Profilaxia da raiva humana 2012 reduzido parte 2

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  • Não se recomenda a injeção na região do glúteo, pois, muitas vezes, a vacina não é inoculada no interior do músculo e sim no tecido adiposo (gordura), o que diminui sensivelmente a resposta ao imunobiológico. MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA VACINACAO – FUNASA 2001 PAG 171
  • Profilaxia da raiva humana 2012 reduzido parte 2

    1. 1. VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICAATENDIMENTO ANTIRRÁBICO HUMANO 2º PARTE Raphael Andrade de Castro Medico Veterinário - Sanitarista Profilaxia da Raiva Humana Zoonoses – Setor de Agravos Transmissíveis
    2. 2. ATENDIMENTO ANTIRRÁBICO HUMANOAvaliação Avaliação do do caso! caso! http://www.simianart.com/goozydumps/2009/08/08/india-rabies-poster-cartoon-series-2/
    3. 3. ATENDIMENTO ANTIRRÁBICO HUMANO ? Cab d edura eça Mo r Pes / coç o?Avaliação Arran VACINAR! Avaliação hadur a? do do br os caso! Me m caso! ? e dura NOTIFICAR! riore s? Lamb supe Co M ão nta s/P ind to Membros és ire t o? inferiores?
    4. 4. AVALIAÇÃO DO CASOLocal da Agressão Característica da lesão 1 - Classificação da lesão/contato (LEVE /GRAVE) Protocolo Adotado • Dispensa do tratamento; 2 - Condições do animal/histórico• Observação do animal; • Vacina + Observação; • Vacina; Bom senso!!! • Vacina + Soro.
    5. 5. CRITÉRIO PARA AVALIAÇÃO1. CLASSIFICAÇÃO DA LESÃO/CONTATO: Localização da Agressão vs Característica da Lesão LEVE GRAVE GRAVE LEVE
    6. 6. CRITÉRIO PARA AVALIAÇÃO1. CLASSIFICAÇÃO DA LESÃO/CONTATO: LOCALIZAÇÃO DA LESÃO/CONTATO
    7. 7. CRITÉRIO PARA AVALIAÇÃOLOCALIZAÇÃO DA LESÃO/CONTATO FACE! M. SUPERIORES! MÃOS!
    8. 8. CRITÉRIO PARA AVALIAÇÃOGRAVE GRAVE LOCALIZAÇÃO DA LESÃO/CONTATO
    9. 9. CRITÉRIO PARA AVALIAÇÃOOBSERVAR A LESÃO OBSERVAR A LESÃO LOCALIZAÇÃO DA LESÃO/CONTATO
    10. 10. CRITÉRIO PARA AVALIAÇÃO• Localização da Lesão / Contato: – Mucosa; – Pés, mãos; Acidentes Graves – Cabeça e pescoço. – Tronco; – Braço (exceto mãos); Observar a Lesão – Perna (exceto pés).
    11. 11. CRITÉRIO PARA AVALIAÇÃOLOCALIZAÇÃO DA LESÃO/CONTATO FACE! M. SUPERIORES! MÃOS! GRAVE! AVALIAR A LESÃO! GRAVE!
    12. 12. CRITÉRIO PARA AVALIAÇÃO1. CLASSIFICAÇÃO DA LESÃO/CONTATO: CARACTERÍSTICA DA LESÃO/CONTATO
    13. 13. CRITÉRIO PARA AVALIAÇÃOCARACTERÍSTICA DA LESÃO/CONTATO M. SUPERIORES! M.INFERIORES! TRONCO!
    14. 14. CRITÉRIO PARA AVALIAÇÃO GRAVE!!! LEVE!!! GRAVE!!!• Característica da lesão: – Ferimentos superficiais; – Pouco extensos; – Geralmente únicos; – Lambedura de pele com lesões superficiais; – Ferimentos profundos; – Múltiplos ou extensos; – Lambedura de mucosas; – Lambedura de pele com lesão grave.
    15. 15. CRITÉRIO PARA AVALIAÇÃOLOCALIZAÇÃO DA LESÃO/CONTATO M. SUPERIORES! M. SUPERIORES! M.INFERIORES! M.INFERIORES! TRONCO! GRAVE! GRAVE! LEVE!
    16. 16. LEVE!!! GRAVE!!!
    17. 17. GRAVE!!!GRAVE!!!
