O documento discute o ceticismo antigo, começando com seu fundador Pirro no século IV a.C. e descrevendo como evoluiu através de figuras como Tímon, Enesidemo e Sexto Empírico. Explica que o ceticismo antigo se baseava na fenomenologia e na suspensão do juízo, ao contrário da visão moderna de que é um niilismo radical.