CONHECIMENTOS BÁSICOS
EM BIOSSEGURANÇA
BIOSSEGURANÇA
Conjunto de ações voltadas para a
prevenção, minimização ou eliminação
de riscos inerentes às atividades de
pesquisa, produção, ensino,
desenvolvimento tecnológico e
prestação de serviços, visando à
saúde do homem, dos animais, à
preservação do meio ambiente e à
qualidade dos resultados.
TEIXEIRA, P.; VALLE, S. Biossegurança:
uma abordagem multidisciplinar. 2.ed.
Rio de Janeiro, RJ: FIOCRUZ, 2010.
442p.
Vertentes:
Legal (Lei 11.105/2005 – OGM)
Praticada
“o termo biossegurança deve ser adotado
como a ciência voltada para o controle e a
minimização de riscos advindos da prática
de diferentes tecnologias, seja em
laboratórios, seja em biotérios ou no meio
ambiente.”
HIRATA, M, R D, M, J 01/2017,
Manual de Biossegurança, 3rd
edição, Manole, São Paulo. Disponível
em: Minha Biblioteca.
TIPOS DE RISCOS
O que é risco?
Risco denota incerteza em relacão a um evento
futuro, sendo definido como a probabilidade de
ocorrer um acidente causando algum tipo de dano,
lesão ou enfermidade ou a probabilidade de
concretização de um perigo.
BRASIL. Biossegurança em laboratórios biomédicos e de microbiologia. Ministério da Saúde.
Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. 3.ed. Brasília:
Ministério da Saúde, 2006. 290p.
TIPOS DE RISCOS
 Perigo - palavra de origem latina, periculum (contingência iminente
ou não de perder alguma coisa ou de que suceda um mal). É a
concretização de um dano indesejado, de um evento prejudicial à̀
integridade física, à psíquica ou ao patrimônio.
 MTE “situação o condição de risco com probabilidade de causar lesão
física ou dano à saúde das pessoas por ausência de medidas de
controle”
 Risco - ao contrário de perigo, denota incerteza em relacção a um
evento futuro, podendo ser definido como a probabilidade de
ocorrer, de concretizar-se esse evento indesejado (perigo).
 MTE “capacidade de uma grandeza com potencial para causar lesões
ou danos à saúde das pessoas”
BARSANO, P, R, SP D 06/2014, Biossegurança - Ações Fundamentais para Promoção da Saúde,
Érica, [São Paulo]. Disponível em: Minha Biblioteca.
TIPOS DE RISCOS
Risco – é a probabilidade de ocorrência de efeitos
adversos à saúde humana, animal e ao ambiente.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologiae Insumos Estratégicos.
Diretrizes gerais para o trabalho em contenção com material biológico / Ministério da Saúde, Secretaria de
Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos – Brasília: Ministério da Saúde, 2004.
TIPOS DE RISCOS
Risco de acidente: considerado
como sendo as situações de
perigo que possam afetar a
integridade, o bem estar físico e
moral dos indivíduos presentes
nos laboratórios
Equipamentos de vidro,
instrumentos perfurocortantes
HIRATA, M, R D, M, J 01/2017, Manual de Biossegurança, 3rd edição, Manole, São Paulo.
Disponível em: Minha Biblioteca.
TIPOS DE RISCOS
Risco ergonômico: é qualquer ocorrência que
venha interferir nas características
psicofisiológicas do indivíduo, podendo gerar
desconforto ou afetando sua saúde. São
consideradas as lesões determinadas pelo
esforço repetitivo (LER) e as doenças
osteomusculares relacionadas com o trabalho
(DORT)
http://areasst.com/wp-
content/uploads/2016/02/Risco-
ergonomico-levantamento-
manual-de-carga.jpg
HIRATA, M, R D, M, J 01/2017, Manual de Biossegurança, 3rd edição, Manole, São Paulo.
Disponível em: Minha Biblioteca.
TIPOS DE RISCOS
Risco físico: é considerado como sendo as
diversas formas de energia que os indivíduos
estão expostos, tais como: ruído, vibrações,
temperaturas extremas, radiações ionizantes
e não ionizantes, ultra-som.
NR9
NR 9 - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS
http://trabalho.gov.br/images/Documentos/SST/NR/NR-09.pdf
HIRATA, M, R D, M, J 01/2017, Manual de Biossegurança, 3rd
edição, Manole, São Paulo. Disponível em: Minha Biblioteca.
https://enit.trabalho.gov.br/portal/images/Arquivos_SST/SST_Legisla
cao/SST_Legislacao_Portarias_2020/Portaria-SEPRT-n.-6.735-Altera-
a-NR-09.pdf
TIPOS DE RISCOS
Risco químico: constitui-se em todas as
substâncias, compostos ou produtos nas
formas de gases, vapores, poeiras, fumaças,
fumos, névoas ou neblinas, as quais possam
penetrar no organismo pela via respiratória,
por contato pela pele e mucosas ou por
ingestão
NR9
NR 9 - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS
http://trabalho.gov.br/images/Documentos/SST/NR/NR-09.pdf
HIRATA, M, R D, M, J 01/2017, Manual de Biossegurança, 3rd
edição, Manole, São Paulo. Disponível em: Minha Biblioteca.
https://enit.trabalho.gov.br/portal/images/Arquivos_SST/SST_Legisla
cao/SST_Legislacao_Portarias_2020/Portaria-SEPRT-n.-6.735-Altera-
a-NR-09.pdf
TIPOS DE RISCOS
Risco biológico: abrange a manipulação dos
agentes e materiais biológicos. São considerados
agentes biológicos: vírus, bactérias, fungos,
parasitas, príons, OGMs, além das amostras
biológicas provenientes das plantas, dos animais e
dos seres humanos – tecidos, secreções e excreções
NR32
HIRATA, M, R D, M, J 01/2017, Manual de Biossegurança, 3rd
edição, Manole, São Paulo. Disponível em: Minha Biblioteca.
https://sit.trabalho.gov.br/portal/images/SST/SST
_normas_regulamentadoras/NR-32.pdf
MAPA DE RISCO NR5
MAPA DE RISCO
O objetivo principal → conscientizar e minimizar os riscos aos quais o
pessoal de laboratório está exposto.
