Este artigo analisa duas obras do cinema de ficção científica brasileiro dirigidas por mulheres - Kenoma (1998) de Eliane Caffé e Acquaria (2003) de Flávia Moraes - com o objetivo de questionar as contribuições do gênero para o desenvolvimento de uma perspectiva feminina e as possibilidades para o feminismo contemporâneo. O artigo também discute a escassez de autoras mulheres no cinema brasileiro de ficção científica.