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Ivaporunduva
Pedro,Cubas
São,Pedro
Sapatu
Mandira
André,Lopes
TURISMO DE BASE COMUNITÁRIA
Informações:
circuitoquilombola@quilombosdoribeira.org.br
www.circuitoquilombola.org.br
O Circuito Quilombola do Vale do Ribeira é
um roteiro turístico que envolve 7 territórios
quilombolas: André Lopes, Ivaporunduva,
Mandira, Pedro Cubas, Pedro Cubas de
Cima, São Pedro e Sapatu, em conjunto
com a Associação de Monitores Ambientais
de Eldorado (Amamel), filiadas às Redes
de Turismo Rural na Agricultura Familiar
(Redetraf) e à Rede Brasileira de Turismo
Solidário e Comunitário (Rede Turisol).
Esta é uma oportunidade única de fazer
turismo de base comunitária e ao mesmo
tempo conhecer a cultura afrobrasileira,
participando de seu cotidiano, observando
seus conhecimentos tradicionais, visitando
as belezas naturais e, principalmente,
ouvindo as histórias de luta e resistência
das comunidades, que contribuem até
hoje para preservar as riquezas da
sociobiodiversidade da região.
Cananeia
Registro
Eldorado
Jacupiranga Pariquera - Açu
0 10 20 km
BR
116
São Paulo
Curitiba
Rio Ribeira de Iguape
SP
PR
comunidade quilombola?
O que é uma
A
palavra quilombo é originária do idioma africano quimbundo e
significa: “sociedade formada por jovens guerreiros que pertenciam
a grupos étnicos desenraizados de suas comunidades.”
Atualmente a definição mais comum de quilombo é: “comunidade
negra rural habitada por descendentes de africanos escravizados, com
laços de parentesco, que vivem da agricultura de subsistência, em terra
doada, comprada ou secularmente ocupada por seus antepassados,
os quais mantêm suas tradições culturais e as vivenciam no presente,
como suas histórias e seu código de ética, que são transmitidos
oralmente de geração a geração.”
Adaptado de Moura, Gloria. Quilombos contemporâneos no Brasil. In: Chaves,
R.; Secco, C. & Macedo Tânia. Brasil/África: como se o mar fosse mentira. São
Paulo : Ed. Unesp; Luanda, Angola : Chá de Caxinde, 2006.
Vale do
Ribeira
São Paulo
Capital estadual
BR-116 (Régis Bittencourt)
Rodovias de acesso
Rio Ribeira
Massa d'água
Bacia Hidrográfica do Ribeira
Limite de Estado
Limites dos Quilombos
Onde estão os
quilombos do Circuito
São Pedro
p.2
Pedro Cubas*
p.6
Sapatu
p.10
André Lopes
p.14
Ivaporunduva
p.18
Mandira
p.22
1
2
3
4
5
6
*Os quilombos de Pedro
Cubas e Pedro Cubas de Cima
são formados por famílias
aparentadas e compartilham
referências históricas e culturais.
Embora formalmente sejam dois
territórios, os moradores optaram
por apresentar seus atrativos
turísticos como se fossem uma
única comunidade.
2 3
QUILOMBOSÃOPEDRO
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Cachoeira da Poça
Cachoeira do Laranjal
Cachoeira do Mato Limpo
Sede da Fazenda
Figueira
Casa de Pedra
Escaraçador de Moer Cana
Casa de Pedra
Estrada não pavimentada
Trilhas
Rios
Uso Comunitário
Vila
Canavial
Samambaial
Bambuzal
Bananal
Roça
Floresta nativa
Limite do quilombo
Cachoeira
Escaraçador de moer cana
Casa de farinha
²³ Centro comunitário
²³ Galpão da associação
î Igreja
# Capova
# Casas
Figueira
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Bar
Quadra poliesportiva
Campo de futebol
Á Casa de pedra
Ù Escola
f Ponte
Estrada não pavimentada
Trilhas
Rios
Uso Comunitário
Vila
Canavial
Samambaial
Bambuzal
Bananal
Roça
Floresta nativa
Limite do quilombo
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Casa de farinha
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²³ Galpão da associação
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# Capova
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Quadra poliesportiva
Campo de futebol
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²
Vila de São Pedro
0 530 1.060
m
Projeção UTM DATUM SAD 69
Instituto Socioambiental, Julho de 2011
´
Fonte:UsodoSolo:ISA,2007;Atrativos:ISA,2011;Hidrografia,Viário:IGC,2011;
Modelodigitaldeterreno:ISA,2011combaseemIGC,2011;LimiteQuilombo:ITESP,1998.
L
ocalização no Circui
to
Atrativos culturais
1. Círculo Cultural
Apresentação da história e dos costumes
da comunidade no centro comunitário.
2. Visita à comunidade
de mandioca artesanal, além de beiju e
3. Apresentação cultural da
Dança da Mão Esquerda e capoeira
da na cultura local.
4. Visita às roças da comunidade
dade para explicar o jeito da comunidade
São Pedro
C
omunidade localizada no município de
Eldorado, a aproximadamente 60 km do
centro. O acesso se dá por travessia de
balsa, na altura do km 41 da SP-165. Para chegar
ao agrupamento central, a chamada vila da
comunidade, percorre-se 8 km em estrada de terra.
A formação da comunidade está intimamente ligada
com a da comunidade vizinha, Galvão, pois ambas
têm parentesco com Bernardo Furquim, negro livre
que chegou à região por volta da década de 30 do
século XIX e ficou conhecido por ter mais de 20 filhos
e constituir várias famílias.
QUILOMBO
Calendário de festas
Festa de São Pedro
29 de junho
Atrativos naturais
1. Cachoeira da Poça
Queda de aproximadamente 12 metros
da sede da comunidade, por uma trilha
bastante vegetação primária de Mata Atlântica.
2. Cachoeira do Laranjal
Queda de aproximadamente 20 metros de altura,
e com bastante vegetação primária de
Mata Atlântica.
3. Cachoeira do Mato Limpo
Queda livre de aproximadamente 20 metros, com
so, com bastante vegetação primária de
Mata Atlântica.
Duração
1h30
Duração
4h
Duração
1h
Duração
2h
Duração
2h30
Duração
3h
Duração
3h
4 5
QUILOMBOSÃOPEDRO
Festa de São Pedro
Vista do centro da comunidade
6 7
Fonte:UsodoSolo:ISA,2007;Atrativos:ISA,2011;Hidrografia,Viário:IGC,2011;Modelo
digitaldeterreno:ISA,2011combaseemIGC,2011;LimiteQuilombo:ITESP,1998.
Estrada não pavimentada
Estrada pavimentada
Trilhas
Rios
Massa d'água
Cultivo de mandioca
Bambuzal
Bananal
Canavial
Uso comunitário
Roça
Vila
Floresta nativa
Limite dos Quilombos de Pedro
Cubas e Pedro Cubas de Cima
Casa do artesão
Sistema agroflorestal
Casa de farinha
Igreja
Barracão
Galpão da associação
Ponte
Capova
Casas
Sede de fazenda
Vila de Pedro Cubas
L
ocalização no Circui
to
²
Ù
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²
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² #
²
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^
Cachoeira do
Penteado
Trilha das Capovas
Sistema Agroflorestal
Casa do Artesão
Casa de Farinha
RioPedroCubas
Quilombo Pedro Cubas de Cima
Quilombo Pedro Cubas
´
Projeção UTM DATUM SAD 69
Instituto Socioambiental, Julho de 2011
0 730 1.460
m
5. Visita ao sistema agroflorestal
6. Dança do Trabalhador e Capoeira
7. Festa de Santa Catarina
úne pessoas vindas de toda a região. Há
8. Bandeira do Divino Espírito Santo
rito Santo, carregada em procissão enquanto
Atrativos naturais
1. Cachoeira do Penteado
2. Visita ao Rio Pedro Cubas
rio da comunidade.