Os objetivos específicos
• Reunir as informações necessárias para estabelecer o diagnóstico da
situação de segurança e saúde no ambiente laboratorial;
• Possibilitar, durante sua elaboração, a troca e a divulgação de informações
entre o pessoal de laboratório;
• Estimular sua participação nas atividades de prevenção.
MAPA DE RISCO
As principais etapas do mapeamento de riscos
1. Conhecer o processo e os procedimentos do
laboratório;
MAPA DE RISCO
2. Identificar os riscos ambientais existentes no local;
MAPA DE RISCO
3. Estabelecer as medidas de controle existentes e sua eficácia;
MAPA DE RISCO
4. Identificar os indicadores de saúde;
5. Verificar os levantamentos ambientais já
realizados no local;
MAPA DE RISCO
6. Elaborar o Mapa de Riscos sobre a
planta baixa ou croqui do
laboratório, indicando os tipos de
risco por meio de círculos.
MAPA DE RISCO
MAPA DE RISCO
CLASSES DE RISCO
Classe de Risco – grau de risco associado ao material biológico
manipulado.
http://www.mtps.gov.br/publicacoes-do-mtps/trabalho/inspecao-do-trabalho/item/292-
guia-tecnico-de-riscos-biologicos-nr-32
CLASSIFICAÇÃO DE RISCO DOS AGENTES
BIOLÓGICOS
Transmissibilidade - capacidade de transmissão de um agente a um
hospedeiro. O período de transmissibilidade corresponde ao intervalo de
tempo durante o qual um organismo pode transmitir um agente biológico.
Patogenicidade dos agentes biológicos é a sua capacidade de causar
doença em um hospedeiro suscetível.
Virulência é o grau de agressividade de um agente biológico, isto é, uma
alta virulência de um agente pode levar a uma forma grave ou fatal de
uma doença. A virulência relaciona-se à capacidade de o agente invadir,
manter-se e proliferar, superar as defesas e, em alguns casos, produzir
toxinas.
http://www.mtps.gov.br/publicacoes-do-mtps/trabalho/inspecao-do-trabalho/item/292-
guia-tecnico-de-riscos-biologicos-nr-32
CLASSIFICAÇÃO DOS AGENTES BIOLÓGICOS
CLASSIFICAÇÃO DE RISCO DE AGENTES
BIOLÓGICOS
CLASSIFICAÇÃO DE RISCO DE AGENTES
BIOLÓGICOS
Critérios para avaliação de risco dos agentes biológicos
 Natureza do agente biológico
CLASSIFICAÇÃO DE RISCO DE AGENTES
BIOLÓGICOS
Critérios para avaliação de risco dos agentes biológicos
 Virulência
CLASSIFICAÇÃO DE
RISCO DE AGENTES
BIOLÓGICOS
Critérios para avaliação de risco
dos agentes biológicos
 Modo de transmissão
CLASSIFICAÇÃO DE RISCO
DE AGENTES BIOLÓGICOS
Critérios para avaliação de risco dos
agentes biológicos
 Estabilidade – capacidade de manutenção do
potencial infeccioso
CLASSIFICAÇÃO DE RISCO
DE AGENTES BIOLÓGICOS
Critérios para avaliação de risco dos
agentes biológicos
 Concentração e volume >[ ] > risco
 Origem do agente biológico potencialmente
patogênico – humano ou animal; localização
geográfica, vetor
 Disponibilidade de medidas profiláticas eficazes
 Disponibilidade de tratamento eficaz
CLASSIFICAÇÃO DE RISCO DE AGENTES
BIOLÓGICOS
Critérios para avaliação de risco dos
agentes biológicos
 Dose infectante – depende do agente
 Manipulação do agente biológico
CLASSIFICAÇÃO DE RISCO DE AGENTES
BIOLÓGICOS
Critérios para avaliação de risco
dos agentes biológicos
Eliminação do agente
biológico
VIAS DE TRANSMISSÃO E PORTAS DE
ENTRADA
QUAIS AS VIAS DE TRANSMISSÃO E PORTAS DE ENTRADA PARA UM PROFISSIONAL DE SAÚDE QUE TRABALHA EM
UM LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS? EM GERAL, QUAL É O NÍVEL DE BIOSSEGURANÇA QUE SE APLICA A
ESSES LOCAIS? QUAIS OS REQUISITOS PARA ESSE NÍVEL? E SE FOR UM LABORATÓRIO DE ENSINO?
Transmissão direta
Transmissão indireta
Portas de entrada: cutânea, parenteral (IV, IM e SC), mucosas, respiratória,
via oral
http://portal.mte.gov.br/data/files/FF8080812BCB2790012BD509161913AB/guia_tecn
ico_cs3.pdf
CLASSIFICAÇÃO DE RISCO DE AGENTES
BIOLÓGICOS
NÍVEIS DE BIOSSEGURANÇA
NB1
NB2
NB3
NB4
NB
Práticas
Padrão
Práticas
Especiais
Equipamentos
de
Segurança
Instalações
Laboratoriais
CONTENÇÃO PRIMÁRIA
Meios de proteção aos profissionais e ao ambiente
laboratorial na exposição aos agentes de risco,
atingida por meio de boas práticas e do uso de
equipamentos de proteção individual ou coletivo
apropriados.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos.
