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A Análise S.W.O.T. (ou análise F.O.F.A. em português) é uma ferramenta
estrutural utilizada na análise do ambiente, para a formulação de estratégias.
Permite-se identificar as Forças e Fraquezas da Instituição, extrapolando então
Oportunidades e Ameaças para a mesma.

O modelo da análise S.W.O.T. normalmente é realizado usando um diagrama
conforme abaixo, o que facilita a visualização sistémica (visão do todo, e da
interacção entre as partes), e a relação entre cada um dos factores:




DIAGNÓSTICO SOCIAL/ PLANEAMENTO   ESTRATÉGICO
(SEGUNDO A TABELA SWOT)




    A considerar:
                           A comunidade envolvente
                           A Instituição
                           A equipa técnica
                           Os utentes




Pontos fortes diagnosticados:


A comunidade envolvente
     População heterogénea a nível social e demográfico;
     Receptividade à mudança;
     Investimento no desenvolvimento da freguesia;
     Existência de diferentes grupos Crescente numero de profissionais qualificados;


A Instituição
     Edifício com boas condições;
     Terreno circundante;
     Recursos financeiros;




                                  Animador Sócio Cultural
                          Animação Sociocultural – Contextos e práticas
A Equipa Técnica
     Vontade de mudança, relativamente ao actual rumo do Centro;
     Forte conhecimento e envolvimento na comunidade;
     Empatia e afecto pelos utentes, expressa pelo desejo de satisfazer continuamente todos os seus
      desejos e necessidades;
     Níveis de escolaridade bons (12º ano);
     Criatividade e imaginação.


Os Utentes
     Energia cativante, manifestada nas suas atitudes e desempenhos;
     Interessante destreza motora e manual;
     Desejo de mostrar trabalho claramente expresso em situações de visitas ou festas no Centro;
     Gosto pela novidade;
     Alento na preparação de actividades;




Pontos fracos diagnosticados:


A comunidade envolvente
     Reduzida capacidade de trabalho conjunto, manifesta através de situações de conflito entre os
      diferentes grupos existentes na freguesia, mesmo quando o objectivo é comum a ambos.
     Fortes rivalidades entre grupos e pessoas;
     Elevado número de desempregados e de incapacitados por doença;
     Convicção nas suas ideias, e uma falta de aceitação das opiniões divergentes.


A Instituição
     Não aproveitamento das condições do Centro, uma vez que as crianças ocupam a maior parte do
      seu tempo dentro de uma mesma sala.
     Falta de organização interna;
     Desaproveitamento dos recursos existentes, e desperdício de outros (ex. todos os meses são
      investidos 25 euros em bolos de aniversário, quando existe uma cozinha industrial perfeitamente
      equipada para as próprias crianças confeccionarem os seus bolos, para além de poupar recursos
      seriam uma actividade proveitosa para as crianças).
     Falta de investimento no desenvolvimento e mudança do Centro, verificado pela contínua
      existência de actividades rotineiras.


A Equipa Técnica
     Reduzida motivação e empenho para a dinamização de actividades, isto provocado pela falta de
      envolvimento na preparação das mesmas actividades;
     Trabalho individual, ou seja, não existe comunicação entre a equipa técnica apenas uma pessoa
      elabora as actividades e dá as ordens para a sua execução;
     Passividade e baixa auto-estima pessoal;
     Desvalorização das competências de cada membro da equipa técnica;




                                Animador Sócio Cultural
                        Animação Sociocultural – Contextos e práticas
Os Utentes
     Desmotivação perante a dinâmica do ATL;
     Desrespeito pelos responsáveis;
     Atitudes impróprias para a idade;
     Falta de empenho nas actividades desenvolvidas;
     Revolta contra os trabalhos desenvolvidos (caderno de ATL).




Oportunidades diagnosticadas:


A comunidade envolvente
     Disponibilidade para apoiar o Centro, verificado nos inquéritos realizados;
     Crescente vontade da população em ser envolvido na dinâmica do Centro;
     Criação de uma nova associação social empenhada no desenvolvimento social da freguesia;
     Existência de profissionais de diferentes áreas, com desígnio de voluntariado;
     Expansão de empresas de pequenos comerciantes interessados na publicidade e divulgação,
      podendo ser aproveitados para apoios ao Centro.