3. Trilha para as capovas
(roças da comunidade)
vinha, que liga as capovas antigas e atuais.
Pedro Cubas*
QUILOMBO
A
ocupação das terras banhadas pelo Rio Pedro
Cubas teve início com escravos fugidos de
áreas de mineração de ouro no século XVIII.
No século XIX, todo o Vale do Ribeira sofreu pressões
de grileiros de terras e latifundiários, incluindo a
área das comunidades de Pedro Cubas. As famílias
que conseguiram ficar, trabalhavam nessas fazendas
e praticavam a agricultura de pousio. Em meados
de 1990, familiares que haviam saído da localidade,
começaram a regressar a Pedro Cubas.
Festa de Santa Catarina
1o
sábado após 25 de novembro
Calendário de festas
Atrativo gastronômico
1. Café, almoço e jantar no barracão de palha
cará, inhame, taioba, mandioca, batata doce.
Atrativos culturais
1. Círculo de Cultura
e do Caminho do Tropeiro – antiga rota de comércio
cansar para continuar sua viagem.
2. Casa do artesão
3. Visitas à roça de mandioca
e ao Tráfico da farinha
Duração
1h30
Duração
1h
Duração
1h30
Duração
1h30
Duração
1h30
Duração
2h30
Duração
1h
Duração
1h30
Duração
1h30
Duração
dia todo
Duração
3h
*Ver observação na primeira página.
QUILOMBOSPEDROCUBASEPEDROCUBASDECIMA
8 9
QUILOMBOSPEDROCUBASEPEDROCUBASDECIMA
Barracão de festa
Cachoeira do Penteado
Casa do artesão
10 11
QUILOMBOSAPATU
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ocalização no Circui
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Rio Ribeira de Iguape
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Cachoeira do Meu Deus
Figueira
Casa de Farinha Casa de
Artesanato
Cachoeira do Sapatu
Núcleo Indaiatuba
Núcleo Sapatu
Núcleo Cordas
Trilha do
Vale das Ostras
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Núcleo Cordas
Cachoeira do Meu Deus
RioRibeiradeIguape
TrilhadoValedasOstras
Casas
Caverna
Cachoeira
Casa de artesanato
Casa de farinha
Centro comunitário
Figueira
Escola
Bar
Quadra
Campo de futebol
Igreja
Posto de Saúde
Estrada pavimentada
Estrada não pavimentada
Trilhas
Hidrografia
Massa d'água
Roça
Uso comunitário
Bambuzal
Bananal
Floresta nativa
Limite do quilombo
Casas
Caverna
Cachoeira
Casa de artesanato
Casa de farinha
Centro comunitário
Figueira
Escola
Bar
Quadra
Campo de futebol
Igreja
Posto de Saúde
Estrada pavimentada
Estrada não pavimentada
Trilhas
Hidrografia
Massa d'água
Roça
Uso comunitário
Bambuzal
Bananal
Floresta nativa
Limite do quilombo
0 490 980
m
´
Projeção UTM DATUM SAD 69
Instituto Socioambiental, Julho de 2011
Fonte:UsodoSolo:ISA,2007;Atrativos:ISA,2011;Hidrografia,Viário:IGC,2011;
Modelodigitaldeterreno:ISA,2011combaseemIGC,2011;LimiteQuilombo:ITESP,2001.
Sapatu
QUILOMBO
A
comunidade de Sapatu é subdividida em três
localidades: Indaiatuba, Sapatu e Cordas,
todas ligadas tanto pelas redes de parentesco
e organização internas quanto pelas relações de uso
e ocupação das terras. A comunidade foi formada
por negros que fugiram do recrutamento forçado
para combater na Guerra do Paraguai, por volta de
1870, e também por famílias que se estabeleceram
na área vindas de outras comunidades da região
em busca de terras para uso e moradia. É o caso de
Julio Furquim, um dos netos de Bernardo Furquim,
que veio da comunidade de São Pedro e fixou-se
em Sapatu, em terras que adquiriu de um negro
comerciante de Barra de São Pedro.
Calendário de festas
Festa de Santa Luzia
12 de novembro
Festa de N. Sra.
Aparecida
12 de outubro
Atrativo Gastronômico
1. Comidas típicas e café da roça
(legumes e verduras orgânicos da época).
Atrativos Culturais
1. Centro de artesanato
americanos, brincos etc.), brincos de capiá, entalhes
em madeira (monjolo e escaçador), mundéu, laço e
arapuca (instrumentos de caça) e cestaria de cipó
timbopeva.
2. Tráfico de farinha
nha de mandioca e seus derivados, desde da colheita
dos produtos na roça (a visita deve ser agendada).
3. Prosa na Figueira
dos antigos e as lutas atuais da comunidade.
4. Nhá Maruca
Atrativos Naturais
1. Trilha Vale das Ostras
várias piscinas naturais. Há trechos que
necessitam do auxílio de cordas. Ao todo,
são 15 cachoeiras com maravilhosas quedas d’água,
dentre elas a Queda do Meu Deus (leia abaixo).
2. Queda do Meu Deus
A maior das quedas d’água da Trilha do
tado de São Paulo.
3. Cachoeira Sapatu
pria para banho.
Duração
4h
Duração
1h30
Duração
20min
Duração
2h
Duração
1h
Duração
1h30 Duração
45min
Duração
1h
12 13
Cachoeira do Meu Deus
QUILOMBOSAPATU
Artesanato
Cachoeira do Sapatu
14 15
Cachoeira
do Arivá
Cachoeira da
Boa Vista
Cachoeira da
Pedra Branca
Poço da Paca
Sede do Núcleo
Caverna do Diabo
Trilha da Cachoeira
da Boa Vista
Trilha da Cachoeira
do Arivá
EstradaMunicipalCavernadoDiabo
Estrada do Angu
QUILOMBOANDRÉLOPES
r Piscina natural
Cachoeira
²³ Centro comunitário
= Caverna
Igreja
Ponte de madeira
Ù Escola
Bar
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Ö Sede do Núcleo
Caverna do Diabo
# Casas
# Capova
Estrada pavimentada
Estrada não pavimentada
Trilhas
Rios
Massa d'água
Vila
Uso comunitário
Roça
Bananal
Floresta nativa
Limite do quilombo
Limite do quilombo
reconhecido pelos moradores
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r Piscina natural
Cachoeira
²³ Centro comunitário
= Caverna
Igreja
Ponte de madeira
Ù Escola
Bar
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Ö Sede do Núcleo
Caverna do Diabo
# Casas
# Capova
Estrada pavimentada
Estrada não pavimentada
Trilhas
Rios
Massa d'água
Vila
Uso comunitário
Roça
Bananal
Floresta nativa
Limite do quilombo
Limite do quilombo
reconhecido pelos moradores
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Rio Ribeira de Iguape
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0 500 1.000
m
Projeção UTM DATUM SAD 69
Instituto Socioambiental, Julho de 2011
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Vila de André Lopes
L
ocalização no Circui
to
Fonte:UsodoSolo:ISA,2007;Atrativos:ISA,2011;Hidrografia,Viário:IGC,2011;
Modelodigitaldeterreno:ISA,2011combaseemIGC,2011;LimiteQuilombo:ITESP,2001.
