Crack – Saia Fora Dessa! SEMINÁRIO 4 PÓLO MARACANÃ Andreia C.J. Belletti  Carla Ferreira Floro Jeilsa da Hora Rosas Marcel...
O que é o Crack? <ul><li>É uma droga, geralmente fumada, feita a partir da mistura de pasta de cocaína com bicarbonato de ...
Crack x cocaína em pó <ul><li>É mais barato que a cocaína em pó. </li></ul><ul><li>Seu efeito é mais pronunciado que o da ...
Como o crack atua no organismo? A droga é inalada e chega aos pulmões, onde a substância ativa passa para a corrente sangu...
Qual é o efeito do crack? <ul><li>Efeito imediato: euforia produzida pela cocaína.  </li></ul><ul><li>Falsa sensação de au...
Qual é o efeito do crack? <ul><li>A euforia se transforma rapidamente em depressão e irritabilidade, aumentando a necessid...
Qual o perfil dos usuários? <ul><li>Mais comum: Idade entre o final da adolescência e início da vida adulta. </li></ul><ul...
Razões possíveis para o uso do crack? Desajuste familiar Fuga de problemas Modismo Imitação Busca de prazer Pais alcoólico...
Quais os sinais? <ul><li>Falta de motivação para estudar ou trabalhar.  </li></ul><ul><li>Mudanças bruscas de comportament...
Quais os sinais? <ul><li>Atitudes de culpa e reparação: agride os pais, chora, se tranca no quarto. </li></ul><ul><li>Pass...
Tratamento <ul><li>A dependência de cocaína é um transtorno passível de tratamento. </li></ul><ul><li>Nem todos os usuário...
Tratamento <ul><li>A internação não é solução para todos os pacientes.  </li></ul><ul><li>O Tratamento ambulatorial vem ap...
Como a familía pode ajudar? <ul><li>As reações familiares à dependência abrangem um enorme leque que vai desde a expulsão ...
Como a familía pode ajudar? <ul><li>A família necessita participar ativamente do tratamento e do processo de recuperação d...
Como a familía pode ajudar? Fonte: Leite. Marcos da Costa. “Conversando sobre Cocaína e Crack”. Site: http://apad.clickvid...
Como as escolas podem ajudar? <ul><li>Educação: </li></ul><ul><li>Apresente o assunto para as crianças. </li></ul><ul><li>...
Como as escolas podem ajudar? <ul><li>Como lidar com a criança usuária: </li></ul><ul><li>Seja claro e objetivo, e de mane...
Crack e Morte Números que assustam Morte anunciada: Um em cada três usuários de crack morre nos primeiros cinco anos de co...
Cracolândias Para Laranjeiras (médico e pesquisador da Universidade Federal de São Paulo) , a “incapacidade” do setor públ...
O que a Polícia pode fazer? <ul><li>“ É um tráfico pulverizado. Podemos ir a vários pontos de venda de crack e prender vin...
O que o Governo pode fazer? <ul><li>600 000 pessoas fumam crack hoje no Brasil, segundo estimativa do Ministério da Saúde....
O que mais pode ser feito? <ul><li>Houve significativo crescimento no número de presos condenados por crimes relacionados ...
O que mais pode ser feito? <ul><li>Os cidadãos devem ter direito a tomar decisões em suas vidas privadas desde que não cau...
Liberação das Drogas é a solução?
Liberação das Drogas é a solução?
Para saber mais: <ul><li>Leite. Marcos da Costa. “Conversando sobre Cocaína e Crack”. Site: http://apad.clickvida.org.br/c...
Créditos Musicais <ul><li>Olhando para o Sol – Jão Galego </li></ul>
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Crack – saia fora dessa!

