Pim iv

11.620 visualizações

Publicada em

Projeto para o curso da faculdade

4 comentários
4 gostaram
Estatísticas
Notas
Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
11.620
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
14
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
635
Comentários
4
Gostaram
4
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Pim iv

  1. 1. UNIP INTERATIVAProjeto Integrado MultidisciplinarCursos Superiores de TecnologiaNome: Ricardo Camilo de Sousa Pólo Água verde - Centro Curitiba – Paraná 2010
  2. 2. UNIP INTERATIVA Projeto Integrado Multidisciplinar Cursos Superiores de TecnologiaNOME: RICARDO CAMILO DE SOUSA O Projeto Integrado Multidisciplinar – PIM parte do Programa Pedagógico dos Cursos Superiores de Tecnologia a distância da UNIP Interativa - Universidade Paulista como pré- requisito para aprovação no 1º semestre no curso de gestão de tecnologia da informação. . Nome: Ricardo Camilo de Sousa RA: 1018889 Curso: Tecnologia da Informação Semestre: 1 Pólo Água verde - Centro Curitiba – Paraná 2010
  3. 3. INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E COMUNICAÇÃO CURSO DE GESTÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UNIP/Pólo Água Verde - Curitiba/1º. Semestre Ricardo Camilo de SousaPROJETO INTEGRADO MULTIDICIPLINARCOMISSÃO EXAMINADORA:_______________________________________________________________Examinador (1)_______________________________________________________________Examinador (2)_______________________________________________________________Coordenador do PIM – ProfºObservações:____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________RESULTADO:_______________________________________________________________DATA DA APROVAÇÃO: ____ /_____ /______
  4. 4. Resumo O projeto representa uma empresa chamada WEB3.PIM, esta empresa queesta encarrega de projetar uma estrutura de rede computadores para universidadeUnipPIM baseada num conceito de Web 3.0 No projeto ira demonstrar a evolução da web 3.0, como ela esta sendointroduzida na rede mundial de computadores. A WEB3.PIM ira também ter um projeto chamado Web 3.0 Expirience, esteprojeto tem toda a documentação confidencializada, mais mesmo assim houveindícios de vazamento de informações. A construção de uma rede faz parte do projeto, sendo feita todas as medidas,sobre redes, subredes, formas de endereçamentos e a devida topologia. O servidor foi toda estrutura utilizando a linguagem UML e foi baseado umSGBD PostgreSQL para gerenciar o servidor. Um Orçamento também foi disponibilizado para conferência e um time-line.Palavra chave: Projeto, WEB3.PIM, UnipPIM, Web 3.0, Web3.0 Expirience,documentação, informações, redes, subredes, endereçamentos, servidor, UML,orçamento, time-line.
  5. 5. ABSTRACT The project represents a called company WEB3.PIM, this company who thisputs in charge to project a net structure computers for UnipPIM University based on aconcept of Web 3.0. In the project anger to demonstrate the evolution of web 3,0, as it this beingintroduced in the world-wide net of computers. The WEB3.PIM anger also to have a called project Web 3,0 Expirience, thisproject has all the private documentation, more exactly thus had indications ofemptying of information. The construction of a net is part of the project, being made all the measures,on nets, subnets, forms of addressing and the appropriate topology. The server was all structure using language UML and was based a SGBDPostgreSQL to manage the server. A Budget also was available for conference and a teams-line.Keywords: Project, WEB3.PIM, UnipPIM, Web 3,0, Web3.0 Expirience,documentation, information, nets, subnets, addressing, server, UML, budget,teams-line.
  6. 6. SUMÁRIO1. INTRODUÇÃO................................................................................................ 12. EVOLUÇÃO DA WEB..................................................................................... 22.1 Surgimento.................................................................................................... 22.2 Evolução........................................................................................................ 32.2.1 Web 1.0 Web 2.0........................................................................................ 42.2.2 Web 3.0...................................................................................................... 52.3 Date mining e Web mining..............................................................................63. REDE............................................................................................................... 83.1 Rede Wan e Lan............................................................................................ 83.2 Conexão dedicada......................................................................................... 93.2.1 Frame Relay.............................................................................................. 103.2.2 Switch Nivel 2............................................................................................ 114. IMPLANTAÇÃO............................................................................................. 124.1 Formando Rede........................................................................................... 124.1.1 Rede da UnipPIM Campi.......................................................................... 134.2 Servidor de Banco de Dados....................................................................... 144.2.1 Banco de Dados........................................................................................ 184.3 Sistema........................................................................................................ 195. WEB3.0 EXPIRIENCE.................................................................................... 216. ORÇAMENTO................................................................................................ 237. TIME-LINE...................................................................................................... 244. ANALISE E IMPLAMTAÇÃO......................................................................... 247. CONCLUSÃO................................................................................................. 259. REFERÊNCIAS............................................................................................... 26
  7. 7. 11. INTRODUÇÃO O primeiro ponto que iremos abordar será o surgimento da web e suaevolução no decorrer da história, como foi a web 1.0 como ele evoluiu para web 2.0e a web 3.0, qual é sua característica na rede mundial de computadores. A Web3.PIM é uma empresa que estará preparando universidade UnipPIMpara o web 3.0 através do projeto Web3.0 Expirience, este sob domínio confidenciale fica a cargo do reitor da UnipPIM. Toda a estrutura da UnipPIM é elaborada pela Web3.PIM, a qual fica a cargode definir a topologia as formas de endereçamento e a rede em geral. O banco dedados foi totalmente planejado para sua estrutura e um sistema de para redetambém foi implantado. Todas as fases projeto foram feitas através de analise e testes, a implantaçãotambém teve um sistema teste, toda a relação do projeto foi destacada num time-lineuma linha do tempo onde se destacou todas as fases e atividade do projeto. A Web3.PIM teve todos os cuidados para contornar as situação de falha nosistema de segurança do projeto onde teve o vazamento de informação. Vamosdestacar os principais problemas relatos e as soluções envolventes.
