II encontro com diretores 2013

1.810 visualizações

Publicada em

SME Marília - SP 2013

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.810
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
1.097
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
3
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

II encontro com diretores 2013

  1. 1. II ENCONTRO DE EDUCADORES ESCOLA DE GESTORES MARÍLIA junho 2013 II ENCONTRO DE EDUCADORES ESCOLA DE GESTORES MARÍLIA junho 2013
  2. 2. 1- “A gente vai contra a corrente Até não poder resistir Na volta do barco é que sente O quanto deixou de cumprir. Já faz tempo que a gente cultiva a mais linda roseira que há Mas hei que chega a roda vida e carrega a roseira pra lá...”. (Roda Viva – Chico Buarque)
  3. 3. “Caminhando e cantando e seguindo a canção Aprendendo e ensinando uma nova lição Vem, vamos embora, que esperar não é saber, Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.” (Pra não dizer que não falei das flores – Geraldo Vandré)
  4. 4. “Ando devagar porque já tive pressa, E levo esse sorriso, porque já chorei demais, Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe, Só levo a certeza de que muito pouco eu sei, ou nada sei...” (Ando devagar – Almir Sater)
  5. 5. “Todo dia eu só penso em poder parar Meio dia eu só penso em dizer não Depois penso na vida pra levar E me calo com a boca de feijão”. (Cotidiano – Chico Buarque)
  6. 6. “A esperança dança na corda bamba de sombrinha. E em cada passo dessa linha pode se machucar Azar, a esperança equilibrista sabe que o show de todo artista tem que continuar” (O Bêbado e a Equilibrista – Elis Regina)
  7. 7. “Mesmo com tantos motivos para deixar tudo como está, nem desistir nem tentar agora tanto faz... Estamos indo de volta pra casa.” (Por enquanto – Cássia Eller).
  8. 8. “Pode chegar que a festa vai é começar agora e é pra chegar quem quiser, deixe a tristeza pra lá e traga o seu coração, sua presença de irmão nós precisamos de você nesse cordão” (O homem falou – Maria Rita)
  9. 9. ESCOLA ...
  10. 10. “Permanecer na escola faz diferença para todos os que nela habitam, faz diferença pelas ações e pelas omissões” (MACHADO, 2007, p. 26) “Permanecer na escola faz diferença para todos os que nela habitam, faz diferença pelas ações e pelas omissões” (MACHADO, 2007, p. 26)
  11. 11. [...] os actores escolares não se limitam ao cumprimento sistemático e integral das regras hierarquicamente estabelecidas por outrém, não jogam apenas um jogo com regras dadas a priori, jogam-no com a capacidade estratégica de aplicarem selectivamente as regras disponíveis e mesmo de inventarem e construírem novas regras. (LIMA, 1998, p.94, grifos do autor) [...] os actores escolares não se limitam ao cumprimento sistemático e integral das regras hierarquicamente estabelecidas por outrém, não jogam apenas um jogo com regras dadas a priori, jogam-no com a capacidade estratégica de aplicarem selectivamente as regras disponíveis e mesmo de inventarem e construírem novas regras. (LIMA, 1998, p.94, grifos do autor)
  12. 12. G E S T Ã O ESCOLA
  13. 13. UTILIZAÇÃO RACIONAL DE RECURSOS PARA SE ATINGIR FINS DETERMINADOS • QUEM DETERMINA OS FINS? • MEDIAÇÃO PARA O QUE? • QUEM DETERMINA OS FINS? • MEDIAÇÃO PARA O QUE?
  14. 14. ESPECIFICIDADE DA GESTÃO ESCOLAR ESPECIFICIDADE DA GESTÃO ESCOLAR • ALUNO • SABER • PRODUTO
  15. 15. A GESTÃO ESCOLARA GESTÃO ESCOLAR A SERVIÇO DOS FINS... ANÍSIO TEIXEIRA
  16. 16. AS POSSIBILIDADES DE INSTITUIR NOSSO PERCURSO AVALIAÇÃO E PLANEJAMENTO AS POSSIBILIDADES DE INSTITUIR NOSSO PERCURSO AVALIAÇÃO E PLANEJAMENTO
  17. 17. "7 Trees“ – Antonio Petcov 100 x 161.8 cm - 1993
  18. 18. GRUPOS DE TRABALHO PLANEJANDO NOSSA FORMAÇÃO: 1. NATUREZA 1.1 Especialização 1.2 Aperfeiçoamento 1.3 Curso de pequena duração 1.4 Orientação técnica 2. CARGA HORÁRIA E PERIODICIDADE 3. TEMAS / CONTEÚDOS 4. ESTRATÉGIAS E
  19. 19. PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO:PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO: DUAS FACES DE UMA MESMA MOEDADUAS FACES DE UMA MESMA MOEDA
  20. 20. O AVALIADOR AVALIAÇÃO ESPELHO LÂMPADA M. H. Abrams, in Dilvo Ristoff (1995) faz uma analogia comparando a Avaliação com Espelho e Lâmpada

×