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Flávio Àntonio de üelo;
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  1. 1. PREÃueuLo Ào assumirmos a presidência do Lions Clube - de Pindamonhangaba, moveu-nos sempre a preocupaçao-' com respeitó a lr'a maior e nais ampla divulgaçao ã; feitã heróico dos dez pindamonhangabenses q,e "ã".p".ttôram o Príncipe Regente e estiverai.Pl:-- ;;;;ãt'i:lo brado de inãependência Ça.n91sa Patrra' maxinf por que a nossa terra partacrPou com a ca-'-- ravana mais numerosa' : -.. O nosso CL- Edgard. de Castro Pereira' Assessor de Civisno da Gãvernadoria flei: pistrito L-16' Dô sua brilrranre ;;;;ã;-ã57g6,'orianizou uma ".,7lgi - fi" ãiricô,,, ront.d- com câmara ardente, guarda - de tronra, oô vetusta igreja de São José onde es- tao ""p.ri-t.dos aqueles-inãômitos pindamontrangaben ses e o Comandante ÈÍannoeÌ Ì{arconde" d: oliveira: e Ì{eIIo, ocasião em que festejados oradores 9 CC' LL. diariam".rl" profórira. "onf"rências e pales'- traé no decorrer da Semana da Patrra' Agora em 1986 solici-tamos ao CL' Edgard para que aiíigen"iasse no sentido de prestar uma homenagem q"ã-ótopiciassã à r'ração- urasiteira o conhecimento á. pt"=ãnça de Pindamonhangaba no 'GRITO Do IPI RANãa,", divutgado esse fatõ histórico em todas as escolas ao rruálcípio e dando conhecinento a todos oS LIONS CLUBES DO BRÀSIL. Pulrlicando o irabal-ho do emérito professor Dr' JoãoLaerteSalles'oLIONSCLUBEDEPINDAì,IoNHA{ GABA, com o efetivo e indispelsável apoio do exmo Sr. Prefei-to Municipal Dr' Íoão Bosco Nognreira ' ãttá convicto de que presta inestimável colabora- ããã-;-rrï;;ã;i" pxí[ria, diyulsando um rrabalho que podemos ctramá-fã os 'PASSOS QUE ANTECEDERÀI!í A ftossa TNDEPENDÊNcrA" - Pindanonhangaba (semana da Pátria) se ! tembro de 1986' Às. Anibal Leite de Abreu Presidente do Lions C1ube
  2. 2. I - À GUÀRDÀ DE HONRÀ DO PRÍìÍCIPE D. PEDRO rr- rrrNsRÁRro DÀ- ïìrDEpElüDÊNcrÀ ari pilroiÍounencesa / rrr - À pRocLÀríaçÃo DÀ rÌ{DEpnlrofoicra I I r - À cuÀRDA DE IroNR.a oo pnÍucrpe D. pEDRo êt "À cuarda de Honra do príncipe D- pedro tem seu Ìugar na história, como testêmuha do ato da independencÌa alo Brasil-., in César Salgado - "À cuar - da de Itonra do príncipe D- Pedro" - de s sa ni1 ic ia . É de ;:";:::ili"àï:":.u:ïï"illl;"ãill'ilïr.uì": : tn""ã; época tivessen infruído-pal.a " ";;;si;";t"ça"-áã.,-.-giãiãJ-'o" "o.podo Príncipe, à vista da ãtitude ameãçadorá dos prepostos do governo de-Port.gal- Daí o agrupamento de moços de são ã"oio " áo nio a" Ja-neiro' no pri-neiro contingênre de voiuntári;;; q.;;-..iJ-t.Jã", .".i.oficiaÌizado com a designação de "Guarda de Honra,,. l:__y::."