  8. 8. 22. EVOLUÇÃO DA WEB2.1 Surgimento A internet é uma rede mundial de computadores sendo mais conhecida comoum conglomerado de rede em escala mundial de computadores interligados atravésde protocolos TCP/IP, que nos permite acesso a informação e todo tipo detransferência de dados. Esta rede carrega um grande volume de dados contendorecursos e serviços e documentos interligados por meios de hiperligações da WorldWide Web, e também contando com a infraestrutura que suportam correioseletrônicos serviços de voz e compartilhamento de arquivos. A internet no princípio era só utilizada para questões militares como constanos vários indícios de sua criação, a história nos relata que por volta de 1955 depoisdos Estados Unidos ver a União Soviética disparar na disputa tecnológica, aDefense Advanced research Projects Agency (Agência de Projetos de PesquisasAvançadas) conhecida coma a ARPA que criou o Escritório de Tecnologia deProcessamento de Informações a IPTO, que ligava vários sistemas de radares aolongo do território americano, o líder deste escritório era o Joseph Carl Robnettlicklider Na IPTO Licklider se associo a Lawrence Roberts para começar um projetocom objetivo de fazer uma rede de computadores, a tecnologia utilizada por Robertfoi a de Paul Baran a comutação por pacotes ao invés da comutação por circuito eassim tornando as redes mais robusta e estáveis. Após muito trabalho deu osurgimento a ARPANET que foram interconectados a Universidade de Califórnia emLos Angeles e a SIR, e foi assim que a ARPANET se tornou a primeira rede deinternet. O uso do termo Internet para descrever uma rede TCP/IP surgiu em 1974, aprimeira especificação completa do protocolo TCP foi escrita por Vinton Cerf, YogenDalal e Carl Sunshine, na Universidade de Stanford, tendo em seguida orefinamento de protocolos para implementação em diversos sistemas operacional.A abertura da rede para interesses comerciais começou em 1983, o ConselhoFederal de Rede dos Estados Unidos aprovou a interconexão do NSFNER para osistema comercial MCI Mail naquele ano, e a ligação foram feita em meados de1989. Outros serviços comerciais de correio eletrônico foram logo conectados,
  9. 9. 3incluindo a OnTyme, a Telemail e a Compuserver. Naquele mesmo ano, trêsprovedores comerciais de serviços de Internet (ISP) foram criados: a UUNET, aPSINet e a CERFNET. Várias outras redes comerciais e educacionais foram interconectadas, taiscomo a Telenet, a Tymnet e a JANET, contribuindo para o crescimento da Internet.A Telenet (renomeada mais tarde para Sprintnet) foi uma grande rede privada decomputadores com livre acesso dial-up de cidades dos Estados Unidos que estavaem operação desde a década de 1970. Esta rede foi finalmente interconectada comoutras redes durante a década de 1980 assim que o protocolo TCP/IP se tornoucada vez mais popular. Em 1989 Tim Berners-Lee Trabalhava no laboratório de Física de PartículasEuropeu, propôs a criação de um espaço global aonde se trafegassem Hypertext,um documento de texto simples que poderia levar qualquer informação através darede, esses documentos conhecemos hoje como HTML. Em 1990 Tim Berbers Lee escreve um programa chamado World Wide Web oprimeiro navegador, um software capaz de interpretar todo documento de Hypertexte mostrar as devidas informações ao usuário, era a única maneira de ver a web,logo após esse software foi dado outro nome de Nexus, para que não houvesseconfusão entre o software interpretador e o documento de informação pois os dois aprincipio eram conhecidos como World Wide Web. Também em 1991, para que pude-se navegar em documentos através dosHyperlinks, surge os primeiros servidor web, aonde armazenava o documento deHypertext e toda vez que se clicava em um hyperlink era feita uma requisição e umaconexão navegador daquele documento.2.2 Evolução A evolução da web é algo espantoso, como se vê o Rádio, por exemplo, levoumais de 35 anos para atingir 50 milhões de usuários sedo que a web em menos de 5anos atingiu os surpreendentes 50 milhões de usuários. É realmente a internet éumas das maiores invenções dos últimos tempos, a estimativa seja que hoje játenham mais de 1,6 bilhões de usuários em todo mundo, a tendência é de sempreaumentar.
