TRANSMISSÃO AUTOMÁTICAC TRANSMISSÃO/EIXO                                                                                  ...
Procedimento de Confirmação de DTCs ............ 105                             DTC P1730 BLOQUEIO INTERNO T/A .............
Causa Provável ................................................... 146       DTC P1846 INTERRUPTOR 6 DE PRESSÃO DO Procedi...
CABO DE BLOQUEIO INTERNO DA CHAVE ...... 220                                       Engrenagem Solar Intermediária, Engrena...
ÍNDICE DE DTCSÍNDICE DE DTCS                                                                           PFP:00024          ...
ÍNDICE DE DTCSNº DTC ÍndiceNOTA:Caso o DTC “U1000 CAN COMM CIRCUIT” (Circuito de Comunicação CAN) seja exibido com outrosD...
PRECAUÇÕESPRECAUÇÕES                                                         PFP:00001                                    ...
PRECAUÇÕES●   Ao efetuar a montagem, tome bastante cuidado a fim de evitar que os anéis em “O”, vedadores e juntas    seja...
PREPARAÇÃOPREPARAÇÃO                                                                                 PFP:00002            ...
PREPARAÇÃOFerramentas Comerciais                                                               ECS00FWC Nome da ferramenta...
FLUIDO T/AFLUIDO DA T/A                                                                                      PFP:KLE40    ...
FLUIDO T/AInspeção do Fluido T/A1.   Aqueça o motor.2.   Verifique quanto a vazamentos do fluido da transmissão automática...
FLUIDO T/Aa.   Conecte o conector da conexão de dados CONSULT-II. Consulte AT-80, "PROCEDIMENTO DE AJUSTE     DE CONSULT-I...
SISTEMA DE CONTROLE T/ASISTEMA DE CONTROLE T/A                                                                            ...
SISTEMA DE CONTROLE T/AVista em Corte (Modelos 4WD)                                                                       ...
SISTEMA DE CONTROLE T/AMecanismo de MudançasA transmissão automática utiliza sistemas de engrenagens planetárias triplas c...
SISTEMA DE CONTROLE T/ATABELA DA EMBREAGEM E CINTA                                                                        ...
SISTEMA DE CONTROLE T/ATRANSMISSÃO DA POTÊNCIAPosição “N”Uma vez que ambos – freio de avanço e freio de ré – estejam liber...
SISTEMA DE CONTROLE T/APosições “D”, “3” e “2”, 1ª marcha●  O freio de avanço e a embreagem de avanço de uma via regulam a...
SISTEMA DE CONTROLE T/APosição “1” 1ª Marcha●  O freio dianteiro fixa a engrenagem solar dianteira.●  O freio de avanço e ...
SISTEMA DE CONTROLE T/APosições “D” e “3” 2ª Marcha●  O freio de avanço e a embreagem de avanço de uma via regulam a rotaç...
SISTEMA DE CONTROLE T/APosições “2” e “1” 2ª Marcha●  O freio dianteiro fixa a engrenagem solar dianteira.●  O freio de av...
SISTEMA DE CONTROLE T/APosições “D” e “3” 3ª Marcha●  O freio dianteiro fixa a engrenagem solar dianteira.                ...
SISTEMA DE CONTROLE T/APosição “D” 4ª Marcha●  A embreagem direta é acoplada e o diferencial traseiro e a engrenagem solar...
SISTEMA DE CONTROLE T/APosição “D” 5ª Marcha●  O freio dianteiro fixa a engrenagem solar dianteira.                       ...
SISTEMA DE CONTROLE T/APosição “R”●  O freio dianteiro fixa a engrenagem solar dianteira.●  Embreagem de ré (alta e baixa)...
SISTEMA DE CONTROLE T/AFunção TCM                                                                                         ...
SISTEMA DE CONTROLE T/AComunicação CANDESCRIÇÃO DO SISTEMACAN (Rede da Área do Controlador) é uma linha de comunicação ser...
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  1. 1. TRANSMISSÃO AUTOMÁTICAC TRANSMISSÃO/EIXO A TRANSMISSÃO AUTOMÁTICA SEÇÃO AT AT C D E ÍNDICEÍNDICE DE DTCs ...................................................... 5 Velocidade do Veículo na Qual Ocorre o Engate de F Índice Alfabético ..................................................... 5 Marcha .................................................................. 53 Nº DTC Índice ......................................................... 6 Sinal de Entrada/Saída do TCM Valores dePRECAUÇÕES .......................................................... 7 Referência ....................................................... 77 G Precauções em Relação ao Sistema de Proteção Função CONSULT-II (T/A) ..................................... 78 Suplementar (SRS) “AIR BAG” e “PRÉ- Procedimento de Diagnóstico Sem CONSULT-II .. 91 TENSIONADOR DO CINTO DE SEGURANÇA” .... 7 DTC U1000 LINHA DE COMUNICAÇÃO CAN ....... 93 Precauções ............................................................. 7 Descrição .............................................................. 93 H Diagramas dos Circuitos e Diagnóstico de Falhas . 8 Lógica de Diagnóstico de Bordo ........................... 93PREPARAÇÃO .......................................................... 9 Causa Provável ..................................................... 93 Ferramentas Especiais ........................................... 9 Procedimento de Confirmação de DTCs .............. 93 I Ferramentas Comerciais ....................................... 10 Diagrama de Circuito – TA – CAN ......................... 94FLUIDO DA T/A ....................................................... 11 Procedimento de Diagnóstico ............................... 95 Troca do Fluido T/A ............................................... 11 DTC P0615 CIRCUITO DO SINAL DE PARTIDA .... 96 Inspeção do Fluido T/A ......................................... 12 Descrição .............................................................. 96 JSISTEMA DE CONTROLE T/A ............................... 14 Valor de Referência CONSULT-II .......................... 96 Vista em Corte (Modelos 2WD) ............................ 14 Lógica de Diagnóstico de Bordo ........................... 96 Vista em Corte (Modelos 4WD) ............................ 15 Causa Provável ..................................................... 96 K Mecanismo de Mudanças ..................................... 16 Procedimento de Confirmação de DTCs .............. 96 Função TCM ......................................................... 27 Diagrama de Circuito – TA – STSIG ..................... 97 Comunicação CAN ............................................... 28 Procedimento de Diagnóstico ............................... 98 Sinal de Entrada/Saída do TCM ........................... 28 DTC P0700 TCM .................................................... 100 L Controle de Pressão de Linha .............................. 29 Descrição ............................................................ 100 Controle de Mudança ........................................... 30 Lógica de Diagnóstico de Bordo ......................... 100 Controle de Bloqueio ............................................ 31 Causa Provável ................................................... 100 M Controle do Freio-motor ........................................ 32 Procedimento de Confirmação de DTCs ............ 100 Válvula de Controle .............................................. 33 Procedimento de Diagnóstico ............................. 100DIAGNÓSTICO DE FALHA ..................................... 34 DTC P0705 INTERRUPTOR DE POSIÇÃO DE DTC Tabela de Inspeção Básica .......................... 34 ESTACIONAMENTO / NEUTRO ........................... 101 Falha Segura ........................................................ 34 Descrição ............................................................ 101 Como Efetuar o Diagnóstico de Falhas para uma Valor de Referência CONSULT-II ........................ 