-lomeiro. ": ::i'ii:.3'ï:lï:iï:â3"Pil'fi . oi;ã:"í? ï"-ï:ãli:;_oencÌa", clepoe no mêsDo sentido dizendo: "Dos elementos ainda que escassos, fornecidds por atos de D. Pedro, pode-sê, porém, dar como certo 9""--9 boato què, J,ogo depois dos acontêcimentos, de 9 de Janeiro, circulou no Rio, de pensar .forge Àvilez em arrebatar D. pedro e fazê-tã embarcar -para Lisboa, foi que dêspertou a lembrança da crj. açao de um corpo de ,cavalaria , destinado a pre_ venir quÌguer tentativa contra a pessoa do p;ín- cipe. " Essa tropa'de voluntários, cujas origens, cono já se disae, são imprecisas, viiia a ser oficiarizadã pero õecráto de re de Dezenbro de L822, em çfue D- pedro reconhece e e*ãIta o papet pre_ pondêrante dos 1nul-istas nos primórdios da organização ao ãoipo de cavalaria, que teria o nomê de Guarda de Honra- se havia reunido,,- ËliË";:""5ïijË31ï;.ï:"i::i:.?ã"'*"3::utïüil:dade de paulistas para defendêr e guardar a pessoa do Èríncipe. Outro ilustre historiador pindanonhanqabense mem bro efetivo do rnstituto Histórico e ceográficó ae são paüto, o srl Dr- Leôncio do Àmarar curgel, em sêu t.-ú-lho intitulado r'À Guârala de Honra do Príncipe D. Pedro", publicado no volme ne 22 da Revista do rnstituto Histórico e Geográfico de são paulo, diz o seguinte sobrê a Guarda de Honra: ''...conpunha-se de noços das nais distintas Faní- lias e en condições de poderem manter-se em conta go.com o príncipe. Considerava-sè portanto, urna ;,::ï: ã:ilï:"::':i.3:ï::ã:": "".:ï:#;3:. " """ïltos os serviços que se propunha a prestar a D. pq dro, ninguén nais podia atistar-sê sem l-icença =sua- Era ma verdadeira GUÀRDA NOBRE, cujos sol_ dados e oficiais não poupaÌm esforços para se apresêntar com a maior correção." A Guarda estava sob o comando do Coronel À4tonio- Leite Pereira da Gama Lobo , amigo de D. pêdro, dedicadíssino ir casa de Bragança. O pôsto de sub-comandante fôra confiado ao Coro- nel uaaoel lqarcondes de oÌiveira e llello, .mais tarde Barão de pindano nhartgaba. I - 3- -1-
  3. 3. { I I Se o destino não Ìrouvesse confiado à Guarda de Honra aq'el" *""to"ã"lsiãtiã' -"t g::-": espadas cintilara4' en con- tinência à tiberdaae'-nãË n"t"tia razão ""pããitr de renenorá-Ia' !las' por que lÌÌe coub€. " i':Ï;;-;I*:i:-u:..'ífÍiÍ.-n :""õ::h:SJi"" ffiaã-ã 3,'t"ã ""ttt"nça "rndeltêndencra ou' indissoluvelmente "tiËtrãã"-ão feito tt:Io de nossa bistoraa' rnteressa'pois,"onrf"ãeiopapeldesenpenhadoPg Ia Guarda de ÌIonra' na jornada do lpiranga' a siluação da Província de São Paulo'-convursionê da rt€tas nanirestaçã"ã-ãã-i"utraia aa'táliãã do cototter Francisco r- nácio à autoridade ;-i";ã";;' conpetiu ol pedro a apresentar-se no local dos a"o"t""i-"it;;'p";; restabtrec"r a ordem' Com esse objetivo' tleixou e].e a Côrte a caminÌro - da capital ptoristt'-iã ãiã-re-á" "gôtto-ãã-i822' Eaziam parte de sua comitiva, o ninistro ã-"ã"t"tãtio dó'Estaã; o'-irli" dê saldanha da Gq ;;-ã;p"í"'1:sÌ:: *.::l$i:r"Ë:::ï#:":r: iiü -i^ãíiH:ã:"j" ;3 chalaçã", o najor' r:tl"t:::--:ï'ï-ii,"tã"ãi a"ttorin"do venda velÌra iãË"-iãa; carÌóta_er:::.::.:"*ï;"ï3-iffi;"ï-lã"s"i- Àranha Darreto- ày:Hi;ï"13="1ãl'J=ilï;;;"; pi"r'"i'o de otiveira À nedida que a viagem prosseguia"agregavÉun-sê a com*iva ü-"-.b:?:. 