía a melhor forma de
explicar as larvas que surgiam na carne crua exposta ao ar livre e de girinos
que surgiam em poças de água.
TEORIA DA BIOGÊNESE
A teoria da biogênese admite que todos os seres vivos são originados de
outros seres vivos preexistentes.
Vários cientistas provaram que um ser vivo só se origina de outro ser vivo e
contestaram a abiogênese. Os principais defensores da biogênese foram:
Ernest Haeckel, Thomas Henry Hurley, Stanley Miller, Lázzaro Spallanzani,
Francesco Redi e Louis Pasteur.
EXPERIMENTO DE REDI
Francesco Redi, médico e biólogo de Florença, por volta de 1660, começou
a questionar a teoria da abiogênese. Para isso, colocou pedaços de carne
crua dentro de frascos, deixando alguns abertos.
Depois de vários dias, as larvas só apareceram na carne do frasco aberto.
Redi observou que as moscas colocavam ovos sobre a carne e concluiu que
a geração espontânea não tinha validade.
Com a invenção do microscópio, o mundo dos microrganismos foi revelado,
empolgando os adeptos da geração espontânea e da biogênese, que
buscavam a explicação para a origem desses seres vivos.
EXPERIMENTO DE PASTEUR
Por volta de 1860, o cientista francês Louis Pasteur conseguiu provar
definitivamente que os seres vivos se originam de outros seres vivos.Ele
realizou experimentos com balões do tipo pescoço de cisne, que mostrou que
um líquido ao ser fervido, não perde a chamada "força vital", como defendiam
os adeptos da abiogênese, pois quando o pescoço do balão é quebrado, após
a fervura do líquido, há o aparecimento dos seres vivos.
- Hipótese de Oparin e Haldane
A hipótese mais aceita atualmente para explicar a origem da vida no
planeta é a de Oparin e Haldane. Esses dois pesquisadores, de maneira
independente, propuseram que a Terra apresentava uma atmosfera diferente
no passado e que a ação de diferentes fatores culminou na formação de
moléculas simples, as quais deram origem à vida.
A atmosfera primitiva, de acordo com Oparin e Haldane, era composta
basicamente por amônia, hidrogênio, metano e vapor de água. O vapor de
água era essencial para a formação de nuvens, que se precipitavam,
ocasionando chuvas, o que permitiu que a superfície da Terra recebesse
água. Essa água evaporava muito rapidamente, uma vez que, no início, a
superfície era extremamente quente.
A atmosfera da Terra primitiva sofria ainda com a ação de descargas
elétricas e radiação ultravioleta do Sol. Esses dois agentes foram essenciais
para que os elementos da atmosfera reagissem e formassem moléculas
orgânicas, como os aminoácidos.
Esses compostos chegaram à superfície da Terra por meio da água das
chuvas. Os aminoácidos, em condições adequadas, deram origem a
estruturas semelhantes a proteínas. Essas proteínas foram acumulando-se
nos oceanos em formação e deram origem aos
chamados coacervados (agregados de proteínas rodeadas por água). Com o
tempo, esses agregados tornaram-se cada vez mais estáveis e complexos e
passaram a se duplicar, resultando nos primeiros seres vivos.
Experimento de Miller e UreyOs pesquisadores Miller e Urey, em 1953,
montaram um experimento para recriar as condições da Terra primitiva
proposta por Oparin e Haldane. Nesse experimento, os pesquisadores da
Universidade de Chicago foram capazes de produzir aminoácidos e também
outros compostos
orgânicos,
comprovando, desse
modo, que a ideia de
Oparin e Haldane
poderia estar correta e
que moléculas
orgânicas poderiam ser
formadas naquelas
condições.
Com esse experimento,
após uma semana, o
jovem cientista
conseguiu produzir
aminoácidos e bases
nitrogenadas, além de cianeto e formaldeído: a sopa prebiótica.-
Atmosfera primitiva e as primeiras moléculas orgânicas
Vulcões jorrando lava e gases; numerosos impactos de corpos sólidos, feitos
de poeira cósmica e gelo, originados da formação do Sistema Solar;
relâmpagos; radiações ultravioleta mais intensas que as atuais; e uma
temperatura extremamente alta. Essas condições impediram a presença de
vida na Terra por centenas de milhares de anos (figura 19.3). Evidências
geológicas, estudo comparado da atmosfera de outros planetas e análise
química dos gases emitidos pelos vulcões atuais permitiram aos cientistas
concluir que a atmosfera da Terra primitiva era composta de gases diferentes
dos encontrados nela atualmente.
Hipótese heterotrófica e autotrófica
O planeta primitivo apresentava condições pouco propícias à vida. Assim
sendo, muito ainda se discute a respeito de como era o primeiro ser vivo e
como ele conseguia alimento naquele ambiente. Duas hipóteses tentam
explicar como eram esses seres vivos: a hipótese heterotrófica e a
hipótese autotrófica.
Como sabemos, organismos heterotróficos são incapazes de produzir seu
próprio alimento, necessitando captar matéria orgânica do meio. Os
pesquisadores que defendem que os primeiros organismos apresentavam
esse tipo de nutrição baseiam-se no fato de que os primeiros seres deveriam
ser pouco complexos e dificilmente seriam capazes de produzir seu alimento.
Eles, provavelmente, captavam a matéria orgânica disponível e obtinham a
energia delas por meio da fermentação.
A outra hipótese existente sugere que os seres vivos primitivos eram, sim,
capazes de produzir seu próprio alimento e realizavam quimiossíntese, isto
é, quando os seres vivos são capazes de produzir moléculas orgânicas
utilizando a energia liberada de compostos inorgânicos. Segundo os
defensores dessa ideia, os primeiros seres vivos não poderiam ser
heterotróficos, pois naquele ambiente não haveria moléculas orgânicas
suficientes para suprir a necessidade de todos os seres vivos em formação.
TEORIAS EVOLUCIONISTAS
A Teoria de Lamarck
Jean-Baptiste Lamarck (1744-1829), naturalista francês, foi o primeiro
cientista a propor uma teoria sistemática da evolução. Sua teoria foi publicada
em 1809, em um livro denominado Filosofia Zoológica. Segundo Lamarck, o
principio evolutivo estaria baseado em duas Leis fundamentais:
Lei do uso ou desuso: o uso de determinadas partes do corpo do
organismo faz com que estas se desenvolvam, e o desuso faz com que se
atrofiem.
Lei da transmissão dos caracteres adquiridos: alterações
provocadas em determinadas características do organismo, pelo uso e
desuso, são transmitidas aos descendentes.
Ele apoiava-se na sua observação de que as girafas costumam ter
pescoço de comprimento igual à altura das árvores da região. A sua teoria é
de que sucessivas gerações de girafas foram esticando o seu pescoço até
alcançar o galho. Cada geração herdava dos seus pais a informação da altura
das árvores de alguma forma. Assim as espécies evoluem de maneira a
adaptar-se ao meio.
Obs.: Observe que em A, inicialmente as girafas têm pescoço curto e de
"tanto usarem" desenvolveram pescoço longo e herdaram para seus
descendentes (Lamarckismo). Na imagem B, nota-se que as girafas mais
adaptadas a sobreviver são as de pescoço longo, logo, as de pescoço curto
não competem igualmente e morrem havendo assim a escolha da natureza
pela espécie mais adaptada (Darwinismo/seleção natural).
A Teoria de Darwin ( SELEÇÃO NATURAL)
Charles Darwin (1809-1882), naturalista inglês, desenvolveu uma teoria
evolutiva que é a base da moderna teoria sintética: a teoria da seleção
natural. Segundo Darwin, os organismos mais bem adaptados ao meio têm
maiores chances de sobrevivência do que os menos adaptados, deixando um
número maior de descendentes. Os organismos mais bem adaptados são,
portanto, selecionados para aquele ambiente. Os princípios básicos das
ideias de Darwin podem ser resumidos nos seguintes modos:
Os indivíduos de uma mesma espécie apresentam variações em todos os
caracteres, não sendo, portanto, idênticos entre si.
Todo organismo tem grande capacidade de reprodução, produzindo muitos
descendentes. Entretanto, apenas alguns dos descendentes chegam à
idade adulta.
 O número de indivíduos de uma espécie é mantido mais ou menos
constante ao longo das gerações.
Assim, há grande "luta" pela vida entre os descendentes, pois apesar de
nascerem muitos indivíduos poucos atingem a maturidade, o que mantém
constante o número de indivíduos na espécie.
Na "luta" pela vida, organismos com variações favoráveis ás condições do
ambiente onde vivem têm maiores chances de sobreviver, quando
comparados aos organismos com variações menos favoráveis.
Os organismos com essas variações vantajosas têm maiores chances de
deixar descendentes. Como há transmissão de caracteres de pais para filhos,
estes apresentam essas variações vantajosas.
Assim, ao longo das gerações, a atuação da seleção natural sobre os
indivíduos mantém ou melhora o grau de adaptação destes ao meio.
DIFERENÇAS ENTRE LAMARCKISMO E DARWINISMO
Seleção Natural
Na seleção natural são favorecidas as características que aumentam as
chances de um indivíduo alcançar a idade reprodutiva, levando-o
indiretamente ao sucesso reprodutivo. Esse sucesso pode ser o resultado de
vários tipos de adaptação. Algumas aumentam a chance de o organismo
conseguir comida (maior velocidade, dentes mais fortes, etc.); outras o
ajudam a se defender dos predadores (camuflagem, mimetismo, entre outras)
ou a sobreviver às condições físicas do ambiente (proteção contra o frio,
contra a perda de água, etc.). Essas adaptações aumentam a chance de
sobrevivência do indivíduo e, consequentemente, suas oportunidades de
chegar à idade reprodutiva. Também são beneficiados fatores que aumentam
diretamente a fertilidade do indivíduo. Mesmo sobrevivendo menos tempo,
ele poderá deixar um número maior de filhos que seu competidor. Outras
características favorecidas são aquelas que facilitam ao indivíduo conseguir
um parceiro sexual ou aumentar os cuidados com a prole, fazendo com que
um número maior de filhos sobreviva até a idade reprodutiva.Podemos dizer
então que a seleção natural é uma reprodução diferencial, ou seja, uma
consequência do fato de indivíduos com genótipos diferentes terem sucesso
reprodutivo distinto. Os cientistas já estudaram vários casos de seleção
natural. O processo é mais facilmente observado em populações que se
reproduzem de forma rápida, como bactérias e certos insetos que atacam
plantações. Vejamos alguns exemplos na natureza.
A resistência de bactérias aos antibióticos Eventualmente aparece no
ambiente, por mutação, um gene que confere resistência a determinado
antibiótico; a bactéria com esse gene é capaz de, por exemplo, fabricar uma
enzima que destrói a substância antibiótica. Veja que, no início, os mutantes
resistentes são raros; a partir do momento em que o antibiótico aparece,
esses mutantes passam a ter muito mais possibilidade de sobreviver que os
indivíduos sensíveis, que são a maioria na população. Por isso a frequência
de indivíduos resistentes aumenta aos poucos e eles podem acabar
constituindo, depois de algum tempo, praticamente toda a população.Se não
houver antibiótico no meio em que essa bactéria mutante se encontra, a
característica não lhe traz nenhuma vantagem. A presença do antibiótico, no
entanto, pode alterar essa situação: as bactérias sensíveis morrem e as
resistentes sobrevivem e aumentam em número na população. O gene
mutante também pode ser transferido para outras bactérias por conjugação
ou por meio de vírus que infectam bactérias (bacteriófagos); novas bactérias
também podem adquiri-lo ao incorporar material genético liberado no
ambiente por bactérias mortas. A evolução explica, então, por que
encontramos hoje várias linhagens de bactérias resistentes a antibióticos,
como a penicilina, que começou a ser utilizada a partir da década de 1940.
Um fenômeno semelhante ao que ocorre com as bactérias e os antibióticos
acontece com insetos e inseticidas.
Evidências Evolutivas
A determinação da duração de uma espécie é feita em escala geológica e o
que se considera antigo ou recente, em termos evolutivos, é contado em
milhares de anos. Enquanto as atuais espécies surgiram nos últimos milhares
de anos, calcula-se que os gêneros a que elas pertencem tenham, no mínimo,
1 milhão de anos; as famílias,15 milhões, e as respectivas ordens, pelo
menos 50 milhões.
Principais Evidências da Evolução:
Homologia: Refere-se a estruturas corporais ou órgãos que possuem origem
embrionária semelhante, podendo desempenhar mesma função (nadadeira
de uma baleia e nadadeira de um golfinho) ou funções diferentes, como as
asas de um morcego e os braços de um humano, e nadadeiras peitorais de
um golfinho e as asas de uma ave. Essa adaptação a modos de vida distintos
é denominada evolução divergente.
- Analogia: Desempenham a mesma função, mas possuem origens
embrionárias diferenciadas, como as asas de insetos e asas de aves.
Estas, apesar de exercerem papéis semelhantes, não são derivadas das
mesmas estruturas presentes em um ancestral comum exclusivo entre essas
duas espécies. Assim, a adaptação evolutiva a modos de vida semelhantes
leva organismos pouco aparentados a desenvolverem formas semelhantes,
fenômeno este chamado de evolução convergente
Órgãos Vestigiais: São aqueles que, em alguns organismos, encontra-
se com tamanho reduzido e geralmente sem função, mas em outros
organismos são maiores e exercem função definitiva. A importância evolutiva
desses órgãos vestigiais é a indicação de uma ancestralidade comum. Um
exemplo bem conhecido de órgão vestigial no homem é o apêndice
vermiforme, estrutura pequena e sem função que parte do ceco (estrutura
localizada no ponto onde o intestino delgado liga-se ao grosso).Nos
mamíferos roedores, o ceco é uma estrutura bem desenvolvida, na qual o
alimento parcialmente digerido á armazenado e a celulose, abundante nos
vegetais ingeridos, é degradada pela ação de bactérias especializadas. Em
alguns desses animais o ceco é uma bolsa contínua e em outros, como o
coelho, apresenta extremidade final mais estreita, denominada apêndice,
que corresponde ao apêndice vermiforme humano
UNIDADE 2- HEREDITARIEDADE
Genética é a ciência que estuda a transmissão dos caracteres hereditários e
os processos como ela ocorre.
