Gastos com a Copa do Mundo:
Tem dinheiro público sim,
senhor!
(infelizmente!)
Os investimentos nos estádios, numa parceria
entre bancos públicos, governos estaduais e
empresas privadas, contabilizaram...
Em sete arenas, os governos estaduais assumiram dívidas com o
Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)...
Seis estados também firmaram parcerias público-privadas (PPPs)
com empresas responsáveis pela construção e administração d...
Castelão deixa o
legado de R$
351,5 milhões em
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BNDES para o
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499 milhões,não
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A Arena Pantanal
será inteira bancada
com dinheiro público:
o governo do MT fez
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337,9 milhões com o
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Pernambuco, o
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firmou um contrato de
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milhões, governo da
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(Foto: Reprodução)
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Copa em que o poder público nada gastará em atividades
desp...
“O dinheiro do governo é fruto de financiamento que será pago
pelas empresas e governos que estão explorando esses estádio...
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Gastos com a Copa do Mundo: tem dinheiro público, sim, senhor! (infelizmente)

  1. 1. Gastos com a Copa do Mundo: Tem dinheiro público sim, senhor! (infelizmente!)
  2. 2. Os investimentos nos estádios, numa parceria entre bancos públicos, governos estaduais e empresas privadas, contabilizaram R$ 8 bilhões - dado apresentado pela presidente Dilma Rousseff
  3. 3. Em sete arenas, os governos estaduais assumiram dívidas com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Juntos, Amazonas, Bahia, Ceará, Mato Grosso, Paraná, Pernambuco e Rio de Janeiro pegaram R$ 2,3 bilhões em empréstimos com o banco, que serão quitados somente entre 2025 e 2027.
  4. 4. Seis estados também firmaram parcerias público-privadas (PPPs) com empresas responsáveis pela construção e administração dos estádios, que serão remuneradas para isso. Estes contratos preveem pagamentos milionários feitos pelo poder público nos próximos anos.
  5. 5. Castelão deixa o legado de R$ 351,5 milhões em dívidas com o BNDES para o governo do estado do Ceará. (Foto: Portal da Copa)
  6. 6. Em 2010, TCE-AM afirmava que orçamento inicial da Arena Amazônia, de R$ 499 milhões,não passava de faz-de-conta. O valor final foi de R$ 669, 5 milhões. (Foto: Portal da Copa)
  7. 7. A Arena Pantanal será inteira bancada com dinheiro público: o governo do MT fez um empréstimo de R$ 337,9 milhões com o BNDES e, além disso, já pagou R$ 286,3 milhões. (Foto: Portal da Copa)
  8. 8. Para construir a Arena Pernambuco, o governo do estado emprestou R$ 392,8 milhões do BNDES e firmou um contrato de PPP com o grupo Odebrecht. (Foto: Portal da Copa)
  9. 9. Além de R$ 323,6 de dívida com o BNDES e mais gasto de R$ 97,7 milhões, governo da BA terá que arcar contraprestação bilionária para concessionário da Arena Fonte Nova. (Foto: Wikicommons)
  10. 10. Apesar de não ter feito empréstimos com o BNDES, estima-se que o governo do RN chegará a pagar R$ 1,3 bilhão para a empresa que construiu e irá administrar a Arena das Dunas, já que foi firmada uma PPP. (Foto: Portal da Copa)
  11. 11. Segundo estádio mais caro da Copa (valor: Rs 1,05 bilhão), governo do Rio tomou três empréstimos para deixar o Maracanã pronto. (Foto: Wikicommons)
  12. 12. Estádio do Clube Atlético Paranaense era para ser privado, mas também foi bancado com dinheiro público do governo do Paraná. (Foto: Divulgação/CAP S.A)
  13. 13. O Estádio Mané Garrincha, em Brasília, foi o mais caro do Brasil. Custou R$: 1,403 bilhão. (Foto: Reprodução)
  14. 14. Enquanto isso...
  15. 15. “Faço questão absoluta de garantir que a Copa de 2014 será uma Copa em que o poder público nada gastará em atividades desportivas”. Lula em 2007 “Não haverá um centavo de dinheiro público para os estádios. Os estádios para a Copa do Mundo serão construídos com dinheiro privado” Orlando Silva, Ministro dos Esportes no governo Lula, que deixou o cargo após ser acusado pela CGU (Controladoria Geral da União) de desvio de verbas da pasta dos esportes.
  16. 16. “O dinheiro do governo é fruto de financiamento que será pago pelas empresas e governos que estão explorando esses estádios. Jamais permitiria que esses recursos saíssem do orçamento público, como saúde e educação”. Presidente Dilma, junho de 2013

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