  10. 10. 42.3.1 Web 1.0 e Web 2.0 A web 1.0 é conhecida como o passado, e a web 2.0 como o futuro, mais naverdade não existe uma separação entre Web`s, não é como um programa que élançado uma nova versão sendo preciso de uma atualização, a relação de web nãofoi essa, na verdade a evolução é até hoje introduzida, no entanto muitos usuáriosnão percebem esta evolução, Na realidade a web 1.0 foi reconhecida depois da web 2.0, quando os estudiososda tecnologia da informação citaram o nome de web 2.0, muitas pessoas seperguntaram e a web 1.0 o que é? É possível encontrar uma variedade de tópico narede dando sua definição, mais o que na verdade é, sabemos que primeiramente aweb sempre foi uma variedade de documentos de vários assuntos, onde começou asua popularização, como sendo um ótimo meio de comunicação, uns exemplos quereleva esta comunicação foi o e-mail, mais mesmo assim não nos define muito bem,então vamos fazer uma abordagem filosófica conforme O`Reilly, ele mostrou váriospontos da web 1.0 e comparando com a 2.0 • Os sites da Web 1.0 são estáticos – os sites contêm informação que podem ser úteis, mais não existe uma razão para seus visitantes retornarem, um exemplo pode ser conhecido é uma pagina que disponibiliza informação sobre o dono do site mais que nunca muda, já no caso da web 2.0 essa idéia seria um blog ou um perfil do tipo Myspace. • Os sites da Web 1.0 não são interativos – os visitantes podem visitá-los mais não modificá-los ou contribuir com eles. • Os aplicativos da Web 1.0 – de acordo com filosofia da Web 1.0, as empresas desenvolvem aplicativos de software que os usuários podem baixar, mas não são autorizados a ver como o aplicativo funciona, ou a alterá- lo. Um aplicativo de Web 2.0 é um programa de fonte aberta, o que significa que todos vêem o código-fonte do programa. Os usuários podem ver como o software funciona e modificá-lo, ou até mesmo construir novos aplicativos com base em programas antigos. O Netscape Navigator, por exemplo, era um aplicativo fechado da era da Web 1.0. O Firefox segue a filosofia da Web 2.0 e oferece aos criadores de software todas as ferramentas que eles precisam para criar novos aplicativos para o Firefox.
  11. 11. 52.3.2 Web 3.0 Web semântica ou Web 3.0 é o que todos se perguntam, mais o que é istoqual sua tendência, para muitos é a inovação. Mais o que está vindo por ai é umaweb inteligente como vários recursos para seus usuários, dando mais riqueza emseu conteúdo e interação ao navegador. Vários estudiosos dizem que esta web nadamais é do uma web com todas as informações organizadas de forma, que nãosomente seres humanos possam intentá-las mais principalmente as máquinas. Elescitam maquinas, por que na verdade elas nos ajudaram em tarefa que hoje seriamfeita manualmente. Agora imaginemos que você precise de uma passagem para Londres, e vocêpede para o computador encontrar uma companhia aérea que siga as seguintesinstruções: que tenha um vôo para a amanhã seguinte na classe econômica e seja acompanhia que tenha o preço mais barato. E em poucos momentos o computadorlhe fornece o resultado da busca com a companhia que melhor se encaixa nasmedidas impostas. Sendo assim você só tem o trabalho de reservar o lugar. Paramuito estudiosos essa é Web Semântica. Hoje em dia a internet nos disponibiliza informações complexas que sãofáceis de ser compreendida por qualquer sistema, isso ficam evidentes que osconteúdos que as varias páginas nos disponibilizam não está sendo criadas deforma semântica. Sendo assim o que nos resta usar são os robôs de buscas. Com isso a Web Semântica ou Web 3.0 incorpora significados a informaçõesda web, isto nos proporciona um ambiente onde máquinas e usuários trabalhem deforma conjunta. Tendo cada tipo de informação identificada, ficando mais fácil paraum sistema encontrar informações mais precisas para determinado assunto. Então o ambiente que tanto se fala que é a Web 3.0, resumindo é ambienteque terá informações devidamente identificáveis e terá sistemas personalizados quepossam manipular, compartilhar e reusar de forma pratica as informações providapela web. Existem duas tecnologias que estão disparando, uma é a XML (ExtensibleMarkup Language) e a RDF (Resource Description Framework). XML permite quetodos criem suas próprias tags, labels ocultos tais como rótulos, anotações naspáginas da Web ou seções de textos em uma página. Scripts, ou programas, podemfazer uso dessas tags de sofisticadas maneiras, mas quem for escrever o script tem
  12. 12. 6que saber quais as tags que a página está utilizando e como. Em resumo, o XMLpermite aos usuários adicionar estrutura arbitrária aos seus documentos, mas nadadiz sobre o que significam as estruturas. As tags serão a forma mais correta de tornar uma página semântica, são elasque definirão que determinado tipo de informação está em determinada parte dapágina exibida, assim, os buscadores ao lerem a tag que será um nodo de (nome,valor) vão identificar a informação (valor) conforme o tipo de dados (nome), como noexemplo abaixo:A web atual:Endereço:Travessa Haun, 96Bairro: CentroCidade: Santa Cruz do Sul / RSCEP: 96825-150País: BrasilA web semântica:Travessa Haun, 96Santa Cruz do SulRS96825150BrasilComo você pode ver há diferenças nos formatos, e a semântica requer muito maisinformações para delimitar o que é cada informação, porém, somente assim osbuscadores terão condições de encontrar os dados dentro da página e também oque cada dado representa.2.4 Data Mining e Web Mining Mineração de Dados ou Data Mining, é o processo de explorar grandesquantidades de dados à procura de padrões consistentes, extraindo ou ajudando a
  13. 13. 7evidenciar a descoberta de conhecimento contido neles. É formado por um conjuntode ferramentas e técnicas de áreas como estatística, recuperação de informação,inteligência artificial e reconhecimento de padrões. Na Internet, as vantagens de se obter informações sobre os dados trafegadose armazenados vão desde analisar melhor logs de erros de servidor, até descobrirperfis de usuários. Esse procedimento envolve etapas de pré-processamento,descoberta de conhecimento e pós-processamento dos dados como mostra a Figura1. Figura 1 - Data Mining Já a Web Mining consiste na aplicação das técnicas de Mineração de Dadosna Web, a fim de obter conhecimento, encontrar padrões e relações não conhecidosnessa base dados. Na Web é possível fazer três tipos de mineração: de conteúdo,de estrutura e de uso da internet. • Mineração do Conteúdo da Web – que abrange as ferramentas que efetuamrecuperação inteligente de informações do que está dentro dos documentos. • Mineração de Estruturas – voltada para a informação que está implícita,sendo o seu principal foco as ligações de hipertextos que unem os documentos. • Mineração de Uso – uma das tarefas mais difíceis na Web Mining, pode serdefinida como sendo a descoberta automática de padrões de acesso dos usuáriosaos servidores que disponibilizam informações na rede.