A hereditariedade é a transmissão de características de pais para filhos.
Essas informações genéticas e fenotípicas transmitidas são chamadas de
hereditárias.
TERMOS IMPORTANTES
Gene: é a denominação que damos hoje ao “fator” mendeliano. Em termos
bioquímicos, o gene é um segmento de molécula de DNA que contém a
informação para a formação de um polipeptídeo ou de uma proteína.
Genes Alelos: são genes idênticos que determinam o mesmo caráter.
Genótipo: é o conjunto de genes de um indivíduo que condiciona a
manifestação de suas características.
Fenótipo: é o conjunto das características morfológicas e fisiológicas dos
indivíduos. O fenótipo é resultado da interação do genótipo com o meio.
Lócus: é o local do cromossomo que é ocupado pelo gene.
Cromossomos Homólogos: são cromossomos agrupados aos pares, um
proveniente do gameta materno e o outro proveniente do gameta paterno.
Homozigoto: é o individuo cujo genótipo apresenta um par de alelos
idênticos. Ex.: AA, aa, BB, bb.
Heterozigoto: é o individuo cujo genótipo apresenta alelos diferentes. Ex.:
Aa, Bb.
Gene Dominante: é aquele que pode se manifestar tanto em dose dupla
(homozigose) como em dose simples (heterozigose) no genótipo, e mesmo
assim determina o fenótipo.
Gene recessivo: é aquele que só determina o fenótipo quando em dose
dupla.
Gene Letal: é aquele cuja manifestação fenotípica é a morte de seu portador
geralmente em estagio ainda fetal. São geralmente recessivos provocando a
morte quando em homozigose.
Reprodução e hereditariedade Em geral, percebemos que filhos costumam
ter algumas características físicas do pai e outras da mãe. As características
de um indivíduo, como cor dos olhos ou dos cabelos, forma do nariz e até
mesmo a predisposição a desenvolver algumas doenças, são influenciadas
por informações contidas em suas células. Essas informações ficam em
nossos genes que, junto com o ambiente, definem grande parte de nossas
características. De forma simplificada, podemos dizer que os genes são
formados por segmentos de uma molécula orgânica, o ácido
desoxirribonucleico ou DNA (sigla do nome em inglês, deoxyribonucleic acid).
Essas moléculas formam filamentos que ficam localizados, principalmente,
no núcleo das células.
Variabilidade genética é um termo utilizado para referir-se aos
diferentes alelos (formas alternativas de um gene que ocupam a mesma
posição em cromossomos homólogos) existentes nos indivíduos de uma
espécie. Essa variabilidade determina as diferentes características dos
indivíduos, ou seja, é responsável por propiciar as variações
fenotípicas naquela espécie.
Mutação O mecanismo da hereditariedade é o responsável pela semelhança
entre os filhos e os pais. Como você viu, o embaralhamento que ocorre na
formação dos gametas aumenta muito as diferenças entre um e outro, e isso
amplia a variedade de indivíduos que se formam. Além disso, às vezes, o
DNA produz cópias com erro. Essa alteração pode ser causada tanto por uma
falha durante a duplicação como pela exposição do organismo à
radioatividade ou a certos produtos químicos. Essa modificação na estrutura
do DNA chama-se mutação, e ocorre ao acaso. A mutação faz com que a
nova molécula seja diferente da original, podendo significar uma nova
característica. Mutações que ocorrem nas chamadas células germinativas
(células que originam gametas) podem ser passadas às gerações seguintes.
São, portanto, um importante fator para a evolução das populações.
A PRIMEIRA LEI DE MENDEL (também chamada de Lei da Segregação,
Mono-Hibridismo)
Cada caráter é condicionado por um par de fatores ou de genes alelos,
que se separam nos gametas. (Eles se separam, indo apenas um fator por
gameta).
Os experimentos de Mendel Uma das razões dos bons resultados de
Mendel foi a escolha da ervilha da espécie Pisum sativum . Essa planta
apresenta uma série de características que facilitam o estudo de seu ciclo de
vida: é de fácil cultivo; produz muitas sementes e, consequentemente, grande
número de descendentes; a flor é hermafrodita e pode se reproduzir por
autofecundação (isto é, a parte masculina pode fecundar a própria parte
feminina), mas também pode-se conseguir fecundação cruzada entre dois
pés de ervilha.
As conclusões de Mendel Todos os casos estudados por Mendel
apresentavam resultados semelhantes ao que foi visto para a cor da ervilha:
a geração F1 – resultante do cruzamento entre dois indivíduos puros (um
dominante e outro recessivo) – tinha a característica dominante; a geração
F2 apresentava uma proporção média de 3 dominantes para 1 recessivo ,
veja na fig. Os resultados de Mendel podem ser explicados com as seguintes
hipóteses:
• Cada organismo possui um par de fatores responsável pelo
aparecimento de determinada característica
. • Esses fatores são recebidos dos indivíduos paterno e materno; cada
um contribui com apenas um fator de cada par.
• Quando um organismo tem dois fatores diferentes, pode ocorrer que
apenas uma das características se manifeste (dominante) e a outra não
apareça (recessiva).
Os fatores de um par contrastante de características não se misturam.
Durante a formação dos gametas, os fatores aparecem em dose simples, ou
seja, cada gameta possui apenas um fator. Como vimos na experiência de
Mendel, por exemplo, o gameta possui ou o fator para amarelo ou o fator para
verde. Esta última conclusão ficou conhecida como primeira lei de Mendel, lei
da segregação de um par de fatores ou lei do monoibridismo, uma vez que
ela se aplica ao estudo de híbridos em relação a apenas uma característica.
É costume enunciá-la assim: “Cada caráter é condicionado por um par de
fatores que se separam na formação dos gametas, nos quais ocorrem em
dose simples”. Interpretação atual dos fatores propostos por Mendel Com
base nos conhecimentos atuais sobre meiose, cromossomos e genes,
podemos interpretar as conclusões de Mendel e explicar, em nível celular e
até molecular, como suas leis são válidas.
As células do corpo da maioria dos organismos são diploides (2n; do grego
diploos = duplo; eidos = semelhante), ou seja, nelas os cromossomos
ocorrem aos pares: há dois cromossomos de cada tipo. Os cromossomos de
um mesmo par possuem o mesmo tamanho e a mesma forma: são chamados
de cromossomos homólogos (do grego homoios = igual; logos = relação). Em
cada par, um dos cromossomos tem origem materna; o outro, paterna.
REGRAS DE PROBABILIDADE (REGRA DA MULTIPLICAÇÃO OU DO E)
Probabilidade É a relação entre um ou mais eventos esperados e o número
de eventos possíveis.
Regra do “E”
A probabilidade de dois ou mais eventos independentes ocorrerem
simultaneamente é igual ao produto das probabilidades de ocorrerem
separadamente.
Regra do “OU”
A probabilidade de dois ou mais eventos mutuamente exclusivos ocorrerem
é igual a soma das probabilidades de ocorrerem separadamente
GENEALOGIAS, HEREDROGRAMAS OU “PEDIGREES
É nome dado a uma representação gráfica de uma família que permite,
através da análise dos fenótipos e do grau de parentescos, determinar o
genótipo dos indivíduos envolvidos.
INTERAÇÃO GÊNICA
A interação gênica ocorre quando dois ou mais genes, localizados ou não no
mesmo cromossomo, interagem e controlam uma característica.
Muitas características dos seres vivos resultam da interação de vários genes.
O que é a interação gênica epistática?
Esse tipo de interação ocorre quando uma característica é condicionada por
dois ou mais genes, mas um dos alelos impede a expressão de outro alelo.
O gene que inibe uma característica é chamado de epistático, e o gene inibido
recebe o nome de hipostático. Quando o alelo em dose simples é suficiente
para inibir o hipostático, dizemos que a epistasia é dominante, entretanto,
se o alelo precisar de aparecer em dose dupla, fala-se em epistasia
recessiva.
Um exemplo de epistasia dominante pode ser observado na cor das
galinhas. O gene dominante C faz com que as galinhas apresentem coloração
colorida, e o gene recessivo c determina a plumagem branca. O gene I é
epistático e impede a produção de pigmento, e o alelo i não tem efeito inibidor.
Assim sendo, se a galinha apresentar o alelo I, ela não produzirá plumagem
colorida, independentemente do alelo C.
Epistasia Recessiva: quando o alelo que determina a epistasia atuar
somente em dose dupla.
Exemplo: Determinação da coloração da pelagem de camundongos
PLEITOPIA
A pleiotropia é um processo em que um único par de alelos (formas
alternativas de um determinado gene) atua na manifestação de diversas
características. Ela se difere da interação gênica pelo fato de a interação
apresentar vários genes determinando uma única característica.
Um bom exemplo da influência gênica envolvendo esse fenômeno é a
manifestação condicionante de um gene em ervilhas, as mesmas estudadas
por Mendel. Tanto a cor do tegumento da semente (a casca), a coloração das
flores e a presença de manchas na base das folhas, são codificadas por um
único gene.
INTERAÇÕES GÊNICAS : Dois ou mais genes interagem entre si par
determinar uma única característica.
Exemplo de interações gênicas: variações na cor de pele do ser humano.
UNIDADE 4 -SISTEMA ABO/ Rh
Em 1900, Landsteiner verificou, através de experimentos, a existência na
espécie humana de quatro grupos com diferentes composições de sangue.
Ele misturava em lâminas de vidro gotas de sangue de pessoas distintas. Em
alguns casos, havia a aglutinação das hemácias, isto é,elas se grudavam
umas às outras, formando verdadeiros grumos; em outros casos, a
aglutinação não ocorria. No sistema ABO, os tipos sanguíneos são A, B, AB
e O, e caracterizam-se pela presença de diferentes antígenos na membrana
das hemácias, os aglutinogênios. A presença dos tipos distintos de
aglutinogênios é condicionada por três alelos: IA , que determina a produção
do aglutinogênio do tipo A; IB , que determina a produção do aglutinogênio
do tipo B, e i , que não produz aglutinogênios. Cada indivíduo possui apenas
dois desses alelos. Os alelos IA e IB têm uma relação de codominância entre
si e ambos são dominantes em relação ao alelo i. Enquanto na membrana
das hemácias há antígenos, no plasma sanguíneo há anticorpos, chamados
aglutininas. Esses anticorpos, em contato com os antígenos específicos,
promovem a aglutinação das hemácias. Pessoas com o sangue tipo A tem
aglutininas anti-B; pessoas com sangue tipo B têm aglutininas anti-A; pessoas
com sangue tipo O têm aglutininas anti-A e anti-B; já indivíduos com sangue
tipo AB não produzem aglutininas
AS TRANSFUSÕES POSSÍVEIS
As pessoas de sangue tipo A podem doar sangue Para sangue tipo A e AB,
Pessoas de sangue
tipo B podem doar
sangue para
indivíduos sangue B
e AB. As pessoas
sangue tipo O são
consideradas
doadores universais
justamente pôr não
apresentarem os
antígenos A e B,
mas só podem
receber sangue tipo
O uma vez que
apresentarem os
anticorpo anti -A e anti -B.
Os indivíduos sangue tipo AB são considerados receptores universais, pois
eles não apresentam os anticorpos anti-A e anti-B, mas pôr terem os dois
antígenos, não podem doar sangue para nenhum receptor de outro grupo
sangüíneo. Para complemento ver gráfico de tipos de transfusões possíveis.
FATOR RH
O fator Rh é controlado por um grupo de genes independentes dos genes do
sistema ABO. O fator Rh foidescoberto em 1940 por Landsteiner e Wiener,
quando trabalhavam com o sangue de macaco Rhesus. Os pesquisadores
perceberam que o sangue desse animal quando injetado em cobaia,
provocava uma produçãogradativa de anticorpos. Concluíram assim que
existia um antígeno nas hemácias de Rhesus ; esse antígeno foi chamado
fator Rh. O anticorpo produzido pela cobaia foi denominado de anti-Rh. O
soro da cobaia contendo o anticorpo anti-Rh.
Foi misturados com hemácias humanas, verificando-se que 85% dos sangues
testado agutinou, o que explicado pela presença do antígeno Rh. Esses
indivíduos foram chamados Rh + ( Rh positivos) e os 15% restantes, que não
possuem o fator Rh nas hemácias, foram chamados Rh (Rh negativos).
A introdução de sangue Rh + num receptor Rh leva a uma produção de
anticorpos em pequenas quantidades,transfusões subseqüente, reforçando a
produção de anticorpos podem vir a ser fatais.
Genética do Fator Rh Considerase um único par de genes R (dominante e r
recessivo). Os indivíduos Rh + serão, portanto RR ou Rr. Os homozigotos
recessivos (rr) serão Rh .
ERITROBLASTOSE FETAL
A Eritroblastose fetal é uma
doença hemolítica causada
pela incompatibilidade do
sistema Rh do sangue
materno e fetal. Ela se
manifesta, quando há
incompatibilidade sanguínea
referente ao Rh entre mãe e
feto, ou seja, quando o fator
Rh da mãe é negativo e o do
feto, positivo. Quando isso
acontece, durante a gestação,
a mulher produz anticorpos
anti-Rh para tentar destruir o agente Rh do feto, considerado “in-truso”.
Uma vez produzidos, esses anticorpos permanecem na circulação da mãe.
Caso ela volte a engravidar de um bebê com Rh positivo, os anticorpos
produzidos na gravidez anterior destroem as hemácias (glóbulos vermelhos
do sangue) do feto. Para compensar essa perda, são fabricadas mais
hemácias, que chegam imaturas ao sangue e recebem o nome de
eritroblastos.
O primeiro filho, portanto, apresenta menos risco de desenvolver a doença do
que os seguintes, porque a mãe Rh- ainda não foi sensibilizada pelos
anticorpos anti-Rh. No entanto, na falta de tratamento, esses anticorpos
produzidos na primeira gestação podem destruir as hemácias do sangue dos
próximos fetos Rh.
