Ano Letivo: 2013/ 2014
Área de Integração
Escola Básica e Secundária de Baião
Com este trabalho, o nosso grupo pretende mostrar à
turma uma ideia mais clara do documentário visto na
aula à cerca do te...
• As ondas oceânicas são ondas que ocorrem nos oceanos.
São geradas pelo vento que cria forças de pressão e fricção
que pe...
• Porque é que as ondas chegam à praia quase paralelas à
costa?
O que se passa é que, quando uma onda se aproxima da costa...
• Devido às características únicas da água, o oceano desempenha o papel de
regulador do clima planetário. Para que a água ...
• A circulação é denominada de termohalina, pois é controlada pelas
diferenças de temperatura e salinidade da água, result...
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• Os sistemas de circulação superficial e profundo dos oceanos estão
interligados, pois as correntes superficiais que ca...
Como a que a Lua influência as marés?
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Serão aprofundados temas tais como, a influência da Lua nas marés, as ondas, a corrente Termohalina e também a importância dos oceanos para o equilíbrio do clima.

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Oceanos

  1. 1. Ano Letivo: 2013/ 2014 Área de Integração Escola Básica e Secundária de Baião
  2. 2. Com este trabalho, o nosso grupo pretende mostrar à turma uma ideia mais clara do documentário visto na aula à cerca do tema “Oceanos”. Serão aprofundados temas tais como, a influencia da Lua nas marés, as ondas, a corrente Termohalina e também a importância dos oceanos para o equilíbrio do clima.
  3. 3. • As ondas oceânicas são ondas que ocorrem nos oceanos. São geradas pelo vento que cria forças de pressão e fricção que perturbam o equilíbrio da superfície dos oceanos. • O vento transfere parte da sua energia para as ondas ao exercer na superfície da água uma força resultante de diferenças de pressão, provocadas por flutuações na velocidade do vento próximo à interface ar/mar. • A superfície perturbada é restabelecida por ação da gravidade. A interação cíclica entre a força de pressão exercida pelo vento e a força da gravidade, faz com que ondas se propaguem, se distanciando progressivamente de sua zona de geração.
  4. 4. • Porque é que as ondas chegam à praia quase paralelas à costa? O que se passa é que, quando uma onda se aproxima da costa numa direcção que faz um determinado ângulo com a perpendicular à costa, as partes mais próximas da costa “sentem” o fundo mais cedo e, nessas partes, a velocidade de propagação das ondas diminui. À medida que cada parte da crista da onda vai sentindo o fundo, as partes que o sentiram antes vão diminuindo cada vez mais a sua velocidade. Deste modo e de uma forma contínua a linha da onda vai sendo encurvada: um fenómeno a que se chama refracção das ondas, por ser similar ao que se passa com os raios de luz na refracção óptica. E é isto que faz com que as ondas acabem por chegar à praia numa direcção quase perpendicular a ela e rebentem de um modo quase paralelo à costa.
  5. 5. • Devido às características únicas da água, o oceano desempenha o papel de regulador do clima planetário. Para que a água varie um grau de temperatura é preciso perder ou ganhar uma grande quantidade de energia. É necessário fornecer cerca de 3.200 vezes mais energia a uma porção de água para variar 1 grau, do que a igual volume de ar. • Assim, enquanto que em terra certas regiões podem sofrer variações térmicas da ordem dos 60ºC por dia, o oceano, no mesmo período, não varia mais que 1ºC. Outra característica ímpar da água é o facto de que ao arrefecer, entre os 4ºC e 0ºC, a sua molécula expande-se cerca de 9%. • Ou seja, Durante o Verão, o oceano funciona como um reservatório de calor, enquanto que no Inverno funciona como uma fonte, libertando-o para a atmosfera. As costas banhadas por correntes quentes têm temperaturas bastante mais altas no Inverno que locais no interior.
  6. 6. • A circulação é denominada de termohalina, pois é controlada pelas diferenças de temperatura e salinidade da água, resultando em variações de densidade, que resulta em um movimento vertical, responsável pela circulação oceânica profunda. Têm como origem a fusão das calotas polares, estas águas mais frias e densas que lentamente afundam e fluem em direção ao equador. • A velocidade das correntes termohalinas é muito pequena, de cerca de 1 centímetro por segundo. Porém a circulação termohalina tem grande importância, pois é o principal processo pelo qual as águas abissais têm suas propriedades renovadas. Além disso, apresenta um fluxo intenso o suficiente para promover a erosão de fundos marinhos e a redistribuição de sedimentos depositados, portanto a circulação termohalina controla a deposição de partículas no fundo oceânico. …
  7. 7. … • Os sistemas de circulação superficial e profundo dos oceanos estão interligados, pois as correntes superficiais que caminham para as altas latitudes ao chegarem lá se resfriam, afundam e retornam em direção às baixas latitudes quando então afloram e o ciclo recomeça. A circulação oceânica desempenha um papel fundamental no clima do planeta, pois são responsáveis pela transferência e redistribuição do calor, agindo como regulador do clima global. Hidrodinâmica costeira: • Nas áreas costeiras e plataformas continentais três processos hidrodinâmicos têm papel fundamental nos mecanismos de erosão, transporte e deposição de sedimentos, portanto são responsáveis pelas modificações da linha de costa, estes processos físicos são: ondas, marés e correntes costeiras.