9: :ï:.Ë: fLï:::"fi:íÏ:ïlit:,lll+"=ï":::":iã-ã:pãr"o'""- xo sét-ino di-i-":^:1i?ïÏ;, Ï--.1".-ãã Ëãiã'ãr uarcondês de o- ãã'Ëiiã"t""nangaba' onde pernoitou na-c' tiveira e t'lel-l.o. Àri"ï;gã;;ããt'" o "ottttdante GaEa Lobo' É,a seguinte a retação 'bs gÌraÍdae Sl'e se apresenta- .ram para acompantrar o"'itï"ãp" na viagen a 5ão Pau].o: DO RIO DE JÀNEIRO: ffia e Àntonio luís da cunha ; oe sÃo JoÁo uÀRcos ffiira, Floriale ds ${ Rios e Joaquin José de Souza; DE REZENDE: Leite Àntõío Ranos cordeiro' Àntonio Pereara' João da Rocha corrêa e David Gomes Jardam; DE ÀREIÀS: J"ã F;-r"íra de souza; DE GUÀRiarrNGUrtÁ: ffiaç-a;,santos e custódio r'ere Barbosa DE PIITDÀIITONIIAÌ{GABA : ffindes de oliveira-e üeÌ10' Àd- driano Gomes vÌearã"ã"-er.":.a", t''t9li" Ëarcondes Eomem de üelro, u"i"ãitã-õãrrea-da sirva satgado' iãiiïnãã i"-".i,ae--ãã"U*:";; lH:Ìï#ïËï g" g:ã:i"':;:ïl:,"3ãí;;-;iúi'" do ÂDara,- e üisuel- ãã-cira"v uoreira e costa' óã"i*at"êio, Estes guardas ate Pi-ndanonhangaba' em núnero e" d"? : ::.i#tril*::Í:i*3:tiir:*ãil*";"*ï -] ^i::ãïãã"ti"g"nte da '"T1^:11:"i*:Ï5ãtË=, r"'ú' AntoÍ.r-ro sarsado - Ëã ãã.p""n"iros, por motivos-""P":Y"tËã;ãiãá n r""naes Ribas, José--ng ËïriãlÏã.p"is visãonde da Palne:Tal!-:ï;;;; -ãã eod"i r{oreira' Ëa- #i;; à; õtiveira' nod:ï": ff.:lï:"àI'oïïiËi'"-èé'"'' Portanto ôezee ::i: Ëfi::"ã: Ë?"ãÏl:f;"igïü'- i"esravam a suarda' DÉ TAT'BÀTE FranciscoXavierdeÀt-neida-'F9t"P9-"-Noqueira Ë"'iiãïi"r.ã::,.::"'"".i1":ï"1"."J';;i,'"":f s'-Rodriso Gones Vieira e vr( DB PÀR,ÀIBUìÚA tt - 1-
  4. 4. Flávio Àntonio de üelo; DE MOGI DÀS CRUZES Salvador Leite Ferraz' como se vê, na vigília da rndependência' formavam no esquadrão da Guarda de Honra do lríncipe' trinta-e seis moços' prq ;;"i;;;;;-ãã côrte e das Províncias de são Pauro e do Rio' Pindanonhangaba ufana-se de ter contribuido con - dezesseis de seus fiihos p"t. ó referido total, enquanto a soma dos guardas de todas as outras-cidades não além de vinte' Reqistra-se também que coube a un pindanonhanga - 'bensê, o coronel u..o"i Èlârcondes de Oliviera e Mello' comandar a Guarda no momento tla proãamação da Independência, en lugar do coro - net cama Lobo, retid"'"i-i""tËt por indisposição de saúde'- E tal fato é tão verdaae, sue, logo após a independência' o coronel üanoel !tar- condes de oliveira e rtréffo-. conforme testemunha o documento ne 70 do Àrquivo da casa rnperiai do Brasil, escreve.ao Imperador D- Pedro r. soticitando a suaïág"tttdt seja servido fazer-lhe a graça dê lhe ;á;;ã;;-;-lítoro de saião da Ìtombaça, niá perc serviços rìg+erdntes sYe, tem Drestado, e continua a prestar no honrozocomando quê Ìhe esta :#tiàil;ï;';'";;;". sido aquele que primeiro repetio a vóz da rn- ããp""ãã"áfá Aãste rnpério proótanadá por vossa Magestade ImperiaÌ,nas felizes margens do Piranga---" II - O ITINERÁÊIO DÀ INDEPENDÊNCIÀ ATÉ PINDÀMONHÀÌ{GÀBÀ: Primeira etaPa da viagem: Partiu D- Pedro, então Príncipe Regente da Côrte' para a capitar o" sã" pãüio' tt t"úã de 14 de agôsto de 1822' com Ìrm pellueno sèquito o" "itt"ã p"ttot"t Luis de SaÌdanha da Gama (futuro ;;;õã; ãe'ratu.té), Franàisco Gomes da sirva (o chataça) ' Francisco- de castro canto e uelto e nais dois criados João Carloto (ou Carlota) ã-.ro=é de. carvattro. Éit" percurso inicial foi da OUTNTA DA BoA vrg re,-ãrrta" ailda REÀL õurrre DA BOÀ VISTÀ, até as REÀL FAZEÌ{DÀ DE SÀÌ{- TÀ CRrrZ- Neste percu.ão p".="orrporr: Benfica, praia Pequena, vênda craÍrde, fazênda ao cã1Éo^ao Bispo' São Tiago de Inharin-a' casca [hrra ' canp;-nfto, Bngenho dos Àfonsos, Realengo, Santíssino' campo.-Grandê ' Santo Àntonio, EngenÌìo da Paciência, chegando a ReaI fazenda de Santa Cruz. Sequnda etal)a da viagem: @ conpreende o trecho que vai da REÀL FÀzEÌIDe on sãrta CRUZ a pouso sÊco' passando D. Pedro por São Francisco xavier ãe-rtagnrai, Teixeira' Guarda do Pouso Frio' Guar da do llorro Aa onça, ãtaraa"aas'Caveiras' ArÊozal- de são Sebastião iãaã-n".ãã. ão e.ir"lp", Fazenda da olaria, fazenda do Retiro, Ngssa senhora da piedaale Ao' Ãio Claro, Rancho dos Negros, cÌregando a Pou- so Sêco- 'ferceira etalE da víàgêm: A terceira etapa da viagem compreende o-trecho--- que vai de Pouso sÊcõ a sÃo HTGUEL-DÀS ÀRErÀs já na Província de sao Paulo. Passou o- eeãro-por: Rancho Grande e faãenda das Três Barras ( estes dois 1ocais "=-;rii.". da província do Rio tte Janeiro), entran- do a seguir ,r. p.o,ri.cia de São PauÌo' passando por Bom Jesus do Ba- nanal, Fazenda o"" õãqtãitos, Fazend-a dã capitão ror' santo Àntonio - do Àl-ambari, sarbeiiãs' São losé do Barreiro'' Fazenda do Pau d' ÀLho' chegando a São üigueÌ das Àreias' Quafta etaPa da viagem: ;--aa viagen compreènde o trecÌro que- vai de São üi9ue1 das ireias à cúratinguetá' passando D' Pedro por: ;;;";ã.-ã; sãã oonirãos, vare do rragaçaba, Nossa_SenÌrora da concei - ;-; ã" siÌveiras, r"Ë".á" do PaioÌ, Rancho do-sapi. Pôrto de santo 44 toniodaCacÌÌoeÌra,Canas,NossaSenÌìoradaPiedadedeLorena'chega4 do a GÌraratinguetá- Quinta etaPa da viagem: -5-
  5. 5. yai .r9 cuararins.eu";ï#lã :::ffi ,:"":tlï:L":ï":ï:3:":.'Ë::ïS";D. Pedro por: Àparecida, chanada à época Capê]-a dè Ì{ossa Senhora da Conceição Àparecida, Iocal onde o. pãdro pa.iou, fazèndo questão de subir,o outêiro, para rezar, ..naquele sítio de romarias,.,- como a ela, se refèriu üartius, eD sÌra viagem de IBIg-tg2O, suas preces em favor "do apaziguaDento das correntes poÌíl.icas imperantes no Brasil coÌo- nia e p€]'a paz do Reino Unido de portugal. Brasit e AÌgarves,r; logo -agís dirige-se ao Rancho das pedras, à-Roseira, entranão ep pindamo -nhaagaba pe].o Bairro das Taipa.s, ganhando logo a segnrir o Bairro da Àgua Preta, entrando triunfa]'nentè na Vila.ReaÌ dê Íossa Senhora do BoD Sucesso de Pindanonhangaba, precisaDente