A
ocupação de André Lopes se deu a
partir da expansão territorial de grupos
negros estabelecidos nos arredores de
Ivaporunduva, São Pedro (antiga Lavrinha) e
Nhunguara e de deserções do Exército por ocasião
da Guerra do Paraguai. A história do quilombo está
entrelaçada à da comunidade de Nhunguara, em
função das estreitas relações sociais e de parentesco
mantidas entre os dois núcleos. Os troncos
familiares Vieira, Dias e Maia estão relacionados
à formação do Bairro André Lopes. A partir de
1830, os Vieira iniciaram a ocupação dos sertões de
Nhunguara e dispersaram-se também para as terras
de André Lopes. No fim do século XIX, a localidade
da “gruta” da Tapagem, atualmente chamada
de Caverna do Diabo, já era habitada. Segundo
levantamentos históricos, um dos Vieira teria
descoberto a caverna, que serviu como esconderijo
para alguns negros durante a Guerra do Paraguai.
André Lopes
QUILOMBO
Atrativos Gastronômicos
1. Café da roça
lombola com produtos cultivados na roça
2. Almoço tradicional
ou quibebe – abóbora com carne seca.
Atrativos Naturais
1. Cachoeira do Arivá
partindo do centro da vila. Queda d’água
das trilhas dos antigos e do uso tradicional das roças.
2. Visita ao Rio Ribeira de Iguape
Visita a um bonito trecho do Rio Ribeira que
também é um ponto histórico importante
para a comunidade.
3. Poço da Poça
tir do centro da vila. Piscina natural com cer
4. Cachoeira da Boa Vista
da d’água de 50 metros. Lugar apropriado
Atrativos Culturais
1. Círculo de Cultura
Conversa sobre a história, as demandas,
2. Tutuca no pilão
Duração
5h
Duração
1h30
Duração
1h30
Duração
1h
Duração
1h30
Duração
3h
Duração
1h
Duração
1h
16 17
QUILOMBOANDRÉLOPES
Cachoeira do Arivá
Cachoeira da PoçaCachoeira Boa Vista
Sementes de arroz tradicional
18 19
QUILOMBOIVAPORUNDUVA
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ocalização no Circui
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Pousada
Barracão de
ervas medicinais
Casa de Farinha
Trilha do Ouro
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²³ JJRio Ribeira de Iguape
Trilha do
Bananal
Fonte:UsodoSolo:ISA,2007;Atrativos:ISA,2011;Hidrografia,Viário:IGC,2011;
Modelodigitaldeterreno:ISA,2011combaseemIGC,2011;LimiteQuilombo:ITESP,1998.
Casa de farinha
Cemitério
Igreja
Galpão comunitário
Pousada
Barracão de ervas medicinais
Cachoeira
Campo de futebol
Casa do artesanato
Escola
Posto de saúde
Quadra poliesportiva
Casas
Rios
Trilhas
Vila
Uso comunitário
Roça
Bananal convencional
Bananal orgânico
Massa d'água
Floresta nativa
Limite do quilombo
Estrada pavimentada
0 490 980
m
´
Projeção UTM DATUM SAD 69
Instituto Socioambiental, Julho de 2011
Vila de Ivaporunduva
Ivaporunduva
QUILOMBO
É
a comunidade quilombola mais antiga do Vale
do Ribeira, anterior até mesmo à fundação
do município de Eldorado. Ivaporunduva
surgiu no século XVII pela ocupação de mineradores
e seus negros escravizados. Com o declínio da
extração do ouro na região, em meados do século
XVIII, os escravos foram sendo gradativamente
abandonados. A população negra que resolveu
ficar ali estabelecida foi ampliando seu domínio
sobre as terras e Ivaporunduva transformou-se num
lugar onde negros livres, libertos e também fugidos
estabeleceram suas residências e áreas de cultivo.
A formação do povoamento ocorreu antes de 1888,
data da abolição da escravidão no Brasil.
Festa de Nossa Senhora
dos Homens Pretos
2o
final de semana de outubro
Calendário de festas
Atrativo Gastronômico
1. Almoço tradicional
época, doces caseiros.
Atrativos Culturais
1. Festa Nossa Senhora do
Rosário dos Homens Pretos
Festa de dois dias que tem início com a
procissão em homenagem à padroeira da
2. Conversa sobre história da comunidade
Palestra com lideranças da comunidade
sistiu e como vive até hoje seguindo suas
3. Tráfico de Farinha
mandioca, biju e seus derivados desde a
colheita dos produtos na roça (é necessário
agendar a visita).
4. Plantas e ervas medicinais
das com o conhecimento da comunidade.
5. Oficina de confecção de artesanato
Os trabalhos mostram desde a extração da
6. Patrimônio Histórico
Sra.
do Rosário dos Homens Pretos começou
estrutura de taipas tem cerca de 200 anos.
Atrativos Naturais
1. Trilha do ouro
Trilha de nível médio que atravessa o Rio
Boco e córrego de Rodrigues, dando acesso
à capova de um morador antigo, onde era
2. Visita ao bananal orgânico
das técnicas agroecológicas de recuperação
Duração
5h
Duração
1h30
Duração
2 dias
Duração
1h
Duração
8h
Duração
3h
Duração
1h30
Duração
1h30
Duração
1h30
20 21
QUILOMBOIVAPORUNDUVA
Vista da comunidade a partir do Rio Ribeira de Iguape
Festa de N. Sra.
dos Homens Pretos
Igreja de Ivaporunduva no centro da comunidade
Casa de artesanato
22 23
QUILOMBOMANDIRA
Fonte:UsodoSolo:ISA,2007;Atrativos:ISA,2011;Hidrografia,Viário:IGC,2011;
Modelodigitaldeterreno:ISA,2011combaseemIGC,2011;LimiteQuilombo:
ITESP,2002;LimiteResex:Decretos/nº13/12/2002editadopeloISA.L
ocalização no Circui
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Cachoeira do Mandira
Grande Figueira
Casa de Farinha
Porto de Fora
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Casa de Pedra
Sambaqui
Estrada do MandiraTrilha da Cachoeira
do Mandira
Trilha do
Sambaqui
Porto do Abrão
Mar do Meio
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0 350 700
m
Projeção UTM DATUM SAD 69
Instituto Socioambiental, Julho de 2011
´
Vila de Mandira
Casa de costura
» Sambaqui
Porto
Viveiros
Á Casa de Pedra
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Cachoeira
î Igreja
! Caixa de abelha
²³ Galpão comunitário
Grande Figueira
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Viveiros de ostra
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Casa de costura
» Sambaqui
Porto
Viveiros
Á Casa de Pedra
JJ Casa de tráfico de farinha
Cachoeira
î Igreja
! Caixa de abelha
²³ Galpão comunitário
Grande Figueira
f Ponte
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Ù Escola
Rios
Viveiros de ostra
# Casas
Trilhas
Vila
Uso comunitário
Roça
Bananal
Restinga
Resex Mandira
Mangue
Várzea
Estrada não pavimentada
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Casa de costura
» Sambaqui
Porto
Viveiros
Á Casa de Pedra
JJ Casa de tráfico de farinha
Cachoeira
î Igreja
! Caixa de abelha
²³ Galpão comunitário
Grande Figueira
f Ponte
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Ù Escola
Rios
Viveiros de ostra
# Casas
Trilhas
Vila
Uso comunitário
Roça
Bananal
Restinga
Resex Mandira
Mangue
Várzea
Massa d'água
Floresta nativa
Limite do quilombo
Estrada não pavimentada
@
ô
Mandira
A
formação da comunidade se deu no século
XIX, em 1868, quando o patriarca da família,
Francisco Mandira, recebeu cerca de 2.880
hectares, em doação de sua meia irmã Celestina
Benícia de Andrade. O patriarca era filho de uma
escrava com o fazendeiro Antônio Florêncio de
Andrade, dono da fazenda que existia no local onde
hoje está a comunidade. Ainda hoje, é possível ver,
em pé, as grossas paredes de pedra de um provável
armazém da antiga fazenda, que foi construído
pelos escravos que ali viveram. A fonte de renda
mais presente e também a mais importante no
orçamento das famílias de Mandira está relacionada
à comercialização de ostras.