101 Reparação Precisa e Rápida ................................ 36 Lógica de Diagnóstico de Bordo ......................... 101 Localização de Peças Elétricas da T/A ................ 39 Causa Provável ................................................... 101 Diagrama de Circuito ............................................ 41 Procedimento de Confirmação de DTCs ............ 101 Inspeções antes do Diagnóstico de Falhas .......... 42 Diagrama de Circuito – TA – PNP/SW ................ 102 Inspeção antes da Partida do Motor ..................... 47 Procedimento de Diagnóstico ............................. 103 Inspeção em Marcha-lenta ................................... 47 DTC P0720 SENSOR DE VELOCIDADE DO VEÍCULO Teste de Controle de Velocidade – Parte 1 .......... 48 T/A (SENSOR DE ROTAÇÃO) .............................. 105 Teste de Controle de Velocidade – Parte 2 .......... 51 Descrição ............................................................ 105 Teste de Controle de Velocidade – Parte 3 .......... 52 Valor de Referência CONSULT-II ........................ 105 Velocidade do Veículo na Qual Ocorre o Bloqueio/ Lógica de Diagnóstico de Bordo ......................... 105 Liberação .............................................................. 53 Causa Provável ................................................... 105 AT-1
  2. 2. Procedimento de Confirmação de DTCs ............ 105 DTC P1730 BLOQUEIO INTERNO T/A ................. 129 Diagrama de Circuito – TA – VSSA/T ................. 107 Descrição ............................................................ 129 Procedimento de Diagnóstico ............................. 108 Lógica de Diagnóstico de Bordo ......................... 129DTC P0725 SINAL DE ROTAÇÃO DO MOTOR ... 110 Causa Provável ................................................... 129 Descrição ............................................................ 110 Procedimento de Confirmação de DTCs ............. 129 Valor de Referência CONSULT-II ........................ 110 Análise do Bloqueio Interno T/A .......................... 130 Lógica de Diagnóstico de Bordo ......................... 110 Procedimento de Diagnóstico ............................. 130 Causa Provável ................................................... 110 DTC P1731 FREIO-MOTOR 1ª T/A ....................... 132 Procedimento de Confirmação de DTCs ............ 110 Descrição ............................................................ 132 Procedimento de Diagnóstico ............................. 111 Valor de Referência CONSULT-II ......................... 132DTC P0744 FUNÇÃO A/T TCC S/V (BLOQUEIO) 114 Lógica de Diagnóstico de Bordo ......................... 132 Descrição ............................................................ 114 Causa Provável ................................................... 132 Valor de Referência CONSULT-II ........................ 114 Procedimento de Confirmação de DTCs ............. 132 Lógica de Diagnóstico de Bordo ......................... 114 Procedimento de Diagnóstico ............................. 133 Causa Provável ................................................... 114 DTC P1752 VÁLVULA SOLENÓIDE DA EMBREAGEM Procedimento de Confirmação de DTCs ............ 114 DE ENTRADA ........................................................ 134 Procedimento de Diagnóstico ............................. 115 Descrição ............................................................ 134DTC P0745 VÁLVULA SOLENÓIDE DE PRESSÃO Valor de Referência CONSULT-II ......................... 134DE LINHA ............................................................... 116 Lógica de Diagnóstico de Bordo ......................... 134 Descrição ............................................................ 116 Causa Provável ................................................... 134 Valor de Referência CONSULT-II ........................ 116 Procedimento de Confirmação de DTCs ............. 134 Lógica de Diagnóstico de Bordo ......................... 116 Procedimento de Diagnóstico ............................. 135 Causa Provável ................................................... 116 DTC P1754 FUNÇÃO DA VÁLVULA SOLENÓIDE DA Procedimento de Confirmação de DTCs ............ 116 EMBREAGEM DE ENTRADA ............................... 136 Procedimento de Diagnóstico ............................. 117 Descrição ............................................................ 136DTC P1705 SENSOR DE POSIÇÃO DO Valor de Referência CONSULT-II ......................... 136ACELERADOR ....................................................... 118 Lógica de Diagnóstico de Bordo ......................... 136 Descrição ............................................................ 118 Causa Provável ................................................... 136 Valor de Referência CONSULT-II ........................ 118 Procedimento de Confirmação de DTCs ............. 136 Lógica de Diagnóstico de Bordo ......................... 118 Procedimento de Diagnóstico ............................. 137 Causa Provável ................................................... 118 DTC P1757 VÁLVULA SOLENÓIDE DO FREIO Procedimento de Confirmação de DTCs ............ 118 DIANTEIRO ............................................................ 139 Procedimento de Diagnóstico ............................. 118 Descrição ............................................................ 139DTC P1710 CIRCUITO DO SENSOR DE Valor de Referência CONSULT-II ......................... 139TEMPERATURA DO FLUIDO DA T/A .................. 120 Lógica de Diagnóstico de Bordo ......................... 139 Descrição ............................................................ 120 Causa Provável ................................................... 139 Valor de Referência CONSULT-II ........................ 120 Procedimento de Confirmação de DTCs ............. 139 Lógica de Diagnóstico de Bordo ......................... 120 Procedimento de Diagnóstico ............................. 140 Causa Provável ................................................... 120 DTC P1759 FUNÇÃO DA VÁLVULA SOLENÓIDE DO Procedimento de Confirmação de DTCs ............ 120 FREIO DIANTEIRO ................................................ 141 Diagrama de Circuito – TA – FTS ....................... 121 Descrição ............................................................ 141 Procedimento de Diagnóstico ............................. 122 Valor de Referência CONSULT-II ......................... 141 Inspeção de Componentes ................................. 124 Lógica de Diagnóstico de Bordo ......................... 141DTC P1716 SENSOR DE ROTAÇÃO DA Causa Provável ................................................... 141TURBINA ................................................................ 125 Procedimento de Confirmação de DTCs ............. 141 Descrição ............................................................ 125 Procedimento de Diagnóstico ............................. 142 Valor de Referência CONSULT-II ........................ 125 DTC P1762 VÁLVULA SOLENÓIDE DA EMBREAGEM Lógica de Diagnóstico de Bordo ......................... 125 DIRETA .................................................................. 144 Causa Provável ................................................... 125 Descrição ............................................................ 144 Procedimento de Confirmação de DTCs ............ 125 Valor de Referência CONSULT-II ......................... 144 Procedimento de Diagnóstico ............................. 126 Lógica de Diagnóstico de Bordo ......................... 144DTC P1721 SENSOR DE VELOCIDADE DO VEÍCULO Causa Provável ................................................... 144MTR ....................................................................... 127 Procedimento de Confirmação de DTCs ............. 144 Descrição ............................................................ 127 Procedimento de Diagnóstico ............................. 145 Valor de Referência CONSULT-II ........................ 127 DTC P1764 FUNÇÃO DA VÁLVULA SOLENÓIDE DA Lógica de Diagnóstico de Bordo ......................... 127 EMBREAGEM DIRETA .......................................... 146 Causa Provável ................................................... 127 Descrição ............................................................ 146 Procedimento de Confirmação de DTCs ............ 127 Valor de Referência CONSULT-II ......................... 146 Procedimento de Diagnóstico ............................. 128 Lógica de Diagnóstico de Bordo ......................... 146 AT-2
  3. 3. Causa Provável ................................................... 146 DTC P1846 INTERRUPTOR 6 DE PRESSÃO DO Procedimento de Confirmação de DTCs ............ 146 FLUIDO DE T/A ..................................................... 164 Procedimento de Diagnóstico ............................. 147 Descrição ............................................................ 164DTC P1767 VÁLVULA SOLENÓIDE DA EMBREAGEM Valor de Referência CONSULT-II ........................ 164DE RÉ (ALTA E BAIXA) ........................................ 149 Lógica de Diagnóstico de Bordo ......................... 164 Descrição ............................................................ 149 Causa Provável ................................................... 164 Valor de Referência CONSULT-II ........................ 149 Procedimento de Confirmação de DTCs ............ 164 Lógica de Diagnóstico de Bordo ......................... 149 Procedimento de Diagnóstico ............................. 165 Causa Provável ................................................... 149 CIRCUITO DE ALIMENTAÇÃO PRINCIPAL E Procedimento de Confirmação de DTCs ............ 149 MASSA ................................................................... 166 Procedimento de Diagnóstico ............................. 150 Diagrama de Circuito – TA – PRINCIPAL ............ 166DTC P1769 FUNÇÃO DA VÁLVULA SOLENÓIDE DA Procedimento de Diagnóstico ............................. 167EMBREAGEM DE RÉ (ALTA E BAIXA) ................ 151 CIRCUITO DE POSIÇÃO DO ACELERADOR – Descrição ............................................................ 151 TOTALMENTE ABERTO E FECHADO ................. 170 Valor de Referência CONSULT-II ........................ 151 Valor de Referência CONSULT-II ........................ 170 Lógica de Diagnóstico de Bordo ......................... 151 Procedimento de Diagnóstico ............................. 170 Causa Provável ................................................... 151 CIRCUITO DO SINAL DE FREIO .......................... 171 Procedimento de Confirmação de DTCs ............ 151 Valor de Referência CONSULT-II ........................ 171 Procedimento de Diagnóstico ............................. 152 Procedimento de Diagnóstico ............................. 171DTC P1772 VÁLVULA SOLENÓIDE DO FREIO DE INTERRUPTOR DE POSIÇÃO DE 1ª .................... 172DESACELERAÇÃO (BAIXA) ................................ 154 Valor de Referência CONSULT-II ........................ 172 Descrição ............................................................ 154 Procedimento de Diagnóstico ............................. 172 Valor de Referência CONSULT-II ........................ 154 INTERRUPTOR DE CONTROLE DE Lógica de Diagnóstico de Bordo ......................... 154 SOBREMARCHA .................................................... 174 Causa Provável ................................................... 154 Valor de Referência CONSULT-II ........................ 174 Procedimento de Confirmação de DTCs ............ 154 Procedimento de Diagnóstico ............................. 174 Procedimento de Diagnóstico ............................. 154 DIAGNÓSTICO DE FALHAS PARA SINTOMAS .. 176DTC P1774 FUNÇÃO DA VÁLVULA SOLENÓIDE DO Diagrama de Circuito – TA – SEM DTC .............. 176FREIO DE DESACELERAÇÃO (BAIXA) .............. 156 A Luz Indicadora não Acende ............................. 179 Descrição ............................................................ 156 Não é Possível Dar Partida ao Motor nas Posições Valor de Referência CONSULT-II ........................ 156 “P” ou “N” ............................................................. 179 Lógica de Diagnóstico de Bordo ......................... 156 Na Posição “P”, o Veículo se Move ao Ser Causa Provável ................................................... 156 Empurrado ........................................................... 180 Procedimento de Confirmação de DTCs ............ 156 Na Posição “N”, o Veículo se Move ..................... 181 Procedimento de Diagnóstico ............................. 157 Movimento Brusco (da Posição “N” para “D”) ..... 182DTC P1841 INTERRUPTOR 1 DE PRESSÃO DO O Veículo não é Movido para Trás na PosiçãoFLUIDO DE T/A ..................................................... 158 “R” ........................................................................ 184 Descrição ............................................................ 158 O Veículo não é Movido para Frente na Posição Valor de Referência CONSULT-II ........................ 158 “D” ........................................................................ 186 Lógica de Diagnóstico de Bordo ......................... 158 Não é Possível Dar Partida ao Motor a partir de Causa Provável ................................................... 158 D1 ......................................................................... 188 Procedimento de Confirmação de DTCs ............ 158 T/A Não Faz a Mudança: D1 para D2 ................. 190 Procedimento de Diagnóstico ............................. 159 T/A Não Faz a Mudança: D2 para D3 ................. 192DTC P1843 INTERRUPTOR 3 DE PRESSÃO DO T/A Não Faz a Mudança: D3 para D4 ................. 194FLUIDO DE T/A ..................................................... 160 T/A Não Faz a Mudança: D4 para D5 ................. 196 Descrição ............................................................ 160 T/A Não Mantém a Condição de Bloqueio .......... 200 Valor de Referência CONSULT-II ........................ 160 SISTEMA DE CONTROLE DE MUDANÇA ........... 210 Lógica de Diagnóstico de Bordo ......................... 160 Remoção e Instalação do Dispositivo de Causa Provável ................................................... 160 Controle ................................................................ 210 Procedimento de Confirmação de DTCs ............ 160 Remoção e Instalação do Cabo de Controle ...... 212 Procedimento de Diagnóstico ............................. 161 Ajuste da Posição T/A ......................................... 213DTC P1845 INTERRUPTOR 5 DE PRESSÃO DO Inspeção da Posição da T/A ............................... 214FLUIDO DE T/A ..................................................... 162 SISTEMA DE BLOQUEIO DE MUDANÇA T/A ..... 215 Descrição ............................................................ 162 Descrição ............................................................ 215 Valor de Referência CONSULT-II ........................ 162 Localização das Peças Elétricas do Sistema de Lógica de Diagnóstico de Bordo ......................... 162 Bloqueio de Mudança ......................................... 215 Causa Provável ................................................... 162 Diagrama de Circuito – TA – MUDANÇA ............ 216 Procedimento de Confirmação de DTCs ............ 162 Procedimento de Diagnóstico ............................. 217 Procedimento de Diagnóstico ............................. 163 AT-3