A Instituição
     Vontade de expandir e desenvolver;
     Os apoios prestados pela Segurança Social;
     Crescente dedicação do pároco responsável;


A Equipa Técnica
     Ideias interessantes;
     Revolta contra a actual situação do Centro;
     A necessidade de auto-estima e valorização pessoal;


Os Utentes
     Desejo crescente de valorização do seu trabalho;
     A confiança na mudança, em diferentes actividades e noutras dinâmicas;
     O gosto de apresentar as suas capacidades.


Ameaças diagnosticadas:


A comunidade envolvente
     Falta de empenho no desenvolvimento do Centro;
     Saturação do trabalho exigido;
     Desentendimento entre os sujeitos;
     Rivalidade dos intervenientes;


A Instituição
     Contínuo desaproveitamento das oportunidades prestadas;
     Permanência da falta de organização interna;


                               Animador Sócio Cultural
                       Animação Sociocultural – Contextos e práticas
 Desinteresse por parte dos responsáveis em evoluir.
     Não aprovação do projecto de intervenção proposto;


A Equipa Técnica
     A contínua inexistência de trabalho de equipa;
     A não manifestação das opiniões e desejos pessoais;
     Permissão de uma liderança desajustada por parte da responsável;
     Desvalorização das competências e aptidões pessoais;


Os Utentes
     Desinteresse pelas actividades proporcionadas;
     Falta de empenho;
     Contínuo desrespeito pelos responsáveis;
     O surgimento de atitudes de falta de vontade, e motivação;
     Falta de auto-estima.




                               Animador Sócio Cultural
                       Animação Sociocultural – Contextos e práticas
Tabela S.W.O.T

Instituição: animacão



Pontos a considerar:


   •   Mercado
   •   Equipa técnica
   •   Produto


Pontos fortes a diagnosticar:


Mercado

           •   Satisfazer várias necessidades
           •   Uma alternativa viável
           •   Desenvolvimento de educação e formação


Equipa técnica


          •    Profissionais qualificados
          •    Material adequado às necessidades
          •    Vontade de vencer
          •    Criatividade e imaginação
          •    Motivação
          •    Profundo conhecimento e envolvimento



Produto


          •    Projecto-piloto no mercado
          •    Inovação e tecnologia
          •    Formação e emprego
          •    Vendável e útil
          •    Adequa-se a todas as faixas etárias




                            Animador Sócio Cultural
                    Animação Sociocultural – Contextos e práticas