  1. 1. Crack – Saia Fora Dessa! SEMINÁRIO 4 PÓLO MARACANÃ Andreia C.J. Belletti Carla Ferreira Floro Jeilsa da Hora Rosas Marcela Bezerra Patricia Moreira Rodrigues Rosana Smith Simone de Oliveira Matos ESTE MATERIAL COMPLEMENTA O MATERIAL DISPONIBILIZADO NO BLOG: http://seminario4cederjuerj.blogspot.com/
  2. 2. O que é o Crack? <ul><li>É uma droga, geralmente fumada, feita a partir da mistura de pasta de cocaína com bicarbonato de sódio. </li></ul><ul><li>É uma das formas da cocaína, porém mais impura que a cocaína em pó. </li></ul><ul><li>O nome deriva do verbo &quot;to crack&quot;, que, em inglês, significa quebrar, devido aos pequenos estalidos produzidos pelos cristais (as pedras) ao serem queimados, como se quebrassem. </li></ul>Fonte: segurancatocantina.blogspot.com Fonte:http://blog.clickgratis.com.br/moniquemachado/347654/Crack+-+A+Droga+Mais+Acess%EDvel+do+Mercado.html Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Crack
  3. 3. Crack x cocaína em pó <ul><li>É mais barato que a cocaína em pó. </li></ul><ul><li>Seu efeito é mais pronunciado que o da cocaína pois a substância ativa vai diretamente para a corrente sanguínea através dos pulmões, atingindo o cerébro. </li></ul><ul><li>O efeito do crack dura cerca de 10 minutos, enquanto o da cocaína dura cerca de 30 minutos, o que muitas vezes obriga o indivíduo a usar a droga novamente após o primeiro uso. </li></ul>
  4. 4. Como o crack atua no organismo? A droga é inalada e chega aos pulmões, onde a substância ativa passa para a corrente sanguínea, atinge o cérebro e começa a agir sobre os neurônios. Aumenta a pressão arterial e os batimentos cardíacos, constrição dos vasos sangüíneos, aumento da temperatura corpórea, liberação de açúcar no sangue e aumento da força da contração do músculo cardíaco, provocando risco de enfarte, derrame, convulsão e coma. A cocaína é metabolizada no fígado, vai para o rim e é eliminada na urina.
  5. 5. Qual é o efeito do crack? <ul><li>Efeito imediato: euforia produzida pela cocaína. </li></ul><ul><li>Falsa sensação de aumento das capacidades físicas, intelectuais e energia. </li></ul><ul><li>Reduz o apetite e a necessidade de sono. </li></ul><ul><li>Aumenta a ansiedade. </li></ul><ul><li>Sensação de estar sendo observado ou perseguido. </li></ul><ul><li>Sensação do tato mais intensa, maior disposição para relações sexuais. </li></ul><ul><li>Pode promover ejaculação espontânea. Este efeito repetido, porém, tem como conseqüência, a perda da capacidade de obter prazer sexual convencional, que se mantém por meses após a interrupção do consumo da droga. </li></ul><ul><li>Alucinações (auditivas e visuais). </li></ul>
  6. 6. Qual é o efeito do crack? <ul><li>A euforia se transforma rapidamente em depressão e irritabilidade, aumentando a necessidade de voltar a acender o cachimbo ou &quot;esticar&quot; mais uma fileira. </li></ul><ul><li>O uso continuado pode ser letal, provocar suicídio, levar a separação conjugal, abandono de atividades ocupacionais (p.ex. perda de emprego), incapacidade de cumprimento de obrigações sociais, dependência financeira ou engajamento em atividades criminais. </li></ul><ul><li>Infecções de pele (injeções contaminadas), infecção na válvula cardíaca, AIDS e Hepatite. As lesões no fígado podem ter ainda causas tóxicas, pelas substâncias adicionadas, somando-se aos efeitos do álcool que é consumido conjuntamente à cocaína. </li></ul>Curiosidade: a cocaína provoca anestesia local, fato que motivou sua utilização médica no século XIX. A cocaína possibilitou a primeira cirurgia oftálmica – como conseqüência indireta deste fato, o primeiro oftalmologista a realizar esta cirurgia tornou-se dependente da droga, interrompendo precocemente sua carreira profissional. Devido aos riscos da droga e ao desenvolvimento de outros anestésicos seguros, tal utilização foi completamente banida da Medicina até 1914.