  8. 8. Como a que a Lua influência as marés? A Lua não produz esse efeito sozinha. Os movimentos de subida e descida do nível do mar, as chamadas marés, também sofrem influência do Sol, dependendo da intensidade da força de atração dele e da Lua sobre o nosso planeta. Assim como a Terra atrai a Lua, fazendo-a girar ao seu redor, a Lua também atrai a Terra, só que de um jeito mais subtil. O puxão gravitacional do nosso satélite tem pouco efeito sobre os continentes, que são sólidos, mas afecta consideravelmente a superfície dos oceanos devido à fluidez, com grande liberdade de movimento da água. A cada dia, a influência lunar provoca correntes marítimas que geram duas marés altas (quando o oceano está de frente para a Lua e em oposição a ela) e duas baixas (nos intervalos entre as altas). O Sol, mesmo estando mais distante da Terra que a Lua, também influi no comportamento das marés, embora a atração solar corresponda a apenas 46% da lunar.
  9. 9. Ou seja, dependendo da posição dos dois astros em relação ao nosso planeta, as marés têm comportamentos diferentes. É aí que entram as fases lunares. Quando a Terra, a Lua e o Sol estão alinhados. Por outro lado, quando as forças de atração da Lua e do Sol se opõem, quase não há diferença entre maré alta e baixa.
  10. 10.  As águas oceânicas ocupam 71% da superfície da Terra, o que significa que desempenham um papel extremamente importante na regulação da vida do planeta. As interacções entre o oceano e a atmosfera condicionam o clima mundial. Não só pela distribuição de calor no globo, através das correntes marinhas, como também pela sua importância no ciclo da água, pois no oceano existe 97% de toda a água.  Neste ciclo contínuo, pode-se inferir que uma gota de água permanece, em média, 9 dias numa nuvem, 2 horas num rio e 5000 anos no oceano antes de se evaporar novamente. Por outro lado, o oceano é fundamental para o equilíbrio ecológico do planeta, pois cerca de 70% do oxigénio libertado para a atmosfera é produzido pelo fitoplâncton durante o processo fotossintético.
  11. 11.  Recursos minerais Do fundo do mar são extraídos minerais, como o magnésio que é utilizado em ligas metálicas, especialmente com o alumínio. O bromo é utilizado na indústria alimentar, farmacêutica e fotográfica. O sal de cozinha (cloreto de sódio) é o mineral mais importante obtido directamente a partir da água do mar.  Fonte de energia A energia da água do mar é aproveitada de diversos modos. Em alguns locais, a força das marés é convertida em energia eléctrica. Noutros, a água fria é utilizada para arrefecer as turbinas de centrais térmicas: No túnel que atravessa o Canal da Mancha a temperatura dos carris tende a aumentar, devido ao atrito provocado pela passagem do comboio. A fim de evitar possíveis incêndios, um complexo sistema de arrefecimento com água do mar mantém a temperatura dentro dos níveis de segurança.
  12. 12.  Recursos vivos: Por ano cerca de 100 milhões de toneladas de pescado, são a principal fonte de proteína para 2.000 milhões de pessoas. Muitas algas e animais marinhos são utilizados para os mais variados fins. As algas são utilizadas na indústria do papel, fotográfica, alimentar, farmacêutica e vinícola. Da carapaça dos crustáceos retira-se quitina, que é utilizada no tratamento de queimaduras e reconstrução de vasos sanguíneos. Do peixe retiram-se diversos compostos, com múltiplas aplicações desde a pintura, lubrificantes e indústria da borracha. Das esponjas retiram-se substâncias que são empregues no fabrico de fármacos para combater doenças, como o cancro e a SIDA.
  13. 13.  As tempestades estão em geral associadas às nuvens do tipo Cumulonimbus. O radar meteorológico é uma das ferramentas fundamentais em seu estudo. As tempestades provocam precipitação de água líquida e gelo, na forma de chuva muito forte, e como é mais intensa com fortes correntes ascendentes e descendentes também granizo e saraiva, isto no caso das tempestades marítimas.  As tempestades podem aparecer isoladas, ou em grupo, de forma mais ou menos desorganizada, ou na forma de linhas de tempestades, chamadas linhas de instabilidade, ou ainda quando uma das tempestades do agrupamento cresce mais que todas as outras e atinge grandes proporções (tipicamente 10 km x 10 km x 12 km em latitudes médias) como uma super-célula.
  14. 14.  Tempestades formam-se quando há suficiente liberação de calor latente pela condensação de gotas de nuvem e cristais de gelo. Dentro da tempestade coexistem movimentos verticais ascendentes e descendentes intensos, o que gera muita turbulência mistura e estranhamento de ar pelo topo da tempestade a medida que ela cresce.  As tempestades ocorrem quando a atmosfera encontra-se termodinamicamente instável, há energia potencial disponível para ser convertida em movimento de ar ascendente dentro da nuvem e descendente fora da nuvem (na forma de uma célula de circulação), e quando há convergência do vento em superfície, por exemplo, junto a uma frente de rajada de brisa marítima durante o período convectivo.
  15. 15. O Nosso grupo espera ter desenvolvido um bom trabalho de maneira a terem aprofundado os vossos conhecimentos acerca dos temas tratados. Trabalho Realizado por: 10ºPB • Andreia Loureiro, nº5 • Fernanda Nogueira, nº14 • Hugo Monteiro, nº16 • Rui Moreira, nº26 • Leonel Fonseca, nº31 • Catarina Pinto, nº32

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