  4. 4. CABO DE BLOQUEIO INTERNO DA CHAVE ...... 220 Engrenagem Solar Intermediária, Engrenagem Solar Remoção e Instalação ........................................ 220 Traseira e Cubo da Embreagem de RéSERVIÇOS NO VEÍCULO ..................................... 222 (Alta e Baixa) ........................................................293 Válvula de Controle com o TCM e Sensor 2 de Embreagem de Ré (Alta e Baixa) ........................ 300 Temperatura do Fluido da T/A ............................. 222 Embreagem Direta .............................................. 302 Componentes de Estacionamento (Apenas modelos MONTAGEM ........................................................... 303 2WD) ................................................................... 234 Montagem (1) ...................................................... 304 Vedador de Óleo Traseiro ................................... 241 Ajuste .................................................................. 317 Componentes do Sensor de Rotação (Apenas modelos Montagem (2) ...................................................... 319 2WD) ................................................................... 242 DADOS DE SERVIÇO E ESPECIFICAÇÕESMANGUEIRA DE RESPIRO .................................. 247 (SDS) .......................................................................324 Remoção e Instalação ........................................ 247 Especificações Gerais ......................................... 325RESFRIADOR DO FLUIDO DA T/A ...................... 248 Velocidade com o Veículo Parado e o Motor Remoção e Instalação ........................................ 248 Funcionando ........................................................ 325INSPEÇÃO ............................................................ 255 Linha de Pressão ................................................ 325 Componentes ...................................................... 255 Velocidade do Veículo na Qual Ocorre o Engate de Bomba de Óleo ................................................... 285 Marcha ................................................................ 326 Localização dos Calços de Ajustes, Rolamentos de Velocidade do Veículo na Qual Ocorre o Bloqueio/ Agulha, Arruelas de Encosto e Anéis Elásticos .. 265 Liberação ............................................................. 326REPARAÇÃO DAS PEÇAS DOS Sensor de Temperatura do Fluido da T/A ............ 327COMPONENTES .................................................... 283 Sensor de Velocidade do Veículo T/A (Sensor de Bomba de Óleo ................................................... 285 Rotação) .............................................................. 327 Engrenagem Solar Dianteira, Embreagem de 3ª de Sensor de Rotação da Turbina ............................ 327 1 via ............................................................... 288 Freio de Ré .......................................................... 327 Diferencial Dianteiro, Embreagem de Entrada, Folga Longitudinal Total ....................................... 327 Engrenagem Interna Traseira .............................. 290 AT-4
  5. 5. ÍNDICE DE DTCSÍNDICE DE DTCS PFP:00024 AÍndice AlfabéticoNOTA:Caso o DTC “U1000 CAN COMM CIRCUIT” (Circuito de Comunicação CAN) seja exibido com outros ATDTCs, primeiramente efetue o diagnóstico de falhas para o DTC “U1000 CAN COMMUNICATION LINE(Linha de Comunicação CAN). Consulte AT-93. C Itens DTC Página de referência (Termos da tela CONSULT-II) A/T 1ST E/BRAKING P1731 AT-132 D ATF PRES SW 1/CIRC P1841 AT-158 ATF PRES SW 3/CIRC P1843 AT-160 ATF PRES SW 5/CIRC P1845 AT-162 E ATF PRES SW 6/CIRC P1846 AT-164 A/T INTERLOCK P1730 AT-129 F A/T TCC S/V FNCTN P0744 AT-114 ATF TEMP SEN/CIRC P1710 AT-120 CAN COMM CIRCUIT U1000 AT-93 G D/C SOLENOID/CIRC P1762 AT-144 D/C SOLENOID FNCTN P1764 AT-146 ENGINE SPEED SIG P0725 AT-110 H FR/B SOLENOID/CIRC P1757 AT-139 FR/B SOLENOID FNCT P1759 AT-141 I HLR/C SOL/CIRC P1767 AT-149 HLR/C SOL FNCTN P1769 AT-151 I/C SOLENOID/CIRC P1752 AT-134 J I/C SOLENOID FNCTN P1754 AT-136 L/PRESS SOL/CIRC P0745 AT-116 K LC/B SOLENOID/CIRC P1772 AT-154 LC/B SOLENOID FNCT P1774 AT-156 PNP SW/CIRC P0705 AT-101 L STARTER RELAY/CIRC P0615 AT-96 TCC SOLENOID/CIRC P0740 AT-112 M TCM P0700 AT-100 TP SEN/CIRC A/T P1705 AT-118 TURBINE REV S/CIRC P1716 AT-125 VEH SPD SE/CIR·MTR P1721 AT-127 VEH SPD SEN/CIR AT P0720 AT-105 AT-5
  6. 6. ÍNDICE DE DTCSNº DTC ÍndiceNOTA:Caso o DTC “U1000 CAN COMM CIRCUIT” (Circuito de Comunicação CAN) seja exibido com outrosDTCs, primeiramente efetue o diagnóstico de falhas para o DTC “U1000 CAN COMMUNICATION LINE(Linha de Comunicação CAN). Consulte AT-93. Itens DTC Página de referência (Termos da tela CONSULT-II) P0615 STARTER RELAY/CIRC AT-96 P0700 TCM AT-100 P0705 PNP SW/CIRC AT-101 P0720 VEH SPD SEN/CIR AT AT-105 P0725 ENGINE SPEED SIG AT-110 P0740 TCC SOLENOID/CIRC AT-112 P0744 A/T TCC S/V FNCTN AT-114 P0745 L/PRESS SOL/CIRC AT-116 P1705 TP SEN/CIRC A/T AT-118 P1710 ATF TEMP SEN/CIRC AT-120 P1716 TURBINE REV S/CIRC AT-125 P1721 VEH SPD SE/CIR·MTR AT-127 P1730 A/T INTERLOCK AT-129 P1731 A/T 1ST E/BRAKING AT-132 P1752 I/C SOLENOID/CIRC AT-134 P1754 I/C SOLENOID FNCTN AT-136 P1757 FR/B SOLENOID/CIRC AT-139 P1759 FR/B SOLENOID FNCT AT-141 P1762 D/C SOLENOID/CIRC AT-144 P1764 D/C SOLENOID FNCTN AT-146 P1767 HLR/C SOL/CIRC AT-149 P1769 HLR/C SOL FNCTN AT-151 P1772 LC/B SOLENOID/CIRC AT-154 P1774 LC/B SOLENOID FNCT AT-156 P1841 ATF PRES SW 1/CIRC AT-158 P1843 ATF PRES SW 3/CIRC AT-160 P1845 ATF PRES SW 5/CIRC AT-162 P1846 ATF PRES SW 6/CIRC AT-164 U1000 CAN COMM CIRCUIT AT-93 AT-6
  7. 7. PRECAUÇÕESPRECAUÇÕES PFP:00001 APrecauções em Relação ao Sistema de Proteção Suplementar (SRS) “AIR BAG”e “PRÉ-TENSIONADOR DO CINTO DE SEGURANÇA” ECS00IPTO Sistema de Proteção Suplementar, como o “AIR BAG” e o “PRÉ-TENSIONADOR DO CINTO DE SEGU- ATRANÇA”, utilizado junto com o cinto de segurança dianteiro, ajuda a reduzir a possibilidade de ferimentosgraves ao motorista e passageiro dianteiro em determinados tipos de colisão. As informações necessáriaspara a reparação segura do sistema podem ser encontradas nas seções SRS e SB deste Manual de Serviço. CCUIDADO:● Para evitar que o sistema SRS fique inoperante, o que poderia aumentar o risco de ferimentos pessoais ou mesmo a morte na eventualidade de uma colisão onde o air bag seria inflado, todos os serviços de manutenção devem ser efetuados em uma concessionária autorizada NISSAN. D● A manutenção inadequada, incluindo a remoção e instalação incorreta do SRS, pode causar ferimentos pessoais em virtude de uma ativação inadvertida do sistema. Quanto à remoção do Cabo Espiral e do Módulo do Air Bag, consulte a seção SRS. E● Não utilize equipamentos elétricos de teste nos circuitos relacionados ao SRS, exceto se especificado neste manual de Serviço. Os chicotes do SRS podem ser identificados pelos chicotes amarelo e/ou laranja ou conectores do chicote. FPrecauções ECS00IPR● Antes de conectar ou desconectar o conector do chicote do G conjunto da T/A, desligue a ignição e desconecte o cabo da bateria do terminal negativo. Isto é necessário, pois a volta- gem da bateria é aplicada ao TCM mesmo quando o inter- H ruptor de ignição estiver desligado (OFF).