  14. 14. 8 Figura 2 - Web Mining Os resultados dos processos de mineração de dados podem ser bemmelhores quando aplicados a dados organizados, estruturados por metadados eidentificados semanticamente. Assim, ao analisar os dados, seria possível filtrar porconteúdos mais específicos, já que é possível saber do que estão tratando. A Web 3.0 pode ser considerada como um grande conjunto de dadosestruturados em que a semântica aplicada a eles, permite que etapas da mineração,como o pré-processamento e a extração de conhecimento, possam se tornar maissimples e eficientes. Pelo fato de guardar um enorme volume de dados que não se encontram bemestruturados, a Web atual possui uma grande quantidade de problemas. A propostada Web 3.0 é associar semântica aos dados contidos na Web e conseqüentementefacilitar as tarefas de Mineração de Dados para atingir seu principal objetivo:recuperar informação relevante.3. REDE3.1 Redes Wan e Lan Uma WAN (Wide Area Network), diferente de uma LAN, atua numa regiãomaior em termos geográficos, através da estrutura de comunicação provida porterceiros. Ela permite conectar pontos de rede localizados em lugares distantes.Tecnologias Utilizadas Utilização de roteadores com capacidade de implementação da tecnologiaFrame Relay para interligar Fábrica e Centro de Distribuição, com o objetivo de obteruma comunicação permanente de alta velocidade. A configuração do roteador da
  15. 15. 9Fábrica já está prevendo a criação de novos Centros de Distribuição, bem como anova fábrica em Campinas. Como medidas de contingência utilizarão ISDN em virtude de ocorrência defalhas, problemas ou carga demasiada no link de comunicação principal.Redes locais (LANs – Local Area Networks) ou redes de longa distância (WANs -Wide Area Networks) podem se interligar à Internet por meio de conexõesdedicadas, possibilitando acesso completo e permanente aos seus recursos efacilidades. Do lado do Cliente (LAN ou WAN) deve existir pelo menos um equipamentoexecutando o protocolo TCP/IP - Transmission Control Protocol / Internet Protocol,que é o elemento comum de conectividade na rede Internet. Também é necessárioque a LAN / WAN esteja conectada a um roteador que, por sua vez, se interliga aum circuito dedicado de acesso, através de dispositivos de conversão digital(CSU/DSU). O circuito de acesso faz a conexão entre a LAN / WAN e o roteador darede do Cliente, completando a conexão dedicada. Neste mesmo tipo de conexão dedicada, o roteador pode ser substituído poruma workstation executando software de roteamento, o que, em alguns casos, podereduzir o custo final da solução. Outras tecnologias de transporte, tais como frame-relay ou X.25, também são empregadas para a implementação de conexõesdedicadas, sendo opções alternativas às linhas privativas dedicadas.Conexões dedicadas são indicadas para empresas de todos os portes que têm aintenção de prover acesso interno aos seus empregados/clientes através da redecorporativa, ou que desejam montar serviços de informação (information providers),criando uma presença institucional na Internet; ou, ainda, que queiram setransformar em provedores de serviços de conexão (access providers), fornecendoconexão à Internet para terceiros, através de sua própria rede.3.2 Conexão DedicadaA preparação para a implantação de conexões dedicadas à Internet não é simples eenvolve a integração de profissionais de diversas áreas da informática e dastelecomunicações. Em primeiro lugar, todos os computadores da LAN / WAN devem estardevidamente protegidos e seguros para se integrarem a uma rede pública decomunicação de dados, aberta a usuários de todo o mundo. Além disso, diversosprogramas e equipamentos precisam ser instalados e configurados adequadamente
  16. 16. 10para que os computadores da LAN / WAN possam se comunicar com os demais nósda rede. A seguir, são relacionadas as principais tarefas envolvidas no processode implantação de conexões dedicadas: • Obtenção de endereços IP únicos para a configuração da rede TCP/IP; • Obtenção de nome de domínio privativo para a identificação da rede; • Nomeação e identificação dos computadores que estão interligados na rede interna; • Configuração do servidor de DNS - Domain Name System; • Configuração do servidor de E-mail (electronic mail); • Configuração do servidor de FTP - File Transfer Program; • Configuração do servidor de NEWS - Usenet News; • Configuração do servidor de WWW - World Wide Web (e outros: Gopher, WAIS, etc.); • Implantação de ferramentas para a gerência de rede; • Implantação de mecanismos de segurança (firewalls, filtros de pacotes, proxy gateways); • Configuração e distribuição interna de softwares aplicativos (WWW, FTP, Telnet, etc); • Definição e capacitação da equipe de administração e suporte de rede; • Definição de esquemas para manutenção dos equipamentos e programas;3.2.1 Frame Relay Utilizada amplamente nos dias de hoje, esta tecnologia permite o uso da redetarifada de telefonia para passar os dados, através de switches de frame-relay. Taisswitches permitem a criação de canais virtuais (lógicos), que podem serpermanentes ou temporários, denominados circuitos, onde a informação trafegarápor um determinado canal físico, que é compartilhado por outros dispositivos atravésde multiplexação.