no dia 2I de agôsto de 1a22, quando e onde é recebido peto Cet. üanoel-g6rrçondes dã Otiveira e Èlello, Cônego rgnácio uarconães de otiveira Cabral, segrrido dâs damais políticos. Àinda, agrrardava a chegada de D- pedro, o sr- ceÌ. Àntonio Leite Perêira da Gama l.obo, uenbro do Governo provisório. À sua chegada, o clero sob a direção do Cônego Ignácio Fíarcondes de Oli veira Cabrat, seguido dos po1íticos e do povo Ìocal , dirigiran-sã a üatriz de N.S! do BoD Sucesso, onde fol cantado e rezado un '.Te Dg"T", pelo feliz êxito da viagen até pindamonhangaba e peLa honrosa- visita de D. Pedro . D- pedro pernoitou em pindamonfrangàba, onde pe- la manhã do dia 22 assistiu miisa soÌenássira, conÌreceu a "id.a" e alDoçou com o Con. Ignácio llarcondes de Oliviera Cabral, Cel- Ì,lanoel- Marcondes de O1iviêra e Ètello, políticos e ltembros das'FamíIiàs.. no- bres da cidade. Durante o dia D- pedro conheceu pessoaÌmente os mem- bros de sua guardq de honra que deveriam partir de pindamonhangaba os quais foran todos apresentados ao príncipe pelo Ce]-- ltanoel Uarco4 des de O].iveira è üello, que rêceberam ordens expressas de D- pedro -para que os aconpa.nhasse, a1És ter convêrsado e conhêcido um lpr u - As 16:00 horas. do dia 22, na então l}raça r'omosa (hoje praça üons !íarcondes), em frente ao sobrado da esquina, onde hojè se encontra construída a Casa Dois lrmãos, em meio a uma grande nultidão, D- pe- dro partia para Taubaté, após ter ouvido os entusiásticos vivas à sua pessoa e à F^nília Imperial- Esta quinta etapa da viagem termina- em Ìilossa Senhora da Àjuda em Caçapava, tendo antes o príncipe passado pè]-o Bairro Àgua Quente e São Francisco das Chagas de Taubaté- Irr - À pRocr,ÀltÀçÃo DÀ Ir{DEpEìÍDÊrcr.at D. Pedro. a1ús sua caminhada pelo Vate dd paraíba chegaria a São Pau].o, de onde partiria lxìra a cidade de Santos. Contq do, antes de abordarmos o momento culminante da independência, ê necessário mencionar as últi-as etalns da viagen quando, da cidade de Sabarina; da fazenda Sabaúna (hoje cidade de Sabaúna) chegou à São Paulo; .de São Paulo à Santos, na volta, aos canpos do ll)iranga- em São PauLo- Segundo se Ìê na obra intitulada 'rJornada do Con- de de Assr.rmar", ÉS. 3O4, no dia 25 de agôsto, fez S-À- a sua solêne- entrada en São Paulo, com grande acompanhamento da gìrarda de honra e povo'.- Com as mais vivas denonstrações de júbil.o e entusiasmo, foi acothido o Incl.ito Príncipe na classica tèrra da fideÌidade e do pa- triotisno. ìÍo dia seguinte Ìrouve, er palácio, cortejo e beija mão ; notou-se rìa,locasião, que acÌÌando-se S.