A doença hemolítica por incompatibilidade de Rh varia de leve à grave. Os
sintomas vão desde anemia e icterícia leves à deficiência mental, surdez,
paralisia cerebral, edema generalizado, fígado e baço aumentados, icterícia,
anemia graves e morte durante a gestação ou após o parto. Recém-nascido
portador da enfermidade tem uma cor amarelada, porque a hemoglobina das
hemácias destruídas é convertida em bilirrubina pelo fígado e seu acúmulo
provoca um quadro de icterícia na criança
TRATAMENTO E PREVENÇÃO
A prevenção é o melhor tratamento para a doença hemolítica por
incompatibilidade de RH e deve começar antes mesmo de a mulher
engravidar. No entanto, se o bebê nascer com a doença, a primeira medida
terapêutica é substituir seu sangue por meio de transfusão de sangue
negativo, que não será destruído pelos anticorpos an-ti-Rh da mãe que
passaram ao filho através da placenta. Como vivem cerca de três meses, as
hemácias transferidas serão substituídas aos poucos pelas do bebê cujo fator
Rh é positivo. Quando isso ocorrer por completo, não haverá mais anticorpos
anti-Rh da mãe na circulação do filho.
APLICAÇÕES DA BIOTECNOGIA (CLONAGEM, TRANSGENIA,
CONTROLE DE PRAGAS, TERAPIAS GÊNICAS E TRATAMENTO)
Biotecnologia é o ramo da Biologia que desenvolve tecnologias a partir de
organismos vivos, ou matéria-prima a partir deles, baseado nos processos
biomoleculares e celulares, para criar ou modificar produtos e resolver
problemas na sociedade.
IMPORTÂNCIA DA BIOTECNOLOGIA
Embora o ser humano faça uso da biotecnologia há milhares de anos,
utilizando, por exemplo, microrganismos para fazer pães, bebidas e queijos,
os conhecimentos em diversas áreas científicas revolucionaram o modo de
manipular os organismos, a fim de obter certos produtos e processos.
O desenvolvimento da biotecnologia, com o apoio da Microbiologia, Biologia
Molecular, Genética, Engenharia e Informática, entre outras áreas, é
importante para:
Prevenir doenças, reduzindo a gravidade e a fatalidade;
 Diagnosticar doenças precocemente e salvar a vidas;
Diminuir custos, simplificar e acelerar a produção industrial;
 Criar plantas e insumos com características desejáveis para
aumentar o rendimento agrícola.
CLASSIFICAÇÃO DA BIOTECNOLOGIA
Como a biotecnologia tem atuação em muitos ramos, estudiosos passaram a
classificá-la em cores, na tentativa de relacionar as funcionalidades em cada
setor.
Biotecnologia verde: aplicada na agricultura, especialmente na criação de
sementes e plantas geneticamente modificadas. Esse tipo de produção tem
o intuito de fabricar plantações mais resistentes às pragas e substâncias
químicas (pesticidas, agrotóxicos, etc.) e com alto teor vitamínico.
Biotecnologia vermelha: utilizada na saúde para o desenvolvimento de
novos tratamentos ou remédios. As manipulações genéticas podem ajudar no
diagnóstico de doenças ou nos processos de cura.
Biotecnologia azul: utilizada na busca por recursos biológicos marinhos,
como na procura de moléculas em algas para o tratamento de doenças.
Biotecnologia branca: aplicada em procedimentos industriais, inclusive na
criação de substâncias que liberam menos poluentes na natureza, como as
enzimas catalisadoras de produtos químicos.
Biotecnologia laranja: aplicada no campo da informação. São elaborados
conteúdos educacionais para o acesso de todos os setores da sociedade ou
estimular a adesão de novos profissionais à área.
APLICAÇÕES DA BIOTECNOLOGIA
As aplicações mais importantes da biotecnologia estão relacionadas com a
área da medicina, além da agricultura e produção de alimentos e também no
meio ambiente.
NA MEDICINA:
 Produção de insulina, medicamentos e vacinas;
 Manipulação de animais, como o porco, para utilizar os
órgãos em transplantes;
 Produção de anticorpos em laboratório para pacientes com
sistema imunitário deficiente;
Terapia gênica para tratamento de doenças como câncer, neurológicas
e cardiovasculares, cujos tratamentos convencionais não são
eficientes;
Pesquisa com células-tronco para fins terapêuticos.
NA AGRICULTURA:
Produção de insumos, tais como: fertilizantes, sementes e agrotóxicos;
Melhoramento genético de plantas;
Processamento de alimentos: alimentos transgênicos
NO MEIO AMBIENTE:
Biorremediação: dependendo do tipo de contaminação e das condições
do ambiente são usadas diferentes técnicas para reduzir ou eliminar
contaminações no meio ambiente;
Bioconversão de resíduos provenientes da agricultura;
Produção de biocombustíveis a partir de organismos vivos ou de
resíduos vegetais;
Produção de plástico biodegradável a partir de microalgas.
NÍVEIS DE ORGANIZAÇÃO CELULAR
METABOLISMO
O metabolismo celular é um conjunto de reações químicas de um organismo
que objetivam a produção de energia para o funcionamento das células.
Além da produção de energia, durante o metabolismo celular também existe
a síntese de intermediários que participam de reações químicas, como
lipídios, aminoácidos, nucleotídeos e hormônios. Por isso, o metabolismo
celular é fundamental para a sobrevivência dos organismos.
O metabolismo celular é dividido em anabolismo e catabolismo.
O anabolismo compreende as reações de armazenamento de energia,
ocorrendo a síntese de compostos. É a fase sintetizante do metabolismo.
O catabolismo compreende as reações de liberação de energia, a partir da
decomposição de moléculas. É a fase degradativa do metabolismo.
PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE ANABOLISMO E CATABOLISMO
ATP, A MOEDA ENERGÉTICA DAS CÉLULAS
O ATP (Adenosina Trifosfato) é a molécula responsável pela captação e
armazenamento de energia. Ela está envolvida na reações energéticas que
ocorrem nas células.
A principal forma de obter ATP é através da glicose. As células quebram
moléculas de glicose para produzir energia na forma de ATP. Através da
glicólise, a glicose é quebrada ao longo de dez reações químicas que geram
duas moléculas de ATP como saldo.
OBTENÇÃO DE ENERGIA
Fotossíntese e Respiração
A fotossíntese e a respiração são os processos mais importantes de
transformação de energia dos seres vivos.
A fotossíntese é uma ação físico-química que ocorre a nível celular. Ocorre
em seres clorofilados, que a partir do dióxido de carbono, água e luz, obtém
a glicose.
A fotossíntese produz moléculas orgânicas nos organismos produtores
fotossintetizantes, como plantas e algas. Assim, os organismos
heterotróficos, como os animais, obtêm essas moléculas por meio da
alimentação, seja alimentando-se de organismos produtores, seja de outros
heterotróficos.
A respiração celular é o processo da formação do ATP através da oxidação,
utilizando o oxigênio como agente oxidante. Durante o processo, acontecem
reações de quebra das ligações entre as moléculas liberando energia. Pode
ser realizado de duas formas: a respiração aeróbica (na presença do gás
oxigênio do ambiente) e a respiração anaeróbica (sem o oxigênio).
Esse procedimento pode ocorrer tanto na presença de oxigênio, sendo
aeróbio, quanto em sua ausência, anaeróbio. No entanto, tal termo é
normalmente utilizado para referir-se ao processo aeróbio, como faremos
também aqui.
A respiração celular e a fotossíntese são processos diferentes, mas
interligados. Na respiração celular, ocorre a liberação de energia para ser
utilizada pelo organismo, no entanto, essa energia é produzida por outro
processo, a fotossíntese.
ATIVIDADES
ATIVIDADE 1 (3,0 PTS)-ORIGEM DA VIDA
QUESTÃO 01- Uma das hipóteses sobre a origem da vida na Terra presume
que a forma mais primitiva de vida se desenvolveu lentamente, a partir de
substância inanimada, em um ambiente complexo, originando um ser
extremamente simples, incapaz de fabricar seu alimento. Essa hipótese é
conhecida como:
a)geração espontânea
b) heterotrófica
c) autotrófica
d) epigênese
e) pangênese
QUESTÃO 02- Segundo Oparin, a vida se instalou na Terra numa forma lenta
e ocasional, nos oceanos primitivos do nosso planeta, onde havia água,
obviamente, e na atmosfera se encontrava metano, hidrogênio sob forma
amoniacal. Esta teoria procura explicar que a vida surgiu no nosso planeta:
a) após a síntese natural das proteínas
b) a partir dos cosmozoários
c) começando pelos seres autótrofos
d) pela panspermia cósmica
e) após o aparecimento dos vegetais heterotróficos
QUESTÃO 03- Segundo Oparin, a vida se instalou na Terra numa forma lenta
e ocasional, nos oceanos primitivos do nosso planeta, onde havia água,
obviamente, e na atmosfera se encontrava metano, hidrogênio sob forma
amoniacal. Esta teoria procura explicar que a vida surgiu no nosso planeta:
a) após a síntese natural das proteínas
b) a partir dos cosmozoários
c) começando pelos seres autótrofos
d) pela panspermia cósmica
e) após o aparecimento dos vegetais heterotróficos
QUESTÃO 04- Julgue os itens a seguir:
I. A teoria que admite a origem de um ser vivo somente a partir de outro é
denominada biogênese.
II. Admite-se que moléculas como CH4, H2, NH3 e H2O, nas condições da
Terra primitiva, reuniram-se, formando as bactérias.
III. É mais provável que os primeiros seres vivos tenham sido autotróficos.
Assinale:
a) se apenas I está correto. b) se apenas II está correto.
c) se apenas III está correto. d) se I e II estão corretos.
e) se II e II estão corretos.
QUESTÃO 05- Na hipótese heterotrófica sobre a origem da vida, supõe-se
que os organismos primitivos obtinham energia do alimento, por meio da:
a) respiração aeróbia
b) fotólise c) fotossíntese
d) biogênese e) fermentação
QUESTÃO 06- A Panspermia é uma teoria que:
a) afirma que as mudanças na atmosfera primitiva desencadearam o
surgimento de vida no planeta.
b) explica o surgimento de vida na Terra através do Big Bang.
c) afirma que a vida surgiu fora do planeta e foi trazida através de meteoritos
e cometas.
d) explica a origem da vida através de coacervados
QUESTÃO 07 -Analise as afirmações:
I. Quando se deixa um pedaço de carne exposto ao ar, nele podem
aparecer vermes.
II. Se o frasco que contém os pedaços de carne for coberto por uma
gaze, os vermes aparecem na gaze e não na carne.
Essas afirmações fortalecem a teoria da origem da vida chamada:
a) Abiogênese. b) Biogênese.
c) Geração espontânea. d) Hipótese de Galileu.
e) Hipótese de Malthus.
QUESTÃO 08 - Na figura abaixo, temos representado um aparelho projetado
por Stanley Miller, no início da década de 1950. Por esse aparelho circulavam
metano, amônia, vapor de água e hidrogênio
e, através de energia fornecida por descarga elétrica, produtos de reações
químicas como aminoácidos, carboidratos e ácidos graxos eram coletados no
alçapão.
Através desse experimento, Miller testou a hipótese de que, na atmosfera
primitiva pela ação de raios,
a) compostos orgânicos puderam se formar a partir de moléculas simples.
b) compostos inorgânicos puderam se formar a partir de moléculas orgânicas.
c) compostos inorgânicos e orgânicos puderam originar os primeiros seres
vivos.
d) macromoléculas puderam se formar a partir de moléculas orgânicas
simples.
e) coacervados puderam se formar a partir de moléculas inorgânicas.
QUESTÃO 09- Qual das alternativas distingue organismos heterotróficos de
organismos autotróficos?
a) Somente organismos heterotróficos necessitam de substâncias
químicas do ambiente.
b) Somente organismos heterotróficos fazem respiração celular.
c) Somente organismos heterotróficos possuem mitocrôndrias.
d) Somente organismos autotróficos podem viver com nutrientes
inteiramente inorgânicos.
e) Somente organismos autotróficos não requerem gás oxigênio
QUESTÃO 10 - Entre as modificações que ocorreram nas condições
ambientais de nosso planeta, algumas foram causadas pela própria
atividade dos seres.
Os organismos iniciais, ao realizarem a fermentação, determinaram uma
grande alteração na atmosfera da Terra primitiva, porque nela
introduziram o:
a) gás oxigênio. d) gás nitrogênio.
b) gás carbônico . e) vapor d'água.
c) gás metano.
ATIVIDADE 2 ( 2,0 pts) TEORIAS EVOLUTIVAS
QUESTÃO 01- Charles Darwin estruturou sua teoria da evolução baseado
na idéia de que, na
competição pela vida, sobreviveriam os mais
aptos. Esse processo denomina-se:
a) deriva gênica. b) seleção natural.
c) miscigenação racial. d) migração diferencial.
e) mutação.
QUESTÃO 02-Quando falamos em evolução, referimo-nos às mudanças que
ocorreram nos organismos ao longo de milhares de anos. Existem diferentes
teorias que explicam essas mudanças, como é o caso da teoria proposta por
Lamarck. Para esse pesquisador, a evolução ocorre em razão da ação de
duas leis:
a) Mutação e seleção natural.
b) Uso e desuso e caracteres adquiridos.
c) Ancestralidade comum e seleção natural.
d) Caracteres adquiridos e fluxo gênico.
e) Recombinação genética e uso e desuso.
QUESTÃO 03-Após estudar sobre evolução na escola, Michele resolveu
explicar para sua mãe o motivo pelo qual algumas lagartas são verdes.
Segundo a aluna, algumas lagartas são verdes porque essa cor favorece sua
sobrevivência em folhas, uma vez que são mais dificilmente avistadas por
predadores. A explicação de Michele obedece à teoria evolucionista proposta
por:
a) Lamarck. b) Mendel.
c) Darwin. d) Crick.
e) Pasteur.