Diretrizes gerais para o trabalho em contenção com material biológico / Ministério da Saúde, Secretaria de
Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos – Brasília: Ministério da Saúde, 2004.
CONTENÇÃO SECUNDÁRIA
Proteção aos profissionais e ao ambiente exposição
aos agentes de risco, mediante a combinação de
aspectos relacionados à infra-estrutura laboratorial e
às práticas ou procedimentos operacionais.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologiae Insumos Estratégicos.
Diretrizes gerais para o trabalho em contenção com material biológico / Ministério da Saúde, Secretaria de
Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos – Brasília: Ministério da Saúde, 2004.
Nível de biossegurança 1
Agentes
Não há comprovação de que produzam enfermidade em adultos sãos
 Bacillus subtilis
 Lactobacillus spp.
Práticas
Práticas padrão de microbiologia
Equipamentos de segurança (barreiras primárias)
Nenhuma exigência
Instalações (barreiras secundárias)
Trabalho em bancada, pia para lavar as mãos
https://www.cdc.gov/biosafety/
Práticas padrão de microbiologia
1.
https://www.cdc.gov/biosafety/
Práticas padrão de microbiologia
2.
https://www.cdc.gov/biosafety/
https://www.youtube.com/watch?v=3dZRYghrmyM
Práticas padrão de microbiologia
3.
https://www.cdc.gov/biosafety/
Práticas padrão de microbiologia
4. é proibido pipetar com a boca
https://www.cdc.gov/biosafety/
Práticas padrão de microbiologia
5.
devem existir normas para o manejo seguro de objetos cortantes ou
perfurantes;
https://www.cdc.gov/biosafety/
Práticas padrão de microbiologia
6. Todos os procedimentossão realizados de modo a minimizar a produção de
aerossóis e respingos;
https://www.cdc.gov/biosafety/
Práticas padrão de microbiologia
7. As superfícies de trabalho devem ser descontaminadasao menos uma vez por dia
e sempre que houver derrame de material viável;
https://www.cdc.gov/biosafety/
Práticas padrão de microbiologia
8. Todos os cultivos, estoques e materiais biológicos devem ser descontaminados por
autoclavação antes de serem desprezados;
https://www.cdc.gov/biosafety/
Práticas padrão de microbiologia
9.
A entrada do laboratório
deve conter um aviso de risco
biológico quando se trabalha
com agentes infecciosos. O
aviso deve conter o nome dos
agentes e o nome e número
de telefone da pessoa
responsável;
https://www.cdc.gov/biosafety/
Práticas padrão de microbiologia
10.
Deve haver um programa de controle de roedores e insetos
https://www.cdc.gov/biosafety/
QUAIS AS VIAS DE TRANSMISSÃO E PORTAS DE ENTRADA PARA UM PROFISSIONAL DE SAÚDE QUE TRABALHA EM
UM LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS? EM GERAL, QUAL É O NÍVEL DE BIOSSEGURANÇA QUE SE APLICA A
ESSES LOCAIS? QUAIS OS REQUISITOS PARA ESSE NÍVEL? E SE FOR UM LABORATÓRIO DE ENSINO?
Laboratórios Clínicos
Os laboratórios clínicos, especialmente aqueles situados em clínicas e hospitais,
recebem amostras clínicas requisitando uma grande variedade de diagnósticos e
serviços de apoio clínico. Geralmente, a natureza infecciosa do material clínico é
desconhecida e as amostras são freqüentemente submetidas a uma ampla
solicitação de exames microbiológicos em relação aos múltiplos agentes
Com exceção de circunstâncias extraordinárias (por exemplo, suspeita de uma
febre hemorrágica), o processamento inicial de uma amostra clínica e a
identificação sorológica de substâncias isoladas poderão ser realizados de
forma segura em um nível de biossegurança 2, o nível recomendado para o
trabalho com pató- geno do sangue (vírus da hepatite B e HIV)
BRASIL. Biossegurança em laboratórios biomédicos e de microbiologia. Ministério da Saúde. Secretaria de
Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. 3.ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. 290p.
QUAIS AS VIAS DE TRANSMISSÃO E PORTAS DE ENTRADA PARA UM PROFISSIONAL DE SAÚDE QUE TRABALHA EM
UM LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS? EM GERAL, QUAL É O NÍVEL DE BIOSSEGURANÇA QUE SE APLICA A
ESSES LOCAIS? QUAIS OS REQUISITOS PARA ESSE NÍVEL? E SE FOR UM LABORATÓRIO DE ENSINO?
Nível de Biossegurança 2: As práticas, os equipamentos, a planta e a construção
das instalações são aplicáveis aos laboratórios clínicos, de diagnóstico,
laboratórios-escola e outros laboratórios onde o trabalho é realizado com um
maior espectro de agentes nativos de risco moderado, presentes na comunidade
e que estejam associados a uma patologia humana de gravidade variável.
Com boas técnicas de microbiologia, esses agentes podem ser usados de maneira
segura em atividades conduzidas sobre uma bancada aberta, uma vez que o
potencial para a produção de borrifos e aerossóis é baixo. O vírus da hepatite B,
o HIV, a salmonela e o Toxoplasma spp. são exemplos de microorganismos
designados para esse nível de contenção.
O nível de biossegurança 2 é adequado para qualquer trabalho que envolva
sangue humano, líquidos corporais, tecidos ou linhas de células humanas primárias
em que a presença de um agente infeccioso pode ser desconhecida..
BRASIL. Biossegurança em laboratórios biomédicos e de microbiologia. Ministério da Saúde. Secretaria de
Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. 3.ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. 290p.