  7. 7. Qual o perfil dos usuários? <ul><li>Mais comum: Idade entre o final da adolescência e início da vida adulta. </li></ul><ul><li>Rompimento com a família e descoberta dos amigos. </li></ul><ul><li>Dificuldade de lidar com conseqüências – vivem aqui e o agora. </li></ul><ul><li>Muitos usuários começam a utilizar cocaína durante o período acadêmico, e uma parcela deste grupo passa a consumir a droga também em outras situações, mantendo e agravando o consumo da cocaína, propiciando as condições ideais para o desenvolvimento da dependência. </li></ul>
  8. 8. Razões possíveis para o uso do crack? Desajuste familiar Fuga de problemas Modismo Imitação Busca de prazer Pais alcoólicos ou drogados Complexo de inferioridade Ociosidade Filhos adotados Desinformação Distúrbios da personalidade Tendências psicopáticas Estimulação e desinibição Falta de orientação na escola Enriquecimento rápido Freqüência de maus ambientes Influência de amigos, namorado (a); Falta de diálogo com os pais Falta de ambiente familiar Facilidade do uso Prazer de violar ou desafiar as convenções sociais e familiares Falta de desportos Contestação, rebelião contra as autoridades Desespero Permissividade; Modernismo Ausência de amor Auto-afirmação Curiosidade
  9. 9. Quais os sinais? <ul><li>Falta de motivação para estudar ou trabalhar. </li></ul><ul><li>Mudanças bruscas de comportamento. </li></ul><ul><li>Troca do dia pela noite, insônia. </li></ul><ul><li>Inquietação, irritabilidade, ansiedade, cacoetes. </li></ul><ul><li>Perda de interesse pelas atividades rotineiras. </li></ul><ul><li>Olhos avermelhados, olheiras. </li></ul><ul><li>Necessidade cada vez maior de dinheiro. </li></ul><ul><li>Desaparecimento de objetos de valor ou dinheiro. </li></ul><ul><li>Alterações súbitas de humor, euforia alternada com choro ou depressão. </li></ul><ul><li>Amigos diferentes. </li></ul><ul><li>Descuido com a higiene pessoal. </li></ul><ul><li>Uso de vocabulário com termos mais pesados. </li></ul>
  10. 10. Quais os sinais? <ul><li>Atitudes de culpa e reparação: agride os pais, chora, se tranca no quarto. </li></ul><ul><li>Passa noites fora de casa. </li></ul><ul><li>Tem receitas de medicamentos ou caixas de comprimidos de psicotrópicos. </li></ul><ul><li>As roupas, os lenços ou as mantas têm cheiro forte de solvente. </li></ul><ul><li>Há vestígios de pó branco nos bolsos. </li></ul>
  11. 11. Tratamento <ul><li>A dependência de cocaína é um transtorno passível de tratamento. </li></ul><ul><li>Nem todos os usuários necessitam de tratamento. A necessidade do tratamento é determinada pelo envolvimento obsessivo do sujeito com a droga que passa a prejudicar os demais aspectos de sua vida. </li></ul><ul><li>Não há um modelo único de tratamento eficaz para todos os pacientes. </li></ul><ul><li>Aspectos básicos que devem estar presentes em qualquer modelo: abstinência de qualquer tipo de droga ou bebida alcoólica, aspectos psico-educacionais, envolvimento familiar. </li></ul><ul><li>O tratamento consiste de um processo contínuo, assim como modelos médicos utilizados em doenças crônicas, tal qual Diabetes e hipertensão arterial. </li></ul><ul><li>A busca do tratamento decorre da &quot;situações de crise&quot;, geralmente envolvendo trabalho, família, situação financeira, problemas legais, emergências médicas e rompimento de relacionamento afetivo. </li></ul>