QUESTAÕ 04-A seleção natural configura-se como o principal conceito
dentro da teoria da evolução proposta por Darwin. Observe as alternativas
abaixo e marque aquela que indica corretamente a ideia de seleção natural.
a) Os organismos mais fortes sobrevivem e transmitem essa característica
para os seus descendentes.
b) Os organismos mais fortes conseguem reproduzir-se e impedir a
reprodução dos mais fracos.
c) Os organismos mais aptos são selecionados pelo meio e todos os
organismos mais fracos são extintos.
d) Os organismos mais aptos a sobreviver no ambiente apresentam maior
chance de reprodução e transmissão da característica vantajosa para os seus
descendentes.
e) Apenas os organismos mais fortes reproduzem-se e produzem
descendentes férteis.
QUESTÃO 05- Um tubarão e um golfinho possuem muitas semelhanças
morfológicas, embora pertençam a grupos distintos. O tubarão é um peixe que
respira por brânquias, e suas nadadeiras são suportadas por cartilagens. O
golfinho é um mamífero, respira ar atmosférico por pulmões, e suas nadadeiras
escondem ossos semelhantes aos dos nossos membros superiores. Portanto,
a semelhança morfológica existente entre os dois não revela parentesco
evolutivo. Eles adquiriram essa grande semelhança externa pela ação do
ambiente aquático que selecionou nas duas espécies a forma corporal ideal
ajustada à água.
Esse processo é conhecido como
a) isolamento reprodutivo. b) irradiação adaptativa.
c) homologia. d) alopatria.
e) convergência adaptativa.
QUESTÃO 07- Desenvolvida, há 150 anos, por Charles Darwin e Alfred
Wallace, a ideia da seleção natural pode ser sustentada por observações
científicas atuais. Assinale a alternativa que contém uma informação que NÃO
é sustentada pela Teoria Evolutiva por Seleção Natural.
a) A reposição do fator de coagulação mediante transfusão de sangue
aumenta a adaptabilidade dos hemofílicos.
b) Certas bactérias, em face de mudanças no ambiente, adquirem a
capacidade de produzir novas substâncias.
c) O vírus HIV pode sofrer mutações, o que dificulta o tratamento de
indivíduos soropositivos.
d) Os peixes cegos apresentam menor chance de sobrevivência em
ambientes iluminados.
QUESTÃO 08 - “O meio ambiente cria a necessidade de uma determinada
estrutura em um organismo. Este se esforça para responder a essa
necessidade. Como resposta a esse esforço, há uma modificação na
estrutura do organismo. Tal modificação é transmitida aos descendentes.”
O texto sintetiza as principais idéias relacionadas ao
a) fixismo. b) darwinismo.
c) mendelismo. d) criacionismo.
e) lamarckismo.
QUESTÃO 09 - De acordo com a teoria da evolução biológica, os seres vivos
vêm se modificando gradualmente ao longo das gerações, desde o seu
surgimento na Terra, em um processo de adaptação evolutiva. Segundo essa
teoria,
a) Os indivíduos mais bem adaptados transmitem as características aos
descendentes.
b) Ocorre a seleção de características morfológicas adquiridas pelo uso
frequente.
c) A seleção natural apenas elimina aqueles indivíduos que sofreram mutação.
d) As mutações são dirigidas para genes específicos que proporcionam maior
vantagem aos
seus portadores.
e) As mutações dirigidas são seguidas da seleção aleatória das mais adaptativas
QUESTAO 10 - As figuras mostram uma tartaruga-marinha e um jabuti, répteis
que apresentam características semelhantes e vivem em ambientes diferentes.
As características do formato do casco e das patas da tartaruga-marinha e do jabuti
confirmam a
ocorrência de:
a) mutações que modificaram estruturas e direcionaram esses animais para um
ambiente específico.
b) adaptações às mudanças ambientais por meio do uso frequente dessas
estruturas.
c) evolução divergente entre animais que são filogeneticamente muito próximos.
d) analogia anatômica entre estruturas de espécies diferentes que pertencem ao
mesmo filo.
e) evolução convergente entre animais de espécies diferentes oriundos de um
ancestral comum.
ATIVIDADE 3 (2,0 PTS.) GENÉTICA
QUESTÃO 01- A primeira lei de Mendel ou lei da segregação significa:
a) um cruzamento onde se considera apenas um gene, representado por
dois alelos.
b) um cruzamento de dois genitores homozigotos contrastantes.
c) um cruzamento de dois genitores heterozigotos.
d) a separação de um par de alelos durante a formação dos gametas.
e) um caráter controlado por dois ou mais genes.
QUESTÃO 02- As células de um indivíduo, para um determinado locus,
apresentam o mesmo gene em ambos os cromossomos homólogos. Esse
indivíduo é denominado:
a) hemizigoto b) heterozigoto
c)heterogamético d) homozigoto
e) haploide
QUESTÃO 03- De acordo com a primeira lei de Mendel confira as afirmações
abaixo e marque a que apresentar informações incorretas.
a) Em cada espécie de ser vivo o número de cromossomos é constante, e isso
ocorre porque na formação dos gametas esse número é reduzido à metade e
depois, na fecundação, restabelece-se o número inicial.
b)Cada caráter é determinado por um par de fatores que se separam na formação
dos gametas, indo um fator do par para cada gameta.
c)Quando os alelos de um par são iguais, fala-se em condição heterozigótica (para
a qual Mendel usava o termo puro), e quando os alelos são diferentes, fala-se em
condição homozigótica (para a qual Mendel usava o termo hibrido).
d)Um mesmo caráter pode apresentar duas ou mais variáveis, e a variável de cada
caráter é denominada fenótipo.
e) O termo genótipo pode ser aplicado tanto ao conjunto total de genes de um
indivíduo como a cada gene em particular.
QUESTÃO 04- Numere a segunda coluna de acordo com a primeira, associando
os conceitos aos respectivos termos.
I – Genoma
II – Crossing over
III –Fenótipo
IV – Alelo
V – Gene
( ) troca de fragmentos de cromossomos
homólogos na primeira divisão da meiose.
( ) conjunto de genes organizados nos cromossomos.
( ) segmento do DNA capaz de transcrever uma molécula de RNA.
( ) atuam sobre a mesma característica, mas não são obrigatoriamente
iguais.
( ) conjunto de características detectáveis de um indivíduo.
A seqüência correta é:
a) II, I, V, IV e III b) III, II, I, V e IV
c) II, I, III, V e IV d) IV, II, I, III e V
d) I, II, V, IV e III
QUESTÃO 05- Na moranga, a cor dos frutos deve-se às seguintes
combinações de genes: B_aa = amarelo
B_A_ = branco
bbA_ = branco
bbaa = verde
Estas informações permitem concluir que o gene:
a) A é epistático sobre seu alelo b) B é epistático sobre A e sobre a
c) a é hipostático em relação a A d) b é hipostático em relação a B
e) A é epistático sobre B e sobre b
QUESTÃO 06-Alguns genes só se expressam quando aparecem em
homozigose. Esses genes são denominados de:
a) Dominantes. b) Codominantes.
c) Epistáticos. d) Recessivos.
e) Hipostáticos.
QUESTÃO 07- Em uma interação gênica epistática, o gene que é inibido recebe a
denominação de:
a) epistático. b) recessivo.
c) dominante. d) hipostático.
e) homozigoto.
QUESTÃO 08 - Sobre o vocabulário genético, associe corretamente:
I. genótipo;
II. fenótipo;
III. gene;
IV. heredograma.
A. É a montagem de um grupo familiar com o uso de símbolos, também conhecido
como genealogia, mapa familiar ou pedigree.
B. Cada segmento de DNA capaz de transcrever sua mensagem em uma
molécula de RNA.
C. É a constituição genética de um organismo, ou seja, o conjunto de alelos
que ele herdou dos genitores.
D. São as características internas ou externas de um ser vivo, geneticamente
determinadas.
Assinale a alternativa correta:
a) I-A ; II-B ; III-D ; IV-C b) I-C ; II-D ; III-B ; IV-A
c) I-B ; II-A ; III-D ; IV-C d) I-A ; II-C ; III-B ; IV-D
e) I-D ; II-B ; III-A ; IV-C
QUESTÃO 09-Frequentemente, no estudo de Genética, encontramos
representações gráficas que demonstram as relações de descendência e a
ocorrência de alguma característica em uma família. Essa representação
recebe o nome de:
a) Cladograma. b) Filogenia.
c) Heredograma. d) Hemograma.
e) Quadro de Punnett.
QUESTÃO 10 Sobre a interação gênica, marque a alternativa incorreta:
a) Na interação gênica, dois ou mais genes interagem para determinar uma
característica.
b) Para que ocorra interação gênica, é necessário que os genes estejam em
um mesmo cromossomo.
c) Casos de interação gênica normalmente não obedecem as leis de Mendel.
d) A epistasia é um tipo de interação gênica.
e) Existem interações gênicas não epistáticas
ATIVIDADE ( 3,0) 4 – SISTEMA ABO/ METABOLISMO
QUESTÃO 01-Existem quatro tipos sanguíneos na espécie humana: A, B,
AB e O. Eles são codificados graças a três alelos, o que representa um caso
de:
a) epistasia. b) mutação.
c) alelos múltiplos. d) pleiotropia.
e) aberrações cromossômicas.
QUESTÃO 02 -Os tipos sanguíneos do sistema ABO são caracterizados
pela presença ou ausência de aglutinogênios e aglutininas. O sangue tipo A,
por exemplo, possui como principal característica a presença:
a) de aglutinogênio B. b) de aglutinina anti-A.
c) de aglutinina anti-B. d) de aglutinina anti-A e anti-B.
e) de aglutinogênio A e B.
QUESTÃO 03- Após uma aula de biologia sobre a genética do sistema
ABO, um garoto questionou seus pais sobre o tipo de sangue que possuíam.
A mãe informou-lhe que o tipo sanguíneo dela era A e que o do pai era B.
Segundo essas informações, o garoto pode apresentar quais tipos
sanguíneos:
a) Somente sangue A ou B.
b) Somente sangue A, B ou AB.
c) Somente sangue A, B ou O.
d) Somente sangue A ou O.
e) A, B, AB ou O.
QUESTÃO 04 -Considerando-se as particularidades de cada tipo
sanguíneo, marque a alternativa que indica corretamente quais tipos
sanguíneos uma pessoa do sangue AB pode receber.
a) A e B b) A, B e AB
c) Apenas AB d) Apenas O
e) A, B, AB e O
QUESTÃO 05-A eritroblastose fetal é um problema relacionado com:
a) os fatores de coagulação da mãe.
b) o fator Rh da mãe e de seu filho.
c) a dificuldade do feto de produzir células sanguíneas.
d) o sistema MN.
e) a deficiência em ferro.
QUESTÃO 06- Para que ocorra eritroblastose fetal, obrigatoriamente:
a) o filho deve ser Rh negativo.
b) o pai da criança deve ser Rh negativo, e o filho, positivo.
c) a mãe da criança deve ser Rh positivo.
d) a mãe da criança deve ser Rh negativo, assim como o filho.
e) a mãe da criança deve ser Rh negativo, e o filho, positivo.
QUESTÃO 07- As reações metabólicas são classificadas em dois grandes
grupos. A respiração celular pode ser considerada como uma reação
chamada de
a) Catabolismo. b) Anaerobiose.
c) Anabolismo. d) Metabolismo construtivo.
e) Metabolismo basal.
QUESTÃO 08 - São processos biológicos relacionados diretamente a
transformações energéticas celulares:
a) respiração e fotossíntese. b) digestão e excreção.
c) respiração e excreção. d) fotossíntese e osmose.
e) digestão e osmose.
QUESTÃO 09- A fotossíntese é importante para a vida na Terra. Nos cloroplastos
dos organismos fotossintetizantes, a energia solar é convertida em energia química
que, juntamente com água e gás carbônico (CO2), é utilizada para a síntese de
compostos orgânicos (carboidratos). A fotossíntese é o único processo de
importância biológica capaz de realizar essa conversão. Todos os organismos,
incluindo os produtores, aproveitam a energia armazenada nos carboidratos para
impulsionar os processos celulares, liberando CO2 para a atmosfera e água para
a célula por meio da respiração celular. Além disso, grande fração dos recursos
energéticos do planeta, produzidos tanto no presente (biomassa) como em tempos
remotos (combustível fóssil), é resultante da atividade fotossintética.
As informações sobre obtenção e transformação dos recursos naturais por meio
dos processos vitais de fotossíntese e respiração, descritas no texto, permitem
concluir que:
a) o CO2 e a água são moléculas de alto teor energético.
b) os carboidratos convertem energia solar em energia química.
c) a vida na Terra depende, em última análise, da energia proveniente do Sol.
d) o processo respiratório é responsável pela retirada de carbono da atmosfera.
e) a produção de biomassa e de combustível fóssil, por si, é responsável pelo
aumento de CO2 atmosférico.
QUESTÃO 10 - Observe a tira abaixo.
O autor está fazendo
referência à: a) polialelia.
b) heterose.
c) hibridação.
d) seleção natural.
e) engenharia genética.
GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ
6ª UNIDADE REGIONAL DE ENSINO
E.E.E.M MURUMURU – ANEXO I
PROFESSOR(A): MÁRCIA T. BARROSO SANTOS
DISCIPLINA: BIOLOGIA
ALUNO (A): _______________________________________________________________
SÉRIE: 3º Ano TURMA: M3TG01
COMUNIDADE: CURICACA I- MÓDULO
PERÍODO : 1º MAIO/JUNHO 2021
CARTAO RESPOSTA
INSTRUÇÕES PARA O PREENCHIMENTO
 Use caneta esferográfica de tinta azul ou preta.  Preencha assim:

3º ANO JACARECAPA II-MÓDULO -1º PERIODO.docx

  • 1.