  17. 17. 11 Conforme o exemplo acima, percebemos que o roteador (devidamenteconfigurado) estabelece uma conexão com o switch frame-relay. Esta conexãorecebe um número de identificação (Data- Link Connection Identifier = Identificadorde Conexão de Link de Dados). Através deste canal são comutados os pacotes dedados pelos switches frame relay, que formam uma rede do tipo malha, operandoem velocidades de 56 kbps, 64 kbps ou 1,544 Mbps. Na medida em que um pacote de dados é transferido de um switch para ooutro, o endereço do destino é alterado para o próximo switch, até que o mesmochegue ao destino. Em função de sua arquitetura, a tecnologia Frame Relay não gerencia erros,relevando esta tarefa, porém tem um das melhores velocidades em comparaçãocom outros serviços3.2.2 Switch Nível 2São os switches tradicionais, que efetivamente funcionam como bridges multi-portas.Sua principal finalidade é de dividir uma LAN em múltiplos domínios de colisão, ou,nos casos das redes em anel, segmentar a LAN em diversos anéis.
  18. 18. 12 Os switches de camada 2 possibilitam, portanto, múltiplas transmissõessimultâneas, a transmissão de uma sub-rede não interferindo nas outras sub-redes.Os switches de camada 2 não conseguem, porém filtrar broadcasts, multicasts (nocaso em mais de uma sub-rede contenham as estações pertencentes ao grupomulticast de destino), e quadros cujo destino ainda não tenha sido incluído na tabelade endereçamento.4. IMPLANTAÇÃO Uma rede de computadores é um conjunto de computadores (locais ouremotos) interligados entre si (de forma total ou parcial) de tal maneira de possibilitara comunicação de dados localmente e/ou remotamente, incluem todos osequipamentos eletrônicos necessários à interconexão de dispositivos, tais comomicrocomputadores e impressoras. Esses dispositivos que se comunicam entre sisão chamados de nós, estações de trabalho, pontos ou simplesmente dispositivosde rede. Bastariam só dois computadores, ou nós, como o número mínimo dedispositivos necessários para formarmos uma rede. O número máximo não épredeterminado, pois, teoricamente, todos os computadores do mundo poderiamestar interligados, de fato a Internet é um exemplo disto.4.1 Formando rede Rede local é a responsável pela comunicação de equipamentos numa árearestrita, compartilhando recursos de hardware, software e informações. As redes locais são encontradas em escritórios, empresas, universidades ena maioria das organizações onde a comunicação entre diferentes departamentos ecompartilhamento de recursos é necessária.
  19. 19. 13 Nas LANs tradicionais os computadores são conectados por cabos ou atravésde equipamentos chamados HUB. Neste tipo de rede a velocidade geralmente variade 10 a 100 Mbps, havendo um retardo muito baixo (quase desprezível) e os errosde transmissão encontrados são pouquíssimos. Entretanto as LANs mais modernasoperam com velocidades ainda mais altas, por exemplo, as redes FastEthernet,GigaEthernet, etc4.1.1 Rede da UnipPIM campi. Para implantação de uma rede na UnipPIM iremos formar primeiramente umaLan, a proposta de vocês foram instalar uma rede privada baseada num sistemaWeb 3.0, sendo que cada estado terá um campi com 4 maquinas cada um. A rede local tem seus benefícios dentre eles esta compartilhamento derecursos, centralização de informações, controle de acesso centralizado facilidadena rotina de backups. A topologia esta na figura abaixo, a configuração do IP é classe C, no modeloipv4, na figura abaixo demonstraremos um exemplo da rede:
  20. 20. 14 • Como vistos utilizaram 32 subredes; • Como precisaríamos de 27 subredes, pegamos o ultimo octeto e utilizamos 5 bits para rede e os outros 3 bits para hosts; • A máscara da subrede é a 255.255.255.248; • E o IP da rede é 192.168.0.0; • E o broadcast 192.168.0.7.4.2 Servidor de Banco de Dados. O local escolhido para instalação do banco de dados será nos Campi de SãoPaulo, a modelagem do banco de dados será feito em UML, mais existe um conceitomuito importante encontrado nos diagramas de bancos de dados RUP O RUP – Ration Unified Process – é um processo que mostra umaabordagem disciplinada para o desenvolvimento de software nomeando tarefas eresponsabilidades dentro de uma organização, o objetivo é dar a maiorconfiabilidade na produção de software, satisfazendo seus usuários finais dentro decronograma e orçamento previsível através de integração das fases dodesenvolvimento do software. Uns dos quesitos também é a criação de modelosvisando minimizar a sobrecarga associada à geração e a manutenção dedocumentos e maximizar o conteúdo das informações relevantes.