  12. 12. Tratamento <ul><li>A internação não é solução para todos os pacientes. </li></ul><ul><li>O Tratamento ambulatorial vem apresentando vantagens em relação à internação como: (i) permite que usuário continue a ter a sua vida normal; (ii) foge do estigma do “internado”;(iii) menos custoso;(iv) estimula que o paciente lide com a sua compulsão no mundo real. Assim, a internação passa a ser uma parte da recuperação do indivíduo (promoção de abstinência), devendo SEMPRE ser associada a seguimento ambulatorial posterior. </li></ul>Fonte: Leite. Marcos da Costa. “Conversando sobre Cocaína e Crack”. Site: http://apad.clickvida.org.br/conversandosobre.htm
  13. 13. Como a familía pode ajudar? <ul><li>As reações familiares à dependência abrangem um enorme leque que vai desde a expulsão de casa até a aceitação do consumo dentro do ambiente familiar. </li></ul><ul><li>A &quot;FACILITAÇÃO&quot; (favorecimento de comportamentos e atitudes relativos ao consumo de drogas dentro do ambiente familiar) acarreta conseqüências desastrosas. </li></ul><ul><li>Normalmente tem como objetivo evitar as complicações legais para o usuário, porém com isso, acaba estimulando os múltiplos comportamentos relacionados à intensificação do consumo, aceleração do desenvolvimento da dependência, dificuldade de trazer o indivíduo para o tratamento e ocorrência de complicações precoces (médicas, psicológicas e sociais). </li></ul><ul><li>Entre os principais exemplos de facilitação encontram-se a liberdade excessiva, a preocupação em ocultar as falhas que o usuário apresenta (desculpas para a escola, trabalho, etc.), falta de limites (dinheiro, horários, aceitação de agressividade) ou mesmo &quot;fechar os olhos&quot; para as demais conseqüências que o usuário passa a apresentar quando se torna abusador ou dependente. </li></ul>
  14. 14. Como a familía pode ajudar? <ul><li>A família necessita participar ativamente do tratamento e do processo de recuperação do dependente, como núcleo de suporte fundamental do indivíduo. </li></ul><ul><li>Esta tarefa, porém, não é nada fácil, dados os prejuízos sofridos pelos familiares durante o curso da dependência do álcool e/ou drogas (agressões, furtos domésticos, doenças do paciente, etc.). </li></ul><ul><li>Para tanto, paralelamente ao tratamento individual, uma intervenção terapêutica familiar é sempre aconselhável. </li></ul>
  15. 15. Como a familía pode ajudar? Fonte: Leite. Marcos da Costa. “Conversando sobre Cocaína e Crack”. Site: http://apad.clickvida.org.br/conversandosobre.htm Não é considerado tratamento, porém possibilita compartilhar experiências com outras famílias de dependentes. Grupo de auto-ajuda com enfoque familiar Al-Anon . Abordar e procurar modificar áreas de comprometimento familiar (sistema), relacionando-as à dependência de substâncias psicoativas Contrato terapêutico com a família para intervenções com o objetivo de tratar disfunções crônicas e sistêmicas. Terapia familiar Auxiliar na solução de problemas identificados pelos integrantes da família que sejam relacionados ao consumo de drogas e/ou álcool Contrato de tratamento familiar com o objetivo de resolução de problemas familiares específicos identificados no tratamento do dependente. Aconselhamento familiar Informar familiares se aspectos de relações pessoais e como estas são relevantes no abuso e dependência de substâncias Orientação sobre aspectos vivenciais (funcionamento familiar) com ênfase em aspectos do consumo e da dependência Grupos psico-educacionais de familiares Informar a família sobre o programa terapêutico e a inclusão do paciente e solicitar suporte familiar Orientar os familiares da filosofia e abordagens do tratamento individual Orientação familiar OBJETIVOS NÍVEL DE INTERVENÇÃO MODELOS DE TERAPÊUTICA FAMILIAR