    GOVERNO DO ESTADODO PARÁ 6ª UNIDADE REGIONAL DE ENSINO E.E.E.M MURUMURU – ANEXO I PROFESSOR(A): MÁRCIA T. BARROSO SANTOS DISCIPLINA: BIOLOGIA ALUNO (A): _______________________________________________________________ SÉRIE: 3º Ano TURMA: M3TG01 COMUNIDADE: Curicaca MÓDULO: I 1º PERÍODO ABRIL/ MAIO /JUNHO 2021 ANO LETIVO: 2022 CADERNO DE ATIVIDADES REMOTAS Nº 01 INFORMAÇÕES SOBRE O SEU CADERNO ALUNO! Este caderno contém conteúdo da disciplina BIOLOGIA para seus estudos de forma remota nesse período de pandemia. No final deste material contém questões avaliativas para serem respondidas e entregue ao professor na data marcada, ressaltando que deve ser entregue apenas a parte que contém as questões para as devidas correções e análise do seu desempenho e obtenção da sua nota.
  • 2.
    UNIDADE 1 –ORIGEM DA VIDA A origem da vida é um dos temas mais controversos. Será que a primeira forma de vida surgiu em nosso planeta ou chegou aqui após ser formada? Será que a vida foi criada por ação divina? A Terra primitiva possuía as condições necessárias para a formação da vida? Várias são as hipóteses que tentam explicar como a vida surgiu e nós abordaremos algumas das mais conhecidas. CRIACIONISMO O criacionismo, uma das ideias mais antigas sobre a origem da vida, defende que os seres vivos do nosso planeta surgiram por ação divina, assim como descrito na Bíblia, mais precisamente no livro de Gênesis. Essa ideia é até hoje muito aceita por fiéis em todo o mundo. A panspermia é uma hipótese que afirma que a vida não surgiu em nosso planeta, mas fora dele. Essa ideia teve início com a afirmação do filósofo grego Anaxágoras, que afirmou que sementes da vida poderiam ser encontradas em todo o universo. Com essa afirmação, surgiu a ideia de que a vida poderia ter sido gerada em outro local e depois ter chegado à Terra. A hipótese da panspermia ganhou força em 1830, quando pesquisadores descobriram a presença de compostos orgânicos em amostras de meteorito. Os meteoritos, então, poderiam ser considerados como veículos de transporte de partículas para várias partes do espaço. Desse modo, se meteoritos chegassem à Terra contendo vida, poderiam inoculá-la em nosso planeta. Dentre as críticas feitas a essa hipótese, podemos destacar o fato de que o espaço é um ambiente muito hostil para permitir que seres vivos sobrevivam a essa jornada por diferentes locais. Além disso, essa é uma hipótese que não pode ser testada. GERAÇÃO ESPONTÂNEA OU ABIOGÊNESE A teoria da geração espontânea ou Abiogênese admite, em essência, o aparecimento dos seres vivos a partir da matéria bruta de maneira contínua. Essa hipótese surgiu com Aristóteles, há mais de 2 000 anos. Para Aristóteles e seus seguidores, a matéria bruta apresentava um “princípio ativo” responsável pela formação dos seres vivos quando as condições do meio fossem favoráveis. O princípio ativo era o grande responsável pelo desenvolvimento de um novo organismo. A ideia da geração espontânea constituía a melhor forma de explicar as larvas que surgiam na carne crua exposta ao ar livre e de girinos que surgiam em poças de água. TEORIA DA BIOGÊNESE A teoria da biogênese admite que todos os seres vivos são originados de outros seres vivos preexistentes. Vários cientistas provaram que um ser vivo só se origina de outro ser vivo e contestaram a abiogênese. Os principais defensores da biogênese foram: Ernest Haeckel, Thomas Henry Hurley, Stanley Miller, Lázzaro Spallanzani, Francesco Redi e Louis Pasteur. EXPERIMENTO DE REDI Francesco Redi, médico e biólogo de Florença, por volta de 1660, começou a questionar a teoria da abiogênese. Para isso, colocou pedaços de carne crua dentro de frascos, deixando alguns abertos. Depois de vários dias, as larvas só apareceram na carne do frasco aberto. Redi observou que as moscas colocavam ovos sobre a carne e concluiu que a geração espontânea não tinha validade. Com a invenção do microscópio, o mundo dos microrganismos foi revelado, empolgando os adeptos da geração espontânea e da biogênese, que buscavam a explicação para a origem desses seres vivos. EXPERIMENTO DE PASTEUR Por volta de 1860, o cientista francês Louis Pasteur conseguiu provar definitivamente que os seres vivos se originam de outros seres vivos.Ele realizou experimentos com balões do tipo pescoço de cisne, que mostrou que um líquido ao ser fervido, não perde a chamada "força vital", como defendiam os adeptos da abiogênese, pois quando o pescoço do balão é quebrado, após a fervura do líquido, há o aparecimento dos seres vivos. - Hipótese de Oparin e Haldane A hipótese mais aceita atualmente para explicar a origem da vida no planeta é a de Oparin e Haldane. Esses dois pesquisadores, de maneira independente, propuseram que a Terra apresentava uma atmosfera diferente no passado e que a ação de diferentes fatores culminou na formação de moléculas simples, as quais deram origem à vida. A atmosfera primitiva, de acordo com Oparin e Haldane, era composta basicamente por amônia, hidrogênio, metano e vapor de água. O vapor de água era essencial para a formação de nuvens, que se precipitavam, ocasionando chuvas, o que permitiu que a superfície da Terra recebesse água. Essa água evaporava muito rapidamente, uma vez que, no início, a superfície era extremamente quente. A atmosfera da Terra primitiva sofria ainda com a ação de descargas elétricas e radiação ultravioleta do Sol. Esses dois agentes foram essenciais para que os elementos da atmosfera reagissem e formassem moléculas orgânicas, como os aminoácidos. Esses compostos chegaram à superfície da Terra por meio da água das chuvas. Os aminoácidos, em condições adequadas, deram origem a estruturas semelhantes a proteínas. Essas proteínas foram acumulando-se nos oceanos em formação e deram origem aos chamados coacervados (agregados de proteínas rodeadas por água). Com o tempo, esses agregados tornaram-se cada vez mais estáveis e complexos e passaram a se duplicar, resultando nos primeiros seres vivos. Experimento de Miller e UreyOs pesquisadores Miller e Urey, em 1953, montaram um experimento para recriar as condições da Terra primitiva proposta por Oparin e Haldane. Nesse experimento, os pesquisadores da Universidade de Chicago foram capazes de produzir aminoácidos e também outros compostos orgânicos, comprovando, desse modo, que a ideia de Oparin e Haldane poderia estar correta e que moléculas orgânicas poderiam ser formadas naquelas condições. Com esse experimento, após uma semana, o jovem cientista conseguiu produzir aminoácidos e bases nitrogenadas, além de cianeto e formaldeído: a sopa prebiótica.- Atmosfera primitiva e as primeiras moléculas orgânicas Vulcões jorrando lava e gases; numerosos impactos de corpos sólidos, feitos de poeira cósmica e gelo, originados da formação do Sistema Solar; relâmpagos; radiações ultravioleta mais intensas que as atuais; e uma temperatura extremamente alta. Essas condições impediram a presença de vida na Terra por centenas de milhares de anos (figura 19.3). Evidências geológicas, estudo comparado da atmosfera de outros planetas e análise química dos gases emitidos pelos vulcões atuais permitiram aos cientistas
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    concluir que aatmosfera da Terra primitiva era composta de gases diferentes dos encontrados nela atualmente. Hipótese heterotrófica e autotrófica O planeta primitivo apresentava condições pouco propícias à vida. Assim sendo, muito ainda se discute a respeito de como era o primeiro ser vivo e como ele conseguia alimento naquele ambiente. Duas hipóteses tentam explicar como eram esses seres vivos: a hipótese heterotrófica e a hipótese autotrófica. Como sabemos, organismos heterotróficos são incapazes de produzir seu próprio alimento, necessitando captar matéria orgânica do meio. Os pesquisadores que defendem que os primeiros organismos apresentavam esse tipo de nutrição baseiam-se no fato de que os primeiros seres deveriam ser pouco complexos e dificilmente seriam capazes de produzir seu alimento. Eles, provavelmente, captavam a matéria orgânica disponível e obtinham a energia delas por meio da fermentação. A outra hipótese existente sugere que os seres vivos primitivos eram, sim, capazes de produzir seu próprio alimento e realizavam quimiossíntese, isto é, quando os seres vivos são capazes de produzir moléculas orgânicas utilizando a energia liberada de compostos inorgânicos. Segundo os defensores dessa ideia, os primeiros seres vivos não poderiam ser heterotróficos, pois naquele ambiente não haveria moléculas orgânicas suficientes para suprir a necessidade de todos os seres vivos em formação. TEORIAS EVOLUCIONISTAS A Teoria de Lamarck Jean-Baptiste Lamarck (1744-1829), naturalista francês, foi o primeiro cientista a propor uma teoria sistemática da evolução. Sua teoria foi publicada em 1809, em um livro denominado Filosofia Zoológica. Segundo Lamarck, o principio evolutivo estaria baseado em duas Leis fundamentais: Lei do uso ou desuso: o uso de determinadas partes do corpo do organismo faz com que estas se desenvolvam, e o desuso faz com que se atrofiem. Lei da transmissão dos caracteres adquiridos: alterações provocadas em determinadas características do organismo, pelo uso e desuso, são transmitidas aos descendentes. Ele apoiava-se na sua observação de que as girafas costumam ter pescoço de comprimento igual à altura das árvores da região. A sua teoria é de que sucessivas gerações de girafas foram esticando o seu pescoço até alcançar o galho. Cada geração herdava dos seus pais a informação da altura das árvores de alguma forma. Assim as espécies evoluem de maneira a adaptar-se ao meio. Obs.: Observe que em A, inicialmente as girafas têm pescoço curto e de "tanto usarem" desenvolveram pescoço longo e herdaram para seus descendentes (Lamarckismo). Na imagem B, nota-se que as girafas mais adaptadas a sobreviver são as de pescoço longo, logo, as de pescoço curto não competem igualmente e morrem havendo assim a escolha da natureza pela espécie mais adaptada (Darwinismo/seleção natural). A Teoria de Darwin ( SELEÇÃO NATURAL) Charles Darwin (1809-1882), naturalista inglês, desenvolveu uma teoria evolutiva que é a base da moderna teoria sintética: a teoria da seleção natural. Segundo Darwin, os organismos mais bem adaptados ao meio têm maiores chances de sobrevivência do que os menos adaptados, deixando um número maior de descendentes. Os organismos mais bem adaptados são, portanto, selecionados para aquele ambiente. Os princípios básicos das ideias de Darwin podem ser resumidos nos seguintes modos: Os indivíduos de uma mesma espécie apresentam variações em todos os caracteres, não sendo, portanto, idênticos entre si. Todo organismo tem grande capacidade de reprodução, produzindo muitos descendentes. Entretanto, apenas alguns dos descendentes chegam à idade adulta.  O número de indivíduos de uma espécie é mantido mais ou menos constante ao longo das gerações. Assim, há grande "luta" pela vida entre os descendentes, pois apesar de nascerem muitos indivíduos poucos atingem a maturidade, o que mantém constante o número de indivíduos na espécie. Na "luta" pela vida, organismos com variações favoráveis ás condições do ambiente onde vivem têm maiores chances de sobreviver, quando comparados aos organismos com variações menos favoráveis. Os organismos com essas variações vantajosas têm maiores chances de deixar descendentes. Como há transmissão de caracteres de pais para filhos, estes apresentam essas variações vantajosas. Assim, ao longo das gerações, a atuação da seleção natural sobre os indivíduos mantém ou melhora o grau de adaptação destes ao meio. DIFERENÇAS ENTRE LAMARCKISMO E DARWINISMO Seleção Natural Na seleção natural são favorecidas as características que aumentam as chances de um indivíduo alcançar a idade reprodutiva, levando-o indiretamente ao sucesso reprodutivo. Esse sucesso pode ser o resultado de vários tipos de adaptação. Algumas aumentam a chance de o organismo conseguir comida (maior velocidade, dentes mais fortes, etc.); outras o ajudam a se defender dos predadores (camuflagem, mimetismo, entre outras) ou a sobreviver às condições físicas do ambiente (proteção contra o frio, contra a perda de água, etc.). Essas adaptações aumentam a chance de sobrevivência do indivíduo e, consequentemente, suas oportunidades de chegar à idade reprodutiva. Também são beneficiados fatores que aumentam diretamente a fertilidade do indivíduo. Mesmo sobrevivendo menos tempo, ele poderá deixar um número maior de filhos que seu competidor. Outras características favorecidas são aquelas que facilitam ao indivíduo conseguir um parceiro sexual ou aumentar os cuidados com a prole, fazendo com que um número maior de filhos sobreviva até a idade reprodutiva.Podemos dizer então que a seleção natural é uma reprodução diferencial, ou seja, uma consequência do fato de indivíduos com genótipos diferentes terem sucesso reprodutivo distinto. Os cientistas já estudaram vários casos de seleção natural. O processo é mais facilmente observado em populações que se reproduzem de forma rápida, como bactérias e certos insetos que atacam plantações. Vejamos alguns exemplos na natureza. A resistência de bactérias aos antibióticos Eventualmente aparece no ambiente, por mutação, um gene que confere resistência a determinado antibiótico; a bactéria com esse gene é capaz de, por exemplo, fabricar uma enzima que destrói a substância antibiótica. Veja que, no início, os mutantes resistentes são raros; a partir do momento em que o antibiótico aparece, esses mutantes passam a ter muito mais possibilidade de sobreviver que os indivíduos sensíveis, que são a maioria na população. Por isso a frequência de indivíduos resistentes aumenta aos poucos e eles podem acabar constituindo, depois de algum tempo, praticamente toda a população.Se não houver antibiótico no meio em que essa bactéria mutante se encontra, a característica não lhe traz nenhuma vantagem. A presença do antibiótico, no entanto, pode alterar essa situação: as bactérias sensíveis morrem e as resistentes sobrevivem e aumentam em número na população. O gene mutante também pode ser transferido para outras bactérias por conjugação ou por meio de vírus que infectam bactérias (bacteriófagos); novas bactérias também podem adquiri-lo ao incorporar material genético liberado no ambiente por bactérias mortas. A evolução explica, então, por que encontramos hoje várias linhagens de bactérias resistentes a antibióticos, como a penicilina, que começou a ser utilizada a partir da década de 1940. Um fenômeno semelhante ao que ocorre com as bactérias e os antibióticos acontece com insetos e inseticidas.
