Educação em Portugal |<br />Base para o futuro ou caminho para o abismo?<br />citrusheights.net<br />
Resultados Recentes<br />
Porquê?<br />As “não-razões”<br />
“Existem poucos professores…”<br />Fonte: Eurostat<br />
“As turmas são enormes…”<br />Fonte: Eurostat<br />
“O Estado não investe na Educação…”<br />Fonte: Eurostat<br />
“Os Portugueses estudam poucos anos…”<br />Fonte: Eurostat<br />
Porquê?<br />Algumas razões<br />
“Os portugueses deixam a escola cedo…”<br />Fonte: Eurostat<br />
“A frequência do pré-primário é baixa…”<br />Fonte: Eurostat<br />
“O Estado suporta a maioria das despesas com a Educação…”<br />Fonte: Eurostat<br />
“A Educação não é acessível a todos…”<br />Fonte: Eurostat<br />
Porquê?<br />Para além dos números<br />
“A avaliação deve ser justa…”<br />Fonte: www.olx.pt<br />
“A avaliação deve ser justa…”<br />Fonte: www.olx.pt<br />
“A avaliação deve ser rigorosa…”<br />	“Portefólios à venda na internet Quatrocentos euros. <br />	Valor pedido por Paula ...
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Educação versão portuguesa

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  • Apesar desta realidade a frequência do ensino pré-primário de crianças de 4 anos é relativamente elevada, cerca de 80%, havendo contudo uma dispersão muito grande de dados entre os vários países analisados, facto que coloca Portugal em linha com a média das observações.
  • Também no que respeita ao compromisso do Estado para tornar a Educação acessível a todos, independentemente das posibilidades económicos do agregado familiar, Portugal aparece-nos como sendo o quarto país da zona euro (15 países) que afecta uma menor percentagem da despesa pública total à ajuda financeira aos alunos, considerando o conjunto de todos os escalões.
  • Existirão concerteza um conjunto de razões que concorrem para a ineficiência do Sistema Educativo, nomeadamente a falta de rigor, de disciplina, o facilitismo, a inexistência de um processo justo de avaliação de performance de todos os intervenientes, entre muitas outras.Estas são por isso apenas algumas das questões que ficam em aberto para a altura em que for feita uma análise mais aprofundada deste tema.
  • Educação versão portuguesa

    1. 1. Educação em Portugal |<br />Base para o futuro ou caminho para o abismo?<br />citrusheights.net<br />
    2. 2. Resultados Recentes<br />
    3. 3. Porquê?<br />As “não-razões”<br />
    4. 4. “Existem poucos professores…”<br />Fonte: Eurostat<br />
    5. 5. “As turmas são enormes…”<br />Fonte: Eurostat<br />
    6. 6. “O Estado não investe na Educação…”<br />Fonte: Eurostat<br />
    7. 7. “Os Portugueses estudam poucos anos…”<br />Fonte: Eurostat<br />
    8. 8. Porquê?<br />Algumas razões<br />
    9. 9. “Os portugueses deixam a escola cedo…”<br />Fonte: Eurostat<br />
    10. 10. “A frequência do pré-primário é baixa…”<br />Fonte: Eurostat<br />
    11. 11. “O Estado suporta a maioria das despesas com a Educação…”<br />Fonte: Eurostat<br />
    12. 12. “A Educação não é acessível a todos…”<br />Fonte: Eurostat<br />
    13. 13. Porquê?<br />Para além dos números<br />
    14. 14. “A avaliação deve ser justa…”<br />Fonte: www.olx.pt<br />
    15. 15. “A avaliação deve ser justa…”<br />Fonte: www.olx.pt<br />
    16. 16. “A avaliação deve ser rigorosa…”<br /> “Portefólios à venda na internet Quatrocentos euros. <br /> Valor pedido por Paula Duarte, num curto contacto telefónico, por um Portefólio Reflexivo de Aprendizagem que dará acesso ao 12º ano. "Mas tudo é negociável", garante ao jornalista do i - que se identificou como possível comprador - e acrescenta, "no ano passado, pedia 500 euros, mas agora com a crise...". <br />Paula Duarte, à semelhança de várias dezenas de pessoas, pôs na internet um anúncio de venda de portefólios para as Novas Oportunidades. Estes serviços, a que Luís Capucha não hesita chamar "fraudulentos", também foram detectados pela ANQ. "Durante o processo de acompanhamento foram identificados, quer pelas equipas técnico-pedagógicas dos Centos Novas Oportunidades, quer pela própria ANQ, práticas de prestação de serviços comercializadas através da internet para a elaboração de portefólios fraudulentos", explica o responsável. Porém, afirma, "nunca foi identificado um candidato certificado através da apresentação de um portefólio fraudulento". Perante os casos detectados, revela Luís Capucha, "a ANQ recolheu os dados necessários à instrução de um processo de averiguações por fraude junto do Ministério Público", que está em curso.<br />Quando o programa Novas Oportunidades surgiu, o objectivo passava pela certificação de um milhão de pessoas em cinco anos. Este número não será alcançado, tendo sido, até ao momento, atribuídos cerca de 400 mil diplomas. O número de inscritos desde 2006 ascende a um milhão e 200 mil pessoas.”<br />Fonte: Jornal i - Publicado em 19 de Agosto de 2010<br />

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