QUILOMBO
Calendário de festas
Festa de Santo Antônio
12 e 13 de junho
Festa da Ostra
20 de novembro
Atrativo Gastronômico
1. Festa da Ostra
do mar. Música ao vivo, gincana e corrida com remo.
Atrativos Culturais
1. Círculo de Cultura
2. Casa de Pedra
de baleia), na ilha do Bom Abrigo.
4. Igreja e Festa de Santo Antônio
ja tem cerca de 250 anos. É também o local
missa, almoço comunitário e gincanas.
3. Grupo de mulheres artesãs
niaturas, chaveiros, bonecas de pano etc.
Atrativos naturais
1. Cachoeira do Mandira
médio. Bonito local, com queda d’água e 2
2. Visita ao Viveiro de Ostras
de trilha de nível médio e mais 10 minutos de barco.
in natura.
3. Trilha Sambaqui
4. Caminho do Pecê & Cavalo
tram ostras, caranguejos e outras espécies.
O caminho era muito usado para pesca.
5. Porto de Fora
bém se encontrava sambaqui.
6. Porto de Abrão
dias a comunidade segue para a retirada
das ostras no viveiro de engorda.
Duração
3 dias
Duração
1h30
Duração
1h30
Duração
30min
Duração
30min
Duração
1h30
Duração
2h30
Duração
2h30
Duração
4h30
Duração
2h
Duração
1h30
24 25
QUILOMBOMANDIRA
Viveiro de Ostras
Casa de PedraCachoeira do MandiraManguezal
26 27
Caverna da Ressurgência
Caverna do Diabo
Mirante do Governador
Quilombo
Sapatu
Quilombo
André Lopes
Parque Estadual Caverna do Diabo
Cachoeira do Araçá
Sede do Núcleo
Caverna do Diabo
CAVERNADODIABO
Sede do núcleo
L
ocalização no Circui
to
Mirante do Governador
Cachoeira do Araçá
Caverna da Ressurgência
Outras Cavernas
Outras Cachoeiras
Casas
Rios
Trilhas
Estrada Não Pavimentada
Estrada Pavimentada
Uso comunitário
Roça
Bananal
Floresta nativa
Limite Território Quilombola
Limite Parque Estadual Caverna do Diabo
Projeção UTM DATUM SAD 69
Instituto Socioambiental, Julho de 2011
0 330 660
m
Fonte:UsodoSolo:ISA,2007;Atrativos:ISA,2011;Hidrografia,Viário:IGC,2011;Modelo
digitaldeterreno:ISA,2011combaseemIGC,2011;LimiteQuilombo:ITESP,2001.
Caverna do Diabo
Caverna do Diabo
A
s comunidades de Sapatu, André Lopes
e Ivaporunduva, além de seus próprios
atrativos, contam ainda com os atrativos de
seu vizinho, o Parque Estadual da Caverna do Diabo
– destino de quase todo turista que passa pelo Vale
do Ribeira. Os grandes salões da caverna preservam
estalactides, estalagmites e desenhos que se formam
naturalmente nas rochas.
Hoje, a Associação de Monitores Ambientais do
Município de Eldorado (Amamel), fundada em
agosto de 1999, coordena a visitação dos atrativos
do Parque com a ajuda de 22 monitores ambientais
quilombolas.
ATRATIVOS NO PARQUE ESTADUAL DA
Atrativos naturais
1. Caverna do Diabo
A Caverna do Diabo é reconhecidamente uma das
de grande magnitude que atuaram na região, a exem
2. Cachoeira do Araçá
está próxima à Caverna do Diabo. Começa
piscina natural para banho. O araçá, que deu origem
ao nome da trilha, é um tipo de goiaba pequena, atu
almente rara na Mata Atlântica.
3. Trilha Mirante do Governador
4. Trilha Mirante do Angico
A trilha de 600 m tem início no acesso à Ca
grande parte do Vale do Ribeira.
5. Trilha Ressurgência
uma área de mata preservada. O caminho
passa por cima da caverna e por uma área de
rão das Ostras, que atravessa toda a Caverna do Diabo).
Duração
40 min
Duração
1h
Duração
2h30
Duração
2h30
*Espeleotema (do grego, “depósito de caverna”) ou concreção
é o nome genérico de todas as formações rochosas que
ocorrem tipicamente no interior de cavernas como resultado da
sedimentação e cristalização de minerais dissolvidos na água.
Origem: Wikipédia (http://pt.wikipedia.org).
Cachoeira do Araçá
28
INFORMAÇÕES ÚTEIS
Contato e agendamentos
circuitoquilombola@quilombosdoribeira.org.br
Caverna do Diabo
Horário:
Grupos:
de 20 minutos entre os grupos.
Ingresso: R$15 por pessoa.
É fundamental a utilização de calçados fechados.
CUIDADOS
Esperamos que nenhum incidente ocorra em nossa viagem,
entretanto alguns cuidados são importantes:
Vacina contra febre amarela: são raros os casos registrados
no Vale do Ribeira, logo, não é obrigatório estar vacinado para
participar da viagem.
Desconfortos digestivos: há dois problemas comuns em via
mudanças de hábitos alimentares. Preventivamente, leve al
guns dos principais medicamentos livres de prescrição médi
Situações de emergência: leve consigo todos os documen
hospitais ao longo do percurso.
Vista do Vale do Ribeira
O que levar
O Vale do Ribeira apresenta clima subtropical extremamen
do ano. Leve roupas leves para o dia e agasalhos para a
noite. Esteja prevenido para o caso de chover: leve capa e
Os mosquitos podem incomodar, portanto, leve repelente!
Formas de pagamento
Sugerimos levar dinheiro em espécie para as despesas. A
presentes...
Hospedagem
nas casas dos moradores e em pousadas de categoria sim
Alimentação
dade visitada, o básico será a tradicional comida caseira com
Registro de imagens
mos visitando pessoas em suas casas. É importante consi
Ministério do
Turismo
Secretaria Nacional de
Políticas de Turismo
Ministério do
Desenvolvimento Agrário
Secretaria da
Agricultura Familiar
REALIZAÇÃO
APOIO
EQUIPE DE ARTICULAÇÃO E ASSESSORIA ÀS COMUNIDADES
NEGRAS E QUILOMBOLAS DO VALE DO RIBEIRA (EAACONE)
FEDERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES QUILOMBOLAS
DO VALE DO RIBEIRA (FAQUIVAR)
ASSOCIAÇÃO DA COMUNIDADE REMANESCENTE DE QUILOMBO
DA RESERVA EXTRATIVISTA DO MANDIRA – REMA; ASSOCIA-
ÇÃO DE MONITORES AMBIENTAIS DE ELDORADO (AMAMEL);
ASSOCIAÇÃO DO QUILOMBO DE IVAPORUNDUVA; ASSOCIAÇÃO
REMANESCENTE DE QUILOMBO DO BAIRRO ANDRÉ LOPES; AS-
SOCIAÇÃO DOS REMANESCENTES DE QUILOMBO DO BAIRRO
PEDRO CUBAS; ASSOCIAÇÃO DOS REMANESCENTES DE QUI-
LOMBO DO BAIRRO PEDRO CUBAS DE CIMA; ASSOCIAÇÃO DOS
REMANESCENTES DE QUILOMBO DO SÃO PEDRO; ASSOCIAÇÃO
DOS REMANESCENTES DE QUILOMBO DO BAIRRO DE SAPATU.