À. alegre e prazenteiro, rece - bendo as pessoas (tue 'o' üinhan cumpri-rentar,, ao se aprese! tarem ô Coronè-L Francisco Inácio e o intendentè de Santos, Ëi- guel José de Souza Pinto (coDplicados nos movinentos subversivos de 23 de naio), tornou-se severo e rèservado, e no mesmo ato, negando I-hês a mão, ordenou que ambos segrrissem inediatanente para a ãôrte, o que cunpriran. Por algÌrns dias ainda, demcbütr-se S-À- nesta cap;! tal, recebendo a obsequiosa e magnífica hospedagen quê the havian prg parado o Brigadeiro ManueÌ, Rodrigoes Jordão e o Coronel Àntonio da Silva Prado, depois Barão de lguape, até que, a 5 de setembro, diri - giu-se para Santog, aqomllanhado de todo o séquito con que viera da côrte, e mais os Brigadeiros; llanuel Rodrigrres Jordão, CeI. ltanoel üaE corrdes de Oliveira e ttello, depois Barão de Pindanonhangaba, e o Pa- dre Belchior Pinheiro, de líInas gerais. .rosénon_iráciode*""'...".ït::*ï"ïï:":#:i':"?::ïriï:"ïïï':DâneceDdo nesra cidade até o dia 6, e na madrug"d;-ã;-ãi;-ï-Lrtiu aesantos para a capitar, -transirando pelo côninhõ ãã""iiiãã"'"*;;i;ã;de r.orena' (hoje estrada verha de sãntos), """rr""iããìoiã-.c..i_rrrro ao -a- I I I 'r ( I (
  6. 6. (: J . do líar-, contruído por Bernardo José ale Lorena_ ,:,- tancia-sê ao prín-.-?epois da subida 1"._:_":I., a g'arda de honra dis_r tradã, ;;;s;;i;'Ïï;"i""ïiriiff::-t" junto a "'ã ;;;i;;r., .," "=-- Honra dois 'i.1",,t""foïï"t:ïiofi::ï;:' aproximaram-se da Guarda deEram PauÌo nreiaro, áriãiãr'ãI":ï:::::".""T" pêssoas ae consiaeiaçããl :r : Til. *ü;i;"Á"ff:""Ï]u:ï.::";;:"I'- a9 f'niã'ã ìiiii.". . Ì{iritarnham do Rio apressadamenre, -;;;;;;ã""".T^u:-u: d_" Jo=é,- B""irá;i;;";i :nt-rega-de Pfnéis oe mu.Lta gravidade- ' u' Pedro, para the fa"erem' -ã ã8"31'"3ãi":'::::J;*yË j;F.iÈ:jl#."::iï"Ëïll:n:":à"::""'"f :5 ; i, :, : ";g: "i'":;"y:ïi: :.Bi::;:, ":"ff .,::;5:.:*ï.ã:,:H ïï:T" ;i;"+as suas ceras. taï :;Ï::.ff;ïi"fl:': 3::":r1t; ã;f;":":i"ançassem - "Havia de ser n n":::_g_ tarde, nais ou menos.Vi_nna o Principe na freÌrte. venaó_o-Jãrf"._"" IEra 3"::ã:: Ëi;'";"il#i:-a seu """ã"i'ãI-ii""" da seu animáÌ ";;-;;;'ã""-*::ft;ffi:Ë::,":*:::" : ;Y*3:'id::* *;: '*p'" s.,"ü.;ãá ã= r.ço" pes que nos irr6i""9o]3-*o portugnrês ! E nos to- n:;:l ;j;" i, l.ï:'=ï: :- i"ï: :r' ;: ::::;::":" " ""á roiou no chão, ssn6Ìa-a-fita azuÌ e branca, a ar-. Guãroa, +i":írià"ã? nrsso acoDpanhado por toda a Y",-rh: deu isuaÌ u|"ÍÏi"lt"tus o mêsnìo distintil r--E viva o BrasiÌ l:";_"-i independenre! grirou _ 3;"iÍï;"3i":;:;, u" ":TP" i'r,.oãã -laìoài .,o' "". "ependente! viva D. n"-Y]u" o BrasiÌ rivre e inde I E bradou "i;ü ;'d:11?: ""t derensor p"tpéi,ro- t s:,::l':is";:ygï:F"r"iitiiff I g:i"ï"": mì*-:,ïïi:.:jiïtãá. "i"ïËi"'i: Ë:Ë:: ::;ï:pauto, " ; Ëü;; ft."^. :-straÇa que vai " èão Eoçoes çJue sua "lr" t.lot experimentar as fortes g :*T_"9"i *i"*r ;Ëãfinii,iï""iiãiï""ff :."::*ïl*i:r"91ç"., vêncendo preconceito" "-irr-fãrË"."" cteralnLlÌa; afrontando ï":_:'t-'9o"Ë"ã"iaã_:"='H'.'S:::"u:.*o-::':.""".Ìa nossa pátria à oosição__d" p"i=-iiii".Ë,rrru"p"rr_dente. " (confornè .roão-uarcãna""-ã"-ioJ.a Romei_ ;:Jil:ï:,,ïbra intiturada'De ;:;ãã"ïï'; i;d"-- - 7-

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