Nível de biossegurança 2
Agentes
Associados com enfermidade humana, risco = injúria
percutânea, ingestão, exposição de membranas
mucosas
Práticas
Práticas padrão de microbiologia + acesso restrito,
sinais de advertência de risco biológico, manual de
biossegurança com normas de descontaminação
https://www.cdc.gov/biosafety/
Equipamentos de segurança (barreiras primárias)
CSB classe II ou outros dispositivos de contenção
física para manipulações de agentes que gerem
aerossóis + EPI: avental, luvas e proteção para a
face quando necessário
Instalações (barreiras secundárias)
BSL-1 + autoclave
NB2 (continuação)
https://www.cdc.gov/biosafety/
BIOSAFETY LEVEL 1
LABORATORY FACILITIES (SECONDARY BARRIERS)
https://www.cdc.gov/biosafety/
BIOSAFETY LEVEL 2
LABORATORY FACILITIES (SECONDARY BARRIERS)
https://www.cdc.gov/biosafety/
BIOSAFETY LEVEL 2
SPECIAL PRACTICES
DON’T
Break, bend, resheath or reuse syringes
or needles
DO
Use sharps containers
Needles & Sharps Precautions
https://www.cdc.gov/biosafety/
BIOSAFETY LEVEL 2
SPECIAL PRACTICES
Needles & Sharps Precautions
https://www.cdc.gov/biosafety/
BIOSAFETY LEVEL 2
SPECIAL PRACTICES
DON’T
Touch broken glass with hands
Needles & Sharps Precautions
https://www.cdc.gov/biosafety/
BIOSAFETY LEVEL 2
SPECIAL PRACTICES
DO
Use plasticware
Needles & Sharps Precautions
https://www.cdc.gov/biosafety/
BIOSAFETY LEVEL 2
SPECIAL PRACTICES
 Policies and procedures for entry
 Biohazard warning signs
 Biosafety manual specific to lab
 Training with annual updates
https://www.cdc.gov/biosafety/
BIOSAFETY LEVEL 2
SPECIAL PRACTICES
 Immunizations
 Baseline serum samples
https://www.cdc.gov/biosafety/
BIOSAFETY LEVEL 2
SAFETY EQUIPMENT (PRIMARY BARRIERS)
Class II Biosafety Cabinets
Airflow
https://www.cdc.gov/biosafety/
Nível de biossegurança 3
• Agentes
Agentes nativos ou exóticos com potencial para
transmissão por aerossóis; doença pode ter
conseqüências graves ou letais
• Práticas
BSL-2 + acesso controlado, descontaminação de
todo o lixo, descontaminação da roupa de
laboratório antes da lavagem. (Baseline serum)
https://www.cdc.gov/biosafety/
Equipamentos de segurança (barreiras primárias)
CSB classe II ou III ou outros dispositivos de
contenção física para todas as manipulações de
agentes
EPI: avental, luvas, gorro e proteção para a face
quando necessário, proteção respiratória
necessária
Instalações (barreiras secundárias)
BSL-2 + separação física dos corredores de
acesso, acesso com porta dupla, o ar de exaustão
não pode ser recirculado, fluxo de ar negativo
dentro do laboratório
NB3 (continuação)
https://www.cdc.gov/biosafety/
https://www.cdc.gov/biosafety/
BIOSAFETY LEVEL 3
LABORATORY FACILITIES (SECONDARY BARRIERS)
https://www.cdc.gov/biosafety/
Nível de biossegurança 4
Agentes
Agentes perigosos/exóticos que representam um alto
risco de doença que põe em risco a vida, infecções
de laboratório transmitidas por aerossóis, agentes
com risco de transmissão desconhecida
Práticas
BSL-3 + troca de roupa antes de ingressar no lab,
ducha ao sair do lab, descontaminação de todo o
material na saída da sala
https://www.cdc.gov/biosafety/
Equipamentos de segurança (barreiras
primárias)
Todos os procedimentos devem ser realizados
em cabine de segurança biológica classe III ou
classe II com uniforme de corpo inteiro com
pressão positiva
Instalações (barreiras secundárias)
BSL-3 + edifício separado ou zona isolada,
filtração do ar, autoclave de duas extremidades
NB4 (continuação)
https://www.cdc.gov/biosafety/
http://www.cdc.gov/global/labbsl.htm
http://www.niaid.nih.gov/about/organization/dir/rml/Pages/BSL-4processImage.aspx
CORREÇÃO CASOS
Caso 1 (2,5 – 0,227 cada resposta)
Tipos de riscos – químico, acidente, ergonômico
NB1
EPIs
 Jaleco de manga longa e algodão
 Sapatos fechados
 ÓCULOS de proteção com proteção lateral
 Luvas – borracha nitrílica – maior resistência aos produtos químicos
EPCs
 Capela de exaustão – resistente aos produtos químicos abrasivos, visor em boas condições, verificação
anual do sistema de exaustão, Sistema elétrico a prova de explosão
 Chuveiro e lava-olhos
Capela de exaustão com sistema de lavagem de gases
RESOLUÇÃO EXERCÍCIOS
Caso 2 (2,5 – 0,178 cada resposta)
Riscos – físico, biológico, ergonômico
Classe de risco 2
NB2
EPIs – jaleco manga longa, sapatos
fechados, óculos de proteção, luvas
(procedimento – latex ou nitrílica ou
vinil)
EPCs
 CSB classe II -
 Centrífuga de segurança
 Chuveiro de emergência e lava-olhos
 Dispositivos de pipetagem
 Autoclave
RESOLUÇÃO EXERCÍCIOS
Caso 3 (2,5 – cada resposta 0,166)
Risco biológico
Classe de risco 3 - M. tuberculosis e
HIV
NB3
 EPIs jaleco, luvas, sapato fechado, máscara
de proteção do tipo PFF2 (N95), óculos,
gorro e propé
 EPCs
 CSB classe II A2 ou B
 Centrífuga de segurança
 Autoclave
 Dispositivos de pipetagem
 Chuveiro e lava-olhos
RESOLUÇÃO EXERCÍCIOS
Caso 4 (2,5 – 0,25 cada resposta)
Riscos – biológico (virus Machupo), físico (tubo quebrado – perfurocortante),
ergonômico
Classe de risco 4
NB4
EPIs – escafandro (macacão de corpo inteiro com pressão positiva, ventilado por
Sistema de suporte de vida)
EPCs –
 CSB classe II ou III
 Chuveiro de descontaminação
 Autoclave de duas portas
 Câmara de fumigação/tanque de imersão

2020-2_Conhecimentos básicos em biosseg_210717_170948.pdf

  • 1.