Marçode2012.Fotos:acervodoInstitutoSocioambiental(ISA)eFelipeLeal.

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Circuito Quilombola

  • 2. Informações: circuitoquilombola@quilombosdoribeira.org.br www.circuitoquilombola.org.br O Circuito Quilombola do Vale do Ribeira é um roteiro turístico que envolve 7 territórios quilombolas: André Lopes, Ivaporunduva, Mandira, Pedro Cubas, Pedro Cubas de Cima, São Pedro e Sapatu, em conjunto com a Associação de Monitores Ambientais de Eldorado (Amamel), filiadas às Redes de Turismo Rural na Agricultura Familiar (Redetraf) e à Rede Brasileira de Turismo Solidário e Comunitário (Rede Turisol). Esta é uma oportunidade única de fazer turismo de base comunitária e ao mesmo tempo conhecer a cultura afrobrasileira, participando de seu cotidiano, observando seus conhecimentos tradicionais, visitando as belezas naturais e, principalmente, ouvindo as histórias de luta e resistência das comunidades, que contribuem até hoje para preservar as riquezas da sociobiodiversidade da região.
  • 3. Cananeia Registro Eldorado Jacupiranga Pariquera - Açu 0 10 20 km BR 116 São Paulo Curitiba Rio Ribeira de Iguape SP PR comunidade quilombola? O que é uma A palavra quilombo é originária do idioma africano quimbundo e significa: “sociedade formada por jovens guerreiros que pertenciam a grupos étnicos desenraizados de suas comunidades.” Atualmente a definição mais comum de quilombo é: “comunidade negra rural habitada por descendentes de africanos escravizados, com laços de parentesco, que vivem da agricultura de subsistência, em terra doada, comprada ou secularmente ocupada por seus antepassados, os quais mantêm suas tradições culturais e as vivenciam no presente, como suas histórias e seu código de ética, que são transmitidos oralmente de geração a geração.” Adaptado de Moura, Gloria. Quilombos contemporâneos no Brasil. In: Chaves, R.; Secco, C. & Macedo Tânia. Brasil/África: como se o mar fosse mentira. São Paulo : Ed. Unesp; Luanda, Angola : Chá de Caxinde, 2006. Vale do Ribeira São Paulo Capital estadual BR-116 (Régis Bittencourt) Rodovias de acesso Rio Ribeira Massa d'água Bacia Hidrográfica do Ribeira Limite de Estado Limites dos Quilombos Onde estão os quilombos do Circuito São Pedro p.2 Pedro Cubas* p.6 Sapatu p.10 André Lopes p.14 Ivaporunduva p.18 Mandira p.22 1 2 3 4 5 6 *Os quilombos de Pedro Cubas e Pedro Cubas de Cima são formados por famílias aparentadas e compartilham referências históricas e culturais. Embora formalmente sejam dois territórios, os moradores optaram por apresentar seus atrativos turísticos como se fossem uma única comunidade.
  • 4. 2 3 QUILOMBOSÃOPEDRO # # Ö !@ Á Á f f f Ù ô # ### ## ##²³ îJJ # Æ ²³ Cachoeira da Poça Cachoeira do Laranjal Cachoeira do Mato Limpo Sede da Fazenda Figueira Casa de Pedra Escaraçador de Moer Cana Casa de Pedra Estrada não pavimentada Trilhas Rios Uso Comunitário Vila Canavial Samambaial Bambuzal Bananal Roça Floresta nativa Limite do quilombo Cachoeira Escaraçador de moer cana Casa de farinha ²³ Centro comunitário ²³ Galpão da associação î Igreja # Capova # Casas Figueira ! Apiário } Bar Quadra poliesportiva Campo de futebol Á Casa de pedra Ù Escola f Ponte Estrada não pavimentada Trilhas Rios Uso Comunitário Vila Canavial Samambaial Bambuzal Bananal Roça Floresta nativa Limite do quilombo Cachoeira Escaraçador de moer cana Casa de farinha ²³ Centro comunitário ²³ Galpão da associação î Igreja # Capova # Casas Figueira ! Apiário } Bar Quadra poliesportiva Campo de futebol Á Casa de pedra Ù Escola f Ponte } Ý } Ý Ù } Ý ² îJJ Æ ² Vila de São Pedro 0 530 1.060 m Projeção UTM DATUM SAD 69 Instituto Socioambiental, Julho de 2011 ´ Fonte:UsodoSolo:ISA,2007;Atrativos:ISA,2011;Hidrografia,Viário:IGC,2011; Modelodigitaldeterreno:ISA,2011combaseemIGC,2011;LimiteQuilombo:ITESP,1998. L ocalização no Circui to Atrativos culturais 1. Círculo Cultural Apresentação da história e dos costumes da comunidade no centro comunitário. 2. Visita à comunidade de mandioca artesanal, além de beiju e 3. Apresentação cultural da Dança da Mão Esquerda e capoeira da na cultura local. 4. Visita às roças da comunidade dade para explicar o jeito da comunidade São Pedro C omunidade localizada no município de Eldorado, a aproximadamente 60 km do centro. O acesso se dá por travessia de balsa, na altura do km 41 da SP-165. Para chegar ao agrupamento central, a chamada vila da comunidade, percorre-se 8 km em estrada de terra. A formação da comunidade está intimamente ligada com a da comunidade vizinha, Galvão, pois ambas têm parentesco com Bernardo Furquim, negro livre que chegou à região por volta da década de 30 do século XIX e ficou conhecido por ter mais de 20 filhos e constituir várias famílias. QUILOMBO Calendário de festas Festa de São Pedro 29 de junho Atrativos naturais 1. Cachoeira da Poça Queda de aproximadamente 12 metros da sede da comunidade, por uma trilha bastante vegetação primária de Mata Atlântica. 2. Cachoeira do Laranjal Queda de aproximadamente 20 metros de altura, e com bastante vegetação primária de Mata Atlântica. 3. Cachoeira do Mato Limpo Queda livre de aproximadamente 20 metros, com so, com bastante vegetação primária de Mata Atlântica. Duração 1h30 Duração 4h Duração 1h Duração 2h Duração 2h30 Duração 3h Duração 3h
  • 5. 4 5 QUILOMBOSÃOPEDRO Festa de São Pedro Vista do centro da comunidade