  16. 16. Como as escolas podem ajudar? <ul><li>Educação: </li></ul><ul><li>Apresente o assunto para as crianças. </li></ul><ul><li>Realize dinâmicas de grupo convidando pessoa capacitada para discuti-lo com as crianças (se possível trazer ex-viciados). </li></ul><ul><li>Visite clínicas de reabilitação. </li></ul><ul><li>Discuta com as crianças as razões e consequencias do uso do crack e de drogas e trabalhe muito como elas podem evitar, a quem devem recorrer e pedir ajuda nas situações críticas. </li></ul><ul><li>Peça que as crianças pesquisem sobre o assunto, dramatizem o assunto. </li></ul>
  17. 17. Como as escolas podem ajudar? <ul><li>Como lidar com a criança usuária: </li></ul><ul><li>Seja claro e objetivo, e de maneira bem calma mostre sua preocupação com o seu comportamento em sala de aula. </li></ul><ul><li>Evite fazer julgamentos, dar sermões, isso irá afastá-lo e colocá-lo na defensiva; </li></ul><ul><li>Mostre está disposto a ajudá-lo. </li></ul><ul><li>Mostre informações fundamentadas sobre o uso de drogas de maneira clara e honesta; sem exagero ou estratégias de amedrontamento. </li></ul><ul><li>Incentive e mostre que é possível mudar, que as dificuldades são enormes, mas sempre há uma saída. </li></ul>
  18. 18. Crack e Morte Números que assustam Morte anunciada: Um em cada três usuários de crack morre nos primeiros cinco anos de consumo da droga, segundo estudo da Unifesp. Veja as principais causas da morte. 42% foi o crescimento da procura de dependentes de crack pelo Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes (Proad) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) entre 2005 e 2009. Fonte: http://www.humaniversidade.com.br/boletins/depoimento_crack.htm
  19. 19. Cracolândias Para Laranjeiras (médico e pesquisador da Universidade Federal de São Paulo) , a “incapacidade” do setor público em se posicionar sobre o uso de drogas é o que faz com que ainda existam “cracolândias” no país, onde o uso do crack é praticamente livre. Trecho da linha férrea no Jacarezinho Fonte: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2010/09/imagem-mostra-nova-cracolandia-no-suburbio-do-rio.html Região central de São Paulo Fonte:colunas.cbn.globoradio.globo.com/platb/miltonjung/tag/cracolandia/ Praça Júlio de Mesquita, Fonte: http://narcodialetica.blogspot.com/
  20. 20. O que a Polícia pode fazer? <ul><li>“ É um tráfico pulverizado. Podemos ir a vários pontos de venda de crack e prender vinte, trinta pessoas. Além de a maioria não ficar presa, outras vinte, trinta pessoas vão estar ali no lugar delas no dia seguinte.” (Marco Antonio de Paula Santos; Delegado e diretor do Denarc). </li></ul><ul><li>Fonte: http://www.humaniversidade.com.br/boletins/depoimento_crack.htm </li></ul>
  21. 21. O que o Governo pode fazer? <ul><li>600 000 pessoas fumam crack hoje no Brasil, segundo estimativa do Ministério da Saúde. Em 2005, esse número era de 380 000. </li></ul><ul><li>O governo federal promete investir 90 milhões de reais para dobrar de 2 500 para 5 000 o número de leitos para dependentes químicos em hospitais do SUS. 10 reais é o preço de uma pedra de aproximadamente 5 gramas, suficiente para três tragadas. </li></ul><ul><li>O programa também inclui, entre outras ações, a capacitação de professores da rede pública sobre o tema, a construção de abrigos e de centros para orientar usuários, que neles poderão descansar, tomar banho e se alimentar, e a criação de consultórios de rua. São medidas necessárias, mas insuficientes para controlar uma epidemia que começou na cidade de São Paulo na década de 90 e se espalhou por todos os estados brasileiros. </li></ul><ul><li>DECRETO Nº 7.179, DE 20 DE MAIO DE 2010. Institui o Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e outras Drogas, cria o seu Comitê Gestor, e dá outras providências. </li></ul><ul><li>    Fontes: http://www.humaniversidade.com.br/boletins/depoimento_crack.htm ewww.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Decreto/D7426.htm </li></ul>