  • 2.
    BIOSSEGURANÇA Conjunto de açõesvoltadas para a prevenção, minimização ou eliminação de riscos inerentes às atividades de pesquisa, produção, ensino, desenvolvimento tecnológico e prestação de serviços, visando à saúde do homem, dos animais, à preservação do meio ambiente e à qualidade dos resultados. TEIXEIRA, P.; VALLE, S. Biossegurança: uma abordagem multidisciplinar. 2.ed. Rio de Janeiro, RJ: FIOCRUZ, 2010. 442p. Vertentes: Legal (Lei 11.105/2005 – OGM) Praticada “o termo biossegurança deve ser adotado como a ciência voltada para o controle e a minimização de riscos advindos da prática de diferentes tecnologias, seja em laboratórios, seja em biotérios ou no meio ambiente.” HIRATA, M, R D, M, J 01/2017, Manual de Biossegurança, 3rd edição, Manole, São Paulo. Disponível em: Minha Biblioteca.
  • 3.
    TIPOS DE RISCOS Oque é risco? Risco denota incerteza em relacão a um evento futuro, sendo definido como a probabilidade de ocorrer um acidente causando algum tipo de dano, lesão ou enfermidade ou a probabilidade de concretização de um perigo. BRASIL. Biossegurança em laboratórios biomédicos e de microbiologia. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. 3.ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. 290p.
  • 4.
    TIPOS DE RISCOS Perigo - palavra de origem latina, periculum (contingência iminente ou não de perder alguma coisa ou de que suceda um mal). É a concretização de um dano indesejado, de um evento prejudicial à̀ integridade física, à psíquica ou ao patrimônio.  MTE “situação o condição de risco com probabilidade de causar lesão física ou dano à saúde das pessoas por ausência de medidas de controle”  Risco - ao contrário de perigo, denota incerteza em relacção a um evento futuro, podendo ser definido como a probabilidade de ocorrer, de concretizar-se esse evento indesejado (perigo).  MTE “capacidade de uma grandeza com potencial para causar lesões ou danos à saúde das pessoas” BARSANO, P, R, SP D 06/2014, Biossegurança - Ações Fundamentais para Promoção da Saúde, Érica, [São Paulo]. Disponível em: Minha Biblioteca.
  • 5.
    TIPOS DE RISCOS Risco– é a probabilidade de ocorrência de efeitos adversos à saúde humana, animal e ao ambiente. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologiae Insumos Estratégicos. Diretrizes gerais para o trabalho em contenção com material biológico / Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos – Brasília: Ministério da Saúde, 2004.
  • 6.
    TIPOS DE RISCOS Riscode acidente: considerado como sendo as situações de perigo que possam afetar a integridade, o bem estar físico e moral dos indivíduos presentes nos laboratórios Equipamentos de vidro, instrumentos perfurocortantes HIRATA, M, R D, M, J 01/2017, Manual de Biossegurança, 3rd edição, Manole, São Paulo. Disponível em: Minha Biblioteca.
  • 7.
    TIPOS DE RISCOS Riscoergonômico: é qualquer ocorrência que venha interferir nas características psicofisiológicas do indivíduo, podendo gerar desconforto ou afetando sua saúde. São consideradas as lesões determinadas pelo esforço repetitivo (LER) e as doenças osteomusculares relacionadas com o trabalho (DORT) http://areasst.com/wp- content/uploads/2016/02/Risco- ergonomico-levantamento- manual-de-carga.jpg HIRATA, M, R D, M, J 01/2017, Manual de Biossegurança, 3rd edição, Manole, São Paulo. Disponível em: Minha Biblioteca.
  • 8.
    TIPOS DE RISCOS Riscofísico: é considerado como sendo as diversas formas de energia que os indivíduos estão expostos, tais como: ruído, vibrações, temperaturas extremas, radiações ionizantes e não ionizantes, ultra-som. NR9 NR 9 - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS http://trabalho.gov.br/images/Documentos/SST/NR/NR-09.pdf HIRATA, M, R D, M, J 01/2017, Manual de Biossegurança, 3rd edição, Manole, São Paulo. Disponível em: Minha Biblioteca. https://enit.trabalho.gov.br/portal/images/Arquivos_SST/SST_Legisla cao/SST_Legislacao_Portarias_2020/Portaria-SEPRT-n.-6.735-Altera- a-NR-09.pdf
  • 9.
    TIPOS DE RISCOS Riscoquímico: constitui-se em todas as substâncias, compostos ou produtos nas formas de gases, vapores, poeiras, fumaças, fumos, névoas ou neblinas, as quais possam penetrar no organismo pela via respiratória, por contato pela pele e mucosas ou por ingestão NR9 NR 9 - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS http://trabalho.gov.br/images/Documentos/SST/NR/NR-09.pdf HIRATA, M, R D, M, J 01/2017, Manual de Biossegurança, 3rd edição, Manole, São Paulo. Disponível em: Minha Biblioteca. https://enit.trabalho.gov.br/portal/images/Arquivos_SST/SST_Legisla cao/SST_Legislacao_Portarias_2020/Portaria-SEPRT-n.-6.735-Altera- a-NR-09.pdf
  • 10.