  • 6. 6 7 Fonte:UsodoSolo:ISA,2007;Atrativos:ISA,2011;Hidrografia,Viário:IGC,2011;Modelo digitaldeterreno:ISA,2011combaseemIGC,2011;LimiteQuilombo:ITESP,1998. Estrada não pavimentada Estrada pavimentada Trilhas Rios Massa d'água Cultivo de mandioca Bambuzal Bananal Canavial Uso comunitário Roça Vila Floresta nativa Limite dos Quilombos de Pedro Cubas e Pedro Cubas de Cima Casa do artesão Sistema agroflorestal Casa de farinha Igreja Barracão Galpão da associação Ponte Capova Casas Sede de fazenda Vila de Pedro Cubas L ocalização no Circui to ² Ù ^ ² i i ² # ² # : ^ Cachoeira do Penteado Trilha das Capovas Sistema Agroflorestal Casa do Artesão Casa de Farinha RioPedroCubas Quilombo Pedro Cubas de Cima Quilombo Pedro Cubas ´ Projeção UTM DATUM SAD 69 Instituto Socioambiental, Julho de 2011 0 730 1.460 m 5. Visita ao sistema agroflorestal 6. Dança do Trabalhador e Capoeira 7. Festa de Santa Catarina úne pessoas vindas de toda a região. Há 8. Bandeira do Divino Espírito Santo rito Santo, carregada em procissão enquanto Atrativos naturais 1. Cachoeira do Penteado 2. Visita ao Rio Pedro Cubas rio da comunidade. 3. Trilha para as capovas (roças da comunidade) vinha, que liga as capovas antigas e atuais. Pedro Cubas* QUILOMBO A ocupação das terras banhadas pelo Rio Pedro Cubas teve início com escravos fugidos de áreas de mineração de ouro no século XVIII. No século XIX, todo o Vale do Ribeira sofreu pressões de grileiros de terras e latifundiários, incluindo a área das comunidades de Pedro Cubas. As famílias que conseguiram ficar, trabalhavam nessas fazendas e praticavam a agricultura de pousio. Em meados de 1990, familiares que haviam saído da localidade, começaram a regressar a Pedro Cubas. Festa de Santa Catarina 1o sábado após 25 de novembro Calendário de festas Atrativo gastronômico 1. Café, almoço e jantar no barracão de palha cará, inhame, taioba, mandioca, batata doce. Atrativos culturais 1. Círculo de Cultura e do Caminho do Tropeiro – antiga rota de comércio cansar para continuar sua viagem. 2. Casa do artesão 3. Visitas à roça de mandioca e ao Tráfico da farinha Duração 1h30 Duração 1h Duração 1h30 Duração 1h30 Duração 1h30 Duração 2h30 Duração 1h Duração 1h30 Duração 1h30 Duração dia todo Duração 3h *Ver observação na primeira página. QUILOMBOSPEDROCUBASEPEDROCUBASDECIMA
  • 7. 8 9 QUILOMBOSPEDROCUBASEPEDROCUBASDECIMA Barracão de festa Cachoeira do Penteado Casa do artesão
  • 8. 10 11 QUILOMBOSAPATU L ocalização no Circui to Rio Ribeira de Iguape Ù"$} ÝÝ } ÝÝ î ²³ ^` JJ ô = = = = # # ## # # # # ## # # # # # # #### # # Cachoeira do Meu Deus Figueira Casa de Farinha Casa de Artesanato Cachoeira do Sapatu Núcleo Indaiatuba Núcleo Sapatu Núcleo Cordas Trilha do Vale das Ostras ### # # # # # # # # # # #### ## # ## ## } ÝÝ JJ = Núcleo Cordas Cachoeira do Meu Deus RioRibeiradeIguape TrilhadoValedasOstras Casas Caverna Cachoeira Casa de artesanato Casa de farinha Centro comunitário Figueira Escola Bar Quadra Campo de futebol Igreja Posto de Saúde Estrada pavimentada Estrada não pavimentada Trilhas Hidrografia Massa d'água Roça Uso comunitário Bambuzal Bananal Floresta nativa Limite do quilombo Casas Caverna Cachoeira Casa de artesanato Casa de farinha Centro comunitário Figueira Escola Bar Quadra Campo de futebol Igreja Posto de Saúde Estrada pavimentada Estrada não pavimentada Trilhas Hidrografia Massa d'água Roça Uso comunitário Bambuzal Bananal Floresta nativa Limite do quilombo 0 490 980 m ´ Projeção UTM DATUM SAD 69 Instituto Socioambiental, Julho de 2011 Fonte:UsodoSolo:ISA,2007;Atrativos:ISA,2011;Hidrografia,Viário:IGC,2011; Modelodigitaldeterreno:ISA,2011combaseemIGC,2011;LimiteQuilombo:ITESP,2001. Sapatu QUILOMBO A comunidade de Sapatu é subdividida em três localidades: Indaiatuba, Sapatu e Cordas, todas ligadas tanto pelas redes de parentesco e organização internas quanto pelas relações de uso e ocupação das terras. A comunidade foi formada por negros que fugiram do recrutamento forçado para combater na Guerra do Paraguai, por volta de 1870, e também por famílias que se estabeleceram na área vindas de outras comunidades da região em busca de terras para uso e moradia. É o caso de Julio Furquim, um dos netos de Bernardo Furquim, que veio da comunidade de São Pedro e fixou-se em Sapatu, em terras que adquiriu de um negro comerciante de Barra de São Pedro. Calendário de festas Festa de Santa Luzia 12 de novembro Festa de N. Sra. Aparecida 12 de outubro Atrativo Gastronômico 1. Comidas típicas e café da roça (legumes e verduras orgânicos da época). Atrativos Culturais 1. Centro de artesanato americanos, brincos etc.), brincos de capiá, entalhes em madeira (monjolo e escaçador), mundéu, laço e arapuca (instrumentos de caça) e cestaria de cipó timbopeva. 2. Tráfico de farinha nha de mandioca e seus derivados, desde da colheita dos produtos na roça (a visita deve ser agendada). 3. Prosa na Figueira dos antigos e as lutas atuais da comunidade. 4. Nhá Maruca Atrativos Naturais 1. Trilha Vale das Ostras várias piscinas naturais. Há trechos que necessitam do auxílio de cordas. Ao todo, são 15 cachoeiras com maravilhosas quedas d’água, dentre elas a Queda do Meu Deus (leia abaixo). 2. Queda do Meu Deus A maior das quedas d’água da Trilha do tado de São Paulo. 3. Cachoeira Sapatu pria para banho. Duração 4h Duração 1h30 Duração 20min Duração 2h Duração 1h Duração 1h30 Duração 45min Duração 1h
  • 9. 12 13 Cachoeira do Meu Deus QUILOMBOSAPATU Artesanato Cachoeira do Sapatu
  • 10. 14 15 Cachoeira do Arivá Cachoeira da Boa Vista Cachoeira da Pedra Branca Poço da Paca Sede do Núcleo Caverna do Diabo Trilha da Cachoeira da Boa Vista Trilha da Cachoeira do Arivá EstradaMunicipalCavernadoDiabo Estrada do Angu QUILOMBOANDRÉLOPES r Piscina natural Cachoeira ²³ Centro comunitário = Caverna Igreja Ponte de madeira Ù Escola Bar "$ Posto de saúde Ö Sede do Núcleo Caverna do Diabo # Casas # Capova Estrada pavimentada Estrada não pavimentada Trilhas Rios Massa d'água Vila Uso comunitário Roça Bananal Floresta nativa Limite do quilombo Limite do quilombo reconhecido pelos moradores ÝÝ r Piscina natural Cachoeira ²³ Centro comunitário = Caverna Igreja Ponte de madeira Ù Escola Bar "$ Posto de saúde Ö Sede do Núcleo Caverna do Diabo # Casas # Capova Estrada pavimentada Estrada não pavimentada Trilhas Rios Massa d'água Vila Uso comunitário Roça Bananal Floresta nativa Limite do quilombo Limite do quilombo reconhecido pelos moradores ÝÝ # # ## # ## ###### ## # ## # # # # # # # ## # # # # # # # # ## ### # # ## # # # # # # # # # # # # # # # î ÝÝ Ù"î îÝÝ Rio Ribeira de Iguape ö²³ ## # # 0 500 1.000 m Projeção UTM DATUM SAD 69 Instituto Socioambiental, Julho de 2011 ´ Vila de André Lopes L ocalização no Circui to Fonte:UsodoSolo:ISA,2007;Atrativos:ISA,2011;Hidrografia,Viário:IGC,2011; Modelodigitaldeterreno:ISA,2011combaseemIGC,2011;LimiteQuilombo:ITESP,2001. A ocupação de André Lopes se deu a partir da expansão territorial de grupos negros estabelecidos nos arredores de Ivaporunduva, São Pedro (antiga Lavrinha) e Nhunguara e de deserções do Exército por ocasião da Guerra do Paraguai. A história do quilombo está entrelaçada à da comunidade de Nhunguara, em função das estreitas relações sociais e de parentesco mantidas entre os dois núcleos. Os troncos familiares Vieira, Dias e Maia estão relacionados à formação do Bairro André Lopes. A partir de 1830, os Vieira iniciaram a ocupação dos sertões de Nhunguara e dispersaram-se também para as terras de André Lopes. No fim do século XIX, a localidade da “gruta” da Tapagem, atualmente chamada de Caverna do Diabo, já era habitada. Segundo levantamentos históricos, um dos Vieira teria descoberto a caverna, que serviu como esconderijo para alguns negros durante a Guerra do Paraguai. André Lopes QUILOMBO Atrativos Gastronômicos 1. Café da roça lombola com produtos cultivados na roça 2. Almoço tradicional ou quibebe – abóbora com carne seca. Atrativos Naturais 1. Cachoeira do Arivá partindo do centro da vila. Queda d’água das trilhas dos antigos e do uso tradicional das roças. 