A dissertação analisa os filmes 'O que é isso, companheiro?' e 'Hércules 56', que retratam o sequestro do embaixador Charles Elbrick durante a ditadura militar no Brasil, utilizando diferentes gêneros cinematográficos. O primeiro adota um tom melodramático que vilaniza os guerrilheiros, enquanto o segundo, documental, busca apresentar uma narrativa coesa que celebra a militância do passado. Ambos os filmes refletem tensões na representação da memória histórica, abordando a impunidade das violações de direitos humanos no Brasil sem chegar a um consenso significativo sobre a 'conciliação' política.