    TIPOS DE RISCOS Riscobiológico: abrange a manipulação dos agentes e materiais biológicos. São considerados agentes biológicos: vírus, bactérias, fungos, parasitas, príons, OGMs, além das amostras biológicas provenientes das plantas, dos animais e dos seres humanos – tecidos, secreções e excreções NR32 HIRATA, M, R D, M, J 01/2017, Manual de Biossegurança, 3rd edição, Manole, São Paulo. Disponível em: Minha Biblioteca. https://sit.trabalho.gov.br/portal/images/SST/SST _normas_regulamentadoras/NR-32.pdf
  • 11.
  • 12.
    MAPA DE RISCO Oobjetivo principal → conscientizar e minimizar os riscos aos quais o pessoal de laboratório está exposto. Os objetivos específicos • Reunir as informações necessárias para estabelecer o diagnóstico da situação de segurança e saúde no ambiente laboratorial; • Possibilitar, durante sua elaboração, a troca e a divulgação de informações entre o pessoal de laboratório; • Estimular sua participação nas atividades de prevenção.
  • 13.
    MAPA DE RISCO Asprincipais etapas do mapeamento de riscos 1. Conhecer o processo e os procedimentos do laboratório;
  • 14.
    MAPA DE RISCO 2.Identificar os riscos ambientais existentes no local;
  • 15.
    MAPA DE RISCO 3.Estabelecer as medidas de controle existentes e sua eficácia;
  • 16.
    MAPA DE RISCO 4.Identificar os indicadores de saúde; 5. Verificar os levantamentos ambientais já realizados no local;
  • 17.
    MAPA DE RISCO 6.Elaborar o Mapa de Riscos sobre a planta baixa ou croqui do laboratório, indicando os tipos de risco por meio de círculos.
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  • 20.
    CLASSES DE RISCO Classede Risco – grau de risco associado ao material biológico manipulado. http://www.mtps.gov.br/publicacoes-do-mtps/trabalho/inspecao-do-trabalho/item/292- guia-tecnico-de-riscos-biologicos-nr-32
  • 21.
    CLASSIFICAÇÃO DE RISCODOS AGENTES BIOLÓGICOS Transmissibilidade - capacidade de transmissão de um agente a um hospedeiro. O período de transmissibilidade corresponde ao intervalo de tempo durante o qual um organismo pode transmitir um agente biológico. Patogenicidade dos agentes biológicos é a sua capacidade de causar doença em um hospedeiro suscetível. Virulência é o grau de agressividade de um agente biológico, isto é, uma alta virulência de um agente pode levar a uma forma grave ou fatal de uma doença. A virulência relaciona-se à capacidade de o agente invadir, manter-se e proliferar, superar as defesas e, em alguns casos, produzir toxinas. http://www.mtps.gov.br/publicacoes-do-mtps/trabalho/inspecao-do-trabalho/item/292- guia-tecnico-de-riscos-biologicos-nr-32
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    CLASSIFICAÇÃO DE RISCODE AGENTES BIOLÓGICOS
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    CLASSIFICAÇÃO DE RISCODE AGENTES BIOLÓGICOS Critérios para avaliação de risco dos agentes biológicos  Natureza do agente biológico
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    CLASSIFICAÇÃO DE RISCODE AGENTES BIOLÓGICOS Critérios para avaliação de risco dos agentes biológicos  Virulência
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    CLASSIFICAÇÃO DE RISCO DEAGENTES BIOLÓGICOS Critérios para avaliação de risco dos agentes biológicos  Modo de transmissão
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    CLASSIFICAÇÃO DE RISCO DEAGENTES BIOLÓGICOS Critérios para avaliação de risco dos agentes biológicos  Estabilidade – capacidade de manutenção do potencial infeccioso
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    CLASSIFICAÇÃO DE RISCO DEAGENTES BIOLÓGICOS Critérios para avaliação de risco dos agentes biológicos  Concentração e volume >[ ] > risco  Origem do agente biológico potencialmente patogênico – humano ou animal; localização geográfica, vetor  Disponibilidade de medidas profiláticas eficazes  Disponibilidade de tratamento eficaz
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    CLASSIFICAÇÃO DE RISCODE AGENTES BIOLÓGICOS Critérios para avaliação de risco dos agentes biológicos  Dose infectante – depende do agente  Manipulação do agente biológico
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    CLASSIFICAÇÃO DE RISCODE AGENTES BIOLÓGICOS Critérios para avaliação de risco dos agentes biológicos Eliminação do agente biológico
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    VIAS DE TRANSMISSÃOE PORTAS DE ENTRADA
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    QUAIS AS VIASDE TRANSMISSÃO E PORTAS DE ENTRADA PARA UM PROFISSIONAL DE SAÚDE QUE TRABALHA EM UM LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS? EM GERAL, QUAL É O NÍVEL DE BIOSSEGURANÇA QUE SE APLICA A ESSES LOCAIS? QUAIS OS REQUISITOS PARA ESSE NÍVEL? E SE FOR UM LABORATÓRIO DE ENSINO? Transmissão direta Transmissão indireta Portas de entrada: cutânea, parenteral (IV, IM e SC), mucosas, respiratória, via oral http://portal.mte.gov.br/data/files/FF8080812BCB2790012BD509161913AB/guia_tecn ico_cs3.pdf
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    CLASSIFICAÇÃO DE RISCODE AGENTES BIOLÓGICOS
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    CONTENÇÃO PRIMÁRIA Meios deproteção aos profissionais e ao ambiente laboratorial na exposição aos agentes de risco, atingida por meio de boas práticas e do uso de equipamentos de proteção individual ou coletivo apropriados. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Diretrizes gerais para o trabalho em contenção com material biológico / Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos – Brasília: Ministério da Saúde, 2004.