2. Visita ao Rio Ribeira de Iguape Visita a um bonito trecho do Rio Ribeira que também é um ponto histórico importante para a comunidade. 3. Poço da Poça tir do centro da vila. Piscina natural com cer 4. Cachoeira da Boa Vista da d’água de 50 metros. Lugar apropriado Atrativos Culturais 1. Círculo de Cultura Conversa sobre a história, as demandas, 2. Tutuca no pilão Duração 5h Duração 1h30 Duração 1h30 Duração 1h Duração 1h30 Duração 3h Duração 1h Duração 1h
  • 11. 16 17 QUILOMBOANDRÉLOPES Cachoeira do Arivá Cachoeira da PoçaCachoeira Boa Vista Sementes de arroz tradicional
  • 12. 18 19 QUILOMBOIVAPORUNDUVA L ocalização no Circui to # # # # # ## ## ## ## ## # ## ## # ## ### # ### # ## # # # ## ### # # # # # # # ## # # # # # # # ## ## # # # # # # # # # # # # # # # # # # # ### ^` jk ï î ". ²³ JJ Pousada Barracão de ervas medicinais Casa de Farinha Trilha do Ouro ## # # ## # # # # # # # # # # # # # # # # # #### ####### ### ## ## ## ## ## ## ##### # ## ### # # ### # ^` Ù ï ". ²³ JJRio Ribeira de Iguape Trilha do Bananal Fonte:UsodoSolo:ISA,2007;Atrativos:ISA,2011;Hidrografia,Viário:IGC,2011; Modelodigitaldeterreno:ISA,2011combaseemIGC,2011;LimiteQuilombo:ITESP,1998. Casa de farinha Cemitério Igreja Galpão comunitário Pousada Barracão de ervas medicinais Cachoeira Campo de futebol Casa do artesanato Escola Posto de saúde Quadra poliesportiva Casas Rios Trilhas Vila Uso comunitário Roça Bananal convencional Bananal orgânico Massa d'água Floresta nativa Limite do quilombo Estrada pavimentada 0 490 980 m ´ Projeção UTM DATUM SAD 69 Instituto Socioambiental, Julho de 2011 Vila de Ivaporunduva Ivaporunduva QUILOMBO É a comunidade quilombola mais antiga do Vale do Ribeira, anterior até mesmo à fundação do município de Eldorado. Ivaporunduva surgiu no século XVII pela ocupação de mineradores e seus negros escravizados. Com o declínio da extração do ouro na região, em meados do século XVIII, os escravos foram sendo gradativamente abandonados. A população negra que resolveu ficar ali estabelecida foi ampliando seu domínio sobre as terras e Ivaporunduva transformou-se num lugar onde negros livres, libertos e também fugidos estabeleceram suas residências e áreas de cultivo. A formação do povoamento ocorreu antes de 1888, data da abolição da escravidão no Brasil. Festa de Nossa Senhora dos Homens Pretos 2o final de semana de outubro Calendário de festas Atrativo Gastronômico 1. Almoço tradicional época, doces caseiros. Atrativos Culturais 1. Festa Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos Festa de dois dias que tem início com a procissão em homenagem à padroeira da 2. Conversa sobre história da comunidade Palestra com lideranças da comunidade sistiu e como vive até hoje seguindo suas 3. Tráfico de Farinha mandioca, biju e seus derivados desde a colheita dos produtos na roça (é necessário agendar a visita). 4. Plantas e ervas medicinais das com o conhecimento da comunidade. 5. Oficina de confecção de artesanato Os trabalhos mostram desde a extração da 6. Patrimônio Histórico Sra. do Rosário dos Homens Pretos começou estrutura de taipas tem cerca de 200 anos. Atrativos Naturais 1. Trilha do ouro Trilha de nível médio que atravessa o Rio Boco e córrego de Rodrigues, dando acesso à capova de um morador antigo, onde era 2. Visita ao bananal orgânico das técnicas agroecológicas de recuperação Duração 5h Duração 1h30 Duração 2 dias Duração 1h Duração 8h Duração 3h Duração 1h30 Duração 1h30 Duração 1h30
  • 13. 20 21 QUILOMBOIVAPORUNDUVA Vista da comunidade a partir do Rio Ribeira de Iguape Festa de N. Sra. dos Homens Pretos Igreja de Ivaporunduva no centro da comunidade Casa de artesanato
  • 14. 22 23 QUILOMBOMANDIRA Fonte:UsodoSolo:ISA,2007;Atrativos:ISA,2011;Hidrografia,Viário:IGC,2011; Modelodigitaldeterreno:ISA,2011combaseemIGC,2011;LimiteQuilombo: ITESP,2002;LimiteResex:Decretos/nº13/12/2002editadopeloISA.L ocalização no Circui to # # # ## # # # ## # ## # # f f ! ! f f ²³ Ù ! } ÝÝ f f ô î » Á JJ Cachoeira do Mandira Grande Figueira Casa de Farinha Porto de Fora @ @ @ Casa de Pedra Sambaqui Estrada do MandiraTrilha da Cachoeira do Mandira Trilha do Sambaqui Porto do Abrão Mar do Meio # # # # # # # ## # ## ## # # ²³ ! } ÝÝ î @ 0 350 700 m Projeção UTM DATUM SAD 69 Instituto Socioambiental, Julho de 2011 ´ Vila de Mandira Casa de costura » Sambaqui Porto Viveiros Á Casa de Pedra JJ Casa de tráfico de farinha Cachoeira î Igreja ! Caixa de abelha ²³ Galpão comunitário Grande Figueira f Ponte } ÝÝ Bar Ù Escola Viveiros de ostra # Casas @ ô Casa de costura » Sambaqui Porto Viveiros Á Casa de Pedra JJ Casa de tráfico de farinha Cachoeira î Igreja ! Caixa de abelha ²³ Galpão comunitário Grande Figueira f Ponte } ÝÝ Bar Ù Escola Rios Viveiros de ostra # Casas Trilhas Vila Uso comunitário Roça Bananal Restinga Resex Mandira Mangue Várzea Estrada não pavimentada @ ô Casa de costura » Sambaqui Porto Viveiros Á Casa de Pedra JJ Casa de tráfico de farinha Cachoeira î Igreja ! Caixa de abelha ²³ Galpão comunitário Grande Figueira f Ponte } ÝÝ Bar Ù Escola Rios Viveiros de ostra # Casas Trilhas Vila Uso comunitário Roça Bananal Restinga Resex Mandira Mangue Várzea Massa d'água Floresta nativa Limite do quilombo Estrada não pavimentada @ ô Mandira A formação da comunidade se deu no século XIX, em 1868, quando o patriarca da família, Francisco Mandira, recebeu cerca de 2.880 hectares, em doação de sua meia irmã Celestina Benícia de Andrade. O patriarca era filho de uma escrava com o fazendeiro Antônio Florêncio de Andrade, dono da fazenda que existia no local onde hoje está a comunidade. Ainda hoje, é possível ver, em pé, as grossas paredes de pedra de um provável armazém da antiga fazenda, que foi construído pelos escravos que ali viveram. A fonte de renda mais presente e também a mais importante no orçamento das famílias de Mandira está relacionada à comercialização de ostras. QUILOMBO Calendário de festas Festa de Santo Antônio 12 e 13 de junho Festa da Ostra 20 de novembro Atrativo Gastronômico 1. Festa da Ostra do mar. Música ao vivo, gincana e corrida com remo. Atrativos Culturais 1. Círculo de Cultura 2. Casa de Pedra de baleia), na ilha do Bom Abrigo. 