● Após efetuar cada DIAGNÓSTICO DE FALHAS, efetue o “Procedimento de Confirmação de DTCs”. I Caso a reparação seja completada, o DTC não deve ser exi- bido no “Procedimento de Confirmação de DTC’s”.● Sempre utilize a marca especificada de fluido para transmissão SEF289H J automática. Consulte MA-12, "FLUIDOS E LUBRIFICANTES RECOMENDADOS".● Ao efetuar o serviço, utilize papel que não solte fiapos ao invés de panos. K● Após trocar o fluido da transmissão automática, descarte o óleo usado, observando os procedimentos especificados pelos órgãos competentes.● Antes de efetuar a desmontagem, limpe completamente a parte externa da transmissão. É importante L evitar que as peças internas sejam contaminadas por sujeira ou materiais estranhos.● A desmontagem deverá ser efetuada em um local limpo.● Utilize papel ou toalhas que não soltem fiapos ao secar as peças limpas. Os panos normalmente utiliza- M dos na oficina podem soltar fibras que poderiam interferir no funcionamento da transmissão.● Para facilitar uma montagem correta, coloque as peças desmontadas na seqüência.● Antes da inspeção ou remontagem, todas as peças devem ser cuidadosamente limpas com um solvente de uso geral e não inflamável.● Sempre que a transmissão for desmontada, as juntas, vedadores, anéis em “O” devem ser substituídos.● É importante que sejam efetuados testes funcionais sempre que especificados.● O corpo da válvula contém peças de precisão e desta forma é necessário muito cuidado quando as peças forem removidas ou reparadas. Para facilitar uma montagem correta, coloque as peças desmontadas do corpo de válvula na seqüência. Tenha bastante cuidado para evitar que as molas e peças pequenas sejam espalhadas ou perdidas.● Válvulas, luvas, bujões, etc. instalados corretamente irão deslizar nos respectivos orifícios no corpo da válvula pelo seu próprio peso.● Antes da montagem, aplique uma camada de fluido para transmissão automática recomendado em todas as peças. Aplique vaselina para proteger os anéis em “O” e vedadores ou ainda para manter os rolamen- tos e arruelas na posição correta durante a montagem. Não utilize graxa. AT-7
  8. 8. PRECAUÇÕES● Ao efetuar a montagem, tome bastante cuidado a fim de evitar que os anéis em “O”, vedadores e juntas sejam danificados.● Após a inspeção, abasteça a transmissão com fluido para transmissão automática novo.● Quando o bujão de drenagem for removido, apenas uma parte do fluido para transmissão automática será drenada. O fluido para transmissão automática usado irá permanecer no conversor de torque e no sistema de arrefecimento do fluido da transmissão automática. Ao trocar o fluido da transmissão automática, sempre observe os procedimentos descritos em “Ao trocar o Fluido da Transmissão Automática”, na seção TA. Consulte AT-11, "Troca do Fluido T/A", AT-12, "Inspeção do Fluido T/A".Diagramas dos Circuitos e Diagnóstico de Falhas ECS00IPSAo fazer a leitura dos diagramas elétricos, consulte:● GI-17, "Como Ler os Diagramas Elétricos".● PG-4, "CIRCUITO DE DIRECIONAMENTO DA ALIMENTAÇÃO DE ENERGIA", quanto ao circuito de dis- tribuição de energia.Ao efetuar o diagnóstico de falhas consulte:● GI-12, "Como Seguir o Diagnóstico de Falhas".● GI-26, "Como Realizar Diagnóstico Eficiente para um Incidente Elétrico". AT-8
  9. 9. PREPARAÇÃOPREPARAÇÃO PFP:00002 AFerramentas Especiais ECS00FWB Número da ferramenta Descrição Nome da ferramenta AT ST2505S001 Medição da pressão de linha Jogo de medidores de pressão do óleo 1 ST25051001 C Medidor de pressão do óleo 2 ST25052000 Mangueira 3 ST25053000 D Tubo de união 4 ST25054000 Adaptador SCIA3695J E 5 ST25055000 Adaptador KV31103600 Medição da pressão de linha Adaptador do tubo de união F (Com ST25054000) G ZZA1227D ST33400001 ● Instalação do vedador de óleo traseiro H Mandril (modelos 2WD) a: 60 mm (2,36 pol.) ● Instalação do vedador de óleo do aloja- b: 47 mm (1,85 pol.) mento da bomba de óleo I NT086 J KV31102400 Instalação do retentor da mola de retorno do Compressor da mola da embreagem freio de ré a: 320 mm (12,60 pol.) b: 174 mm (6,85 pol.) K NT423 L ST25850000 Remova o conjunto da bomba de óleo Martelo deslizante a: 179 mm (7,05 pol.) M b: 70 mm (2,76 pol.) c: 40 mm (1,57 pol.) d: M12X1.75P NT422 AT-9
  10. 10. PREPARAÇÃOFerramentas Comerciais ECS00FWC Nome da ferramenta Descrição Mandril Instalação dos vedadores de óleo do eixo a: 22 mm (0,87 pol.) manual NT083 Mandril Instalação do vedador de óleo traseiro a: 64 mm (2,52 pol.) (modelos 4WD) SCIA5338 AT-10
  11. 11. FLUIDO T/AFLUIDO DA T/A PFP:KLE40 ATroca do Fluido T/A ECS00FWD1. Aqueça o fluido da transmissão automática.2. Interrompa o funcionamento do motor. AT3. Solte o parafuso do medidor de nível.4. Remova o medidor de nível do fluido da transmissão automá- tica. C5. Remova o bujão de drenagem e drene o fluido da transmissão automática através do furo de drenagem.6. Instale a junta do bujão de drenagem e bujão de drenagem no D cárter de óleo. CUIDADO: Descarte a junta do bujão de drenagem. E SCIA4896E7. Aperte o bujão de drenagem de acordo com o torque especifi- cado. Consulte AT-222, "COMPONENTES".8. Abasteça com fluido para transmissão automática novo. Sempre abasteça com a mesma quantidade de F fluido que foi drenada. ● Para substituir o fluido da transmissão automática, adicione o novo ATF pelo tubo de abastecimento com o motor em marcha-lenta e simultaneamente drene o ATF velho pelo lado de retorno da G mangueira de arrefecimento de fluido da A/T. ● Quando a cor do fluido da T/A que estiver saindo for quase a mesma do novo fluido, a substituição está completa. Deve-se utilizar de 30 a 50% a mais da quantidade especificada do novo fluido da T/A. H Fluido para Transmissão Automática: Fluido J ATF Matic NISSAN Capacidade de fluido: 10,3 (9 – 1/8 quartos imp) I CUIDADO: ● Utilize apenas Fluido J Matic ATF NISSAN. Não misture com outro tipo de fluido para transmis- são automática. J ● Caso seja utilizado um fluido diferente do especificado (Fluido J Matic ATF NISSAN), a dirigibili- dade do veículo será comprometida, bem como a durabilidade da transmissão automática. A transmissão automática poderá ser danificada; neste caso, a reparação não estará coberta pela garantia de veículo novo NISSAN. K ● Ao abastecer com fluido para transmissão automática, tome cuidado para não derramá-lo sobre peças que geram calor, por exemplo, o escapamento. L9. Deixe o motor funcionar em marcha-lenta por 5 minutos.10. Inspecione o nível e a condição do fluido da transmissão automática. Consulte AT-12, "Inspeção do Fluido T/A". Caso o fluido da transmissão automática ainda esteja sujo, repita as etapas de 2 a 9. M11. Instale o medidor de nível do fluido da transmissão automática no tubo de abastecimento do fluido da transmissão automática.12. Aperte o parafuso do medidor de nível de acordo com o torque especificado. Consulte AT-251, "COMPO- NENTES". AT-11