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    CONTENÇÃO SECUNDÁRIA Proteção aosprofissionais e ao ambiente exposição aos agentes de risco, mediante a combinação de aspectos relacionados à infra-estrutura laboratorial e às práticas ou procedimentos operacionais. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologiae Insumos Estratégicos. Diretrizes gerais para o trabalho em contenção com material biológico / Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos – Brasília: Ministério da Saúde, 2004.
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    Nível de biossegurança1 Agentes Não há comprovação de que produzam enfermidade em adultos sãos  Bacillus subtilis  Lactobacillus spp. Práticas Práticas padrão de microbiologia Equipamentos de segurança (barreiras primárias) Nenhuma exigência Instalações (barreiras secundárias) Trabalho em bancada, pia para lavar as mãos https://www.cdc.gov/biosafety/
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    Práticas padrão demicrobiologia 1. https://www.cdc.gov/biosafety/
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    Práticas padrão demicrobiologia 2. https://www.cdc.gov/biosafety/
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    Práticas padrão demicrobiologia 3. https://www.cdc.gov/biosafety/
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    Práticas padrão demicrobiologia 4. é proibido pipetar com a boca https://www.cdc.gov/biosafety/
  • 44.
    Práticas padrão demicrobiologia 5. devem existir normas para o manejo seguro de objetos cortantes ou perfurantes; https://www.cdc.gov/biosafety/
  • 45.
    Práticas padrão demicrobiologia 6. Todos os procedimentossão realizados de modo a minimizar a produção de aerossóis e respingos; https://www.cdc.gov/biosafety/
  • 46.
    Práticas padrão demicrobiologia 7. As superfícies de trabalho devem ser descontaminadasao menos uma vez por dia e sempre que houver derrame de material viável; https://www.cdc.gov/biosafety/
  • 47.
    Práticas padrão demicrobiologia 8. Todos os cultivos, estoques e materiais biológicos devem ser descontaminados por autoclavação antes de serem desprezados; https://www.cdc.gov/biosafety/
  • 48.
    Práticas padrão demicrobiologia 9. A entrada do laboratório deve conter um aviso de risco biológico quando se trabalha com agentes infecciosos. O aviso deve conter o nome dos agentes e o nome e número de telefone da pessoa responsável; https://www.cdc.gov/biosafety/
  • 49.
    Práticas padrão demicrobiologia 10. Deve haver um programa de controle de roedores e insetos https://www.cdc.gov/biosafety/
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    QUAIS AS VIASDE TRANSMISSÃO E PORTAS DE ENTRADA PARA UM PROFISSIONAL DE SAÚDE QUE TRABALHA EM UM LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS? EM GERAL, QUAL É O NÍVEL DE BIOSSEGURANÇA QUE SE APLICA A ESSES LOCAIS? QUAIS OS REQUISITOS PARA ESSE NÍVEL? E SE FOR UM LABORATÓRIO DE ENSINO? Laboratórios Clínicos Os laboratórios clínicos, especialmente aqueles situados em clínicas e hospitais, recebem amostras clínicas requisitando uma grande variedade de diagnósticos e serviços de apoio clínico. Geralmente, a natureza infecciosa do material clínico é desconhecida e as amostras são freqüentemente submetidas a uma ampla solicitação de exames microbiológicos em relação aos múltiplos agentes Com exceção de circunstâncias extraordinárias (por exemplo, suspeita de uma febre hemorrágica), o processamento inicial de uma amostra clínica e a identificação sorológica de substâncias isoladas poderão ser realizados de forma segura em um nível de biossegurança 2, o nível recomendado para o trabalho com pató- geno do sangue (vírus da hepatite B e HIV) BRASIL. Biossegurança em laboratórios biomédicos e de microbiologia. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. 3.ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. 290p.
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    QUAIS AS VIASDE TRANSMISSÃO E PORTAS DE ENTRADA PARA UM PROFISSIONAL DE SAÚDE QUE TRABALHA EM UM LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS? EM GERAL, QUAL É O NÍVEL DE BIOSSEGURANÇA QUE SE APLICA A ESSES LOCAIS? QUAIS OS REQUISITOS PARA ESSE NÍVEL? E SE FOR UM LABORATÓRIO DE ENSINO? Nível de Biossegurança 2: As práticas, os equipamentos, a planta e a construção das instalações são aplicáveis aos laboratórios clínicos, de diagnóstico, laboratórios-escola e outros laboratórios onde o trabalho é realizado com um maior espectro de agentes nativos de risco moderado, presentes na comunidade e que estejam associados a uma patologia humana de gravidade variável. Com boas técnicas de microbiologia, esses agentes podem ser usados de maneira segura em atividades conduzidas sobre uma bancada aberta, uma vez que o potencial para a produção de borrifos e aerossóis é baixo. O vírus da hepatite B, o HIV, a salmonela e o Toxoplasma spp. são exemplos de microorganismos designados para esse nível de contenção. O nível de biossegurança 2 é adequado para qualquer trabalho que envolva sangue humano, líquidos corporais, tecidos ou linhas de células humanas primárias em que a presença de um agente infeccioso pode ser desconhecida.. BRASIL. Biossegurança em laboratórios biomédicos e de microbiologia. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. 3.ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. 290p.