    18. 18. CRITÉRIO PARA AVALIAÇÃO CONDIÇÃO DO ANIMAL / HISTÓRICO
    19. 19. CRITÉRIO PARA AVALIAÇÃO• Condição do animal: – Histórico / Anamnese VS Segurança / Veracidade! – Cães e gatos que vivem (EXCLUSIVAMENTE) em domicilio; EXCLUSIVAMENTE – Cães e gatos que vivem ou convivem na rua; – Animais de produção; Observar a lesão! – Morcego Sempre Grave!!! – Roedores e lagomorfos?? NÃO TRATAR!!!
    20. 20. CRITÉRIO PARA AVALIAÇÃOMorcego: SORO + VACINA PRE! SE MRoedores (não silvestre): NÃO VACINA
    21. 21. ATENDIMENTO ANTIRRÁBICO HUMANO VACINA
    22. 22. VACINA• Vacina de Cultivo Celular: – Desenvolvida a partir de Células Diplóides Humanas (VCHD) ou Células de Rim de Macaco Africano Vero (VCV); – Pouca reação adversa: febre baixa, reação local, mal-estar, náuseas ou cefaléia; • Não contra-indicam doses subsequente desta vacina. – Necessidade de menores quantidades de doses; – Aplicação intramuscular profunda: Deltóide ou Vasto lateral da coxa (Nunca no Glúteo).
    23. 23. PROTOCOLO PARA TRATAMENTO
    24. 24. PROTOCOLO PARA TRATAMENTO• Limpeza local:  Água, sabão e antisséptico.• Vacina antirrábica:  Até cinco doses: 0, 3, 7, 14 e 28.• Soro antirrábico:  Soro heterólogo ou homólogo.
    25. 25. TIPOS DE PROTOCOLO VACINAL 1. Tratamento Pré-exposição; 2. Tratamento Pós-exposição; 3. Tratamento Re-exposição.
    26. 26. PROTOCOLOS PARA TRATAMENTO• Tratamento Pré-exposição: – Indivíduos sob o risco de infecção; – Não utiliza o Soro; – Esquema: 3 doses; TITULO DE ANTICORPOS – Satisfatório: ≥ 0,5 UI/mL Dias de aplicação: 0, 7 e 28.
    27. 27. PROTOCOLOS PARA TRATAMENTO• Tratamento Pós-exposição: – Limpeza do ferimento; – Antisséptico; – Esquema variável: Até 5 doses; – Dias de aplicação: 0, 3, 7, 14 e 28. 1.Somente observação do animal; 2.Observação do animal + 2 doses; 3.5 doses; 4.Soro + 5 doses; 5.Soro + 2 doses + observação.
    28. 28. PROTOCOLOS PARA TRATAMENTO• Tratamento para Reexposição: PACIENTE TRATADO E NOVAMENTE AGREDIDO.  Intervalo de 90 dias para o 1º tratamento! – TTO anterior COMPLETO: • Até 90 dias: NÃO TRATAR! • Após 90 dias: Duas doses uma no dia 0 e outra no dia 3. – TTO anterior INCOMPLETO (pelo menos 2 doses): • Até 90 dias: Completar o nº de doses; • Após 90 dias: Esquema de Pós-exposição.
    29. 29. SORO ANTIRRÁBICO
    30. 30. SORO HETERÓLOGOQuando??? SE• Em acidentes por morcegos; MP• Agressão grave por animais de produção; RE !• Animal sabidamente raivoso;• Agressão grave por primatas ou outros mamíferos silvestres;• Impossibilidade de observação ou morte do cão ou gato;
    31. 31. SORO HETERÓLOGO• Dose: 40 UI/Kg de peso do paciente;• Infiltração nas lesões (↑ qde possível); – Extensão das lesões: Diluir com Soro Fisiológico. • Aplicação intramuscular no Glúteo (↓ possível);• Pode ser aplicado até a 3º dose da vacina!• Não é necessário quando paciente recebeu tratamento completo anteriormente. – Imunodeprimidos ou dúvida sobre tratamento anterior.
    32. 32. SORO HETERÓLOGO• Pode ser aplicado até a 3º dose da vacina!• Pode ser aplicado até a 3º dose da vacina!• Pode ser aplicado até a 3º dose da vacina!• Pode ser aplicado até a 3º dose da vacina!• Pode ser aplicado até a 3º dose da vacina!• Pode ser aplicado até a 3º dose da vacina!• Pode ser aplicado até a 3º dose da vacina!• Pode ser aplicado até a 3º dose da vacina!• Pode ser aplicado até a 3º dose da vacina!