  21. 21. 15 O RUP utiliza a UML para desenvolvimento dos diagramas do sistema. Énestes diagramas e representação que seus analistas e projetistas se basearão parafinalizar cada ciclo, tendo em mente as mudanças que podem ocorrer após aentrega de um software em relação ao ambiente, aos sistemas operacionais, aobanco de dados e ao hardware. Workflows – são os tipos de artefatos mais importante do RUP. Um workflow éuma simplificação da realidade, proporcionado uma melhor compreensão do sistemaque esta sendo criado. No RUP, existem noves modelos que em conjunto,abrangem decisões importantes para visualização, a especificação, a construção e adocumentação de um sistema complexo de software, os workflows são: • Modelo de negócio; • Requisitos; • Analise e projeto; • Implementação; • Teste; • Implantação; • Gerenciamento de configuração e mudanças; • Gerenciamento de projeto; • Ambiente. A website é a parte visível do sistema na web. Esta subdivisão é propagada paraos diagramas de atividade, diagramas de interação, diagramas de estados,diagramas de classes, projeto de banco de dados e projeto de interface gráfica.Um requisito importante no workflow é a analise e do projeto que tem o foco principalna modelagem do sistema para web A UML é uma linguagem para modelagem de sistemas de softwareintensivos. Para a modelagem de páginas web, algumas extensões foramimplementadas, utilizando estereótipos de acordo com o modelo empregado. Os criadores da UML reconheceram que o padrão UML não se ajustavaperfeitamente a todos os tipos de aplicações, e, assim, visando satisfazer asnecessidades destas situações especiais, definiram um modo formal para estendertais funcionalidades através de uma semântica diferente aplicada aos elementos demodelagem. As aplicações web representam uma destas situações.
  22. 22. 16 Uma extensão UML definiu um mecanismo para permitir que certos domíniospossam estender a semântica de elementos a modelos específicos. O mecanismode extensão permite a inclusão de novos atributos, de diferentes semânticas e derestrições adicionais. Parte do mecanismo de extensão de UML é a habilidade paranomear ícones diferentes a classes estereotipadas. A extensão da UML para web define um conjunto de estereótipos, valoresetiquetados (tagged values) e regras que permitem a modelagem de aplicaçõesweb. São aplicados estereótipos e regras a elementos que são particulares aaplicações web. Isto permite que estes elementos sejam representados nos mesmosmodelos e diagramas que descrevem o restante do sistema ser seguidas ao agruparos elementos do modelo. Modelos nos auxiliam a entender o sistema, simplificando alguns dosdetalhes. A escolha do que modelar tem um efeito significativo na compreensão doproblema e na busca de sua solução. Aplicações web são representadas, assimcomo outros sistemas, com um conjunto de modelos.A modelagem deve fornecer subsídios que tragam benefícios aos usuários domodelo. O modelo do interior do servidor de rede ou dos detalhes do browser nãoajudará os desenhistas e arquitetos de uma aplicação web. Porém, a modelagemdas páginas do cliente com suas ligações e seu conteúdo dinâmico é importante. São estes os artefatos projetados pelos desenhistas, que são utilizados comoinstrumento de implementação. Páginas, hyperlinks e conteúdo dinâmico no cliente,e no servidor, são o que deveria ser modelado. Páginas web, scripts ou páginas compiladas são elementos em UML. Umelemento é a “parte física” e substituível do sistema. A visão de implementação(Visão do Elemento) do modelo descreve os elementos do sistema e seusrelacionamentos. Em uma aplicação web, esta visão descreve toda a rede, o sistema e as suasrelações (hyperlinks). Os elementos representam o empacotamento físico das interfaces, eles nãosão satisfatórios para modelar as colaborações dentro das páginas. Cada páginaweb é uma classe da UML na visão de projeto do modelo (visão lógica), e suasrelações para outras páginas (associações) representam hyperlinks. Esta abstraçãoconsidera que qualquer página web pode representar um conjunto de funções e
  23. 23. 17colaborações que só existem no servidor, e um conjunto completamente diferenteque só existe no cliente. O comportamento lógico de uma página web no servidor é completamentediferente da página do cliente. Enquanto executado no servidor, tem-se acesso aosrecursos de páginas disponíveis no servidor (por exemplo, bancos de dados esistema de arquivos). Em uma página web (ou a produção de HTML daquelapágina), o cliente usa um comportamento e um conjunto de relações completamentediferente. No cliente, uma página de script tem relações com o browser pelo DOM -Modelo de Objeto de Documento - e com Java Applet, ou controle ActiveX que apágina tenha especificado. Pode-se modelar o servidor e o cliente como páginas web através de classes,usando o mecanismo de extensão da UML para definir estereótipos e ícones paracada um, isto é, «server page» e «client page». Classes estereotipadas e íconespodem ser utilizados em um diagrama da UML, ou o nome do estereótipo,representado por guillmets («»), pode ser adicionado no diagrama. Os ícones sãoúteis para avaliar os diagramas quando atributos e operações de classes sãorepresentados neles. Para páginas web, os estereótipos indicam que as classes são uma abstraçãodo comportamento lógico de uma página no cliente ou no servidor. As duasabstrações são relacionadas entre si através de uma relação direcional. Estaassociação estereotipada é denominada «builds» desde que uma página do clienteseja construída por uma página do servidor. Cada página web dinâmica é construídacom uma página de servidor. Toda página de cliente é construída por uma únicapágina de servidor, porém, é possível uma página de servidor construir páginas decliente múltiplas. Um hyperlink em uma aplicação web é representado por uma associaçãoestereotipada «link». Esta associação origina-se de uma página de cliente e apontapara uma página de cliente ou uma página de servidor. Os formulários – o mecanismo de entrada de dados principal para páginas deweb é o formulário. Formulários estão definidos em um documento de HTML comtags <form>. Cada formulário especifica a página que é submetida para o servidor. Um formulário contém vários elementos de entrada os quais são expressoscom tags HTML. As tags mais comuns são o <input>, o <select> e o <textarea>. Atag de entrada é sobrecarregada podendo ser: text field, checkbox, radio button,