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    Evidências Evolutivas A determinaçãoda duração de uma espécie é feita em escala geológica e o que se considera antigo ou recente, em termos evolutivos, é contado em milhares de anos. Enquanto as atuais espécies surgiram nos últimos milhares de anos, calcula-se que os gêneros a que elas pertencem tenham, no mínimo, 1 milhão de anos; as famílias,15 milhões, e as respectivas ordens, pelo menos 50 milhões. Principais Evidências da Evolução: Homologia: Refere-se a estruturas corporais ou órgãos que possuem origem embrionária semelhante, podendo desempenhar mesma função (nadadeira de uma baleia e nadadeira de um golfinho) ou funções diferentes, como as asas de um morcego e os braços de um humano, e nadadeiras peitorais de um golfinho e as asas de uma ave. Essa adaptação a modos de vida distintos é denominada evolução divergente. - Analogia: Desempenham a mesma função, mas possuem origens embrionárias diferenciadas, como as asas de insetos e asas de aves. Estas, apesar de exercerem papéis semelhantes, não são derivadas das mesmas estruturas presentes em um ancestral comum exclusivo entre essas duas espécies. Assim, a adaptação evolutiva a modos de vida semelhantes leva organismos pouco aparentados a desenvolverem formas semelhantes, fenômeno este chamado de evolução convergente Órgãos Vestigiais: São aqueles que, em alguns organismos, encontra- se com tamanho reduzido e geralmente sem função, mas em outros organismos são maiores e exercem função definitiva. A importância evolutiva desses órgãos vestigiais é a indicação de uma ancestralidade comum. Um exemplo bem conhecido de órgão vestigial no homem é o apêndice vermiforme, estrutura pequena e sem função que parte do ceco (estrutura localizada no ponto onde o intestino delgado liga-se ao grosso).Nos mamíferos roedores, o ceco é uma estrutura bem desenvolvida, na qual o alimento parcialmente digerido á armazenado e a celulose, abundante nos vegetais ingeridos, é degradada pela ação de bactérias especializadas. Em alguns desses animais o ceco é uma bolsa contínua e em outros, como o coelho, apresenta extremidade final mais estreita, denominada apêndice, que corresponde ao apêndice vermiforme humano UNIDADE 2- HEREDITARIEDADE Genética é a ciência que estuda a transmissão dos caracteres hereditários e os processos como ela ocorre. A hereditariedade é a transmissão de características de pais para filhos. Essas informações genéticas e fenotípicas transmitidas são chamadas de hereditárias. TERMOS IMPORTANTES Gene: é a denominação que damos hoje ao “fator” mendeliano. Em termos bioquímicos, o gene é um segmento de molécula de DNA que contém a informação para a formação de um polipeptídeo ou de uma proteína. Genes Alelos: são genes idênticos que determinam o mesmo caráter. Genótipo: é o conjunto de genes de um indivíduo que condiciona a manifestação de suas características. Fenótipo: é o conjunto das características morfológicas e fisiológicas dos indivíduos. O fenótipo é resultado da interação do genótipo com o meio. Lócus: é o local do cromossomo que é ocupado pelo gene. Cromossomos Homólogos: são cromossomos agrupados aos pares, um proveniente do gameta materno e o outro proveniente do gameta paterno. Homozigoto: é o individuo cujo genótipo apresenta um par de alelos idênticos. Ex.: AA, aa, BB, bb. Heterozigoto: é o individuo cujo genótipo apresenta alelos diferentes. Ex.: Aa, Bb. Gene Dominante: é aquele que pode se manifestar tanto em dose dupla (homozigose) como em dose simples (heterozigose) no genótipo, e mesmo assim determina o fenótipo. Gene recessivo: é aquele que só determina o fenótipo quando em dose dupla. Gene Letal: é aquele cuja manifestação fenotípica é a morte de seu portador geralmente em estagio ainda fetal. São geralmente recessivos provocando a morte quando em homozigose. Reprodução e hereditariedade Em geral, percebemos que filhos costumam ter algumas características físicas do pai e outras da mãe. As características de um indivíduo, como cor dos olhos ou dos cabelos, forma do nariz e até mesmo a predisposição a desenvolver algumas doenças, são influenciadas por informações contidas em suas células. Essas informações ficam em nossos genes que, junto com o ambiente, definem grande parte de nossas características. De forma simplificada, podemos dizer que os genes são formados por segmentos de uma molécula orgânica, o ácido desoxirribonucleico ou DNA (sigla do nome em inglês, deoxyribonucleic acid). Essas moléculas formam filamentos que ficam localizados, principalmente, no núcleo das células. Variabilidade genética é um termo utilizado para referir-se aos diferentes alelos (formas alternativas de um gene que ocupam a mesma posição em cromossomos homólogos) existentes nos indivíduos de uma espécie. Essa variabilidade determina as diferentes características dos indivíduos, ou seja, é responsável por propiciar as variações fenotípicas naquela espécie. Mutação O mecanismo da hereditariedade é o responsável pela semelhança entre os filhos e os pais. Como você viu, o embaralhamento que ocorre na formação dos gametas aumenta muito as diferenças entre um e outro, e isso amplia a variedade de indivíduos que se formam. Além disso, às vezes, o DNA produz cópias com erro. Essa alteração pode ser causada tanto por uma falha durante a duplicação como pela exposição do organismo à radioatividade ou a certos produtos químicos. Essa modificação na estrutura do DNA chama-se mutação, e ocorre ao acaso. A mutação faz com que a nova molécula seja diferente da original, podendo significar uma nova característica. Mutações que ocorrem nas chamadas células germinativas (células que originam gametas) podem ser passadas às gerações seguintes. São, portanto, um importante fator para a evolução das populações. A PRIMEIRA LEI DE MENDEL (também chamada de Lei da Segregação, Mono-Hibridismo) Cada caráter é condicionado por um par de fatores ou de genes alelos, que se separam nos gametas. (Eles se separam, indo apenas um fator por gameta). Os experimentos de Mendel Uma das razões dos bons resultados de Mendel foi a escolha da ervilha da espécie Pisum sativum . Essa planta apresenta uma série de características que facilitam o estudo de seu ciclo de vida: é de fácil cultivo; produz muitas sementes e, consequentemente, grande número de descendentes; a flor é hermafrodita e pode se reproduzir por autofecundação (isto é, a parte masculina pode fecundar a própria parte feminina), mas também pode-se conseguir fecundação cruzada entre dois pés de ervilha. As conclusões de Mendel Todos os casos estudados por Mendel apresentavam resultados semelhantes ao que foi visto para a cor da ervilha: a geração F1 – resultante do cruzamento entre dois indivíduos puros (um dominante e outro recessivo) – tinha a característica dominante; a geração F2 apresentava uma proporção média de 3 dominantes para 1 recessivo , veja na fig. Os resultados de Mendel podem ser explicados com as seguintes hipóteses: • Cada organismo possui um par de fatores responsável pelo aparecimento de determinada característica . • Esses fatores são recebidos dos indivíduos paterno e materno; cada um contribui com apenas um fator de cada par. • Quando um organismo tem dois fatores diferentes, pode ocorrer que apenas uma das características se manifeste (dominante) e a outra não apareça (recessiva). Os fatores de um par contrastante de características não se misturam. Durante a formação dos gametas, os fatores aparecem em dose simples, ou seja, cada gameta possui apenas um fator. Como vimos na experiência de Mendel, por exemplo, o gameta possui ou o fator para amarelo ou o fator para verde. Esta última conclusão ficou conhecida como primeira lei de Mendel, lei da segregação de um par de fatores ou lei do monoibridismo, uma vez que ela se aplica ao estudo de híbridos em relação a apenas uma característica. É costume enunciá-la assim: “Cada caráter é condicionado por um par de fatores que se separam na formação dos gametas, nos quais ocorrem em dose simples”. Interpretação atual dos fatores propostos por Mendel Com base nos conhecimentos atuais sobre meiose, cromossomos e genes, podemos interpretar as conclusões de Mendel e explicar, em nível celular e até molecular, como suas leis são válidas. As células do corpo da maioria dos organismos são diploides (2n; do grego diploos = duplo; eidos = semelhante), ou seja, nelas os cromossomos ocorrem aos pares: há dois cromossomos de cada tipo. Os cromossomos de um mesmo par possuem o mesmo tamanho e a mesma forma: são chamados de cromossomos homólogos (do grego homoios = igual; logos = relação). Em cada par, um dos cromossomos tem origem materna; o outro, paterna. REGRAS DE PROBABILIDADE (REGRA DA MULTIPLICAÇÃO OU DO E) Probabilidade É a relação entre um ou mais eventos esperados e o número de eventos possíveis. Regra do “E”
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    A probabilidade dedois ou mais eventos independentes ocorrerem simultaneamente é igual ao produto das probabilidades de ocorrerem separadamente. Regra do “OU” A probabilidade de dois ou mais eventos mutuamente exclusivos ocorrerem é igual a soma das probabilidades de ocorrerem separadamente GENEALOGIAS, HEREDROGRAMAS OU “PEDIGREES É nome dado a uma representação gráfica de uma família que permite, através da análise dos fenótipos e do grau de parentescos, determinar o genótipo dos indivíduos envolvidos. INTERAÇÃO GÊNICA A interação gênica ocorre quando dois ou mais genes, localizados ou não no mesmo cromossomo, interagem e controlam uma característica. Muitas características dos seres vivos resultam da interação de vários genes. O que é a interação gênica epistática? Esse tipo de interação ocorre quando uma característica é condicionada por dois ou mais genes, mas um dos alelos impede a expressão de outro alelo. O gene que inibe uma característica é chamado de epistático, e o gene inibido recebe o nome de hipostático. Quando o alelo em dose simples é suficiente para inibir o hipostático, dizemos que a epistasia é dominante, entretanto, se o alelo precisar de aparecer em dose dupla, fala-se em epistasia recessiva. Um exemplo de epistasia dominante pode ser observado na cor das galinhas. O gene dominante C faz com que as galinhas apresentem coloração colorida, e o gene recessivo c determina a plumagem branca. O gene I é epistático e impede a produção de pigmento, e o alelo i não tem efeito inibidor. Assim sendo, se a galinha apresentar o alelo I, ela não produzirá plumagem colorida, independentemente do alelo C. Epistasia Recessiva: quando o alelo que determina a epistasia atuar somente em dose dupla. Exemplo: Determinação da coloração da pelagem de camundongos PLEITOPIA A pleiotropia é um processo em que um único par de alelos (formas alternativas de um determinado gene) atua na manifestação de diversas características. Ela se difere da interação gênica pelo fato de a interação apresentar vários genes determinando uma única característica. Um bom exemplo da influência gênica envolvendo esse fenômeno é a manifestação condicionante de um gene em ervilhas, as mesmas estudadas por Mendel. Tanto a cor do tegumento da semente (a casca), a coloração das flores e a presença de manchas na base das folhas, são codificadas por um único gene. INTERAÇÕES GÊNICAS : Dois ou mais genes interagem entre si par determinar uma única característica. Exemplo de interações gênicas: variações na cor de pele do ser humano. UNIDADE 4 -SISTEMA ABO/ Rh Em 1900, Landsteiner verificou, através de experimentos, a existência na espécie humana de quatro grupos com diferentes composições de sangue. Ele misturava em lâminas de vidro gotas de sangue de pessoas distintas. Em alguns casos, havia a aglutinação das hemácias, isto é,elas se grudavam umas às outras, formando verdadeiros grumos; em outros casos, a aglutinação não ocorria. No sistema ABO, os tipos sanguíneos são A, B, AB e O, e caracterizam-se pela presença de diferentes antígenos na membrana das hemácias, os aglutinogênios. A presença dos tipos distintos de aglutinogênios é condicionada por três alelos: IA , que determina a produção do aglutinogênio do tipo A; IB , que determina a produção do aglutinogênio do tipo B, e i , que não produz aglutinogênios. Cada indivíduo possui apenas dois desses alelos. Os alelos IA e IB têm uma relação de codominância entre si e ambos são dominantes em relação ao alelo i. Enquanto na membrana das hemácias há antígenos, no plasma sanguíneo há anticorpos, chamados aglutininas. Esses anticorpos, em contato com os antígenos específicos, promovem a aglutinação das hemácias. Pessoas com o sangue tipo A tem aglutininas anti-B; pessoas com sangue tipo B têm aglutininas anti-A; pessoas com sangue tipo O têm aglutininas anti-A e anti-B; já indivíduos com sangue tipo AB não produzem aglutininas AS TRANSFUSÕES POSSÍVEIS As pessoas de sangue tipo A podem doar sangue Para sangue tipo A e AB, Pessoas de sangue tipo B podem doar sangue para indivíduos sangue B e AB. As pessoas sangue tipo O são consideradas doadores universais justamente pôr não apresentarem os antígenos A e B, mas só podem receber sangue tipo O uma vez que apresentarem os anticorpo anti -A e anti -B. Os indivíduos sangue tipo AB são considerados receptores universais, pois eles não apresentam os anticorpos anti-A e anti-B, mas pôr terem os dois antígenos, não podem doar sangue para nenhum receptor de outro grupo sangüíneo. Para complemento ver gráfico de tipos de transfusões possíveis. FATOR RH O fator Rh é controlado por um grupo de genes independentes dos genes do sistema ABO. O fator Rh foidescoberto em 1940 por Landsteiner e Wiener, quando trabalhavam com o sangue de macaco Rhesus. Os pesquisadores perceberam que o sangue desse animal quando injetado em cobaia, provocava uma produçãogradativa de anticorpos. Concluíram assim que existia um antígeno nas hemácias de Rhesus ; esse antígeno foi chamado fator Rh. O anticorpo produzido pela cobaia foi denominado de anti-Rh. O soro da cobaia contendo o anticorpo anti-Rh. Foi misturados com hemácias humanas, verificando-se que 85% dos sangues testado agutinou, o que explicado pela presença do antígeno Rh. Esses indivíduos foram chamados Rh + ( Rh positivos) e os 15% restantes, que não possuem o fator Rh nas hemácias, foram chamados Rh (Rh negativos). A introdução de sangue Rh + num receptor Rh leva a uma produção de anticorpos em pequenas quantidades,transfusões subseqüente, reforçando a produção de anticorpos podem vir a ser fatais. Genética do Fator Rh Considerase um único par de genes R (dominante e r recessivo). Os indivíduos Rh + serão, portanto RR ou Rr. Os homozigotos recessivos (rr) serão Rh . ERITROBLASTOSE FETAL