    33. 33. SORO HETERÓLOGO• Não indicar para agressões por ratos !• Não indicar para agressões por ratos!• Não iNdicar para agressões por ratos!• Não indicar para agressões por ratos!• Não indicar para agressões por ratos!• Não indicar para agressões por ratos!• Não iNdicar para agressões por ratos!• Não indicar para agressões por ratos!• Não indicar para agressões por ratos !
    34. 34. SORO HETERÓLOGO E! MPR S E
    35. 35. CONDUTA EM CASO DE FALTA• Faltou a 2º dose: • Aplicar no dia que comparecer; • Agendar a 3º dose com intervalo mínimo de 2 dias.• Faltou a 3º dose: • Aplicar no dia que comparecer; • Agendar a 4º dose com intervalo mínimo de 4 dias.• Faltou a 4º dose: • Aplicar no dia que comparecer; • Agendar a 5º dose para 14 dias após.
    36. 36. ESQUEMA
    37. 37. Cão ou Gato sem suspeita Cão ou Gato clinicamente Cão ou Gato raivoso, de raiva no momento da suspeito no momento da morto ou desaparecido. agressão. agressão. Animais silvestres. Animais de produção. ACIDENTES LEVES Lavar com água e sabão Obs o animal por 10 dias: Iniciar TTO com 2 doses (dias 0Ferimentos superficiais, e 3);pouco extensos, Iniciar o TTO Se permanecer sadio Obs o animal por 10 dias:geralmente únicos em encerra o caso. imediatamente comtronco e membros Se permanecer sadio encerra o(exceto em mãos e pés); 5 doses de vacina caso. Se morrer, desaparecer ou nos dias: Se morrer, desaparecer ou seLambedura de pele com se tornar raivoso tornar raivoso completar as 5lesões superficiais. administrar as 5 doses da doses da vacina. vacina. 0, 3, 7, 14 e 28 3º dose: do 7º ao 10º dia. (0, 3, 7, 14 e 28 dias) 4º dose 14 dia e 5º no 28 dia.ACIDENTES GRAVES Lavar com água e sabãoFerimentos na cabeça, Iniciar TTO com 2 doses (dias Iniciar o TTO imediatamentepescoço, mãos e pés; 0 e 3); com soro e marcar as 5 Obs o animal por 10 dias: doses de vacina nos dias: Iniciar o TTOFerimentos profundos, Se permanecer sadio encerra o 0, 3, 7, 14 e 28. imediatamente commúltiplos ou extensos em caso. soro e 5 doses dequalquer região do Obs o animal por 10 dias:corpo; Se morrer, desaparecer ou se vacina nos dias: tornar raivoso administrar soro Se a suspeita for descartadaLambedura de mucosa, e completar as 5 doses da apos o 10º dia, suspender opele com lesão grave; vacina. TTO não aplicando as 2 0, 3, 7, 14 e 28 3º dose: do 7º ao 10º dia. doses restantes.Ferimento profundo por 4º dose 14 dia e 5º no 28 dia.unha gato.
    38. 38. NOTIFICAÇÃOPORTARIA Nº 104, DE 25 DE JANEIRO DE 2011 Define as terminologias adotadas em legislação nacional, conforme o disposto no Regulamento Sanitário Internacional 2005 (RSI 2005), a relação de doenças, agravos e eventos em saúde pública de notificação compulsória em todo o território nacional e estabelece fluxo, critérios, responsabilidades e atribuições aos profissionais e serviços de saúde.Art. 2º Adotar, na forma do Anexo I a esta Portaria, a Lista de Notificação Compulsória - LNC, referente às doenças, agravos e eventos de importância para a saúde pública de abrangência nacional em toda a rede de saúde, pública e privada. ANEXO I Lista de Notificação Compulsória – LNC 1. Acidentes por animais peçonhentos; 2. Atendimento antirrábico; 3. ...
    39. 39. PREENCHIMENTO DA FICHA DEATENDIMENTO ANTIRRÁBICO HUMANO SINAN Sistema de Informação de Agravos de Notificação
    40. 40. Dr. Raphael Andrade de Castro
    41. 41. cc
    42. 42. Dr. Raphael Andrade de Castro
    43. 43. OBRIGADO!!! Raphael Andrade de Castro, MDV, MSc Médico Veterinário – Sanitarista Mestre em Medicina Veterinária raphaelcastro.sanitarista@gmail.com Cel.: (21) 9707-1709Coordenação de Vigilância Epidemiológica Tel.: 2668-4516 E-mail: vigepidemio.ni@gmail.com

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