  12. 12. FLUIDO T/AInspeção do Fluido T/A1. Aqueça o motor.2. Verifique quanto a vazamentos do fluido da transmissão automática.3. Solte o parafuso do medidor de nível.4. Antes de dirigir o veículo, o nível de fluido da transmissão automática pode ser inspecionado [(temperaturas entre 30 a 50°C (86° a 122°F)], utilizando a faixa FRIO no medidor de nível de fluido da T/A, conforme abaixo:a. Estacione o veículo em um local plano e aplique o freio de esta- cionamento.b. Dê partida ao motor e mova a alavanca seletora para todas as posições. Deixe a alavanca seletora na posição “P”.c. Inspecione o nível do fluido da transmissão automática com o motor em marcha-lenta. SCIA7120Ed. Remova o medidor de nível do fluido da transmissão automática e limpe-o com um papel que não solte fiapos. CUIDADO: Ao limpar o medidor de nível de fluido da transmissão automática, sempre utilize um papel que não solte fiapos – não use panos.e. Introduza novamente a vareta medidora do nível de fluido da transmissão automática no tubo, o mais possível. CUIDADO: Para inspecionar o nível de fluido da transmissão automática, introduza a vareta medidora do nível de fluido da transmissão automática até que a tampa toque a extremidade do tubo de abas- tecimento de fluido, com a vareta medidora de fluido da T/A invertida das condições de fixação normal.f. Remova a vareta medidora do nível de fluido da transmissão automática e anote a leitura. Caso a leitura esteja no lado baixo da faixa, adicione fluido para transmissão automática pelo tubo. CUIDADO: Não coloque fluido em excesso.5. Dirija o veículo por aproximadamente 5 minutos em áreas urbanas.6. A temperatura do fluido da transmissão automática deve estar em aproximadamente 65°C (149°F). NOTA: O nível do fluido da transmissão automática será bastante afetado pela temperatura, conforme mostrado na figura. Desta forma, certifique-se de efetuar a operação enquanto estiver inspecio- nando os dados com o CONSULT-II. SLIA0016E AT-12
  13. 13. FLUIDO T/Aa. Conecte o conector da conexão de dados CONSULT-II. Consulte AT-80, "PROCEDIMENTO DE AJUSTE DE CONSULT-II". Ab. Selecione “SINAIS PRINCIPAIS”, no modo “MONITOR DE DADOS” para “T/A” com CONSULT-II.c. Faça a leitura do valor de “ATF TEMP 1”. AT7. Inspecione novamente o nível de fluido da transmissão automática [temperatura de aproximadamente 65°F (149°F)], utilizando a faixa QUENTE na vareta medidora do nível de fluido da T/A. CUIDADO: C ● Ao limpar o medidor de nível de fluido da transmissão automática, sempre utilize um papel que não solte fiapos – não use panos. ● Para inspecionar o nível de fluido da transmissão auto- D mática, introduza a vareta medidora do nível de fluido da transmissão automática até que a tampa toque a extremi- dade do tubo de abastecimento de fluido, com a vareta E medidora de fluido da T/A invertida das condições de fi- xação normal, conforme indicado. SCIA2899E F8. Inspecione a condição do fluido T/A. ● Caso o fluido da transmissão automática esteja muito escuro ou esteja cheirando a queimado, inspe- cione o funcionamento da transmissão automática. Lave o sistema de arrefecimento após reparar a G transmissão automática. ● Caso o fluido da transmissão automática esteja contaminado com materiais de fricção (embreagens, cintas, etc.), substitua o radiador e lave a linha do resfriador, utilizando um solvente de limpeza e ar H comprimido após reparar a transmissão automática. Consulte CO-11, "RADIADOR". I9. Instale o medidor de nível do fluido da transmissão automática J no tubo de abastecimento do fluido da transmissão automática.10. Aperte o parafuso do medidor de nível de acordo com o torque especificado. Consulte AT-251, "COMPONENTES". K L SCIA4896 M AT-13
  14. 14. SISTEMA DE CONTROLE T/ASISTEMA DE CONTROLE T/A PFP: 31036Vista em Corte (Modelos 2WD) ECS00GVH SCIA7318E1. Engrenagem planetária dianteira 8. Freio dianteiro 15. Embreagem de entrada2. Engrenagem planetária intermediária 9. Freio de desaceleração (baixa) 16. Embreagem de 1ª de uma via3. Engrenagem planetária traseira 10. Eixo de entrada 17. Válvula de controle com TCM4. Embreagem direta 11. Conversor de torque 18. Embreagem de avanço de uma via5. Embreagem de ré (alta e baixa) 12. Bomba de óleo 19. Extensão traseira6. Freio de ré 13. Embreagem de 3ª de uma via 20. Eixo de saída7. Suporte do tambor 14. Freio dianteiro AT-14
  15. 15. SISTEMA DE CONTROLE T/AVista em Corte (Modelos 4WD) A AT C D E F G H I SCIA5268E1. Engrenagem planetária dianteira 8. Freio dianteiro 15. Embreagem de entrada2. Engrenagem planetária intermediária 9. Freio de desaceleração (baixa) 16. Embreagem de 1ª de uma via J3. Engrenagem planetária traseira 10. Eixo de entrada 17. Válvula de controle com TCM4. Embreagem direta 11. Conversor de torque 18. Embreagem de avanço de uma via5. Embreagem de ré (alta e baixa) 12. Bomba de óleo 19. Alojamento do adaptador K6. Freio de ré 13. Freio dianteiro 20. Eixo de saída7. Suporte do tambor 14. Embreagem de 3ª de uma via L M AT-15
  16. 16. SISTEMA DE CONTROLE T/AMecanismo de MudançasA transmissão automática utiliza sistemas de engrenagens planetárias triplas compactas para melhorar aeficiência da transmissão, simplificar a construção e reduzir o peso.Ela também utiliza um controle de mudança ideal e redução de transmissão super larga. Isto melhora odesempenho da partida e a aceleração durante o funcionamento em velocidades médias e altas.CONSTRUÇÃO PCIA0002J1. Freio dianteiro 9. Embreagem de avanço de uma via 17. Engrenagem solar intermediária2. Embreagem de entrada 10. Embreagem de 3ª de uma via 18. Diferencial dianteiro3. Embreagem direta 11. Engrenagem solar dianteira 19. Diferencial intermediário4. Embreagem de ré (alta e baixa) 12. Eixo de entrada 20. Engrenagem interna traseira5. Freio de ré 13. Engrenagem interna intermediária 21. Eixo de saída6. Freio dianteiro 14. Engrenagem interna dianteira 22. Engrenagem de estacionamento7. Freio de desaceleração (baixa) 15. Diferencial traseiro 23. Garra de estacionamento8. Embreagem de 1ª de uma via 16. Engrenagem solar traseiraFUNÇÃO DA EMBREAGEM E FREIO Nome da Peça Abreviatura FunçãoFreio dianteiro (1) FR/B Fixa a engrenagem solar dianteira (11). Conecta o eixo de entrada (12), a engrenagem interna dianteira (14) e aEmbreagem de entrada (2) I/C engrenagem interna intermediária (13).Embreagem direta (3) D/C Conecta o diferencial traseiro (15) e a engrenagem solar traseira (16). Conecta a engrenagem solar intermediária (17) e a engrenagem solar traseiraEmbreagem de ré (alta e baixa) (4) HLR/C (16).Freio de ré (5) R/B Fixa o diferencial traseiro (15).Freio de avanço (6) Fwd/B Fixa a engrenagem solar intermediária (17).Freio de desaceleração (baixa) (7) LC/B Fixa a engrenagem solar intermediária (17). Permite que a engrenagem solar traseira (16) gire livremente para frenteEmbreagem de 1ª de uma via (8) 1st OWC em relação à engrenagem solar intermediária (17) mas fixa-a na rotação contrária. Permite que a engrenagem solar intermediária (17) gire livremente para frenteEmbreagem de avanço de uma via (9) Fwd OWC mas fixa-a na rotação contrária. Permite que a engrenagem solar dianteira (11) gire livremente para frente masEmbreagem de 3ª de uma via (10) 3rd OWC fixa a na rotação contrária. AT-16
  17. 17. SISTEMA DE CONTROLE T/ATABELA DA EMBREAGEM E CINTA A Posição de 1st Fwd 3rd I/C HLR/C D/C R/B FR/B LC/B Fwd/B Notas mudança OWC OWC OWC POSIÇÃO AT P ESTACIONA- MENTO R O O O ✩ ✩ POSIÇÃO RÉ C POSIÇÃO N NEUTRA 1st ✱ ✱✱ O ✩ ✩ ✩ D 2nd O O ✩ ✩ Mudança D*1 3rd O O ★ ✩ automática 1⇔2⇔3⇔4⇔5 E 4th O O O ★ 5th O O ★ ★ 1st ✱ ✱✱ O ✩ ✩ ✩ F 2nd O O ✩ ✩ Mudança 3 automática 3rd O O ★ ✩ 1⇔2⇔3⇐4 G 4th O O O ★ 1st ✱ ✱✱ O ✩ ✩ ✩ 2nd O O ✩ ✩ Mudança H 2 automática 3rd O O ★ ✩ 1⇔2⇐3⇐4 4th O O O ★ I 1st O O ✩ ✩ ✩ Trava (mantém 2nd O O ✩ ✩ parada em 1ª 1 3rd O O ★ ✩ marcha) J 1⇐2⇐3⇐4 4th O O O ★O: Funciona. K✩: Funciona durante aceleração “progressiva”.★: Funciona e afeta a potência da transmissão enquanto o veículo estiver em ponto-morto. : Pressão de linha é aplicada mas não afeta a potência da transmissão. ✱ : Opera sob as condições mostradas em HLR/C Condição de Funcionamento. L ✱✱ : Opera sob as condições mostradas em LC/B Condição de Funcionamento Controle de retardo é aplicado durante “D” (4,3,2,1)_ mudança para “N”.*1: T/A não passará para 5ª marcha quando o interruptor de controle de sobremarcha estiver ajustado na posição OFF. M SCIA5642E AT-17