  22. 22. O que mais pode ser feito? <ul><li>Houve significativo crescimento no número de presos condenados por crimes relacionados às drogas no período de 2005 a 2010 no Brasil - de 31.520 em 2005 para 100.648 em 2010. </li></ul><ul><li>Existiam 473.626 presos entre homens e mulheres em 2009 no país, além de 671.078 indivíduos cumprindo pena ou medidas alternativas. Cada um dos 473.626 presos custa entre R$ 1.800,00 a R$ 3.300,00 mensais ao governo. </li></ul><ul><li>Dados sobre os condenados por tráfico de drogas no Rio de Janeiro no período de outubro de 2006 a maio de 2008. Segundo a pesquisa, 66,4% são primários; 91,9% foram presos em flagrante; 60,8% foram presos sozinhos; 65,4% respondem somente por tráfico (sem associação ou quadrilha); 15,8% estão em concurso com associação e 14,1% estão em concurso com posse de arma. </li></ul><ul><li>A abordagem punitiva é um método mais fácil - varre-se o problema para debaixo do tapete. A guerra às drogas vem custando bilhões de dólares por ano aos Estados Unidos e é um fracasso do ponto de vista do custo-benefício. </li></ul>
  23. 23. O que mais pode ser feito? <ul><li>Os cidadãos devem ter direito a tomar decisões em suas vidas privadas desde que não causem dano a outros. O usuário de drogas que provocar danos a outros deve sofrer sanções criminais. </li></ul><ul><li>FONTE: Vargas, Tatiane. Brasil precisa rever legislação sobre drogas. Fonte: Diário da Saúde. Site: http://www.sissaude.com.br/sis/inicial.php?case=2&idnot=11151 </li></ul>
  24. 24. Liberação das Drogas é a solução?
  25. 25. Liberação das Drogas é a solução?
  26. 26. Para saber mais: <ul><li>Leite. Marcos da Costa. “Conversando sobre Cocaína e Crack”. Site: http://apad.clickvida.org.br/conversandosobre.htm </li></ul><ul><li>Cruz Azul: http://www.cruzazul.org.br/nocoes/indice.htm </li></ul><ul><li>Entrevista de Ronaldo Laranjeiras: http://noticias.r7.com/brasil/noticias/politicos-ignoram-usuarios-de-crack-no-brasil-diz-pesquisador-da-unifesp-20100510.html </li></ul><ul><li>Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas – SENAD: www.senad.gov.br </li></ul><ul><li>Observatório Brasileiro de Informações sobre Drogas – OBI: www.obid.senad.gov.br </li></ul><ul><li>DISQUE SAÚDE: 0800 61 1997 </li></ul><ul><li>Portal Saúde do Adolescente portal. saude.gov.br/saude/cidadã </li></ul><ul><li>Organização Pan-Americana da Saúde – OPAS www.opas.org.br </li></ul><ul><li>Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas- (UNIFESP) – CEBRID www.cebrid.epm.br </li></ul><ul><li>Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo </li></ul><ul><li>(UNIFESP) – PROAD www.unifesp.br/dpsiq/proad </li></ul><ul><li>Fundação Oswaldo Cruz – FIOCRUZ www.fiocruz.br </li></ul><ul><li>Programa Álcool e drogas (PAD) do Hospital Israelita Albert </li></ul><ul><li>Einstein www.einstein.br/alcooledrogas </li></ul><ul><li>Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas – UNIAD www.uniad.org.br </li></ul><ul><li>Associação Brasileira de Apoio às Famílias de Droga dependentes – </li></ul><ul><li>ABRAFAM www.impacto.org/drogas/abrafam.htm </li></ul><ul><li>Projeto Falando sério sobre drogas www.falandoseriosobredrogas.org.br </li></ul><ul><li>Alcoólicos Anônimos – AA www.alcoolicosanonimos.org.br </li></ul>
  27. 27. Créditos Musicais <ul><li>Olhando para o Sol – Jão Galego </li></ul>

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