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  • 1. A Análise S.W.O.T. (ou análise F.O.F.A. em português) é uma ferramenta estrutural utilizada na análise do ambiente, para a formulação de estratégias. Permite-se identificar as Forças e Fraquezas da Instituição, extrapolando então Oportunidades e Ameaças para a mesma. O modelo da análise S.W.O.T. normalmente é realizado usando um diagrama conforme abaixo, o que facilita a visualização sistémica (visão do todo, e da interacção entre as partes), e a relação entre cada um dos factores: DIAGNÓSTICO SOCIAL/ PLANEAMENTO ESTRATÉGICO (SEGUNDO A TABELA SWOT) A considerar:  A comunidade envolvente  A Instituição  A equipa técnica  Os utentes Pontos fortes diagnosticados: A comunidade envolvente  População heterogénea a nível social e demográfico;  Receptividade à mudança;  Investimento no desenvolvimento da freguesia;  Existência de diferentes grupos Crescente numero de profissionais qualificados; A Instituição  Edifício com boas condições;  Terreno circundante;  Recursos financeiros; Animador Sócio Cultural Animação Sociocultural – Contextos e práticas
  • 2. A Equipa Técnica  Vontade de mudança, relativamente ao actual rumo do Centro;  Forte conhecimento e envolvimento na comunidade;  Empatia e afecto pelos utentes, expressa pelo desejo de satisfazer continuamente todos os seus desejos e necessidades;  Níveis de escolaridade bons (12º ano);  Criatividade e imaginação. Os Utentes  Energia cativante, manifestada nas suas atitudes e desempenhos;  Interessante destreza motora e manual;  Desejo de mostrar trabalho claramente expresso em situações de visitas ou festas no Centro;  Gosto pela novidade;  Alento na preparação de actividades; Pontos fracos diagnosticados: A comunidade envolvente  Reduzida capacidade de trabalho conjunto, manifesta através de situações de conflito entre os diferentes grupos existentes na freguesia, mesmo quando o objectivo é comum a ambos.  Fortes rivalidades entre grupos e pessoas;  Elevado número de desempregados e de incapacitados por doença;  Convicção nas suas ideias, e uma falta de aceitação das opiniões divergentes. A Instituição  Não aproveitamento das condições do Centro, uma vez que as crianças ocupam a maior parte do seu tempo dentro de uma mesma sala.  Falta de organização interna;  Desaproveitamento dos recursos existentes, e desperdício de outros (ex. todos os meses são investidos 25 euros em bolos de aniversário, quando existe uma cozinha industrial perfeitamente equipada para as próprias crianças confeccionarem os seus bolos, para além de poupar recursos seriam uma actividade proveitosa para as crianças).  Falta de investimento no desenvolvimento e mudança do Centro, verificado pela contínua existência de actividades rotineiras. A Equipa Técnica  Reduzida motivação e empenho para a dinamização de actividades, isto provocado pela falta de envolvimento na preparação das mesmas actividades;  Trabalho individual, ou seja, não existe comunicação entre a equipa técnica apenas uma pessoa elabora as actividades e dá as ordens para a sua execução;  Passividade e baixa auto-estima pessoal;  Desvalorização das competências de cada membro da equipa técnica; Animador Sócio Cultural Animação Sociocultural – Contextos e práticas
  • 3. Os Utentes  Desmotivação perante a dinâmica do ATL;  Desrespeito pelos responsáveis;  Atitudes impróprias para a idade;  Falta de empenho nas actividades desenvolvidas;  Revolta contra os trabalhos desenvolvidos (caderno de ATL). Oportunidades diagnosticadas: A comunidade envolvente  Disponibilidade para apoiar o Centro, verificado nos inquéritos realizados;  Crescente vontade da população em ser envolvido na dinâmica do Centro;  Criação de uma nova associação social empenhada no desenvolvimento social da freguesia;  Existência de profissionais de diferentes áreas, com desígnio de voluntariado;  Expansão de empresas de pequenos comerciantes interessados na publicidade e divulgação, podendo ser aproveitados para apoios ao Centro. A Instituição  Vontade de expandir e desenvolver;  Os apoios prestados pela Segurança Social;  Crescente dedicação do pároco responsável; A Equipa Técnica  Ideias interessantes;  Revolta contra a actual situação do Centro;  A necessidade de auto-estima e valorização pessoal; Os Utentes  Desejo crescente de valorização do seu trabalho;  A confiança na mudança, em diferentes actividades e noutras dinâmicas;  O gosto de apresentar as suas capacidades. Ameaças diagnosticadas: A comunidade envolvente  Falta de empenho no desenvolvimento do Centro;  Saturação do trabalho exigido;  Desentendimento entre os sujeitos;  Rivalidade dos intervenientes; A Instituição  Contínuo desaproveitamento das oportunidades prestadas;  Permanência da falta de organização interna; Animador Sócio Cultural Animação Sociocultural – Contextos e práticas
  • 4.  Desinteresse por parte dos responsáveis em evoluir.  Não aprovação do projecto de intervenção proposto; A Equipa Técnica  A contínua inexistência de trabalho de equipa;  A não manifestação das opiniões e desejos pessoais;  Permissão de uma liderança desajustada por parte da responsável;  Desvalorização das competências e aptidões pessoais; Os Utentes  Desinteresse pelas actividades proporcionadas;  Falta de empenho;  Contínuo desrespeito pelos responsáveis;  O surgimento de atitudes de falta de vontade, e motivação;  Falta de auto-estima. Animador Sócio Cultural Animação Sociocultural – Contextos e práticas
  • 5. Tabela S.W.O.T Instituição: animacão Pontos a considerar: • Mercado • Equipa técnica • Produto Pontos fortes a diagnosticar: Mercado • Satisfazer várias necessidades • Uma alternativa viável • Desenvolvimento de educação e formação Equipa técnica • Profissionais qualificados • Material adequado às necessidades • Vontade de vencer • Criatividade e imaginação • Motivação • Profundo conhecimento e envolvimento Produto • Projecto-piloto no mercado • Inovação e tecnologia • Formação e emprego • Vendável e útil • Adequa-se a todas as faixas etárias Animador Sócio Cultural Animação Sociocultural – Contextos e práticas