  18. 18. SISTEMA DE CONTROLE T/ATRANSMISSÃO DA POTÊNCIAPosição “N”Uma vez que ambos – freio de avanço e freio de ré – estejam liberados, o torque de acionamento do eixo deentrada não é transmitido ao eixo de saída.Posição “P”● Similar para a posição “N”, ambos o freio de avanço e o freio de ré estejam liberados, de maneira que o torque de acionamento do eixo de entrada não é transmitido ao eixo de saída.● A garra de estacionamento ligada com a alavanca seletora é acoplada com a engrenagem de estaciona- mento e fixa o eixo de saída mecanicamente. PCIA0003J 1. Freio dianteiro 9. Embreagem de avanço de uma via 17. Engrenagem solar intermediária 2. Embreagem de entrada 10. Embreagem de 3ª de uma via 18. Diferencial dianteiro 3. Embreagem direta 11. Engrenagem solar dianteira 19. Diferencial intermediário 4. Embreagem de ré (alta e baixa) 12. Eixo de entrada 20. Engrenagem interna traseira 5. Freio de ré 13. Engrenagem interna intermediária 21. Eixo de saída 6. Freio de avanço 14. Engrenagem interna dianteira 22. Engrenagem de estacionamento 7. Freio de desaceleração (baixa) 15. Diferencial traseiro 23. Garra de estacionamento 8. Embreagem de 1ª de uma via 16. Engrenagem solar traseira AT-18
  19. 19. SISTEMA DE CONTROLE T/APosições “D”, “3” e “2”, 1ª marcha● O freio de avanço e a embreagem de avanço de uma via regulam a rotação reversa da engrenagem solar A intermediária.● A embreagem de 1ª de uma via regula a rotação reversa da engrenagem solar traseira. AT● A embreagem de 3ª de uma via regula a rotação reversa da engrenagem solar dianteira.● Durante a desaceleração, a engrenagem solar intermediária gira para frente, de maneira que a embrea- gem de avanço de uma via fica em marcha-lenta e o freio-motor não é ativado. C D E F G H I J K SCIA1512E 1. Freio dianteiro 9. Embreagem de avanço de uma via 17. Engrenagem solar intermediária 2. Embreagem de entrada 10. Embreagem de 3ª de uma via 18. Diferencial dianteiro L 3. Embreagem direta 11. Engrenagem solar dianteira 19. Diferencial intermediário 4. Embreagem de ré (alta e baixa) 12. Eixo de entrada 20. Engrenagem interna traseira 5. Freio de ré 13. Engrenagem interna intermediária 21. Eixo de saída M 6. Freio de avanço 14. Engrenagem interna dianteira 22. Engrenagem de estacionamento 7. Freio de desaceleração (baixa) 15. Diferencial traseiro 23. Garra de estacionamento 8. Embreagem de 1ª de uma via 16. Engrenagem solar traseira AT-19
  20. 20. SISTEMA DE CONTROLE T/APosição “1” 1ª Marcha● O freio dianteiro fixa a engrenagem solar dianteira.● O freio de avanço e a embreagem de avanço de uma via regulam a rotação reversa da engrenagem solar intermediária.● Embreagem de ré (alta e baixa) conecta a engrenagem solar traseira e a engrenagem solar intermediária.● O freio de desaceleração (baixa) fixa a engrenagem solar intermediária.● Durante a desaceleração, o freio de desaceleração (baixa) regula a rotação de avañço das funções da engrenagem solar intermediária e do freio-motor. SCIA1513E 1. Freio dianteiro 9. Embreagem de avanço de uma via 17. Engrenagem solar intermediária 2. Embreagem de entrada 10. Embreagem de 3ª de uma via 18. Diferencial dianteiro 3. Embreagem direta 11. Engrenagem solar dianteira 19. Diferencial intermediário 4. Embreagem de ré (alta e baixa) 12. Eixo de entrada 20. Engrenagem interna traseira 5. Freio de ré 13. Engrenagem interna intermediária 21. Eixo de saída 6. Freio de avanço 14. Engrenagem interna dianteira 22. Engrenagem de estacionamento 7. Freio de desaceleração (baixa) 15. Diferencial traseiro 23. Garra de estacionamento 8. Embreagem de 1ª de uma via 16. Engrenagem solar traseira AT-20
  21. 21. SISTEMA DE CONTROLE T/APosições “D” e “3” 2ª Marcha● O freio de avanço e a embreagem de avanço de uma via regulam a rotação reversa da engrenagem solar A intermediária.● A embreagem de 3ª de uma via regula a rotação reversa da engrenagem solar dianteira. AT● A embreagem direta é acoplada e o diferencial traseiro e a engrenagem solar traseira são conectados.● Durante a desaceleração, a engrenagem solar intermediária gira para frente, de maneira que a embrea- gem de avanço de uma via fica em marcha-lenta e o freio-motor não é ativado. C D E F G H I J K SCIA1514E 1. Freio dianteiro 9. Embreagem de avanço de uma via 17. Engrenagem solar intermediária 2. Embreagem de entrada 10. Embreagem de 3ª de uma via 18. Diferencial dianteiro L 3. Embreagem direta 11. Engrenagem solar dianteira 19. Diferencial intermediário 4. Embreagem de ré (alta e baixa) 12. Eixo de entrada 20. Engrenagem interna traseira 5. Freio de ré 13. Engrenagem interna intermediária 21. Eixo de saída M 6. Freio de avanço 14. Engrenagem interna dianteira 22. Engrenagem de estacionamento 7. Freio de desaceleração (baixa) 15. Diferencial traseiro 23. Garra de estacionamento 8. Embreagem de 1ª de uma via 16. Engrenagem solar traseira AT-21
  22. 22. SISTEMA DE CONTROLE T/APosições “2” e “1” 2ª Marcha● O freio dianteiro fixa a engrenagem solar dianteira.● O freio de avanço e a embreagem de avanço de uma via regulam a rotação reversa da engrenagem solar intermediária.● A embreagem direta é acoplada e o diferencial traseiro e a engrenagem solar traseira são conectados.● O freio de desaceleração (baixa) fixa a engrenagem solar intermediária.● Durante a desaceleração, o freio de desaceleração (baixa) regula a rotação à frente das funções da engrenagem solar intermediária e do freio-motor. SCIA1515E1. Freio dianteiro 9. Embreagem de avanço de uma via 17. Engrenagem solar intermediária2. Embreagem de entrada 10. Embreagem de 3ª de uma via 18. Diferencial dianteiro3. Embreagem direta 11. Engrenagem solar dianteira 19. Diferencial intermediário4. Embreagem de ré (alta e baixa) 12. Eixo de entrada 20. Engrenagem interna traseira5. Freio de ré 13. Engrenagem interna intermediária 21. Eixo de saída6. Freio de avanço 14. Engrenagem interna dianteira 22. Engrenagem de estacionamento7. Freio de desaceleração (baixa) 15. Diferencial traseiro 23. Garra de estacionamento8. Embreagem de 1ª de uma via 16. Engrenagem solar traseira AT-22
  23. 23. SISTEMA DE CONTROLE T/APosições “D” e “3” 3ª Marcha● O freio dianteiro fixa a engrenagem solar dianteira. A● A embreagem direta é acoplada e o diferencial traseiro e a engrenagem solar traseira são conectados.● Embreagem de ré (alta e baixa) é acoplada e a engrenagem solar intermediária e a engrenagem solar AT traseira são conectadas. C D E F G H I J SCIA1516E1. Freio dianteiro 9. Embreagem de avanço de uma via 17. Engrenagem solar intermediária K2. Embreagem de entrada 10. Embreagem de 3ª de uma via 18. Diferencial dianteiro3. Embreagem direta 11. Engrenagem solar dianteira 19. Diferencial intermediário4. Embreagem de ré (alta e baixa) 12. Eixo de entrada 20. Engrenagem interna traseira L5. Freio de ré 13. Engrenagem interna intermediária 21. Eixo de saída6. Freio de avanço 14. Engrenagem interna dianteira 22. Engrenagem de estacionamento7. Freio de desaceleração (baixa) 15. Diferencial traseiro 23. Garra de estacionamento M8. Embreagem de 1ª de uma via 16. Engrenagem solar traseira AT-23