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    Nível de biossegurança2 Agentes Associados com enfermidade humana, risco = injúria percutânea, ingestão, exposição de membranas mucosas Práticas Práticas padrão de microbiologia + acesso restrito, sinais de advertência de risco biológico, manual de biossegurança com normas de descontaminação https://www.cdc.gov/biosafety/
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    Equipamentos de segurança(barreiras primárias) CSB classe II ou outros dispositivos de contenção física para manipulações de agentes que gerem aerossóis + EPI: avental, luvas e proteção para a face quando necessário Instalações (barreiras secundárias) BSL-1 + autoclave NB2 (continuação) https://www.cdc.gov/biosafety/
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    BIOSAFETY LEVEL 1 LABORATORYFACILITIES (SECONDARY BARRIERS) https://www.cdc.gov/biosafety/
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    BIOSAFETY LEVEL 2 LABORATORYFACILITIES (SECONDARY BARRIERS) https://www.cdc.gov/biosafety/
  • 56.
    BIOSAFETY LEVEL 2 SPECIALPRACTICES DON’T Break, bend, resheath or reuse syringes or needles DO Use sharps containers Needles & Sharps Precautions https://www.cdc.gov/biosafety/
  • 57.
    BIOSAFETY LEVEL 2 SPECIALPRACTICES Needles & Sharps Precautions https://www.cdc.gov/biosafety/
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    BIOSAFETY LEVEL 2 SPECIALPRACTICES DON’T Touch broken glass with hands Needles & Sharps Precautions https://www.cdc.gov/biosafety/
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    BIOSAFETY LEVEL 2 SPECIALPRACTICES DO Use plasticware Needles & Sharps Precautions https://www.cdc.gov/biosafety/
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    BIOSAFETY LEVEL 2 SPECIALPRACTICES  Policies and procedures for entry  Biohazard warning signs  Biosafety manual specific to lab  Training with annual updates https://www.cdc.gov/biosafety/
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    BIOSAFETY LEVEL 2 SPECIALPRACTICES  Immunizations  Baseline serum samples https://www.cdc.gov/biosafety/
  • 62.
    BIOSAFETY LEVEL 2 SAFETYEQUIPMENT (PRIMARY BARRIERS) Class II Biosafety Cabinets Airflow https://www.cdc.gov/biosafety/
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    Nível de biossegurança3 • Agentes Agentes nativos ou exóticos com potencial para transmissão por aerossóis; doença pode ter conseqüências graves ou letais • Práticas BSL-2 + acesso controlado, descontaminação de todo o lixo, descontaminação da roupa de laboratório antes da lavagem. (Baseline serum) https://www.cdc.gov/biosafety/
  • 64.
    Equipamentos de segurança(barreiras primárias) CSB classe II ou III ou outros dispositivos de contenção física para todas as manipulações de agentes EPI: avental, luvas, gorro e proteção para a face quando necessário, proteção respiratória necessária Instalações (barreiras secundárias) BSL-2 + separação física dos corredores de acesso, acesso com porta dupla, o ar de exaustão não pode ser recirculado, fluxo de ar negativo dentro do laboratório NB3 (continuação) https://www.cdc.gov/biosafety/
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  • 66.
    BIOSAFETY LEVEL 3 LABORATORYFACILITIES (SECONDARY BARRIERS) https://www.cdc.gov/biosafety/
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    Nível de biossegurança4 Agentes Agentes perigosos/exóticos que representam um alto risco de doença que põe em risco a vida, infecções de laboratório transmitidas por aerossóis, agentes com risco de transmissão desconhecida Práticas BSL-3 + troca de roupa antes de ingressar no lab, ducha ao sair do lab, descontaminação de todo o material na saída da sala https://www.cdc.gov/biosafety/
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    Equipamentos de segurança(barreiras primárias) Todos os procedimentos devem ser realizados em cabine de segurança biológica classe III ou classe II com uniforme de corpo inteiro com pressão positiva Instalações (barreiras secundárias) BSL-3 + edifício separado ou zona isolada, filtração do ar, autoclave de duas extremidades NB4 (continuação) https://www.cdc.gov/biosafety/
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    CORREÇÃO CASOS Caso 1(2,5 – 0,227 cada resposta) Tipos de riscos – químico, acidente, ergonômico NB1 EPIs  Jaleco de manga longa e algodão  Sapatos fechados  ÓCULOS de proteção com proteção lateral  Luvas – borracha nitrílica – maior resistência aos produtos químicos EPCs  Capela de exaustão – resistente aos produtos químicos abrasivos, visor em boas condições, verificação anual do sistema de exaustão, Sistema elétrico a prova de explosão  Chuveiro e lava-olhos Capela de exaustão com sistema de lavagem de gases
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    RESOLUÇÃO EXERCÍCIOS Caso 2(2,5 – 0,178 cada resposta) Riscos – físico, biológico, ergonômico Classe de risco 2 NB2 EPIs – jaleco manga longa, sapatos fechados, óculos de proteção, luvas (procedimento – latex ou nitrílica ou vinil) EPCs  CSB classe II -  Centrífuga de segurança  Chuveiro de emergência e lava-olhos  Dispositivos de pipetagem  Autoclave
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    RESOLUÇÃO EXERCÍCIOS Caso 3(2,5 – cada resposta 0,166) Risco biológico Classe de risco 3 - M. tuberculosis e HIV NB3  EPIs jaleco, luvas, sapato fechado, máscara de proteção do tipo PFF2 (N95), óculos, gorro e propé  EPCs  CSB classe II A2 ou B  Centrífuga de segurança  Autoclave  Dispositivos de pipetagem  Chuveiro e lava-olhos
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    RESOLUÇÃO EXERCÍCIOS Caso 4(2,5 – 0,25 cada resposta) Riscos – biológico (virus Machupo), físico (tubo quebrado – perfurocortante), ergonômico Classe de risco 4 NB4 EPIs – escafandro (macacão de corpo inteiro com pressão positiva, ventilado por Sistema de suporte de vida) EPCs –  CSB classe II ou III  Chuveiro de descontaminação  Autoclave de duas portas  Câmara de fumigação/tanque de imersão