4. Igreja e Festa de Santo Antônio ja tem cerca de 250 anos. É também o local missa, almoço comunitário e gincanas. 3. Grupo de mulheres artesãs niaturas, chaveiros, bonecas de pano etc. Atrativos naturais 1. Cachoeira do Mandira médio. Bonito local, com queda d’água e 2 2. Visita ao Viveiro de Ostras de trilha de nível médio e mais 10 minutos de barco. in natura. 3. Trilha Sambaqui 4. Caminho do Pecê & Cavalo tram ostras, caranguejos e outras espécies. O caminho era muito usado para pesca. 5. Porto de Fora bém se encontrava sambaqui. 6. Porto de Abrão dias a comunidade segue para a retirada das ostras no viveiro de engorda. Duração 3 dias Duração 1h30 Duração 1h30 Duração 30min Duração 30min Duração 1h30 Duração 2h30 Duração 2h30 Duração 4h30 Duração 2h Duração 1h30
  • 15. 24 25 QUILOMBOMANDIRA Viveiro de Ostras Casa de PedraCachoeira do MandiraManguezal
  • 16. 26 27 Caverna da Ressurgência Caverna do Diabo Mirante do Governador Quilombo Sapatu Quilombo André Lopes Parque Estadual Caverna do Diabo Cachoeira do Araçá Sede do Núcleo Caverna do Diabo CAVERNADODIABO Sede do núcleo L ocalização no Circui to Mirante do Governador Cachoeira do Araçá Caverna da Ressurgência Outras Cavernas Outras Cachoeiras Casas Rios Trilhas Estrada Não Pavimentada Estrada Pavimentada Uso comunitário Roça Bananal Floresta nativa Limite Território Quilombola Limite Parque Estadual Caverna do Diabo Projeção UTM DATUM SAD 69 Instituto Socioambiental, Julho de 2011 0 330 660 m Fonte:UsodoSolo:ISA,2007;Atrativos:ISA,2011;Hidrografia,Viário:IGC,2011;Modelo digitaldeterreno:ISA,2011combaseemIGC,2011;LimiteQuilombo:ITESP,2001. Caverna do Diabo Caverna do Diabo A s comunidades de Sapatu, André Lopes e Ivaporunduva, além de seus próprios atrativos, contam ainda com os atrativos de seu vizinho, o Parque Estadual da Caverna do Diabo – destino de quase todo turista que passa pelo Vale do Ribeira. Os grandes salões da caverna preservam estalactides, estalagmites e desenhos que se formam naturalmente nas rochas. Hoje, a Associação de Monitores Ambientais do Município de Eldorado (Amamel), fundada em agosto de 1999, coordena a visitação dos atrativos do Parque com a ajuda de 22 monitores ambientais quilombolas. ATRATIVOS NO PARQUE ESTADUAL DA Atrativos naturais 1. Caverna do Diabo A Caverna do Diabo é reconhecidamente uma das de grande magnitude que atuaram na região, a exem 2. Cachoeira do Araçá está próxima à Caverna do Diabo. Começa piscina natural para banho. O araçá, que deu origem ao nome da trilha, é um tipo de goiaba pequena, atu almente rara na Mata Atlântica. 3. Trilha Mirante do Governador 4. Trilha Mirante do Angico A trilha de 600 m tem início no acesso à Ca grande parte do Vale do Ribeira. 5. Trilha Ressurgência uma área de mata preservada. O caminho passa por cima da caverna e por uma área de rão das Ostras, que atravessa toda a Caverna do Diabo). Duração 40 min Duração 1h Duração 2h30 Duração 2h30 *Espeleotema (do grego, “depósito de caverna”) ou concreção é o nome genérico de todas as formações rochosas que ocorrem tipicamente no interior de cavernas como resultado da sedimentação e cristalização de minerais dissolvidos na água. Origem: Wikipédia (http://pt.wikipedia.org). Cachoeira do Araçá
  • 17. 28 INFORMAÇÕES ÚTEIS Contato e agendamentos circuitoquilombola@quilombosdoribeira.org.br Caverna do Diabo Horário: Grupos: de 20 minutos entre os grupos. Ingresso: R$15 por pessoa. É fundamental a utilização de calçados fechados. CUIDADOS Esperamos que nenhum incidente ocorra em nossa viagem, entretanto alguns cuidados são importantes: Vacina contra febre amarela: são raros os casos registrados no Vale do Ribeira, logo, não é obrigatório estar vacinado para participar da viagem. Desconfortos digestivos: há dois problemas comuns em via mudanças de hábitos alimentares. Preventivamente, leve al guns dos principais medicamentos livres de prescrição médi Situações de emergência: leve consigo todos os documen hospitais ao longo do percurso. Vista do Vale do Ribeira O que levar O Vale do Ribeira apresenta clima subtropical extremamen do ano. Leve roupas leves para o dia e agasalhos para a noite. Esteja prevenido para o caso de chover: leve capa e Os mosquitos podem incomodar, portanto, leve repelente! Formas de pagamento Sugerimos levar dinheiro em espécie para as despesas. A presentes... Hospedagem nas casas dos moradores e em pousadas de categoria sim Alimentação dade visitada, o básico será a tradicional comida caseira com Registro de imagens mos visitando pessoas em suas casas. É importante consi
  • 18. Ministério do Turismo Secretaria Nacional de Políticas de Turismo Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria da Agricultura Familiar REALIZAÇÃO APOIO EQUIPE DE ARTICULAÇÃO E ASSESSORIA ÀS COMUNIDADES NEGRAS E QUILOMBOLAS DO VALE DO RIBEIRA (EAACONE) FEDERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES QUILOMBOLAS DO VALE DO RIBEIRA (FAQUIVAR) ASSOCIAÇÃO DA COMUNIDADE REMANESCENTE DE QUILOMBO DA RESERVA EXTRATIVISTA DO MANDIRA – REMA; ASSOCIA- ÇÃO DE MONITORES AMBIENTAIS DE ELDORADO (AMAMEL); ASSOCIAÇÃO DO QUILOMBO DE IVAPORUNDUVA; ASSOCIAÇÃO REMANESCENTE DE QUILOMBO DO BAIRRO ANDRÉ LOPES; AS- SOCIAÇÃO DOS REMANESCENTES DE QUILOMBO DO BAIRRO PEDRO CUBAS; ASSOCIAÇÃO DOS REMANESCENTES DE QUI- LOMBO DO BAIRRO PEDRO CUBAS DE CIMA; ASSOCIAÇÃO DOS REMANESCENTES DE QUILOMBO DO SÃO PEDRO; ASSOCIAÇÃO DOS REMANESCENTES DE QUILOMBO DO BAIRRO DE SAPATU. Marçode2012.Fotos:acervodoInstitutoSocioambiental(ISA)eFelipeLeal.