  24. 24. SISTEMA DE CONTROLE T/APosição “D” 4ª Marcha● A embreagem direta é acoplada e o diferencial traseiro e a engrenagem solar traseira são conectados.● Embreagem de ré (alta e baixa) é acoplada e a engrenagem solar intermediária e a engrenagem solar traseira são conectadas.● A embreagem direta é acoplada e a engrenagem interna dianteira e a engrenagem interna intermediária são conectadas.● A força de acionamento é transmitida para a engrenagem interna dianteira, engrenagem interna inter- mediária e diferencial traseiro; as três engrenagens planetárias giram à frente como uma unidade. SCIA1517E1. Freio dianteiro 9. Embreagem de avanço de uma via 17. Engrenagem solar intermediária2. Embreagem de entrada 10. Embreagem de 3ª de uma via 18. Diferencial dianteiro3. Embreagem direta 11. Engrenagem solar dianteira 19. Diferencial intermediário4. Embreagem de ré (alta e baixa) 12. Eixo de entrada 20. Engrenagem interna traseira5. Freio de ré 13. Engrenagem interna intermediária 21. Eixo de saída6. Freio de avanço 14. Engrenagem interna dianteira 22. Engrenagem de estacionamento7. Freio de desaceleração (baixa) 15. Diferencial traseiro 23. Garra de estacionamento8. Embreagem de 1ª de uma via 16. Engrenagem solar traseira AT-24
  25. 25. SISTEMA DE CONTROLE T/APosição “D” 5ª Marcha● O freio dianteiro fixa a engrenagem solar dianteira. A● A embreagem entrada é acoplada e a engrenagem interna dianteira e a engrenagem interna inter- mediária são conectadas. AT● Embreagem de ré (alta e baixa) é acoplada e a engrenagem solar intermediária e a engrenagem solar traseira são conectadas. C D E F G H I J SCIA1518E K 1. Freio dianteiro 9. Embreagem de avanço de uma via 17. Engrenagem solar intermediária 2. Embreagem de entrada 10. Embreagem de 3ª de uma via 18. Diferencial dianteiro 3. Embreagem direta 11. Engrenagem solar dianteira 19. Diferencial intermediário L 4. Embreagem de ré (alta e baixa) 12. Eixo de entrada 20. Engrenagem interna traseira 5. Freio de ré 13. Engrenagem interna intermediária 21. Eixo de saída 6. Freio de avanço 14. Engrenagem interna dianteira 22. Engrenagem de estacionamento M 7. Freio de desaceleração (baixa) 15. Diferencial traseiro 23. Garra de estacionamento 8. Embreagem de 1ª de uma via 16. Engrenagem solar traseira AT-25
  26. 26. SISTEMA DE CONTROLE T/APosição “R”● O freio dianteiro fixa a engrenagem solar dianteira.● Embreagem de ré (alta e baixa) é acoplada e a engrenagem solar intermediária e a engrenagem solar traseira são conectadas.● O freio de ré fixa o diferencial traseiro. SCIA1519E 1. Freio dianteiro 9. Embreagem de avanço de uma via 17. Engrenagem solar intermediária 2. Embreagem de entrada 10. Embreagem de 3ª de uma via 18. Diferencial dianteiro 3. Embreagem direta 11. Engrenagem solar dianteira 19. Diferencial intermediário 4. Embreagem de ré (alta e baixa) 12. Eixo de entrada 20. Engrenagem interna traseira 5. Freio de ré 13. Engrenagem interna intermediária 21. Eixo de saída 6. Freio de avanço 14. Engrenagem interna dianteira 22. Engrenagem de estacionamento 7. Freio de desaceleração (baixa) 15. Diferencial traseiro 23. Garra de estacionamento 8. Embreagem de 1ª de uma via 16. Engrenagem solar traseira AT-26
  27. 27. SISTEMA DE CONTROLE T/AFunção TCM AA função do TCM é:● Receber os sinais de entrada enviados de vários interruptores e sensores.● Determinar a pressão de linha exigida, o ponto de mudança, funcionamento do bloqueio, e o funciona- AT mento do freio-motor.● Enviar os sinais de saída aos respectivos solenóides.ESBOÇO DO SISTEMA DE CONTROLE CA transmissão automática detecta as condições de funcionamento do veículo através de vários sensores ousinais. Ela sempre controla a posição ideal de mudança e reduz os impactos de mudanças e de bloqueio. D SENSORES (ou SINAIS) TCM ATUADORES Interruptor PNP Sinal de posição do pedal do E acelerador Válvula solenóide da embreagem de Sinal de posição do acelerador – entrada fechado Controle de mudança Válvula solenóide da embreagem direta Sinal de posição do acelerador – Controle de pressão de linha Válvula solenóide do freio dianteiro totalmente aberto Controle de bloqueio F Controle do freio-motor Válvula solenóide da embreagem de ré Sinal da rotação do motor (alta e baixa) Sensor de temperatura do fluido da T/A ⇒ Controle de sincronização ⇒ Válvula solenóide do freio de Sensor de rotação Controle de falha segura desaceleração (baixa) Sinal da velocidade do veículo Auto-diagnóstico Válvula solenóide da embreagem do G Sinal do interruptor da 1ª posição Linha de comunicação do conversor de torque Sinal do interruptor de controle da CONSULT-II Válvula solenóide da pressão de linha sobremarcha Controle Duet-EA Luz indicadora OD OFF Sinal do interruptor da luz de freio Sistema CAN Relé de partida H Sensor de rotação da turbina Relé da luz de ré Interruptor da pressão do fluido da transmissão automática IDIAGRAMA DO SISTEMA DE CONTROLE J K L M SCIA7332E AT-27
  28. 28. SISTEMA DE CONTROLE T/AComunicação CANDESCRIÇÃO DO SISTEMACAN (Rede da Área do Controlador) é uma linha de comunicação serial para aplicação em tempo real. Com-preende uma linha de comunicação múltipla no veículo com alta velocidade de comunicação de dados e umaexcelente capacidade em detectar erros. O veículo está equipado com muitas unidades de controle eletrôni-cas e cada unidade de controle compartilha informações e conexões com outras unidades de controledurante a operação (não independentes). Na comunicação CAN, as unidades de controle são conectadascom 2 linhas de comunicação (linha CAN H, L) permitindo uma alta taxa de transmissão de informações commenos fiação. Cada unidade de controle transmite / recebe dados mas faz a leitura seletiva apenas dosdados necessários. Quanto a outros detalhes, consulte LAN-47, "Tabela de Sinais da Comunicação CAN".Sinal de Entrada/Saída do TCM Controle Função Função Controle da Controle Controle Controle de de falha de auto- Item de controle velocidade de de do freio- pressão segura diagnós- do veículo mudança bloqueio motor de linha (*3) tico Sinal de posição do pedal do acelerador (*5) X X X X X X X Sensor de velocidade do veículo T/A X X X X X X X (sensor de rotação) Sensor de velocidade do veículo MTR (*1) X (*5) Sinal de posição do acelerador – X (*2) X X X X (*4) fechado (*5) Sinal de posição do acelerador – X X (*4) totalmente aberto (*5) Entrada Sensor de rotação da turbina 1 X X X X X Sensor de rotação da turbina 2 X X X X X (apenas para a 4ª marcha) Sinais da rotação do motor (*5) X X X X X X X Sinal do interruptor da luz de freio (*5) X X X X (*4) Sensores de temperatura do fluido da T/A X X X X X X 1, 2 Sinal de funcionamento (*5) X X X ASCD Sinal de cancelamento da X sobremarcha (*5) Solenóide da embreagem direta (interruptor X X X X de pressão do fluido da TA 5) Solenóide da embreagem de entrada X X X X (interruptor de pressão do fluido da TA 3) Solenóide da embreagem de ré (alta e baixa) (interruptor de pressão do fluido da X X X X TA 6) Solenóide do freio dianteiro (interruptor de Saída X X X X pressão do fluido da TA 1) Solenóide do freio de desaceleração de baixa (interruptor de pressão do fluido da X X X X X TA 2) Solenóide de pressão de linha X X X X X X X Solenóide TCC X X X Tabela de auto-diagnóstico (*6) X Relé de partida X X*1: Reserva para sensor de velocidade do veículo T/A (sensor de rotação).*2: Reserva para sensor do sinal de posição do pedal do acelerador.*3: Caso os sinais de entrada e de saída sejam diferentes, o TCM ativa a função falha segura.*4: Utilizado como uma condição para iniciar o auto-diagnóstico; caso o auto-diagnóstico não seja iniciado, assume-se que existe algum tipo de erro.*5: Entrada pelas comunicações CAN.*6: Saída pelas comunicações CAN. AT-28

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