  24. 24. 18push button, image, hidden field, como também alguns outros tipos menos comuns.Para a modelagem do formulário, utiliza-se outro estereótipo de classe: «Form». Um«Form» é utilizado em qualquer operação na qual poderia ser definida uma tag<form> existente na página de cliente. Os elementos de entrada de um formuláriosão todos os atributos estereotipados da classe «Form». Um «Form» pode terrelações com Applets ou controles de ActiveX que agem como controles de entrada.Cada formulário também tem uma relação com uma página deservidor, ou seja, apágina que processa a submissão do formulário. Nesta relação é utilizado oestereótipo «submit». Desde que formulários são completamente contidos em umdocumento HTML, eles são expressos em um diagrama da UML como uma forma deagregação. Frames permitem que múltiplas páginas sejam ativas e visíveis ao usuário emum determinado momento. Usando scripts do tipo Dynamic HTML (DHTML), oselementos nestas páginas podem interagir entre si. O potencial para interaçõescomplexas no cliente é significativamente maior e a necessidade de modelar istotambém. A modelagem de aplicações para web apresenta uma complexidade peculiar.Esta complexidade precisa ser compatibilizada com outros modelos da UML deforma a proporcionar uma padronização ao longo de todo o ciclo dedesenvolvimento de software.4.2.1 Banco de dados O sistema gerenciador de banco de dados objeto-relacional hoje conhecidopor POSTGRESQL é derivado do pacote POSTGRES escrito na Universidade daCalifórnia em Berkeley. Com mais de uma década de desenvolvimento. OPOSTGRESQL é agora o mais avançado banco de dados de código abertodisponível em qualquer lugar. Aplicações web recentemente são cada vez mais populares. Uma dasferramentas que muito contribuiu para essa popularidade foi o SGBD (SistemaGerenciador de Banco de Dados). Com o uso de banco de dados em aplicaçõesweb, conseguiu-se torná-las mais dinâmicas e interativas, recebendo informações dovisitante, armazenando e recuperando essas informações de forma eficiente e ágil.
  25. 25. 19 O POSTGRES tem sido usado para implementar muitas aplicações diferentesde pesquisa e de produção, incluindo: sistema de análise de dados financeiros,pacote de monitoração de desempenho de turbina a jato, banco de dados deacompanhamento de asteróides, banco de dados de informações médicas, além devários sistemas de informações geográficas. O POSTGRESQL é um SGBD (Sistema Gerenciador de Banco de Dados)objeto-relacional de código aberto, com mais de 29 anos de desenvolvimento. Éextremamente robusto e confiável, além de ser extremamente flexível e rico emrecursos. Ele é considerado objeto relacional por programar, além dascaracterísticas de um SGBD relacional, algumas características de orientação aobjetos, como herança e tipos personalizados.4.3 Sistema Criar o um sistema numa plataforma para web 3.0 será um desafio constanteque devera sempre estar bem atualizado, o sistema tem que ser de fácilentendimento pelos usuários, ferramentas bem distribuídas, e com um conteúdo queenvolva o usuário. Uma metodologia de como será a aplicação da Web semântica na figura 6.
  26. 26. 20 Na web 1.0 existiam vários produtores que serviam vários consumidores, jáweb 2.0 os mesmos consumidores começaram a produzir e a consumir, agora naweb 3.0 produtores e consumidores continuam realizando o mesmo trabalhoproduzindo e consumindo, mais agora alimentando sistema num ciclo produtivo. O sistema tem que esta atualizada para as diversas plataformas denavegadores existentes na rede. Os recursos do sistema serão assim: • Área do administrador: terá as opções para cadastrar professores e alunos, associar matérias e salas de atuação dos professores, cadastro de salas, matérias (disciplinas). Será possível através do sistema do administrador, citar informações de pagamento de mensalidades, caso haja algum atraso, uma mensagem de aviso é exibido assim que o aluno entrar no sistema, além de acesso ao fórum e chat. • Área do professor: terá as opções de cadastros de notas para os alunos de sua sala, o professor só poderá colocar as notas de sua matéria, pois o
  27. 27. 21 sistema filtra no banco de dados essas informações, que é configurada pelo administrador, e também acesso ao fórum e um chat com os alunos. • Área do aluno: terá as opções de visualizar as suas notas, faltas e documentos enviados para sua sala pelos professores e a interatividades com o sistema de comunicação; acesso a e-mail, fórum, e área de chat entre os alunos e o professor. A utilização de ferramentas XML é indispensável em sua estrutura, um ambiente ao totalmente interativo também, mais sessões ao vivo entre professores e alunos.5. Web3.0 Expirience A segurança num projeto é muito importante, por isso que todas as fases deletêm que sempre estar documentada, a confidencialidade das etapas também,qualquer indício de vazamento de informações tem que ser tratado com agilidade. No caso da Web 3.0 Expirience deve ser tomada as devidas atitudes sobrevazamento de informação porque se o projeto foi documentado como confidencialeste tipo de situação não pode acontecer, e este indivíduos tem que ser punidos. Sabemos do nível das informações geradas neste projeto, a web 3.0 aindaesta em fase de desenvolvimento em varias organizações estão num momento quequalquer tipo de descoberta a respeito de uma web mais complexa e inteligentedeixa todo mercado eufórico, e num período deste é bom manter o projeto sob sigilopara garantir toda autoria sobre ele. As dificuldades mais comumente são as áreas de implantação, porquesatisfazer as novas necessidades da web 3.0 não é fácil, criar uma web inteligente écomo foi descrito um trabalho constante. A implantação de um sistema semântico édesafio que vão durar muitos anos de pesquisas e evolução na rede. Os desafios gerenciais encontrados num projeto deste porte se encontram nasua elaboração onde cada colaborador deve manter seu comprometimento com oprojeto, tendo sempre seu foco na equipe, as definições projeto ser publica ouprivada deve ser tratado com a equipe do projeto.