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    A Eritroblastose fetalé uma doença hemolítica causada pela incompatibilidade do sistema Rh do sangue materno e fetal. Ela se manifesta, quando há incompatibilidade sanguínea referente ao Rh entre mãe e feto, ou seja, quando o fator Rh da mãe é negativo e o do feto, positivo. Quando isso acontece, durante a gestação, a mulher produz anticorpos anti-Rh para tentar destruir o agente Rh do feto, considerado “in-truso”. Uma vez produzidos, esses anticorpos permanecem na circulação da mãe. Caso ela volte a engravidar de um bebê com Rh positivo, os anticorpos produzidos na gravidez anterior destroem as hemácias (glóbulos vermelhos do sangue) do feto. Para compensar essa perda, são fabricadas mais hemácias, que chegam imaturas ao sangue e recebem o nome de eritroblastos. O primeiro filho, portanto, apresenta menos risco de desenvolver a doença do que os seguintes, porque a mãe Rh- ainda não foi sensibilizada pelos anticorpos anti-Rh. No entanto, na falta de tratamento, esses anticorpos produzidos na primeira gestação podem destruir as hemácias do sangue dos próximos fetos Rh. A doença hemolítica por incompatibilidade de Rh varia de leve à grave. Os sintomas vão desde anemia e icterícia leves à deficiência mental, surdez, paralisia cerebral, edema generalizado, fígado e baço aumentados, icterícia, anemia graves e morte durante a gestação ou após o parto. Recém-nascido portador da enfermidade tem uma cor amarelada, porque a hemoglobina das hemácias destruídas é convertida em bilirrubina pelo fígado e seu acúmulo provoca um quadro de icterícia na criança TRATAMENTO E PREVENÇÃO A prevenção é o melhor tratamento para a doença hemolítica por incompatibilidade de RH e deve começar antes mesmo de a mulher engravidar. No entanto, se o bebê nascer com a doença, a primeira medida terapêutica é substituir seu sangue por meio de transfusão de sangue negativo, que não será destruído pelos anticorpos an-ti-Rh da mãe que passaram ao filho através da placenta. Como vivem cerca de três meses, as hemácias transferidas serão substituídas aos poucos pelas do bebê cujo fator Rh é positivo. Quando isso ocorrer por completo, não haverá mais anticorpos anti-Rh da mãe na circulação do filho. APLICAÇÕES DA BIOTECNOGIA (CLONAGEM, TRANSGENIA, CONTROLE DE PRAGAS, TERAPIAS GÊNICAS E TRATAMENTO) Biotecnologia é o ramo da Biologia que desenvolve tecnologias a partir de organismos vivos, ou matéria-prima a partir deles, baseado nos processos biomoleculares e celulares, para criar ou modificar produtos e resolver problemas na sociedade. IMPORTÂNCIA DA BIOTECNOLOGIA Embora o ser humano faça uso da biotecnologia há milhares de anos, utilizando, por exemplo, microrganismos para fazer pães, bebidas e queijos, os conhecimentos em diversas áreas científicas revolucionaram o modo de manipular os organismos, a fim de obter certos produtos e processos. O desenvolvimento da biotecnologia, com o apoio da Microbiologia, Biologia Molecular, Genética, Engenharia e Informática, entre outras áreas, é importante para: Prevenir doenças, reduzindo a gravidade e a fatalidade;  Diagnosticar doenças precocemente e salvar a vidas; Diminuir custos, simplificar e acelerar a produção industrial;  Criar plantas e insumos com características desejáveis para aumentar o rendimento agrícola. CLASSIFICAÇÃO DA BIOTECNOLOGIA Como a biotecnologia tem atuação em muitos ramos, estudiosos passaram a classificá-la em cores, na tentativa de relacionar as funcionalidades em cada setor. Biotecnologia verde: aplicada na agricultura, especialmente na criação de sementes e plantas geneticamente modificadas. Esse tipo de produção tem o intuito de fabricar plantações mais resistentes às pragas e substâncias químicas (pesticidas, agrotóxicos, etc.) e com alto teor vitamínico. Biotecnologia vermelha: utilizada na saúde para o desenvolvimento de novos tratamentos ou remédios. As manipulações genéticas podem ajudar no diagnóstico de doenças ou nos processos de cura. Biotecnologia azul: utilizada na busca por recursos biológicos marinhos, como na procura de moléculas em algas para o tratamento de doenças. Biotecnologia branca: aplicada em procedimentos industriais, inclusive na criação de substâncias que liberam menos poluentes na natureza, como as enzimas catalisadoras de produtos químicos. Biotecnologia laranja: aplicada no campo da informação. São elaborados conteúdos educacionais para o acesso de todos os setores da sociedade ou estimular a adesão de novos profissionais à área. APLICAÇÕES DA BIOTECNOLOGIA As aplicações mais importantes da biotecnologia estão relacionadas com a área da medicina, além da agricultura e produção de alimentos e também no meio ambiente. NA MEDICINA:  Produção de insulina, medicamentos e vacinas;  Manipulação de animais, como o porco, para utilizar os órgãos em transplantes;  Produção de anticorpos em laboratório para pacientes com sistema imunitário deficiente; Terapia gênica para tratamento de doenças como câncer, neurológicas e cardiovasculares, cujos tratamentos convencionais não são eficientes; Pesquisa com células-tronco para fins terapêuticos. NA AGRICULTURA: Produção de insumos, tais como: fertilizantes, sementes e agrotóxicos; Melhoramento genético de plantas; Processamento de alimentos: alimentos transgênicos NO MEIO AMBIENTE: Biorremediação: dependendo do tipo de contaminação e das condições do ambiente são usadas diferentes técnicas para reduzir ou eliminar contaminações no meio ambiente; Bioconversão de resíduos provenientes da agricultura; Produção de biocombustíveis a partir de organismos vivos ou de resíduos vegetais; Produção de plástico biodegradável a partir de microalgas. NÍVEIS DE ORGANIZAÇÃO CELULAR METABOLISMO O metabolismo celular é um conjunto de reações químicas de um organismo que objetivam a produção de energia para o funcionamento das células. Além da produção de energia, durante o metabolismo celular também existe a síntese de intermediários que participam de reações químicas, como lipídios, aminoácidos, nucleotídeos e hormônios. Por isso, o metabolismo celular é fundamental para a sobrevivência dos organismos. O metabolismo celular é dividido em anabolismo e catabolismo. O anabolismo compreende as reações de armazenamento de energia, ocorrendo a síntese de compostos. É a fase sintetizante do metabolismo. O catabolismo compreende as reações de liberação de energia, a partir da decomposição de moléculas. É a fase degradativa do metabolismo. PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE ANABOLISMO E CATABOLISMO ATP, A MOEDA ENERGÉTICA DAS CÉLULAS O ATP (Adenosina Trifosfato) é a molécula responsável pela captação e armazenamento de energia. Ela está envolvida na reações energéticas que ocorrem nas células. A principal forma de obter ATP é através da glicose. As células quebram moléculas de glicose para produzir energia na forma de ATP. Através da glicólise, a glicose é quebrada ao longo de dez reações químicas que geram duas moléculas de ATP como saldo. OBTENÇÃO DE ENERGIA Fotossíntese e Respiração A fotossíntese e a respiração são os processos mais importantes de transformação de energia dos seres vivos.
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    A fotossíntese éuma ação físico-química que ocorre a nível celular. Ocorre em seres clorofilados, que a partir do dióxido de carbono, água e luz, obtém a glicose. A fotossíntese produz moléculas orgânicas nos organismos produtores fotossintetizantes, como plantas e algas. Assim, os organismos heterotróficos, como os animais, obtêm essas moléculas por meio da alimentação, seja alimentando-se de organismos produtores, seja de outros heterotróficos. A respiração celular é o processo da formação do ATP através da oxidação, utilizando o oxigênio como agente oxidante. Durante o processo, acontecem reações de quebra das ligações entre as moléculas liberando energia. Pode ser realizado de duas formas: a respiração aeróbica (na presença do gás oxigênio do ambiente) e a respiração anaeróbica (sem o oxigênio). Esse procedimento pode ocorrer tanto na presença de oxigênio, sendo aeróbio, quanto em sua ausência, anaeróbio. No entanto, tal termo é normalmente utilizado para referir-se ao processo aeróbio, como faremos também aqui. A respiração celular e a fotossíntese são processos diferentes, mas interligados. Na respiração celular, ocorre a liberação de energia para ser utilizada pelo organismo, no entanto, essa energia é produzida por outro processo, a fotossíntese. ATIVIDADES ATIVIDADE 1 (3,0 PTS)-ORIGEM DA VIDA QUESTÃO 01- Uma das hipóteses sobre a origem da vida na Terra presume que a forma mais primitiva de vida se desenvolveu lentamente, a partir de substância inanimada, em um ambiente complexo, originando um ser extremamente simples, incapaz de fabricar seu alimento. Essa hipótese é conhecida como: a)geração espontânea b) heterotrófica c) autotrófica d) epigênese e) pangênese QUESTÃO 02- Segundo Oparin, a vida se instalou na Terra numa forma lenta e ocasional, nos oceanos primitivos do nosso planeta, onde havia água, obviamente, e na atmosfera se encontrava metano, hidrogênio sob forma amoniacal. Esta teoria procura explicar que a vida surgiu no nosso planeta: a) após a síntese natural das proteínas b) a partir dos cosmozoários c) começando pelos seres autótrofos d) pela panspermia cósmica e) após o aparecimento dos vegetais heterotróficos QUESTÃO 03- Segundo Oparin, a vida se instalou na Terra numa forma lenta e ocasional, nos oceanos primitivos do nosso planeta, onde havia água, obviamente, e na atmosfera se encontrava metano, hidrogênio sob forma amoniacal. Esta teoria procura explicar que a vida surgiu no nosso planeta: a) após a síntese natural das proteínas b) a partir dos cosmozoários c) começando pelos seres autótrofos d) pela panspermia cósmica e) após o aparecimento dos vegetais heterotróficos QUESTÃO 04- Julgue os itens a seguir: I. A teoria que admite a origem de um ser vivo somente a partir de outro é denominada biogênese. II. Admite-se que moléculas como CH4, H2, NH3 e H2O, nas condições da Terra primitiva, reuniram-se, formando as bactérias. III. É mais provável que os primeiros seres vivos tenham sido autotróficos. Assinale: a) se apenas I está correto. b) se apenas II está correto. c) se apenas III está correto. d) se I e II estão corretos. e) se II e II estão corretos. QUESTÃO 05- Na hipótese heterotrófica sobre a origem da vida, supõe-se que os organismos primitivos obtinham energia do alimento, por meio da: a) respiração aeróbia b) fotólise c) fotossíntese d) biogênese e) fermentação QUESTÃO 06- A Panspermia é uma teoria que: a) afirma que as mudanças na atmosfera primitiva desencadearam o surgimento de vida no planeta. b) explica o surgimento de vida na Terra através do Big Bang. c) afirma que a vida surgiu fora do planeta e foi trazida através de meteoritos e cometas. d) explica a origem da vida através de coacervados QUESTÃO 07 -Analise as afirmações: I. Quando se deixa um pedaço de carne exposto ao ar, nele podem aparecer vermes. II. Se o frasco que contém os pedaços de carne for coberto por uma gaze, os vermes aparecem na gaze e não na carne. Essas afirmações fortalecem a teoria da origem da vida chamada: a) Abiogênese. b) Biogênese. c) Geração espontânea. d) Hipótese de Galileu. e) Hipótese de Malthus. QUESTÃO 08 - Na figura abaixo, temos representado um aparelho projetado por Stanley Miller, no início da década de 1950. Por esse aparelho circulavam metano, amônia, vapor de água e hidrogênio e, através de energia fornecida por descarga elétrica, produtos de reações químicas como aminoácidos, carboidratos e ácidos graxos eram coletados no alçapão. Através desse experimento, Miller testou a hipótese de que, na atmosfera primitiva pela ação de raios, a) compostos orgânicos puderam se formar a partir de moléculas simples. b) compostos inorgânicos puderam se formar a partir de moléculas orgânicas. c) compostos inorgânicos e orgânicos puderam originar os primeiros seres vivos. d) macromoléculas puderam se formar a partir de moléculas orgânicas simples. e) coacervados puderam se formar a partir de moléculas inorgânicas. QUESTÃO 09- Qual das alternativas distingue organismos heterotróficos de organismos autotróficos? a) Somente organismos heterotróficos necessitam de substâncias químicas do ambiente. b) Somente organismos heterotróficos fazem respiração celular. c) Somente organismos heterotróficos possuem mitocrôndrias. d) Somente organismos autotróficos podem viver com nutrientes inteiramente inorgânicos. e) Somente organismos autotróficos não requerem gás oxigênio QUESTÃO 10 - Entre as modificações que ocorreram nas condições ambientais de nosso planeta, algumas foram causadas pela própria atividade dos seres. Os organismos iniciais, ao realizarem a fermentação, determinaram uma grande alteração na atmosfera da Terra primitiva, porque nela introduziram o: a) gás oxigênio. d) gás nitrogênio. b) gás carbônico . e) vapor d'água. c) gás metano. ATIVIDADE 2 ( 2,0 pts) TEORIAS EVOLUTIVAS QUESTÃO 01- Charles Darwin estruturou sua teoria da evolução baseado na idéia de que, na competição pela vida, sobreviveriam os mais aptos. Esse processo denomina-se: a) deriva gênica. b) seleção natural. c) miscigenação racial. d) migração diferencial. e) mutação. QUESTÃO 02-Quando falamos em evolução, referimo-nos às mudanças que ocorreram nos organismos ao longo de milhares de anos. Existem diferentes teorias que explicam essas mudanças, como é o caso da teoria proposta por Lamarck. Para esse pesquisador, a evolução ocorre em razão da ação de duas leis: a) Mutação e seleção natural.