  28. 28. 22 A criação de paginas de livro textos nos ambiente web 3.0 também é muitoimportante, a visualização é mais proveitosa onde o texto pode ser disponibilizadode adobe flash player ou programa neste tipo e ter a seguinte estrutura da figura 7 A tela possui a mesma estrutura barra de endereço barra onde se encontraFerramentas do site a diferença esta nos botões de ajuda onde quandoselecionados, por exemplo, a ajuda AÇÕES, impõe um marca texto referente àajuda, conforme a figura 8.
  29. 29. 236. Orçamento Iremos destacar todos os recursos que precisaremos para concluir o projetoWeb 3.0 Expirience, na tabela 1 estaremos classificando. Este orçamento é para dardesenvolvimento para o projeto:ITEM DESCRIÇÃO QUANT. PREÇO UNIT VALOR 1 PCs avançados 2 R$ 1.900,00 R$ 3.800,00 2 PCs básicos 4 R$ 650,00 R$ 2.600,00 3 Servidor médio porte 1 R$ 3.500,00 R$ 3.500,00 4 Switch nível 2 1 R$ 750,00 R$ 750,00 5 Cabos RJ 45 20 mt R$ 5,00 R$ 100,00 6 Programa licenciado banco de dados 1 R$ 160,00 R$ 160,00 7 Ferramentas para aplicação 1 R$ 400,00 R$ 400,00 8 Ferramentas segurança 1 R$ 130,00 R$ 130,00 Total R$ 11.140,00
  30. 30. 24 Esta tabela mostra os equipamentos necessários para dar introdução aosistema de rede e banco de dados, os equipamentos são 2 PCs avançados paramanipular o banco de dados a rede, PCs básicos para ajudar na rede como testes,programa de licenciado para banco de dados DBAmanager Pro EnterprisePostgreSQL , ferramenta case Studio completa licenciado, um switch ethernet nível2 , ferramenta de segurança antivírus.7. Time-line Um time-line nos trás toda a restropectiva de um projeto, abaixo estádetalhando uma linha do tempo.
  31. 31. 258. Conclusão Sem dúvidas que a construção de uma rede computadores é um projeto quedemanda muitos recursos e metodologias a serem aplicadas, a estrutura tem queser bem planejada como no caso da UnipPIM teve que começar do zero. A adaptação para web 3.0 depende de muito esforço da equipe, porque naverdade é projeto que só esta começando, muitas empresas ainda estãoengatinhando nesta tecnologia, mais como obteve uma boa elaboração desde oprincipio, manter este projeto deverá dispor de muito investimento e não economizarnas infraestrutura. O banco de dados como um fator de peso para qualquer servidor deve disporde pessoal qualificado para atualidade, e o sistema tem que sempre se adaptar parauma forma mais interativa como os usuários, por que é este o objetivo da nova weba web semântica. A inovação tem que ser o propósito do projeto e da equipe que participa,porque para obter um desenvolvimento considerável e retornos através deste projetoé só com passar do tempo. O retorno que uma web mais inteligente trás para os usuários e a toda redevai ser reconhecida em todo mercado global.
  32. 32. 269. REFERÊNCIASANTONIOLI Leonardo Estatísticas, dados e projeções atuais sobre a Internet noBrasil.2003AO ONLINE AÇORIANO ORIENTAL: Web 3.0: conceito ainda não é pacíficohttp://www.acorianooriental.pt/noticias/view/187522, Brasil, 29/06/2009BIAZUS Diogo, Um Breve Histórico Sobre PostgreSQL. Disponível em:<http://www.criesewebsite.com/artigos/artigo.php?categoria=postgresql&id=1>.Publicado em 30 de janeiro de 2005.LATO Sensu em Engenharia de Sistemas - ESAB - Escola Superior Aberta do BrasilKRUCHTEN, P. The rational unified process – an introduction. EditoraAddison-Wesley, 1999.MAJER Carlos Desenvolvedor e Analista de Sistemas.Tecnólogo e Professor da Universidade Cidade de São Paulo (UNICID).Especialista no desenvolvimento webRATIONAL Software Corporation. Rational unified process. Version2001.03.00. Copyright © 1987 – 2000. Portions © Copyright IBM Corporation1999-2000.WBI BRASIL MARKETING DIGITAL usuários de internethowstuffworks.com Existe uma Web 1.0? 22/01/2010
  33. 33. 27

×