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    b) Uso edesuso e caracteres adquiridos. c) Ancestralidade comum e seleção natural. d) Caracteres adquiridos e fluxo gênico. e) Recombinação genética e uso e desuso. QUESTÃO 03-Após estudar sobre evolução na escola, Michele resolveu explicar para sua mãe o motivo pelo qual algumas lagartas são verdes. Segundo a aluna, algumas lagartas são verdes porque essa cor favorece sua sobrevivência em folhas, uma vez que são mais dificilmente avistadas por predadores. A explicação de Michele obedece à teoria evolucionista proposta por: a) Lamarck. b) Mendel. c) Darwin. d) Crick. e) Pasteur. QUESTAÕ 04-A seleção natural configura-se como o principal conceito dentro da teoria da evolução proposta por Darwin. Observe as alternativas abaixo e marque aquela que indica corretamente a ideia de seleção natural. a) Os organismos mais fortes sobrevivem e transmitem essa característica para os seus descendentes. b) Os organismos mais fortes conseguem reproduzir-se e impedir a reprodução dos mais fracos. c) Os organismos mais aptos são selecionados pelo meio e todos os organismos mais fracos são extintos. d) Os organismos mais aptos a sobreviver no ambiente apresentam maior chance de reprodução e transmissão da característica vantajosa para os seus descendentes. e) Apenas os organismos mais fortes reproduzem-se e produzem descendentes férteis. QUESTÃO 05- Um tubarão e um golfinho possuem muitas semelhanças morfológicas, embora pertençam a grupos distintos. O tubarão é um peixe que respira por brânquias, e suas nadadeiras são suportadas por cartilagens. O golfinho é um mamífero, respira ar atmosférico por pulmões, e suas nadadeiras escondem ossos semelhantes aos dos nossos membros superiores. Portanto, a semelhança morfológica existente entre os dois não revela parentesco evolutivo. Eles adquiriram essa grande semelhança externa pela ação do ambiente aquático que selecionou nas duas espécies a forma corporal ideal ajustada à água. Esse processo é conhecido como a) isolamento reprodutivo. b) irradiação adaptativa. c) homologia. d) alopatria. e) convergência adaptativa. QUESTÃO 07- Desenvolvida, há 150 anos, por Charles Darwin e Alfred Wallace, a ideia da seleção natural pode ser sustentada por observações científicas atuais. Assinale a alternativa que contém uma informação que NÃO é sustentada pela Teoria Evolutiva por Seleção Natural. a) A reposição do fator de coagulação mediante transfusão de sangue aumenta a adaptabilidade dos hemofílicos. b) Certas bactérias, em face de mudanças no ambiente, adquirem a capacidade de produzir novas substâncias. c) O vírus HIV pode sofrer mutações, o que dificulta o tratamento de indivíduos soropositivos. d) Os peixes cegos apresentam menor chance de sobrevivência em ambientes iluminados. QUESTÃO 08 - “O meio ambiente cria a necessidade de uma determinada estrutura em um organismo. Este se esforça para responder a essa necessidade. Como resposta a esse esforço, há uma modificação na estrutura do organismo. Tal modificação é transmitida aos descendentes.” O texto sintetiza as principais idéias relacionadas ao a) fixismo. b) darwinismo. c) mendelismo. d) criacionismo. e) lamarckismo. QUESTÃO 09 - De acordo com a teoria da evolução biológica, os seres vivos vêm se modificando gradualmente ao longo das gerações, desde o seu surgimento na Terra, em um processo de adaptação evolutiva. Segundo essa teoria, a) Os indivíduos mais bem adaptados transmitem as características aos descendentes. b) Ocorre a seleção de características morfológicas adquiridas pelo uso frequente. c) A seleção natural apenas elimina aqueles indivíduos que sofreram mutação. d) As mutações são dirigidas para genes específicos que proporcionam maior vantagem aos seus portadores. e) As mutações dirigidas são seguidas da seleção aleatória das mais adaptativas QUESTAO 10 - As figuras mostram uma tartaruga-marinha e um jabuti, répteis que apresentam características semelhantes e vivem em ambientes diferentes. As características do formato do casco e das patas da tartaruga-marinha e do jabuti confirmam a ocorrência de: a) mutações que modificaram estruturas e direcionaram esses animais para um ambiente específico. b) adaptações às mudanças ambientais por meio do uso frequente dessas estruturas. c) evolução divergente entre animais que são filogeneticamente muito próximos. d) analogia anatômica entre estruturas de espécies diferentes que pertencem ao mesmo filo. e) evolução convergente entre animais de espécies diferentes oriundos de um ancestral comum. ATIVIDADE 3 (2,0 PTS.) GENÉTICA QUESTÃO 01- A primeira lei de Mendel ou lei da segregação significa: a) um cruzamento onde se considera apenas um gene, representado por dois alelos. b) um cruzamento de dois genitores homozigotos contrastantes. c) um cruzamento de dois genitores heterozigotos. d) a separação de um par de alelos durante a formação dos gametas. e) um caráter controlado por dois ou mais genes. QUESTÃO 02- As células de um indivíduo, para um determinado locus, apresentam o mesmo gene em ambos os cromossomos homólogos. Esse indivíduo é denominado: a) hemizigoto b) heterozigoto c)heterogamético d) homozigoto e) haploide QUESTÃO 03- De acordo com a primeira lei de Mendel confira as afirmações abaixo e marque a que apresentar informações incorretas. a) Em cada espécie de ser vivo o número de cromossomos é constante, e isso ocorre porque na formação dos gametas esse número é reduzido à metade e depois, na fecundação, restabelece-se o número inicial. b)Cada caráter é determinado por um par de fatores que se separam na formação dos gametas, indo um fator do par para cada gameta. c)Quando os alelos de um par são iguais, fala-se em condição heterozigótica (para a qual Mendel usava o termo puro), e quando os alelos são diferentes, fala-se em condição homozigótica (para a qual Mendel usava o termo hibrido). d)Um mesmo caráter pode apresentar duas ou mais variáveis, e a variável de cada caráter é denominada fenótipo. e) O termo genótipo pode ser aplicado tanto ao conjunto total de genes de um indivíduo como a cada gene em particular. QUESTÃO 04- Numere a segunda coluna de acordo com a primeira, associando os conceitos aos respectivos termos. I – Genoma II – Crossing over III –Fenótipo IV – Alelo V – Gene ( ) troca de fragmentos de cromossomos homólogos na primeira divisão da meiose. ( ) conjunto de genes organizados nos cromossomos. ( ) segmento do DNA capaz de transcrever uma molécula de RNA. ( ) atuam sobre a mesma característica, mas não são obrigatoriamente iguais. ( ) conjunto de características detectáveis de um indivíduo. A seqüência correta é: a) II, I, V, IV e III b) III, II, I, V e IV c) II, I, III, V e IV d) IV, II, I, III e V d) I, II, V, IV e III
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    QUESTÃO 05- Namoranga, a cor dos frutos deve-se às seguintes combinações de genes: B_aa = amarelo B_A_ = branco bbA_ = branco bbaa = verde Estas informações permitem concluir que o gene: a) A é epistático sobre seu alelo b) B é epistático sobre A e sobre a c) a é hipostático em relação a A d) b é hipostático em relação a B e) A é epistático sobre B e sobre b QUESTÃO 06-Alguns genes só se expressam quando aparecem em homozigose. Esses genes são denominados de: a) Dominantes. b) Codominantes. c) Epistáticos. d) Recessivos. e) Hipostáticos. QUESTÃO 07- Em uma interação gênica epistática, o gene que é inibido recebe a denominação de: a) epistático. b) recessivo. c) dominante. d) hipostático. e) homozigoto. QUESTÃO 08 - Sobre o vocabulário genético, associe corretamente: I. genótipo; II. fenótipo; III. gene; IV. heredograma. A. É a montagem de um grupo familiar com o uso de símbolos, também conhecido como genealogia, mapa familiar ou pedigree. B. Cada segmento de DNA capaz de transcrever sua mensagem em uma molécula de RNA. C. É a constituição genética de um organismo, ou seja, o conjunto de alelos que ele herdou dos genitores. D. São as características internas ou externas de um ser vivo, geneticamente determinadas. Assinale a alternativa correta: a) I-A ; II-B ; III-D ; IV-C b) I-C ; II-D ; III-B ; IV-A c) I-B ; II-A ; III-D ; IV-C d) I-A ; II-C ; III-B ; IV-D e) I-D ; II-B ; III-A ; IV-C QUESTÃO 09-Frequentemente, no estudo de Genética, encontramos representações gráficas que demonstram as relações de descendência e a ocorrência de alguma característica em uma família. Essa representação recebe o nome de: a) Cladograma. b) Filogenia. c) Heredograma. d) Hemograma. e) Quadro de Punnett. QUESTÃO 10 Sobre a interação gênica, marque a alternativa incorreta: a) Na interação gênica, dois ou mais genes interagem para determinar uma característica. b) Para que ocorra interação gênica, é necessário que os genes estejam em um mesmo cromossomo. c) Casos de interação gênica normalmente não obedecem as leis de Mendel. d) A epistasia é um tipo de interação gênica. e) Existem interações gênicas não epistáticas ATIVIDADE ( 3,0) 4 – SISTEMA ABO/ METABOLISMO QUESTÃO 01-Existem quatro tipos sanguíneos na espécie humana: A, B, AB e O. Eles são codificados graças a três alelos, o que representa um caso de: a) epistasia. b) mutação. c) alelos múltiplos. d) pleiotropia. e) aberrações cromossômicas. QUESTÃO 02 -Os tipos sanguíneos do sistema ABO são caracterizados pela presença ou ausência de aglutinogênios e aglutininas. O sangue tipo A, por exemplo, possui como principal característica a presença: a) de aglutinogênio B. b) de aglutinina anti-A. c) de aglutinina anti-B. d) de aglutinina anti-A e anti-B. e) de aglutinogênio A e B. QUESTÃO 03- Após uma aula de biologia sobre a genética do sistema ABO, um garoto questionou seus pais sobre o tipo de sangue que possuíam. A mãe informou-lhe que o tipo sanguíneo dela era A e que o do pai era B. Segundo essas informações, o garoto pode apresentar quais tipos sanguíneos: a) Somente sangue A ou B. b) Somente sangue A, B ou AB. c) Somente sangue A, B ou O. d) Somente sangue A ou O. e) A, B, AB ou O. QUESTÃO 04 -Considerando-se as particularidades de cada tipo sanguíneo, marque a alternativa que indica corretamente quais tipos sanguíneos uma pessoa do sangue AB pode receber. a) A e B b) A, B e AB c) Apenas AB d) Apenas O e) A, B, AB e O QUESTÃO 05-A eritroblastose fetal é um problema relacionado com: a) os fatores de coagulação da mãe. b) o fator Rh da mãe e de seu filho. c) a dificuldade do feto de produzir células sanguíneas. d) o sistema MN. e) a deficiência em ferro. QUESTÃO 06- Para que ocorra eritroblastose fetal, obrigatoriamente: a) o filho deve ser Rh negativo. b) o pai da criança deve ser Rh negativo, e o filho, positivo. c) a mãe da criança deve ser Rh positivo. d) a mãe da criança deve ser Rh negativo, assim como o filho. e) a mãe da criança deve ser Rh negativo, e o filho, positivo. QUESTÃO 07- As reações metabólicas são classificadas em dois grandes grupos. A respiração celular pode ser considerada como uma reação chamada de a) Catabolismo. b) Anaerobiose. c) Anabolismo. d) Metabolismo construtivo. e) Metabolismo basal. QUESTÃO 08 - São processos biológicos relacionados diretamente a transformações energéticas celulares: a) respiração e fotossíntese. b) digestão e excreção. c) respiração e excreção. d) fotossíntese e osmose. e) digestão e osmose. QUESTÃO 09- A fotossíntese é importante para a vida na Terra. Nos cloroplastos dos organismos fotossintetizantes, a energia solar é convertida em energia química que, juntamente com água e gás carbônico (CO2), é utilizada para a síntese de compostos orgânicos (carboidratos). A fotossíntese é o único processo de importância biológica capaz de realizar essa conversão. Todos os organismos, incluindo os produtores, aproveitam a energia armazenada nos carboidratos para impulsionar os processos celulares, liberando CO2 para a atmosfera e água para a célula por meio da respiração celular. Além disso, grande fração dos recursos energéticos do planeta, produzidos tanto no presente (biomassa) como em tempos remotos (combustível fóssil), é resultante da atividade fotossintética. As informações sobre obtenção e transformação dos recursos naturais por meio dos processos vitais de fotossíntese e respiração, descritas no texto, permitem concluir que: a) o CO2 e a água são moléculas de alto teor energético. b) os carboidratos convertem energia solar em energia química. c) a vida na Terra depende, em última análise, da energia proveniente do Sol. d) o processo respiratório é responsável pela retirada de carbono da atmosfera. e) a produção de biomassa e de combustível fóssil, por si, é responsável pelo aumento de CO2 atmosférico. QUESTÃO 10 - Observe a tira abaixo. O autor está fazendo referência à: a) polialelia. b) heterose. c) hibridação. d) seleção natural. e) engenharia genética.
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    GOVERNO DO ESTADODO PARÁ 6ª UNIDADE REGIONAL DE ENSINO E.E.E.M MURUMURU – ANEXO I PROFESSOR(A): MÁRCIA T. BARROSO SANTOS DISCIPLINA: BIOLOGIA ALUNO (A): _______________________________________________________________ SÉRIE: 3º Ano TURMA: M3TG01 COMUNIDADE: CURICACA I- MÓDULO PERÍODO : 1º MAIO/JUNHO 2021 CARTAO RESPOSTA INSTRUÇÕES PARA O PREENCHIMENTO  Use caneta esferográfica de tinta azul ou preta.  Preencha assim: